INFORMATIVO INSTRUÇÃO CVM Nº. 450, DE 30 DE MARÇO DE 2.007

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1 INFORMATIVO INSTRUÇÃO CVM Nº. 450, DE 30 DE MARÇO DE Apresentamos a seguir um resumo, com nossos comentários, dos principais pontos da Instrução CVM nº. 450, de 30 de março de ( Instrução CVM 450 ), que alterou diversos artigos da Instrução CVM nº. 409, de 18 de agosto de ( Instrução CVM 409 ), a principal norma que regula os seguintes fundos de investimento: I Fundo de Curto Prazo; II Fundo Referenciado; III Fundo de Renda Fixa; IV Fundo de Ações; V Fundo Cambial; VI Fundo de Dívida Externa; VII Fundo Multimercado; e VIII Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento dos itens anteriores. A Instrução CVM 450, ainda, altera as Instruções CVM n os. 306, de 05 de maio de ( Instrução CVM 306 ), 387, de 28 de abril de e 391, de 16 de julho de A elaboração da Instrução CVM 450 pautou-se na melhora de informação aos investidores sobre a carteira e riscos dos fundos, ampliação das alternativas de investimento aos gestores para aplicar em determinados ativos, desde que atendidas certas condições dos investidores, e atribuição de maiores responsabilidades às condutas dos administradores e gestores. Cumpre-nos ressaltar que, como de praxe na edição de normativos que alteram substancialmente regras vigentes, diversos pontos necessitam esclarecimentos e, ainda, outros deverão ser alterados, conforme menção da própria CVM. Procuramos antecipar alguns desses pontos neste informativo, os quais se encontram destacados em negrito. Passamos a relacionar as alterações: 1. Fundos Não Disciplinados pela Instrução CVM 409 No rol de fundos de investimento que não são disciplinados pela Instrução CVM 409, foram listados três novos tipos de fundos, sendo 1

2 eles: Fundos de Investimento em Empresas Emergentes Inovadoras, Fundos de Aposentadoria Individual Programada FAPI e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não-Padronizados. 2. Ativos Financeiros Nova redação foi dada para definir os ativos financeiros passíveis de aplicação pelos fundos de investimento, quais sejam: I - títulos da dívida pública; II - contratos derivativos; III - ações, debêntures, bônus de subscrição, seus cupons, direitos, recibos de subscrição e certificados de desdobramento, certificados de depósito de valores mobiliários, cédulas de debêntures, cotas de fundos de investimento, notas promissórias, e quaisquer outros valores mobiliários, que não os referidos no item IV abaixo, cuja emissão ou negociação tenha sido objeto de registro ou de autorização pela CVM; IV - títulos ou contratos de investimento coletivo, registrados na CVM e ofertados publicamente, que gerem direito de participação, de parceria ou de remuneração, inclusive resultante de prestação de serviços, cujos rendimentos advêm do esforço do empreendedor ou de terceiros; V - certificados ou recibos de depósitos emitidos no exterior com lastro em valores mobiliários de emissão de companhia aberta brasileira; VI - o ouro, ativo financeiro, desde que negociado em padrão internacionalmente aceito; VII - quaisquer títulos, contratos e modalidades operacionais de obrigação ou co-obrigação de instituição financeira; e VIII - warrants, contratos mercantis de compra e venda de produtos, mercadorias ou serviços para entrega ou prestação futura, títulos ou certificados representativos desses contratos e quaisquer outros créditos, títulos, contratos e modalidades operacionais, desde que expressamente previstos no regulamento. 2

3 Somente poderão compor as carteiras dos fundos de investimento os ativos financeiros admitidos à negociação em bolsa de valores, de mercadorias e futuros ou registrados em sistema de registro, de custódia ou de liquidação financeira devidamente autorizado pelo Banco Central do Brasil ou pela CVM. A única exceção diz respeito às cotas de fundos de investimentos abertos, que não dependerão desse registro. A definição de ativos financeiros inclui ainda os ativos financeiros de mesma natureza negociados no exterior. Tratamos especificamente desses investimentos no item 13.1 abaixo. 3. Denominação do Fundo Na denominação dos fundos, além de já ser proibido acrescer termos ou expressões que induzam a interpretação indevida quanto aos objetivos, política de investimento e público alvo, passou-se a proibir expressões que resultem em entendimentos indevidos quanto ao tratamento tributário dos fundos. Trataremos desse ponto mais detalhadamente no item 14.1 abaixo. 4. Cálculo da Cota A chamada cota de abertura, assim considerada a cota cujo valor é calculado a partir do patrimônio líquido do dia anterior, devidamente atualizada por 1 (um) dia, poderá ser utilizada, além dos fundos classificados como Curto Prazo, Renda Fixa e Referenciado, já previstos anteriormente, pelos fundos classificados como Exclusivos e Previdenciários, atendidas certas condições neste último caso (vide artigo 116, 2º da Instrução CVM 409). Quando se tratar de fundos que atuem em mercados no exterior, o valor da cota do dia poderá ser apurado no horário de fechamento do mercado indicado no regulamento. 5. Prospecto Dentre as informações que obrigatoriamente deverão constar nos prospectos dos fundos, foram incluídas e/ou alteradas: I - informação sobre a política de administração dos riscos assumidos pelo fundo, inclusive no que diz respeito aos métodos utilizados para gerenciamento destes riscos; 3

4 II - política de divulgação de informações, inclusive as de composição de carteira, que deverá ser idêntica para todos que solicitarem; III - advertência de que a manutenção do serviço de agência classificadora de risco não é obrigatória, caso este tenha sido contratado, podendo o mesmo ser descontinuado, a critério do administrador do fundo ou da assembléia geral de cotistas; IV - na descrição da política de administração de risco, advertência de que os métodos utilizados pelo administrador para gerenciar os riscos a que o fundo está sujeito não constituem garantia contra eventuais perdas patrimoniais que possam ser incorridas pelo fundo; e V - nos fundos que se utilizarem da cota de abertura, indicar como um dos riscos existentes a possibilidade de perdas decorrentes da volatilidade nos preços dos ativos que integram sua carteira. 6. Regulamento Dentre as informações que obrigatoriamente deverão constar nos regulamentos dos fundos, foi incluída a política de administração de risco, com a descrição dos métodos utilizados pelo administrador para gerenciar os riscos a que os fundos estão sujeitos. 7. Agência Classificadora de Risco A remuneração da agência classificadora de risco deverá ser despesa do administrador, podendo constituir despesa do fundo se for deduzida da taxa de administração, desde que tal possibilidade conste do regulamento. O contrato para prestação desse serviço deverá conter cláusula que obrigue a agência a comunicar imediatamente ao administrador, à CVM e em sua página na internet, qualquer alteração da classificação do risco do fundo ou a rescisão do contrato. Qualquer um desses fatos deverá ser considerado pelo administrador como fato relevante. No caso de rescisão do contrato com a agência classificadora de risco, esta deverá incluir, a partir da data da rescisão, um resumo do último relatório elaborado por ela, o histórico das notas obtidas pelo fundo, a indicação do endereço eletrônico no qual a versão integral do 4

5 relatório pode ser consultada e a informação de que ele também está disponível na sede do administrador. 8. Prazo para Envio de Documentos As alterações no regulamento e no prospecto deverão ser encaminhadas à CVM pelo Sistema de Envio de Documentos na data do início da vigência das alterações, e não mais no prazo de 15 (quinze) dias após a realização das assembléias. Entendemos ser necessária a adoção de procedimento que permita a informação de alterações de regulamento previamente ao registro deste no Registro de Títulos e Documentos. Do contrário, poderá haver dificuldades em se estabelecer a vigência imediata de alterações no regulamento. 9. Administração Ao administrador foram atribuídas novas obrigações como informar ao gestor e à CVM até o final do dia seguinte sobre desenquadramento da carteira, entregar ao cotista quando este ingressar no fundo, exemplar do regulamento e prospecto em suas versões vigentes e atualizadas e manter atualizado junto à CVM as demais informações cadastrais do fundo Normas de Conduta do Administrador e Gestor A CVM também buscou reforçar as responsabilidades do gestor e administrador em relação aos limites de composição da carteira e às normas de conduta. Para tanto, incluiu novo capítulo na Instrução CVM 409, obrigando-os a: I - exercer suas atividades buscando sempre as melhores condições para o fundo, empregando o cuidado e a diligência que todo homem ativo e probo costuma dispensar à administração de seus próprios negócios, atuando com lealdade em relação aos interesses dos cotistas e do fundo, evitando práticas que possam ferir a relação fiduciária com eles mantida, e respondendo por quaisquer infrações ou irregularidades que venham a ser cometidas sob sua administração ou gestão; 1 Obrigação do administrador de manter demais informações cadastrais atualizadas foi incluída pela Instrução CVM 450, no entanto não consta na republicação de 04 de abril de da Instrução CVM

6 II - exercer, ou diligenciar para que sejam exercidos, todos os direitos decorrentes do patrimônio e das atividades do fundo, ressalvado o que dispuser o regulamento sobre a política relativa ao exercício de direito de voto do fundo; III - empregar, na defesa dos direitos do cotista, a diligência exigida pelas circunstâncias, praticando todos os atos necessários para assegurá-los, e adotando as medidas judiciais cabíveis; e IV - transferir ao fundo qualquer benefício ou vantagem que possam alcançar em decorrência de sua condição, admitindo-se, contudo, que o administrador e o gestor de fundo de cotas sejam remunerados pelo administrador do fundo investido. Ressaltamos que a CVM passou a permitir expressamente o pagamento de remuneração ( rebate ) ao gestor do fundo investidor pelo administrador do fundo investido. Quanto às normas de conduta, a CVM publicou o edital de audiência pública nº. 04/2007 que trata da obrigação dos prestadores de serviços se assegurarem da adequabilidade dos produtos ofertados aos clientes ( suitability ). Este se encontra aberto a sugestões e poderá resultar em nova regulamentação que deverá ser observada pelos integrantes do mercado. 10. Prestação de Garantia em Operações Fora de Bolsa Os fundos passaram a poder utilizar seus ativos para prestação de garantias de operações próprias fora de bolsa, o que antes era restrito apenas a operações em bolsas de valores. 11. Divulgação de Informações Em relação à carteira, alterou-se o prazo para sua divulgação à CVM. De acordo com a nova redação da Instrução CVM 409, a composição da carteira deverá ser informada no prazo de 10 (dez) dias após o encerramento do mês, como anteriormente. Porém, caso o fundo possua posições ou operações em curso que possam vir a ser prejudicadas, esta divulgação poderá ser postergada uma única vez por 30 (trinta) dias após o encerramento do mês, no caso de fundos Curto Prazo e Referenciados e, para os demais fundos, 90 6

7 (noventa) dias, prorrogáveis uma única vez mediante solicitação prévia, fundamentada e aprovada pela CVM, até o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias. Quando houver alteração no regulamento do fundo, o formulário padronizado com as informações cadastrais básicas, denominado Extrato de Informações sobre o Fundo, deverá ser remetido através da CVMWeb na data de início da vigência das alterações. No tocante a informações de venda e distribuição, na qual seja incluída referência à rentabilidade do fundo, não é necessária a discriminação mês a mês quando divulgada a rentabilidade acumulada nos últimos 12 (doze) meses. Ademais, em caso de mudança na classificação do fundo ou mudança significativa em sua política de investimento, o administrador poderá divulgar, adicional e separadamente, a rentabilidade relativa ao período posterior à mudança. 12. Fato Relevante Passaram a ser tratadas como fato relevante, quaisquer modificações nas matérias que obrigatoriamente devem constar no regulamento e no prospecto, dispostas nos artigos 40 e 41 da Instrução CVM 409. Entendemos que a adoção desta regra poderá implicar em que informações imateriais sejam divulgadas como fato relevante. Acreditamos, por esse motivo, que possam ocorrer alterações para adequar a questão. 13. Carteira Além da definição de ativos financeiros passíveis de aplicação pelos fundos de investimento regulados pela Instrução CVM 409, outras modificações relevantes ocorreram na regulamentação sobre a carteira dos fundos, que teve o capítulo que tratava do assunto totalmente reformulado. Passou-se, por exemplo, a permitir o investimento, por todas as classes de fundos, em ativos no exterior, respeitados os limites estabelecidos para cada classe, bem como foram estabelecidos novos limites de concentração em razão do emissor e em razão da modalidade do ativo financeiro. 7

8 13.1 Investimentos em Ativos no Exterior Quanto aos investimentos em ativos no exterior, a nova redação da norma permitiu, desde que destacado no regulamento, prospecto e material de vendas, a aplicação máxima dos seguintes limites do patrimônio líquido, de acordo com a classe do fundo: Dívida Externa Multimercado Demais classes 100% (cem por cento) 20% (vinte por cento) 10% (dez por cento) Os ativos financeiros no exterior que poderão compor a carteira dos fundos, respeitados os limites de concentração aplicáveis, devem possuir a mesma natureza dos ativos financeiros relacionados em 2 acima. Adicionalmente, os ativos financeiros no exterior deverão ter a possibilidade de sua aquisição expressamente prevista em regulamento, e ser admitidos à negociação em bolsas de valores, de mercadorias e futuros, ou registrados em sistema de registro, custódia ou de liquidação financeira devidamente autorizados em países signatários do Tratado de Assunção, ou em outras jurisdições, desde que, neste último caso, supervisionados por autoridade local reconhecida pela CVM 2. Os Brazilian Depositary Receipts de nível I foram equiparados aos ativos financeiros no exterior. Os investimentos descritos nesse item, no entanto, não poderão ser realizados imediatamente, pois ainda não existe legislação cambial para transferência de recursos ao exterior por fundos de investimento, salvo aqueles classificados como Dívida Externa. Segundo comunicado da CVM de 30 de março de 2.007, em breve deverá ser editado normativo do Banco Central do Brasil viabilizando tais investimentos. A CVM, por meio do edital de audiência pública nº. 05/2007, já trabalha na edição de nova instrução para criação de classe de fundo que possa aplicar até 100% (cem por cento) de seu patrimônio líquido em ativos financeiros no exterior, sem as restrições aplicáveis aos fundos classificados como Dívida Externa. 2 Relação das referidas autoridades se encontra disponível no site da CVM. 8

9 Vale mencionar, ainda, que não existe norma específica para os investidores institucionais, tais como entidades de previdência aberta e fechada e seguradoras, que permita a aplicação em referidos investimentos no exterior. Acreditamos que poderão ser realizadas alterações nas normas aplicáveis a esses investidores, mas até que estas sejam realizadas, recomendamos especial atenção por parte dos administradores e gestores Limites por Emissor Na composição da carteira, os fundos deverão observar os limites de aplicação do patrimônio líquido estabelecidos por emissor, sem prejuízo das exceções previstas para determinadas classes de fundos, conforme abaixo: União Federal Instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil Companhia aberta Fundo de investimento Pessoa física ou pessoa jurídica de direito privado que não seja companhia aberta ou instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil 100% (cem por cento) 20% (vinte por cento) 10% (dez por cento) 10% (dez por cento) 5% (cinco por cento) Aos fundos de investimentos em cotas não se aplica o limite de 10% (dez por cento) por fundo investido Metodologia para Cálculo das Concentrações Emissor Para verificação das concentrações por emissor, serão considerados: I - emissor, a pessoa física ou jurídica, o fundo de investimento e o patrimônio separado na forma da lei, obrigados ou co-obrigados pela liquidação do ativo financeiro; 9

10 II - como de um mesmo emissor, os ativos financeiros de responsabilidade de emissores integrantes de um mesmo grupo econômico, assim entendido o composto pelo emissor e por seus controladores, controlados, coligados ou com ele submetidos a controle comum; III - controlador, o titular de direitos que assegurem a preponderância nas deliberações e o poder de eleger a maioria dos administradores, direta ou indiretamente; IV - coligadas, duas pessoas jurídicas quando uma for titular de 10% (dez por cento) ou mais do capital social ou do patrimônio da outra, sem ser sua controladora; V - submetidas a controle comum, duas pessoas jurídicas que tenham o mesmo controlador, direto ou indireto, salvo quando se tratar de companhias abertas com ações negociadas em bolsa de valores em segmento de listagem que exija no mínimo 25% (vinte e cinco por cento)de ações em circulação no mercado Derivativos Com relação aos derivativos, na sua contabilização para verificação das concentrações por emissor, estes deverão ser considerados, cumulativamente: I - com relação ao ativo subjacente; e II - em relação à contraparte se o contrato de derivativo não tiver sua liquidação garantida por câmara de liquidação e compensação. O valor dos derivativos será considerado em função do valor de exposição, corrente e potencial, que acarretem sobre as posições detidas pelo fundo, apurado com base em metodologia consistente e passível de verificação. Nas operações sem garantia de liquidação por câmaras ou prestadores de serviços de compensação e de liquidação, as posições detidas pelo fundo em operações com uma mesma contraparte serão consolidadas, observando-se, nesse caso, as posições líquidas de exposição, caso a compensação bilateral não tenha sido contratualmente afastada. 10

11 Para tanto, os administradores e gestores deverão definir em manuais e outros documentos institucionais a metodologia a ser adotada Operações Compromissadas Nas operações compromissadas, estas serão consideradas com relação ao emissor dos ativos: I - quando alienados pelo fundo com compromisso de recompra; e II - cuja aquisição tenha sido contratada com base em operações a termo a que se refere o artigo 1º, inciso V, do Regulamento anexo à Resolução nº , de 2006, do Conselho Monetário Nacional 3. Adicionalmente, serão consideradas em relação à contraparte do fundo, as operações compromissadas sem garantia de liquidação por câmaras ou prestadores de serviços de compensação e de liquidação. Não serão consideradas para fins de verificação dos limites, as operações compromissadas: I - lastreadas em títulos públicos federais; II - de compra, pelo fundo, com compromisso de revenda, desde que contem com garantia de liquidação por câmaras ou prestadoras de serviços de compensação e de liquidação; e III - de vendas a termo, referidas no artigo 1º, inciso V, do Regulamento anexo à Resolução nº , de 2006, do Conselho Monetário Nacional 3. Assim como nos derivativos, as operações compromissadas liquidáveis a critério de uma das partes e as de compra e venda a termo: I - terão seu valor considerado em função do valor de exposição, corrente e potencial, que acarretem sobre as posições detidas pelo 3 Resolução nº , Regulamento Anexo, artigo 1º, inciso V: operações de compra ou de venda a termo, tendo o vendedor, por ocasião da contratação da operação, a propriedade do título negociado ou a certeza dessa propriedade até a data da liquidação da venda a termo, nesse caso com base em compromisso efetivo de recompra ou em operação de compra a termo que tenha data de liquidação igual ou anterior ao da venda a termo. 11

12 fundo, apurado com base em metodologia consistente e passível de verificação 4 ; e II - nas operações sem garantia de liquidação por câmaras ou prestadores de serviços de compensação e de liquidação, as posições detidas pelo fundo em operações com uma mesma contraparte serão consolidadas, observando-se, nesse caso, as posições líquidas de exposição, caso a compensação bilateral não tenha sido contratualmente afastada Aplicação em Outros Fundos Por fim, estabeleceu-se que os fundos de investimento que aplicarem em outros fundos de investimento deverão consolidar as aplicações do fundo investido com as suas para cálculo dos limites por emissor acima referidas. Cumpre-nos ressaltar que não há exceção expressa para os fundos de investimentos em cotas. Dessa forma, entendemos que esses também terão que realizar o look through nos fundos investidos para controlarem seu enquadramento. Acreditamos, nesse sentido, que eventualmente a CVM poderá propor alterações visando a liberar os fundos de investimento em cotas de realizar look through para controlar os respectivos enquadramentos por emissor Limites por Modalidade de Ativo Cumulativamente aos limites definidos por emissor, foram estabelecidos limites em razão da modalidade do ativo, sem prejuízo das exceções previstas para determinadas classes de fundos, conforme abaixo: I - 20% (vinte por cento) do patrimônio líquido para o conjunto dos investimentos em: a) cotas de fundos de investimento registrados com base na Instrução CVM 409; b) cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento registrados com base na Instrução CVM 409; 4 Para tanto, os administradores e gestores deverão definir em manuais e outros documentos institucionais a metodologia a ser adotada. 12

13 c) cotas de Fundos de Investimento Imobiliário FII; d) cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FIDC 5 ; e) cotas de Fundos de Investimento em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios FICFIDC 6 ; f) cotas de fundos de índice admitidos à negociação em bolsa de valores ou no mercado de balcão organizado; g) Certificados de Recebíveis Imobiliários CRI; e h) outros ativos financeiros, conforme conceito descrito no item 2 Ativos Financeiros acima, que não aqueles previstos em II abaixo. Aos fundos de investimento em cotas não se aplicam as restrições das alíneas (a) e (b) acima. II - Não haverá limites por modalidade de ativo para os investimentos em: a) títulos públicos federais e operações compromissadas lastreadas nestes títulos; b) ouro, desde que adquirido ou alienado em negociações realizadas em bolsas de mercadorias e futuros; c) títulos de emissão ou coobrigação de instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil 6 ; e d) valores mobiliários diversos daqueles previstos no item I acima, desde que registrados na CVM e objeto de oferta pública de acordo com a Instrução CVM nº. 400, de Neste caso também obrigou-se que os fundos de investimento, que aplicarem em outros fundos de investimento, deverão consolidar as aplicações do fundo investido com as suas para cálculo dos limites por emissor acima referidas. 5 FIDC e FICFIDC Não-Padronizados não poderão ser adquiridos. 6 Observado o disposto em

14 Cumpre-nos ressaltar que não há exceção expressa para os fundos de investimentos em cotas. Dessa forma, entendemos que esses também terão que realizar o look through nos fundos investidos para controlarem seu enquadramento. Acreditamos, nesse sentido, que eventualmente a CVM poderá propor alterações visando a liberar os fundos de investimento em cotas de realizar look through para controlar os respectivos enquadramentos por modalidade de ativo. 14. Classificação dos Fundos 14.1 Longo Prazo Estabeleceu a nova instrução que somente os fundos classificados como Referenciado, Renda Fixa, Cambial, Dívida Externa ou Multimercado que se comprometerem no regulamento a obter o tratamento fiscal de longo prazo, poderão e estarão obrigados a utilizar em sua denominação a expressão Longo Prazo e observar as normas em vigor para alcançar esse tratamento fiscal. Os fundos que colocarem em seu regulamento, prospecto ou qualquer outro meio de divulgação que tentarão obter o tratamento fiscal de fundos com carteira de longo prazo ou que adotarão o tratamento fiscal quando considerar conveniente para o fundo, mas sem assumir o compromisso, deverão incluir no prospecto e nos materiais de divulgação o seguinte aviso: Não há garantia de que este fundo terá o tratamento tributário para fundos de longo prazo Fundo de Ações Modificação relevante ocorreu nas carteiras dos fundos de ações, que anteriormente deveriam manter no mínimo 67% (sessenta e sete por cento) de seu patrimônio líquido exclusivamente em ações admitidas à negociação no mercado à vista. Com a Instrução CVM 450, passou-se a admitir que o referido percentual seja composto, além de ações, por: I - bônus ou recibos de subscrição e certificados de depósito de ações admitidas à negociação em bolsa de valores ou entidade do mercado de balcão organizado; II - bônus ou recibos de subscrição e certificados de depósito de ações admitidas à negociação nas entidades referidas no inciso I; 14

15 III - cotas de fundos de ações e cotas dos fundos de índice de ações negociadas nas entidades referidas no inciso I; e IV - Brazilian Depositary Receipts classificados como nível II e III. Os fundos de ações deverão respeitar, na parcela excedente (33%), os limites de concentração por modalidade de ativos referidos no item 13.4, I acima. Estes fundos, no entanto, não precisarão respeitar os limites por emissor desde que o regulamento, prospecto e material de venda do fundo, bem como os extratos enviados aos clientes, contenham, com destaque, alerta de que o fundo pode estar exposto a significativa concentração em ativos de poucos emissores. Cumpre-nos ressaltar que representantes da CVM manifestaram o entendimento de que referida exceção à concentração por emissor se aplicaria somente à parcela obrigatória de ativos que compõe os 67% (sessenta e sete por cento), o que, no entanto, não está refletido na Instrução CVM 409 (vide artigo 95-B, 2º). Vale ainda mencionar a necessidade da Receita Federal alterar os normativos vigentes para acompanhar, do ponto de vista tributário, a flexibilização implementada à carteira do fundo de ações Fundo Dívida Externa Em relação a essa classe de fundos de investimento, com a nova redação da Instrução CVM 409, estes poderão adquirir cotas de outros fundos classificados como Dívida Externa, sem a incidência do limite de concentração por fundo investido (10%) Fundo Multimercado As modificações nessa categoria de fundos consistem na: I - não necessidade de se observar os limites de concentração por emissor na aquisição de cotas de fundos classificados como Dívida Externa. É importante notar, no entanto, que a norma não excetua o limite de concentração por modalidade de ativo (20%). II - não necessidade de se observar os limites de concentração por emissor na aquisição de: 15

16 a) ações admitidas à negociação em bolsa de valores ou entidade do mercado de balcão organizado; b) bônus ou recibos de subscrição e certificados de depósito de ações admitidas à negociação nas entidades referidas na alínea (a); c) bônus ou recibos de subscrição e certificados de depósito de ações admitidas à negociação nas entidades referidas na alínea (a); d) cotas de fundos de ações e cotas dos fundos de índice de ações negociadas nas entidades referidas na alínea (a); e e) Brazilian Depositary Receipts classificados como nível II e III. Nos casos das alíneas (a) a (e) acima, o regulamento, prospecto e material de venda do fundo, bem como os extratos enviados aos clientes, deverão conter, com destaque, alerta de que o fundo pode estar exposto a significativa concentração em ativos de poucos emissores Concentração em Créditos Privados Novo tratamento foi dado também aos fundos classificados como Curto Prazo, Referenciado, Renda Fixa, Cambial e Multimercado, que realizarem para sua carteira aplicações em percentual superior a 50% (cinqüenta por cento) em ativos financeiros de pessoas físicas ou jurídicas de direito privado ou de emissores de direito público que não seja a União Federal. Não são considerados para fins de verificação do limite acima, os seguintes ativos financeiros: I - ações admitidas à negociação em bolsa de valores ou entidade do mercado de balcão organizado; II - bônus ou recibos de subscrição e certificados de depósito de ações admitidas à negociação nas entidades referidas no inciso I; III - bônus ou recibos de subscrição e certificados de depósito de ações admitidas à negociação nas entidades referidas no inciso I; IV - cotas de fundos de ações e cotas dos fundos de índice de ações negociadas nas entidades referidas no inciso I; e V - Brazilian Depositary Receipts classificados como nível II e III. 16

17 Os fundos que ultrapassarem o limite de 50% (cinqüenta por cento) acima deverão: a) incluir em seu nome a expressão Crédito Privado, b) alertar sobre o risco de perda substancial do patrimônio líquido em seu regulamento, prospecto e material de vendas, e c) colher, por via de termo próprio em papel, ciência dos investidores sobre o risco do crédito privado previamente ao ingresso no fundo. Aos cotistas que já participam de fundos com concentração em crédito privado, o administrador poderá encaminhar por via postal o termo de ciência do item (iii) acima, sem a necessidade de sua assinatura Investidores Qualificados, Fundos Exclusivos e Fundos com investimento igual ou superior a R$ 1 milhão por investidor Passou a ser considerado como investidor qualificado, além daqueles previstos anteriormente, os regimes próprios de previdência social instituídos pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou por Municípios. Os limites de concentração foram flexibilizados aos fundos de investimento destinados exclusivamente a investidores qualificados, nos quais os limites por modalidade de ativos financeiros descritos em 13.4, I acima serão computados em dobro. Já os fundos exclusivos e aqueles que exijam investimento mínimo de R$ ,00 (um milhão de reais) por investidor, não estarão sujeitos aos limites de concentração por emissor ou aos limites de concentração por modalidade de ativo. Estes fundos, ainda, poderão não contar com liquidação financeira obrigatória para os ativos componentes da sua carteira, desde que previsto no regulamento e o administrador tome as medidas e contrate as garantias necessárias para impedir o ingresso em sua carteira de ativos diversos dos ativos financeiros conforme definido na Instrução CVM 409. Os fundos exclusivos poderão utilizar-se do valor da cota de abertura. 17

18 14.7 Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Com relação aos fundos de investimento em cotas classificados como Renda Fixa e Multimercado, majorou-se o limite de aplicação em cotas de fundos de investimentos imobiliário - FII, fundos de investimento em direitos creditórios FIDC e fundos de investimento em cotas de fundos de investimento em direitos creditórios - FICFIDC, que passou de 10% (dez por cento) para 20% (vinte por cento) Fundos Previdenciários Os Fundos Previdenciários passaram a ser aqueles constituídos para aplicação de recursos de: I - entidades abertas ou fechadas de previdência privada; II - regimes próprios de previdência social instituídos pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou por Municípios; e III - planos de previdência complementar aberta e seguros de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência, de acordo com a regulamentação editada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados. Além da possibilidade de utilizar-se do valor da cota de abertura nos fundos vinculados a planos de previdência administrados por entidades abertas de previdência complementar e a seguros de vida com cobertura por sobrevivência, estes fundos deverão indicar, em seu cadastro na CVM, a condição de fundos Previdenciários, e a categoria de plano ou seguro a que se encontram vinculados. 15. Penalidades Por fim, a Instrução CVM 450 alterou o capítulo das penalidades, passando a ser consideradas como infração grave: I - distribuição de cotas de fundo sem registro na CVM; II - exercício, pelo administrador, de atividade não autorizada, ou contratação de terceiros não autorizados ou habilitados; III - não observância das disposições sobre crédito privado; e 18

19 IV - não observância, pelo administrador ou pelo gestor do fundo, dos deveres de conduta. 16. Instrução CVM 306 Com as modificações na Instrução CVM 306, que regula as atividades de administração de carteiras de valores mobiliários, os respectivos artigos 14, 15 e 16, que tratam respectivamente das normas de conduta, segregação das atividades e vedações, passaram a ser aplicáveis aos gestores e administradores de fundos. Dispôs expressamente, ainda, que os gestores e administradores poderão atuar como contraparte dos fundos, devendo constar essa possibilidade no regulamento do fundo e estabeleceu a obrigação de manterem, por 5 (cinco) anos, registro segregado documentando as operações em que atuarem como contraparte do fundo. 17. Adaptação dos Fundos de Investimento às Novas Regras e Disposições Finais A Instrução CVM 450 entrou em vigor em 03 de abril de (data de sua publicação no Diário Oficial da União), e os fundos terão 90 (noventa) dias para se adaptarem, a contar da data de sua publicação. Referida adaptação poderá ser promovida sem a necessidade de realização de assembléia, devendo, no entanto, as alterações efetuadas serem comunicadas aos cotistas. Estas alterações somente poderão entrar em vigor 30 (trinta) dias após essa comunicação. Cumpre-nos ressaltar que representantes da CVM manifestaram entendimento que alterações substanciais na política de investimentos, em especial a inclusão da possibilidade de investimento em ativos no exterior, somente poderão ser realizadas mediante aprovação em assembléia geral de cotistas. Acreditamos que a CVM deverá manifestar-se formalmente sobre o assunto e, caso contrário, recomendamos que os administradores e gestores ponderem esta questão caso desejem realizar essas alterações nos fundos de investimento. Estes são os principais pontos alterados pela Instrução CVM 450, aqui descritos de forma resumida e apenas em caráter informativo, que no entanto, não esgotam todas as alterações que entraram em vigor. 19

20 Nossa equipe encontra-se à inteira disposição para quaisquer esclarecimentos. Fábio Augusto Tizziani Cepeda Fabricio Fortuna Avino José Carlos Rosa Pedro Henrique Davoli Este informativo foi elaborado exclusivamente para nossos clientes e apresenta informações resumidas, não representando uma opinião legal. Dúvidas e esclarecimentos específicos sobre tais informações deverão ser dirigidos diretamente ao nosso escritório. 20

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