Perspectivas da Energia Solar e o Apoio do BNDES ao Setor

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1 Perspectivas da Energia Solar e o Apoio do BNDES ao Setor Segundo Fórum Canal Energia/COGEN - Julho de

2 Potencial da Energia Solar Fonte: SOLARWORLD 2

3 Perspectivas da Energia Solar Fonte: The German Advisory Council on Global Change (WBGU)

4 Expansão da Capacidade Instalada de FVs (MW) CGAR 42% a.a. CGAR 65% a.a. Fonte: European Photovoltaic Industry Association - EPIA 4

5 Capacidade Instalada (MW) Adicionada em 2011 na UE Fonte: European Photovoltaic Industry Association EPIA 5

6 Panorama do Mercado Fotovoltaico Crescimento contínuo da potência instalada na última década, atingindo 69 GWp em 2011 e +100GWp em 2012; A taxa média de crescimento da geração solar nos últimos 5 anos supera 65% aa; Instalações ainda concentradas em poucos países: ~50% -> Alemanha e Itália +75% -> 6 países (Alemanha, Itália, Japão, Espanha, EUA e China) +74% -> Europa A redução de custos tem sido contínua, o que é atribuído aos ganhos de escala, às inovações tecnologias, à crise econômica europeia e à sobreoferta. O custo dos painéis fotovoltaicos caiu de cerca de US$ 30 em 1980 para menos de US$ 1 por Wp; A maioria das instalações existentes estão conectadas à Rede (GD); 6

7 Situação atual do Setor FV no País Situação atual Capacidade instalada no País até 2012 é estimada em 30 MWp; Cerca de 90% desse total não estão conectados à Rede (sistemas isolados); Novas iniciativas tendem a mudar esse quadro Regulamentação Aneel => geração distribuída (GD) P&D Aneel => 24,6 MWp Projetos Copa 2014 (11,9 MWp), Olimpíada 2016 e etc... 7

8 Potencial da Energia Solar no Brasil Irradiação Solar no Plano Inclinado Média Anual (kwh/m 2 /ano) Brasil: 1650 a 2400 (4 a 6 KWh/m 2 /dia) Alemanha: 900 a 1250 (máx: 3,4 KWh/m2/dia) França: 900 a 1650 Espanha: 1200 a 1850 Fonte: Atlas Solar INPE 8

9 Potencial da Energia Solar no Brasil Usina de Itaipú (PR) MW MWh em 2012 Área do lago: Km 2 Usina de Tauá (CE) 1MW MWh em 2012 Área: m 2 72,8 KWh por m 2 133,3 KWh por m 2 9

10 Tendências para a Geração FV no País Geração distribuída tende a prevalecer na ausência de leilões específicos... Instalação em grandes telhados como Hipermercados, Shopping Center, indústria e consumidores A4 ; Não há necessidade de adquirir terreno; Não requer licenciamento ambiental; Custo de conexão baixíssimo, utilizando a estrutura já instalada; As tarifas pagas à concessionária local, grid-parity, quando elevadas, incentivam a migração para sistemas FVs. 10

11 Desenvolvimento do setor solar no País X X Em Andamento & fomento Leilão específico 11

12 Apoio do BNDES à Energia Solar 12

13 Formas de Apoio: Projetos de Energia Solar Projetos de Geração de Energia Linhas Tradicionais:FINEM Fontes Alternativas e FINAME PSI Apoio Específico: Fundo Clima e Inova Energia Projetos para Produção de PVs Linhas Tradicionais:FINEM Capacidade Produtiva e FINAME PSI Apoio Específico: Fundo Clima e Inova Energia Renda Variável Fundos e Participação Direta 13

14 Condições Atuais para Energia Elétrica Segmentos Prazo de Amortização (até) BNDES Participação (%) Moedas Contratuais Spread Básico (% a.a.) 1. Geração Hidreletricidade 20 (UHEs acima de 1.000MW) 16 (UHEs de 30MW a MW) % TJLP 0,9 UTEs (Gás & Cogeração) % TJLP 0,9 UTEs (Carvão & Óleo) % TJLP 50% TJ-462 1,8 PCHs, Eólica, e Solar % TJLP 0,9 Biomassa (Caldeiras inferiores a 60 bar) Biomassa (Caldeiras superiores ou iguais a 60 bar) % TJLP 0, % TJLP 0,9 2. Transmissão % TJLP 1,3 3. Distribuição % TJLP 50% TJ-462 1,3 4. PROESCO 6 80 a 100 ** 100% TJLP 0,9 Custo Financeiro Total: Custo da Moeda Contratual + Spread Básico + Spread de Risco (0,40% a.a. a 4,18% a.a.) * Varia conforme nível de renda e localização TJ-462 = TJLP + 1% a.a. 14

15 BNDES FINEM Capacidade Produtiva Valor Mínimo (projeto): R$ 10 milhões Taxa de Juros (a.a.) : Direta: TJLP + 0,9% + risco Indireta: TJLP + 0,9% + 0,5% + rem. agente Participação: até 70% Prazo de financiamento: negociável (capacidade de pagamento da empresa/projeto/grupo) 15

16 BNDES PSI Condições Especiais para a Aquisição de Máquinas e Equipamentos Nacionais: Taxa de Juros Fixa: 3,5% a.a. (PSI) Participação: até 100% MPME e 90% para Grande Empresa Prazo total: 10 anos (até 2 anos de carência) Aplica-se às linhas tradicionais: Energias Alternativas Capacidade Produtiva FINAME e FINEM 16

17 17 Fundo Nacional sobre Mudança do Clima Comitê Gestor: $$ $ $ Objetivo do Fundo Clima Apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que visem à mitigação da mudança do clima e à adaptação a seus efeitos. Financiamentos Não - Reembolsáveis $ $ $ $ Financiamentos Reembolsáveis $ $ Exemplos de Setores Apoiados: Energias Renováveis Resíduos Sólidos Urbanos

18 Programa Fundo Clima Orçamento Atual Destinação em 2013 R$ 560 milhões R$ 340 milhões Condições financeiras mais atrativas visando a estimular investimentos mais eficientes do ponto de vista climático Os setores apoiados, assim como os empreendimentos elegíveis em cada setor, foram estabelecidos a partir dos seguintes critérios Contribuição para o objetivo do Fundo; Necessidade de incentivos financeiros adicionais aos existentes; e Eficiência na alocação de recursos. 18

19 Fundo Clima: Condições de Apoio Valor Mínimo (projeto): R$ 3 milhões Taxa de Juros Fixa (a.a.) : Direta: 1,1% + 0,9% + risco Indireta: 1,1% + 0,9% + 0,5% + rem. agente (até 3%) Participação: até 90% Prazo de financiamento: até 15 anos Carência: 6 meses após operação comercial 19

20 Inova Energia Objetivo do Inova Energia fomentar a planos de negócios de inovação, de forma coordenada entre Finep, BNDES e Aneel. Orçamento esperado: R$ 3 bi (ANEEL: R$ 600 milhões / BNDES: R$ 1,2 bilhões / Finep: R$ 1,2 bilhões) 20

21 21 Quem são os atores do Inova Energia? Fontes de Recursos Subvenção, Crédito e Equity Objetos do Apoio Linhas Temáticas Recursos obrigatórios de P&D Indústria ICTs e Design Houses Concessionária s Smart Grid e UAT Energias Alternativas (Solar e Eólica) Elementos de Articulação Governo FUNTEC, Crédito e Equity MME Outras empresas Poder de Compra Público e Privado Política da Implantação do Smart Grid e do Regime Automotivo Política Industrial (Brasil Maior) Veículos Elétricos, Híbridos e Convencionais eficientes

22 Inova Energia: Subtema Fontes Alternativas a) Soluções para Cadeia Fotovoltaica: Desenvolvimento de tecnologias para produção de silício purificado em grau solar, wafers de silício e células fotovoltaicas de silício; Desenvolvimento de tecnologias para produção de células fotovoltaicas de filmes finos, OLED ou de outros materiais; Desenvolvimento de tecnologias e soluções para produção de inversores e equipamentos aplicados a sistemas fotovoltaicos; b) Soluções para Cadeia Heliotérmica: Desenvolvimento de tecnologias para aproveitamento energético termosolar; c) Soluções para Cadeia Eólica: Desenvolvimento de tecnologias para aproveitamento energético eólico, contemplando a estruturação de projetos, os seus aerogeradores, e seus componentes, tais como torres, pás e nacelles; 22

23 OBRIGADO! 23

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