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1 Inflação resiste. Aperto monetário continua. Por ora... Conforme adiantamos em nossa edição anterior, os eventos climáticos nos EUA e Brasil começaram a afetar os preços em virtude do peso dos alimentos na cesta de consumo. Isso, não apenas puxa os índices de inflação para cima, como também causa impacto em toda a política econômica dos governos, especialmente o brasileiro. Em nossas projeções preliminares, a inflação para o final de 214 bate em 6,65%. O mercado calcula algo em torno de 6,3% para o IPCA. O índice de 12 meses acumulado até março já está em 6, e a variação mensal foi de,92%. Também contribui o reajuste dos medicamentos, que passou a valer no dia 31 de março. A taxa de câmbio ajuda a puxar os preços para cima. Mesmo em trajetória de queda, a moeda americana permanece num patamar superior ao de seis meses e de um ano atrás. A alteração da taxa de juros, definida pelo Copom na reunião de abril, e indo de 1,75% para 11% ao ano (novamente, nossas projeções se cumpriram), deve colaborar para a continuidade do movimento declinante do dólar e que foi confirmado pelos seguidos pregões na Bovespa fechados em alta, apesar de algumas correções para realizações de lucro terem acontecido. Isso indica que os investidores estrangeiros aumentaram suas posições no mercado acionário brasileiro. Por outro lado, há uma queda de braço no cenário cambial. Um paradoxo. Nos EUA, a presidente do Fed, Janet Yellen, acredita que a economia americana ainda precisa de juros baixos para ganhar impulso. Ainda há dificuldade para se criar empregos. Isso resulta em aumento da demanda por moeda no país acompanhado por certa rejeição aos títulos públicos - é claro, o objetivo é aquecer a atividade. Isso deveria valorizar o Dólar. Entretanto, os juros brasileiros, mais altos, portanto, mais atrativos, fazem com que haja cresça o fluxo de capitais (especulativos) para nosso mercado e isso causaria apreciação do Real. A Europa vive um momento totalmente oposto. Enquanto a inflação brasileira não apenas resiste, mas ganha também robustez, os preços no Velho Continente declinam. E isso não é reflexo de aumento da produção ou melhora dos termos de troca. É, sim, resultado da baixa atividade econômica. Segundo Mario Draghi, atual presidente do BCE um dos maiores medos é o prolongamento da estagnação além do que estabelecemos como cenário base. A instituição considera medidas além da teoria econômica, para aquecer a economia. As curvas mercado a termo já sinalizam que há dúvidas a respeito da ação do Banco Central agora, quando há pressão inflacionária. O comunicado prévio do BC indicava possibilidade de interrupção do ciclo de alta dos juros. Assim, os investidores puderam retomar posições compradas em dólar, o que fez o preço da moeda subir no curtíssimo e, provavelmente, no médio prazo. Esse dado será incluído em nossas próximas projeções. Para o mercado financeiro, o ajuste acarreta em melhora da rentabilidade dos CDB s, dos fundos DI (referenciados, alguns FIDC s e outros) e das LFT s. Fundos cambiais devem reagir negativamente ao ajuste nos juros. Por Gilmar Faustino Análise Setorial Karina Dominguito Relações com Investidores

2 Milhões Patrimônio Atual (R$) Patrimônio Sênior Patrimônio Subordinada Patrimônio Mezanino Indicadores do Fundo (mês) Retorno da Cota Sub (Acum. 12 meses) 167,8 Retorno do CDI, Evolução do Patrimônio X Razão de Garantia 2,% 18,% 16,% 14,% 12,% 1,% 8,% 6,% 4,% 2,%,% Retorno FIDC Sub vs CDI (%) 4484% Razão da Garantia 144% PDD (em milhões R$) 1,67 PL TOTAL Razão de Garantia Razão de Garantia - Mínima Exigida Características do Fundo (mês) Número de Cedentes 257 Número de Sacados 1524 Número de Operações 267 Ticket Médio (R$) Prazo Médio da Carteira (Dias) 55 Pulverização setorial (ramo industrial) 17 Saldo médio devedor por cedente (R$) Saldo médio devedor por sacado (R$) % 4% 3% 2% 1% % Rentabilidade Acumulada Mensal Valor total Operado no mês (R$) CDI Cota Subordinada

3 Distribuição de Ativos Liquidez da Carteira (de a 3 dias) 7,1%,4% 2,5% Direitos Creditórios 12,11% Liquidação em Dia Em Aberto Tesouraria 13,68% 56,85% Pgto. Ted, Dep, Trf Recompra 92,4% NTN-B 14,8 Liquidação em Cartório Concentração por Ramo de Atividade Pulverização Setorial (Ramo Industrial) 1,1% 21,8% 68,1% Comércio Industria Serviço 2,4% 2,1,54%,2% 7, 5,85% 7,1% 12,45% 14,91% 13, 5, 9,29% 9,39% 2,1% 2,95% 2,29% 2,9% Agronegócios Alimentos Auto-Peças Cerâmica Construção Civil Curtume Defensivos/Adubos/Fertilizantes Eletrônicos/Informática Madeira e Móveis Máquinas e Equipamentos Metalurgia/Usinagem/Fundição Minerais Outros Papel e Embalagens Plásticos/Borracha Produtos Químicos Têxtil

4 Milhões Evolução Caixa & Direitos Creditórios - Cx / PL 3% 25% 1% 5% % PDD/DC & PDD/PL 2,% 1,5% 1,%,5%,% Direitos Creditórios Caixa CX/PL PDD PDD/DC PDD/PL Duration - prazo de recebíveis dias 16-3 dias dias 46-6 dias dias 76-9 dias dias dias dias

5 Total de Ativos Cedidos (milhões R$) Ticket médio (mil R$) Qtde de operacões Taxa de cessão (%)

6 12% 14% 1 61% 79% 79% 62% 62% 6 8% 75% 63% 64% 7 69% 2 22% 4% 14% 8% 53% 59% 64% 7 62% 64% 6 72% 2 22% 4% 14% 8% Concentração por Cedente 1% 8% 4% % 1 maiores cedentes Carteira Remanescente Caixa 1% 8% 4% % Concentração por Sacado 1 maiores sacados Carteira Remanescente Caixa A rentabilidade obtida no passado não representa garantia de rentabilidade futura. O FIDC Exodus Institucional não conta com garantia do gestor da carteira, do administrador, de qualquer mecanismo seguro ou, ainda, do fundo garantidor de créditos - FGC. Desta forma, mesmo com consistência e critérios de medição e gerenciamento de riscos apresentada pela gestora, não há garantia completa da possibilidade de perdas para o fundo de investimento e para o investidor. Estas informações estão em consonância com o regulamento do FIDC Exodus Institucional e, portanto é recomendada a leitura cuidadosa tanto do prospecto quanto do regulamento do fundo de investimento pelo investidor ao aplicar seus recursos.

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