APRESENTAÇÃO RESULTADOS 1º Trimestre 2015

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1 Grupo Caixa Económica Montepio Geral APRESENTAÇÃO RESULTADOS 1º Trimestre 2015 Atividade Consolidada (Informação financeira não auditada) 12 de maio 2015

2 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO MARÇO 2015 ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015 Destaques Resultados Balanço Liquidez Solvabilidade Atividade Internacional 1

3 Contexto de desafios inéditos: período longo de crise e eventos extraordinários, com crescentes requisitos prudenciais e regulamentares Principais Acontecimentos 2007 Março 2015 PIB (% - taxa de variação homóloga) Crise Subprime Crise das dívidas soberanas 2,5 0,2 1,9 0,9 1,7 Elevados défices e dívida pública PAEF - Políticas de Austeridade -3,0-1,8-4,0-1,6 Decréscimo do PIB Taxa de Desemprego (% Pop. Ativa) Decréscimo do Investimento - FBCF Acentuado desemprego Espectro de deflação 8,0 7,6 9,4 10,8 12,7 15,5 16,2 13,9 13,7 Taxas de juro a 0% e negativas ºT15 Fonte: INE e previsões de Consenso (Bloomberg/Reuters) para o PIB do 1ºT15. 2

4 Maior diversificação do balanço com menor exposição ao crédito Estrutura do Ativo Setor (1) 14% 11% 15% 20% 22% 25% 32% 32% 32% 30% 31% 86% 89% 85% 80% 78% 75% 68% 68% 68% 70% 69% Crédito a Clientes Outros Ativos (1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados. 3

5 Maior diversificação dos riscos, com decréscimo da exposição ao crédito imobiliário Estrutura do Crédito Setor (1) 29% 28% 30% 34% 44% 46% 48% 52% 53% 49% 44% 71% 72% 70% 66% 56% 54% 52% 48% 47% 51% 56% Crédito Imobiliário Outros Créditos (1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados. 4

6 Balanço sólido acomodou o acréscimo de imparidades resultante de uma crise sem precedentes Fluxo de Imparidades de Crédito Rácio de Cobertura de Crédito em Risco % 54% 51% 53% 52% 52% 69% 58% Montepio Setor(1) Montepio Setor(1) (1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados. 5

7 Reforço da relação com o retalho que permitiu concretizar a antecipação da redução da alavancagem ainda em 2008 Estrutura do Passivo e Capitais Próprios (% do Ativo) Rácio de Alavancagem (Rubricas de Balanço: Crédito a Clientes, líquido / Recursos de Clientes e outros empréstimos) Setor (1) 174% 180% 55% 0% 45% 74% 10% 16% 49% 1% 50% 68% 6% 26% 160% 160% 162% 158% 160% CEMG Setor 145% 140% 122% 128% 118% Rácio indicativo a atingir no final de % 114% 120%% 107% 110% 108% 106% 106% Mercado de Capitais BCE Depósitos e Recursos de Retalho Dez.07 Dez.08 Dez.09 Dez.10 Dez.11 Dez.12 Dez.13 Jun.14 Dez.14 (1) 3 maiores instituições bancárias portuguesas em termos de Ativo líquido, excluindo BES / Novo Banco. Fonte: Documentos de divulgação de resultados. Fonte: Banco de Portugal, Boletim Estatístico e Desenvolvimentos Recentes do Sistema Bancário Português. 6

8 Aumento significativo da base de capital e antecipação da necessidade de diversificação das fontes de capitalização através de alterações estatutárias Evolução do Capital (M ) Fundo Participação Capital Institucional Reservas, Resultados e Outros +76% M

9 Um Grupo mais diversificado * Finibanco Angola e Banco Terra (Moçambique). Inclui 4 Centros de Empresas em Angola Δ Balcões - Rede Doméstica Balcões - Rede Internacional* Escritórios de Representação * Inclui 2 Centros de Empresas em Luanda, 1 em Benguela e 1 no Lubango. 8

10 Reforço de clientes de retalho, através de uma maior penetração no segmento de empresas Quotas de Mercado Nº de Clientes Depósitos 6,8 6,7 7,0 7,3 Empresas 5,3 4,8 5,2 5,4 Particulares Crédito Total 5,8 5,6 5,4 5,2 6,1 6,2 6,4 6, Crédito a Empresas (ex-imobiliário) 2,3 2,2 2,5 2,9 4,3 4,7 4,9 6, Fonte: Banco de Portugal, Boletim Estatístico Estatísticas Monetárias e Financeiras 9

11 Reforço da notoriedade da marca Montepio Notoriedade da Marca Razões de Escolha de 1º Banco Evolução dos fatores: Confiança e Fiabilidade 9,0 8,3 8,1 7,3 Prémios referentes a º Lugar Satisfação do Cliente Marca de excelência pelo 6º ano consecutivo 6,4 4,2 2,9 4,6 4,8 3,1 3,1 5,5 4,9 5,3 5,3 4,7 4,4 4,4 3,7 2,8 Distinção Contact Center Serviço Net 24 Distinguido com a certificação 5 Estrelas (YTD) Novo Banco BPI CGD Montepio Santander Totta MillenniumBcp Fonte: Marktest - BASEF Vice-liderança no ranking bancário de reputação 10

12 Conclusões Contexto de desafios inéditos: crise prolongada, eventos extraordinários e maiores requisitos prudenciais e de corporate governance CRISE DO SUBPRIME CRISE SOBERANA CRISE ECONÓMICA E REDUÇÃO HISTÓRICA DAS TAXAS DE JURO Antecipação da Desalavancagem Reforço dos Recursos de Retalho Antecipação do Pagamento da Dívida de Mercados Diversificação do Balanço e do Crédito Diversificação de Mercados Mitigação dos Riscos Aprofundamento da Diversificação Desenvolvimento Internacional Melhoria da Eficiência Reforço e diversificação do capital e upgrade do sistema de governance Condições para um novo ciclo de Crescimento Sustentado e Rendibilidade 11

13 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO MARÇO 2015 ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015 Destaques Resultados Balanço Liquidez Solvabilidade Atividade Internacional 12

14 Destaques Resultados Resultado do período positivo de 9,8 M. Produto Bancário atingiu 183,0 M (por comparação com 307,6 M em ), variação que se explica pelo menor contributo dos resultados de operações financeiras e pela descida da margem financeira. Provisões e Imparidades decresceram 51,9%, tendo-se fixado em 81,4 M, em linha com as provisões e imparidades recorrentes registadas em Manutenção dos Gastos Operacionais, com redução de 3,4% na atividade em Portugal e aumento nas demais geografias, face à aposta na atividade internacional, designadamente em Angola e Moçambique. Capital O rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in) melhorou face a Dez-14, passando de 8,51% para 8,57%, denotando uma capacidade endógena de geração de capital, uma vez que não considera os efeitos do resultado do período, do já aprovado aumento de capital e da estimativa de aplicação à CEMG do regime especial para impostos diferidos, ao abrigo da Lei nº 61/2014. Liquidez Crescimento dos Depósitos de Clientes em 2,7%. Rácio de transformação atingiu 105,8% (111,0%, em ), refletindo a contínua redução do Gap Comercial. Diminuição do financiamento junto do BCE em 20,9% (-614 M ), para M. Qualidade dos Ativos Redução de 0,3 p.p. do rácio de crédito em risco para 12,8%. Rácio de cobertura do crédito em risco atinge 66,9% (55,1%, em ). Considerando garantias hipotecárias associadas, esta cobertura é de 133,0% (131,3%, em ). Reforço da cobertura do crédito vencido >90 dias para 132,5% (127,0%, em ). 13

15 Reforço da Solvabilidade, contenção de Custos e acentuada redução do Custo do Risco Resultado do período Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in) (%) 35,5-25,7 M +0,06p.p. 8,51 8,57 9,8 Dez-14 Gastos Operacionais Provisões e Imparidade +0,6% 81,7 82,2 169,0-51,9% Portugal 78,2-3,4% 75,5 81,4 Presença Internacional 3,5 82,3% 6,7 14

16 Aumento da captação de Recursos no Retalho, redução do Rácio de Alavancagem e melhoria dos indicadores de Qualidade do Ativo Depósitos de Clientes Rácio de Transformação ,7% (%) 111,0-5,2 p.p. 105,8 Rácio de Crédito em Risco Cobertura do Crédito Vencido >90 dias e do Crédito em Risco (%) -0,3 p.p. 13,1 12,8 (%) 127,0 132,5 (131,3%) 55,1 (133,0%) 66,9 Considerando Cobertura por Imparidades e Garantias Hipotecárias associadas Cobertura Crédito Vencido >90 dias Cobertura Crédito em Risco 15

17 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO MARÇO 2015 ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015 Destaques Resultados Balanço Liquidez Solvabilidade Atividade Internacional 16

18 Resultado do período atingiu 9,8M resultando de uma criteriosa política de gestão de tesouraria, da eficiente gestão de custos e da redução substancial das imparidades milhares de euros var. Margem Financeira ,5% Comissões Líquidas de Serviços a Clientes ,9% Produto Bancário Comercial ,3% Rendimento de Instrumentos de Capital ,0% Resultado de Operações Financeiras ,5% Outros Resultados < -100% Produto Bancário ,5% Gastos com Pessoal ,3% Gastos Gerais Administrativos ,7% Amortizações ,3% Gastos Operacionais ,6% Resultado Bruto ,4% Provisões e Imparidades Líquidas ,9% Crédito ,8% Títulos ,4% Outras > 100% Resultados de Associadas e Empreedimentos Conjuntos > 100% Resultado Antes de Impostos e Interesses que não controlam ,0% Impostos ,8% Interesses que não controlam > 100% Resultado do período ,5% 17

19 Redução do Produto Bancário decorrente, sobretudo, da performance dos resultados de operações financeiras no 1º trim. de 2014 Produto Bancário 307,6 1,9-124,6 M 199,0 183,0 100,6 24,8 81,9 24,6 62,6-4,8 Margem Financeira Res. de Serviços e Comissões Res. de Operações Financeiras Outros Proveitos 18

20 Margem Financeira afetada pelo nível historicamente baixo das taxas de juro de referência Taxas Médias da Margem Financeira Capitais Médios Taxa Média Proveitos/ Custos Capitais Médios Taxa Média Proveitos/ Custos Ativos Financeiros ,22% ,72% 190 Crédito a Clientes ,48% ,11% 127 Outras Aplicações ,50% ,86% 40 Swaps Margem Financeira 81,9-23,5% 62,6 Passivos Financeiros ,75% ,52% 127 Depósitos ,38% ,95% 68 Outros Passivos ,86% ,28% 35 Swaps Margem Financeira Taxa de Intermediação Financeira 1,56% 1,23% Euribor 3M - média do período 0,30% 0,05% 19

21 Redução homóloga dos Resultados de Operações Financeiras influenciada, sobretudo, pelos resultados da alienação de títulos de rendimento fixo ocorrida no 1º trim. de 2014 Resultados de Operações Financeiras milhares de euros Var. Resultados de Ativos e Passivos avaliados ao justo valor através de resultados > 100% 199,0-49,5% Resultados de Ativos Financeiros Disponíveis para Venda ,5% Resultados de Reavaliação Cambial < -100% 100,6 Outros Resultados > 100% Total dos Resultados de Operações Financeiras ,5% 20

22 Manutenção de uma política de contenção de custos em Portugal e uma aposta no crescimento da atividade internacional Gastos Operacionais +0,6% 81,7 82,2 Rácio Cost-to-Income 83,6% 90,1% 59,0% 66,1% Distribuição geográfica dos Gastos Operacionais* -2,7 (-3,4%) 78,2 75,5 43,6% 44,9% 3,7 +3,0 (+82,3%) 6, Portugal * Exclui ajustes de consolidação. Internacional 21

23 Substancial redução da imparidade constituída, a par do reforço dos rácios de cobertura de crédito vencido e da descida do rácio de crédito em risco Evolução da Imparidade Qualidade do Crédito 169,0 19,5-51,9% Rácio de Crédito Vencido >90 dias 5,7% 6,5% Rácio de Crédito com Incumprimento 7,8% 7,9% 149,5 81,4 13,8 67,6 Rácio de Crédito em Risco 13,1% 12,8% Cobertura do Crédito Vencido 113,0% 117,3% Cobertura do Crédito Vencido >90 dias 127,0% 132,5% Cobertura do Crédito em Risco 55,1% 66,9% Imparidades para Crédito Outras Imparidades Considerando as Garantias Hipotecárias associadas a estes créditos, o grau de cobertura do Crédito em Risco é de 133% (131%, em ). 22

24 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO MARÇO 2015 ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015 Destaques Resultados Balanço Liquidez Solvabilidade Atividade Internacional 23

25 Diversificação do Ativo e reforço dos Recursos de Clientes Evolução da Estrutura do Ativo -1,1% Evolução da Estrutura do Passivo e Capital ,0% 15,3% 14,6% 16,9% 16,9% 17,1% 20,6% 20,9% 20,2% 7,8% 6,3% 6,6% 69,1% 67,8% 68,3% 71,6% 72,8% 73,2% Dez-14 Dez-14 Crédito a Clientes Carteira de Títulos Outras Aplicações Recursos de Clientes Total do Capital Recursos Complementares 24

26 Prosseguimento da estratégia de diversificação do crédito, com as Empresas (excl. Construção) a representar 39,3% da carteira Crédito a Clientes (bruto) -0,7% M M Estrutura da Carteira de Crédito -8,3% ,3% 47,4% +10,0% ,4% 39,3% +0,2% ,3% 13,3% Habitação e Construção Empresas (excl. Construção) 3º Setor e outros 25

27 Ganhos de quota no mercado das empresas Crédito a Empresas 5,8% 6,6% GANHOS DE QUOTA NO MERCADO DAS EMPRESAS APOIO À RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA NACIONAL Fev-14 Fev-15 Por setores de atividade: 8,4% 6,9% 5,9% 6,7% 5,6% 6,7% 3,5% 5,3% 3,7% 4,4% Fev-14 Fev-15 Fev-14 Fev-15 Fev-14 Fev-15 Fev-14 Fev-15 Fev-14 Fev-15 Comércio Alojamento, Restauração e Similares Indústrias Transformadoras Transportes e Armazenagem Eletricidade, Gás, Vapor e Água Fonte: Banco de Portugal Estatísticas Monetárias e Financeiras. Atividade com Residentes. 26

28 Manutenção da forte capacidade de atração e retenção de poupanças, com os Depósitos de Clientes a crescerem 2,7% Depósitos de Clientes 0,9% M M Estrutura da Carteira de Depósitos Recursos de Balanço M +2,7% Recursos de Balanço M Particulares 65,9% 65,1% Empresas 20,3% 19,9% -8,4% Peq. Negócios Outros segmentos 7,1% 8,5% 6,7% 6,5% Depósitos Títulos colocados em Clientes Recursos Fora de Balanço 27

29 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO MARÇO 2015 ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015 Destaques Resultados Balanço Liquidez Solvabilidade Atividade Internacional 28

30 Prosseguiu a redução do gap comercial e do rácio de transformação que atingiu 105,8% e 91,7% considerando a totalidade dos recursos de clientes de balanço Rácio de Transformação (%) Gap Comercial Depósitos de Clientes subtraídos do Crédito (líquido) -5,2 p.p. 111,0 105,8 96,1 91,7-830, ,2 +709,6 M Crédito Líq. / Depósitos de Clientes Crédito Líq. / Depósitos de Clientes + Títulos colocados em Clientes 29

31 Redução de -20,9% do refinanciamento junto do BCE e aumento do peso dos ativos disponíveis Pool de Ativos Elegíveis como Colateral ,8% (62%) -20,9% (58%) (38%) (42%) Pool de Ativos Disponíveis Utilização da Pool 30

32 Reduzidas necessidades de refinanciamento junto dos mercados financeiros: amortizações programadas de dívida representam apenas 26% dos reembolsos ocorridos desde 2010 Gap Financeiro Amortizações programadas de dívida Vencimento da Carteira de Obrigações Reembolso de Dívida 76 Set-Dez Necessidades Líquidas de Refinanciamento Jan-Mar Mar-Dez Já amortizado desde 2010 = M Amortizações futuras = M 31

33 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO MARÇO 2015 ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015 Destaques Resultados Balanço Liquidez Solvabilidade Atividade Internacional 32

34 Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in) situou-se em 8,57%, acima do requisito mínimo definido (7%) Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in) (%) milhões de euros Dez-14 BASILEIA III - CRD IV +0,06p.p. 8,51 8,57 8,63 Capital Total Instrumentos elegíveis para CET1 Capital Common Equity Tier 1 Capital Tier 1 Capital Tier 2 Ativos e equivalentes ponderados pelo risco Diferidos Rácio Capital Total (phasing-in) (1) 8,67% 8,70% Rácio Tier 1 (phasing-in) 8,51% 8,57% Rácio Common Equity Tier 1 (phasing-in) 8,51% 8,57% Dez-14 Considerando o Resultado do período (1) A, este rácio atinge 9,81% se se considerar o Resultado do período e a elegibilidade da dívida subordinada Rendimento TOP, após aprovação nas Assembleias de Obrigacionistas do próximo dia 13 de maio de

35 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL A CEMG NO PERÍODO MARÇO 2015 ATIVIDADE E RESULTADOS CONSOLIDADOS NO 1º TRIMESTRE 2015 Destaques Resultados Balanço Liquidez Solvabilidade Atividade Internacional 34

36 Contínuo crescimento da atividade desenvolvida em Angola, com os Depósitos e o Crédito a crescerem 32% e 41%, respetivamente Margem Financeira Produto Bancário Gastos Operacionais - Angola 63,1% 7,2-6,7% 10,9 10,1 24,7% Resultado do período 4,4 3,6 4,5 3,6-1,7M 1,9 Depósitos Crédito (bruto) 398,5 +31,7% 524,7 238,6 40,7% 335,7 Ativo Líquido 33,7% N.º de Agências e Colaboradores N.º de Clientes 664,7 497, ,2% 3,0% Em % do Ativo Consolidado do Grupo CEMG 12,0% 28,4% 25,0% Agências* Colaboradores *Inclui 2 Centros de Empresas em e 4 em

37 Presença no setor bancário moçambicano desde dezembro Moçambique Desde dezembro de 2014, a presença bancária do Grupo CEMG alargou-se a Moçambique após a aquisição de uma participação qualificada de 44,5% do capital e dos direitos de voto do Banco Terra. O Banco Terra irá tornar-se um importante agente do desenvolvimento e do crescimento económico de Moçambique, estando orientado para as áreas de retalho e empresarial, sobretudo clientes de agro-negócios, habitação e PME. Com um ativo líquido de 57,7 M, para o qual contribuiu um saldo de crédito concedido de 36,7 M (+13,4%, face a Dez-14), e um saldo de depósitos de clientes de 27,9 M (+1,4%, face a Dez-14), o Banco Terra fechou o 1º trimestre de 2015 com um resultado do período, atribuível ao Grupo CEMG, de -0,7 M, condicionado pela fase de crescimento em que se encontra a instituição. milhares de euros Dez-14 var. Balanço Crédito a Clientes , ,9 13,4% Depósitos de Clientes , ,4 1,4% Total do Ativo , ,7-1,5% Demontração de Resultados (1) Margem Financeira 833, ,4 Produto Bancário 791, ,1 Gastos Operacionais 802, ,2 Imparidade de Crédito 1.323,1 59,6 Resultado do período ,7-745,5 Dimensão Nº de Balcões 9 9 0,0% Nº de Funcionários ,0% (1) Resultados de Dez-14 relativos apenas ao último mês do ano. Valores atribuíveis ao Grupo CEMG. 36

38 ANEXOS 37

39 Calendário de Eventos Societários do 1º semestre de 2015 Data Tipo e Evento maio 2015 Relatório e Contas Publicação do relatório e contas relativo ao 1.º trimestre maio 2015 Assembleia Geral de Obrigacionistas Obrigações de Caixa Subordinadas Montepio Rendimento Top 1.ª Série 2008/2018 (CÓD. ISIN PTCMKLXE0004) 13 maio 2015 Assembleia Geral de Obrigacionistas Obrigações de Caixa Subordinadas Montepio Rendimento Top 2.ª Série 2008/2018 (CÓD. ISIN PTCMKOXE0001) 26 maio 2015 Assembleia Geral da CEMG (ponto 7. da Assembleia Geral de 30 abril 2015) Discutir e deliberar sobre o projeto de alteração parcial dos Estatutos da Caixa Económica Montepio Geral 5 junho 2015 Assembleia de Titulares de Unidades de Participação do Fundo de Participação da Caixa Económica Montepio Geral Deliberar sobre a supressão do direito de preferência atribuído aos titulares de Unidades de Participação 24 junho 2015 Assembleia Geral da Associação Mutualista Montepio Geral Aprovação das Contas Consolidadas de 2014 e respetivo relato de gestão 38

40 Balanço milhares de euros Dez-14 var. homol. Dez-14 Caixa e disponibilidades em bancos centrais ,8% Recursos de bancos centrais ,6% Disponibilidades em outras instituições de crédito ,5% Passivos financeiros detidos para negociação ,9% Ativos financeiros detidos para negociação ,8% Recursos de outras instituições de crédito ,9% Outros ativos fin. ao justo valor através de resultados ,0% Recursos de clientes e outros empréstimos ,7% Ativos financeiros disponíveis para venda ,7% Responsabilidades representadas por títulos ,9% Aplicações em instituições de crédito ,9% Passivos financeiros associados a ativos transf ,3% Crédito a clientes ,2% Derivados de cobertura ,4% Investimentos detidos até à maturidade ,1% Provisões > 100% Derivados de cobertura ,7% Passivos por impostos correntes > 100% Ativos não correntes detidos para venda ,3% Outros passivos subordinados ,2% Propriedades de investimento ,0% Outros passivos ,3% Outros ativos tangíveis ,6% TOTAL DO PASSIVO ,2% Ativos intangíveis ,2% Capital Institucional ,0% Inv. em associadas e filiais excl. da consolidação ,8% Fundo de Participação ,0% Ativos por impostos correntes ,2% Outros instrumentos de capital ,0% Ativos por impostos diferidos ,9% Títulos Próprios < -100% Outros ativos ,2% Reservas de reavaliação > 100% var. homol. Outras reservas e resultados transitados < -100% Resultado do período ,5% Interesses que não controlam > 100% TOTAL DO CAPITAL ,6% TOTAL DO ATIVO LÍQUIDO ,1% TOTAL DO PASSIVO E CAPITAL ,1% 39

41 Demonstração de Resultados milhares de euros var. Juros e Rendimentos Similares ,2% Juros e Encargos Similares ,8% Margem Financeira ,5% Rendimentos de Instrumentos de Capital ,0% Rendimentos de Serviços e Comissões ,5% Encargos com Serviços e Comissões ,4% Resultados de Ativos e Passivos Avaliados ao Justo Valor através de resultados > 100% Resultados de Ativos Financeiros Disponíveis para Venda ,5% Resultados de Reavaliação Cambial < -100% Resultados de Alienação de Outros Ativos > 100% Outros Resultados de Exploração > 100% Produto Bancário ,5% Gastos com Pessoal ,3% Gastos Gerais Administrativos ,7% Amortizações e Depreciações ,3% Resultado Operacional ,4% Provisões líquidas de reposições e anulações > 100% Imparidade de Crédito (líquida de reversões e recup.) ,8% Imparidade de Outros Ativos Financeiros (líquida de reversões e recup.) ,4% Imparidade de Outros Ativos Não Financeiros (líquida de reversões e recup.) ,1% Res. associadas e empr. conj. (eq. patrimonial) > 100% Resultado antes de impostos e Interesses que não controlam ,0% Impostos Correntes ,8% Diferidos < -100% Interesses que não controlam > 100% Resultado do período ,5% 40

42 Disclaimer Este documento não representa uma oferta de valores mobiliários para venda nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão ou qualquer outra jurisdição. Qualquer oferta pública de valores mobiliários efetuada nos Estados Unidos, Canadá, Austrália ou Japão teria que ser efetuada por meio de um prospeto com informação detalhada sobre a empresa e a sua gestão, incluindo Demonstrações Financeiras. As questões discutidas no presente documento poderão conter declarações prospetivas, que, como tal, se encontram sujeitas a riscos e incertezas. Pela sua natureza, as declarações prospetivas envolvem riscos conhecidos e desconhecidos e incertezas, pois referemse a eventos e dependem de circunstâncias que podem, ou não, ocorrer no futuro e podem ter como consequência que os resultados e desempenho da Caixa Económica Montepio Geral sejam significativamente diferentes dos resultados e desempenho futuros contidos, expressa ou implicitamente, em tais declarações prospetivas. Muitos destes riscos e incertezas estão relacionados com fatores que escapam ao controlo da Caixa Económica Montepio Geral ou à sua capacidade de os prever com precisão, como as condições de mercado futuras, as flutuações cambiais, o comportamento de outros intervenientes no mercado, a atuação dos reguladores, bem como outros fatores como a capacidade da Caixa Económica Montepio Geral continuar a obter o financiamento necessário à satisfação das suas necessidades de liquidez, as alterações no quadro político, social e regulamentar no qual a Caixa Económica Montepio Geral opera ou nas tendências e condições económicas ou tecnológicas, incluindo a inflação e a confiança dos consumidores. Os destinatários desta apresentação são aconselhados a não considerarem indevidamente tais declarações prospetivas, nem a basearem quaisquer decisões de investimento exclusivamente nas mesmas. Mesmo que a situação financeira da Caixa Económica Montepio Geral, estratégia de negócio, planos e objetivos de gestão para operações futuras sejam coerentes com as declarações prospetivas contidas nesta apresentação, tais resultados ou desenvolvimentos, bem como o desempenho passado da Caixa Económica Montepio Geral, podem não ser indicativos de resultados ou de desenvolvimentos da Caixa Económica Montepio Geral no futuro. A Caixa Económica Montepio Geral declina expressamente qualquer obrigação ou compromisso de fazer quaisquer atualizações ou revisões destas declarações prospetivas, caso o seu conteúdo seja alterado na sequência do surgimento de novas informações, eventos futuros ou de quaisquer fatores de outra ordem, exceto na medida do exigido por lei. A informação financeira intra-anual, apresentada neste documento, não foi objeto de auditoria. 41

43 CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL ENTIDADE COM O CAPITAL ABERTO AO INVESTIMENTO DO PÚBLICO Sede: Rua Áurea, , Lisboa Capital Institucional: Número de Pessoa Coletiva e de Matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa: Gabinete de Relações com o Mercado Tel.: (+351) Website:

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Atividade Consolidada Grupo Caixa Geral de Depósitos. 31 de março de 2015 Contas não auditadas Atividade Consolidada Grupo Caixa Geral de Depósitos 31 de março de 2015 Contas não auditadas Agenda Resultados Balanço Liquidez Solvência Conclusões NOTA: Os valores relativos a março de 2014 são reexpressos

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