Uma Avaliação das Vendas ao Comércio Varejista de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria no Brasil, no Primeiro Quadrimestre de 2007

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1 Uma Avaliação das Vendas ao Comércio Varejista de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria no Brasil, no Primeiro Quadrimestre de 2007 ANÁLISE NACIONAL De acordo com a PMC- Pesquisa mensal do comércio, do IBGE, o Comércio varejista do País apresentou, na relação mês/mês anterior com ajuste sazonal, em abril/07, taxas de variação de 0,4% (acumulando no primeiro quadrimestre taxa de crescimento de 3,9%) para o volume de vendas e de 0,8% para a receita nominal (acumulando no primeiro quadrimestre taxas de crescimento de 5,0%). Extraídas das séries sem ajustamento sazonal, as comparações com o mesmo período do ano anterior registraram taxas para o volume de vendas (que reflete as vendas em quantidades) de 7,5% no mês de abril; 9,2% no acumulado dos quatro primeiros meses do ano e de 7,3% no acumulado dos últimos 12 meses. Já a receita nominal (que reflete as vendas em valores) obteve taxa mensal de 8,2%, de 9,4% ao primeiro quadrimestre do ano e 7,7% relativas aos últimos 12 meses. Com as variações de 0,4% e de 0,8% assinaladas em abril, respectivamente pelo volume e receita nominal de vendas, com ajuste sazonal, o comércio varejista continuou registrando, pelo quarto mês consecutivo, resultado positivo em relação ao mês anterior, mantendo, assim, a tendência de crescimento observada pela evolução da média móvel trimestral. Na relação abril07/abril06, todas as atividades do varejo obtiveram aumento no volume de vendas. Segundo o relatório do IBGE, a atividade de comércio de Livros, jornais, revistas e papelaria foi o item que exerceu o menor impacto no resultado do varejo, ao registrar crescimento no volume de vendas de 8,6% sobre o mesmo mês de A taxa de crescimento observada no acumulado deste grupo no quadrimestre foi de 5,8% e acumulada nos últimos 12 meses de 3,1%, respectivamente. O desempenho do comércio continua refletindo o aumento do poder de compra da população, decorrente basicamente do aumento da massa real de salário da economia. 1

2 TABELA 1 BRASIL - VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES PMC ATIVIDADES Taxa de Variação COMÉRCIO VAREJISTA (**) 0,4 1,1 0,4 9,1 11,6 7,5 9,2 7,3 1 - Combustíveis e lubrificantes 1,1-0,2-1,5 5,1 7,0 6,6 5,3-3,7 2 - Hiper, supermercados, prods. INDICADOR MÊS/MÊS (*) FEV Taxa de Variação MAR INDICADOR MENSAL Taxa de Variação FEV MAR ABR alimentícios, bebidas e fumo 0,1 1,4 0,2 6,9 9,5 4,2 6,4 7, Super e hipermercados 0,0 1,1 1,3 8,6 11,3 4,4 7,3 7,8 3 - Tecidos, vest. e calçados -2,7 2,4-1,7 3,4 10,0 4,3 6,1 2,9 4 - Móveis e eletrodomésticos -4,4 0,1-3,6 19,2 17,6 13,1 18,5 13,2 5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria ,2 5,8 8,1 6,0 4,2 6 - Equip. e mat. para escritório informatica e comunicação ,6 24,9 25,6 21,6 24,0 7 - Livros, jornais, rev. e papelaria ,4 7,5 8,6 5,8 3,1 8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico ,6 26,7 23,5 22,3 19,5 COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (***) ,9 13,2 14,9 12,6 9,2 9 - Veículos e motos, partes e peças 6,8 4,5 0,9 19,8 18,3 33,9 21,3 13,8 10- Material de Construção ,6 4,4 11,0 7,2 8,1 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio. (*) Séries com ajuste sazonal (**) O indicador do comércio varejista é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 8. (***) O indicador do comércio varejista ampliado é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 10 ABR ACUMULADO NO ANO 12 MESES ANÁLISE REGIONAL Das vinte e sete Unidades da Federação, apenas duas apresentaram resultados totais negativos na comparação do desempenho do comércio de abril07/abril06, sendo elas: Roraima (-1,0%) e Goiás (-0,2%). Destacaram-se com as maiores variações positivas: Alagoas (26,7%); Tocantins (19,5%); Maranhão (15,8%); Ceará (14,4%); e Mato Grosso do Sul (13,9%). Quanto à participação na composição da taxa do Comércio varejista, os destaques, pela ordem, foram São Paulo (10,7%); Minas Gerais (5,7%); Rio de Janeiro (4,0%); Paraná (5,0%) e Santa Catarina (6,4%). Ainda por Unidades da Federação, os resultados com ajuste sazonal para o volume de vendas apontam, na comparação mês/mês anterior, 15 (quinze) Estados com variações negativas e 12 (doze) com crescimento. Os principais acréscimos ocorreram no Paraná (4,5%); Mato Grosso do Sul (2,4%); Pará (2,3%) e Piauí (2,3%). Já as maiores quedas se estabeleceram no Rio Grande do Norte (-4,8%); Amapá (-4,2%); Amazonas (-3,8%) e Roraima (-3,5%). No tocante ao desempenho regional do comércio de Livros, jornais, revistas e papelaria, os resultados também diferem bastante por Estado. A Tabela 2 descreve o resultado dos índices de volume e de receita nominal de vendas no comércio varejista ampliado, comparando-se os resultados de abril de 2007 com abril de 2006 em vários Estados. São nítidas nesse contexto, as diferenças de desempenho regionais, onde as maiores variações positivas ocorreram nos Estados de Pernambuco, Santa Catarina e São Paulo e as negativas na Bahia e no Rio de Janeiro. Em quase todos os casos, os incrementos nas receitas foram 2

3 superiores aos incrementos nos volumes de vendas. DECON- ABIGRAF- junho de 2007 Tabela 2 - Livros, jornais, revistas e papelaria (sem ajuste sazonal) Índices de volume e de receita nominal de vendas no comércio varejista ampliado por tipos de índice e atividades Variação mensal (base: igual mês do ano anterior) (2003 = 100) Brasil e Unidades da Federação Volume de Vendas (Quantidade) Receita Nominal (Valor) abr/07 abr/07 Brasil 8,58 9,27 São Paulo 23,44 25,73 Rio de Janeiro -7,92-10,67 Minas Gerais 2,57 1,7 Espírito Santo 8,87 5,63 Paraná 3,59 5,13 Santa Catarina 43,16 45,28 Rio Grande do Sul -7,16-4,12 Ceará -5,26-3,07 Pernambuco 34,75 35,67 Bahia -32,93-32,46 Goiás 4,28 10,28 Distrito Federal 16,56 19,68 Fonte: IBGE - Pesquisa Mensal de Comércio Nacional A Tabela 3 e o Gráfico 1 descrevem o resultado apenas do índices de volume de vendas, que refletem variações em quantidades comercializadas no comércio varejista do segmento em análise, comparando-se os resultados de janeiro a abril de 2005, 2006 e 2007, em vários Estados. Tabela 3 - Livros, jornais, revistas e papelaria (sem ajuste sazonal) Índices de volume de vendas no comércio varejista ampliado por tipos de índice e atividades Variação acumulada no ano (base: igual período do ano anterior) Brasil e Unidade da Federação % do Estado na ReceitaTotal de Vendas da Indústria Gráfica abr/05 abr/06 abr/07 Brasil 2,41-0,37 5,84 São Paulo 64,4% 21,11-6,32 2,87 Rio de Janeiro 10,6% 15,53-19,05 7,84 Minas Gerais 3,0% -2,73-21,55-0,68 Paraná 5,0% -1,59-10,85 6,01 Santa Catarina 4,0% 17-7,93 2,5 Rio Grande do Sul 4,3% -1,4 9,95-0,37 Pernambuco 1,2% -2,72 1,94 13,09 Goiás 0,6% 1,71-6,48 4,65 Ceará 8,77 0,45 12,97 Bahia 4,85-12,63-9,53 Espírito Santo 11,08 23,66-2,58 Distrito Federal 33,89 25,18 18,19 Fonte: IBGE - Pesquisa Mensal de Comércio Nacional 3

4 Tanto a Tabela 3 quanto o Gráfico 1 permitem perceber que, em 2007, houve uma recuperação das vendas nos Estados da região Sudeste, importantes consumidores de produtos gráficos, fato que impactou o índice acumulado no ano para o Brasil. Para alguns Estados, como o Distrito Federal, Pernambuco e Ceará, o desempenho também foi favorável, mas o volume de vendas desses produtos nos mesmos ainda é muito pequeno, comparado aos Estados da região Sudeste. Gráfico 1- Comparativo do Crescimento das Vendas no Comércio Varejista de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria nos Estados jan/abril e , ,18 abr/ ,84-0,37 2,41 Brasil 2,87 21,11-6,32 Ceará 7,84 15,53 Pernambuco -19,05 6,01-2,73-1,59-10,85-21,55 Bahia -0,68 Minas Gerais 2,5 17-7,93 Espírito Santo 13,09 9,95-1,4-2,72 1,94-0,37 Rio de Janeiro São Paulo 4,65 1,71-6,48 Paraná 12,97 0,45 8,77 Santa Catarina 4,85-12,63 Rio Grande do Sul -9,53 23,66 11,08-2,58 Goiás 33,89 Distrito Federal abr/06 abr/05 CONCLUSÕES O crescimento nas vendas no comércio varejista de livros, jornais, revistas e papelaria no Brasil, do primeiro quadrimestre de 2007 mostra-se bastante positivo quando comparado ao dado de Reflete certo aumento da renda da população. O desempenho das vendas no varejo dos produtos da área gráfica analisados está relacionado diretamente com o perfil sócio-econômico da população e reflete as realidades culturais muito distintas entre as diversas regiões do país. Nesse contexto, o aumento nas vendas nos Estados fora da região Sudeste, como o Ceará e Pernambuco, são boas notícias para a nossa indústria, já que, apesar da ainda reduzida importância desses Estados do Nordeste no consumo 4

5 nacional, se esses mercados continuarem a crescer, poderão se consolidar e significar uma nova frente para o crescimento da indústria gráfica. NOTAS METODOLÓGICAS A Pesquisa Mensal de Comércio - PMC tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e de seus principais segmentos. I CARACTERÍSTICAS DA PESQUISA Âmbito No estágio atual da PMC são investigadas empresas comerciais que possuam 20 ou mais pessoas ocupadas, cuja receita bruta provenha, predominantemente da atividade comercial varejista e estar sediada no território nacional e, em particular, para as Unidades da Federação da Região Norte (Rondônia, Roraima, Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Tocantins), são consideradas apenas aquelas que estão sediadas nos municípios das capitais. Abrangência A PMC abrange dez grupos de atividades cuja correspondência com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), está indicada no Quadro I abaixo. Deste total, oito segmentos têm receitas geradas predominantemente na atividade varejista e dois (Veículos e motos, partes e peças e Material de construção), abarcam varejo e atacado. Descrição da Atividade Código CNAE Combustíveis e lubrificantes 5050 Supermercados, hipermercados, produtos 5211, 5212, 5213, 5214, 5221, 5222, alimentícios, bebidas e fumo 5223, 5224 e 5229 Tecidos, vestuário e calçados 5231, 5232 e 5233 Móveis e eletrodomésticos 5242 e 5243 Artigos farmacêuticos, médicos, Ortopédicos, de perfumaria e cosméticos Equipamentos e materiais para escritório, Informática e de comunicação Livros, jornais, revistas e papelaria Outros artigos de uso pessoal e doméstico 5215 e 5249 Veículos e motocicletas, partes e peças 5010, 5030 e 5041 Material de construção 5153 e 5244 Unidade de Investigação A empresa, definida como entidade jurídica caracterizada por firma ou razão social, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), é a unidade básica de informação da PMC. Variável Investigada É a receita bruta de revenda, Total e por Unidade da Federação, definida no âmbito da empresa como a receita bruta mensal proveniente da revenda de mercadorias, não deduzidos os impostos incidentes e nem as vendas canceladas, abatimentos e impostos incondicionais. Não estão incluídas as receitas financeiras e não-operacionais. Amostra Com base na Pesquisa Anual de Comércio 2002 e dentro do âmbito e da abrangência previamente definidas, foram selecionadas cerca de empresas distribuídas nas 27 Unidades da Federação. II CONSTRUÇÃO DE INDICADORES Séries nominal e de volume A partir da receita bruta de revenda investigada são construídos indicadores para duas variáveis: Receita Nominal de Vendas e Volume de Vendas. Esta última resulta da deflação dos valores nominais correntes por índices de preços específicos para cada grupo de atividade, e para cada Unidade da 5

6 Federação, construídos a partir dos relativos de preços do IPCA e do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil - SINAPI. Na construção dos índices de preços das UFs não cobertas pelo IPCA, foram usados os relativos de preços da área geográfica mais apropriada. Divulgação dos resultados Os índices nominal e de volume de vendas são divulgados dentro do seguinte quadro esquemático: 1 Índice de Comércio Varejista - Índice-síntese dos grupos de atividades relacionados abaixo, cujas receitas provêm preponderantemente da atividade do varejo. Divulgados para o Brasil e suas 27 Unidades da Federação.. Combustíveis e lubrificantes;. Supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo;. Vestuário, calçados e tecidos;. Móveis e eletrodomésticos;. Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria e cosméticos;. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação;. Livros, jornais, revistas e papelaria;. Outros artigos de uso pessoal e doméstico 2 Índices de Comércio Varejista por atividade - Para os segmentos do varejo, relacionados acima, são divulgados índices em nível Brasil e 12 Unidades da Federação selecionadas: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal. Neste nível de abrangência geográfica divulga-se, ainda, resultados para Supermercados e hipermercados, que corresponde a um detalhamento da atividade de Supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo. 3 - Índices de Comércio Varejista Ampliado - Índice-síntese dos grupos de atividades que compõem o varejo e mais os segmentos de Veículos e motocicletas, partes e peças e de Material de construção. Divulgados para o Brasil e suas 27 Unidades da Federação. 4 - Índices de Comércio Varejista Ampliado por atividade - Para todas as atividades relacionadas no item 1 além de Veículos e motos, partes e peças e de Material de construção são calculados índices para o Brasil e as 12 Unidades da Federação citadas no item 2. Tipos de índices - São divulgados quatro tipos de índices: ÍNDICE DE BASE FIXA: compara os níveis nominais e de volume da Receita Bruta de Revenda do mês com a média mensal obtida no ano de ÍNDICE MENSAL: compara os índices nominais e de volume da Receita Bruta de Revenda do mês com os obtidos em igual mês do ano anterior; ÍNDICE ACUMULADO NO ANO: compara os índices acumulados nominais e de volume da Receita Bruta de Revenda de janeiro até o mês do índice com os de igual período do ano anterior; ÍNDICE ACUMULADO DE 12 MESES: compara os índices acumulados nominais e de volume da Receita Bruta de Revenda dos últimos 12 meses com os de igual período imediatamente anterior. III ENCADEAMENTO O IBGE encadeou a série de Índices de Base Fixa que encerrou em dezembro de 2003 (base 2000 = 100) com a série que se inicia em janeiro de 2004 (base 2003 = 100). A série encadeada tem como referência a média mensal de 2003 = 100. Este procedimento não altera as séries dos Índices Mensal, Acumulado no Ano e Acumulado de 12 meses já 6

7 publicadas. A série encadeada é, pois, uma série histórica de índices de volume com período de base móvel. Esta mudança traz como vantagem o uso de uma estrutura de ponderação mais atualizada, pois incorpora as mudanças nos preços relativos. IV SÉRIES DA PMC AJUSTADAS SAZONALMENTE As séries da PMC ajustadas consideram os fatores sazonais, o efeito calendário, os feriados de Carnaval, Páscoa e Corpus Christi além da identificação de outliers. Os cálculos são feitos utilizando-se o software X12 ARIMA, do U.S. Census Bureau. A modelagem foi inicialmente definida com a série de 5 anos da pesquisa (janeiro de 2000 a dezembro de 2004). Em julho de 2006, a modelagem foi atualizada com a série de 6 anos da pesquisa (janeiro de 2000 a dezembro de 2005) e permanecerá inalterada até a divulgação do resultado de dezembro de Para os feriados de Carnaval e Corpus Christi utilizou-se o programa genhol.exe, disponibilizado pelo U.S. Census Bureau, de modo a gerar a matriz de coeficientes de regressão. V - OBSERVAÇÕES 1 - Os índices do mês poderão ser alterados na divulgação do mês subseqüente, em virtude de retificações nos dados primários por parte dos informantes da pesquisa. 2. As atividades PMC não contempladas no ajuste sazonal ( Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, Livros, jornais, revistas e papelaria e Outros artigos de uso pessoal e doméstico ) serão publicadas quando as suas séries completarem 60 meses. 7

8 PESQUISA MENSAL DE COMÉRCIO - PMC DECON- ABIGRAF- junho de 2007 Tabela 16 - Índice e variação do volume de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal, por Unidade da Federação. Mês: abr/2007 Índice de Base Fixa (1) Variação mês/mês anterior Unidade da Federação fev/07 mar/07 abr/07 fev/07 mar/07 abr/07 Brasil 128,92 130,34 130,92 0,4 1,1 0,4 Rondônia 144,46 152,00 153,64-0,1 5,2 1,1 Acre 194,41 188,11 183,52-10,0-3,2-2,4 Amazonas 173,09 174,81 168,17 1,4 1,0-3,8 Roraima 131,02 137,30 132,54 2,8 4,8-3,5 Pará 133,98 136,68 139,83-1,4 2,0 2,3 Amapá 144,03 148,58 142,32 0,6 3,2-4,2 Tocantins 178,49 185,15 187,12-0,2 3,7 1,1 Maranhão 181,98 189,31 187,81 1,0 4,0-0,8 Piaui 137,88 139,83 142,99 6,1 1,4 2,3 Ceará 152,00 153,93 151,83 0,9 1,3-1,4 Rio G. do Norte 150,61 159,75 152,06-1,6 6,1-4,8 Paraíba 154,09 154,70 150,60-1,2 0,4-2,7 Pernambuco 134,39 137,87 135,37 0,0 2,6-1,8 Alagoas 185,69 181,55 182,06-0,6-2,2 0,3 Sergipe 148,18 155,44 150,82-4,3 4,9-3,0 Bahia 135,66 135,28 133,33 0,2-0,3-1,4 Minas Gerais 124,88 133,84 136,39-5,0 7,2 1,9 Espirito Santo 156,21 155,23 157,08 5,0-0,6 1,2 Rio de Janeiro 122,60 123,98 122,82 0,0 1,1-0,9 São Paulo 126,46 128,28 130,15 1,2 1,4 1,5 Paraná 117,67 117,70 123,03-1,9 0,0 4,5 Santa Catarina 133,12 131,33 133,89-1,6-1,3 1,9 Rio Grande do Sul 110,79 110,06 111,22-1,0-0,7 1,1 Mato Grosso do Sul 143,46 139,67 142,97 2,8-2,6 2,4 Mato Grosso 121,45 123,75 123,67 1,2 1,9-0,1 Goiás 132,69 135,37 131,58-6,2 2,0-2,8 Distrito Federal 141,57 140,94 137,10-0,4-0,4-2,7 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio. (1) Base: 2003 = 100 8

9 PESQUISA MENSAL DE COMÉRCIO - PMC DECON- ABIGRAF- junho de 2007 Tabela 17 - Índice e variação da receita nominal de vendas do comércio varejista com ajuste sazonal, por Unidade da Federação. Unidade da Federação Índice de Base Fixa (1) fev/07 mar/07 abr/07 fev/07 Mês: abr/2007 Variação mês/mês anterior mar/07 Brasil 142,08 143,81 144,92 0,8 1,2 0,8 abr/07 Rondônia 157,69 165,24 168,46 1,1 4,8 1,9 Acre 213,62 206,82 202,37-9,3-3,2-2,2 Amazonas 195,59 198,15 191,55 1,7 1,3-3,3 Roraima 148,10 150,55 149,72 1,8 1,7-0,6 Pará 151,32 156,35 158,75-2,8 3,3 1,5 Amapá 164,47 168,05 161,55-0,7 2,2-3,9 Tocantins 197,88 205,70 211,19 1,1 4,0 2,7 Maranhão 200,12 207,94 207,51 0,5 3,9-0,2 Piaui 149,01 150,34 153,52 1,8 0,9 2,1 Ceará 166,66 168,18 167,14 1,0 0,9-0,6 Rio G. do Norte 161,82 170,45 164,77-3,6 5,3-3,3 Paraíba 174,83 175,57 171,91-0,6 0,4-2,1 Pernambuco 152,63 155,18 156,13 0,1 1,7 0,6 Alagoas 208,11 204,21 203,73-2,3-1,9-0,2 Sergipe 175,20 182,18 178,90-2,0 4,0-1,8 Bahia 148,97 149,17 148,08 0,8 0,1-0,7 Minas Gerais 143,51 150,33 151,27-2,8 4,8 0,6 Espirito Santo 169,82 169,54 171,38 4,9-0,2 1,1 Rio de Janeiro 134,77 137,07 135,00 0,3 1,7-1,5 São Paulo 136,18 138,65 140,92 1,6 1,8 1,6 Paraná 131,36 134,01 136,44-1,6 2,0 1,8 Santa Catarina 148,28 148,22 149,24-1,2 0,0 0,7 Rio Grande do Sul 122,40 122,31 125,43-0,6-0,1 2,6 Mato Grosso do Sul 161,13 159,84 164,48 1,9-0,8 2,9 Mato Grosso 132,42 136,34 135,62-1,7 3,0-0,5 Goiás 149,18 152,92 148,92-4,4 2,5-2,6 Distrito Federal 157,18 158,05 156,80-0,1 0,6-0,8 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio. (1) Base: 2003 = 100 9

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