Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca Brasília DF Fax. (061)

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1 São Paulo, 22 de junho de AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL SUPERINTENDÊNCIA DE UNIVERSALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA nº 13, DE 30 DE MARÇO DE 2009 Proposta de Consulta Pública do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado prestado em regime público PGMU Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca Brasília DF Fax. (061) Correio eletrônico: At: Biblioteca da Anatel Setor de Consultas Públicas Ref.: Consulta Pública nº 13, de 30 de março de 2009 Proposta de Consulta Pública do Plano Geral de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado prestado em regime público PGMU TELCOMP Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, pessoa jurídica de direito privado, com escritório na Av. Iraí, nº 438, 4º andar, cj. 44, Moema, São Paulo SP, inscrita no CNPJ sob o nº / , considerando o disposto na Consulta Pública nº 13/09, vem respeitosamente à presença desta Agência expor e apresentar suas considerações e sugestões à Consulta Pública. Preliminarmente, cumpre entretanto tecer considerações que reputa relevantes para o momento atual enfrentado pelo setor de telecomunicações como um todo. A CP 13/09 tem por objeto definir novas metas de universalização. Essa determinação é relevante na medida em que é preciso que o país avance o atendimento do usuário e amplie de fato o acesso à prestação do serviço de telefonia fixa no país que ainda Página 1 de 9

2 é insuficiente (do ponto de vista da abrangência) e concentrado (do ponto de vista geográfico). Ainda é relevante que as metas de universalização do STFC sejam claras e suficientemente transparentes para evitar problemas futuros relacionados a um serviço com garantia de equilíbrio econômico-financeiro e remunerado por tarifa. Nesse sentido, o primeiro ponto de alerta está no fato de que não obstante o esforço, não há efetivamente nenhuma premissa de atendimento real de usuários inserida na universalização. Ela continua a ser uma miragem na qual a mera disponibilização do serviço, não importa seu preço, representa o acesso de todos e a própria universalização, o que é um sofisma, para não dizer uma inverdade. Seria o mesmo que dizer que ao construir o hospital mais avançado em uma cidade, disponibilizando serviços a preços elevadíssimos, estar-se-ia universalizando a saúde. Uma ilusão. O fato é que o PGMU proposto incorre no mesmo erro de seus antecessores ao não tocar em ponto essencial para alavancar as telecomunicações no país: o acesso efetivo do usuário e não a mera disponibilização. Tratase de um erro conceitual que deve ser avaliado e tratado para o fim de encarar a realidade do acesso às telecomunicações no país. A Anatel poderia se defender sustentando que o AICE (Acesso Individual Classe Especial) seria uma opção para aumentar essa penetração dos serviços básicos de telefonia fixa nos lares brasileiros, mas como todos sabemos, esse instrumento é tímido para a finalidade especificada de aumento da penetração do serviço de STFC e até hoje não obteve qualquer sucesso nesse sentido. O fato é que uma mera rediscussão do regulamento do AICE, tal qual defendido pela Anatel para aumentar penetração do STFC, não é e nunca foi determinante significativo da universalização do STFC no país. Por outro lado, outro ponto não menos importante é a ausência de divulgação de estudos referentes aos custos efetivos do projeto de universalização, nem mesmo avaliando os seus custos e como essas metas interagem com o aspecto tarifário e seu impacto para o consumidor. Esse fato de gravidade ímpar coloca a Agência em peculiar situação de fragilidade na medida em que questionamentos de usuários quanto aos deveres de pagar a assinatura básica, bem como o seu valor podem ser facilmente colocados em xeque. O que resta ao consumidor é entender como e porque ele deverá pagar a assinatura para subsidiar a expansão da banda larga (serviço não objeto de universalização) no país e, caso a Página 2 de 9

3 operadora preste tal serviço por meio da rede do STFC, como isso reverterá ao seu favor na tarifa. São questões que não podem ser ignoradas pelo regulador. Ainda em sede de comentários gerais é preciso registrar que este documento jamais poderá se reverter em livre passagem para concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) explorarem outro serviço em regime público ou privado que não seja efetivamente o Serviço Telefônico Fixo Comutado ou ainda utilizarem a mesma infraestrutura afeta à reversibilidade para o provimento de outro serviço, sem que esse fator seja um item redutor de tarifas para o assinante do STFC. Quanto a este ponto é fundamental se definir melhor e de forma mais explícita o conceito de Backhaul (constando na proposta como a infraestrutura de rede de suporte do STFC para conexão em banda larga, interligando as redes de acesso ao backbone da operadora). Em verdade tal conceito gera margem de dúvidas significativa quanto à vinculação do mesmo ao STFC, o acesso de competidores à rede, além de poder constituir problema sério em termos de determinação de reversibilidade. Esses problemas ocorrem por três motivos: um deles é que o fato de haver parte de infraestrutura para banda larga já construída por concessionárias pode causar discussão quanto à infraestrutura passível de reversão e disponibilização para competidores por questão temporal e de investimento; o outro é o controle sobre qual a parcela atribuível à reversão e à destinação ao STFC e igualmente destinada a acesso de competidores. Embora essas questões pareçam triviais de serem respondidas, pois se as metas são de universalização o uso prioritário da infraestrutura deve se dar pelo STFC e toda a parcela ser reversível, pode gerar dúvidas. Nesse sentido a TelComp propõe uma readequação do conceito de backhaul. Ademais o uso da infraestrutura pela concessionária para prover outro serviço deve se dar em igualdade plena de condições com os demais competidores, sem qualquer favorecimento ou discriminação. específicas. Ultrapassados os comentários preliminares, segue-se para as contribuições Página 3 de 9

4 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N O 13, DE 30 DE MARÇO DE 2009 PLANO GERAL DE METAS PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO PRESTADO NO REGIME PÚBLICO PGMU. Contribuições Art. 1 Art. 1º Para efeito deste Plano, entende-se por universalização o direito de acesso efetivo, considerando-se a instalação concreta de acessos e sua ativação (nº de linhas em serviço), de toda pessoa ou instituição, independentemente de sua localização e condição sócioeconômica, ao Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC, destinado ao uso do público em geral, prestado no regime público, conforme definição do Plano Geral de Outorgas de Serviço de Telecomunicações Prestado no Regime Público - PGO, aprovado pelo Decreto n o 6.654, de 20 de novembro de 2008, bem como a utilização desse serviço de telecomunicações em serviços essenciais de interesse público, nos termos do art. 79 da Lei n o 9.472, de 16 de julho de 1997, e mediante o pagamento de tarifas estabelecidas na regulamentação específica. Conforme explicitado nas contribuições gerais, é preciso que o conceito de universalização seja adequado para permitir uma visão real e não míope sobre quem tem efetivamente direito de acesso ao serviço. Art. 4º Art. 4 Para efeitos deste Plano são adotadas as definições constantes da regulamentação, em especial as seguintes: VII Backhaul é a infraestrutura de rede de suporte do STFC que pode servir secundariamente como rede de suporte para conexão em banda larga para prestação de outros serviços de telecomunicações de interesse coletivo, em especial o próprio STFC e o SCM, interligando as redes de acesso ao backbone da operadora iniciando-se efetivamente na e terminando na, incluindo e excluindo ; Página 4 de 9

5 Banda larga é: O termo Backhaul deve ser tecnicamente explicitado enquanto definição extremamente relevante para todo o cumprimento de metas e entendimento dos limites a que se referem tais metas. Isso evitará questionamentos quanto ao bem que é necessário à plena composição do backhaul, quanto aos equipamentos e bens que sejam dados como reversíveis, quanto à prioridade do investimento ser afeto à concessão em si e vinculada portanto ao STFC e não outro serviço, tendo o usuário do STFC como depositário da obrigação de pagar por este investimento através da remuneração da tarifa do STFC, e também quanto aos bens cujos competidores terão garantia de acesso. Além disso, O conceito de banda larga é desconhecido e enseja também futuros questionamentos do ponto de vista técnico se não for de fato explicitado. Embora haja a definição da UIT sobre banda larga e o Brasil seja signatário da UIT é preciso deixar clara a definição. Acesso a Internet em banda larga é definido a partir da velocidade de transmissão dos dados. A Recomendação I.113 do setor de Padronização da UIT define banda larga como a capacidade de transmissão que é superior àquela da primária do ISDN a 1.5 ou 2 Megabits por segundo. De qualquer forma também é necessário esclarecer que a banda larga não é um serviço em si, mas apenas a medida de um serviço já existente, o Serviço de Comunicação Multimídia ou mesmo o Serviço Móvel Pessoal (que permite a transmissão de dados). Art. 6º Art. 6 A partir de 1 de janeiro de 2011, em localidades com STFC com acessos individuais, as concessionárias devem: I - dar prioridade às solicitações de acesso individual dos estabelecimentos de ensino regular, das instituições de saúde, estabelecimentos de segurança pública, bibliotecas e museus públicos, órgãos do Poder Judiciário, órgãos do Ministério Público e órgãos de defesa do consumidor; II - tornar disponíveis acessos individuais para estabelecimentos de ensino regular, instituições de saúde, estabelecimentos de segurança pública, bibliotecas e museus públicos, órgãos do Poder Judiciário, órgãos do Ministério Público, objetivando permitir-lhes a comunicação por meio de voz ou da transmissão de outros sinais e a conexão à internet, mediante utilização do próprio STFC, ou deste, como suporte a acesso a outros serviços por meio de outro serviço de telecomunicações de interesse coletivo, em especial o próprio STFC e o SCM Página 5 de 9

6 Parágrafo único. As obrigações previstas nos incisos I e II deste artigo devem ser atendidas no prazo máximo de sete dias, após sua solicitação pela entidade, seja usuário final ou de outros prestadores de serviços de telecomunicações de interesse coletivo que contratem em regime de exploração industrial, meios ou infraestrutura. Deixar claro que o contrato de concessão não abrange a possibilidade de oferta de outros serviços, como é o caso da transmissão de dados e outros sinais, bem assim como o acesso à Internet, o que seria ilegal frente à Lei Geral de Telecomunicações e inclusive quanto ao escopo do contrato de concessão. Além disso, o usuário final ou o acesso de terceiros prestadores de serviços às redes das concessionárias deve se dar no mesmo prazo sob pena não haver isonomia. Art. 19. CAPÍTULO IV DAS METAS DE IMPLEMENTAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE REDE DE SUPORTE DO STFC PARA CONEXÃO EM BANDA LARGA USO SECUNDÁRIO COMO REDE DE SUPORTE PARA CONEXÃO EM BANDA LARGA PARA PRESTAÇÃO DE OUTROS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES DE INTERESSE COLETIVO, EM ESPECIAL O PRÓPRIO STFC E O SCM Art. 22 Art. 22. As concessionárias do STFC na modalidade Local, em suas respectivas áreas geográficas de concessão, têm por obrigação tornar disponível o acesso ao backhaul, nos termos da regulamentação aplicável, atendendo, prioritariamente, a implementação de políticas públicas para as telecomunicações, em especial o fomento da competição. Página 6 de 9

7 Além da universalização, já objeto deste Plano o outro pilar fundamental da política de telecomunicações plasmada na Lei Geral de Telecomunicações é a competição que deve ser objeto de destaque e atenção para cumprimento pela agência dos objetivos da própria lei. Art. 23 Seção II Das Metas de Expansão da Infraestrutura de Rede de Suporte do STFC para Conexão em Banda Larga de Alta Capacidade uso secundário como rede de suporte para conexão em banda larga de alta capacidade para prestação de outros serviços de telecomunicações de interesse coletivo, em especial o próprio STFC e o SCM Art. 23. As concessionárias do STFC na modalidade Local deverão instalar infraestrutura de rede de suporte ao do STFC para conexão banda larga de alta capacidade de transmissão uso secundário como rede de suporte para conexão em banda larga de alta capacidade de transmissão para prestação de outros serviços de telecomunicações de interesse coletivo, em especial o próprio STFC e o SCM nos municípios não atendidos pelo PGMU, aprovado pelo Decreto no 4.769, de 27 de junho de 2003, alterado pelo Decreto n 6.424, de 4 de abril de 2008, em suas respectivas áreas geográficas de concessão, observadas as seguintes disposições: Art. 24. Art. 24. A concessionária na modalidade Longa Distância Nacional e Internacional deverá instalar infraestrutura de rede de suporte ao do STFC para conexão banda larga uso secundário como rede de suporte para conexão em banda larga de alta capacidade de transmissão para prestação de outros serviços de telecomunicações de interesse coletivo, em especial o próprio STFC e o SCM, com capacidade mínima de 2,5 Gbps, em todas capitais até dezembro de Página 7 de 9

8 Art. 25. Art. 25. Até 31 de dezembro de 2014, as concessionárias do STFC na modalidade Local, em suas respectivas áreas geográficas de concessão, devem ter instalado infraestrutura de rede de suporte ao do STFC para conexão banda larga uso secundário como rede de suporte para conexão em banda larga de alta capacidade de transmissão para prestação de outros serviços de telecomunicações de interesse coletivo, em especial o próprio STFC e o SCM,com capacidade de transmissão mínima de 2,5 Gbps em todos os municípios com mais de habitantes. Art. 29. Art. 29. O backhaul como infraestrutura do STFC para uso secundário como rede de suporte para conexão em banda larga de alta capacidade de transmissão para prestação de outros serviços de telecomunicações de interesse coletivo, em especial o próprio STFC e o SCM é a infraestrutura de rede de suporte ao STFC para conexão banda larga de alta capacidade de transmissão implantados para atendimento dos compromissos de universalização qualificam-se, destacadamente, dentre os bens de infraestrutura e equipamentos de comutação e transmissão reversíveis na sua integralidade física e de capacidade à União e devem integrar a Relação de Bens Reversíveis a que se refere o Regulamento de Controle de Bens Reversíveis, aprovado pela Resolução n.º 447, de 19 de outubro de Página 8 de 9

9 * Na expectativa de que a contribuição apresentada fortaleça o processo democrático, esta Associação permanece à disposição para o aprimoramento do quadro regulatório de forma a trazer benefícios efetivos para investidores e usuários dos serviços de telecomunicações. Atenciosamente, Luis Cuza Presidente Executivo TelComp - Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas Página 9 de 9

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