PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÕES DE UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÕES DE UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO"

Transcrição

1 PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÕES DE UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO Edilaine Cristina Duarte de Souza Flávia Galdino Silva Com a concorrência acirrada nos dias de hoje, com grandes mudanças a todo tempo, as empresas cada vez mais precisam investir em qualidade de seus produtos e serviços. Buscando com isso diminuir os custos e aumentar seus lucros com a finalidade de permanecerem no mercado competitivo. O layout é uma das ferramentas indispensáveis nesse mercado tão concorrido, pois através dele é possível detectar falhas buscando um melhor feedback para seus clientes.pois o layout nada mais é do que a fotografia do ambiente. Para planejarmos a implantação de um layout, é importante definir quais são os objetivos específicos, uma vez que decidido o tipo de layout, deverá decidir o projeto do trabalho, a localização física, os equipamentos, máquinas,o pessoal que irá constitui o trabalho, o espaço determinado a serem executadas as tarefas. O layout determina a forma e a aparência da operação produtiva. Palavras chaves: Layout. Planejamento. Vantagens. 1.INTRODUÇÃO Há muitas razões pela qual um arranjo físico é essencial para uma empresa, mas escolher um deles é de grande responsabilidade. E para que a escolha seja correta, é necessário coletar informações sobre todo o processo desde a entrada dos materiais até seu acabamento e também o seu transporte, pois não havendo uma elaboração inicial afetará todo o seu fluxo, tornando assim processo demorado, tendo um acumulo excessivo de trabalho, perda de tempo, entre outros. Para isso, serão apontados fatores favoráveis e desfavoráveis em todos os arranjos físicos, para que cada empresa tenha a opção de escolher o seu layout e de se comprometer com suas desvantagens, tendo em vista que escolher o arranjo assume-se obrigatoriamente um compromisso com o custo e seus pontos negativos, e ainda conseguir o objetivo que é utilizar racionalmente o espaço físico disponível, reduzir as movimentações de materiais, produtos e pessoas padronizar fluxos, estoques, evitar filas, inconveniências para clientes entre outras coisas. O artigo foi elaborado através da revisão bibliográfica onde foram abordados os seguintes autores: Martins, Laugeni (2006), Araújo (2001), e Rocha (1995). 2 INFORMAÇÃO PARA LAYOUT Segundo Martins(2006) para elaboração do layout, são necessárias informações sobre especificações e características do produto, quantidades de produtos e de materiais, seqüências de operações e de montagem, espaço necessário para cada equipamento, incluindo espaço para movimentação do operador, estoques e manutenção e informação sobre o recebimento, expedição, estocagem de matérias primas e produtos acabados e transportes. 2.1 Quem elabora o layout deve:

2 S3 T3 P3 F3 2 a) deixar espaço suficiente para acesso às máquinas, para transporte e serviços auxiliares (manutenção, controle de qualidade, etc.); b) reservar áreas pensando em possíveis pequenas alterações no produto ou processo; c) permitir fluxo progressivo e contínuo; d) muito material em processo, congestionando o ambiente; e) espaço mal aproveitado; f) cruzamento excessivo na movimentação de materiais e pessoas; g) produção ineficiente; h) dificuldade de supervisão e controle. Conforme Araújo (2001), o estudo do layout pode trazer conseqüências desastrosas se não forem observadas algumas recomendações. A melhor justificativa para todo cuidado em estudos dessa natureza é o fato de que a mudança de uma mesa e cadeira de um ponto da sala para outro pode causar um conflito maior do que a transformação estrutural de uma organização. É certo que o espaço físico que utilizamos é de muita importância para nós mesmos. É possível considerar que o brasileiro, em zela, zela muito pelo espaço que utiliza e cada vez mais tem necessidade de maior conforto. Contudo não é apenas o aspecto visual e de conforto. Contudo não é apenas o aspecto visual e de conforto que deve prevalecer no estudo de aproveitamento do espaço físico, mais do que isso importa o fluxo inexistente entre pessoas e papéis. A função do gerente é justamente investir nas questões de espaço físico que envolve a burocracia. Lener (1996), por exemplo, considera que o arranjo físico deve ser estabelecido a partir do estudo planejado do sistema de informações relacionando com a distribuição de móveis, equipamentos e pessoas pelo espaço disponível, da forma mais racional possível. Considera também, que o arranjo físico acaba por influir na motivação, gerando maior ou menor eficiência no trabalho. Segundo Petrônio Martins para elaboração do layout, são necessárias informações sobre especificações e características do produto, quantidades de produtos e de materiais, seqüências de operações e de montagem, espaço necessário para cada equipamento, incluindo espaço para movimentação do operador, estoques e manutenção e informação sobre o recebimento, expedição, estocagem de matérias primas e produtos acabados e transportes. 3.TIPOS DE LAYOUT 3.1-Layout por processo ou funcional O layout por processo ou funcional, todos os processos e os equipamentos do mesmo tipo são desenvolvidos na mesma área, o material se desloca buscando os diferentes processos. O layout é flexível para atender as mudanças de mercado, apresenta um fluxo longo dentro da fábrica que é adequado a produção diversificada em pequenas e médias quantidades e também possibilita uma relativa satisfação no trabalho. S1 T1 P1 F1 S2 T2 P2

3 3 F2 S = Seção de soldar P = Seção de pintar T = Seção de tornear F = Seção de furar Figura 1: layout por processo Fonte: Rocha, Layout em Linha No layout em linhas, as máquinas, as estações de trabalho são colocadas de acordo com a seqüência das operações e são executados de acordo com a seqüência estabelecida sem caminhos alternativos. É indicado com pouca ou nenhuma diversificação em quantidade ao longo do tempo e em grande quantidade. Requer um alto investimento em máquinas e pode apresentar problemas com relação à quantidade dos produtos fabricados. Para os operadores costuma gerar monotonia e estresse. Máquina 1 Máquina 2 Máquina 3 Máquina 4 Figura 2: layout em linha Fonte: Rocha, Layout celular O layout celular ou cédula de manufatura consiste em arranjar em um só local, máquinas deficientes que possam fabricar o produto inteiro. Sua principal característica é a relativa flexibilidade quanto ao tamanho de lotes por produtos, isso permite elevado nível de qualidade e de produtividade, diminui também o transporte do material e os estoques a responsabilidade, sobre o produto fabricado é centralizado e enseja satisfação no trabalho. Montagem Célula 1 Célula Célula 3 7

4 4 2 Matérias-primas e componentes A C B Figura 3: layout celular Rocha, Layout por posição fixa Nesse layout o material permanece fixo em uma determinada posição e as máquinas se deslocam até o local executando as operações necessárias. É recomendado para um produto único em quantidade pequena ou unificada e em geral não repetitiva. É o caso da fabricação de navios, turbinas, pontes rolantes, grandes transformadores elétricos e outros produtos de grandes dimensões físicas. Turbinas Reparos Guincho Pintura Figura 4: layout por posição fixa Fonte: Rocha, 1995 De acordo com Rocha (1995), layout é a disposição física de máquinas, postos de trabalho, equipamentos homens, áreas de circulação, unidades de apoio e tudo mais que ocupa espaço na fábrica, distribuindo-os de forma a maximizar a funcionalidade do processo produtivo e otimizar o ambiente de trabalho. O estudo do layout busca encontrar a melhor maneira de dispor fisicamente todos os meios de produção, arrumando o espaço de trabalho a fim de otimizar a funcionalidade do sistema, reduzir manuseio, transporte do material e circulação de pessoas. O arranjo físico pode ser estudado partindo-se da situação de implantação da fábrica, portanto do instante inicial, como também para melhorar uma organização fabril já implantada. De acordo com o autor Rocha (1995) objetivo principal do arranjo físico é obter operações econômicas, a fim de: b) utilizar racionalmente o espaço físico disponível; c) reduzir ao mínimo as movimentações de materiais, produtos e pessoas; d) oferecer melhores condições de trabalho aos funcionários; e) evitar investimentos desnecessários; f) permitir manutenção; g) possibilitar supervisão e obtenção da qualidade;

5 5 h) obter soluções flexíveis, isto é, possíveis de serem modificadas sem maiores atropelos 4.Fatores que influenciam no arranjo físico Ao efetuar em arranjo físico é necessário considerar uma série de fatores que vão influir na determinação da área a ser ocupada e na melhor disposição a ser utilizadas são itens importantes que estão ligados à definição do tipo do arranjo físico, área de circulação etc. Os fatores variam entre uma fábrica e outra. Os principais fatores segundo o autor Rocha(1995) são: a) produto e matéria-prima, duas dimensões que influenciam na estrutura a ser utilizada no ambiente de trabalho interferindo também nos meios usados; b) máquinas e equipamentos são qualificados em função das suas capacidades, da eficiência e da quantidade a ser fabricada as dimensões e o espaço para operação vão exigir área proporcional a ser ocupada; c) homem, tanto na movimentação ao realizar tarefas junto às máquinas como no serviço de supervisão, requer espaço compatível com seu bemestar no trabalho; d) transporte interno, o tipo de transporte utilizado nas seções e entre elas (esteiras, transportadoras, correias, empilhadeiras, etc.) irá influir na área reservada à circulação e está no arranjo final. Desconsiderar alguns desses fatores pode comprometer a funcionalidade do arranjo final vão reservar espaço físico correspondente acarreta prejuízos ao arranjo, provocando perdas à funcionalidade do sistema. 3.5 Layout em corredor Talvez o mais conhecido arranjo físico. É considerado muito bom, para incentivar relações de grupo, principalmente quando o trabalho exige formação de equipes. Melhor ainda quando a exigência é a realização do trabalho em pequenas equipes. Logicamente, a forma de estruturação da organização vai influir nesse os outros tipos de arranjo físico. De qualquer maneira, a formação de unidades terá uma relação intima com a distribuição das pessoas pelo espaço existente. 3.6 Layout em espaço aberto Em geral esse tipo de layout é encontrado em grandes áreas, com grande concentração humana. Por evidencia, o trabalho desenvolvido nesse tipo de arranjo só é válido para tarefas que não exijam grande grau de concentração. Fica difícil imaginar 25 assessores de todos as áreas preparando o planejamento para o ano seguinte. 3.7 Layout Panorâmico A pala individual é imaginar pela maioria das pessoas como a melhor para se trabalhar, à medida que o layout panorâmico é pouco difundido no Brasil e o

6 6 envolvimento pessoal apenas quando isso é desejado ou aceitado pela burocracia da organização são as vantagens que identificamos para o uso desse tipo de layout. O layout panorâmico distingue-se pela simples colocação de divisores (não há paredes, no sentido convencional do termo). De acordo com autor Chamberts e Johnston (2002) o arranjo físico de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento físico dos recursos de transformação colocando de forma simples. Definir o arranjo físico é uma das características mais evidentes de uma operação produtiva porque determina sua forma e aparência. É aquilo que a maioria de nós notaria em primeiro lugar quando entrasse pela primeira vez em uma unidade produtiva. Mudanças relativamente pequenas na localização de uma máquina numa fábrica ou dos produtos em um supermercado ou a mudança de salas em um centro esportivo podem afetar o fluxo de materiais e pessoas por meio da operação. Isso por sua vez pode afetar os custos e a eficácia geral da produção. 5 PROCEDIMENTO DE ARRANJO FÍSICO Conforme o autor araújo (2001) há algumas razões práticas pelas quais as decisões de arranjo físico são importantes na maioria dos tipos de produção: a) mudanças de arranjo físico é freqüentemente uma atividade difícil e de longa duração por causa das dimensões físicas dos recursos de transformação movidos; b) o rearranjo físico de uma operação existente pode interromper seu funcionamento suave, levando à insatisfação do cliente ou a perdas na produção; c) se o arranjo físico está errado, pode levar a padrão de fluxos longos ou confusos, estoques de materiais, filas de clientes, tempos de processamento longos, operações inflexíveis, fluxos imprevisíveis e altos custos. De fato há uma dupla pressão para a decisão sobre o arranjo físico. A mudança de arranjo físico pode ser de execução difícil e cara e, portanto os gerentes de produção podem relutar em fazê-la com freqüência. Ao mesmo tempo, eles não podem errar em sua decisão. A conseqüência de qualquer mau julgamento na definição do arranjo físico terá efeitos de longo prazo considerando na operação. Projetar o arranjo físico de uma operação produtiva, assim como qualquer atividade de projeto, deve iniciar-se com os objetivos estratégicos da produção. Entretanto, isso é apenas o ponto de partida do que é um processo de múltiplos estágios que leva ao arranjo físico final de uma operação. 6 CONCLUSÃO Conhecendo somente as vantagens e desvantagens de cada arranjo físico, não é a forma mais acertada de se escolher um layout adequado para cada empresa, e também não basta saber como se funciona de cada um deles. Para que cada empresa possa fazer a melhor escolha é necessário conhecer os meios internos e externos que influenciam a empresa, para em seguida fazer um planejamento do

7 7 todo, depois as partes, planejar o ideal e depois o prático. Dessa forma inicia-se o layout com uma visão global, que posteriormente será detalhada e trabalhada Referência Bibliográfica ARAUJO, L. C. G. Organização, Sistemas e Métodos. São Paulo: Atlas, MARTINS, P. G. e LAUGENI, F. P. Administração da Produção. 2ed. São Paulo: Saraiva, ROCHA, D. Fundamentos Técnicos da Produção. São Paulo: Makron Books, SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JONHSTON, R. Administração da Produção. 2ed. São Paulo: Atlas, 2002

8 This document was created with Win2PDF available at The unregistered version of Win2PDF is for evaluation or non-commercial use only.

VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO

VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) RESUMO VANTAGENS E DESVANTAGENS - A IMPORTANCIA DE SABER ESCOLHER UM ARRANJO FÍSICO (LAYOUT) Edilaine Cristina Duarte de Souza, Unisalesiano de Lins e-mail: edilaine.duarte@ig.com.br Érika Yuri Kotaki, Unisalesiano

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 21º Encontro - 07/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - LAYOUTS DE EMPRESAS INDIVIDUAIS 02 ABERTURA

Leia mais

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Fascículo 6 Arranjo físico e fluxo O arranjo físico (em inglês layout) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde colocar: Instalações

Leia mais

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME 1 LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME Marcio Alves Suzano, M.Sc. Marco Antônio Ribeiro de Almeida, D.Sc. José Augusto Dunham, M.Sc. RESUMO.

Leia mais

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado 2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado Conteúdo 1. Função Produção 3. Administração da Produção 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora

Leia mais

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos 4.1 Arranjo físico GESTÃO DA PRODUÇÃO É a maneira segundo a qual se encontram dispostos fisicamente

Leia mais

Arranjo Físico (Layout)

Arranjo Físico (Layout) Organização, Sistemas e Métodos Arranjo Físico (Layout) Por José Luís Carneiro - www.jlcarneiro.com - Arranjo físico (layout) Arranjo Físico (Layout) 2 - www.jlcarneiro.com - Introdução O espaço físico

Leia mais

1) LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DE UMA FÁBRICA

1) LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA DE UMA FÁBRICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - Éolo

Leia mais

LAYOUT: A Importância de escolher o Layout ideal devido à exigência no mercado competitivo

LAYOUT: A Importância de escolher o Layout ideal devido à exigência no mercado competitivo LAYOUT: A Importância de escolher o Layout ideal devido à exigência no mercado competitivo Antonio Travassos Augusto Junior Kelly Alline Teixeira dos Santos Francisco César Vendrame Jovira Maria Sarraceni

Leia mais

O CONCEITO E OS TIPOS DE LAYOUT

O CONCEITO E OS TIPOS DE LAYOUT http://www.administradores.com.br/artigos/ O CONCEITO E OS TIPOS DE LAYOUT DIEGO FELIPE BORGES DE AMORIM Servidor Público (FGTAS), Bacharel em Administração (FAE), Especialista em Gestão de Negócios (ULBRA)

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

MRP COMO FERRAMENTA DE CONTROLE E PLANEJAMENTO

MRP COMO FERRAMENTA DE CONTROLE E PLANEJAMENTO MRP COMO FERRAMENTA DE CONTROLE E PLANEJAMENTO Augusto Cesar Giampietro, Unisalesiano de Lins, e-mail: guto.mkt@gmail.com Bruno Bodoia, Unisalesiano de Lins, e-mail: bruno.bodoia@bertin.com.br Carlos Silva,

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010 Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º. Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com Semana 15 e 16 Controle e Técnicas de controle de qualidade

Leia mais

Módulo 18 Avaliando desempenho

Módulo 18 Avaliando desempenho Módulo 18 Avaliando desempenho Raimar Richers definiu marketing como sendo entender e atender os clientes. Esta é uma definição sucinta e feliz que podemos usar para definir avaliação de desempenho como

Leia mais

INFLUÊNCIA DO LAYOUT NA PRODUTIVIDADE DE UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA - UM ESTUDO DE CASO

INFLUÊNCIA DO LAYOUT NA PRODUTIVIDADE DE UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA - UM ESTUDO DE CASO INFLUÊNCIA DO LAYOUT NA PRODUTIVIDADE DE UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA - UM ESTUDO DE CASO Mariana Borsato Marangoni (Puccamp) marianabmarangoni@hotmail.com Patricia Stella Pucharelli Fontanini (Puccamp) pspucha@terra.com.br

Leia mais

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto

Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção. Prof. André Pedro Fernandes Neto Módulo 2/3: Automação nos Sistemas de Produção Prof. André Pedro Fernandes Neto Razões para Automatizar Alto custo de mão de obra Investimentos em máquinas que possam automatizar a produção com um custo

Leia mais

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Arranjo físico e fluxo Procedimentos de arranjo físico O arranjo físico (em inglês lay-out) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde

Leia mais

Administração das Operações Produtivas

Administração das Operações Produtivas Administração das Operações Produtivas MÓDULO 5: PAPEL ESTRATÉGICO E OBJETIVOS DA PRODUÇÃO Segundo Slack, para que se entenda a contribuição da função produção devese responder a duas questões: qual papel

Leia mais

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida

GEBD aula 2 COMPRAS. Profª. Esp. Karen de Almeida GEBD aula 2 COMPRAS Profª. Esp. Karen de Almeida Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa; b) Aquisição; c) Administração; d) Diversos. Atividades típicas da Seção de Compras: a) Pesquisa: Estudo

Leia mais

Estudo da linha de produção de uma fábrica de ração

Estudo da linha de produção de uma fábrica de ração Estudo da linha de produção de uma fábrica de ração Laureilton José Almeida BORGES¹; Warley Alves Coutinho CHAVES¹; Júlio César Benfenatti FERREIRA 2 ; Adriana Giarolla VILAMAIOR 2 ¹ Estudante de Engenharia

Leia mais

Curso de Especialização Centro Universitário Franciscano - UNIFRA

Curso de Especialização Centro Universitário Franciscano - UNIFRA Gestão da Produção Prof. Miguel Antonio Pelizan 4 Leiaute ou Arranjo Físico ARRANJO FÍSICO Preocupa-se com a localização física dos recursos de transformação. Definir o arranjo é decidir onde colocar todas

Leia mais

A função produção apresenta três papéis importantes para a estratégia empresarial:

A função produção apresenta três papéis importantes para a estratégia empresarial: FASCÍCULO 2 Papel estratégico e objetivo da produção Segundo Slack, para que se entenda a contribuição da função produção devese responder a duas questões: qual papel se espera que a produção desempenhe

Leia mais

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas

Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM. FIB - Faculdades. Administração de Empresas Realizado por: Crist..., Mar... MODELAGEM FIB - Faculdades Administração de Empresas 2009 MODELAGEM ESTUDO DE CASO: Trabalho solicitado pelo Prof.: Trabalho realizado para a disciplina de FIB - Faculdades

Leia mais

Arranjo Físico de Sistemas de Produção. Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Prof. Dr. Dario Ikuo Miyake 2005

Arranjo Físico de Sistemas de Produção. Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Prof. Dr. Dario Ikuo Miyake 2005 Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Prof. Dr. Dario Ikuo Miyake 2005 Introdução ao Planejamento do Arranjo Físico Tipos básicos de processo Por Projeto Por Jobbing Em Lote

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDEDOR 1. BUSCA DE OPORTUNIDADES E INICIATIVAS

CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDEDOR 1. BUSCA DE OPORTUNIDADES E INICIATIVAS 1. BUSCA DE OPORTUNIDADES E INICIATIVAS - faz as coisas antes de solicitado ou antes de ser forçado pelas circunstâncias; - age para expandir o negócio em novas áreas, produtos ou serviços; - aproveita

Leia mais

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção

Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Estudo do Layout Ricardo A. Cassel Áreas de Decisão na Produção Áreas de decisão Instalações Capacidade de Produção Tecnologia Integração Vertical Organização Recursos Humanos Qualidade Planejamento e

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 3.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA 3.1 2003 by Prentice Hall 3 ão, Organizações ões, Administração e Estratégia OBJETIVOS

Leia mais

1. Conceitos e Definições 2. Administração da Produção 3. Planejamento, Programação e Controle da Produção

1. Conceitos e Definições 2. Administração da Produção 3. Planejamento, Programação e Controle da Produção 1. Conceitos e Definições 2. Administração da Produção 3. Planejamento, Programação e Controle da Produção Administrar a produção é algo mais complexo do que simplesmente administrar. São necessários além

Leia mais

APLICAÇÃO DO LAYOUT NAS EMPRESAS

APLICAÇÃO DO LAYOUT NAS EMPRESAS APLICAÇÃO DO LAYOUT NAS EMPRESAS Carolina Miasso da Silva Verônica Cristhina Farineli Prof. Francisco César Vendrame Profª Esp. Jovira Maria Sarraceni Profª. M Sc. Máris de Cássia Ribeiro Vendrame Lins

Leia mais

Layout - Arranjo Físico

Layout - Arranjo Físico ???????????????? 2 Layout - Arranjo Físico É a disposição física dos equipamentos incluindo o espaço necessário para movimentação de material, armazenamento, mão de obra e todas as outras atividades e

Leia mais

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS NOS HOTÉIS DE CATEGORIA QUATRO ESTRELAS NA CIDADE DE MANAUS SEGUNDO A PERCEPÇÃO DOS COLABORADORES Érica de Souza Rabelo 1 Helen Rita Menezes Coutinho

Leia mais

Análise do Ambiente Interno

Análise do Ambiente Interno Análise do Ambiente Interno Professor: Claudemir Duca Vasconcelos Disciplina: Estratégia e Planejamento Corporativo Alunas: Gleice Costa e Cintia Belo 16 Abril 2015 Ambiente Interno de uma Organização

Leia mais

CUSTOS NA PEQUENA INDÚSTRIA

CUSTOS NA PEQUENA INDÚSTRIA 1 CUSTOS NA PEQUENA INDÚSTRIA O Sr. Roberval, proprietário de uma pequena indústria, sempre conseguiu manter sua empresa com um bom volume de vendas. O Sr. Roberval acredita que uma empresa, para ter sucesso,

Leia mais

Administração Financeira

Administração Financeira Administração Financeira MÓDULO 10: ADMINISTRAÇÃO DOS ESTOQUES Os estoques têm grande importância dentro do grupo do ativo circulante. Apesar da moderna administração dos estoques, pela aplicação contínua

Leia mais

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O

S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFERENCIAÇÃO COM DIFEREN SOB ENCOMENDA S I S T E M A S D E P R O D U Ç Ã O CONTÍNUA IN TER MI TEN TE IN TER Página 2 de 17 SISTEMAS FATORES AS PRINCIPAIS DIVISÕES

Leia mais

A Inovação Aprendizagem e crescimento dos funcionários treinando-os para melhoria individual, numa modalidade de aprendizagem contínua.

A Inovação Aprendizagem e crescimento dos funcionários treinando-os para melhoria individual, numa modalidade de aprendizagem contínua. Balanced Score Card A Tecnologia da Informação é considerada fundamental para os vários setores, tanto no nível operacional como estratégico. Muitas das razões para Tecnologia da Informação fazer parte

Leia mais

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve?

HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S. Introdução. Para que serve? HOUSEKEEPING A PARTIR DO 5S Introdução Basicamente consiste na determinação de organizar o local de trabalho, mantêlo arrumado e em ordem, limpo, mantendo as condições padronizadas e a disciplina necessárias

Leia mais

PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES RESUMO

PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES RESUMO PROGRAMA 5S: COMBINAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Francislaine Pereira de Souza, Unisalesiano de Lins, e-mail: francislaine_ps@hotmail.com Janaina Fanali Daniel, Unisalesiano de Lins,

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Processos e Layouts Produtivos

Processos e Layouts Produtivos Processos e Layouts Produtivos Produção Segurança Tecnologia de processos Layout Projeto de organização do trabalho Fernando Gonçalves Amaral Estudos de ou Layout Aplicação: Em todos os setores produtivos

Leia mais

MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade

MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade MÓDULO 16 Programa 5S da Qualidade Desenvolvido no Japão, pós Segunda Guerra Mundial, o Programa 5S (conhecido também como Housekeeping) era um método utilizado pelos pais para ensinar a seus filhos os

Leia mais

Conceitos ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Comunicação; Formas de escritas; Processo de contagem primitivo;

Conceitos ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Comunicação; Formas de escritas; Processo de contagem primitivo; Conceitos Comunicação; Formas de escritas; Bacharel Rosélio Marcos Santana Processo de contagem primitivo; roseliomarcos@yahoo.com.br Inicio do primitivo processamento de dados do homem. ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Planejamento Industrial

Planejamento Industrial Planejamento Industrial Planejamento Industrial 1. Fatores que influenciam as decisões do local 2. Ponto de Equilíbrio Localizacional 3. Detalhes Principais de Edifícios Industriais 4. Departamentos de

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

Capítulo 8 Decorrências da Teoria Neoclássica: Tipos de Organização

Capítulo 8 Decorrências da Teoria Neoclássica: Tipos de Organização Capítulo 8 Decorrências da Teoria Neoclássica: Tipos de Organização ESTRUTURA LINEAR Características: 1. Autoridade linear ou única. 2. Linhas formais de comunicação. 3. Centralização das decisões. 4.

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

ALTERAÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO DE UMA INDÚSTRIA ARTESANAL PARA UMA PRODUÇÃO DEDICADA

ALTERAÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO DE UMA INDÚSTRIA ARTESANAL PARA UMA PRODUÇÃO DEDICADA ALTERAÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO DE UMA INDÚSTRIA ARTESANAL PARA UMA PRODUÇÃO DEDICADA Edson Augusto Lopes RESUMO Atualmente com a globalização as indústrias vem investindo em máquinas e equipamentos modernos

Leia mais

ANÁLISE E ESTUDO DE MUDANÇA DE LAYOUT EM SETOR PÚBLICO

ANÁLISE E ESTUDO DE MUDANÇA DE LAYOUT EM SETOR PÚBLICO ANÁLISE E ESTUDO DE MUDANÇA DE LAYOUT EM SETOR PÚBLICO Celso Satoshi Sakuraba (UFS ) sakuraba@ufs.br YURI NATA DANTAS SILVA (UFS ) yuri_dantas_@hotmail.com Joana Nogueira Santos Silva (UFS ) joana_nog@hotmail.com

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO

ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO CESUMAR CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO 1 Ana Carolina Ignácio da Silva 2 Flavio José Patrocínio 3 Marcia Tathiane da Silva Ribeiro Mantovani 4 Mariane Ichisato 5 Renata Cristina

Leia mais

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO O presente artigo, mostra de forma clara e objetiva os processos da ferramenta Just in time, bem como sua importância para a área de produção.

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

EVOLUÇÃO DAS TEORIAS ADMINISTRATIVAS

EVOLUÇÃO DAS TEORIAS ADMINISTRATIVAS EVOLUÇÃO DAS TEORIAS ADMINISTRATIVAS 1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 Racionalização do trabalho: gerência administrativa Relações humanas: processo Movimento estruturalista: gerência

Leia mais

FACULDADE DE JAGUARIÚNA

FACULDADE DE JAGUARIÚNA Redução de estoques em processos na linha de terminais móveis de pagamento eletrônico Renata da Silva Alves (Eng. De Produção - FAJ) alvesresilva@gmail.com Prof. Me. Eduardo Guilherme Satolo (Eng. De Produção

Leia mais

Gerenciamento simultâneo de produção e processo

Gerenciamento simultâneo de produção e processo Gerenciamento simultâneo de produção e processo Leonardo Werncke Oenning - Departamento de Engenharia de Materiais UNESC, wo.leo@hotmail.com Leopoldo Pedro Guimarães Filho UNESC, lpg@unesc.net; Dino Gorini

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES RESUMO

ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES RESUMO ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES Flávia Galdino Silva Juliana de Freitas da Silva Lícia Mara Denis Ferreira Unisalesiano Flavinha_galdino@hotmail.com Agulha.freitas@hotmail.com Licia.denis@hotmail.com RESUMO

Leia mais

ADM 250 capítulo 4 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 4 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 4 - Slack, Chambers e Johnston 1 Perguntas que se esperam respondidas ao final do capítulo 4 Que é projeto em gestão de produção? Quais objetivos a atividade de projeto deveria ter? Projeto

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS Professor Djair Picchiai Campus São Paulo Março 2010 AS FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS Todo diretor, gerente, chefe e encarregado exercem estas sete funções administrativas, a saber:

Leia mais

Armazenagem e Movimentação de Materiais II

Armazenagem e Movimentação de Materiais II Tendências da armazenagem de materiais Embalagem: classificação, arranjos de embalagens em paletes, formação de carga paletizada, contêineres Controle e operação do armazém Equipamentos de movimentação

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

COMAKERSHIP: UMA PARCERIA ENTRE FORNECEDOR-CLIENTE RESUMO

COMAKERSHIP: UMA PARCERIA ENTRE FORNECEDOR-CLIENTE RESUMO COMAKERSHIP: UMA PARCERIA ENTRE FORNECEDOR-CLIENTE Profª. M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro maris@unisalesiano.edu.br ; Unisalesiano Jaqueline Possas Rocha jaquelineprocha@terra.com.br; Unisalesiano Juliana

Leia mais

Sistemas de Indicadores de Desempenho

Sistemas de Indicadores de Desempenho Sistemas de Indicadores de Desempenho Aula 11 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Indicadores Indicadores são formas de representação quantificáveis das características de produtos

Leia mais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais 1. Conceito - é a atividade de transformação (processo) de matéria-prima em utilidades necessárias ao consumidor. * Nenhuma organização sobrevive, a menos que produza alguma

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

12/09/2015. Conceituação do SIG. Introdução. Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte

12/09/2015. Conceituação do SIG. Introdução. Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte Sistemas de Informações Gerenciais Terceira Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2015. Todos direitos reservados. Atualizado em setembro de 2015 Conceituação do SIG Introdução Nessa fase o executivo

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO INTRODUÇÃO Grupo: DESENVOLVIMENTO DO PROJETO Empresa: Setor da empresa: Produtos: I.Objetivos e metas do projeto: a) quais as razões para a elaboração do projeto (aumento de demanda, segurança, novos equipamentos,

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

Maurus Joenk Diretor / Consultor Técnico QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE

Maurus Joenk Diretor / Consultor Técnico QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE Maurus Joenk Diretor / Consultor Técnico QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE QUALIDADE COM PRODUTIVIDADE A ARTPOL Assessoria, Consultoria e Treinamento Empresarial Ltda, atua em empresas transformadoras de plásticos

Leia mais

O que é Administração

O que é Administração O que é Administração Bem vindo ao curso de administração de empresas. Pretendemos mostrar a você no período que passaremos juntos, alguns conceitos aplicados à administração. Nossa matéria será puramente

Leia mais

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Introdução aos estudos da Administração da Produção 1 Introdução aos estudos da Administração da Produção UNIDADE I Evolução Histórica Objeto de estudo: ambiente, contexto

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial.

Palavras-chaves: Análise ABC, gestão de estoques, controle, diferencial. ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA PRODUTORA DE BEBIDAS, COMO AUXÍLIO À GESTÃO DA LOGÍSTICA DE MATERIAIS EM UM CENÁRIO DE DEMANDA VARIÁVEL Eduardo Bezerra dos Santos

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

- Aspectos limitadores: Produção com custo alto; Orçamentos mal elaborados; Dificuldade na análise e avaliação; Inadequação ao perfil empresarial;

- Aspectos limitadores: Produção com custo alto; Orçamentos mal elaborados; Dificuldade na análise e avaliação; Inadequação ao perfil empresarial; MARKETING ESPORTIVO E CULTURAL EAD MÓDULO XIX - RESUMO A evolução do ser humano no decorrer da história está associada diretamente ao conceito de cultura, que engloba os costumes e as experiências repassadas

Leia mais

Sistemas de Apoio a Decisão

Sistemas de Apoio a Decisão Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry Sistemas de Apoio a Decisão DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão O QUE É UM SISTEMA DE APOIO À DECISÃO?

Leia mais

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM Uma abordagem multidisciplinar Prof. Fernando Dal Zot 1 Visão geral das atividades do Almoxarifado / Depósito / Armazém Início RECEBER

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 4º Encontro - 27/02/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - ATIVIDADES DA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston 1 Planejamento e Controle Recursos de entrada a serem transformados Materiais Informação Consumidores AMBIENTE ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais Contextualização A transformação da matéria-prima em produto acabado requer que pelo menos um dos três elementos básicos de produção (trabalhador, máquina e material) seja movimentado. Para a maioria dos

Leia mais

SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL

SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL SIMULAÇÃO DE GESTÃO EMPRESARIAL I INTRODUÇÃO O JOGO DE GESTÃO EMPRESARIAL é uma competição que simula a concorrência entre empresas dentro de um mercado. O jogo se baseia num modelo que abrange ao mesmo

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Estabelece normas para o andamento das disciplinas de Trabalho de Graduação I e II referentes ao trabalho de conclusão de curso. Aprovado em reunião de colegiado

Leia mais

ÁREAS DE ATUAÇÃO SENAC EM JUNDIAÍ. Inspeções Internas. João Gama Godoy. Técnico de Segurança do Trabalho. Senac - 2009

ÁREAS DE ATUAÇÃO SENAC EM JUNDIAÍ. Inspeções Internas. João Gama Godoy. Técnico de Segurança do Trabalho. Senac - 2009 ÁREAS DE ATUAÇÃO SENAC EM JUNDIAÍ Inspeções Internas João Gama Godoy Técnico de Segurança do Trabalho Senac - 2009 É proibida a reprodução do conteúdo desta apresentação em qualquer meio de comunicação,

Leia mais

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS ISSN 1984-9354 MRP COMO SISTEMA PROPULSOR DE MELHORIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS Jamile Pereira Cunha Rodrigues (UESC) Resumo Diante do atual cenário competitivo empresarial, as empresas estão buscando

Leia mais

Para entendermos melhor a evolução da qualidade, precisamos rememorar alguns pontos na história.

Para entendermos melhor a evolução da qualidade, precisamos rememorar alguns pontos na história. SISTEMA DE QUALIDADE EAD MÓDULO XIX - RESUMO Para entendermos melhor a evolução da qualidade, precisamos rememorar alguns pontos na história. Posteriormente, ocorreu a Revolução Industrial, em que a subsistência

Leia mais

O executivo ou especialista na área de marketing deve identificar três níveis de sistemas:

O executivo ou especialista na área de marketing deve identificar três níveis de sistemas: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EAD MÓDULO IV A EMPRESA COMO SISTEMA Para o estudioso na área de marketing trabalhar melhor o planejamento nas organizações, ele precisa conhecer a empresa na sua totalidade e

Leia mais

CLASSIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO

CLASSIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO CLASSIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO Wattson Perales UFRN / CT / DEPT - Campus Universitário Natal RN 59072-970 e-mail: wattson@ct.ufrn.br After a bibliographic review about the theme on the most used

Leia mais

María Esmeralda Ballestero-Alvarez

María Esmeralda Ballestero-Alvarez 6.1.4 Distribuição física 6.1.4 Distribuição física Este capítulo trata o seguinte tema: Ferramentas usadas pelas técnicas de estruturação: Em especial contempla, descreve e detalha a distribuição física

Leia mais

Módulo 17 Estratégias mercadológicas

Módulo 17 Estratégias mercadológicas Módulo 17 Estratégias mercadológicas Todas as empresas para terem sucesso no mercado a longo prazo precisam de uma estratégia. Segundo Peter Druker, as estratégias são os planos de vôos das empresas. Analisando

Leia mais