ICVA REGISTRA RETRAÇÃO DE 4,9% PARA O VAREJO EM SETEMBRO

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1 CIELO S.A. CNPJ/MF / Comunicado ao Mercado ICVA REGISTRA RETRAÇÃO DE 4,9% PARA O VAREJO EM SETEMBRO Indicador considera a receita deflacionada de vendas do varejo em relação ao mesmo mês de 2015 Crescimento da Receita de Vendas com e sem ajustes de calendário 3,2% 3,9% 2,2% 2,6% 2,1% 5,6% 3,1% 2,5% 3,1% 2,4% 3,9% 3,0% 2,9% 4,7% 5,2% 5,2% 5,0% 5,0% 4,9% 3,7% 3,9% -3,0% -3,3% - -4,4% -5,5% -5,6% -5,5% - -6,0% c/ ajuste calendário c/ ajuste calendário -6,2% -5,8% -5,8% -3,1% - -3,3% -4,5% -5,2% -3,9% -6,2% -4,9% A receita de vendas do comércio varejista registrou retração de 4,9% em setembro em relação ao mesmo período de 2015, depois de descontada a inflação que incide sobre a cesta de setores do varejo ampliado. É o que aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado nesta segunda-feira (17). Em agosto, o índice havia registrado queda de 6,2%. O mês de setembro teve pouco impacto de efeitos de calendário, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Removendo estes efeitos, o índice teria registrado queda de, mesmo número de agosto, também ajustado no mesmo conceito. Os números indicam, portanto, estabilidade no ritmo do varejo ampliado em relação ao mês anterior. 1

2 Em termos nominais, o indicador mostra alta de em setembro contra um ano antes, patamar maior em relação ao apurado em agosto (+3,7%). Descontados os efeitos de calendário, o índice nominal aponta alta na receita de vendas do varejo em 3,9% na evolução anual. INFLAÇÃO A inflação no varejo, ajustada ao mix e pesos dos setores que compõem o ICVA, registrou alta de 9,4% em setembro no acumulado dos últimos 12 meses. O número mostra desaceleração em relação aos 10,5% registrados em agosto, puxada principalmente pelos setores de Alimentação e Bebidas e Transportes. Vale ressaltar que a cesta de compras no varejo ampliado não inclui itens como energia elétrica, aluguel e condomínio, que são contemplados no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Este último registrou alta de 8,5% no acumulado dos últimos 12 meses (inferior aos 9,0% computados em agosto). SETORES A maioria dos setores que compõem o ICVA apresentou retração em setembro sobre um ano antes. E, de modo geral, houve pouca variação de desempenho em relação ao mês de agosto, reforçando um quadro de estabilidade na passagem mensal. Dentro do bloco que representa os bens nãoduráveis, os setores de Supermercados e Hipermercados e Postos de Combustível desaceleraram novamente de um mês para o outro. Os demais segmentos deste grupo tais como Cosméticos, Drogarias e Varejo Alimentício Especializado registraram aceleração no desempenho do mês. O grupo de setores de Serviços, apesar de continuar apresentando retração, novamente ficou acima da média do varejo em setembro. Entre eles, Turismo e Transporte demonstrou aceleração em relação ao mês de agosto. Já o setor de Recreação e Lazer foi o que mais desacelerou no último mês, dado o efeito comparativo em relação a agosto, período em que foi realizada a Olimpíada no Rio de Janeiro. Alimentação em Bares e Restaurantes também desacelerou na passagem mensal. Por fim, o conjunto de setores de bens duráveis e semiduráveis continua com a retração mais acentuada. O setor que mais desacelerou no mês foi Móveis, Eletroeletrônicos e Lojas de Departamento. Já Vestuário e Materiais para Construção voltaram a acelerar neste grupo, apesar de ainda apresentarem retração ano contra ano. REGIÕES Embora ainda registrem comportamento negativo, em setembro todas as regiões brasileiras tiveram uma leve recuperação no varejo em relação ao patamar de agosto, medida pelo ICVA deflacionado. As regiões Norte e Nordeste apresentaram, respectivamente, queda de 9,4% e 5,0%. O varejo ampliado no Sudeste teve retração de 4,7% no período, seguido pelas regiões Centro-Oeste e Sul, com baixas de 4,6% e 2,9% respectivamente. Pelo ICVA nominal, que não considera o desconto da inflação, a região Sul registrou alta de 6,6% e o Nordeste cresceu na 2

3 comparação com setembro de Já as regiões Sudeste e Centro-Oeste apontaram altas de 3,9% e, respectivamente. Ainda pelo mesmo conceito, a região Norte computou crescimento de 0,5% no mês. Crescimento da Receita de Vendas Por região 2,9% Sudeste 2,3% 2,5% 1,7% 5,0% 2,1% 3,4% 2,6% 4,3% 5,0% 4,9% 4,5% 4,3% 5,4% 3,9% ,3% -4,4% -3,0% -3,9% - -4,7% -5,5% -5,4% -6,6% -6,5% -6,0% -5,8% c/ ajuste calendário c/ ajuste calendário Sul 9,8% 4,4% 2,1% 5,8% 5,7% 4,5% 7,8% 5,6% 7,2% 6,9% 7,8% 7,2% 6,3% 4,7% 6,6% 6,4% -2,1% -1,1% -3,0% -2,1% -3,1% - -2,3% -2,7% -5,2% -3,7% -4,7% -4,9% -6,3% -6,2% -7,0% c/ ajuste calendário c/ ajuste calendário 3

4 Crescimento da Receita de Vendas Por região Nordeste 4,2% 2,3% 6,0% 3,4% 5,3% 5,5% 6,2% 5,6% 6,0% 3,3% 2,5% -2,6% -2,4% -4,2% c/ ajuste calendário c/ ajuste calendário -4,7% -2,5% -2,5% -4,4% -3,1% ,0% -6,8% -5,3% Centro-Oeste 3,9% 2,3% 7,0% 4,0% 4,2% 3,1% 4,2% 1,8% 4,5% 2,5% ,6% -4,3% - -1,5% -4,5% -5,5% -6,8% -4,0% - -5,3% -6,3% c/ ajuste calendário c/ ajuste calendário 4

5 Crescimento da Receita de Vendas Por região Norte 2,9% 3,0% 2,3% 0,1% 0,1% 0,5% 1,4% 1,4% 2,6% 0,7% 0,4% 0,5% 0,4% 0,9% 0,0% 0,5% -1,6% - -4,2% -7,1% -7,5% -5,7% -8,1% -7,3% -8,2% -8,5% -10,4% -7,4% -7,9% -7,0% -7,2% -9,1% -9,7% -9,4% -9,5% c/ ajuste calendário c/ ajuste calendário TERCEIRO TRIMESTRE DE 2016 O ICVA encerrou o terceiro trimestre de 2016 com retração de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado, depois de descontada a inflação. Apesar do desempenho ainda negativo, a curva deste ano (ver abaixo) mostra uma estabilização no ritmo de retração do varejo, que antes vinha numa trajetória descendente. Os números nominais mostram leve aceleração, porém puxada pela inflação. 5

6 10,8% 10,0% 9,4% I C V A S E T E M B R O D E Crescimento da Receita de Vendas 12,0% 13,1% 13,3% 14,8% 13,9% 6,1% 7,8% 7,6% 2,9% 3,2% 7,5% 7,3% 1,3% 1,5% 2,9% 2,9% 4,0% 4,3% 4,0% 4,3% 1T13 2T13 3T13 4T13 1T14 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 3T16-2,7% - -4,9% -4,9% C/ Ajuste calendário¹ C/ Ajuste calendário¹ SOBRE O ICVA O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro de acordo com a sua receita de vendas, com base em um grupo de mais de 20 setores mapeados pela Cielo, de pequenos lojistas a grandes varejistas. O peso de cada setor dentro do resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês. O ICVA foi desenvolvido pela área de Inteligência da Cielo com base nas vendas realizadas nos mais de 1,7 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à companhia. A proposta do Índice é oferecer mensalmente uma fotografia do desempenho do comércio varejista do país a partir de informações reais. COMO É CALCULADO A gerência de Inteligência da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento, como a variação de market share, bem como isolar os efeitos da substituição de cheque e dinheiro no consumo dessa forma, o indicador não 6

7 I C V A A G O S T O D E reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda. Esse índice não é de forma alguma a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas. Barueri, 17 de outubro de CLOVIS POGGETTI JUNIOR Vice-presidente Executivo de Finanças e Diretor de Relações com Investidores Sobre a Cielo A Cielo S.A. (Bovespa: CIEL3 OTCQX: CIOXY) é a empresa líder em soluções de pagamentos eletrônicos na América Latina e uma das maiores do mundo em seu segmento. Responsável por credenciar os estabelecimentos comerciais a aceitarem pagamentos com cartões, além das outras etapas da cadeia - captura, transmissão, processamento e liquidação financeira das transações -, a Cielo captura as principais bandeiras do Brasil e do mundo. Em 2015, mais de 6,1 bilhões de transações passaram pelas máquinas da companhia. Com um posicionamento multisserviço, multibandeira e multicanal - presente seja no ponto de venda, no mobile ou no e-commerce -, a Cielo tem como missão ser referência internacional no que ela faz. Uma empresa de serviços que tem a inovação em seu DNA, orientada para resultados, a Cielo entrega um portfólio de produtos e soluções que agregam valor ao negócio dos lojistas, microempreendedores e profissionais liberais - além da maior força comercial do mercado, atendimento de qualidade e logística eficiente, premissas da excelência para o cliente. A companhia investe continuamente em tecnologia e conta com o parque de equipamentos mais moderno do mercado, distribuído em 1,7 milhão de pontos de venda ativos em todos os seus canais - comércio físico ou virtual, pela máquina, pelo celular ou pela internet, presente de ponta a ponta em toda a cadeia de pagamentos eletrônicos. 7

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