Vulnerabilidade natural da Área de Proteção Ambiental do Córrego Ceroula, Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

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1 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p Vulnerabilidade natural da Área de Proteção Ambiental do Córrego Ceroula, Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Rennan Vilhena Ppirajá¹ Mauro Henrique Soares da Silva² ¹Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS Cidade Universitária, Universitário Campo Grande, MS, Brasil ²Universidade Anhanguera-UNIDERP Rua Alexandre Herculano, Jardim Veraneio Campo Grande - MS, Brasil Resumo. O objetivo deste estudo foi aplicar geotecnologias à análise da vulnerabilidade natural da Área de Proteção Ambiental (APA) do Ceroula, Campo Grande, MS. A bacia hidrográfica do córrego Ceroula é a única pertencente ao município que possui drenagem direcionada para o Pantanal, fazendo parte da Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai - (BAP). Foram elaborados mapas com os temas geologia, geomorfologia, pedologia, vegetação e declividade, a partir dos quais foram atribuídos pesos as suas características morfodinâmicas de acordo com a sua estabilidade. Foi gerado através da álgebra de mapas, em ambiente SIG (Sistema de Informações Geográficas), o mapa de vulnerabilidade natural com o cruzamento dos mapas temáticos para demonstrar os graus de susceptibilidade erosiva à perda de solos. A APA apresenta 33% de vulnerabilidade baixa, considerada estável, com prevalência dos processos de pedogênese, 51% de média vulnerabilidade natural, com estabilidade intermediária, ou seja, mantendo o equilíbrio entre a relação de pedogênese e a morfogênese e 16% de alta vulnerabilidade, instável em sua morfodinâmica, prevalecendo à morfogênese. Com uma característica natural de estabilidade predominantemente intermediária a conservação das áreas verdes torna-se de extrema importância para que impactos não sejam potencializados na planície pantaneira. Palavras-chave: ecodinâmica, Sistema de Informações Geográficas, geoprocessamento. 100

2 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p Abstract. The aim of this study was to apply an analysis of the natural vulnerability of the Environmental Protection Area (APA) of Ceroula Stream, Campo Grande, MS. The catchment area of the stream basin is the only one belonging to that municipality that drains into the Pantanal and it is part of the Upper Paraguay River Basin - (BAP). Thematic maps with geology, geomorphology, pedology, vegetation and slope have been assigned which weights according to their morphodynamic characteristics related to their stability. So the Map of Natural Vulnerability was generated through to the intersection of thematic maps by map algebra in GIS (Geographic Information System) environment, to demonstrate the degree of susceptibility to soil loss. The APA has 33% of low vulnerability areas, considered stable, with a prevalence of processes of pedogenesis, 51% average natural vulnerability, with intermediate stability, maintaining the balance between the relationship of pedogenesis and morphogenesis and 16% of high vulnerability areas, unsteady on their morphodynamics, the prevailing morphogenesis. Being as predominantly natural intermediate stability, the conservation of the vegetated areas becomes extremely important for minimize the impacts in the Pantanal. Key-words: ecodynamics, Geographic Information System, geoprocessing. 1. Introdução A Área de Proteção Ambiental do Ceroula, pertencente a Bacia Hidrográfica homônima, é a única que possui suas nascentes no Município de Campo Grande com drenagem para o Pantanal. Segundo Gonçalves (2003) a ideia de criação da APA do Ceroula foi comtemplar toda a área da Bacia do Alto Paraguai situada dentro do município. Como o desmatamento sistemático vem produzindo intensa desnudação do solo e sua rápida erosão, com sérias consequências sobre o regime de fluxo das águas nas áreas baixas da região do Pantanal-Chaco, tais como assoreamento dos rios e perda de fertilidade dos solos (Paranhos, 2000). A intenção de criar a APA do Ceroula não faria efeito se os distritos de Rochedo e Jaraguari, assim como o Município de Terenos não tivessem também criado unidades de conservação, as quais integram o corredor ecológico do Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Integrado das Bacias do Rio Miranda e Apa CIDEMA. Para Bacani (2010) uma importante ferramenta para a confecção de material temático utilizado em análise ambiental seria o uso das geotecnologias, na elaboração de diagnósticos e prognósticos ambientais. Destacam-se os mapeamentos do meio físico e da cobertura vegetal/ uso da terra, aliados as avaliações dos riscos ambientais e da fragilidade e vulnerabilidade ambientais como instrumentos que subsidiam a elaboração de zoneamentos e, consequentemente, ordenamentos do território. A compreensão da dinâmica natural de uma área é pressuposto primordial para qualquer tipo de análise das consequências de sua ocupação. Deste modo assumem-se neste trabalho as considerações de Crepani (2001) que afirma que a vulnerabilidade natural é a média aritmética dos valores individuais de vulnerabilidade de cada unidade territorial básica, obtidos após o cruzamento dos mapas temáticos por meio da álgebra de mapas. A álgebra de mapas pode ser definida como um conjunto de técnicas para análise da informação geográfica, na qual inclui a reclassificação, a intersecção, assim como operações matemáticas entre rasters (CÂMARA et al., 2001). Nesse sentido, Souza et al., (2005) a aplicação de geotecnologias para auxiliar as interpretações sobre a vulnerabilidade natural do ambiente à perda de solos através da dinâmica das unidades de paisagem e da estabilidade em relação à morfogênese e à pedogênese, são importantes ferramentas que oferecem subsídios ao planejamento, à proteção e na recuperação de áreas afetadas pela intervenção humana e que podem ser aplicados na bacia em estudo para melhor compreensão da sua situação atual. 101

3 Anais 5º Simpósio de Geotecnologias no Pantanal, Campo Grande, MS, 22 a 26 de novembro 2014 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p Objetivo Aplicar técnicas de interpretação de imagem de satélite e geoprocessamento na construção do cenário de vulnerabilidade natural da Área de Proteção Ambiental do córrego Ceroula. 3. Materiais e Métodos Com uma área de ha, criada pela Prefeitura de Campo Grande em 2001, a Área de Proteção Ambiental do córrego Ceroula demonstrada na Figura 1, está inserida na sub-bacia hidrográfica do Rio Aquidauana. Conforme a Lei Federal nº 9.985, de 18 de Julho de 2000, as APA s pertencem ao grupo de uso sustentável no Sistema Nacional de Unidades de Conservação, cujo objetivo básico é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais. Figura 1. Área de Proteção Ambiental do Córrego Ceroula. Para a realização deste trabalho foram confeccionados os mapas temáticos de pedologia, geologia e geomorfologia com auxílio dos produtos cartográficos de Mato Grosso do Sul (1989), disponibilizados em Gonçalves (2002), na escala de 1: Contudo, o nível de detalhamento dos dados em relação à escala das bases cartográficas usadas foi adquirido por meio da aplicação de técnicas de fotointerpretação em imagens do satélite Landsat 8 OLI, na composição RGB/564 + banda 8 (Pancromática). Com base em Paranhos (2000), ao empregar técnicas de fotointerpretação, os dados das imagens de satélite são extraídos e cruzados com os dados das cartas, em ambiente SIG. Ainda segundo o autor, a interpretação de imagens de satélite com a seleção de áreas de treinamento aumenta o nível de detalhamento das características do terreno. Para o mapa de vegetação foi utilizado o arquivo shapefile fornecido pelo IMASUL (2012) 102

4 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p e o mapa de declividade foi obtido através de um modelo digital de elevação - SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) do projeto TOPODATA (Banco de Dados Geomorfométricos do Brasil) por Valeriano (2004) fornecido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) no qual foi utilizada a classificação da EMBRAPA (2006). Para a confecção do mapa de vulnerabilidade natural utilizou-se os princípios da Ecodinâmica de Tricart (1977) e metodologia de Crepani et al. (2001), a qual se atribuem valores de estabilidade às unidades morfodinâmicas encontradas em cada unidade de paisagem conforme Tabela 1, as quais influenciam os processos de morfogênese, modificadoras das formas de relevos, ou pedogênese, formadoras de solo, de forma que possa ser construído um cenário em uma escala de vulnerabilidade aos processos naturais susceptíveis a alterações na paisagem. Tabela 1. Relação e valores atribuídos a cada categoria morfodinâmica. Categoria morfodinâmica Relação Pedogênese/ Valor Morfogênese Estável Prevalece a Pedogênese 1 Intermediária Equilíbrio Pedogênese/ 2 Morfogênese Instável Prevalece a Morfogênese 3 Na Tabela 2 encontram-se os valores de vulnerabilidade atribuídos a cada unidade morfodinâmica encontrada nas unidades de paisagem, os quais foram atribuídos com base nas publicações de Crepani (2001) e Grigio (2003). Tabela 2. Grau de vulnerabilidade atribuído às unidades morfodinâmicas. Solos Grau de vulnerabilidade Neossolo quartzarênico 2 Latossolo vermelho distrófico 1 Latossolo vermelho distroférrico 1 Neossolo litólico 3 Geológico Grau de vulnerabilidade Formação Botucatu 2 Formação Caiuá 2 Formação Serra Geral 1 Geomorfológico Grau de vulnerabilidade Terceiro patamar da borda ocidental 1 Segundo patamar da borda ocidental 1 Cuestas 3 Divisores da sub-bacias meridionais 1 Rampas arenosas dos planaltos interiores 3 Vegetação Grau de vulnerabilidade Floresta Estacional Semi-Decidual Aluvial 1 Domínio da savana (Cerrado) 2 Declividade Grau de vulnerabilidade Plano: 0 3 (%) 1 Suave ondulado: 3 8 (%) 2 Ondulado: 8 13 (%) Muito ondulado: (%) 3 3 Forte ondulado: (%) 3 Montanhoso: > 45 (%) 3 103

5 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p O mapa de vulnerabilidade natural foi produzido no software ArcView GIS 10.0 da empresa ESRI (2010), a partir da técnica de Álgebra de Mapas, no qual utilizou-se os mapas de compartimentação geológica, geomorfológica, pedológica, vegetação e declividade. Apresentados na Tabela 3 foram definidos pesos dentro de uma escala de 0 100% para cada unidade de paisagem em uma relação de pesos entre 0 a 1, de acordo com a sua propensão natural à modificação da paisagem conforme Crepani (2001). Tabela 3. Pesos atribuídos às unidades de paisagem. Unidades de paisagem Pesos Pedológico 0,20 Geológico 0,15 Geomorfológico 0,15 Vegetação 0,25 Declividade 0,25 4. Resultados e Discussão A APA do Ceroula está praticamente toda localizada sobre a Formação Serra Geral, conforme a Figura 2, segundo CPRM (2004) a unidade se distribui por ampla área na região centro-sul do estado, seus derrames possuem mergulho regional para leste, relacionando o soerguimento das serras de Bodoquena e Maracajú, constituída praticamente de basalto, abrange o Município de Campo Grande com aproximadamente 100 a 300 m de espessura, fomentando a mineração na região com a explotação das britas utilizadas na construção civil. Figura 2. Mapa geológico 104

6 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p Os limites de área da APA do Ceroula abrangem quatro unidades geomorfológicas que se contrastam pela beleza cênica, muito apreciado pela atividade de ecoturismo na região, na qual a forma de relevo varia de plano a suavemente ondulado às margens dos Divisores das Sub- Bacias Meridionais esculpida em rochas areníticas do Grupo Bauru e das Rampas Arenosas dos Planaltos Interiores também esculpidas sobre rochas do Grupo Bauru, porém com afloramento de basalto devido aos processos erosivos fluviais, segundo Mato Grosso do Sul (1990), onde surgem as nascentes da rede de drenagem que compõem a bacia hidrográfica do Ceroula. Sobre o Relevo de Cuestas observa-se maior dissecação, ao percorrerem a planície do Terceiro Patamar da Borda Ocidental, que abrange boa parte da bacia do Ceroula, os tributários fomam o padrão de drenagem dendrítico, conforme a classificação de Christofolletti (1980), até praticamente o seu encontro com o Rio Aquidauana, como demostra a Figura 3. Figura 3. Mapa Geomorfológico O mapa de solos foi reclassificado conforme EMBRAPA (2006). Como demonstrado pela Figura 4, a APA do Ceroula é formada por quatro tipos de solos, sendo grande parte dela ocupada pelo Latossolo Vermelho Distroférrico, que segundo Mato Grosso do Sul (1990), é um tipo de latossolo que apresenta teores elevados de óxido de ferro, profundos e muito profundos, acentuadamente drenados, porosos e permeáveis, com baixa susceptibilidade erosiva, encontrados geralmente em relevo plano e suave ondulado, e com alto teor de argila, sem impedimento ao crescimento de raízes. Contrastando com o Latossolo, o Neossolo Litólico encontrado sobre o Relevo de Cuestas, está bastante relacionado com a rocha matriz, apresentando materiais primários e blocos de rochas semi-intemperizados de diversos tamanhos. Para a confecção do mapa de vegetação utilizou-se o Domínio da Savana, segundo Mato Grosso do Sul (1989), no qual estão inclusas as variações encontradas no Cerrado brasileiro Savana Arbórea densa (Cerradão), Savana Arbórea Aberta (Campo Cerrado), Savana Estépica Arbórea-Densa, Savana Estépica Arbórea-Aberta, Savana Parque (Campo Sujo) e Savana Gramíneo-Lenhosa (Campo), entremeadas pela Floresta Estacional Semi-Decidual Aluvial que é uma formação florestal tipicamente ribeirinha ocorrendo generalizadamente no estado, 105

7 Anais 5º Simpósio de Geotecnologias no Pantanal, Campo Grande, MS, 22 a 26 de novembro 2014 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p demonstradas pela Figura 5. Figura 4. Mapa pedológico Figura 5. Mapa de vegetação De acordo com a classificação da EMBRAPA (2006), a declividade na APA do Ceroula, demonstrada na Figura 6, apresentou-se bastante variada, com maior proporção de áreas planas 106

8 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p encontradas principalmente no Terceiro Patamar da Borda Ocidental e declividade bastante íngreme na ruptura de relevo referente as Cuestas e moderadamente ondulada no seu entorno. O mapa da Área de Proteção Ambiental do córrego Ceroula gerado a partir do cruzamento dos mapas pedológico, geológico, geomorfológico, de vegetação e de declividade, representado pela Figura 7, demonstra os locais e os graus de susceptibilidade erosiva a perda de solos e em uma escala que foi classificada em alta, média e baixa vulnerabilidade à dinâmica dos processos naturais de alteração da paisagem. Figura 6. Mapa de declividade Figura 7. Mapa de Vulnerabilidade Natural da APA do Ceroula. 107

9 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p A classe pertinente a baixa vulnerabilidade natural corresponde a 33% do limite total da APA do Ceroula, considerada estável, com prevalência aos processos de pedogênese, a qual pode ser observada no mapa em sua maior parte concentrada no terceiro patamar da borda ocidental da Serra de Maracaju sobre a base geológica da Formação Serra Geral, com predominância do latossolo vermelho distroférrico, em uma declividade que varia de plano/praticamente plano a suave ondulado no qual a predominância vegetativa, sem interferência humana, é do bioma Cerrado alternando-se com alguns encraves de florestas aluviais correspondentes as matas de galerias dos córregos da região. Com 51% do limite total da APA do Ceroula, a média vulnerabilidade natural apresentando estabilidade intermediária, ou seja, mantendo o equilíbrio entre a relação de pedogênese e a morfogênese, pode ser observada tanto na porção das rampas arenosas pertencentes ao planalto de Maracaju-Campo Grande, em porção mais homogênia, quanto no terceiro patamar da borda ocidental da Serra de Maracaju, ora mesclando-se com a baixa vulnerabilidade. Encontra-se sobre a Formação Serra Geral e sobre latossolo vermelho distroférrico, tanto no planalto de Maracaju-Campo Grande onde a declividade varia predominantemente de 8-13% sendo moderadamente ondulada e não há presença de floresta aluvial, quanto na planície do Terceiro Patamar da borda ocidental onde sua declividade varia predominantemente de 0-3% sendo plano/ praticamente plano com presença de floresta aluvial. A classe pertinente à alta vulnerabilidade natural corresponde a menor porção, sendo 16% da APA do córrego Ceroula, apresenta instabilidade em sua morfodinâmica, prevalecendo à morfogênese, pode ser observado no mapa praticamente sobre o relevo de cuestas, correspondendo ao afloramento da Formação Serra Geral, com declividade que varia de 13-20% ondulado, 20-45% forte ondulado e >45 montanhoso, a qual se encontra vegetação de encosta pertencente ao bioma cerrado sobre neossolo litólico. 5. Conclusões As geotecnologias tornaram-se ferramentas práticas e de bastante utilidade à análise ambiental. O mapa de vulnerabilidade natural demonstrou as áreas mais susceptíveis à erosão dos solos a partir da dinâmica das unidades de paisagem. A APA do Ceroula apresentou característica natural de estabilidade predominantemente intermediária, na qual observou-se o tipo de vegetação na região de estudo como uma variável importante na fixação do solo, assim como, a declividade como tema bastante influente na dinâmica da região. Conforme se observou neste estudo com a metodologia utilizada, os mapas de vulnerabilidade natural tornam-se ferramentas alternativas ao planejamento territorial que podem ser utilizadas no ordenamento de atividades que venham a ser desenvolvidas na borda do planalto limite com a planície pantaneira. O estudo também sugere uma futura aplicação e mais completa análise ao identificar os níveis de modificações antrópicas na paisagem natural da região, fazendo o cruzamento dos mapas de vulnerabilidade natural e de uso e ocupação do solo, a qual atualmente contempla atividades que variam desde o ecoturismo, a assentamentos rurais agrícolas, pecuária e mineração de basalto. 108

10 Embrapa Informática Agropecuária/INPE, p Referências Bacani, V. M. Geotecnologias aplicadas ao ordenamento físico- territorial da bacia do alto rio coxim, MS. Tese (Doutorado em Geografia física) Universidade de São Paulo Brasil. lei nº 9.985, de 18 de julho de Regulamenta o artigo 225, 1º, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. Ministério do Meio Ambiente, Brasília. Disponível em: <http://www.mma.gov.br /port/sbf/dap/doc/snuc.pdf>. Acesso em: 03 de julho de Câmara, G.; Daves, C. Arquitetura de sistemas de informação geográfica. In: câmara, g.; Davis, c.; Monteiro, a. M. V. (Org.). Introdução à ciência da geoinformação. São José dos Campos: INPE, p CPRM Serviço Geológico do Brasil. Geologia e Recursos minerais do Estado de Mato Grosso do Sul. Goiânia: CPRM, 2004, 121p. il. Crepani, E. M. Medeiros, J. S. de. Hernandez Filho, P. Florenzano, T. G. Duarte, V. Barbosa, C. C. F. Sensoriamento remoto e geoprocessamento aplicados ao zoneamento ecológico-econômico e ao ordenamento territorial. São José dos Campos - INPE, 2001 (INPE-8454-RPQ/72). 124 p. Christofoletti, A. Geomorfologia. 2ª ed. São Paulo: Edgar Blücher, Embrapa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2. ed, Brasília: Embrapa Produção de Informação. Rio de Janeiro, 2006, 306p. ESRI Inc. ARC VIEW version 3.2. Environmental Systems Research Institute Inc. New York CD ROM. Gonçalves, R. R. M. Bases para o planejamento e a gestão da Área de Proteção Ambiental da Bacia Hidrográfica do Córrego Ceroula: Campo Grande, Mato Grosso do Sul. 136 p Dissertação (mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional). Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal Grigio, A. M. Aplicação do sensoriamento remoto e sistemas de informação geográfica na determinação da vulnerabilidade natural e ambiental do Município de Guaramé (RN): simulação de risco às atividades da indústria petrolífera. 230p Dissertação (mestrado em Geodinâmica e Geofísica). UFRN Mato Grosso do Sul. Secretaria de Planejamento. Macrozoneamento Geoambiental do Estado de Mato Grosso do Sul. Campo Grande: SEPLAN/FIPLAN, Mato Grosso do Sul, Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral. Fundação Instituto de Apoio ao Planejamento do Estado. Coordenaria de Geografia e Cartografia; IBGE. Atlas Multireferencial do Estado de Mato Grosso do Sul. Governo do Estado de Mato Gross do Sul. Campo Grande: SEPLAN, p. PARANHOS, A. C. Análise geo-ambiental multitemporal: o estudo de caso da região de Coxim e da bacia do Taquarizinho (MS-Brasil). Tese (doutorado em geologia com área de atuação em geologia ambiental) Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR Souza, C. F.; Amaro, V. E.; Castro, A. F. Sistema de Informação Geográfica para o monitoramento ambiental de regiões costeiras e estuarinas do Estado do Rio Grande do Norte. Anais XII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Goiânia, Brasil, abril 2005, INPE, p Tricart, J. Ecodinâmica. Rio de Janeiro. IBGE. Diretoria técnica, SUPREN, p il. (Recursos naturais e maio ambiente, 1). Valeriano, M. M. Modelo digital de variáveis morfométricas com dados SRTM para o território nacional: o projeto TOPODATA. In: XII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto. 2005, Goiânia, GO. Anais do XII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, p

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