I N D I C A D O R E S D E D E S E M P E N H O PA R A A S U N I D A D E S D E S A Ú D E FA M I L I A R

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "I N D I C A D O R E S D E D E S E M P E N H O PA R A A S U N I D A D E S D E S A Ú D E FA M I L I A R"

Transcrição

1 I N D I C A D O R E S D E D E S E M P E N H O PA R A A S U N I D A D E S D E S A Ú D E FA M I L I A R 12 de Abril de 2006

2 Introdução Cabe à Missão para os Cuidados de Saúde Primários (MCSP), entre outras tarefas, criar os instrumentos legais e operacionais que permitam a recentragem do sistema de saúde português nos Cuidados de Saúde Primários (CSP) e, simultaneamente, acompanhar o desenvolvimento desta nova metodologia de organização de cuidados. Para se conseguir tal desiderato é indispensável que se olhe a avaliação e a monitorização das diferentes actividades de um modo positivo, privilegiando a autoavaliação baseada em critérios e indicadores validados e cientificamente demonstrados. O desempenho, quer individual quer institucional, e a sua respectiva avaliação, deverá ser encarado, antes de mais, como um instrumento de uso predominantemente interno, servindo para melhor se perceber onde se está, como se está e que acertos efectuar para que se obtenha um melhor desempenho e melhores resultados de saúde. Por outro lado, o processo de contratualização, da responsabilidade das Agências de Contratualização (AC) das respectivas ARS, implica um processo de natureza avaliativa. Sendo assumida como um compromisso entre duas partes, o contrato firmado será monitorizado com base em indicadores de desempenho, o que reforça de forma clara a necessidade de que os indicadores apresentados sejam válidos, claros e proporcionem ganhos de qualidade. Áreas cobertas pelos indicadores Os indicadores que em seguida se apresentam tomam como ponto de partida o disposto na Norma IX do Despacho Normativo 9/2006, que refere sete áreas sobre as quais assenta a monitorização das actividades das USF: 1. Disponibilidade 2. Acessibilidade 3. Produtividade 4. Qualidade técnico-científica 5. Efectividade 6. Eficiência 7. Satisfação 2

3 A estas áreas considerou a MCSP justificar-se a inclusão de um breve conjunto de indicadores demográficos com vista a melhor caracterizar o contexto e cenários de actividade das USF. Metodologia de construção dos indicadores A MCSP começou por elaborar uma grelha de indicadores com base nas áreas referidas e tomando como ponto de partida um conjunto de documentos de referência, nomeadamente (i) o Plano Nacional de Saúde, (ii) as diferentes Orientações Técnicas produzidas pela Direcção Geral da Saúde e (iii) orientações técnicas de referência internacional. Optou-se, sempre que possível, pelas referências científicas mais recentes e consensuais, tendo-se verificado que estas em caso algum chocavam com as recomendações públicas nacionais, antes as reforçando. O primeiro esboço foi publicado no sítio da Internet da MCSP para discussão pública. O conjunto de recomendações, sugestões e críticas que chegaram à Missão foi analisado e o conjunto dos indicadores subsequentemente modificado. Numa segunda fase passou-se à elaboração de uma ficha técnica descritiva de cada indicador, constando dos seguintes elementos: Nome Designação do indicador. Uma nota referindo o interesse ou utilidade do indicador. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Uma breve indicação bibliográfica sobre o indicador e os momentos ao longo do ano em que ele deve ser utilizado. Sempre que possível indicou-se uma localização do texto na Internet. Uma breve descrição do método de construção do indicador. Estes elementos serão particularmente úteis a quem estiver envolvido no desenho e construção de sistemas de informação. O conjunto de indicadores assim produzido foi seguidamente discutido, modificado e acordado com representantes das Agências de Contratualização, como preceituado na Norma IX do Despacho Normativo 9/2006. Quem são os utilizadores dos indicadores Estes indicadores constituem um instrumento necessário a um conjunto de intervenientes no processo: Profissionais de saúde trabalhando nas USF e Centros de Saúde. Gestores e decisores a diversos níveis, nomeadamente a nível da contratualização. Profissionais de informática envolvidos na produção de software para as USF e os cuidados de saúde primários. Notas sobre a utilização dos indicadores A primeira noção que deve ser transmitida é a de que estes indicadores se constituem como uma base de conhecimentos a ser utilizada pelos interveniente no processo USF, ARS ou agências de contratualização que escolherão um subconjunto destes indicadores consoante as suas necessidades e obrigações. Do ponto de vista dos produtores de software, é previsível que esses não só incluam a totalidade dos indicadores recomendados nos seus produtos como, provavelmente, tentarão levar os 3

4 seus sistemas a fornecer informação sobre outros aspectos não consagrados neste conjunto de indicadores. Caberá a cada USF, Centro de Saúde e Administração Regional de Saúde decidirem sobre o interesse e pertinência desse potencial. Os momentos escolhidos de avaliação deverão ser acordados entre todos os envolvidos no processo. Cada indicador sugere uma periodicidade, mas esta deverá ser adaptada a cada realidade específica. Na mesma lógica de raciocínio deve ser sublinhado que estes indicadores não são estáticos. Estamos numa área para a qual existem múltiplas possibilidades de abordagem. Isto quer dizer que, elaborado noutro momento e por outros intervenientes, este conjunto de indicadores teria provavelmente características e conteúdos diferentes. Eles são assim susceptíveis de modificação, quer porque surge nova informação científica que obriga à sua revisão, quer porque em determinados contextos específicos serão necessários outros indicadores que poderão não estar contemplados nesta base. Um terceiro aspecto que deve ser lembrado, é que o que está em avaliação é a prática e não os indivíduos. Estamos culturalmente pouco acostumados a processos de avaliação de desempenho, pelo que tendemos a encarar este tipo de exercício como ataques pessoais. O uso deste tipo de informação é um poderoso instrumento de desenvolvimento profissional contínuo e como tal deverá ser encarado. Por último, existe um conjunto de expressões e termos que poderão suscitar dúvidas por parte dos utilizadores deste conjunto de indicadores. Por esse motivo eles serão acompanhados de um Glossário a distribuir a curto prazo. Agradecimentos Após a publicação do conjunto preliminar de indicadores no sítio da Missão, esta foi inundada por uma avalanche de contribuições da maior importância na correcção de erros e omissões. A todos a MCSP agradece reconhecida. Os erros, a continuarem a existir, são da nossa integral responsabilidade. 4

5 Índice Capítulo 1: Informação demográfica Índice de dependência de idosos Índice de dependência de jovens Índice de dependência total Percentagem de população activa Percentagem de população jovem Percentagem de população idosa Índice de vitalidade Capítulo 2: Disponibilidade Pirâmide etária dos utentes inscritos na USF Pirâmide etária dos utentes inscritos na USF, por médico Utentes inscritos na USF Unidades ponderadas Média de inscritos por médico Utentes inscritos por médico Unidades ponderadas Média de inscritos por enfermeiro Média de inscritos por enfermeiro Unidades ponderadas Capítulo 3: Acessibilidade Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente no próprio dia, por USF Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente no próprio dia, por médico Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente de dois a cinco dias, por USF Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente de dois a cinco dias, por médico

6 3.5 - Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente num prazo de seis ou mais dias, por USF Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente num prazo de seis ou mais dias, por médico Percentagem de consultas, de iniciativa dos utentes, marcadas de forma não presencial (telefone, SMS, e via fax) Percentagem de consultas agendadas que foram realizadas Percentagem de consultas médicas agendadas e não realizadas, por falta do utente Percentagem de consultas de enfermagem agendadas e não realizadas, por falta do utente Tempo médio de espera pela concretização da consulta a partir da hora marcada Percentagem de consultas ao utente pelo seu próprio médico de família Percentagem de contactos directos Taxa de utilização da USF Taxa de utilização global de consultas Taxa de utilização de consultas dos zero aos 11 meses Taxa de utilização de consultas dos 12 aos 23 meses Taxa de utilização de consultas entre os zero e os 18 anos Taxa de utilização de consultas entre os 19 e os 44 anos Taxa de utilização de consultas entre os 45 e os 64 anos Taxa de utilização de consultas dos 65 ou mais anos Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar Taxa de utilização de consultas de saúde infantil no primeiro ano de vida Taxa de utilização de consultas de saúde infantil no segundo ano de vida Capítulo 4: Produtividade Utilização média global Número médio de consultas em saúde de adultos Número médio de consultas em saúde de adultos dos 19 aos 44 anos Número médio de consultas em saúde de adultos dos 45 aos 64 anos Número médio de consultas em saúde de adultos com 65 ou mais anos Número médio de consultas em planeamento familiar Número médio de consultas por grávida vigiada na USF Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos 2 aos 6 anos Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos 7 aos 18 anos Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses

7 Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos 2 aos 6 anos Percentagem de exames globais de saúde em crianças com 6 anos completos Percentagem de exames globais de saúde em crianças com 13 anos completos Taxa de visitas domiciliárias médicas Número médio de consultas de enfermagem por utilizador Número médio de consultas de enfermagem em saúde do adulto Número médio de consultas de enfermagem em planeamento familiar Número médio de consultas de enfermagem em saúde materna Número médio de consultas de enfermagem em saúde infantil Percentagem de intervenções de enfermagem por utente Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo vigiar/ monitorizar Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo informar Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo executar Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo gerir Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo cuidar Taxa de visitas domiciliárias de enfermagem Número médio de visitas domiciliárias de enfermagem por utente visitado Percentagem de visitas domiciliárias de enfermagem relativamente ao total de consultas de enfermagem Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a puérperas vigiadas na USF durante a gravidez Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a recém nascidos Capítulo 5: Qualidade técnico-científica Percentagem de mulheres entre os 50 e 69 anos com mamografia registada nos últimos dois anos Percentagem de mulheres entre os 25 e 64 anos com colpocitologia actualizada Percentagem de inscritos entre os 50 e 74 anos com rastreio de cancro colo-rectal efectuado Percentagem de diabéticos com pelo menos uma HbA1C registada nos últimos três meses Percentagem de diabéticos com pelo menos uma LDL-C registada no ano Percentagem de diabéticos com pelo menos uma avaliação da microalbuminúria ou da proteinúria no ano Percentagem de diabéticos com pelo menos um exame dos pés registado no ano Percentagem de diabéticos com pelo menos um valor de pressão arterial registado nos últimos três meses

8 5.9 - Percentagem de diabéticos com uma referenciação para oftalmologia registada no ano Percentagem de hipertensos com registo de pressão arterial nos últimos seis meses Percentagem de inscritos maiores de 16 anos com registo de hábitos tabágicos no último ano Percentagem de inscritos maiores de 16 anos com registo de hábitos alcoólicos no último ano Percentagem de inscritos maiores de dois anos com o índice de massa corporal registado nos últimos dois anos Percentagem de prescrição de quinolonas Percentagem de prescrição de cefalosporinas Capítulo 6: Efectividade Percentagem de vacinados por vacinas e por coortes (2 anos, 6 anos, 13 anos) Percentagem de inscritos com 25 ou mais anos com a vacina antitetânica actualizada Percentagem de inscritos com 65 ou mais anos com a vacina da gripe efectuada na última época vacinal Percentagem de grávidas com revisão de puerpério efectuada Percentagem de diabéticos com a última HbA1C > 9,0% Percentagem de diabéticos com a última LDL-C <130 mg/dl Percentagem de diabéticos com a última LDL-C <100 mg/dl Percentagem de diabéticos com a última pressão arterial <140/80 mm Hg Percentagem de primeiras consultas de gravidez no primeiro trimestre Percentagem de utilização da consulta de saúde materna Permilagem de baixo peso ao nascer (< 2500 gramas) Percentagem de primeiras consultas na vida efectuadas até aos 28 dias Percentagem de diagnósticos precoces (TSHPKU) realizadas até ao sétimo dia de vida do recém nascido Percentagem de lactentes com aleitamento materno exclusivo até aos três meses completos Percentagem de crianças de seis anos livres de cáries dentárias Percentagem de casos com gestão do regime terapêutico ineficaz Taxa de úlcera de pressão (total e por grau I, II, III, IV) Taxa de dependência do autocuidado Percentagem de diabéticos abrangidos pela consulta de enfermagem Capítulo 7: Eficiência Custo médio de medicamentos, por consulta Custo médio de medicamentos, por médico e por consulta Custo médio de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, por consulta Custo médio de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, por médico e por consulta Custo médio total por consulta médica

9 7.6 - Custo médio de medicamentos, por utilizador Custo médio de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, por utilizador Custo médio total, por consulta de enfermagem Custo médio total, por utilizador Percentagem de referenciação para consultas hospitalares, por médico Percentagem de referenciação para consultas hospitalares, total Percentagem de referenciação para a urgência hospitalar, por médico Percentagem de referenciação para a urgência hospitalar, total Capítulo 8: Satisfação

10 Capítulo 1: Informação demográfica 1.1 Índice de dependência de idosos 1.2 Índice de dependência de jovens 1.3 Índice de dependência total 1.4 Percentagem de população activa 1.5 Percentagem de população jovem 1.6 Percentagem de população idosa 1.7 Índice de vitalidade 10

11 Índice de dependência de idosos Quando fazemos a análise demográfica de uma população, num determinado momento, a pirâmide etária em números absolutos é o instrumento mais usado. No entanto, se quisermos efectuar uma avaliação de uma parte populacional ou ter uma visão rápida de determinados elementos, poderemos usar o critério de agrupar determinados grupos etários, originando grupos funcionais. Os grupos funcionais mais usados são 0-14, e 65 e mais anos. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto anualmente. População com 65 e mais anos. População com anos. 11

12 Índice de dependência de jovens Quando fazemos a análise demográfica de uma população, num determinado momento, a pirâmide etária em números absolutos é o instrumento mais usado. No entanto, se quisermos efectuar uma avaliação de uma parte populacional ou ter uma visão rápida de determinados elementos, poderemos usar o critério de agrupar determinados grupos etários, originando grupos funcionais. Os grupos funcionais mais usados são 0-14, e 65 e mais anos. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto anualmente. População com 0-14 anos. População com anos. 12

13 Índice de dependência total Quando fazemos a análise demográfica de uma população, num determinado momento, a pirâmide etária em números absolutos é o instrumento mais usado. No entanto, se quisermos efectuar uma avaliação de uma parte populacional ou ter uma visão rápida de determinados elementos, poderemos usar o critério de agrupar determinados grupos etários, originando grupos funcionais. Os grupos funcionais mais usados são 0-14, e 65 e mais anos. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto anualmente. População com 0-14 anos + população com 65 e mais anos. População com anos. 13

14 Percentagem de população activa Quando fazemos a análise demográfica de uma população, num determinado momento, a pirâmide etária em números absolutos é o instrumento mais usado. No entanto, se quisermos efectuar uma avaliação de uma parte populacional ou ter uma visão rápida de determinados elementos, poderemos usar o critério de agrupar determinados grupos etários, originando grupos funcionais. Os grupos funcionais mais usados são 0-14, e 65 e mais anos. A taxa de actividade é um indicador importante para estudar indivíduos que estejam reformados, desempregados, em trabalho sazonal ou outras situações potencialmente problemáticas. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto anualmente. População dos 15 aos 64 anos. População total. 14

15 Percentagem de população jovem Quando fazemos a análise demográfica de uma população, num determinado momento, a pirâmide etária em números absolutos é o instrumento mais usado. No entanto, se quisermos efectuar uma avaliação de uma parte populacional ou ter uma visão rápida de determinados elementos, poderemos usar o critério de agrupar determinados grupos etários, originando grupos funcionais. Os grupos funcionais mais usados são 0-14, e 65 e mais anos. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto anualmente. População dos zero aos 14 anos. População total. 15

16 Percentagem de população idosa Quando fazemos a análise demográfica de uma população, num determinado momento, a pirâmide etária em números absolutos é o instrumento mais usado. No entanto, se quisermos efectuar uma avaliação de uma parte populacional ou ter uma visão rápida de determinados elementos, poderemos usar o critério de agrupar determinados grupos etários, originando grupos funcionais. Os grupos funcionais mais usados são 0-14, e 65 e mais anos. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto anualmente. População com 65 e mais anos. População total. 16

17 Índice de vitalidade Quando fazemos a análise demográfica de uma população, num determinado momento, a pirâmide etária em números absolutos é o instrumento mais usado. No entanto, se quisermos efectuar uma avaliação de uma parte populacional ou ter uma visão rápida de determinados elementos, poderemos usar o critério de agrupar determinados grupos etários, originando grupos funcionais. Os grupos funcionais mais usados são 0-14, e 65 e mais anos. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto anualmente. População com 65 e mais anos. População dos zero aos 14 anos. 17

18 Capítulo 2: Disponibilidade 2.1 Pirâmide etária dos utentes inscritos na USF 2.2 Pirâmide etária dos utentes inscritos na USF, por médico 2.3 Utentes inscritos na USF unidades ponderadas 2.4 Média de inscritos por médico 2.5 Utentes inscritos por médico Unidades ponderadas 2.6 Média de inscritos por enfermeiro 2.7 Média de inscritos por enfermeiro unidades ponderadas 18

19 2.1, Pirâmide etária dos utentes inscritos na USF Pirâmide etária dos utentes inscritos na USF, por médico Necessidade de conhecimento dos utentes que frequentam a USF, com vista a planeamento adequado de planos de actividades dirigidos aos diferentes escalões etários e ao género. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Nazareth, J. Manuel, Princípios e Métodos de Análise da Demografia Portuguesa. Lisboa: Editorial Presença; Indicador revisto semestralmente. Regras para construir uma pirâmide etária: 1- Homens à esquerda e mulheres à direita. 2- No eixo das ordenadas marcam-se as idades com uma amplitude fixa, no eixo das abcissas marcam-se os efectivos reais de cada sexo para que a superfície de cada rectângulo seja proporcional à população dos efectivos reais. 3- O princípio da relação altura largura deve obedecer à seguinte proporção, largura = 1, Altura = 2/3 da largura. 4- Repartir os efectivos reais em grupos de cinco anos, até ao grupo 85-89, a partir do qual se partiria a pirâmide, usando um único grupo de => 90 anos. 5- Pode-se escrever-se num dos lados do rectângulo que envolve as gerações da pirâmide, a data de nascimento, para uma maior percepção da mesma. 6- Quando se trabalha com grupos de idade, a largura do rectângulo é proporcional ao número de anos existentes em cada grupo de idades. 7- Só a representação em efectivos absolutos, dá uma visualização correcta da importância das diferentes idades, portanto, se queremos analisar listas de utentes, a representação em efectivos absolutos deve ser aconselhada. 19

20 Utentes inscritos na USF Unidades ponderadas Necessidade de efectuar a ponderação dos utentes da USF, de acordo com os vários critérios de ponderação, com vista a uma maior equidade na sua distribuição. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Decreto-Lei 117/98, de 5 de Maio, art. 5, nº 3. Indicador revisto semestralmente. O número de crianças até aos quatro anos de idade será multiplicado pelo factor 1,5. O número de pessoas com 65 ou mais anos de idade será multiplicado pelo factor 2. Os restantes inscritos mantêm o factor 1. 20

21 Média de inscritos por médico Este indicador serve de linha orientadora e equitativa da divisão de pacientes inscritos por médico. Fonte de dados e período de validade Indicador revisto semestralmente. Número de utentes inscritos na USF. Número de médicos. A / B 21

22 Utentes inscritos por médico Unidades ponderadas Necessidade de efectuar a ponderação dos utentes de uma lista de cada médico de família, de acordo com os vários critérios de ponderação, com vista a uma maior equidade na sua distribuição e remuneração. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Decreto-Lei 117/98, de 5 de Maio, art. 5, nº 3. Indicador revisto semestralmente. O número de crianças até aos quatro anos de idade será multiplicado pelo factor 1,5. O número de pessoas com 65 ou mais anos de idade será multiplicado pelo factor 2. Os restantes inscritos mantêm o factor 1. 22

23 Média de inscritos por enfermeiro Segundo a Organização Mundial de Saúde, cada enfermeiro trabalhando no contexto dos cuidados de saúde primários deverá seguir 300 a 400 famílias, equivalendo a um número entre 900 e 1100 pessoas. Tendo em conta a presente escassez de recursos humanos bem como a estruturação das USF com base em listas de pacientes, opta-se neste indicador por utilizar o indivíduo como unidade de observação. Este indicador serve de linha orientadora e equitativa da divisão de pacientes inscritos por enfermeiro. Fonte de dados e período de validade Indicador revisto anualmente. Número de utentes inscritos na USF. Número de enfermeiros. A / B 23

24 Média de inscritos por enfermeiro Unidades ponderadas Necessidade de efectuar a ponderação dos utentes inscritos na USF, de acordo com os vários critérios de ponderação, com vista a uma maior equidade na sua distribuição e remuneração. Fonte de dados e periodicidade de avaliação Decreto-Lei 117/98, de 5 de Maio, art. 5, nº 3. Indicador revisto semestralmente. O número de crianças até aos quatro anos de idade será multiplicado pelo factor 1,5. O número de pessoas com 65 ou mais anos de idade será multiplicado pelo factor 2. Os restantes inscritos mantêm o factor 1. 24

25 Capítulo 3: Acessibilidade 3.1 Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente no próprio dia, por USF 3.2 Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente no próprio dia, por médico 3.3 Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente de dois a cinco dias, por USF 3.4 Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente de dois a cinco dias, por médico 3.5 Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente num prazo de seis ou mais dias, por USF 3.6 Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente num prazo de seis ou mais dias, por médico 3.7 Percentagem de consultas, de iniciativa dos utentes, marcadas de forma não presencial (telefone, SMS, e via fax) 3.8 Percentagem de consultas agendadas que foram realizadas 3.9 Percentagem de consultas médicas agendadas e não realizadas, por falta do utente 3.10 Percentagem de consultas de enfermagem agendadas e não realizadas, por falta do utente 3.11 Tempo médio de espera pela concretização da consulta a partir da hora marcada 3.12 Percentagem de consultas ao utente pelo seu próprio médico de família 3.13 Percentagem de contactos directos 3.14 Taxa de utilização da USF 3.15 Taxa de utilização global de consultas 3.16 Taxa de utilização de consultas dos zero aos 11 meses 3.17 Taxa de utilização de consultas dos 12 aos 23 meses 3.18 Taxa de utilização de consultas entre os zero e os 18 anos 3.19 Taxa de utilização de consultas entre os 19 e os 44 anos 3.20 Taxa de utilização de consultas entre os 45 e os 64 anos 3.21 Taxa de utilização de consultas dos 65 ou mais anos 3.22 Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar 3.23 Taxa de utilização de consultas de saúde infantil no primeiro ano de vida 3.24 Taxa de utilização de consultas de saúde infantil no segundo ano de vida 25

26 3.1 a Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente no próprio dia, por USF Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente no próprio dia, por médico Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente de dois a cinco dias, por USF Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente de dois a cinco dias, por médico Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente num prazo de seis ou mais dias, por USF Percentagem de marcação de consultas de iniciativa do utente num prazo de seis ou mais dias, por médico Permitem medir a acessibilidade da USF face a um pedido de marcação de consulta por iniciativa do utente, considerando-se, neste caso, prazos que se consideram razoáveis para obtenção da mesma, mais precisamente até cinco dias. A percentagem de consultas no próprio dia é um bom indicador de resposta imediata, desde que integrado de modo equilibrado no conjunto das marcações programadas previamente para esse dia. Admite-se que estas percentagens são influenciadas pelo número de pedidos voluntários de consulta para além dos cinco dias. Assumindo-se que tal valor não será muito diferente entre USF de características semelhantes, poder-se-á, desse modo, retirar algumas conclusões acerca da maior ou menor acessibilidade a consultas de curto prazo. Indicador avaliado semestralmente. 26

27 3.1 a 3.6 (cont.) Numeradores: 3.1 Número de consultas marcadas no próprio dia, total da USF. 3.2 Número de consultas marcadas para o próprio dia, por médico. 3.3 Número de consultas marcadas dois a cinco dias antes, total da USF. 3.4 Número de consultas marcadas dois a cinco dias antes, por médico. 3.5 Número de consultas marcadas seis ou mais dias antes, total da USF. 3.6 Número de consultas marcadas seis ou mais dias antes, por médico. Denominadores: 3.1, 3.3, 3.5 Número de consultas agendadas para a USF 3.2, 3.4, 3.6 Número de consultas agendadas para o médico. 27

28 Percentagem de consultas, de iniciativa dos utentes, marcadas de forma não presencial (telefone, SMS, e via fax) Permite medir a utilização de diferentes meios de marcação de consultas que dispensam a presença dos utilizadores, ou seja, avalia não só a acessibilidade da USF a estas vias mais inovadoras de interacção com o cidadão, mas também o grau de adesão a estas tecnologias. Indicador avaliado semestralmente. Número de consultas, de iniciativa dos utentes, marcadas de forma não presencial. Número de consultas de iniciativa dos utentes. 28

29 Percentagem de consultas agendadas que foram realizadas Permite avaliar não só o grau de adesão dos utentes à consulta mas também a capacidade de resposta da USF face às consultas agendadas. A conjugação deste indicador com a percentagem de consultas agendadas e não realizadas, por falta do utente, permitirá avaliar a percentagem de consultas agendadas que não obtiveram qualquer tipo de resposta por parte da Unidade de Saúde. Indicador avaliado mensal e semestralmente. Número de consultas médicas agendadas e realizadas na USF Número de consultas médicas agendadas na USF 29

30 3.9, Percentagem de consultas médicas agendadas e não realizadas, por falta do utente Percentagem de consultas de enfermagem agendadas e não realizadas, por falta do utente Permite uma avaliação do grau de adesão dos utentes à consulta. A reflexão sobre os valores encontrados será útil no sentido de se decidirem algumas alterações à dinâmica habitual de acesso à prestação de cuidados de saúde. Indicador avaliado mensal e semestralmente. Numeradores: 3.9 Número de consultas médicas agendadas e não realizadas por falta do utente Número de consultas de enfermagem agendadas e não realizadas por falta do utente Denominadores: 3.9 Número de consultas médicas agendadas Número de consultas de enfermagem agendadas. 30

31 Tempo médio de espera pela concretização da consulta a partir da hora marcada É reconhecido que o tempo médio de espera entre a hora marcada e a hora de concretização de uma consulta pode traduzir uma maior ou menor adaptabilidade das agendas (médica e/ou de enfermagem) às necessidades dos utilizadores. Indicador avaliado por censo de um dia de três em três meses. Diferença entre a hora de marcação e a hora de início da consulta (médica e/ou de enfermagem). 31

32 Percentagem de consultas ao utente pelo seu próprio médico de família Permite analisar duas vertentes da acessibilidade à USF: A primeira, de forma directa, revela-nos qual a percentagem de utentes que tiveram uma resposta na unidade de saúde concretizada pelo seu próprio médico de família. A segunda, de forma indirecta, informa-nos acerca da mobilização que a USF teve de concretizar, no sentido de proporcionar uma resposta aos utentes que não foram puderam ser observados pelo seu médico de família habitual, independentemente das razões para tal o que habitualmente se designa por consultas de intersubstituição. Indicador avaliado semestral e anualmente. Número de consultas realizadas aos utentes da USF pelos seus próprios médicos de família Número de consultas de medicina geral e familiar na USF 32

33 Percentagem de contactos directos A interacção com os utilizadores de uma USF pode ser concretizada através de contactos directos (em presença física), ou indirectos (sem presença física). A acessibilidade pode ser melhorada através de contactos não presenciais, permitindo a resolução ou encaminhamento de situações que, de outro modo, estariam sujeitas a maior demora. Indicador avaliado semestral e anualmente. Número de contactos directos Número de contactos (directos e indirectos) 33

34 3.14 a Taxa de utilização da USF Taxa de utilização global de consultas Taxa de utilização de consultas dos zero aos 11 meses Taxa de utilização de consultas dos 12 aos 23 meses Taxa de utilização de consultas entre os zero e os 18 anos Taxa de utilização de consultas entre os 19 e os 44 anos Taxa de utilização de consultas entre os 45 e os 64 anos Taxa de utilização de consultas dos 65 ou mais anos É importante ter dados acerca da percentagem de inscritos que utiliza os serviços prestados pelas unidades de saúde. Os grupos etários escolhidos correspondem às grandes etapas da vida: juventude, a condição de adulto e a de idoso. Por ser indubitavelmente importante para o regular desenvolvimento da criança, destacamos os dois primeiros anos de vida. Indicador avaliado semestral e anualmente. Numeradores: 3.14 Todos os primeiros contactos de qualquer tipo, no ano, registados na USF 3.15 Número de primeiras consultas no ano, de forma global 3.16 Número de primeiras consultas no ano, utentes dos zero aos 11 meses 3.17 Número de primeiras consultas no ano, utentes dos 12 aos 23 meses 3.18 Número de primeiras consultas no ano, utentes dos 0 aos 18 anos 3.19 Número de primeiras consultas no ano, utentes dos 19 aos 44 anos 3.20 Número de primeiras consultas no ano, utentes dos 45 aos 64 anos 3.21 Número de primeiras consultas no ano, utentes com 65 ou mais anos Denominadores: 3.14, 3.15 Número total de inscritos na USF 3.16 Número de inscritos na USF dos zero aos 11 meses 3.17 Número de inscritos na USF dos 12 aos 23 meses 3.18 Número de inscritos na USF com idade entre os zero e os 18 anos 3.19 Número de inscritos na USF com idade entre os 19 e os 44 anos 3.20 Número de inscritos na USF com idade entre os 45 e os 64 anos 3.21 Número de inscritos na USF com 65 ou mais anos 34

35 Taxa de utilização de consultas de planeamento familiar Permite saber qual a percentagem de mulheres em idade fértil, i.e., com idade compreendida entre os 15 e os 49 anos, inscritas na USF, que tiveram uma consulta de planeamento familiar, identificada como tal, pelo menos uma vez no último ano. Direcção-Geral da Saúde, Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes. Saúde reprodutiva Planeamento Familiar. Lisboa: Direcção-Geral da Saúde; Indicador avaliado semestral e anualmente. Número de primeiras consultas de planeamento familiar, num determinado período de tempo Número de mulheres em idade fértil (15 a 49 anos) inscritas na USF. 35

36 3.23, Taxa de utilização de consultas de saúde infantil no primeiro ano de vida Taxa de utilização de consultas de saúde infantil no segundo ano de vida Permite saber qual a percentagem de crianças inscritas na USF, até aos dois anos completos com pelo menos uma consulta de vigilância de saúde infantil no período em avaliação. Indicador avaliado anualmente. Numeradores 3.23 Número de crianças com idade inferior a um ano com pelo menos uma consulta de vigilância de saúde infantil no período de avaliação Número de crianças com idade de um a dois anos exclusivé com pelo menos uma consulta de vigilância de saúde infantil no período de avaliação Denominador 3.23 Número de crianças inscritas na USF, com idade inferior a um ano 3.24 Número de crianças inscritas na USF, com idade de um a dois anos exclusivé 36

37 Capítulo 4: Produtividade 4.1 Utilização média global 4.2 Número médio de consultas em saúde de adultos 4.3 Número médio de consultas em saúde de adultos dos 19 aos 44 anos 4.4 Número médio de consultas em saúde de adultos dos 45 aos 64 anos 4.5 Número médio de consultas em saúde de adultos com 65 ou mais anos 4.6 Número médio de consultas em planeamento familiar 4.7 Número médio de consultas por grávida vigiada na USF 4.8 Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil 4.9 Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses 4.10 Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses 4.11 Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos dois aos seis anos 4.12 Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos sete aos 18 anos 4.13 Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses 4.14 Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses 4.15 Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos dois aos seis anos 4.16 Percentagem de exames globais de saúde em crianças com seis anos completos 4.17 Percentagem de exames globais de saúde em crianças com 13 anos completos 4.18 Taxa de visitas domiciliárias médicas 4.19 Número médio de consultas de enfermagem por utilizador 4.20 Número médio de consultas de enfermagem em saúde do adulto 37

38 4.21 Número médio de consultas de enfermagem em planeamento familiar 4.22 Número médio de consultas de enfermagem em saúde materna 4.23 Número médio de consultas de enfermagem em saúde infantil 4.24 Percentagem de intervenções de enfermagem por utente 4.25 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo vigiar/monitorizar 4.26 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo informar 4.27 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo executar 4.28 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo gerir 4.29 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo cuidar 4.30 Taxa de visitas domiciliárias de enfermagem 4.31 Número médio de visitas domiciliárias de enfermagem por utente visitado 4.32 Percentagem de visitas domiciliárias de enfermagem relativamente ao total de consultas de enfermagem 4.33 Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a puérperas vigiadas na USF durante a gravidez 4.34 Percentagem de visitas domiciliárias realizadas a recém nascidos 38

39 Utilização média global Permite medir a utilização de todos os tipos de contacto por cada utilizador. Indicador avaliado anualmente. Número total de contactos Número total de utilizadores A / B 39

40 4.2 a Número médio de consultas em saúde de adultos Número médio de consultas em saúde de adultos dos 19 aos 44 anos Número médio de consultas em saúde de adultos dos 45 aos 64 anos Número médio de consultas em saúde de adultos com 65 ou mais anos Permite medir a utilização da consulta de saúde de adultos por cada utilizador. Pode referir-se ao total dos utilizadores adultos (mais de 18 anos) ou a utilizadores adultos de grupos etários específicos (dos 19 aos 44 anos; dos 45 aos 64 anos; ou dos 65 ou mais anos). Indicador avaliado anualmente. Numeradores: 4.2 Número total consultas em saúde de adultos 4.3 Número total consultas em saúde de adultos dos 19 aos 44 anos 4.4 Número total consultas em saúde de adultos dos 45 aos 64 anos 4.5 Número total consultas em saúde de adultos dos 65 ou mais anos Denominadores: 4.2 Número total de utilizadores em saúde de adultos 4.3 Número total de utilizadores em saúde de adultos dos 19 aos 44 anos 4.4 Número total de utilizadores em saúde de adultos dos 45 aos 64 anos 4.5 Número total de utilizadores em saúde de adultos 65 ou mais anos A / B 40

41 Número médio de consultas em planeamento familiar Permite medir a utilização da consulta de planeamento familiar por cada utilizador e o cumprimento das orientações técnicas definidos para a vigilância deste grupo vulnerável. Direcção-Geral da Saúde, Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes. Saúde reprodutiva Planeamento Familiar. Lisboa: Direcção-Geral da Saúde; Indicador avaliado semestral e anualmente. Número total de consultas de planeamento familiar Número de utilizadores da consulta de planeamento familiar A / B 41

42 Número médio de consultas por grávida vigiada na USF Permite identificar se a vigilância das grávidas na USF cumpre as orientações estabelecidas Direcção-Geral da Saúde, Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes. Vigilância pré-natal e revisão do puerpério (2ª Edição). Lisboa: Direcção-Geral da Saúde; Indicador avaliado anualmente. Número total de consultas de cada grávida vigiada na USF que terminaram a gravidez no período de avaliação Número de grávidas vigiadas na USF que terminaram a gravidez no período de avaliação A / B 42

43 4.8 a Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos 2 aos 6 anos Número médio de consultas de vigilância de saúde infantil dos 7 aos 18 anos Permite medir a utilização da consulta de vigilância de saúde infantil por cada utilizador, e o cumprimento das orientações técnicas definidos para a vigilância deste grupo vulnerável. Pode referir-se ao total dos utilizadores em saúde infantil (dos zero aos 18 anos) ou a utilizadores em saúde infantil de grupos etários específicos (dos 0-11 meses; dos meses; dos dois aos seis anos; ou dos sete aos 18 anos). Direcção-Geral da Saúde, Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes. Saúde Infantil e Juvenil: Programa-Tipo de Actuação (2ª Edição). Lisboa: Direcção- Geral da Saúde; Em URL: Indicador avaliado anualmente. Numeradores: 4.8 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil 4.9 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses 4.10 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses 4.11 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil dos 2 aos 6 anos 4.12 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil dos 7 aos 18 anos Denominadores: 4.8 Número de utilizadores de saúde infantil 4.9 Número de utilizadores de saúde infantil dos zero aos 11 meses 4.10 Número de utilizadores de saúde infantil dos 12 aos 23 meses 4.11 Número de utilizadores de saúde infantil dos dois aos seis anos 4.12 Número de utilizadores de saúde infantil dos sete aos 18 anos A / B 43

44 4.13 a Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses Percentagem de consultas de vigilância de saúde infantil dos 2 aos 6 anos Permite compreender a utilização dos serviços para as actividades de vigilância de saúde infantil em relação às consultas efectuadas por motivo de doença. Direcção-Geral da Saúde, Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes. Saúde Infantil e Juvenil: Programa-Tipo de Actuação (2ª Edição). Lisboa: Direcção- Geral da Saúde; Em URL: Indicador avaliado anualmente. Numeradores: 4.13 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil dos zero aos 11 meses 4.14 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil dos 12 aos 23 meses 4.15 Número total de consultas de vigilância de saúde infantil dos 2 aos 6 anos Denominadores: 4.13 Total de consultas a crianças entre os zero e os 11 meses 4.14 Total de consultas a crianças entre os 12 e os 23 meses 4.15 Total de consultas a crianças entre os dois e os seis anos 44

45 4.16, Percentagem de exames globais de saúde em crianças com 6 anos completos Percentagem de exames globais de saúde em crianças com 13 anos completos Avaliação do cumprimento das orientações técnicas para a vigilância deste grupo etário. Direcção-Geral da Saúde. Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes Saúde Infantil e Juvenil: Programa-Tipo de Actuação (2ª Edição). Lisboa: Direcção- Geral da Saúde; Em URL: Indicador avaliado anualmente. Numeradores: 4.16 Total de exames globais de saúde efectuados entre os cinco e os seis anos em crianças com sete anos 4.17 Total de exames globais de saúde efectuados entre os 11 e os 13 anos em crianças com 14 anos. Denominadores: 4.16 Total de crianças com sete anos 4.17 Total de crianças com 14 anos. 45

46 Taxa de visitas domiciliárias médicas Permite avaliar a realização da visitação domiciliária médica relativamente à população inscrita na USF. Indicador avaliado anualmente. Número total de visitas domiciliárias médicas Número total de inscritos 0 46

47 Número médio de consultas de enfermagem por utilizador Permite visualizar a distribuição de consultas de enfermagem por cada utilizador Indicador avaliado anualmente. Número de consultas, num determinado período Número de utilizadores no mesmo período A / B 47

48 Número médio de consultas de enfermagem em saúde do adulto Permite visualizar a distribuição de consultas por cada adulto utilizador, a acessibilidade da população ao enfermeiro e o cumprimento dos parâmetros definidos para a vigilância de saúde. Indicador avaliado anualmente. Número de consultas de enfermagem em saúde do adulto Número de utilizadores de consultas de enfermagem A / B 48

49 Número médio de consultas de enfermagem em planeamento familiar Permite visualizar a distribuição de consultas por cada mulher utilizadora do programa, a acessibilidade da população ao enfermeiro e o cumprimento dos parâmetros definidos para a vigilância de saúde Indicador avaliado anualmente. Número de consultas de enfermagem em planeamento familiar Número de utilizadores em planeamento familiar A / B 49

50 Número médio de consultas de enfermagem em saúde materna Permite visualizar a distribuição de consultas por cada grávida utilizadora, a acessibilidade da população ao enfermeiro e o cumprimento dos parâmetros definidos para a vigilância de saúde Indicador avaliado anualmente. Número de consultas de enfermagem de saúde materna Número de utilizadoras em saúde materna A / B 50

51 Número médio de consultas de enfermagem em saúde infantil Permite visualizar a distribuição de consultas por cada criança utilizadora, a acessibilidade da população ao enfermeiro e o cumprimento dos parâmetros definidos para a vigilância de saúde Indicador avaliado anualmente. Número de consultas de enfermagem em saúde infantil Número de utilizadores de saúde infantil A / B 51

52 Percentagem de intervenções de enfermagem por utente Caracteriza a necessidade de diferentes tipos de intervenções de enfermagem por cada utente consultado Conselho Internacional de Enfermeiros. Classificação internacional para a prática de enfermagem, CIPE/ICNP. Lisboa: Associação Portuguesa de Enfermeiros; Indicador avaliado mensal, semestral e anualmente. Número intervenções de enfermagem documentadas nos processos dos utentes Número de utentes com consulta de enfermagem 52

53 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo vigiar/ monitorizar Permite identificar o peso das intervenções de enfermagem realizadas do tipo vigiar/monitorizar em relação a todas as intervenções de enfermagem no sentido da adequada gestão de recursos humanos e materiais para a sua concretização. Conselho Internacional de Enfermeiros. Classificação internacional para a prática de enfermagem, CIPE/ICNP. Lisboa: Associação Portuguesa de Enfermeiros; Indicador avaliado mensal, semestral e anualmente. Número de intervenções de enfermagem realizadas do tipo vigiar/monitorizar Número de intervenções de enfermagem realizadas 53

54 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo informar Permite identificar o peso das intervenções de enfermagem realizadas do tipo informar em relação a todas as intervenções de enfermagem no sentido da adequada gestão de recursos humanos e materiais para a sua concretização. Conselho Internacional de Enfermeiros. Classificação internacional para a prática de enfermagem, CIPE/ICNP. Lisboa: Associação Portuguesa de Enfermeiros; Indicador avaliado mensal, semestral e anualmente. Número de intervenções de enfermagem realizadas do tipo informar Número de intervenções de enfermagem realizadas 54

55 Percentagem de intervenções de enfermagem realizadas do tipo executar Permite identificar o peso das intervenções de enfermagem realizadas do tipo executar em relação a todas as intervenções de enfermagem no sentido da adequada gestão de recursos humanos e materiais para a sua concretização. Conselho Internacional de Enfermeiros. Classificação internacional para a prática de enfermagem, CIPE/ICNP. Lisboa: Associação Portuguesa de Enfermeiros; Indicador avaliado mensal, semestral e anualmente. Número de intervenções de enfermagem realizadas do tipo executar Número de intervenções de enfermagem realizadas 55

CONVERSAS DE FIM DE TARDE

CONVERSAS DE FIM DE TARDE CONVERSAS DE FIM DE TARDE Rogério Correia A estrutura organizacional do Serviço Missão do SRS Promoção da Saúde Prestação de, Hospitalares e Continuados Prestação de actividades no âmbito da Saúde Pública

Leia mais

CÁLCULO DE INDICADORES DE DESEMPENHO

CÁLCULO DE INDICADORES DE DESEMPENHO UN. SAÚDE FAMILIAR E UN. CUIDADOS DE SAÚDE PERSONALIZADOS CÁLCULO DE INDICADORES DE DESEMPENHO CRITÉRIOS A OBSERVAR NA SUA IMPLEMENTAÇÃO 3 de Setembro de 2009 Versão revista a 19 de Fevereiro de 2010 Conteúdo

Leia mais

UNIDADE SAÚDE FAMILIAR FAMALICÃO I

UNIDADE SAÚDE FAMILIAR FAMALICÃO I Administração Regional de Saúde do Norte UNIDADE SAÚDE FAMILIAR FAMALICÃO I PLANO DE ACÇÃO Despacho Normativo N.º 9/2006 ACES AVE III- FAMALICÃO MODELO B JANEIRO 2011 PLANO DE ACÇÃO Coordenador da Equipa

Leia mais

Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo

Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP. A experiência de Valongo Acreditação de Unidades de Saúde nos CSP A experiência de Valongo Direcção-Geral da Saúde Ministério da Saúde Filipa Homem Christo Departamento da Qualidade em Saúde Direcção Geral da Saúde Da Auto-avaliação

Leia mais

Formas e estratégias de remuneração dos profissionais da APS em PORTUGAL

Formas e estratégias de remuneração dos profissionais da APS em PORTUGAL SEMINÁRIO INTERNACIONAL A formação e a remuneração dos profissionais responsáveis pela atenção primária em saúde Formas e estratégias de remuneração dos profissionais da APS em PORTUGAL Henrique Botelho

Leia mais

GUIA DE ACOLHIMENTO AOS UTENTES

GUIA DE ACOLHIMENTO AOS UTENTES Agrupamento de Centros de Saúde Lisboa Central Crescer, evoluir e inovar na busca pela excelência na prestação dos cuidados de saúde. GUIA DE ACOLHIMENTO AOS UTENTES O presente guia tem como objetivo facultar

Leia mais

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários

O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S. Carlos Nunes. Missão para os Cuidados de Saúde Primários O P E R A C I O N A L I Z A Ç Ã O D A S U N I D A D E S D E S A Ú D E F A M I L I A R E S Carlos Nunes Missão para os Cuidados de Saúde Primários VILAMOURA 23 Março 2007 C A N D I D A T U R A S A U S F

Leia mais

Aqui, pela sua Saúde! Guia do Utente

Aqui, pela sua Saúde! Guia do Utente Aqui, pela sua Saúde! Guia do Utente Este guia tem como objetivo fornecer aos Utentes, desta unidade, informações sobre os serviços disponíveis, para que os possam utilizar de forma equilibrada e racional.

Leia mais

- Unidade de Saúde Familiar Vimaranes

- Unidade de Saúde Familiar Vimaranes CARTA DE COMPROMISSO - Unidade de Saúde Familiar Vimaranes Modelo A A Administração Regional de Saúde (ARS), IP do Norte, representada pelo seu Presidente, Dr. Alcindo Maciel Barbosa e a Unidade de Saúde

Leia mais

Projectos de Diplomas Ponto da Situação?

Projectos de Diplomas Ponto da Situação? Projectos de Diplomas Ponto da Situação? Lisboa 15 de Maio de 2006 João Rodrigues Missão para os Cuidados de Saúde Primários À MCSP foi entregue o mandato de: coordenar e apoiar tecnicamente o processo

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado,

Leia mais

PROCEDIMENTO DE GESTÃO

PROCEDIMENTO DE GESTÃO Página: 1 de 7 ÍNDICE 1. OBJECTIVO 2 2. CAMPO DE APLICAÇÃO 2 3. DEFINIÇÕES 2 4. REFERÊNCIAS 2 5. RESPONSABILIDADES E MODOS DE PROCEDER 2 5.1. Cuidados em Situação de Emergência 2 5.2. Cuidados de Saúde

Leia mais

PARECER N.º 2 / 2012

PARECER N.º 2 / 2012 PARECER N.º 2 / 2012 DOTAÇÃO DE PESSOAL NO SERVIÇO DE PEDIATRIA ONCOLÓGICA 1. A questão colocada Solicitar o parecer da Ordem acerca da dotação de pessoal no serviço de Pediatria Oncológica, dado que não

Leia mais

ANO:2011 Ministério da Saúde. Administração regional de saúde do Norte, I.P. Objectivos Estratégicos. Objectivos Operacionais.

ANO:2011 Ministério da Saúde. Administração regional de saúde do Norte, I.P. Objectivos Estratégicos. Objectivos Operacionais. ANO:2011 Ministério da Saúde Administração regional de saúde do Norte, I.P. MISSÃO: Garantir à população da sua área de influência o acesso à prestação de cuidados de saúde de qualidade e cumprir e fazer

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

METODOLOGIA DE CONTRATUALIZAÇÃO

METODOLOGIA DE CONTRATUALIZAÇÃO UNIDADES DE SAÚDE FAMILIAR E UNIDADES DE CUIDADOS DE SAÚDE PERSONALIZADOS METODOLOGIA DE CONTRATUALIZAÇÃO Versão revista a 24 de Fevereiro de 2010 08 de Janeiro de 2010 1 Conteúdo Siglas utilizadas...

Leia mais

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. Direcção Regional de Faro ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ

SINDICATO DOS ENFERMEIROS PORTUGUESES. Direcção Regional de Faro ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NO CONCELHO DE LOULÉ Este documento retrata o estado dos serviços públicos de saúde, sobretudo no que concerne aos cuidados de enfermagem e pretende descrever as dificuldades com

Leia mais

ASSUNTO: Normas para cálculo das remunerações dos profissionais das USF - Mod.B

ASSUNTO: Normas para cálculo das remunerações dos profissionais das USF - Mod.B MINITÉRIO A AÚ MIÃO PARA O CUIAO AÚ PRIMÁRIO PARCR PACHO Homologado pelo r. ecretário de stado da aúde, r. Manuel Pizarro no dia 23 de Abril de 2008. Á consideração do r. ecretário de stado da aúde. PROPOTA

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

Plano de ação 2014 2016

Plano de ação 2014 2016 ACES Cascais Plano de ação 2014 2016 USF Marginal 2014 Elaborado por: USFM Revisto por: -- Aprovado por: Conselho geral Revisão em: 06/05/2017 Data: 06/05/2014 Data: -- Data: 06/05/2014 ÍNDICE: 1. INTRODUÇÃO...

Leia mais

SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - INDICADORES

SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - INDICADORES SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - I Introdução INDICADORES O SIGIC é um sistema regulador da actividade cirúrgica programada que visa melhorar o acesso à prestação de cuidados

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO 2012-2014

PLANO DE ACÇÃO 2012-2014 ACES FEIRA ENTRE DOURO E VOUGA I / FEIRA- AROUCA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE, IP. PLANO DE ACÇÃO 2012-2014 UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR FAMÍLIAS Índice 1. Introdução 4 2. Caracterização da Área

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS

ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS ACES GRANDE PORTO I SANTO TIRSO / TROFA PROGRAMAS E PROJETOS O Dec. Lei 28/2008 de 22 de Fevereiro, estabelece o regime da criação, estruturação e funcionamento dos agrupamentos de Centros de Saúde (ACES)

Leia mais

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE

AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE UNIDADE DE SAÚDE PUBLICA Ao nível de cada Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), as Unidades de Saúde Pública (USP) vão funcionar como observatório de saúde da população

Leia mais

Assunto: PRESTAÇÃO DE CUIDADOS PRÉ-CONCEPCIONAIS Nº: 02/DSMIA DATA: 16/01/06. Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes

Assunto: PRESTAÇÃO DE CUIDADOS PRÉ-CONCEPCIONAIS Nº: 02/DSMIA DATA: 16/01/06. Divisão de Saúde Materna, Infantil e dos Adolescentes Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: PRESTAÇÃO DE CUIDADOS PRÉ-CONCEPCIONAIS Nº: 02/DSMIA DATA: 16/01/06 Para: Contacto na DGS: Todos os médicos e enfermeiros que exerçam

Leia mais

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Unidade Operacional de Normalização e Certificação de Sistemas e Tecnologias da Informação Os

Leia mais

Processo de Acreditação na USF Dafundo

Processo de Acreditação na USF Dafundo Lisboa 28 28 de Junho 2011 Museu do Oriente Processo de Acreditação na USF Dafundo USF Dafundo Criada em Setembro 2006 ACES Oeiras / ARSLVT Modelo

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DE LISBOA III MESTRADO EM BIOÉTICA PROGRAMAS DE CUIDADOS CONTINUADOS: A DIGNIDADE HUMANA NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM Maria João Santos Rodrigues

Leia mais

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA 1 CRIANÇAS E JOVENS EM RISCO E PREVENÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA ENQUADRAMENTO Um projecto de prevenção em saúde mental na área da primeira infância implica sempre uma união de esforços e um trabalho em conjunto

Leia mais

Programa Nacional de Diagnóstico Pré-Natal Contratualização Processo de Monitorização e Acompanhamento

Programa Nacional de Diagnóstico Pré-Natal Contratualização Processo de Monitorização e Acompanhamento Introdução A saúde materna e infantil em Portugal tem vindo a registar melhorias significativas nos últimos anos, verificando-se expressiva diminuição das taxas de mortalidade perinatal e infantil por

Leia mais

REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM

REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM REGULAMENTO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DAS ESPECIALIDADES CLÍNICAS DE ENFERMAGEM Proposta apresentada pelo Conselho Directivo Lisboa, 5 de Maio de 2010 Aprovado em Assembleia Geral de 29 de Maio de 2010 REGULAMENTO

Leia mais

Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012

Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012 澳 門 衛 特 別 生 行 政 局 區 政 府 Governo da Região Administrativa de Macau Serviços de Saúde Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012 (1.ª Parte) Unidades Privadas de Saúde que

Leia mais

Avaliação do Encerramento dos Blocos de Partos

Avaliação do Encerramento dos Blocos de Partos Por iniciativa da Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN), foram avaliados, a 9 de Outubro passado os primeiros três meses do processo de encerramento dos Blocos de Partos do Hospital Santa Maria

Leia mais

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015

PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 PLANO DESENVOLVIMENTO SOCIAL MAFRA 2013-2015 APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA DO CLAS 21 DE MAIO DE 2013 1 NOTA INTRODUTÓRIA O Diagnóstico Social constituiu a base de trabalho da ação dos Parceiros Locais.

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

NORMAS DA USF FAMALICÃO I

NORMAS DA USF FAMALICÃO I I.- MARCAÇÃO DE CONSULTAS Como marcar uma consulta? Opte pelas consultas com hora certa; quando necessitar de consulta dê preferência às consultas pré marcadas. Terá a sua consulta previamente assegurada

Leia mais

NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO:

NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO: NÚMERO: 002/2011 DATA: 14/01/2011 ASSUNTO: PALAVRAS CHAVE: PARA: CONTACTO: Diagnóstico e Classificação da Diabetes Mellitus Diabetes ; Diagnóstico Médicos e Enfermeiros do Serviço Nacional de Saúde Departamento

Leia mais

Na comemoração anual do Dia Mundial da Criança cumpre recordar que o bem estar das crianças se realiza, ou não, no seio das famílias e que as

Na comemoração anual do Dia Mundial da Criança cumpre recordar que o bem estar das crianças se realiza, ou não, no seio das famílias e que as Na comemoração anual do Dia Mundial da Criança cumpre recordar que o bem estar das crianças se realiza, ou não, no seio das famílias e que as condições socioeoconomicoculturais destas são determinantes

Leia mais

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS CAD 8 27/9/7 14:28 Page 6 A REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS LUÍS PISCO COORDENADOR DA MISSÃO PARA OS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS. O Programa do XVII Governo Constitucional (1), na área da saúde,

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

das Doenças Cérebro Cardiovasculares

das Doenças Cérebro Cardiovasculares Programa Regional de Prevenção e Controlo das Doenças Cérebro Cardiovasculares Índice Siglas e Acrónimos... 2 1. Contextualização... 3 2. População Alvo... 3 3. Objectivos... 4 4. Indicadores para Avaliação

Leia mais

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES APRESENTAÇÃO FUNCIONALIDADES VANTAGENS E CARACTERÍSTICAS MÓDULOS COMPLEMENTARES UNIDADES HOSPITALARES O VITA HIS CARE Unidades Hospitalares é um sistema de informação

Leia mais

Estudo de prevalência de UPP Açores, Madeira e Canárias 2006

Estudo de prevalência de UPP Açores, Madeira e Canárias 2006 Estudo de prevalência de UPP Açores, Madeira e Canárias 2006 Estudo Publicado na Colectânea: Enfermagem e Úlceras por Pressão: Da reflexão da disciplina às evidências nos cuidados MUITO OBRIGADO! MUCHAS

Leia mais

Determinantes da Satisfação com Funcionamento Actual & Prioridades de Reforma. Uma Abordagem Qualitativa

Determinantes da Satisfação com Funcionamento Actual & Prioridades de Reforma. Uma Abordagem Qualitativa OS CENTROS DE SAÚDE EM PORTUGAL Determinantes da Satisfação com Funcionamento Actual & Prioridades de Reforma Uma Abordagem Qualitativa Instituição promotora e financiadora Missão para os Cuidados de Saúde

Leia mais

PNPSO - Saúde Oral para Grávidas e Saúde Oral para Idosos

PNPSO - Saúde Oral para Grávidas e Saúde Oral para Idosos PNPSO - Saúde Oral para Grávidas e Saúde Oral para Idosos Informação à Classe ORDEM DOS MÉDICOS DENTISTAS Obtenha as respostas às seguintes questões: Como funciona o Programa do Cheque-dentista? Como funciona

Leia mais

Ministério da Saúde Administração Regional de Saúde do Norte ACES Cávado I Braga USF S. Lourenço. Plano de Ação 2014/2016

Ministério da Saúde Administração Regional de Saúde do Norte ACES Cávado I Braga USF S. Lourenço. Plano de Ação 2014/2016 Ministério da Saúde Administração Regional de Saúde do Norte ACES Cávado I Braga USF S. Lourenço Plano de Ação 2014/2016 Janeiro 2014 ÍNDICE INTRODUÇÃO 7 APRESENTAÇÃO DA USF S. LOURENÇO 9 CUIDADOS GERAIS

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO. Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX

REGULAMENTO INTERNO. Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX Administração Regional de Saúde d Agrupamento de Centros de Saúde XXXXXXXX REGULAMENTO INTERNO Unidade de Cuidados na Comunidade de XXXXXXXXXX Localidade Mês / Ano Índice Introdução... 3 Capítulo I: Disposições

Leia mais

Papel do Enfermeiro de Saúde Familiar nos CSP. Pressupostos para a sua implementação

Papel do Enfermeiro de Saúde Familiar nos CSP. Pressupostos para a sua implementação Papel do Enfermeiro de Saúde Familiar nos CSP Pressupostos para a sua implementação Documento de trabalho - versão de 2012.09.30 Membros do Grupo Carlos Nunes; Cristina Correia; Cristina Ribeiro; Cristina

Leia mais

Indicadores de Desempenho

Indicadores de Desempenho Indicadores de Desempenho Da Março de 2010 Trabalho Realizado: Enfª Isabel Espírito Santo (MCSP) Enfª Pedro Pardal (MCSP) Enfª Anabela Miguelote (Grupo Parametrizador) Enfº Jorge Barros (Grupo Parametrizador)

Leia mais

Sérgio Gomes Saúde 24

Sérgio Gomes Saúde 24 Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Sérgio Gomes Saúde 24 Patrocínio: Patrocinadores Globais Centro de Atendimento

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO 2014-2016 UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR CONDE DE OEIRAS

PLANO DE ACÇÃO 2014-2016 UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR CONDE DE OEIRAS Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Agrupamento de Centros de Saúde Lisboa Ocidental e Oeiras PLANO DE ACÇÃO 2014-2016 UNIDADE DE SAÚDE FAMILIAR CONDE DE OEIRAS ÍNDICE ACRÓNIMOS...

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES. Decreto Legislativo Regional Nº 18/2000/A de 8 de Agosto

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES. Decreto Legislativo Regional Nº 18/2000/A de 8 de Agosto ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES Decreto Legislativo Regional Nº 18/2000/A de 8 de Agosto Planeamento Familiar e Educação Afectivo-sexual No quadro normativo nacional, aplicável à Região Autónoma

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

CONTRATO PROGRAMA AGRUPAMENTOS DE CENTROS DE SAÚDE

CONTRATO PROGRAMA AGRUPAMENTOS DE CENTROS DE SAÚDE CONTRATO PROGRAMA AGRUPAMENTOS DE CENTROS DE SAÚDE Entre: A ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE IP, representada pelo seu Presidente Prof. Doutor Fernando Araújo, com poderes para outorgar o acto,

Leia mais

Comissão Regional da Saúde da Mulher da Criança e Adolescente

Comissão Regional da Saúde da Mulher da Criança e Adolescente Comissão Regional da Saúde da Mulher da Criança e Adolescente Janeiro 2012 [Relatório de Actividades e Plano de acção para 2012] [ARS Centro] Comissão Regional da Saúde da Mulher, Criança e Adolescente

Leia mais

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO FUNCIONALIDADES TÉCNICAS INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA OBJECTIVO Dispor de um sistema de informação, que articule

Leia mais

Projecto de Lei n.º 408/ X

Projecto de Lei n.º 408/ X Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 408/ X Consagra o processo eleitoral como regra para a nomeação do director-clínico e enfermeiro-director dos Hospitais do Sector Público Administrativo e dos Hospitais,

Leia mais

Dentro da Rede Multicare. 1. Pagamento de Despesas. 2. Marcação de Consulta. 3. Marcação de Tratamento / Exame. 4. Autorização Prévia

Dentro da Rede Multicare. 1. Pagamento de Despesas. 2. Marcação de Consulta. 3. Marcação de Tratamento / Exame. 4. Autorização Prévia Dentro da Multicare O seu seguro Viva Melhor dá-lhe acesso a uma vasta lista de prestigiados médicos, clínicas, laboratórios, de todo o país a custos reduzidos. Pode consultar a lista em www.multicare.pt

Leia mais

c) Conhecimentos aprofundados da função biológica, da anatomia e da fisiologia no domínio da obstetrícia e relativamente ao recém-nascido, bem como

c) Conhecimentos aprofundados da função biológica, da anatomia e da fisiologia no domínio da obstetrícia e relativamente ao recém-nascido, bem como Directiva 80/155/CEE do Conselho, de 21 de Janeiro de 1980, que tem por objectivo a coordenação das disposições legislativas, regulamentares e administrativas relativas ao acesso às actividades de parteira

Leia mais

Dos 1004 alunos que frequentavam as aulas de Educação Física, um em cada cinco, tinham excesso de peso ou obesidade.

Dos 1004 alunos que frequentavam as aulas de Educação Física, um em cada cinco, tinham excesso de peso ou obesidade. Conclusões e Sugestões (1/5) As principais conclusões a que pudemos chegar de acordo com os objectivos a que nos propusemos, nomeadamente o de conhecer o índice da massa corporal dos alunos da escola onde

Leia mais

Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde

Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde DECRETO N.º145/X Carta dos Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição,

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

A. Questões de âmbito geral sobre Prescrição Electrónica de Medicamentos (PEM)

A. Questões de âmbito geral sobre Prescrição Electrónica de Medicamentos (PEM) A. Questões de âmbito geral sobre Prescrição Electrónica de Medicamentos (PEM) 1. O que é a prescrição electrónica de medicamentos e em que diploma está regulamentada? É o procedimento de emissão de receitas

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA

PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA USF FAMALICAO I Procedimento nº 3 Data: Janeiro 2011 PROCEDIMENTO PARA SITUAÇÕES ESPECIAIS DE AFLUÊNCIA Em situações especiais de afluência, horário de atendimento pode ultrapassar o limite superior de

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

Incentivos à contratação

Incentivos à contratação Incentivos à contratação A empresa poderá beneficiar de incentivos quando pretende contratar novos trabalhadores. Os incentivos de que as empresas podem usufruir quando contratam novos trabalhadores podem

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - Considerando que o aumento da sobrevida e o inerente acréscimo de doenças crónicas e progressivas, bem como, as alterações na rede

Leia mais

ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte

ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte ROSNorte Rede de Observatórios de Saúde do Norte À PROCURA DE UM INSTRUMENTO PARA A AVALIAÇÃO DO IMPACTO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NA SAÚDE Grupo de Trabalho da Avaliação do Impacto dos Serviços de Saúde na

Leia mais

Contratualização em Cuidados Continuados

Contratualização em Cuidados Continuados Um Outro Olhar sobre o Hospital Contratualização em Cuidados Continuados João Amado Santa Casa da Misericórdia de Portimão RNCCI o início O Decreto-Lei nº 101/2006 criou a Rede Nacional de Cuidados Continuados

Leia mais

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro)

Portaria n.º 605/99, de 5 de Agosto Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) Regulamento do Sistema Nacional de Farmacovigilância (Revogado pela Decreto-Lei n.º 242/2002, de 5 de Novembro) O sistema de avaliação e autorização de introdução no mercado de medicamentos, que tem vindo

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

Plano de Acção 2012-2014

Plano de Acção 2012-2014 USF AMORA SAUDÁVEL Plano de Acção 2012-2014 Kaizen e Triple Aim Organizações excelentes não acreditam na excelência somente na melhoria contínua 1 Amora, Março 2012 INDICE INTRODUÇÃO... ERRO! MARCADOR

Leia mais

Código de Conduta Voluntário

Código de Conduta Voluntário O Banif, SA, ao formalizar a sua adesão ao Código de Conduta Voluntário do crédito à habitação, no âmbito da Federação Hipotecária Europeia, e de acordo com as recomendações da Comissão Europeia e do Banco

Leia mais

Relatório de Análise de Requisitos

Relatório de Análise de Requisitos Relatório de Análise de Requisitos (15/03/02 Versão 1.0) Gestão de Beneficiários Eduardo Abreu ei98020@fe.up.pt Miguel David ei98019@fe.up.pt Nuno Ferreira ei98003@fe.up.pt Tiago Silva ei98015@fe.up.pt

Leia mais

HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA

HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA PROJECTO DE MELHORIA CONTÍNUA SABER CUIDAR UM DIREITO CANTANHEDE, Janeiro de 2011 HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA

Leia mais

Metodologia Relativamente ao Modelo de Intervenção referir quais as técnicas e os métodos que vai utilizar;

Metodologia Relativamente ao Modelo de Intervenção referir quais as técnicas e os métodos que vai utilizar; REGULAMENTO ATRIBUIÇÃO DE PARECERES TÉCNICOS (Enquadramento) A Rede Social, conforme consubstanciado na Resolução do Conselho de Ministros de 18 de Novbro de 1997 e actualizada pelo DecretoLei nº 115 de

Leia mais

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário;

Parte I: As modalidades de aplicação e de acompanhamento do Código voluntário; ACORDO EUROPEU SOBRE UM CÓDIGO DE CONDUTA VOLUNTÁRIO SOBRE AS INFORMAÇÕES A PRESTAR ANTES DA CELEBRAÇÃO DE CONTRATOS DE EMPRÉSTIMO À HABITAÇÃO ( ACORDO ) O presente Acordo foi negociado e adoptado pelas

Leia mais

Projecto de Intervenção Comunitária Curso de Preparação para Prestadores de Cuidados Informais

Projecto de Intervenção Comunitária Curso de Preparação para Prestadores de Cuidados Informais Projecto de Intervenção Comunitária Curso de Preparação para Prestadores de Cuidados Informais Encontro Boas Praticas em Cuidados Saúde Primários Coimbra, 13/11/2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE Essência dos Cuidados

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2013-2015

PLANO DE AÇÃO 2013-2015 PLANO DE AÇÃO 2013-2015 Unidade de Saúde Familiar Querer Mais - Vale da Amoreira ÍNDICE ÍNDICE... 2 Abreviaturas e Siglas... 4 INTRODUÇÃO... 5 1. Caracterização da área geográfica e da população inscrita...

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa

Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Observatório Luta Contra a Pobreza na Cidade de Apresentação Plenário Comissão Social de Freguesia www.observatorio-lisboa.eapn.pt observatoriopobreza@eapn.pt Agenda I. Objectivos OLCPL e Principais Actividades/Produtos

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação

Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação ANEXO AO CADERNO DE ENCARGOS MÉTODO DE AVALIAÇÃO DOS WEB SITES DA ADMINISTRAÇÃO DIRECTA E INDIRECTA DO ESTADO Documento disponível em www.si.mct.pt

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES COMISSÃO DE POLÍTICA GERAL INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A Comissão de Política Geral reuniu no dia 11 de junho de 2014, na delegação de Ponta Delgada da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, a fim de apreciar, relatar e dar parecer

Leia mais

Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria. Regulamento Interno

Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria. Regulamento Interno Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria Regulamento Interno Unidade de Saúde Familiar da Chamusca Largo Sacadura Cabral 2140 076 Chamusca Telefone

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS ENFERMEIROS OBSTETRAS

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS ENFERMEIROS OBSTETRAS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS ENFERMEIROS OBSTETRAS Encontro Nacional da Associação Portuguesa dos Enfermeiros Obstetras XVII Encontro Nacional da APEO/ 1º Encontro Nacional da APEO Livro de Resumos Coimbra

Leia mais

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte:

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte: NÚMERO: 013/2015 DATA: 01/07/2015 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Notícia de Nascimento Digital (NN) Notícia de Nascimento, Saúde Infantil, Saúde Materna, Boletim Saúde Infantil e Juvenil, Nascer

Leia mais

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual

Educação Especial. 2. Procedimentos de Referenciação e Avaliação e Elaboração do Programa Educativo Individual Educação Especial O Grupo da Educação Especial tem como missão fundamental colaborar na gestão da diversidade, na procura de diferentes tipos de estratégias que permitam responder às necessidades educativas

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS

REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS REGULAMENTO INTERNO PARA A EMISSÃO DE PARECERES DO CLAS (Enquadramento) Conforme o disposto na Resolução do Conselho de Ministros nº. 197/97, de 18 de Novembro e no Despacho Normativo nº. 8/2, de 12 de

Leia mais

Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia - CPLEESMO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS

Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia - CPLEESMO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM Curso de Pós-Licenciatura de Especialização em Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia - CPLEESMO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS BRAGA, MARÇO DE 2007 ÍNDICE

Leia mais

Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007

Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Nos termos do Regulamento Específico Saúde

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIRECÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FERNANDO PESSOA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIRECÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FERNANDO PESSOA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIRECÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE FERNANDO PESSOA Procedimento concursal comum de recrutamento para quatro postos de trabalho para

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais