Armazenamento de CO 2 Tipos de reservatórios e selecção de locais. Júlio Carneiro Centro de Geofísica de Évora

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Armazenamento de CO 2 Tipos de reservatórios e selecção de locais. Júlio Carneiro Centro de Geofísica de Évora"

Transcrição

1 Armazenamento de CO 2 Tipos de reservatórios e selecção de locais Júlio Carneiro Centro de Geofísica de Évora

2 Injecção de CO 2-40 anos de prática?! Injecção de CO 2 efectuada desde 1972 como tecnologia de recuperação assistida de hidrocarbonetos (EOR); Aplicada sobretudo no EUA e Canadá, mas desde os anos 1980 também no NE do Brasil; Desde 1996 injecção de CO 2 efectuada com o objectivo de combater alterações climáticas. 8 maiores projectos CCS evitam emissões anuais: 23 Mtoneladas (GCCSI, 2012) 30/09/ ICO2N

3 Opções de Armazenamento de CO 2 1 Campos de hidrocarbonetos esgotados 2 Enhanced Oil Recovery 3 Aquífero salinos profundos 4 Camadas de carvão não exploráveis (ECBM) Principais tipos de armazenamento Campos de hidrocarbonetos Capacidade teórica (Gt CO2) Gt Aquíferos salinos profundos ? Camadas de carvão não exploráveis 40

4 CO 2 no reservatório CO 2 armazenado em fase densa - CO 2 com densidade próxima de um liquido, com a capaz de dissolver substâncias, mas com capacidade de ocupar todo o espaço disponível como os gases. 30/09/2013 Description 4

5 CO 2 no reservatório CO 2 injectado na estrutura porosa da rocha Mobiliza os fluidos existentes na formação (água de elevada salinidade, petróleo ou gás) Porém, CO 2 menos denso que o fluido da formação Ascende por diferença de densidade, mas interage com a rocha e os fluidos do reservatório CO2CRC

6 Complexo de armazenamento SITUAÇÃO IDEAL Reservatórios multicamada Formações selantes isolando os reservatórios de aquíferos de água potável e da superfície Estruturas em anticlinal, sem falhas e homogéneas. Ketzin 30/09/2013 Description 6

7 CO 2 no reservatório retenção estrutural / estratigráfica Geometria do reservatório pode definir armadilhas estruturais ou estratigráficas Anticlinais, Contactos por falha Descontinuidades Mas não é requisito a existência de um tipo de estrutura especial alguns projectos em sinclinais extensos CO2CRC

8 Exemplo de criterios de selecção ideais Machado et al. 2007

9 Selecção de locais SONDAGENS GEOLOGIA GEOLOGIA ESTRUTURAL Pouca informação sobre geologia de grandes profundidades, sobretudo se não houver hiodrocarbonetos GEOFÍSICA FERRAMENTAS GEOLÓGICAS ESTRATIGRAFIA Aplicação de diferentes ferramentas para um melhor conhecimento Diferentes escalas de custo e de cobertura espacial SEDIMENTOLOGIA Utilização destas ferramentas requerida pela Directiva EU

10 Geologia. Modelos de sedimentação geologia de campo permite novas hipóteses sobre geometria esperada de estratos permeáveis. Modelos de deposição detrítica são necessários para arenitos Modelos de carsificação podem ser necessários para rochas carbonatadas (IGME)

11 Geologia estrutural Necessário conhecer ambiente tectónico, de modo a definir o tipo de estruturas esperadas Estruturas são fundamentais quer para a segurança quer para a capacidade de armazenamento.

12 Estratigrafia Sequência estratigráfica permite definir a geometria do complexo de armazenamento Permite conhecer as variações laterais de fácies que afectem reservatórios e selantes

13 Geofísica Muitos métodos diferentes (gravimetria, geo-electrica, electromagnetica ) Para grandes profundidades mais comuns os métodos sísmicos Fundamentais para definir geometria, profundidade de reservatórios e identificar falhas e descontinuidade; Elevada precisão (associada a sondagens), mas custos elevados.

14 Sondagens informação pontual, mas que permite acesso a complexo de armazenamento, permitindo validar dados; Carotes permitem testar a formação em laboratório

15 Sondagens Permitem realizar testes hidráulicos e geofísicos in situ Para grandes profundidades, tecnologia de pesquisa petrolífera, custos elevados. E é informação pontual!

16 Proved resources Escalas de Avaliação A Pirâmide de avaliação escala de avaliação e Capacidade de armazenamento Basi Site scale n- scale Local Regionalscale scale Basin Loca scale l- scal National e scale Maximum space Storage capacity commodity = Mineral resource 16

17 Capacidade de armazenamento Para aquíferos salinos, Geocapacity (2009): MCO2t: Capacidade de armazenamento A: h: Φ: NG: Área do aquífero Espessura do aquífero Porosidade efectiva média do aquífero Net to gross ρco2: Densidade nas condições de formação Seff: Factor de eficiência (elemento chave, para estruturas fechadas 1%-4%, mas quantificação difícil, )

18 Por onde começar? um exemplo Moçambique descobertas massivas de gás natural no offshore da bacia Rovuma Volume recuperável 2111 biliões de m 3 (ICF, 2012) Oportunidades 18 na CPLP

19 Por onde começar? um exemplo Há possibilidades de armazenamento? Oportunidades 19 na CPLP

20 Por onde começar? um exemplo Formação Pemba, no seus dois termos inferiores (CrPs, CrPm), de características predominantemente conglomeráticas e arenosas, com selante proporcionado pelo termo superior da mesma formação, de características mais argilosas, e sobretudo pela espessa sequência margosa da Formação Mifume; Sector Mueda Nangade: sem interesse Sector Palma Mocimboa da Praia: com potencial Sector Quissanga - Pemba Norte: com potencial Sector Pemba Sul: Sem potencial. Cálculo preliminar: Mton.? Oportunidades 20 na CPLP

21 Geralmente considerado que mineralização só relevante na escala de séculos, milénios. Taxas de mineralização muito mais rápidas para armazenamento em rochas máficas. Armazenamento de CO2 em basaltos Projecto CarbFix (Islândia) Columbia river basalts - EUA Projecto CARBFIX Oelkers et al., /09/ Description

22 Múltiplos alvos, múltiplas técnicas de monitorização CO2GeoNet

Mecanismos de Armazenamento de CO 2 e Estimativas de Capacidade para Reservatórios Geológicos

Mecanismos de Armazenamento de CO 2 e Estimativas de Capacidade para Reservatórios Geológicos Mecanismos de Armazenamento de CO 2 e Estimativas de Capacidade para Reservatórios Geológicos Rodrigo S. Iglesias FENG/CEPAC/PUCRS 23/09/2013 1 Captura e o Armazenamento de Carbono Como o CO 2 é armazenado

Leia mais

Estrutura da Indústria do

Estrutura da Indústria do Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Professora Elaine Ribeiro EMENTA Noções de exploração e produção de petróleo e gás natural. PETRÓLEO EXPLORAÇÃO Art. 6º - lei 9478 de 1997 XV - Pesquisa ou Exploração:

Leia mais

Tecnologia na captura e armazenamento de carbono em subsolo

Tecnologia na captura e armazenamento de carbono em subsolo Tecnologia na captura e armazenamento de carbono em subsolo Discentes: Juliane C. Prado Vinícius F. Bernardo Docente: Profº Dr. César A. Moreira Disciplina: Recursos Energéticos Índice 1) Introdução 2)

Leia mais

Armazenamento de CO 2 no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - Oportunidades na CPLP

Armazenamento de CO 2 no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - Oportunidades na CPLP Workshop Armazenamento de CO 2 no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - Oportunidades na CPLP Lisboa, 19-20 Setembro 2013 Divulgar o estado de conhecimento sobre a tecnologia de captura e armazenamento

Leia mais

Captura e Armazenamento de Carbono: Alternativas Tecnológicas para um Mundo Dependente de Combustíveis Fósseis

Captura e Armazenamento de Carbono: Alternativas Tecnológicas para um Mundo Dependente de Combustíveis Fósseis Captura e Armazenamento de Carbono: Alternativas Tecnológicas para um Mundo Dependente de Combustíveis Fósseis Rodrigo S. Iglesias FENG/CEPAC/PUCRS rodrigo.iglesias@pucrs.br 1 Agenda Efeito estufa e aquecimento

Leia mais

2 Método sísmico na exploração de petróleo

2 Método sísmico na exploração de petróleo 16 2 Método sísmico na exploração de petróleo O método sísmico, ou sísmica de exploração de hidrocarbonetos visa modelar as condições de formação e acumulação de hidrocarbonetos na região de estudo. O

Leia mais

Os Recursos Minerais na nossa vida

Os Recursos Minerais na nossa vida Os Recursos Minerais na nossa vida Min. Volfrâmio Expl. Argilas Gesso Cobre nativo Calcário Granito Ouro Expl. Areias Min. Chumbo Min. Urânio Realizado por INETI, Área de Geologia Económica (Daniel Oliveira,

Leia mais

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Estrutura geológica é a base do território. Corresponde à sua composição rochosa. Já o relevo é a forma apresentada pelo território ao nossos olhos: montanhas

Leia mais

Capítulo 15. Impactos Cumulativos

Capítulo 15. Impactos Cumulativos Capítulo 15 Impactos Cumulativos ÍNDICE 15 IMPACTOS CUMULATIVOS 15-1 15.1 INTRODUÇÃO 15-1 15.1.1 Limitações e Mitigação 15-1 15.1.2 Recursos e Receptores Potenciais 15-3 15.2 IMPACTO CUMULATIVO DA ZONA

Leia mais

PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA

PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA POTÁSSIO DO BRASIL INTERSECTA MINÉRIO DE POTÁSSIO COM TEOR DE 39.94% KCl A UMA PROFUNDIDADE DE 843.08 m CONFIRMANDO POTENCIAL DE JAZIDA NA BACIA AMAZÔNICA PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA Furo PB-AT-11-09 intercepta

Leia mais

DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS. Nuno ALTE DA VEIGA 1

DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS. Nuno ALTE DA VEIGA 1 DELIMITAÇÃO DE VARIAÇÕES LATERAIS NUM RESERVATÓRIO ALUVIONAR COM MÉTODOS ELÉCTRICOS Nuno ALTE DA VEIGA 1 RESUMO Em regiões de soco cristalino pequenas manchas de depósitos de aluvião existentes localmente

Leia mais

PETRÓLEO. Prof. Marcos Colégio Sta. Clara

PETRÓLEO. Prof. Marcos Colégio Sta. Clara PETRÓLEO Prof. Marcos Colégio Sta. Clara CONCEITO E ORIGEM Petróleo: do latim petrus (pedra) + oleum (óleo) = óleo de pedra É uma substância de origem orgânica, oleosa, inflamável, geralmente menos densa

Leia mais

Perguntas e respostas sobre a proposta de directiva relativa à armazenagem geológica de dióxido de carbono

Perguntas e respostas sobre a proposta de directiva relativa à armazenagem geológica de dióxido de carbono MEMO/08/36 Bruxelas, 23 de Janeiro de 2008 Perguntas e respostas sobre a proposta de directiva relativa à armazenagem geológica de dióxido de carbono 1) O que é a captura e armazenagem de dióxido de carbono?

Leia mais

HIDROGEOLOGIA AVANÇADA. PARTE II Aula 03. üíferos. Os Aqüí. Prof. Milton Matta

HIDROGEOLOGIA AVANÇADA. PARTE II Aula 03. üíferos. Os Aqüí. Prof. Milton Matta HIDROGEOLOGIA AVANÇADA PARTE II Aula 03 Os Aqüí üíferos Prof. Milton Matta Aquïfero aqui + FERO = (H2O) (SUPORTE) AQUÍFERO Aquífero é uma formação geológica, formada por rochas permeáveis seja pela porosidade

Leia mais

CENARIO ATUAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL PERSPECTIVAS DE EXPLORAÇÃO DE RESERVAS NÃO CONVENCIONAIS NO BRASIL

CENARIO ATUAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL PERSPECTIVAS DE EXPLORAÇÃO DE RESERVAS NÃO CONVENCIONAIS NO BRASIL 4 CAMPETRO Campinas Oil & Gas 1 Campinas Energy CENARIO ATUAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL PERSPECTIVAS DE EXPLORAÇÃO DE RESERVAS NÃO CONVENCIONAIS NO BRASIL Colombo Celso Gaeta Tassinari ccgtassi@usp.br

Leia mais

Eficiência e Inovação no sector da energia. Jorge Cruz Morais

Eficiência e Inovação no sector da energia. Jorge Cruz Morais Eficiência e Inovação no sector da energia Jorge Cruz Morais Paradigma do século XX Energia abundante Energia barata factores da alteração Preço dos combustíveis fósseis Aumento da Procura Emissões de

Leia mais

Conceitos e definições do setor de gás natural

Conceitos e definições do setor de gás natural Conceitos e definições do setor de gás natural O que é o gás natural O gás natural é um combustível fóssil que se encontra na natureza, associado ou não ao petróleo, formado por hidrocarbonetos com predominância

Leia mais

Perspectivas da Produção de Óleo e Gás pelo Método de Fraturamento Hidráulico

Perspectivas da Produção de Óleo e Gás pelo Método de Fraturamento Hidráulico UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESCOLA DE MINAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS Perspectivas da Produção de Óleo e Gás pelo Método de Fraturamento Hidráulico Wilson Trigueiro de Sousa Carlos Mouallem

Leia mais

Projeto Lagoas Costeiras

Projeto Lagoas Costeiras Projeto Lagoas Costeiras Curso de formação para multiplicadores Módulos 1 e 2: Ecologia da Restinga Águas Subterrâneas Formação da Água Subterrânea: Ciclo de água Ciclo de água e volumes distribuídos nas

Leia mais

ESTUDO DA VALORAÇÃO DO SEQUESTRO DE CARBONO PARA A LITOSFERA

ESTUDO DA VALORAÇÃO DO SEQUESTRO DE CARBONO PARA A LITOSFERA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CIENAM CENTRO INTERDISCIPLINAR DE ENERGIA E AMBIENTE www.cienam.ufba.br ESTUDO DA VALORAÇÃO DO SEQUESTRO DE CARBONO PARA A LITOSFERA Qual o custo para reduzir 1 % da concentração

Leia mais

Conceitos Básicos de Geologia e Opções de Armazenamento. João Marcelo Ketzer Coordenador geral do CEPAC marcelo.ketzer@pucrs.br

Conceitos Básicos de Geologia e Opções de Armazenamento. João Marcelo Ketzer Coordenador geral do CEPAC marcelo.ketzer@pucrs.br Conceitos Básicos de Geologia e Opções de Armazenamento João Marcelo Ketzer Coordenador geral do CEPAC marcelo.ketzer@pucrs.br Tópicos abordados: Meio geológico: circulação de fluídos. Armazenamento de

Leia mais

INTRODUÇÃO. tratar grandes volumes de emissões de gás com recurso a tecnologias existentes e introduzindo-lhes. melhorias.

INTRODUÇÃO. tratar grandes volumes de emissões de gás com recurso a tecnologias existentes e introduzindo-lhes. melhorias. INTRODUÇÃO O armazenamento geológico de dióxido de carbono (CO2) pode permitir um progresso efectivo no que se refere ao esforço significativo global para a redução a curto prazo da emissão de gases de

Leia mais

POLIMERO ADICIONADO À LAMA QUE DIMINUI O TEMPO DE PERFURAÇÃO

POLIMERO ADICIONADO À LAMA QUE DIMINUI O TEMPO DE PERFURAÇÃO POLIMERO ADICIONADO À LAMA QUE DIMINUI O TEMPO DE PERFURAÇÃO Guillermo Ruperto Martín-Cortés 1,2 ; Fabio José Esper 1,3 ; Jofer Miziara Nogueira 1 ; Francisco Rolando Valenzuela-Díaz 1. 1 PMT-EPUSP - Departamento

Leia mais

SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA

SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA SUBSÍDIOS À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS NA BORDA NORDESTE DA BACIA SEDIMENTAR DO PARNAÍBA Robério Bôto de Aguiar (REFO) Liano Silva Veríssimo (REFO) Sônia M. Silva Vasconcelos (UFC) Serviço

Leia mais

Cada nova camada que se forma sobrepõe-se e comprime as camadas mais antigas, situadas por baixo dela

Cada nova camada que se forma sobrepõe-se e comprime as camadas mais antigas, situadas por baixo dela - são testemunhos dos processos geológicos que ocorreram no passado; - são habitualmente estratificadas e fossilíferas Reflectem as alterações ambientais que ocorreram na Terra Contam a história evolutiva

Leia mais

GESTÃO DE ARQUIVO DE DADOS

GESTÃO DE ARQUIVO DE DADOS 1 GESTÃO DE ARQUIVO DE DADOS 1 2014 Agenda 2 1. Introdução 2. Actividades gerais do Arquivo Técnico de E&P 3. Importância do Arquivo Técnico de E&P para a Sonangol 4. Tipo de documentos e formatos 5. Tipos

Leia mais

INTEMPERISMO, FORMAÇÃO DOS SOLOS E ÁGUA SUBTERRÂNEA. Profa. Andrea Sell Dyminski UFPR

INTEMPERISMO, FORMAÇÃO DOS SOLOS E ÁGUA SUBTERRÂNEA. Profa. Andrea Sell Dyminski UFPR INTEMPERISMO, FORMAÇÃO DOS SOLOS E ÁGUA SUBTERRÂNEA Profa. Andrea Sell Dyminski UFPR INTEMPERISMO Def: É o conjunto de modificações de ordem física (desagregação) e química (decomposição) que as rochas

Leia mais

Gás Natural em Terra Rodada de Licitações 2013

Gás Natural em Terra Rodada de Licitações 2013 Gás Natural em Terra Rodada de Licitações 2013 XI Seminário Internacional Britcham de Energia Não Convencionais Olavo Colela Júnior Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) 10

Leia mais

Introdução DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL. Introdução. Introdução. Introdução

Introdução DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL. Introdução. Introdução. Introdução DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL DESAFIOS DA PERFURAÇÃO EM CENÁRIOS PRÉ-SAL MARCELO LEOPOLDO SILVA SIRLEY DONIZETE GONZAGA DA SILVA SYDNEY GONÇALVES DA SILVA ROBERTO NOGUEIRA DA SILVA s Histórico

Leia mais

ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS DE CO 2 PROVENIENTES DE SEQUESTRO GEOLÓGICO

ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS DE CO 2 PROVENIENTES DE SEQUESTRO GEOLÓGICO Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Núcleo Ressacada de Pesquisas em Meio Ambiente ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS

Leia mais

ANEXO B PROPOSTA TÉCNICA

ANEXO B PROPOSTA TÉCNICA REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DOS RECURSOS MINERAIS 5º CONCURSO DE CONCESSÃO DE ÁREAS ANEXO B PROPOSTA TÉCNICA Todos os documentos técnicos do candidato devem ser submetidos aqui: Os formulários preenchidos

Leia mais

I: Aplicação. Descritiva. propriedade mais. importante. (vista

I: Aplicação. Descritiva. propriedade mais. importante. (vista Noções básicas de Geometria Descritiva e sua aplicação naa análise de estruturas geológicas António Alexandre Araújo (Centro de Geofísica de Évora, Departamento de Geociências, Escola de Ciências e Tecnologia

Leia mais

Aprender Ciências a Brincar

Aprender Ciências a Brincar Aprender Ciências a Brincar Os conhecimentos serão transmitidos recorrendo à exploração do meio e através de experiências simples, com materiais de uso corrente. A realização de experiências permitirá

Leia mais

Estudo do Solo. 1. Introdução. 2. O solo

Estudo do Solo. 1. Introdução. 2. O solo Estudo do Solo 1. Introdução O estudo e a caracterização dos parâmetros físicos e químicos do solo constituem uma metodologia de trabalho essencial na realização de levantamentos das comunidades vegetais,

Leia mais

A1.2 Águas subterrâneas. A1.2.0 Introdução 1

A1.2 Águas subterrâneas. A1.2.0 Introdução 1 A1.2 Águas subterrâneas Os objetivos desta seção consistem em avaliar o potencial e as disponibilidades das águas subterrâneas, bem como determinar suas principais limitações e áreas mais favoráveis à

Leia mais

069123_RITA CASTRO 9/27/04 7:05 PM Page 1 PESQUISAMOS SOLUÇÕES PARA O SEU CONFORTO.

069123_RITA CASTRO 9/27/04 7:05 PM Page 1 PESQUISAMOS SOLUÇÕES PARA O SEU CONFORTO. 069123_RITA CASTRO 9/27/04 7:05 PM Page 1 S O N D A G E N S E C A P T A Ç Õ E S D E Á G U A S O N D A G E N S B A T A L H A PESQUISAMOS SOLUÇÕES PARA O SEU CONFORTO. 069123_RITA CASTRO 9/27/04 7:05 PM

Leia mais

1 - A Empresa... 2 - Dados Cadastrais... 3 - Áreas de Atuação... 4 - Serviços Oferecidos... 4.1 - Petróleo e Gás Natural...

1 - A Empresa... 2 - Dados Cadastrais... 3 - Áreas de Atuação... 4 - Serviços Oferecidos... 4.1 - Petróleo e Gás Natural... Dossiê Geoprospectus 2013 2 Índice 1 - A Empresa... 2 - Dados Cadastrais... 3 - Áreas de Atuação... 4 - Serviços Oferecidos... 4.1 - Petróleo e Gás Natural... 4.1.1 - Engenharia do Petróleo... 4.1.2 -

Leia mais

Cap 04 INVESTIGAÇÃO DO SUBSOLO

Cap 04 INVESTIGAÇÃO DO SUBSOLO Cap 04 INVESTIGAÇÃO DO SUBSOLO Sondagens Rotativas, Métodos Semi-Diretos e Métodos Indiretos Profa. Andrea Sell Dyminski UFPR Sondagens Rotativas Quando se atinge material impenetrável à percussão (estrato

Leia mais

os hidrocarbonetos e o mecanismo de Desenvolvimento Limpo

os hidrocarbonetos e o mecanismo de Desenvolvimento Limpo os hidrocarbonetos e o mecanismo de Desenvolvimento Limpo Engª. Kassi Costa/setembro 2013 Sumario Introdução Combustíveis Fósseis ou Hidrocarbonetos Sistema Petrolífero Mecanismo Desenvolvimento Limpo/Alternativas

Leia mais

ANEXO I GRADE CURRICULAR

ANEXO I GRADE CURRICULAR ANEXO I GRADE CURRICULAR Projeto Curricular GEO-ICADS Anexo I 13 1º SEMESTRE 1 ANEXO I GRADE CURRICULAR IAD 071 Biologia Geral 68 --- IAD 235 Geometria analítica 68 --- IAD 249 Geologia Introdutória 68

Leia mais

GEOTECNIA: ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS ROCHAS

GEOTECNIA: ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS ROCHAS GEOTECNIA: ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS ROCHAS Ciência: Geologia Estrutural Objetivo: determinar a distribuição das massas rochosas e das feições que as secionam Deformação de uma estrutura rochosa Mudança

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 25.6.2009 SEC(2009) 815 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha a COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU E AO CONSELHO Demonstração

Leia mais

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Texto Preliminar Completo - Agosto 2011 INTRODUÇÃO Começam a existir no Brasil um bom número de edifícios com

Leia mais

45 mm CARACTERIZAÇÃO GEOMORFOLÓGICA DO FUNDO MARINHO DO TALUDE CONTINENTAL DA BACIA DE CAMPOS, RJ.

45 mm CARACTERIZAÇÃO GEOMORFOLÓGICA DO FUNDO MARINHO DO TALUDE CONTINENTAL DA BACIA DE CAMPOS, RJ. CARACTERIZAÇÃO GEOMORFOLÓGICA DO FUDO MARIHO DO TALUDE COTIETAL DA BACIA DE CAMPOS, RJ. Anderson Gomes de Almeida 1 ; Renato Oscar Kowsmann 2 andersongomes@petrobras.com.br 1 - PETROBRAS S. A. E&P-SERV

Leia mais

QUEM FAZ A AVALIAÇÃO ENERGÉTICA E EMITE O CERTIFICADO?

QUEM FAZ A AVALIAÇÃO ENERGÉTICA E EMITE O CERTIFICADO? O QUE É UM CERTIFICADO ENERGÉTICO? Um Certificado Energético (CE) de um edifício ou fracção autónoma é o documento emitido no âmbito do Sistema Nacional de Certificação Energética e Qualidade do Ar Interior

Leia mais

O Sistema Aquífero Integrado Guarani/Serra Geral e o uso das águas subterrâneas no oeste de Santa Catarina

O Sistema Aquífero Integrado Guarani/Serra Geral e o uso das águas subterrâneas no oeste de Santa Catarina O Sistema Aquífero Integrado Guarani/Serra Geral e o uso das águas subterrâneas no oeste de Santa Catarina Geólogo Luiz Fernando Scheibe PPGG/GCN/UFSC Florianópolis, 14/09/201 OBJETIVO PRINCIPAL DA REDE

Leia mais

SIG DE DISPONIBILIDADE HÍDRICA DO BRASIL

SIG DE DISPONIBILIDADE HÍDRICA DO BRASIL Serviço Geológico do Brasil SIG DE DISPONIBILIDADE HÍDRICA DO BRASIL Autoria: Luiz Fernando Costa Bomfim José Domingos Alves de Jesus junho/2006 OBJETIVOS DESENVOLVER UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

Leia mais

Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade

Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade Procedência: Grupo de Trabalho da Câmara Técnica de Recursos Hídricos Decisão Consema 02/2012 Assunto: Normas para exploração de areia e argila em rios intermitentes de Pernambuco Proposta de Resolução

Leia mais

Escola Portuguesa do Lubango Hélder Giroto Paiva ROCHAS BIOGÉNICAS

Escola Portuguesa do Lubango Hélder Giroto Paiva ROCHAS BIOGÉNICAS Escola Portuguesa do Lubango Hélder Giroto Paiva ROCHAS BIOGÉNICAS Rochas biogénicas 2 De precipitação CALCÁRIO Carbonatadas De acumulação CALCÁRIO CONQUÍFERO Rochas Biogénicas De edificação CALCÁRIO RECIFAL

Leia mais

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia

SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia Urânio: Alguns Aspectos relacionados com as Pesquisas, Produção, Demanda e Mercado de Urânio no Brasil e no Mundo SEMINÁRIO RECURSOS ENERGÉTICOS DO BRASIL: PETRÓLEO, GÁS, URÂNIO E CARVÃO Rio de Janeiro

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11)

SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11) SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11) Figura A11.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Elvas-Campo Maior (A11) 117 Identificação Unidade Hidrogeológica: Maciço Antigo

Leia mais

Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás

Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Estrutura da Indústria do Petróleo e Gás Professora Elaine Ribeiro EMENTA Origem do petróleo e do gás natural. Estrutura da Indústria do Petróleo, Gás e Biocombustível Origem do Petróleo e Gás Petróleo:

Leia mais

K Tejo. Relatório Final Técnico-Científico. Estudo de Viabilidade da. Captura e Armazenamento de CO2. na Central Termoeléctrica do PEGO.

K Tejo. Relatório Final Técnico-Científico. Estudo de Viabilidade da. Captura e Armazenamento de CO2. na Central Termoeléctrica do PEGO. K Tejo Relatório Final Técnico-Científico Estudo de Viabilidade da Outubro 2010 Captura e Armazenamento de CO2 na Central Termoeléctrica do PEGO Entidades participantes Co- financiado por: UNIÃO EUROPEIA

Leia mais

TABELA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS TABELA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS 01 Consultas técnicas no escritório (por hora) 01.01 Com solução verbal R$ 400,00 01.02 Com solução por escrito R$ 600,00 01.03 Com consulta a arquivos, registros ou

Leia mais

Posicionamento sobre gás de xisto, óleo de xisto, metano em camada de carvão e fracking

Posicionamento sobre gás de xisto, óleo de xisto, metano em camada de carvão e fracking Posicionamento sobre gás de xisto, óleo de xisto, metano em camada de carvão e fracking Nós, uma aliança de organizações não governamentais dedicadas à saúde e ao meio ambiente, temos sérias preocupações

Leia mais

Bacia do Paraná: Rochas e solos. Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi

Bacia do Paraná: Rochas e solos. Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi Bacia do Paraná: Rochas e solos Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi Bacia Hidrográfica do Rio Paraná versus Bacia Sedimentar do Paraná = Bacia do

Leia mais

Bacia do São Francisco. Andrei Dignart

Bacia do São Francisco. Andrei Dignart Bacia do São Francisco Andrei Dignart Roteiro Localização Infraestrutura Histórico Exploratório Evolução Tectonoestratigráfica Sistemas Petrolíferos Plays E&P em Bacias Proterozoicas Área em Oferta Considerações

Leia mais

Quarta Rodada de Licitações Bacia do Solimões

Quarta Rodada de Licitações Bacia do Solimões Quarta Rodada de Licitações Bacia do Solimões João Clark Superintendência de Definição de Blocos Área: 600.000 km 2 Bacia do Solimões Mapa de Localização Área do Paleozóico: 300.000 km 2 Esforço Exploratório

Leia mais

Completação Inteligente

Completação Inteligente Petróleo Orientador: Profº Robson Dourado Completação Inteligente Grupo de trabalho: Bruno Luiz Dias dos Santos José Maria Soares Luis Carlos Laranjeira Petroleum - petra = pedra - oleium = óleo Resultado

Leia mais

Bloco B: ESPAÇOS VERDES E SUSTENTABILIDADE. 1.3 Uso eficiente da água nos espaços verdes

Bloco B: ESPAÇOS VERDES E SUSTENTABILIDADE. 1.3 Uso eficiente da água nos espaços verdes Bloco B: ESPAÇOS VERDES E SUSTENTABILIDADE 1.1 A água no solo; 1.2 Monitorização da água no solo; 1.3 Uso eficiente da água nos espaços verdes Maria Isabel Valín Sanjiao Ponte de Lima 16 Maio- 2012 isabelvalin@esa.ipvc.pt

Leia mais

POTÁSSIO DO BRASIL ANUNCIA NOVA DESCOBERTA DE MINERALIZAÇÃO DE POTÁSSIO NA BACIA AMAZÔNICA E MOBILIZA TERCEIRA SONDA

POTÁSSIO DO BRASIL ANUNCIA NOVA DESCOBERTA DE MINERALIZAÇÃO DE POTÁSSIO NA BACIA AMAZÔNICA E MOBILIZA TERCEIRA SONDA POTÁSSIO DO BRASIL ANUNCIA NOVA DESCOBERTA DE MINERALIZAÇÃO DE POTÁSSIO NA BACIA AMAZÔNICA E MOBILIZA TERCEIRA SONDA PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA Nova descoberta de minério de potássio na Bacia do Amazonas

Leia mais

IMAGENS 3D DE POÇOS PETROLÍFEROS

IMAGENS 3D DE POÇOS PETROLÍFEROS Copyright 2005, Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás - IBP Este Trabalho Técnico Científico foi preparado para apresentação no 3 Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás, a ser realizado no período

Leia mais

A Geologia no litoral do Alentejo

A Geologia no litoral do Alentejo A Geologia no litoral do Alentejo Manuel Francisco Pereira (Prof. Auxiliar da Universidade de Évora) Carlos Ribeiro (Prof. Auxiliar da Universidade de Évora) Cristina Gama (Prof.ª Auxiliar da Universidade

Leia mais

TÉCNICAS DE MELHORAMENTO DE SOLOS - Parte 3

TÉCNICAS DE MELHORAMENTO DE SOLOS - Parte 3 N.21 Janeiro / Fevereiro 2004 TÉCNICAS DE MELHORAMENTO DE SOLOS - Parte 3 INJECÇÕES e VIBROCOMPACTAÇÃO Nuno Gonçalo Cordeiro Marques de Almeida EDIÇÃO: Construlink, SA Tagus Park, - Edifício Eastecníca

Leia mais

Estrutura da Energia no Brasil: Órgãos e Sistemas

Estrutura da Energia no Brasil: Órgãos e Sistemas Centro Universitário Fundação Santo André MBA Gestão de Energia Estrutura da Energia no Brasil: Órgãos e Sistemas Prof. Eduardo Matsudo MATRIZ ENERGÉTICA E DADOS ESTATÍSTICOS Santo André, 21 de março de

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7º Ano. Ano Lectivo: 2010/2011

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7º Ano. Ano Lectivo: 2010/2011 PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Ciências Naturais 7º Ano Ano Lectivo: 2010/2011 Competências Temas/Unidades Conteúdos _ Conhecer a constituição do Universo e do Sistema Solar _ Conhecer as características

Leia mais

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3.1. Localização O aproveitamento Hidrelétrico de Itumbiara, com potência instalada de 2080 MW, situa-se no rio Paranaíba, na divisa dos estados de Minas Gerais e Goiás,

Leia mais

2.Desejo fazer mestrado (ou doutorado) sobre petróleo; existe um programa de pós-graduação com esta temática na Unicamp?

2.Desejo fazer mestrado (ou doutorado) sobre petróleo; existe um programa de pós-graduação com esta temática na Unicamp? 1.O que é o Cepetro e como atua? O CEPETRO (Centro de Estudos de Petróleo) foi criado há em 1987 para atender a demanda por ensino de pósgraduação e pesquisas na área de petróleo e gás. Sua concepção buscou

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA DE ENGENHARIA DE MINAS

PROVA ESPECÍFICA DE ENGENHARIA DE MINAS 12 PROVA ESPECÍFICA DE ENGENHARIA DE MINAS QUESTÃO 41: Um dos objetivos do planejamento de lavra a céu aberto (longo prazo é definir a cava ("pit" final. Várias metodologias são empregadas nesse processo.

Leia mais

COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE. Programa de Recuperação Paralela. 2ª Etapa 2014. 1ª série Turma: FG

COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE. Programa de Recuperação Paralela. 2ª Etapa 2014. 1ª série Turma: FG COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 2ª Etapa 2014 Disciplina: QUÍMICA Professora: Maria Luiza 1ª série Turma: FG Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.

Leia mais

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen).

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen). 18 2 Área de Estudo A Baía de Todos os Santos (BTS) (figura 2.1), localizada no estado da Bahia, considerada como área núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica é a maior Baía do Brasil, com cerca

Leia mais

SUBSIDÊNCIA DE TERRENOS POR EXTRACÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA: APLICAÇÃO AO CASO DE ESTUDO DA ZONA INDUSTRIAL DE VIALONGA

SUBSIDÊNCIA DE TERRENOS POR EXTRACÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA: APLICAÇÃO AO CASO DE ESTUDO DA ZONA INDUSTRIAL DE VIALONGA SUBSIDÊNCIA DE TERRENOS POR EXTRACÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA: APLICAÇÃO AO CASO DE ESTUDO DA ZONA INDUSTRIAL DE VIALONGA João Paulo LOBO FERREIRA Núcleo de Águas Subterrâneas, LNEC Luís OLIVEIRA Núcleo de

Leia mais

5º CONCURSO DE CONCESSAO DE ÁREAS PARA PESQUISA E PRODUÇÃO. Avenida Hotel - Maputo 23 rd October 2014

5º CONCURSO DE CONCESSAO DE ÁREAS PARA PESQUISA E PRODUÇÃO. Avenida Hotel - Maputo 23 rd October 2014 5º CONCURSO DE CONCESSAO DE ÁREAS PARA PESQUISA E PRODUÇÃO Avenida Hotel - Maputo 23 rd October 2014 Agenda 10:30 10:45 Boas Vindas: Nota de boas vindas: Isabel Chuvambe Administradora do Pelouro de Projectos

Leia mais

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS

FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS Comissão para as Alterações Climáticas Comité Executivo Fundo Português de Carbono FORMULÁRIO PROGRAMA DE APOIO A PROJECTOS NO PAÍS CANDIDATURA DE PROGRAMA [de acordo com o Anexo do Regulamento] Resumo

Leia mais

OCORRÊNCIA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS. Hidrogeologia Prof: Frederico Campos Viana

OCORRÊNCIA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS. Hidrogeologia Prof: Frederico Campos Viana OCORRÊNCIA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS Hidrogeologia Prof: Frederico Campos Viana Origem Segundo Todd (1959), quase todas as águas subterrâneas podem ser compreendidas como fazendo parte do ciclo hidrológico,

Leia mais

Qualidade dos EIA Critérios para avaliação

Qualidade dos EIA Critérios para avaliação Engenharia Civil: 5º ano / 10º semestre Engenharia do Territorio: 4º ano / 8º semestre Qualidade dos EIA Critérios para avaliação IMPACTES AMBIENTAIS 11 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário

Leia mais

EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PROCESSOS INDUSTRIAIS ORGÂNICOS EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO- EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PERFURAÇÃO - INTRODUÇÃO A perfuração de um poço de petróleo é realizada através de uma sonda, conforme ilustrado nas figuras

Leia mais

BANCO DE DADOS DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO. Sérgio Possato Superintendente de Gestão de Informações e Dados Técnicos

BANCO DE DADOS DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO. Sérgio Possato Superintendente de Gestão de Informações e Dados Técnicos BANCO DE DADOS DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO Sérgio Possato Superintendente de Gestão de Informações e Dados Técnicos Dados coletados pela Petrobras durante o monopólio: 988.366 km Sísmica 2D 19.176 Poços 28.482

Leia mais

Quarta Rodada de Licitações Bacia de Campos

Quarta Rodada de Licitações Bacia de Campos Quarta Rodada de Licitações Bacia de Campos Orivaldo Bagni Superintendência de Definição de Blocos Apresentação Localização Generalidades Evolução Tectono-Estratigráfica Sistema Petrolífero Modelos de

Leia mais

Revisão de geologia e Pedogênese

Revisão de geologia e Pedogênese Revisão de geologia e Pedogênese Ricardo Gonçalves de Castro 1 Minerais Mineral é um sólido homogêneo, com composição química definida, podendo variar dentro de intervalos restritos, formados por processos

Leia mais

Do Risco à Catástrofe Um Desafio para a Protecção Civil O Risco Sísmico no Município da Amadora

Do Risco à Catástrofe Um Desafio para a Protecção Civil O Risco Sísmico no Município da Amadora Do Risco à Catástrofe Um Desafio para a Protecção Civil O Risco Sísmico no Município da Amadora Luís Carvalho Geógrafo Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil luis.carvalho@cm

Leia mais

Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456. Tema 1 Introdução ANO 2015

Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456. Tema 1 Introdução ANO 2015 Processos Hidrológicos CST 318 / SER 456 Tema 1 Introdução ANO 2015 Camilo Daleles Rennó Laura De Simone Borma http://www.dpi.inpe.br/~camilo/prochidr/ Aulas 1 Introdução - Camilo 2 Precipitação/Interceptação

Leia mais

Universidade Federal do Amazonas Instituto de Ciências Exatas Departamento de Geociências. Capítulo 11:

Universidade Federal do Amazonas Instituto de Ciências Exatas Departamento de Geociências. Capítulo 11: Universidade Federal do Amazonas Instituto de Ciências Exatas Departamento de Geociências Geologia Capítulo 11: Movimento de Massa Clauzionor Lima da Silva Movimento de Massa Inclui todos os processos

Leia mais

SMIT, SERVIÇOS MARÍTIMOS DE MOÇAMBIQUE, LIMITADA PARCEIRO MOÇAMBICANO DE SOLUÇÕES MARÍTIMAS

SMIT, SERVIÇOS MARÍTIMOS DE MOÇAMBIQUE, LIMITADA PARCEIRO MOÇAMBICANO DE SOLUÇÕES MARÍTIMAS SMIT, SERVIÇOS MARÍTIMOS DE MOÇAMBIQUE, LIMITADA PARCEIRO MOÇAMBICANO DE SOLUÇÕES MARÍTIMAS 2 QUEM SOMOS 3 UMA EMPRESA LOCAL QUE REÚNE REQUESITOS INTERNACIONAIS A Smit Serviços Marítimos de Moçambique

Leia mais

GRANDES BARRAGENS: ENERGIA VERDE OU ESVERDEADA?

GRANDES BARRAGENS: ENERGIA VERDE OU ESVERDEADA? GRANDES BARRAGENS: ENERGIA VERDE OU ESVERDEADA? Paula CHAINHO Novas Barragens, Porto, 28 de Fevereiro PROGRAMA NACIONAL DE BARRAGENS Objectivos a) Contribuição para as metas de produção de energia com

Leia mais

Exploração Geológica, Prospecção em superfície e subsuperfície

Exploração Geológica, Prospecção em superfície e subsuperfície Exploração Geológica, Prospecção em superfície e subsuperfície Etapa de Avaliação: Mapas e Escalas de Trabalho Prospecção com Martelo Investigação em Subsuperfície Fase de exploração reconhecimentos expeditos

Leia mais

Reservas Brasileiras de gás convencional. e Potencial para gás não convencional

Reservas Brasileiras de gás convencional. e Potencial para gás não convencional Reservas Brasileiras de gás convencional e Potencial para gás não convencional Gás Natural Reservas Gás Natural Provada 459 bcm (16 tcf) Total 907 bcm (32 tcf) Em 10 anos: x 2 Produção Gás Natural 65,9

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: FIGUEIRA DA FOZ-GESTEIRA (O7)

SISTEMA AQUÍFERO: FIGUEIRA DA FOZ-GESTEIRA (O7) SISTEMA AQUÍFERO: FIGUEIRA DA FOZ-GESTEIRA (O7) Figura O7.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Figueira da Foz-Gesteira Sistema Aquífero: Figueira da Foz-Gesteira (O7) 224 Identificação

Leia mais

Projecto e Dimensionamento de Sistemas Geotérmicos Superficiais

Projecto e Dimensionamento de Sistemas Geotérmicos Superficiais Projecto e Dimensionamento de Sistemas Geotérmicos Superficiais BOMBAS DE CALOR GEOTERMICAS e as suas soluções FACTORES DECISIVOS e os seus benefícios POTENCIAL DO SOLO acesso; características; perfuração

Leia mais

CAPÍTULO 2 ELEMENTOS SOBRE A TERRA E A CROSTA TERRESTRE

CAPÍTULO 2 ELEMENTOS SOBRE A TERRA E A CROSTA TERRESTRE Definição CAPÍTULO 2 ELEMENTOS SOBRE A TERRA E A CROSTA TERRESTRE A Terra Esferóide achatado nos Pólos e dilatado no Equador. Diâmetro Polar: 12.712 Km. Diâmetro Equatorial: 12.756 Km. Maior elevação:

Leia mais

CRIANDO UMA BIBLIOTECA DE SÍMBOLOS PARA POÇOS DE PETRÓLEO NO ArcGis/ArcMap

CRIANDO UMA BIBLIOTECA DE SÍMBOLOS PARA POÇOS DE PETRÓLEO NO ArcGis/ArcMap CRIANDO UMA BIBLIOTECA DE SÍMBOLOS PARA POÇOS DE PETRÓLEO NO ArcGis/ArcMap José Francisco Ladeira Neto Rui Gomes da Silva João Batista de V. Dias Júnior Data 30/05/2006 1 Introdução: A representação em

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS «21. As rochas selantes devem mostrar propriedades como impermeabilidade e plasticidade para manter sua condição de selante mesmo após ser submetida

Leia mais

9º ANO 3º BIMESTRE -TU 902 AULA 5

9º ANO 3º BIMESTRE -TU 902 AULA 5 UD II GEOGRAFIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA E DO CANADÁ 5.. Referências: Geografia em Mapas (pgs. 12 a 13). Geoatlas 9º ANO 3º BIMESTRE -TU 902 AULA 5 NORTE COSTA OESTE COSTA LESTE SUL Rio Mississípi

Leia mais

PERSPECTIVAS PARA O&G NÃO- CONVENCIONAL NO BRASIL

PERSPECTIVAS PARA O&G NÃO- CONVENCIONAL NO BRASIL PERSPECTIVAS PARA O&G NÃO- CONVENCIONAL NO BRASIL Lauro Doniseti Bogniotti Departamento de Política de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural depg@mme.gov.br OLADE Montevidéu, 25/07/2012 SUMÁRIO

Leia mais

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios 1 O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios ESTRUTURA SETORIAL CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO 3 PRINCIPAIS

Leia mais

UFU 2014 Geografia 2ª Fase

UFU 2014 Geografia 2ª Fase QUESTÃO 1 (Geopolítica) A região representada no mapa conta com quase dois terços das reservas mundiais de petróleo. Nas últimas décadas, o controle sobre essas fontes de petróleo foi a principal causa

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume II Locais e Postos de trabalho um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

F. Raquel R. F. Sousa

F. Raquel R. F. Sousa F. Raquel R. F. Sousa Geologia Aplicada e do Ambiente Geologia Hidrologia Hidrogeologia SIG Arcgis 9.3 10 Morada Data de nascimento Telemóvel E-mail Skype Rua Filipe da Mata, nº 26, 1º direito, 1600 071

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7.º Ano

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 7.º Ano PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Ciências Naturais 7.º Ano UNIDADES DIDÁTICAS CONTEÚDOS METAS DE APRENDIZAGEM 1º Período TERRA NO ESPAÇO Terra Um planeta com vida Condições da Terra que permitem a existência

Leia mais

Palavras-chave: Aquífero Furnas, qualidade da água subterrânea, poços tubulares profundos.

Palavras-chave: Aquífero Furnas, qualidade da água subterrânea, poços tubulares profundos. 151 Anais Semana de Geografia. Volume 1, Número 1. Ponta Grossa: UEPG, 2014. ISSN 2317-9759 QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA REGIÃO DO GRÁBEN DE PONTA GROSSA (PR). PEREIRA Gabriela Kostrzewycz GOMES Ricardo

Leia mais