EFEITO DA COBERTURA DE MILHO, MILHETO E SORGO NA TEMPERATURA E UMIDADE DO SOLO

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1 EFEITO DA COBERTURA DE MILHO, MILHETO E SORGO NA TEMPERATURA E UMIDADE DO SOLO Eduardo dos Santos Silveira (UNIVAG); Douglas Onghero Ribeiro (UNIVAG); Eloiza Cristina Castelan (UNIVAG); Giovana Raquel Gallo (UNIVAG); Alessandro Ferronato (UNIVAG). RESUMO O sistema de plantio direto tem sido adotado expressivamente por agricultores primordialmente do cerrado brasileiro. Fatores como temperatura e cobertura superficial têm garantido ao perfil do solo menor revolvimento, em muitas situações, e maiores conteúdos de água disponível para as plantas. O objetivo deste trabalho foi observar a amplitude térmica nas camadas superficiais do solo de Cerrado de acordo com a disponibilidade da radiação solar quando utilizando como plantio de cobertura o milho, milheto e sorgo. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial. As parcelas de cada cultura foram de 3,0x 3,0 m. E Em cada parcela foram instalados tubos de PVC nos tamanhos de 5 e 10cm de profundidade para medidas de temperatura, além de 0cm, feitas nos horários de 7:30 e 14:00 horas. As coletas dos dados iniciaram 44 dias após implantação realizada sempre no solo com cobertura vegetal e nu. Pode-se verificar que a melhor cultura para efeito de cobertura nas condições climáticas da região da baixada cuiabana é o sorgo, pois apresentou menores valores de amplitude térmica e de difusividade térmica em relação às demais cultura estudas. Já o milho apresentou os maiores valores para a amplitude e a difusividade térmica, assim sendo a pior cultura para atenuar a radiação solar incidente no solo. Palavra Chave: Sistema de plantio direto, temperatura, cobertura superficial, amplitude térmica, radiação solar, milho, milheto, sorgo, difusividade térmica. INTRODUÇÃO Solo é uma camada que recobre as rochas, sendo formado por intemperismo e adição de húmus. Também se refere, à camada onde é possível desenvolver-se a vida vegetal. Assim, com o desenvolvimento da agricultura principalmente extensiva houveram transformações da paisagem e de seu perfil. Desta forma, o sistema de plantio direto tem sido adotado expressivamente por agricultores primordialmente do cerrado brasileiro, já que como a abertura de novas áreas para a monocultura a degradação dos solos é mais acelerada. E seu uso continuo em regiões tropicais, com insuficiência de cobertura do solo e sucessivas adubações superficiais, pode resultar em alterações nos parâmetros do solo, como compactação e acúmulo de nutrientes na superfície, e na baixa expressão do potencial produtivo das culturas.

2 Fatores como temperatura e cobertura superficial têm garantido ao perfil do solo menor revolvimento, em muitas situações, e maiores conteúdos de água disponível para as plantas, logo este trabalho visa observar os aspectos do milho, milheto e sorgo como plantio de cobertura. Já que os efeitos físicos gerados pela palhada estão relacionados principalmente á redução da disponibilidade da radiação solar. Assim serão analisadas se haverá ou não redução da amplitude térmica na camada superficial do solo de Cerrado. MATERIAS E METODOS A pesquisa foi desenvolvida no campo experimental do UNIVAG sob coordenadas ''Sul e ''Oeste nas unidades experimentais. O delineamento utilizado inteiramente casualizado em esquema fatorial, cujos fatores: milheto, sorgo e milho, e as profundidades de medidas de temperatura de 0, 5 e 10cm. Foram instalados tubos de PVC nos respectivos tamanhos de profundidade para correta medida da temperatura com auxilio do termômetro de infravermelho. As coletas dos dados foram realizadas a partir do período de desenvolvimento inicial, de aproximadamente 44 dias e feitas nos horários de 7:30 e 14:00horas dos dias de 06/11 a 25/11, realizados nos solos com cobertura vegetal e nu. Cada parcela foi dimensionada de 3,0x 3,0 m, sendo irrigada diariamente. Os resultados foram submetidos à análise de normalidade e homogeneidade de variâncias, bem como ao teste de variâncias e teste de médias (Tukey a 5% de probabilidade), utilizando-se o programa estatístico SISVAR. RESULTADOS E DISCUSSÃO A figura 01 representa as variações térmicas do solo com cobertura vegetal sorgo. Na profundidade de 5 cm a variação da amplitude se mostrou mais constantes e menores nos dias de 05/11 a 09/11, se elevando a partir do dia 11/11 mais não passando de 1,5ºC e 6ºC. É notado no gráfico a elevação abrupta da amplitude térmica na superfície do solo, profundidades de 0, no período entre 09/11 a 15/11, atingindo aproximadamente 11ºC. Neste mesmo período as profundidades 5 e 10cm também aumentaram, em proporções diferente, assim sendo possível aferir que as condições diferenciadas das faixas estudadas influenciaram, mas as

3 condições gerais do ambiente como alteração da temperatura e umidade do ar foram modificadas, fato não expressivo para atribuir ao sorgo como pouco atenuador da radiação solar. No geral a melhor cultura em relação ao efeito de cobertura foi o sorgo, por apresentar menores médias da amplitude. 12,0 10,0 Ampli tude Térmica (ºC) 8,0 6,0 4,0 Amplitude T érmica 0 cm Amplitude T érmica 5 cm Amplitude T érmica 1 0cm 2,0 0,0 0 5/11 /06 07/1 1/06 09/1 1/06 11/ 11/ /11/ /11/ /11/ /11 /06 2 1/11 /06 23/1 1/06 Pe ríodo de Observa ção (data) Figura 01. Gráfico correspondente à cultura de sorgo que demonstra a amplitude térmica em ºC, nas profundidades de 0, 5 e 10 cm. Na figura 2, o gráfico representa a amplitude térmica na profundidade de 0, 5 e 10 cm da cultura de milho como cobertura, onde a maior amplitude térmica aconteceu na superfície chegando a aproximadamente 19ºC e a menor variação térmica a 10cm, onde a temperatura não ultrapassou os 15ºC.

4 Amplitude Térmica 0cm Amplitude Térmica 5cm Amplitude Térmica 10cm Periodo de Observação (Data) Figura 02. Gráfico correspondente à cultura do milho que demonstra a variação da amplitude térmica em ºC, nas profundidades de 0, 5 e 10 cm. O gráfico da figura 03 tem como cobertura vegetal o milheto e as análises de temperaturas aconteceram nas profundidades de 0, 5 e 10cm, no período de observação as maiores variações e elevada temperatura aconteceu a superfície onde a temperatura aproximada chega a 17ºC, na profundidade de 5cm menor variação e temperatura não alcançando os 8ºC sendo que isto não é observado na profundidade de 10cm onde a temperatura aproximou-se de 10ºC.

5 18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 Amplitude Térmica 0cm Amplitude Térmica 5cm Amplitude Térmica 10cm 4,0 2,0 0,0 Periodo de Observação (Data) Figura 03. Gráfico correspondente à cultura do milheto que demonstra a variação da amplitude térmica em ºC, nas profundidades de 0, 5 e 10 cm. O gráfico 04 mostra a variação da amplitude térmica do solo sem cobertura vegetal, solo nu, sendo a testemunha, base para mostrar a diferença ou não na amplitude térmica se for usada uma cobertura como proteção. Aqui podemos observar as maiores variações de amplitude térmica durante o período de observação, onde a amplitude na superfície foi a mais elevada chegando à média aproximada de 25ºC. 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 Amplitude Térmica 0cm Amplitude Térmica 5cm Amplitude Térmica 10cm 0,0-5,0 Periodo de Observação (Data)

6 Figura 04. Gráfico correspondente à variação da amplitude térmica em ºC na superfície (solo), nas profundidades de 0, 5 e 10 cm. A figura 05 mostra o gráfico da inteiração das culturas de sorgo, milho, milheto e superfície nua a zero de profundidade, onde as maiores amplitudes térmicas na superfície, aproximaram-se da media de 25ºC enquanto nos solos com cobertura vegetal a máxima não chegou a 18ºC e mostrou-se menor na cultura de sorgo no período do dia 15/11 a 21/11 onde houve menor variação térmica, tendo somente um pico dos dias 09/11 a 15/11 onde a media ultrapassou as das culturas de milho e milheto, mas sem chegar ao nível da superfície nua. Com o gráfico podemos identificar o sorgo como a mais eficiente cobertura vegetal na proteção do solo contra a radiação solar que faz ocorrer uma grande variação térmica no solo, apresentando menores variações térmicas quando comparadas às outras culturas. 25,0 20,0 15,0 10,0 Amplitude Térmica Sorgo Amplitude Térmica Milho Amplitude Térmica Milheto Amplitude Térmica Solo 5,0 0,0 Período de Observação (data) Figura 05. Gráfico que representa a inteiração das culturas milho, milheto e sorgo com a amplitude térmica na superfície. O gráfico 6 observamos a inteiração das culturas em questão na profundidade de 5cm, onde a maior amplitude térmica também acontece no solo nu, chegando até a media de 20ºC mas quando relacionada com a figura 05, gráfico da amplitude térmica na superfície, a media decresceu aproximadamente 5ºC. Na

7 cultura do milho a amplitude teve variações térmicas que chegaram a 4ºC entre mínima e máxima nos dias 05/11 a 15/11 e chegando à média de 14ºC no período final de observação. Já nas culturas de milheto e sorgo as variações foram menores, diferindo-se a partir do dia 17/11 onde o sorgo proporcionou menores amplitudes térmicas chegando a 3ºC Amplitude Térmica Sorgo Amplitude Térmica Milho Amplitude Térmica Milheto Amplitude Térmica Solo Periodo de Observação (Data) Figura 06. Gráfico que representa a inteiração das culturas milho, milheto, sorgo e o solo com a amplitude térmica na profundidade de 5 cm. O gráfico 07 mostra a variação de amplitude térmica nas culturas a profundidade de 10cm, onde a média máxima aproximou-se de 20ºC decrescendo para amplitude menor que 15º C com o passar da observação. Os solos a profundidade de 10cm e com cobertura vegetal com sorgo, milho e milheto apresentaram variação de ate 5ºC entre a mínima e máxima, diferindo das testemunha com maior variação. Aqui novamente o sorgo foi a cultura que proporcionou menor variação de amplitude térmica.

8 20,0 15,0 10,0 5,0 Amplitude Térmica Sorgo Amplitude Térmica Milho Amplitude Térmica Milheto Amplitude Térmica Solo 0,0-5,0 Periodo de Observação (Data) Figura 07. Gráfico que representa a inteiração das culturas milho, milheto, sorgo e o solo com a amplitude térmica na profundidade de 10 cm. Na figura 08 o gráfico representa a difusividade térmica, importante na determinação da evolução de sistemas que sofrem processos de aquecimento ou de resfriamento, que se mostra maior de 5 a 10 cm em todas as culturas destacando-se principalmente na cultura de milho, chegando à variação de média de 0,04. No solo nu ocorreu o comportamento inverso, a maior amplitude ocorreu na profundidade de 0 a 5cm. As menores difusividades ocorreram nas culturas de sorgo e milheto durante o período de observação que ocorreu de 05/11 a 23/11.

9 0,04 0,035 0,03 Difusividade termica 0,025 0,02 0,015 Difusividade Térmica 0-5cm Difusividade Térmica 0-10cm 0,01 0,005 0 Sorgo Milho Milheto Solo Nú Cobertura do solo Figura 08. Representa a difusividade térmica das culturas de sorgo, milho, milheto e solo nas profundidades de 0 a 5, e de 0 a 10cm. CONCLUSÃO De acordo com as leituras de temperaturas e como os cálculos de analises pode-se verificar que a melhor cultura para efeito de cobertura nas condições climáticas da região da baixada cuiabana e para o tipo de solo do campo experimental do UNIVAG é o sorgo, pois apresentou menores valores de amplitude térmica e de difusividade térmica em relação às demais cultura estudas. Já o milho apresentou os maiores valores para a amplitude e a difusividade térmica, assim sendo a pior cultura, a fim de atenuar a radiação solar incidente no solo. REFERENCIA BIBLIOGARFICA BRAGAGNOLO, N.; MIELNICZUK, J. Cobertura do solo por resíduos de oito seqüências de culturas e seu relacionamento com a temperatura e umidade do solo, germinação e crescimento inicial do milho. Revista Brasileira de Ciência do Solo, Campinas, 14:91-98, 1990.

10 SIDIRAS, N. & PAVAN, M.A. Influência do sistema de manejo na temperatura do solo. Revista Brasileira de Ciência do Solo. Campinas, 10(3): , POPINIGIS, F. Fisiologia da semente. Brasília, S. ed., 1985, 289p. OLIVEIRA, T. K. et. al. Plantas de cobertura e seus efeitos sobre o feijoeiro em plantio direto. Pesquisa Agropecuária Brasileira. Brasília, v. 37, n. 8, ago. 2002, p MELARATO, M. Manejo da fertilidade do solo em culturas perenes sob plantio direto. Revista Plantio Direto, Passo Fundo, n. 52, p , jul./ago DENARDIN, J. E.; KOCHHANN, R. A. Requisitos para a implantação e a manutenção do sistema plantio direto. In: EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Trigo (Passo Fundo, RS). Plantio direto no Brasil. Passo Fundo: Embrapa- CNPT/Fecotrigo/Fundação ABC/Aldeia Norte, p QUEIROGA, R. C. F. et. al. Utilização de diferentes materiais como cobertura morta do solo no cultivo de pimentão. Horticultura. Brasileira. Brasília, v. 20, setembro 2002, n. 3, p

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