TRANSPORTE. O transporte de carga significa a atividade de circulação de mercadorias.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TRANSPORTE. O transporte de carga significa a atividade de circulação de mercadorias."

Transcrição

1 1 TRANSPORTE 1- Introdução ao Transporte Transporte nada mais é do que o translado de uma mercadoria de um lugar a outro e sua necessidade está diretamente relacionada com as atividades do comércio.(vieira, 2000, p.13) Ontem, Hoje, Amanhã. O transporte de carga significa a atividade de circulação de mercadorias. O início deu-se com a tração humana, o simples ato de o homem levar um objeto de um lugar a outro, pelas mãos ou em suas costas, que foi se aperfeiçoando através do uso de objetos que facilitassem esse transporte como: cestas, carroças, plataformas carregáveis por várias pessoas, etc. O segundo estágio na evolução do transporte foi à utilização da tração animal o que ensejou o processo de domesticação de animais propícios a esta tarefa. Enquanto este processo dava-se em terra, o homem explorava também as possibilidades do transporte aquaviário tendo, no início, como seu meio de transporte, um simples tronco de árvore que, com o tempo, foi sendo unido e amarrado para formar o que hoje chamamos de jangada. A evolução deste modal foi lenta, porém contínua, o homem foi melhorando esses barcos primitivos que eram impulsionados pela força humana, através de remos e passaram a ser movidos pela força dos ventos, através da vela.

2 2 A evolução do barco a vapor possibilitou que o transporte aquaviário incrementasse largamente as trocas comerciais entre nações. Com a invenção do motor por um outro lado, e a utilização dos meios energéticos de outro, como o carvão, o petróleo e a energia nuclear, os meios de transporte terrestre e aquaviário tiveram seu impulso possibilitando atingir os pontos hoje conhecidos. Atualmente, temos, portanto, completo, todos os meios de transporte possíveis, quais sejam, o rodoviário e ferroviário, que formam o complexo terrestre; o marítimo, fluvial e lacustre, que são o complexo aquaviário e o aéreo. O meio de transporte mais utilizado no momento é o marítimo, sendo que os navios cargueiros apresentam-se em várias formas, como os convencionais de carga geral, carga frigorífica, graneleiro, tanque, minero/petroleiro, lash, roll-on roll-off, mistos, porta container, entre outros. O avanço no embarque de cargas deu-se com a criação do conceito de carga unitizada, de forma mais rudimentar através de amarrados, tambores, redes, etc. e, através da criação de pallets, pré-lingadas e, principalmente, pela criação do container. No início a conteinerização teve seus problemas, porque estas grandes caixas não eram padronizadas e a falta de estrutura dos portos que não possuíam equipamentos adequados para o seu manuseio. Com o passar do tempo, o problema de tamanho foi resolvido e hoje através da ISO (Internacional Organization for Standardization), os containers são padronizados e utilizados mundialmente, sendo que os portos também estão em menor ou maior grau, equipados para sua movimentação.

3 Tipos de Modais Marítimo O transporte marítimo é aquele realizado por navios em oceanos e mares. Pode ser utilizado para todos os tipos de carga e para qualquer parte do globo. É o único meio de transporte que possibilita a remessa de milhares de toneladas ou m3 de qualquer produto de uma só vez. O transporte marítimo é dividido em: - navegação de longo curso: faz a ligação entre países próximos ou distantes (navegação internacional); - navegação de cabotagem: realiza a conexão entre os portos de um mesmo país (navegação nacional). A maioria das cargas, gerais, frigoríficas, automóveis, tanto soltas quanto unitizadas, são transportadas normalmente em navios armadores que mantém linhas regulares de tráfego e as comodities, como grãos, líquidos, minérios e petróleo são geralmente transportados em vários afretados para este fim, ou em frota própria, como ocorre no caso da Petrobrás, com o petróleo Fluvial Navegação fluvial, é interna, dá-se dentro do país/ou continente (típica de interligação do interior), pois é a navegação praticada em rios. Como o marítimo, também pode haver transporte de qualquer carga e com navios de todos os tipos e tamanhos, desde que a via navegável comporte.

4 Lacustre É aquela realizada em lagos e tem como característica a ligação de cidades e países circunvizinhos. É um tipo de transporte bastante restrito devido serem poucos os lagos navegáveis Terrestre Rodoviário e Ferroviário São executados nacional e internacionalmente, ligando com facilidade países limítrofes. Pode-se transportar qualquer produto Aéreo Realizado por empresas de navegação aérea, seja nacional ou internacionalmente. Pode ser utilizado praticamente para todos as cargas, com limitações em relação à quantidade e especificação. 2.1 Conceito 2- Unitização de Cargas Unitizar uma carga significa juntar vários volumes pequenos em único maior, com o intuito de facilitar a movimentação, armazenagem e transporte. Na unitização de cargas, quando considerados volumes pequenos e manipuláveis, os principais tipos de recipientes utilizados para este procedimento são: pallet e container. 2.2 Pallet É uma unidade semelhante a um estrado, plano, construído principalmente de madeira, podendo, porém ser

5 5 alumínio, aço, plástico, fibra, polipropileno, com determinadas características para facilitar a unitização, armazenagem e transporte de pequenos volumes. Os pallets podem ser descartáveis, ou seja, construídos para uma única viagem, ou para uso constante. Com o crescimento internacional da unitização, foi necessária a padronização das dimensões dos pallets, visando com isto à possibilidade de sua utilização em todos os modais, principalmente o marítimo. Os pallets são movimentados nos armazéns por paleteiras e empilhadeiras. Nos embarques e desembarques em caminhões ou vagões ferroviários são utilizados empilhadeiras, e nos portos são usados guindastes, tanto no navio quanto no porto, que possuem ganchos, lingas e outros equipamentos específicos para sua movimentação Container É uma caixa, construída em aço, alumínio ou fibra, criada para o transporte unitizado de mercadorias e suficientemente forte para resistir ao uso constante. Constitui um equipamento do veículo transportador, que se caracteriza pela resistência e facilidade de transporte de mercadorias, por um ou mais modais. É provido de escotilhas e aberturas que permitem o seu estufamento e esvaziamento com facilidade, cumprindo os objetivos propostos para a sua criação e utilização. Os containers são identificados com marcas, números, definição de espaço e peso que podem comportar, proprietário, tamanho, etc.

6 6 Este equipamento é dotado de dispositivo de segurança aduaneira, e deve atender às condições técnicas de segurança previstas pela legislação nacional e pelas convenções internacionais, que são ratificadas pelo Brasil. O INMETRO ( Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), órgão do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é o responsável pelas adaptações das normas da ISSO, e emite Certificados de Qualidade de Container. Quanto ao regime aduaneiro de entrada no Brasil, o container estrangeiro tem um prazo de 180 dias para permanecer no país, que pode ser prorrogável e é admitido pelo Regime de Admissão Temporária. Quando em trânsito, com carga pelo território nacional com destino a outros países, está sujeito ao mesmo Regime e o prazo também é de 180 dias para permanecer no país. Os containers são padronizados, com medidas lidas em pés ( ) e polegadas ( ). A única medida invariável é a sua largura que tem sempre 8 (oito pés). Geralmente, no transporte marítimo, os containers possuem 20 (vinte pés) e 40 (quarenta pés), sendo que os containers dry standard (padrão) têm espaço útil médio de aproximadamente 33 m3 e 66 m3. A altura de 9 6 (nove pés e seis polegadas) referese ao container denominado H/C (High Cube alta cubagem) e proporciona um considerável aumento de espaço volumétrico, aproximadamente 12%. O High Cube é uma característica dos containers de 40 e 45. Quanto ao peso, os containers de 20 e 40 podem comportar, no máximo, até e quilos, incluindo o peso do próprio equipamento, resultando em e quilos de carga útil.

7 7 Os containers são modulares e os de 20 são considerados como 1 módulo, sendo denominados TEU, e servem de padrão para definição de tamanho de navio portacontainer. Os containers de 40 são denominados FEU, porém, não são utilizados como medida para navios. Foot (pé), cujo plural é Feet (pés), é uma medida norte-americana e equivale a 30,48 cm ou 0,3048 m. O container é um equipamento fundamental do transporte intermodal e multimodal, em face da facilidade de movimentação de carga que oferece. 2.4 Tipos e finalidades dos containers Com a crescente unitização de cargas, muitos tipos de containers foram criados ao longo do tempo, existindo hoje unidades adaptadas para todos os tipos de mercadorias, como granéis líquidos, granéis sólidos, refrigerados, petróleo, minérios, e animais vivos. Abaixo seguem os vários tipos, cada qual apropriado para determinadas mercadorias: Dry Box: totalmente fechado, com porta nos fundos, sendo o container mais utilizado e adequado para o transporte da maioria das cargas gerais secas existentes, como alimentos, roupas, móveis, etc. Ventilated: semelhante ao dry Box, porém com pequenas aberturas no alto das paredes laterais, podendo também teclas na parte inferior das paredes, para permitir a entrada de ar, para transporte de cargas que requerem ventilação como café e cacau. Reefer: também semelhante ao dry Box, totalmente fechado, com portas nos fundos, apropriado para embarque de cargas

8 8 perecíveis congeladas ou refrigeradas, que precisam ter a sua temperatura controlada, como carnes, sorvetes, frutas e verduras. Pode ser integrado ou seja, equipado com motor próprio para refrigeração, ligado a uma tomada para seu funcionamento. Pode também ser insulado, ou seja, não ter equipamento próprio de refrigeração, tendo na parede duas aberturas (válvulas) para entrada e saída de ar, que são fornecidos por fonte externa. Quando está em um terminal, ou no convés do navio, é acoplado através da parede da frente a uma unidade externa de refrigeração denominada Clip on. Os dois tipos podem também, ter gancheiras no teto, que são equipamentos para pendurar carcaças de animais abatidos. O container reefer tem para controle de temperatura uma carta de Registro de Temperatura (Partlow Chart) e pode atingir até 25º C. Bulk Container: similar ao dry box, totalmente fechado, tendo aberturas no teto (escotilhas) para seu carregamento e uma escotilha na parede do fundo, na parte inferior para descarregamento, apropriado para transporte de granéis sólidos como produtos agrícolas. Open Top: container sem teto, que é fechado com lonas para transporte de cargas que apresentam dificuldades para embarque pela porta dos fundos e necessitam de um acesso especial, embora também possua a porta normal nos fundos. Próprio para mercadorias que excedem a altura do container, cujas cargas não poderiam ser estufadas num container Dry Box tradicional.

9 9 Half Height: container open top, sem teto, porém de meia altura 4 (quarto pés) ou 4 3 (quatro pés e três polegadas)- fechado com lonas e cebeceira basculante, adequado para embarque de minérios, cuja carga é extremamente densa e, se embarcada em um open top, este não poderia ser utilizado integralmente quanto ao aspecto de volume, representando uma ocupação de espaço indevido ao navio. Open Side: com apenas três paredes, sem uma parede lateral, este container é apropriado para mercadorias que apresentam dificuldades para embarques pela porta dos fundos, ou que excedam um pouco a largura do equipamento ou ainda para agilização de sua estufagem. Flat Rack: container plataforma, sendo uma combinação dos open top e open side, sem as paredes laterais e sem teto, com cabeceiras fixas (fixed end flat), ou dobráveis (collapsible flat), adequado para cargas pesadas e grandes e que excedam um pouco as suas dimensões. Tem a capacidade de viabilizar embarques que não podem realizar-se em containers fechados e que obrigatoriamente precisavam ser embarcados em navios convencionais como carga solta (breakbulk). Plataform: container plataforma sem paredes e sem teto, tendo apenas o piso apropriado para cargas de grandes dimensões ou muito pesadas. Tank container tanque, dentro de uma armação de tamanho padronizado, próprio para transporte de líquidos em geral, perigosos ou não. 2.5 Aluguel de containers (leasing) O container, por ser um equipamento de grande utilização no transporte, requer uma grande quantidade em

10 10 estoque para que possa circular com mercadorias pelo mundo, sem que haja faltas. As empresas de transporte marítimas, utilizam o sistema de leasing, através de um Container Lease Agreement (Acordo de Aluguel de Container) para comporem as suas frotas, junto às empresas de Arrendamento Mercantil, utilizando as seguintes formas: - Per Diem (aluguel por dia): é o container alugado por um determinado número de dias e tem a finalidade de suprir faltas temporárias enfrentadas pelos armadores. - One Way Leasing (aluguel por uma viagem simples: é o aluguel de container que cobre a viagem integral de um navio, desde o ponto de origem até o destino final, considerando um prazo para estufagem, espera do navio e desova, sendo o mesmo devolvido no destino. É um aluguel de conveniência, podendo ser realizado pelo armador para sanar um problema temporário de falta de equipamento ou para solucionar uma necessidade de reposicionamento de containers da empresa de leasing. - Round Trip (aluguel por uma viagem redonda): é o aluguel que cobre a viagem redonda do navio, quer dizer, a ida e volta, sendo o container devolvido ao ponto de origem. - Short Term Leasing (aluguel por curto prazo mais de seis meses): é o aluguel realizado por um determinado período, acima de seis meses, e que dá ao locatário o direito de utilizar o container em várias viagens que possam estar programadas dentro do prazo combinado. - Long Term Leasing (aluguel por longo tempo mais de um ano): é o mesmo sistema do item anterior, porém por um período maior, ou seja, acima de um ano, normalmente realizado para três a cinco anos. O valor do aluguel varia com o seu tipo e tamanho, porém é sempre realizado na base do dia. Mesmo para aluguel de longo prazo, em que o pagamento é feito mensalmente, o cálculo é sempre diário.

11 Estufagem e Equipamentos de Movimentação Estufagem de Container Estufar ou ovar é o ato de encher o container com mercadorias, podendo ser estas a granel, embaladas ou paletizadas. Desovar é o ato de retirar mercadorias do mesmo. Praticamente qualquer mercadoria é conteinerizável e a sua conteinerização dependerá de diversos fatores como custo, destino, rapidez nas operações, disponibilidade de transporte e equipamento, tamanho e peso do produto, aceitação pelo comprador. Deve-se evitar conteinerizar mercadorias que possuam um grau de umidade muito alto, pois podem apresentar combustão espontânea, como é o caso da farinha de peixe, algodão e farelo de soja. No recebimento do container para estufagem devem ser verificados diversos pontos, para constatar se o mesmo está em bom estado: - se não tem furos; - se as portas, escotilhas e fechaduras funcionam adequadamente; - se está limpo; - se não tem restos nem odores de mercadorias anteriores; - se está seco; - se tem pontos de fixação para cargas de pesos e dimensões; - se a lona do open top ou open side não está rasgada; - se o equipamento de refrigeração está funcionando perfeitamento, etc. O armador costuma proceder a uma inspeção prévia, anterior à entrega, denominada PTI (Pré Trip Inspection),

12 12 cuja validade é de 30 dias e que tem a finalidade de entregar ao embarcador o container em perfeitas condições de utilização. A retirada dos containers do terminal utilizado pelo armador para disponibilizá-los aos seus clientes é denominada handling out (manuseio de retirada) e a sua devolução ao terminal denomina-se handling in (manuseio de entrada). É conveniente que antes de se iniciar a estufagem de um container se faça um plano de estiva para adequação da carga ao mesmo. A estufagem pode ser realizada manualmente, através do transporte de cada volume, ou utilizando-se empilhadeiras e paleteiras para o transporte da carga e ainda esteiras rolantes ou, no caso de containers open top, guindastes para colocação da mercadoria em seu interior. Equipamentos de Movimentação de Containers Os containers são movimentados, empilhados, embarcados e desembarcados com equipamentos adequados a cada tipo de operação. Existe uma grande variedade de tipos de equipamento, cada qual utilizado numa etapa da movimentação. Nos portos e terminais a movimentação é realizada com reachstackers e toplifts, que são empilhadeiras próprias para a movimentação e empilhamento de containers, e os Transtainers, que são guindastes montados sobre grande estruturas que correm sobre trilhos e se movimentam ao longo do cais, empilhando e transferindo containers de um ponto a outro. Nos embarques e desembarques são utilizados Portainers, que são guindastes de pórticos usados para pegar

13 13 os containers com seus spreaders (quadros que se engatam nos containers e os levantam). 2.7 Tipos de serviços Geral Os tipos de serviços oferecidos no transporte internacional variam de acordo com o modal utilizado e se a carga está ou não unitizada. No ferroviário, a carga é entregue pelo expdidor nos terminais ou rampas ferroviárias do transportador, sendo que este também a entrega ao terminal ou rampa de destino para retirada pelo recebedor. Já no rodoviário, o transporte é feito desde a fábrica, ou depósito do exportador ou vendedor, até a fábrica ou terminal do consignatário, ou seja, um transporte porta a porta. Este é o único modal que permite este tipo de operação sem depender do transporte multimodal. O aéreo também é um transporte feito com as cartgas sendo colocadas à disposição para embarques pelo exportador, nos terminais aéreos de origem, e pelo transportador, aos consignatários nos terminais aéreos de destino. O marítimo é o que mais utiliza a unitização visível das cargas por interesse do transportador e dos comerciantes, sendo que esta pode ser realizada por qualquer um deles, uma vez que a cada dia os navios estão mais especializados para cargas unitizadas em pallets ou containers. Há cargas que são unitizadas no próprio meio de transporte como líquidos e sólidos a granel. Modalidades de Estufagem, Desova e Utilização

14 14 No modal marítimo, especificamente nas cargas unitizadas em containers, é possível ter alguns tipos de modalidades em sua ovação, desova e utilização. Cada tipo vai depender do local ou por quem o serviço é realizado, se pelo transportador ou pelos comerciantes. Local da operação O container é um recipiente de carga que poderá ser ovado/estufado no armazém do vendedor ou no porto de embarque, e desovado no porto de destino ou no armazém do comprador, dependendo do acordo realizado com o transportador no momento da contratação do espaço. O local da estufagem e desova dos containers é definido pelos termos H/H, P/P e P/H sendo que H significa house (armazém/casa) e P, píer (porto). Estes termos são abreviaturas de house to house, house to píer, píer to píer e pier to house. Em uma operação tipo H/P (house to píer), o container é estufado no armazém do exportador e desovado no cais do porto de destino, enquanto que em uma operação H/H (house to house) ele é ovado no armazém do exportador e desovado no armazém do importador. Responsabilidade pela Operação Quando o estufamento do container se der no armazém do vendedor e a desova no armazém do comprador, cada um deles será responsável pelos custos advindos destas operações e terá a responsabilidade pela ova e desova do mesmo. Os custos de estufagem e desova e a responsabilidade são definidos pelos termos FCL?FCL, LCL/LCL, FCL/LCL e LCL/FCL, sendo que:

15 15 - FCL significa full container load (carga total de container) e indica custo e responsabilidade do comerciante, enquanto - LCL significa less than a container load (menos do que uma carga de container) e indica custo e responsabilidade do transportador Portanto, FCL/LCL denota que a estufagem do container é feita pelo vendedor, por sua conta e risco, podendo ser em seu aramazém ou no porto de embarque, e a desova é feita pelo transportador, por sua conta e risco, no porto de desembarque. 3- TRANSPORTE AQUAVIÁRIO 3.1 Transporte Marítimo O transporte marítimo é realizado por navios a motor, de grande porte, nos mares e oceanos. Está dividido em duas categorias, ou seja, transportando cargas entre portos nacionais, adentrando portos interiores localizados em rios, dentro de um mesmo país ou internacionalmente. Órgãos Controladores (Internacionais e Nacionais) O Tansporte Marítimo internacional é basicamente controlado pela IMO, entidade liga à ONU. A IMO (International Maritime Organization Organização Marítima Internacional) é um órgão cuja função consiste em promover a segurança no mar, a eficiência da navegação e tomar medidas preventivas para evitar a poluição marítima que pode ser causada pelos navios, através de acidentes ou más condições dos mesmos, entre outras coisas.

16 16 No Brasil, o Transporte Marítimo é regulado pelos seguintes órgãos governamentais: - MT (Ministério dos Transportes): é o órgão máximo no país, responsável por todos os tipos de transportes terrestres e aquaviários, e tem como missão, controlar e fiscalizar tudo que diga respeito a esta atividade; - STA (Secretaria dos Transportes Aquaviários): órgão do Ministério dos Transportes, tem o dever de executar a política para os transportes aquaviários no Brasil; - DMM (Departamento de Marinha Mercante): órgão vinculado à STA, responsável pelo controle dos registros de armadores, fretes, acordos bilaterais, conferências de fretes e outros assuntos reguladores do transporte marítimo brasileiro; - TM (Tribunal Marítimo): vinculado ao Ministério da Marinha, responde pelo julgamento dos acidentes marítimos, fluviais e lacustres (Navegação Aquaviária), podendo suas conclusões e laudos técnicos serem usados pela justiça civil, quando necessário. Também é responsável pelo registro de navios brasileiros que operam no transporte de cargas, tanto na cabotagem quanto na navegação de longo curso. Armador, Agência Marítima, Comissária de Despacho, Transitário, NVOCC e Terminais de Carga Armador É uma pessoa jurídica, estabelecida e registrada, com a finalidade de realizar transporte marítimo, local ou internacional, através de operação de navios, explorando determinadas rotas, e que se oferece para transportar cargas de todos os tipos de um porto a outro.

17 17 Responsável pela carga que está transportando, responde juridicamente por todos os problemas ou efeitos sobre a mesma, a partir do momento que a recebe p/ embarque, fornecendo ao embarcador um Conhecimento de Embarque (Bill of Lading B/L) que é o contrato de transporte. Agência Marítima É a empresa que representa o armador em determinado país, estado ou porto, fazendo a ligação entre o armador e o comerciante/exportador/importador. Não é comum o contato do comerciante com o armador diretamente, visto que esta função pertence ao Agente Marítimo. O Conhecimento Marítimo normalmente é emitido e assinado pelo agente, em nome e por conta do armador. Terminal de Carga Trata-se de local especializado no armazenamento, unitização (estufagem de containers, paletização) e movimentação de cargas para embarques e desembarques, localizados fora das áreas portuárias, utilizados pelos armadores para armazenamento de containers vazios a serem entregues aos embarcadores. Comissária de Despacho É uma empresa prestadora de serviços, que age nos portos, apta a auxiliar os comerciantes para que a sua mercadoria seja despachada, liberada e embarcada no navio, no porto de embarque, ou desembarcada do navio e liberada no porto de desembarque. É comumente chamada de despachante, como empresa cadastrada e autorizada, auxilia os comerciantes em

18 18 tudo o que for necessário para a boa consecução da exportação e/ou importação, agindo em nome dos mesmos junto às repartições públicas governamentais e agências marítimas. Confunde-se com o próprio despachante, que é a pessoa física concursada, apta a atuar nesta função e que costuma emprestar seu nome e agir dentro das comissárias de despachos. Transitário É um prestador de serviços que está habilitado a fazer por seu cliente um trabalho completo, desde a retirada da mercadoria em seu depóstio/fábrica até a entrega no armazém do importador, efetuando todos os tramites necessários. NVOCC Esta sigla significa transportador comum nãoproprietário de navio. Trata-se de um armador sem navio, com registro no DMM para poder operar, que se propõe a realizar transporte marítimo em navios de armadores constituídos. O NVOCC é um consolidador de carga responsável pela sua unitização e logística de transporte, liberando totalmente o embarcador das obrigações de unitização, contratação do transporte e responsabilidade sobre a carga, a partir do momento em que esta lhe for entregue. Navios Documentos dos Navios Navio é uma construção apropriada para transportar mercadorias e pessoas, através de mares, rios e lagos. É

19 19 propulsionado por força locomotriz, com capacidade interna variável e adequado às especificações necessárias. Desde a sua concepção até sua desativação ou desmanche, o navio terá diversos certificados que deverão acompanhá-lo para demonstrar suas qualidades e capacidades, dentre os quais: - contrato de construção; - provisão de registro de propriedade marítima; - termos de vistorias em seco e flutuante; - certificado de segurança de construção e equipamentos; - certificado de bolsas infláveis; - certificado de arqueação; - certificado internacional de borda livre; - certificado de classificação; - certificado de baixa. Durante toda a sua vida útil, enquanto estiver no tráfego de cargas, o navio está sujeito a uma série de vistorias que visam determinar seu estado e condições de navegabilidade. Tipos de navios Devido a diversidade de cargas que foram sendo objeto de transporte, vários tipos de navios foram criados e construídos, destacando-se: - General Cargo Ship (carga Geral): são navios convencionais, com porões e decks (pisos), destinados à carga seca geral, divididos em porões, com um ou mais decks, sendo normal que possuam 2 ou 3 decks com 3, 4 ou 5 porões, tendo, portanto, 8, 10 ou 15 compartimentos independentes para acondicionamento de carga, em pequenos volumes (solta ) ou paletizada (unitizada). Servem para transportar qualquer tipo de carga, exceto congelada.

20 20 - Reefer (frigorífico): é um tipo de navio semelhante ao convencional de cargas secas, porém com porões devidamente equipados com maquinários para refrigeração e transporte de carga frigorífica ou perecível, tal como carnes, sucos, frutas, verduras etc. - Bulk Carrier (graneleiros): navios especializados no transporte de carga sólida a granel (soja, açúcar, minérios etc). Existem navios mistos, os OBO (Ore-Bulk- Oil), que são graneleiros adaptados a transportes alternativos de minério de ferro, granéis sólidos e líquidos. - Gearless: navio construído sem equipamentos próprios para embarques, como guindaste, pau de carga ou qualquer outro aparelho que possa auxiliá-lo na operação de carga/descarga, dependendo, portanto, inteiramente dos aprelhos do porto. - Self-loading/unloading: navios que possuem equipamentos para operações, como guindantes, podendo assim realizar suas próprias operações de carregamento e descarga e não dependendo, desta forma, dos equipamentos do porto. - Full Container Ship (navio porta-container): é um tipo de navio especializado no transporte de containers, comportando todos os tipos como dry, reefer, tanks, plataforma etc., cujos porões são denominados bays, divididos em colunas (rows) formadas através de células guias e compostos por várias camadas (tiers) que indicam a altura dos containers embarcados. Os bays, rows e tiers são enumerados e a localização do container no navio é dada pelo slot em que ele está colocado. - Roll-On Roll-off (Ro-Ro): tipo de navio com uma rampa na popa (parte traseira do navio) ou proa (frente do navio), por onde veículos (com carga ou vazios), por

21 21 ele transportados, entram e saem de bordo diretamente do/para o cais do porto. Apresenta duas versões: Ro- Ro/Container: navio que pode transportar veículos sobre rodas (autolocomoção) nos seus porões e containers no deck principal (convés, plataforma ou piso superior transitável do navio); Ro-Ro/PCTC (purê car/truck carrier): navio especializado puramente no transporte de veículos automotores, como automóveis, caminhões, tratores, motoniveladora, entre outros, não transportando outro tipo de carga. - Tanker (navio-tanque): navio especialmente construído para o transporte de carga líquida a granel, com divisões em porões, permitindo que em caso de problemas em alguns dos porões, seja possível evitar maiores danos e continuar o transporte como os produtos nos demais compartimentos. Alguns tipos deste navio: Product Tankes: navio-tanque utilizado no transporte de produtos diversos, tais como petróleo refinado, petroquímicos, óleos minerais etc.; Chemical Tankes: navio-tanque utilizado no transporte de produtos químicos líquidos a granel; ULCC (ultra large crude carrier): navio-petroleiro de grande porte (entre 300 e 500 mil toneladas), que depende de terminaus especiais para a sua atracação e operação. - Multi-Purpose Ship: navio versatile, destinado ao transporte de carga, com características de diversos outros tipos de navios como os convencionais, frigoríficos, port-containers, Ro-Ro, podendo transportar as mais variadas cargas simultaneamente, como containers, pallets, carga solta, veículos em geral, cargas frigoríficas etc. - Lash (lighter aboard ship): navios porta-barcaças ou chatas, as quais são carregadas ao largo por guindaste especial de bordo para serem transportadas e descarregadas também à distância no porto de destino.

Unidade II GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade II GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade II GERENCIAMENTO DE TRANSPORTES Prof. Altair da Silva Formas e modais de transportes As formas como nossos produtos são distribuídos em nosso país, depende de vários fatores. Em um país como o

Leia mais

05/08/2015. Regras Internacionais de Comércio. Pagamentos Internacionais. Pagamentos Internacionais. Regras Internacionais de Comércio

05/08/2015. Regras Internacionais de Comércio. Pagamentos Internacionais. Pagamentos Internacionais. Regras Internacionais de Comércio Fundamentos do Comércio Internacional (3) Regras Internacionais de Comércio Internacionais Regras Internacionais de Comércio Fundamentos do Comércio Internacional (3) Embarque da Mercadoria Remessa de

Leia mais

d) Fatores institucionais, tais como: relação de influência entre organizações de representação e usuários, associações de usuários e governo, etc.

d) Fatores institucionais, tais como: relação de influência entre organizações de representação e usuários, associações de usuários e governo, etc. 1 AV Cálculo de Fretes As tarifas são condicionadas a: a) Fatores de preço de mercadoria, tais como: tipo de embalagem, peso, volume, densidade, perecibilidade, periculosidade, facilidade de acomodação,

Leia mais

TT- 046 2º SEMESTRE 2008

TT- 046 2º SEMESTRE 2008 UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT- 046 2º SEMESTRE 2008 1 CLASSIFICAÇÃO UNIVERSAL DAS CARGAS 2 CLASSIFICAÇÃO UNIVERSAL DAS CARGAS Na identificação das características da carga

Leia mais

Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Prof.: Romoaldo J S do Carmo

Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Prof.: Romoaldo J S do Carmo Prof. Esp. Romoaldo J S do Carmo E-mail: romoaldo.carmo@hotmail.com Comércio Exterior UNIPAC Logística Internacional: Conceitos Estratégias Modais Transportes Tendências Logística Internacional CONCEITOS

Leia mais

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015.

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. 1 SOCIEDADE DE PORTOS E HIDROVIAS DO PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. RESOLUÇÃO Nº 4.093-ANTAQ, DE 07/05/2015. (ANTAQ-Agência Nacional de Transportes Aquaviário) PORTO

Leia mais

Disciplina: ECV5126 Portos de Mar, Rios e Canais II Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil

Disciplina: ECV5126 Portos de Mar, Rios e Canais II Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil Disciplina: ECV5126 Portos de Mar, Rios e Canais II Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil Professores: Sílvio dos Santos, Esp. Eunice Passaglia, Dra. AULA N 2: OS NAVIOS

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de

Leia mais

ENCONTRO 4 Transporte Rodoviário e Ferroviário

ENCONTRO 4 Transporte Rodoviário e Ferroviário ENCONTRO 4 Transporte Rodoviário e Ferroviário ENCONTRO 4 Transporte Rodoviário e Ferroviário TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! No encontro passado você conheceu as particularidades e características

Leia mais

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos 2012 Apresentação Luiz José de Souza Neto Union Modal Logística Integrada Rua Teixeira de Freitas, 72, cj. 23 Santos / SP - Tel.: 13 30613387 luiz@unionmodal.com.br A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA.

Leia mais

LOGÍSTICA EM COMÉRCIO EXTERIOR COM ÊNFASE EM TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGAS

LOGÍSTICA EM COMÉRCIO EXTERIOR COM ÊNFASE EM TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGAS LOGÍSTICA EM COMÉRCIO EXTERIOR COM ÊNFASE EM TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGAS Por: Anderson Soares de Pina Rio de Janeiro Setembro de 2007 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU A VEZ DO

Leia mais

UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046. Aula 08

UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046. Aula 08 UFPR DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT 046 EMBARCAÇÕES MARÍTIMAS Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Gilza Fernandes Blasi Profa. Márcia de Andrade Pereira Aula 08 NAVIO

Leia mais

Unidade II LOGÍSTICA PARA. Prof. Márcio Antoni

Unidade II LOGÍSTICA PARA. Prof. Márcio Antoni Unidade II LOGÍSTICA PARA IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO Prof. Márcio Antoni Termos comerciais internacionais: Incoterms 2000 São regras que limitam os direitos e as obrigações de compradores e vendedores no

Leia mais

A LOGÍSTICA NO TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGA

A LOGÍSTICA NO TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGA UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM LOGÍSTICA EMPRESARIAL Autor: Adalberto Henrique Fleiuss Orientador: Prof. André Gustavo A LOGÍSTICA NO TRANSPORTE INTERNACIONAL DE CARGA Rio de Janeiro

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS CONTEINERIZAÇÃO DE CARGAS Vantagens: Possibilitam operações ininterruptas, mesmo sob intempéries Incrementam a produtividade Minimizam o tempo de movimentação

Leia mais

TARIFA DO PORTO DE SUAPE

TARIFA DO PORTO DE SUAPE SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO TARIFA DO PORTO DE SUAPE Homologada pela RESOLUÇÃO Nº 4.091, DE 7 DE MAIO DE 2015 (D.O.U. de 08.05.15) TABELA 1 UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA MARÍTIMA (Taxas devidas

Leia mais

TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS RIO

TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS RIO TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS RIO (vigência a partir de 01/07/2012 Valores expressos em Reais) A ARMAZENAGEM DE IMPORTAÇÃO: A.1 CONTÊINERES / CARGA GERAL (períodos de 7 dias ou fração): Fixo

Leia mais

Professora Danielle Valente Duarte

Professora Danielle Valente Duarte Professora Danielle Valente Duarte TRANSPORTE significa o movimento do produto de um local a outro, partindo do início da cadeia de suprimentos chegando até o cliente Chopra e Meindl, 2006 O Transporte

Leia mais

TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS RIO

TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS RIO TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS RIO (vigência a partir de 25/02/2014 Valores expressos em Reais) A ARMAZENAGEM DE IMPORTAÇÃO: A.1 CONTÊINERES / CARGA GERAL (períodos de 7 dias ou fração): Fixo

Leia mais

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência...

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência... TARIFA COMPANHIA DOCAS DO PARÁ PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ Tabela I - Utilização da Infraestrutura Aquaviária (Tarifas

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR L O G Í S T I C A 1.1) Introdução As atividades de comércio e a necessidade de interação com outras localidades revelam a importância do transporte de mercadorias e pessoas no desenvolvimento de uma região.

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução nº 4.093 ANTAQ, de 07/05/2015 Vigência: 15/05/2015 TABELA I - UTILIZAÇÃO

Leia mais

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado Tabela I Utilização da Infraestrutura de Acesso Aquaviário (Taxas devidas pelo armador ou agente) No. Espécie Incidência Valor() 1. Carregamento, descarga ou baldeação, por tonelada ou fração 3,73 2. Carregamento,

Leia mais

TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS SANTOS (vigência a partir de 01/07/2012 Valores expressos em Reais)

TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS SANTOS (vigência a partir de 01/07/2012 Valores expressos em Reais) TABELA DE SERVIÇOS BÁSICOS LIBRA TERMINAIS SANTOS (vigência a partir de 01/07/2012 Valores expressos em Reais) A ARMAZENAGEM DE IMPORTAÇÃO: A.1 CONTÊINERES FCL/FCL (PERÍODOS DE 7 DIAS OU FRAÇÃO) Fixo A

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem

TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem BASE LEGAL: RESOLUÇÃO ANTAQ Nº 4093, DE 07 DE MAIO DE 2015 PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 08 DE MAIO DE 2015 VIGÊNCIA: A PARTIR DE 12/05/2015

Leia mais

LOGÍSTICA. O Sistema de Transporte

LOGÍSTICA. O Sistema de Transporte LOGÍSTICA O Sistema de Transporte O TRANSPORTE 1. Representa o elemento mais importante do custo logístico; MODALIDADE (UM MEIO DE TRANSPORTE) MULTIMODALIDADE (UTILIZAÇÃO INTEGRADA DE MODAIS) Tipos de

Leia mais

Tabela de Preços dos serviços oferecidos e prestados pelo ECOPORTO SANTOS, Vigência a partir de 01/06/2014

Tabela de Preços dos serviços oferecidos e prestados pelo ECOPORTO SANTOS, Vigência a partir de 01/06/2014 1. ARMAZENAGEM Tabela de Preços dos serviços oferecidos e prestados pelo ECOPORTO SANTOS, Vigência a partir de 01/06/2014 1.1. ARMAZENAGEM DE IMPORTAÇÃO 1.1.1 CONTÊINERES MUDANÇA DE REGIME/CARGA LCL Pelo

Leia mais

Cargas unitárias cargas contidas em recipientes que permitem a manipulação. Embalagem para transporte de produtos em processo ou acabados

Cargas unitárias cargas contidas em recipientes que permitem a manipulação. Embalagem para transporte de produtos em processo ou acabados Logística Movimentação de materiais na cadeia de suprimentos Para que a matéria-prima possa transformar-se ou ser beneficiada, pelo menos um dos três elementos básicos de produção, homem, máquina ou material,

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DOS NAVIOS

CLASSIFICAÇÃO DOS NAVIOS CLASSIFICAÇÃO DOS NAVIOS Classificação geral Quanto ao fim a que se destinam de guerra; mercantes; de recreio; de serviços especiais. Classificação geral Quanto ao material de construção do casco de madeira;

Leia mais

Contratos internacionais. Contratos internacionais - Características. Contratos internacionais. Contratos internacionais

Contratos internacionais. Contratos internacionais - Características. Contratos internacionais. Contratos internacionais - Características Os contratos internacionais do comércio, como uma espécie de contrato internacional, são todas as manifestações de vontade de duas ou mais partes, que buscam criar relações patrimoniais

Leia mais

R I O G R A N D E S. A.

R I O G R A N D E S. A. ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS A. UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM (CAIS/DEFENSAS) A.1. Ocupação do cais de acostagem por embarcação, incluindo serviços de atracação, desatracação e uso de defensas.

Leia mais

ENCONTRO 6 Transporte Multimodal

ENCONTRO 6 Transporte Multimodal ENCONTRO 6 Transporte Multimodal ENCONTRO 6 Transporte Multimodal TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! No encontro passado você conheceu os serviços dos Correios Brasileiros, aquilo que pode ser

Leia mais

TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DOCENTE: EDUARDO MANGABEIRA

TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DOCENTE: EDUARDO MANGABEIRA TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DOCENTE: EDUARDO MANGABEIRA TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO TRANSPORTE TRANSPORTE EM LOGÍSTICA É a movimentação de produtos entre regiões geográficas ou área de comércio, elevando o

Leia mais

Tabela Pública de Serviços

Tabela Pública de Serviços Tabela Pública de Serviços Sumário Serviços para Contêineres de Importação... 3 Serviços para Carga Desunitizada de Importação... 5 Serviços para Contêineres e Cargas Soltas de Exportação... 7 Serviços

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS

TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução Nº 4.093 ANTAQ 07/05/2015 Vigência 15/05/2015

Leia mais

TABELA DE PREÇOS DO TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM Vigência: 01 DE JULHO DE 2015

TABELA DE PREÇOS DO TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM Vigência: 01 DE JULHO DE 2015 TABELA DE PREÇOS DO Vigência: 01 DE JULHO DE 2015 TABELA A - PREÇOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS OU DISPONIBILIZADOS PELA CEARÁPORTOS 100.000 SERVIÇOS OPERACIONAIS O prestador de serviço credenciado deverá pagar

Leia mais

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não.

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não. TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE PROTEÇÃO E ACESSO AQUAVIÁRIO PORTUÁRIA TAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR 1. Por Tonelagem de Porte Bruto das Embarcações Por unidade 1.1 Na movimentação de contêineres

Leia mais

Tabela Pública de Serviços

Tabela Pública de Serviços Tabela Pública de Serviços Sumário Serviços para Contêineres de Importação... 3 Serviços para Carga Desunitizada de Importação... 5 Serviços para Contêineres de Exportação.... 7 Serviços para Contêineres

Leia mais

Custeio do Transporte Aquaviário - Ferroviário - Aéreo - Dutoviário de Cargas

Custeio do Transporte Aquaviário - Ferroviário - Aéreo - Dutoviário de Cargas Custeio do Transporte Aquaviário - Ferroviário - Aéreo - Dutoviário de Cargas SUMÁRIO 1. Link Aula Anterior; 2. Conceitos Gerais de Custos de Transporte; 3. Decisões que afetam os custos; 4. Fatores que

Leia mais

3 A Carga, as Embalagens e Formas de Unitização 3.1 Histórico

3 A Carga, as Embalagens e Formas de Unitização 3.1 Histórico 3 A Carga, as Embalagens e Formas de Unitização 3.1 Histórico Nos primórdios da navegação marítima toda mercadoria era transportada em tonéis já que se tratava de uma embalagem bastante resistente e de

Leia mais

Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo

Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo. Panorama do setor Marítimo Modal indicado para distribuição de grandes cargas, com transferências de longas distâncias a baixo custo O TRANSPORTE DE CARGAS NO BRASIL de longo curso Há 30 anos a velocidade de cruzeiro era de 10 nós;

Leia mais

Fatec Zona Sul. 1ª Lista de exercícios da disciplina Modalidade e Intermodalidade para o 1º bimestre 1s2011

Fatec Zona Sul. 1ª Lista de exercícios da disciplina Modalidade e Intermodalidade para o 1º bimestre 1s2011 Fatec Zona Sul 1ª Lista de exercícios da disciplina Modalidade e Intermodalidade para o 1º bimestre 1s2011 1. Quantas e quais são as modalidades de transportes? Três modos: Aeroviário, aquaviário e terrestre.

Leia mais

Fundamentos do Transporte

Fundamentos do Transporte Prof.: Deibson Agnel Livro: Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial Autor: Ronald Ballou Cap. 06 1 A importância de um sistema de transporte eficaz A movimentação de cargas absorve

Leia mais

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Módulo 21 Comércio Internacional

Escola Secundária de Paços de Ferreira. Módulo 21 Comércio Internacional Escola Secundária de Paços de Ferreira Módulo 21 Comércio Internacional Trabalho realizado por: Mafalda Neves 12ºS 2009/2010 Importação É o processo comercial e fiscal que consiste em trazer um bem, que

Leia mais

TARIFA DO PORTO DO FORNO TABELA I - UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO

TARIFA DO PORTO DO FORNO TABELA I - UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO TARIFA DO PORTO DO FORNO TABELA I - UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO Esta tabela remunerará as facilidades portuárias constituídas pelos molhes, quebramares, canal de acesso

Leia mais

LOGÍSTICA PORTUÁRIA E CONFER NCIA DE CARGAS CONFORMITY. #QueroSerConferente

LOGÍSTICA PORTUÁRIA E CONFER NCIA DE CARGAS CONFORMITY. #QueroSerConferente LOGÍSTICA PORTUÁRIA E CONFER NCIA DE CARGAS CONFORMITY A C A D E M Y #QueroSerConferente O SETOR Exportações Brasileiras Em 2015 a produção agropecuária do Brasil atingiu um volume recorde, chegando a

Leia mais

Evolução da Utilização Multimodal

Evolução da Utilização Multimodal "Sem caminhão, o Brasil pára". Transporte Intermodal de Cargas A intermodalidade, fisicamente, é a mesma coisa, ou seja, o transporte da carga por mais de um modal para alcançar o seu destino. O que diferencia

Leia mais

Logística. Oliveira, Felipe Flausino de. O48l Logística: modais / Felipe Flausino de Oliveira. Varginha, 2015. 40 slides; il.

Logística. Oliveira, Felipe Flausino de. O48l Logística: modais / Felipe Flausino de Oliveira. Varginha, 2015. 40 slides; il. Logística Oliveira, Felipe Flausino de. O48l Logística: modais / Felipe Flausino de Oliveira. Varginha, 2015. 40 slides; il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web 1. Logística

Leia mais

ENCONTRO 3 Transporte Aéreo

ENCONTRO 3 Transporte Aéreo ENCONTRO 3 Transporte Aéreo ENCONTRO 3 Transporte Aéreo TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! No encontro anterior, você conheceu as características do transporte marítimo, a sua importância para

Leia mais

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 6. Contextualização. Modais de Transporte. Instrumentalização. Modais de Transporte

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 6. Contextualização. Modais de Transporte. Instrumentalização. Modais de Transporte Armazenagem, Controle e Distribuição Aula 6 Contextualização Prof. Walmar Rodrigues da Silva Modais de Transporte Característica Comparações Utilização Instrumentalização Multimodalidade e intermodalidade

Leia mais

Unidade II. Administração. Prof. Ms. Livaldo dos Santos

Unidade II. Administração. Prof. Ms. Livaldo dos Santos Unidade II Administração de Suprimentos Prof. Ms. Livaldo dos Santos Administração de Suprimentos Objetivos da Unidade Analisar os principais conceitos sobre: A medição do desempenho na cadeia de suprimentos

Leia mais

TÍTULO: SIMULAÇÃO DE SISTEMA LOGÍSTICO DE APOIO PARA EXPORTAÇÃO DE PARA-CHOQUES PARA OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

TÍTULO: SIMULAÇÃO DE SISTEMA LOGÍSTICO DE APOIO PARA EXPORTAÇÃO DE PARA-CHOQUES PARA OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SIMULAÇÃO DE SISTEMA LOGÍSTICO DE APOIO PARA EXPORTAÇÃO DE PARA-CHOQUES PARA OS ESTADOS UNIDOS

Leia mais

GRUPO C Transporte principal pago pelo exportador (riscos do importador)

GRUPO C Transporte principal pago pelo exportador (riscos do importador) Na última aula, estudamos os INCOTERMS dos grupos E e F. Agora, discutiremos os INCOTERMS dos grupos C e D. Claro que nosso objetivo é identificar quais despesas (custos) e quais riscos (responsabilidade

Leia mais

Transferência e distribuição

Transferência e distribuição Transferência e Distribuição Transferência e distribuição O sistema logístico inclui, na maioria dos casos, dois tipos de transporte de produtos: A transferência: envolve deslocamento maciços entre dois

Leia mais

LOCALFRIO S.A. ARMAZÉNS GERAIS FRIGORÍFICOS

LOCALFRIO S.A. ARMAZÉNS GERAIS FRIGORÍFICOS LOCALFRIO S.A. ARMAZÉNS GERAIS FRIGORÍFICOS TARIFA DE SERVIÇOS Matriz: CNPJ: 58.317.751/0001-16 NIRE: 35.300.117.441; Filial: São Paulo SP Armazém Frigorífico CNPJ: 58.317.751/0007-01 NIRE: 35.902.660.232;

Leia mais

Transporte liquido em Box - Container para produtos alimentícios e não alimentícios

Transporte liquido em Box - Container para produtos alimentícios e não alimentícios -1- EasyFlexitank Transporte liquido em Box - Container para produtos alimentícios e não alimentícios EasyFlexitanks com tampas de metal Dirk-Kappes-Consulting Hofstrasse 115 D - 40723 Hilden Tel. +49-2103-492606

Leia mais

DIREITO DA NAVEGAÇÃO

DIREITO DA NAVEGAÇÃO 1 DIREITO DA NAVEGAÇÃO MARÍTIMO - Embarcação e Navio: natureza jurídica, acessórios e classificação dos navios P r o f. M a r c e l o A l v a r e s V i c e n t e 2011 2 Navio e Embarcação Conceito Legislação

Leia mais

TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS

TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS Vigência: 15/03/2014 a 14/03/2015 ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS OPERAÇÃO PORTUÁRIA - Tarifas devidas pelo armador, agente de navegação ou requisitante - A. OPERAÇÃO

Leia mais

Tabela de preços pag 1. Atracação. TABELA B Tarifa de operação por conteiner Preço (R$)

Tabela de preços pag 1. Atracação. TABELA B Tarifa de operação por conteiner Preço (R$) Tabela de preços pag 1 TABELA A Utilização Instalação e Acostamento Preço (R$) Atracação *Por metro Linear/Navio per de 12h ; A taxa mínima a cobrar será de 60 metros por periodo, por embarcação 5,00 TABELA

Leia mais

ECOPORTO SANTOS S.A. TERMARES TERMINAIS MARÍTIMOS ESPECIALIZADOS LTDA. TABELA GERAL DE PREÇOS DE SERVIÇOS VIGÊNCIA A PARTIR DE 01/07/2015

ECOPORTO SANTOS S.A. TERMARES TERMINAIS MARÍTIMOS ESPECIALIZADOS LTDA. TABELA GERAL DE PREÇOS DE SERVIÇOS VIGÊNCIA A PARTIR DE 01/07/2015 ECOPORTO SANTOS S.A. TERMARES TERMINAIS MARÍTIMOS ESPECIALIZADOS LTDA. TABELA GERAL DE PREÇOS DE SERVIÇOS VIGÊNCIA A PARTIR DE 01/07/2015 1. ARMAZENAGEM DE EXPORTAÇÃO 1.1 CONTÊINERES EMBARCADOS NO ECOPORTO

Leia mais

GESTÃO DE FROTAS E OPERAÇÃO DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

GESTÃO DE FROTAS E OPERAÇÃO DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E TRANSPORTES GESTÃO DE FROTAS E OPERAÇÃO DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS Disciplina: Logística

Leia mais

MULTIMODALIDADE. Agência Nacional de Transportes Aquaviários SETOR AQUAVIÁRIO EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS

MULTIMODALIDADE. Agência Nacional de Transportes Aquaviários SETOR AQUAVIÁRIO EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS Agência Nacional de Transportes Aquaviários MULTIMODALIDADE EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS SETOR AQUAVIÁRIO SEMINÁRIO: TRANSPORTE / ENERGIA PILARES DE SUSTENTAÇÃO DA NOVA ECONOMIA Palestra do Diretor-Geral da ANTAQ,

Leia mais

Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação

Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação Gestão de Operações Portuárias com Pós Graduação Objetivo: Capacitar o participante para gerir as rotinas e operações logísticas em um porto ou terminal portuário voltado para a movimentação interna, importação

Leia mais

TARIFAS DOS PORTOS DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI Operações Portuárias Comerciais

TARIFAS DOS PORTOS DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI Operações Portuárias Comerciais DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DOS PORTOS DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI Operações Portuárias Comerciais TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II

Leia mais

Unidade IV GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade IV GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade IV GESTÃO DE SUPRIMENTO E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Logística na cadeia de suprimentos Logística Parte do processo da cadeia de suprimentos, que, para atingir o nível de serviço desejado pelo

Leia mais

Agenciamento de Cargas Importação Marítima

Agenciamento de Cargas Importação Marítima Agenciamento de Cargas Importação Marítima Jailson de Souza Agenciamento de Cargas Definição Sistemática, como trabalha, intermediários, contratação de serviços Vantagens do Agenciamento de Cargas O que

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE A LOGÍSTICA DA IMPORTAÇÃO MARÍTIMA Por: Gabriela Galhardo Antunes de Figueiredo Orientador

Leia mais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais

Contextualização 01/03/2013. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais. Movimentação de Materiais Contextualização A transformação da matéria-prima em produto acabado requer que pelo menos um dos três elementos básicos de produção (trabalhador, máquina e material) seja movimentado. Para a maioria dos

Leia mais

A. UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM (CAIS/DEFENSAS) Pág. 1 B. MOVIMENTAÇÃO DE CONTAINERS NAS OPERAÇÕES DE NAVIOS Pág. 2 B.1.

A. UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM (CAIS/DEFENSAS) Pág. 1 B. MOVIMENTAÇÃO DE CONTAINERS NAS OPERAÇÕES DE NAVIOS Pág. 2 B.1. A. UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM (CAIS/DEFENSAS) Pág. 1 B. MOVIMENTAÇÃO DE CONTAINERS NAS OPERAÇÕES DE NAVIOS Pág. 2 B.1. Operação a bordo Pág. 2 B.2. Operação em terra Pág. 3 B.3. Utilização

Leia mais

AULA 03 e 04: NAVIO E NAVEGAÇÃO. Navio: Conceito e regime jurídico. Navegação. Espécies.

AULA 03 e 04: NAVIO E NAVEGAÇÃO. Navio: Conceito e regime jurídico. Navegação. Espécies. AULA 03 e 04: NAVIO E NAVEGAÇÃO. Navio: Conceito e regime jurídico. Navegação. Espécies. Navio: deriva do latim navigium; o navio é juridicamente uma coisa; no estaleiro, já possui existência real; reconhecido

Leia mais

Tokio Marine TRANSPORTES

Tokio Marine TRANSPORTES Tokio Marine TRANSPORTES Tokio Marine Transportes Objetivo Compreender o Seguro de Transportes e sua aplicação. Identificar oportunidades de negócios ligadas ao seguro de Transportes. 1. Objetivo do Seguro

Leia mais

Tabela de Preços Aplicados pela Santos Brasil no TECON SANTOS

Tabela de Preços Aplicados pela Santos Brasil no TECON SANTOS Tabela de Preços Aplicados pela Santos Brasil no A partir de 01.01.2013 Rev1 Esta tabela de preços será aplicada a todos os usuários que, na data da prestação do serviço, não possuírem acordo individual

Leia mais

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo

PLATAFORMAS MARÍTIMAS. Aula 13. Logística de transferência de petróleo PLATAFORMAS MARÍTIMAS Aula 13 Logística de transferência de petróleo INTRODUÇÃO Logística Colocar-se o produto certo, no local correto, no momento adequado e ao menor preço possível, desde as fontes de

Leia mais

TERMINAL DE VILA VELHA TVV ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS Válida a partir de 18/02/2013 Versão 01.2013

TERMINAL DE VILA VELHA TVV ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS Válida a partir de 18/02/2013 Versão 01.2013 A. SERVIÇOS INTEGRADOS DE MOVIMENTAÇÃO DE CONTÊINERES BOX RATE Este serviço inclui todos os custos envolvidos para a operação básica de contêineres de importação ou exportação, em navios full container,

Leia mais

GRUPO Serviço Valores Janeiro 2015

GRUPO Serviço Valores Janeiro 2015 01. Movimentação de Contêineres 20" Std R$ 257,12 40" Std R$ 439,09 20" OOG R$ 384,63 40" OOG R$ 658,65 20" IMO R$ 257,12 40" IMO R$ 439,09 Observações dos serviços do Grupo 01: 01.1 - Os preços acima

Leia mais

Tabela I. Tabela II. Tabela V

Tabela I. Tabela II. Tabela V TARIFÁRIO DO PORTO DE NATAL Tabela I Tabela II Utilização da Infraestrutura de Proteção e Acesso Aquaviário; Taxas Devidas pelo Armador ou Seu Agente Marítimo; Utilização da Infraestrutura de Acostagem;

Leia mais

de desenvolvimento de uma região ou país sem um sistema

de desenvolvimento de uma região ou país sem um sistema de desenvolvimento de uma região ou país sem um sistema O sistema de transporte é um elemento importante para o crescimento de cidades e de indústrias, para a geração de renda, de emprego e de estabilidade

Leia mais

Tabela de Preços Armazenagem e Serviços Acessórios Versão 19.1 - Válida a partir de 01/05/2015

Tabela de Preços Armazenagem e Serviços Acessórios Versão 19.1 - Válida a partir de 01/05/2015 Tabela de Preços Armazenagem e Serviços Acessórios Versão 19.1 - Válida a partir de 01/05/2015 ARMAZENAGEM 1 - Armazenagem de Importação - Contêiner e Carga Solta Do Valor CIF 1º período de 7 dias ou fração

Leia mais

PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO

PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO AGENDA PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO O PROGRAMA PROGRAMA PARA DESENVOLVIMENTO DA CABOTAGEMNO BRASIL, COM A PARTICIPAÇÃO DOS ORGÃOS INTERVENIENTES, ATRAVÉS DE UM GRUPO

Leia mais

Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja

Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja Tipo: Artigo Produto: Grãos de Soja 3ª Parte: TPR Rosário Publicação / Sulamericana Data: Abril 2015 Ref: 160415ARGrain Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja O terminal argentino

Leia mais

SISTEMÁTICA DAS EXPORTAÇÕES

SISTEMÁTICA DAS EXPORTAÇÕES SISTEMÁTICA DAS EXPORTAÇÕES CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTES: DIAS, Reinaldo; RODRIGUES, Waldemar. Comércio Exterior Teoria e Gestão. São Paulo, Atlas, 2004. SILVA, Luiz Augusto

Leia mais

MANUAL CROSS DOCKING ESTUFAGEM / EXPORTAÇÃO MANUAL CROSS DOCKING 1

MANUAL CROSS DOCKING ESTUFAGEM / EXPORTAÇÃO MANUAL CROSS DOCKING 1 MANUAL CROSS DOCKING ESTUFAGEM / EXPORTAÇÃO MANUAL CROSS DOCKING 1 OBJETIVO A prestação de serviços de Estufagem passa a fazer parte das atividades comerciais Embraport por meio da operação Cross Docking.

Leia mais

1 - MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS

1 - MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS 1 - MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS Introdução Para que a matéria prima possa transformar-se ou ser beneficiada, pelo menos um dos três elementos básicos de produção, homem, máquina ou material, deve movimentar-se;

Leia mais

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

- Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Analista de Logística em Comércio Exterior - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Habilitar o participante para trabalhar com as rotinas da logística

Leia mais

TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias

TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA

Leia mais

GRUPO Serviço Valores Janeiro 2014 20" STD R$ 241,22 40" STD R$ 411,94 20" OOG R$ 360,85 40" OOG R$ 617,93 20" IMO R$ 241,22 40" IMO R$ 411,94

GRUPO Serviço Valores Janeiro 2014 20 STD R$ 241,22 40 STD R$ 411,94 20 OOG R$ 360,85 40 OOG R$ 617,93 20 IMO R$ 241,22 40 IMO R$ 411,94 Tabela de Preços Máximos TCP Válida a partir de 01/01/2014 Esta Tabela de Preços de Serviços será aplicada a todos os usuários, que, na data do faturamento do serviço, não possuírem acordo individual com

Leia mais

DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira

DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Iniciaremos aqui mais um desenvolvimento de segmento da Indústria de Petróleo e Gás, DOWNSTREAM TRANSPORTE, no que se refere

Leia mais

Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP

Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP Aspectos Gerais Cada vez mais as empresas recorrem às potencialidades do mercado global. Neste contexto é necessária a perfeita

Leia mais

PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER

PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTOS PARA O TRANSPORTE DE CONTÊINER julho-11 Percurso de ida e volta Contêiner até 25 t Contêiner acima de 25 t até 30

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II Unidade II Nesta unidade, abordaremos a finalidade e a importância de alguns termos no comércio internacional, aprenderemos alguns aspectos do direito de navegação marítima e detalharemos o

Leia mais

Logística Globalizada

Logística Globalizada Logística Globalizada Logística Globalizada Objetivo Facilitar o engenheiro de logística a projetar e especificar os melhores meios de transporte para a logística internacional, bem como entender todas

Leia mais

RELATÓRIO DA VISITA TÉCNICA À APPA E AO TCP TURMA 4º A ADMINISTRAÇÃO SALA 305 NOTURNO DATA: 07 DE MAIO DE 2010 SUMÁRIO

RELATÓRIO DA VISITA TÉCNICA À APPA E AO TCP TURMA 4º A ADMINISTRAÇÃO SALA 305 NOTURNO DATA: 07 DE MAIO DE 2010 SUMÁRIO RELATÓRIO DA VISITA TÉCNICA À APPA E AO TCP TURMA 4º A ADMINISTRAÇÃO SALA 305 NOTURNO DATA: 07 DE MAIO DE 2010 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...04 I - Alimentando as Cidades (documentário da Discovery Channel)...05

Leia mais

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal:

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal: PORTO DE PECEM. Trata-se de um terminal marítimo concebido para propiciar operações portuárias eficientes, tornando-o altamente competitivo com acessos rodoviários e ferroviários livres e independentes

Leia mais

Prof. Altair da Silva. Unidade III GERENCIAMENTO DE

Prof. Altair da Silva. Unidade III GERENCIAMENTO DE Prof. Altair da Silva Unidade III GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Transporte aéreo O transporte caracterizado por transporte através de aeronaves. Doméstico internamente; Internacional outros países; Início

Leia mais

FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC

FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC FORMAÇÃO Gestão de Operações Portuárias - Online Curso sob Regulamentação do Decreto 5.622 de 19/12/2005 - MEC Objetivo: Capacitar o participante para gerir as rotinas e operações logísticas em um porto

Leia mais