UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E ARTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. A inclusão do Rugby na Educação Física Escolar

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E ARTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA A inclusão do Rugby na Educação Física Escolar José Leandro Sampaio Pedro Henrique Nunes Pereira Pedro Ramos Gonzales São José dos Campos/SP 2014

2 UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E ARTES CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO A INCLUSÃO DO RUGBY NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR JOSÉ LEANDRO SAMPAIO PEDRO HENRIQUE NUNES PEREIRA PEDRO RAMOS GONZALES Relatório final apresentado como parte das exigências da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso à Banca Examinadora da Faculdade de Educação e Artes da Universidade do Vale do Paraíba Orientador: Profº. Me. Dorival Cesare Junior São José dos Campos/SP 2014

3 RESUMO Neste trabalho abordamos o tema inclusão do rugby no meio escolar como um método de diversificar e complementar as aulas de educação física. O professor pode implantar essa nova modalidade e nele aplicará os conhecimentos sobre temas transversais. Com brincadeiras relacionadas ao jogo trabalharemos fundamentos básicos e a técnica individual dos jogadores para ter uma base antes de iniciarmos o jogo propriamente dito, reforçando que o principal objetivo da atividade não é a vitória e sim o aprendizado de maneira lúdica e a preservação da integridade física. Esta modalidade possui características diferentes de outros esportes coletivos, trata-se da utilização do espaço e da participação de todos os componentes da equipe para atingir a meta final. Através da disciplina, respeito mútuo, espírito de equipe e contato controlado, o rugby e diferenciado dos demais esportes, sendo assim praticado por pessoas de biótipos, gêneros e idades variadas. Palavras chaves: Inclusão, Brincadeiras, Aprendizado e Rugby

4 Sumário 1. Introdução Justificativa Objetivo Objetivo geral Objetivo específico Metodologia Revisão de literatura História e desenvolvimento do rugby Benefícios da educação física escolar Benefícios do rugby na escola Código de conduta Fundamentos do rugby Dimensões do campo Variações de jogos Categorias Conclusão Referências bibliográficas...19

5 1. INTRODUÇÃO Baseando-se nos conceitos da Internacional Rugby Board (2008), o rugby tem fundamentos básicos: avançar, apoiar, dar continuidade e a pressão são eles que dão a dinâmica ao jogo, esse esporte possui características ímpares, mas diferente de outros esportes coletivos, os vencedores de um jogo serão os atletas da equipe que conseguir colocá-los no espaço criado e utilizá-lo com sabedoria, e que consigam também negar aos seus adversários tanto a posse da bola quanto o espaço para utilizar essa posse. As formas adaptadas e propostas pela Federação Portuguesa de Rugby (F.P.R.) para o ensino do rugby na escola privilegiam a circulação de bola e o reposicionamento constante dos jogadores, devendo ser evitado o confronto físico entre os alunos e o jogo deve ser entendido como um meio e não como um fim. Conforme a Internacional Rugby Board (2008), a prática do rugby desde a pré-escola até o profissional é praticado com suas regras na íntegra onde as mesmas são respeitadas incondicionalmente através da disciplina, camaradagem, controle, respeito mútuo, espírito de equipe, conduta e contato controlado, podendo ser assim praticado por pessoas de biótipos, gêneros e idades variadas. Como sabemos o rugby é um jogo mais agressivo, por isso vamos adaptá-lo à escola. A ideia será desenvolver um jogo, em que cada jogador ao invés de deter o oponente derrubando-o no chão apenas encoste como em um pega-pega quem está com a posse bola. Esta brincadeira chama-se Touch. Com brincadeiras que envolvam aspectos do jogo, trabalharemos fundamentos básicos e depois partiremos para o jogo.

6 2. JUSTIFICATIVA O rugby pode ser apresentado na escola como um método de reforçar os conteúdos durante as aulas de educação física, mostrando de caráter lúdico como aprender brincando uma nova modalidade esportiva e aumentando sua capacidade motora. A prática desta modalidade poderá favorecer a autonomia dos alunos para monitorar as próprias atividades, regulando os esforços, traçando metas, conhecendo sua potencialidade e limitações, sabendo distinguir situações de trabalho corporal que podem prejudicar ao próximo e a si mesmo. O rugby favorece a inclusão e a aceitação das diferenças, todos são importantes independente das características físicas ou do gênero.

7 3. OBJETIVO 3.1 OBJETIVO GERAL Apresentar indicadores que permitam ensinar o rugby como um conteúdo nas aulas de educação física, abordando seus aspectos históricos, sociais, de lazer e de rendimento. 3.2 OBJETIVO ESPECÍFICO Desenvolver o trabalho em equipe, educando por meio do jogo; Desenvolver a socialização e a inclusão esportiva, pois a modalidade não contempla um tipo físico padrão; Desenvolver a humildade e espírito de sacrifício; Despertar o raciocínio rápido e lógico; Despertar desejos de prosseguir com a nova modalidade.

8 4. METODOLOGIA Este trabalho foi realizado através de pesquisas, utilizando artigos acadêmicos, revistas, livros, sites e acompanhando os profissionais da área nos treinamentos da equipe São José Rugby.

9 5. REVISÃO DE LITERATURA 5.1 HISTÓRIA E DESENVOLVIMENTO DO RUGBY O rugby foi criado na Inglaterra em 1823 por Willian Webb Elis quando esse jovem, em uma das aulas de educação física pegou a bola com as mãos e saiu correndo em direção ao gol da equipe adversária e os outros atletas tentaram o impedir de qualquer maneira puxando e tentando o derrubar para que impedisse de chegar até o gol. (Confederação Brasileira de Rugby, 2010). Quase 200 anos após sua criação, o rugby é atualmente o segundo esporte mais praticado em todo mundo perdendo apenas para o futebol, que também teve sua origem na Inglaterra. (Internacional Rugby Board, 2008). O esporte tem se popularizado de maneira rápida em nosso país nos últimos anos e cada vez mais se fazendo presente em nossa cultura. O Rugby chegou ao Brasil no século XIX em São Paulo, trazido por Charles Miller, que também apresentou o futebol aos brasileiros. O primeiro clube a praticar o esporte foi o Clube Brasileiro de Futebol Rugby fundado em Apesar de caminhar paralelamente ao futebol, até o começo dos anos 1960 o rugby era um esporte de elite. Só com a realização do Campeonato Sul- Americano em São Paulo (1964), começou a ser mais difundido no país. Em 20 de Dezembro de 1972 foi fundada da Associação Brasileira de Rugby, em substituição à União de Rugby do Brasil sendo reconhecida pelo Conselho Nacional de Desportos (CND). O maior contingente ainda está em São Paulo, que tem vários clubes na capital e em cidades como Piracicaba, São José dos Campos e Campinas mas outros Estados Brasileiros possuem clubes de Rugby. Apesar de ser um esporte considerado bruto e masculino, as mulheres estão ganhando cada vez mais espaço. Em Janeiro de 2007 a equipe brasileira tornouse tri-campeã invicta do campeonato Sul-americano de Rugby Feminino da modalidade Seven-a-side. O time mostrou-se um dos mais desenvolvidos, com uma qualidade técnica superior à de países já tradicionais no jogo masculino como Argentina, Chile e Uruguai.

10 O amadorismo já começa a fazer parte do passado apesar de ser ainda mantido em alguns países tradicionais como Argentina, onde existem muitos críticos ao profissionalismo por possuírem dúvidas com relação à manutenção do espírito do rugby em um ambiente profissional. Na América do Sul, as expectativas com relação à década que se inicia são altas em virtude das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, onde o rugby voltará ao programa olímpico e devido ao ingresso da Argentina no grupo de países que disputam o Tri-nations, trazendo para o continente sul-americano uma competição de excelente nível internacional. 5.2 BENEFÍCIOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Diversos são os benefícios que a atividade física traz à vida cotidiana do estudante. Aspectos fisiológicos, cognitivos, psicoemocionais e sociais têm influência direta na qualidade de vida do estudante e consequentemente, no seu desempenho acadêmico. As adaptações fisiológicas causadas pela atividade física regular bem orientada contribuem para o melhor desenvolvimento dos sistemas cardiopulmonar e musculoesquelético. Em tempos de crescente influência tecnológica na rotina de crianças e adolescentes, a atividade física garante o crescimento equilibrado e ativo dos jovens estudantes. Do ponto de vista cognitivo e psicoemocional, a atividade física em especial o esporte, exercitam habilidades mentais tais como, superação, autoconfiança, estabelecimento de metas, concentração, controle da ansiedade através das vivências apresentadas pelas práticas corporais. Processos cognitivos e emocionais apresentados no exercício destas práticas podem também ser transferidos para o contexto estudantil, auxiliando o aluno nos momentos de enfrentamento de desafios e situações problema. A convivência social proporcionada pelo esporte, pelas brincadeiras de rua, pelos jogos e pela aprendizagem das lutas é também elemento fundamental na formação do estudante. As amizades e relacionamentos criados nestes ambientes fazem com que os alunos aprendam a lidar com as diferenças e contribuem para a convivência social construtiva e solidária.

11 Segundo SANTOS (2006), a Educação Física hoje é considerada umas das disciplinas mais importantes do currículo educacional, sendo responsável não só pela formação do homem propriamente dito, mas também, introdutor desse mesmo homem como ser social, integrando-o na sociedade como um cidadão. 5.3 BENEFÍCIOS DO RUGBY NA ESCOLA Despertar o raciocínio rápido e lógico Aumenta a concentração durante a atividade, melhorando seu desempenho e despertando o espírito de liderança. Desenvolvimento motor Melhora a flexibilidade, a coordenação, a mobilidade articular, o reflexo, a agilidade. Respeito e Hierarquia Conceito de união é muito visível, o atleta depende totalmente de seus companheiros. Ao contrario do que acontece em alguns esportes, o rugby ensina a respeitar a seus companheiros e seus adversários. 5.4 CÓDIGOS DE CONDUTA JOGADORES Jogar pelo prazer; Jogar de acordo com as leis de jogo; Nunca discutir com os árbitros; Aplaudir sempre os adversários;

12 TREINADORES Liderar pelo exemplo; Dar a todos os jogadores a mesma oportunidade de jogar; Respeitar o árbitro; Valorizar o Fair-Play e a disciplina. PAIS&MÃES Ser exemplo para os jogadores; Elogiar o esforço e o progresso na aprendizagem, não os resultados; Aplaudir as duas equipes; Reconhecer e ser positivo com o árbitro. 5.5 FUNDAMENTOS DO RUGBY Try Consiste em chegar a linha de fundo do adversário (In goal), e apoiar a bola no solo. O contato mão-bola-solo deve existir, mesmo que por um instante para o try ser validado. Vale 5 pontos, e da direito a um chute de bonificação de 2 pontos, chamado conversão. Tackle Meio mais eficiente de cessar o ataque adversário, deve ser feito com os ombros/braços. O jogador pode ser atingido em qualquer região abaixo do pescoço. O jogador deve ir ao chão junto com o adversário, e solta-lo imediatamente após o tackle ser dado. Ruck Formação em que o time em posse de bola a mantém protegida após um tackle do adversário. Maul É uma formação, em que a proteção da bola é feita em pé.

13 Passes Utilizando as mãos o passe só pode ser feito para trás, resultando na evolução do jogo, por meio da quebra da linha de vantagem, onde o jogador deve correr em direção a linha de fundo (in goal), do seu adversário. Chutes Com as bolas em mãos o jogador possui a possibilidade de chuta-la para frente afim de recuperá-la e dar continuidade ao jogo. Para lateral, a fim de ganhar terreno (porém a posse de bola passa a ser do adversário). Para os postes, a fim de marcar 3 pontos com um modo de chute chamado Drop-Kick, onde a bola deve tocar o solo antes de ser chutada. Scrum Disputa de bola mais conhecida, em que os 8 forwards (jogadores mais pesados), se abraçam e se chocam com a formação adversária para disputar com os pés a bola introduzida pelo time em posse. Line-out Disputa de bola ocasionada pela saída da bola pela linha lateral. Os jogadores se alinham e se erguem a fim de ganhar vantagem sobre a bola que atirarão no meio das duas filas. Penal Marcado Penal (Penalidade), o jogador com a bola em mãos possui a possibilidade de: -Chutá-la para lateral com a posse de bola ainda sendo sua -Chutá-la postes, para ganhar 3 pontos -Sair jogando

14 5.6 DIMENSÕES DO CAMPO O campo oficial de rugby é um retângulo gramado cujas medidas devem ser no máximo, 144 metros de comprimento por 70 metros de largura dividido por uma linha no meio do campo que separa os dois lados. Sua superfície deve ser de grama mas também pode ser de areia, barro, neve ou grama artificial. Nas duas linhas de fundo, encontram-se os paus também chamados de H, por terem este formato. O H deve ter 5,6 metros de largura e no mínimo 6,4 metros de altura do chão até o travessão. É por ali, acima do travessão, que a bola deve passar nos chutes de conversão ou nas penalidades máximas para a marcação de pontos. A partir do H começam as linhas dos 22 metros, chamadas de in-goal, que é a área onde o atleta deve tocar a bola no chão para marcar um Try. 5.7 VARIAÇÕES DE JOGOS Existem várias formas modificadas do rugby que foram desenvolvidas para permitir que qualquer um possa praticá-lo em diversas circunstâncias com um gradual desenvolvimento das habilidades. Como exemplo dessas variações tem o Tag, Touch, Flag, Seven e Beach Rugby. O principal atrativo destas versões de rugby é a ausência de contato, permitindo que sejam praticados por pessoas de todas as idades, ambos os sexos e com qualquer nível de preparo físico em diversos tipos de superfícies. RUGBY TOUCH É um jogo variante do rugby tradicional, evasivo e rápido com um nível de contato mínimo, praticado em todo o mundo por homens e mulheres de todas as idades e níveis. O jogo é semelhante ao Rugby, mas sem placagens, sem rucks, mauls ou formações ordenadas, sem alinhamentos e sem pontapés. Este jogo rápido e simples promove as aptidões básicas de corrida, fuga e apoio no jogo de rugby, do desenvolvimento base dos princípios de ataque e defesa, sem o risco de lesão motivado pelo contato.

15 OBJETIVO DO JOGO Por um lado pontuar através da marcação de ensaios e, por outro lado, impedir a através de oposição a marcação de ensaios por parte da equipe adversária. A bola circula entre jogadores da equipe atacante, que podem ou não avançar com a bola na tentativa de ganhar vantagem territorial e consequentemente pontuarem. A equipe defensora tenta evitar a progressão territorial da equipe atacante tocando (touch) no portador da bola. INÍCIO DO JOGO O ganhador do sorteio escolhe o sentido de jogo, que deve começar no meio do campo com um com um toque com o pé. A equipe que defende deve estar colocada a 10 metros. DURAÇÃO DO JOGO Pode variar para atender às circunstâncias. Regra geral, tem a duração de 20 minutos dividido por duas metades de 10 minutos. NÚMERO DE JOGADORES As equipes podem ser constituídas até um máximo de 14 jogadores, com 6 jogadores em campo. Sugere-se equipes entre 8 a 10 jogadores de maneira a encorajar a máxima participação possível.

16 RUGBY TAG Pode ser praticado por equipes mistas, mesmo em espaços reduzidos e com pisos duros como os que habitualmente existem nas escolas brasileiras. No entanto, no Tag Rugby estão presentes as ações fundamentais do jogo de rugby, como a corrida com bola, a finta, o passe e o try. Por razões de segurança e de progressão na aprendizagem do jogo, o gesto técnico do takle é substituído pelo tag, a ação de retirar a fita ao portador da bola. OBJETIVO DO JOGO Marcar try,ou seja, ultrapassar a linha de try adversária com a bola nas mãos. Para marcar basta passar essa linha, não sendo necessário no caso do Tag Rugby tocar com a bola no solo. O try vale um ponto. FORMAS DE JOGAR Atacantes: no ataque o portador da bola deve avançar e os restantes dos jogadores devem apoiar, colocando-se sempre atrás do portador da bola. A bola deverá ser transportada sempre com as duas mãos, para que possa ser passada a qualquer momento. A principal característica do Rugby e do Tag Rugby é que a bola deverá ser passada para o lado ou para trás. O portador da bola deve correr livremente com a bola e fintar os adversários, mas poderá passar a bola se caso não houver espaço livre a sua frente, ou se um companheiro de equipe se encontrar em melhor posição para avançar e fazer o try. Quem estiver com a posse de bola não pode empurrar os adversários, nem pode impedir que estes lhe retirem as fitas do cinto. Defensores: na defesa os jogadores devem avançar para reduzirem o espaço aos adversários e devem movimentar-se para uma posição para que consigam executar o tag. Para parar a progressão do portador da bola, os defensores devem retirar a fita (tag) do cinto do portador da bola, o que os obriga a parar e fazer o passe.

17 5.8 CATEGORIAS Segundo a Federação Portuguesa de Rugby (2008) existem categorias para a prática e o aprendizado progressivo do rugby nas idades iniciais, são elas: Sub 8: Possuem idade entre 6 a 7 anos, é praticado por 5 jogadores de cada lado, com uma área de 25x15 o tempo médio de jogo dura 10 minutos e o objetivo principal é o contato com a bola, executar pequenos passes. Suas regras são simples para melhor aprendizado. Sub 10: Possuem idade entre 8 a 9 anos, é praticado por 7 jogadores de cada lado, com uma área de 30x20 o tempo médio de jogo dura 15 minutos e o objetivo principal é o contato com a bola, executar passes curtos e médios. Suas regras são mais complexas iniciando-se o Ruck, Maul. Sub 12: Possuem idade entre 10 a 11 anos, é praticado por 10 jogadores de cada lado, com uma área de 70 x 30 o tempo médio de jogo dura 20 minutos e o objetivo principal é executar passes curtos, médios e longos e o uso dos pés para pontapé inicial, Penal, Drop Kick para o gol para ganho de território, Scrum, Ruck, Maul e alinhamento para saída de bola na lateral. Sub 14: Possuem idade entre 12 e 13 anos, é praticado por 12 jogadores de cada lado, com uma área de 70 x 45 o tempo médio de jogo dura 30 minutos e o objetivo principal é efetuar todos os lances e jogadas de um jogo de adulto só que com uma área de jogo menor e número de jogadores menor que dos adultos, buscando o desenvolvimento gradativo para o jovem esportista.

18 6. CONCLUSÃO Concluiu-se que ao inserir a prática do rugby nas aulas de educação física escolar, o professor permitiu que os alunos vivenciassem uma nova modalidade esportiva. Buscamos uma proposta alternativa de ensino para que haja um aprendizado dos valores sociais, permitindo que todos os estudantes participem ativamente das aulas e enriquecendo a relação aluno/professor, aceitando as diferentes formas de abordagem no decorrer das atividades. Com a inclusão do rugby nas aulas de educação física, pretendemos que haja um maior interesse por parte dos alunos, facilitando assim o ensino indireto dos valores sociais, tais como respeito, disciplina e hierarquia por meio de atividades, brincadeiras e jogos.

19 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARTINS, FELIPE B. Apresentando o rugby como um conteúdo específico da educação física na escola. Londrina, _LEF200_2011.pdf PEREIRA, VITOR S. G. O rugby como instrumento para o desenvolvimento psicomotor de escolares. Florianópolis, 2002 ROCHA, JOÃO M. Representações sociais do rugby. Lisboa: ISCTE, https://repositorio.iscte.pt/handle/10071/4472?mode=full&submit_simple=mostrar +registo+em+formato+completo AGUIAR, FILIPE A. Valores presentes na prática do rugby.porto Alegre, e=1 CENAMO,GABRIEL C. História do rugby. São Paulo, %20Gab%C3%B3.pdf

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