Sistemas Operacionais Gerenciamento de Processos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistemas Operacionais Gerenciamento de Processos"

Transcrição

1 Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerenciamento de Processos Prof. José Gonçalves Dias Neto

2 Introdução Devido a permissibilidade de diversos processos ocuparem a fila de prontos, temos a necessidade de ter critérios para escolher qual deve executar primeiro; Os critérios utilizados para fazer esta escolha é denominada Política de Escalonamento; As funções básicas da política de escalonamento: Deixar o processador o mais ocupado possível; Balancear o uso de CPU entre os processos; Privilegiar aplicações críticas; Maximizar throughput do sistema;

3 Introdução A rotina do SO responsável por implementar a política de escalonamento é denominada escalonador (scheduler); Em ambientes multiprogramados o escalonador é o responsável por fazer os processos compartilharem o processador; O despachante (dispatcher) é o responsável pela troca de contextos de processos. O dispatcher atua logo após o scheduler escolher qual processo deve continuar;

4 Introdução

5 Critérios de Escalonamento O tipo do sistema operacional é que ditará quais os principais aspectos para a implementação de uma politica de escalonamento; SO de tempo compartilhado deve tratar todos os processos igualmente; SO de tempo real o escalonador deve priorizar a execução de processos críticos; Os principais critérios para a implementação de uma política de escalonamento são:

6 Critérios de Escalonamento Utilização do processador: é desejável que os sistemas maximizem a utilização do processador; Throughput: representa o numero de processos executados em um determinado intervalo de tempo. Tempo de processador: tempo que um processo leva no estado de exeução durante seu processamento. Tempo de espera: tempo total que um processo demora na fila de prontos aguardando para ser executado. Tempo de Turnaround: tempo que um processo leva desde a sua criação até seu término.

7 Escalonamentos Política de escalonamento preemptiva: Possibilita a interrupção de um processo para que outro utilize o processador antes do primeiro terminar toda sua execução; Política de escalonamento que utilizem de preempção apesar de mais complexas tendem a ser mais justas; Atualmente a maioria das políticas utilizam de preempção; Política de escalonamento não-preemptiva: Primeiro tipo de escalonamento implementado em multiprogramação (batch); O processos que ganham CPU não são interrompidos antes de seu término;

8 Escalonamento FIFO ou FCFS First In First Out (Primeiro a entrar, Primeiro a sair) First Come First Served (Primeiro a chegar, primeiro a ser servido) O processo ganhará o processador de acordo com a sua ordem de entrada na fila de prontos; Algoritmos bastante simples e não-preemptivo; Os processos ao saírem da fila de bloqueados, entram no final da fila de prontos; Impossível prever o tempo de espera de um processo para que este entre em execução;

9 Escalonamento FIFO ou FCFS

10 Escalonamento FIFO ou FCFS

11 Escalonamento SJF Shortest Job First (Trabalhos pequenos primeiro); Não-preemptivo; O algoritmo escolhe o processo que tiver menor tempo de processador ainda por executar; Para cada processo admitido, um tempo estimado de processador é gravado em seu contexto; O problema é estimar tempo de processador para processos interativos; O tempo é estimado com base na média exponencial dos tempos passados; Abre possibilidade a ocorrência de starvation.

12 Escalonamento SJF

13 Escalonamento Cooperativo Politica utilizada quando não existem mecanismos de preempção disponíveis (FIFO ou FSJ); Quando um processo em execução voluntariamente libera a CPU (yeld) e retorna a fila de prontos, o que possibilita a escolha de outro processo para execução; O processo em execução verifica rotineiramente uma fila de mensagens afim de saber se existem processos na fila de prontos; Caso o processo não verifique ou a fila de mensagens não seja corretamente alimentada, o processo executará até sua finalização.

14 Escalonamento circular Round Robin Escalonamento preemptivo semelhante ao FIFO, porém cada processo possui uma fatia de tempo para executar. Ao término da fatia de tempo, o SO paralisa sua execução, salva seu contexto e o encaminha para o final da fila de prontos;

15 Escalonamento circular Round Robin

16 Escalonamento Circular com Prioridades Implementa o conceito de fatia de tempo e de prioridades; Um processo permanece no estado de execução até que termine seu processamento, voluntariamente passe para o estado de espera ou sofra uma preempção por tempo ou prioridade. Processos I/O bound devem receber prioridades com valores maiores que os processos CPU bound. Esta política é amplamente utilizado em sistemas como Windows e Unix.

17 Escalonamento Circular com Prioridades

18 Escalonamento em Sistemas de Tempo Compartilhado Em geral, sistemas de tempo compartilhado categorizam-se pelo processamento interativo; Aqui, usuários interagem com as aplicações exigindo tempo de resposta baixos; Processos CPU-bound acabam por utilizar muito tempo de CPU do que os processos I/O-bound; A politica aqui implementada geralmente é o escalonamento circular com prioridade; Assim atribui-se maior prioridade aos processos I/Obound para compensar o tempo excessivo gasto na fila de bloqueados;

19 Outros tipos de escalonamento Além das politicas de escalonamentos estudadas, temos também: Escalonamento por prioridades; Escalonamento por múltiplas filas; Escalonamento por múltiplas filas com realimentação; Escalonamento em sistemas de tempo real; Entre outros...

Aula 10: Escalonamento da CPU

Aula 10: Escalonamento da CPU Aula 10: Escalonamento da CPU O escalonamento da CPU é a base dos sistemas operacionais multiprogramados. A partir da redistribuição da CPU entre processos, o sistema operacional pode tornar o computador

Leia mais

Gerência do Processador

Gerência do Processador Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Gerência do Processador Gerência do Processador No gerenciamento dos processos serão definidas as propriedades dos processos em execução, e a maneira

Leia mais

Gerência do Processador

Gerência do Processador Andrique Amorim www.andrix.com.br professor@andrix.com.br Gerência do Processador Desenvolvimento web II IMPORTANTE SABER Desenvolvimento web II DEADLOCK (interbloqueio, blocagem, impasse) Situação em

Leia mais

}Escalonamento. Parte III - Sistemas Operacionais. Cap. 2 Processos. Escalonamento de Processos. Quando escalonar? Comportamento de Processos

}Escalonamento. Parte III - Sistemas Operacionais. Cap. 2 Processos. Escalonamento de Processos. Quando escalonar? Comportamento de Processos Parte III - Sistemas Operacionais Cap. 2 Processos Prof. Marcelo Moreno moreno@ice.ufjf.br Escalonamento de Processos! Multiprogramação Diversos processos competem pela CPU Cabe ao sistema operacional

Leia mais

Capítulo 4 Gerência do Processador. O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. Isaac Newton

Capítulo 4 Gerência do Processador. O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano. Isaac Newton Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologias da Informação IESTI CCO 004 Sistemas Operacionais Prof. Edmilson Marmo Moreira 4.1 Introdução Capítulo 4 Gerência

Leia mais

GERENCIAMENTO DO PROCESSADOR. Prof. Maicon A. Sartin

GERENCIAMENTO DO PROCESSADOR. Prof. Maicon A. Sartin GERENCIAMENTO DO PROCESSADOR Prof. Maicon A. Sartin Introdução Em sistema multiprogramáveis a UCP é compartilhada entre diversos processos Existem critérios para determinar a ordem de escolha para a execução

Leia mais

4. GERÊNCIA DE PROCESSADOR (Escalonamento de processos)

4. GERÊNCIA DE PROCESSADOR (Escalonamento de processos) 4. GERÊNCIA DE PROCESSADOR (Escalonamento de processos) Para implementar o compartilhamento da CPU entre diversos processos, um sistema operacional multiprogramável deve possuir um critério para determinar,

Leia mais

Gerência de Processador

Gerência de Processador Gerência de Processador Prof. Edwar Saliba Júnior Junho de 2009 Unidade 03-003 Gerência de Processador 1 Introdução Com o surgimento dos sistemas multiprogramáveis, onde múltiplos processos poderiam permanecer

Leia mais

Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência do Processador

Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência do Processador Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Gerência do Processador A partir do momento em que diversos processos podem

Leia mais

Deadlocks. Sistemas Operacionais - Professor Machado

Deadlocks. Sistemas Operacionais - Professor Machado Deadlocks Sistemas Operacionais - Professor Machado 1 Deadlock - Definição Um conjunto de processos está em situação de deadlock se todo processo pertencente ao conjunto estiver esperando por um evento

Leia mais

Curso de Formação de Oficiais Conhecimentos Específicos ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CADERNO DE QUESTÕES

Curso de Formação de Oficiais Conhecimentos Específicos ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CADERNO DE QUESTÕES Curso de Formação de Oficiais Conhecimentos Específicos ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CADERNO DE QUESTÕES 2014 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 a) (0,30) Defina gramáticas livre de contexto. b) (0,30) Crie uma gramática

Leia mais

Sistemas Operacionais. Roteiro. Tipos de Tarefas (temporal) Marcos Laureano

Sistemas Operacionais. Roteiro. Tipos de Tarefas (temporal) Marcos Laureano Sistemas Operacionais Marcos Laureano 1/28 Roteiro Tipos de Tarefas Preempção Escalonamento de processos Tipos de escalonamentos 2/28 Tipos de Tarefas (temporal) Tarefas de tempo real Previsibilidade em

Leia mais

Capítulo 4 Gerência de Processador

Capítulo 4 Gerência de Processador DCA-108 Sistemas Operacionais Luiz Affonso Guedes www.dca.ufrn.br/~affonso affonso@dca.ufrn.br Capítulo 4 Gerência de Processador Luiz Affonso Guedes 1 Luiz Affonso Guedes 2 Conteúdo Caracterização de

Leia mais

Prof. Antonio Torres antonioctorres@gmail.com @_antonioctorres. Fundamentos de Sistemas Operacionais UNIP/2015

Prof. Antonio Torres antonioctorres@gmail.com @_antonioctorres. Fundamentos de Sistemas Operacionais UNIP/2015 Prof. Antonio Torres antonioctorres@gmail.com @_antonioctorres Fundamentos de Sistemas Operacionais UNIP/2015 Disciplinas FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Horários Quarta-feira Fundamentos de Sistemas

Leia mais

03 GERÊNCIA DO PROCESSADOR

03 GERÊNCIA DO PROCESSADOR 03 GERÊNCIA DO PROCESSADOR 3.1 Introdução Em sistemas multiprogramáveis múltiplos processos podem permanecer na memória principal compartilhando o uso da CPU. Como diversos processos podem estarem estado

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais GERÊNCIA DO PROCESSADOR MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 08 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Gerenciamento do Processador A gerência do processador pode ser considerada a atividade

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência de processos Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Introdução Multiprogramação Permite a execução de diversos processos concorrentemente Maior

Leia mais

Algoritmos de Escalonamento

Algoritmos de Escalonamento Na aula anterior lgoritmos de Escalonamento Marcelo Johann Threads Sincronização Semáforos ula : Slide ula : Slide Plano da aula de Hoje. FIFO. SJF. Prioridade. Round-Robin 5. Múltiplas Filas 6. Garantido

Leia mais

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Gerenciamento de processos Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO 1 Conceitos Básicos Máxima utilização da CPU obtida com

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC. Prof. Almeida Jr

ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC. Prof. Almeida Jr ARQUITETURA DE COMPUTADORES E SISTEMAS OPERACIONAIS P/ CONCURSOS PÚBLICOS FOCO: ESAF/CESGRANRIO/FCC Prof. Almeida Jr Processos Conceitos Básicos Nomes Tipos Batch: jobs CPU-bound T.Sharing: Tarefas/Processos

Leia mais

Sistemas Operacionais. Escalonamento de Processo. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira

Sistemas Operacionais. Escalonamento de Processo. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais Escalonamento de Processo Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Quando um computador é multiprogramado, ele muitas vezes tem variados processos que competem pela CPU ao mesmo tempo; Essa

Leia mais

Sistemas Operacionais. Rodrigo Rubira Branco rodrigo@kernelhacking.com rodrigo@fgp.com.br. www.fgp.com.br

Sistemas Operacionais. Rodrigo Rubira Branco rodrigo@kernelhacking.com rodrigo@fgp.com.br. www.fgp.com.br Sistemas Operacionais Rodrigo Rubira Branco rodrigo@kernelhacking.com rodrigo@fgp.com.br Questões do Provão de Fevereiro/2005 Disciplina: Sistemas Operacionais 1. Um sistema operacional é um programa que

Leia mais

Sistemas Operacionais. Sincronização: Semáforos Problema dos Leitores/Escritores

Sistemas Operacionais. Sincronização: Semáforos Problema dos Leitores/Escritores Sistemas Operacionais Sincronização: Semáforos Problema dos Leitores/Escritores Autoria Autores Eduardo André Mallmann 0905/96-9 João Paulo Reginatto 1530/96-0 Local Instituto de Informática UFRGS disciplina:

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Introdução Slide 1 Nielsen C. Damasceno Introdução Tanenbaum (2007) definiu que um sistema distribuído é aquele que se apresenta aos seus usuários como um sistema centralizado, mas

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sumário 2 a edição Revisão: Fev/2003 Sistemas Operacionais Gerência do processador Capítulo 4 Implementação do conceito de processos e threads Escalonamento Escalonadores não -preemptivos Escalonamento

Leia mais

Arquitetura de Computadores Sistemas Operacionais II

Arquitetura de Computadores Sistemas Operacionais II Definição de Processo Arquitetura de Computadores Sistemas Operacionais II Processo é o mesmo de Programa? Programa Estrutura estática Instruções + Dados Processo Entidade Ativa Instância de um Programa

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Professor: Clayton Rodrigues da Siva

ARQUITETURA DE COMPUTADORES. Professor: Clayton Rodrigues da Siva ARQUITETURA DE COMPUTADORES Professor: Clayton Rodrigues da Siva OBJETIVO DA AULA Objetivo: Conhecer a estrutura da arquitetura da Máquina de Von Neumann. Saber quais as funcionalidades de cada componente

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Comunicação em Grupo Referência Sistemas operacionais modernos Andrew S. TANENBAUM Prentice-Hall, 1995 Seção 10.4 pág. 304-311 2 Comunicação em Grupo Suponha que se deseja um serviço de arquivos único

Leia mais

T.I. para o DealerSuite: Servidores Versão: 1.1

T.I. para o DealerSuite: Servidores Versão: 1.1 T.I. para o DealerSuite: Servidores Versão: 1.1 Lista de Figuras T.I. para o Dealer Suite: Servidores Figura 1 Tela Principal do ESXi...4 Figura 2 Tela VMware Player...5 Figura 3 Arquivo /etc/exports do

Leia mais

TI Básico. Sistemas Operacionais. Professor: Ricardo Quintão e-mail: rgquintao@gmail.com Site: www.rgquintao.com.br

TI Básico. Sistemas Operacionais. Professor: Ricardo Quintão e-mail: rgquintao@gmail.com Site: www.rgquintao.com.br TI Básico Sistemas Operacionais Professor: Ricardo Quintão e-mail: rgquintao@gmail.com Site: www.rgquintao.com.br Objetivos dos Sistemas Operacionais Esconder a Complexidade do Hardware. Devido a grande

Leia mais

Gerência de Processador

Gerência de Processador Gerência de Processador mbientes Operacionais Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Multiprogramação Torna mais eficiente o aproveitamento dos recursos computacionais

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Gerência do processador 2 a edição Capítulo 4 Revisão: Fev/2003 Sumário Implementação do conceito de processos e threads Escalonamento Escalonadores não -preemptivos Escalonamento

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores. Ivan Saraiva Silva

Organização e Arquitetura de Computadores. Ivan Saraiva Silva Organização e Arquitetura de Computadores Hierarquia de Memória Ivan Saraiva Silva Hierarquia de Memória A Organização de Memória em um computador é feita de forma hierárquica Registradores, Cache Memória

Leia mais

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Sistema de

Leia mais

Aula 03. Processadores. Prof. Ricardo Palma

Aula 03. Processadores. Prof. Ricardo Palma Aula 03 Processadores Prof. Ricardo Palma Definição O processador é a parte mais fundamental para o funcionamento de um computador. Processadores são circuitos digitais que realizam operações como: cópia

Leia mais

Capítulo 2. Processos e Threads. Processos e threads

Capítulo 2. Processos e Threads. Processos e threads Capítulo 2 Processos e Threads 1 Processos e threads 1. Processos 2. Threads 3. Comunicação inter processos (IPC) 4. Problemas clássicos de IPC 5. Escalonamento (Scheduling) 2 1 Processos: O modelo de

Leia mais

Um Estudo Baseado na Visão de Silberschatz sobre a Complexidade dos Sistemas Operacionais

Um Estudo Baseado na Visão de Silberschatz sobre a Complexidade dos Sistemas Operacionais Um Estudo Baseado na Visão de Silberschatz sobre a Complexidade dos Sistemas Operacionais Jonathan Luís Hackenhaar Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95.520-000 Osório RS Brasil

Leia mais

Professor Léo Matos TI para Concursos

Professor Léo Matos TI para Concursos Professor Léo Matos TI para Concursos Um sistema computacional é formado basicamente por hardware (física) e software (lógica). O hardware é composto por circuitos eletrônicos (processador, memória, portas

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Alexandre Meslin (meslin@nce.ufrj.br) Objetivo do Curso Apresentar os conceitos básicos de informática, de software e de hardware. Introduzir os conceitos relativos à representação

Leia mais

Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios

Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios Comandos de Eletropneumática Exercícios Comentados para Elaboração, Montagem e Ensaios O Método Intuitivo de elaboração de circuitos: As técnicas de elaboração de circuitos eletropneumáticos fazem parte

Leia mais

Utilização de threads em Java

Utilização de threads em Java Universidade Federal do Rio de Janeiro IM/DCC Utilização de threads em Java Prof. Austeclynio Pereira e-mail: austeclyniop@posgrad.nce.ufrj.br Ciclo de vida de uma thread nascimento start notify notifyall

Leia mais

Sistema Operacional. Implementação de Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais

Sistema Operacional. Implementação de Processo e Threads. Prof. Dr. Márcio Andrey Teixeira Sistemas Operacionais Sistema Operacional Implementação de Processo e Threads O mecanismo básico para a criação de processos no UNIX é a chamada de sistema Fork(). A Figura a seguir ilustra como que o processo e implementado.

Leia mais

Conceitos básicos sobre computadores

Conceitos básicos sobre computadores SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Conceitos básicos sobre computadores Prof. Vanderlei Bonato: vbonato@icmc.usp.br Sumário O que é um computador e onde podemos encontrá-los? Divisão:

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Prof. Jó Ueyama Apresentação baseada nos slides da Profa. Kalinka Castelo Branco, do Prof. Dr. Antônio Carlos Sementille e da Profa. Dra. Luciana A. F. Martimiano e nas transparências

Leia mais

Manual Remessa Bancária

Manual Remessa Bancária Manual Remessa Bancária SUPERANDO DESAFIOS Identificação: 12.06a Autora: Laila M G Gechele Doc. Vrs. 01 Aprovado em: Revisores: Nota de copyright Copyright 2012 Teorema Informática, Guarapuava. Todos os

Leia mais

Roteiro 12: Gerenciando Compartilhamentos

Roteiro 12: Gerenciando Compartilhamentos Roteiro 12: Gerenciando Compartilhamentos Objetivos: Ativar e gerenciar compartilhamentos locais e remotos; Ativar e gerenciar o sistema de arquivos distribuídos (DFs); Gerenciar compartilhamentos ocultos;

Leia mais

Veeam Endpoint Backup FREE

Veeam Endpoint Backup FREE CONSULTORIA INFORMÁTICA DOWNLOAD GRATUITO Veeam Endpoint Backup FREE Visão Global do Produto Veeam Endpoint Backup FREE 1 Veeam Endpoint Backup está preparado para proteger a sua empresa. O Veeam Endpoint

Leia mais

Classificação de Ativo Orçamento e Provisão de Despesa

Classificação de Ativo Orçamento e Provisão de Despesa Classificação de Ativo Orçamento e Provisão de Despesa Produto : Microsiga Protheus Ativo Fixo versão 11 Requisito : 154.03 Data da publicação : 28/02/13 País(es) : Brasil Banco(s) de Dados : Todos Esta

Leia mais

ESTRUTURA DE DADOS FILAS SEQUENCIAIS

ESTRUTURA DE DADOS FILAS SEQUENCIAIS ESTRUTURA DE DADOS FILAS SEQUENCIAIS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Objetivos Compreender o que é uma estrutura em fila Compreender sua aplicação Capacitar para implementar filas Atividade Estruturada!

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

SISTEMAS OPERACIONAIS ABERTOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Módulo 1 - GERÊNCIA DE PROCESSOS Antes de abordarmos os temas específicos relacionados a Sistemas Operacionais Abertos é necessário revisarmos a teoria da disciplina Sistemas Operacionais, onde o Universitário

Leia mais

Emparelhamentos Bilineares Sobre Curvas

Emparelhamentos Bilineares Sobre Curvas Emparelhamentos Bilineares Sobre Curvas Eĺıpticas Leandro Aparecido Sangalli sangalli@dca.fee.unicamp.br Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP FEEC - Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação

Leia mais

Manual Prancha Radiestésica Chakra Krôma

Manual Prancha Radiestésica Chakra Krôma Manual Prancha Radiestésica Chakra Krôma Manual Prancha Chakra Aurum A Prancha Chakra Krôma foi desenvolvida para realizar trabalhos de emissão energética a distância da energia Krôma se valendo do pulso

Leia mais

ADAPTAÇÃO DE UM JOGO OPEN SOURCE PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM SIMULADOR DE TRÂNSITO 1

ADAPTAÇÃO DE UM JOGO OPEN SOURCE PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM SIMULADOR DE TRÂNSITO 1 ADAPTAÇÃO DE UM JOGO OPEN SOURCE PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM SIMULADOR DE TRÂNSITO 1 Henrique Augusto Richter 2, Rafael H. Bandeira 3, Eldair F. Dornelles 4, Rogério S. De M. Martins 5, Nelson A. Toniazzo

Leia mais

Processos. Paulo Sérgio Almeida 2005/2006. Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho

Processos. Paulo Sérgio Almeida 2005/2006. Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho Paulo Sérgio Almeida Grupo de Sistemas Distribuídos Departamento de Informática Universidade do Minho 2005/2006 Conceito de processo Operações sobre processos Conceito de processo Conceito de processo

Leia mais

Gerência de processos Requisitos fundamentais

Gerência de processos Requisitos fundamentais Requisitos fundamentais Implementar um modelo de processo. Implementar facilidades para criação e destruição de processos por usuários Alocar recursos a processos Intercalar a execução de um número de

Leia mais

Parametrização do Banco de Dados PROGRESS Base de Dados Origem

Parametrização do Banco de Dados PROGRESS Base de Dados Origem A conversão dos dados do TMS 4.01 para o SIGAGFE Gestão de Frete Embarcador utiliza uma conexão de dados ODBC. Parametrização do Banco de Dados PROGRESS Base de Dados Origem 1. Configurar a base de dados

Leia mais

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Sistemas Operacionais Conteúdo retirado de: SOsim: SIMULADOR PARA O ENSINO DE SISTEMAS OPERACIONAIS Luiz Paulo Maia

Leia mais

8 Crie um pequeno sistema para controle automatizado de estoque, com os seguintes registros:

8 Crie um pequeno sistema para controle automatizado de estoque, com os seguintes registros: TRABALHO: REGISTROS 8 Crie um pequeno sistema para controle automatizado de estoque, com os seguintes registros: CLIENTES NOTAS ITENS_NOTAS PRODUTOS Cod_cliente Num_NF Num_NF Cod_produto Endereco Cod_cliente

Leia mais

CABELO ELÁSTICO TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

CABELO ELÁSTICO TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER CABELO ELÁSTICO TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER O QUE É UM CABELO EMBORRACHADO? O cabelo emborrachado, elástico ou chiclete é um cabelo em que a fibra perdeu a elasticidade natural, além da umidade, o que

Leia mais

O mecanismo de alocação da CPU para execução de processos constitui a base dos sistemas operacionais multiprogramados.

O mecanismo de alocação da CPU para execução de processos constitui a base dos sistemas operacionais multiprogramados. O mecanismo de alocação da CPU para execução de processos constitui a base dos sistemas operacionais multiprogramados. A multiprogramação tem como objetivo permitir que, a todo instante, haja algum processo

Leia mais

Disponibilizada a rotina Vale Presente (LOJA830) no módulo Controle de Lojas (SIGALOJA), assim como já é utilizada no módulo Front Loja (SIGAFRT).

Disponibilizada a rotina Vale Presente (LOJA830) no módulo Controle de Lojas (SIGALOJA), assim como já é utilizada no módulo Front Loja (SIGAFRT). Vale Presente para Controle de Lojas Produto : Microsiga Protheus - Controle de Lojas - Versão 10 Chamado : TFDI16 Data da publicação : 12/07/12 País(es) : Brasil Banco(s) de Dados : Todos Esta melhoria

Leia mais

Implementação de um serviço de correio eletrônico na Intranet do Pólo de Touros utilizando o ambiente SQUIRELMAIL e POSTFIX em um Servidor Linux

Implementação de um serviço de correio eletrônico na Intranet do Pólo de Touros utilizando o ambiente SQUIRELMAIL e POSTFIX em um Servidor Linux UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ - EAJ CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Projeto das Disciplinas de Sistemas Operacionais de Redes e Projeto de Redes Implementação de um

Leia mais

,QVWDODomR. Dê um duplo clique para abrir o Meu Computador. Dê um duplo clique para abrir o Painel de Controle. Para Adicionar ou Remover programas

,QVWDODomR. Dê um duplo clique para abrir o Meu Computador. Dê um duplo clique para abrir o Painel de Controle. Para Adicionar ou Remover programas ,QVWDODomR 5HTXLVLWRV0tQLPRV Para a instalação do software 0RQLWXV, é necessário: - Processador 333 MHz ou superior (700 MHz Recomendado); - 128 MB ou mais de Memória RAM; - 150 MB de espaço disponível

Leia mais

O que é um banco de dados? Banco de Dados. Banco de dados

O que é um banco de dados? Banco de Dados. Banco de dados COLÉGIO EST. JOÃO MANOEL MONDRONE - ENS. FUNDAMENTAL, MÉDIO, PROFISSIONAL E NORMAL Rua Mato Grosso n.2233 - Fone/Fax (045) 3264-1749-3264-1507 Banco de Dados O que é um banco de dados? Um conjunto de informações

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental Criação: junho/2015 Page 1 of 5 1. OBJETIVOS A Política de Responsabilidade Socioambiental ( PRSA ou Política ) tem o objetivo de estabelecer os princípios,

Leia mais

Arquitecturas de Software Enunciado de Projecto 2007 2008

Arquitecturas de Software Enunciado de Projecto 2007 2008 UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Arquitecturas de Software Enunciado de Projecto 2007 2008 1 Introdução Na primeira metade da década de 90 começaram a ser desenvolvidas as primeiras

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO MILLENNIUM BASIC

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO MILLENNIUM BASIC MANUAL DE INSTALAÇÃO DO MILLENNIUM BASIC O primeiro passo para fazer a instalação do Millennium Basic é fazer o download dos programas executáveis para a máquina do usuário. Acesse o portal de conteúdo

Leia mais

Tópicos Avançados em Banco de Dados Dependências sobre regime e controle de objetos em Banco de Dados. Prof. Hugo Souza

Tópicos Avançados em Banco de Dados Dependências sobre regime e controle de objetos em Banco de Dados. Prof. Hugo Souza Tópicos Avançados em Banco de Dados Dependências sobre regime e controle de objetos em Banco de Dados Prof. Hugo Souza Após vermos uma breve contextualização sobre esquemas para bases dados e aprendermos

Leia mais

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/06/06 1

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/06/06 1 Informática I Aula 19 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/06/06 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação

Leia mais

Configurando Link Failover. por: Victor Igor

Configurando Link Failover. por: Victor Igor Configurando Link Failover por: Victor Igor João Pessoa/PB Jan/2016 Histórico de Atualizações Data Versão Responsável Descrição 21/01/2016 1.0 Victor Igor Configuração funcional de LinkFailover Victor

Leia mais

Escalonamento de CPU 2 Quadrimestre

Escalonamento de CPU 2 Quadrimestre BC1518-Sistemas Operacionais Escalonamento de CPU 2 Quadrimestre de 2010 (aula 05) Prof. Marcelo Z. do Nascimento marcelo.nascimento@ufabc.edu.br Roteiro Conceito Despachante Critérios de escalonamento

Leia mais

Esta melhoria depende de execução do update de base U_UPDFIN, conforme procedimento para implementação.

Esta melhoria depende de execução do update de base U_UPDFIN, conforme procedimento para implementação. Solicitação de Fundos Novas Funcionalidades Produto : Microsiga Protheus Financeiro versão 11 Chamado : TEIXDG Data da publicação : 01/08/12 País(es) : Argentina Banco(s) de Dados : Todos Esta melhoria

Leia mais

Pós-Graduação em Computação Distribuída e Ubíqua

Pós-Graduação em Computação Distribuída e Ubíqua Pós-Graduação em Computação Distribuída e Ubíqua INF612 - Aspectos Avançados em Engenharia de Software Engenharia de Software Experimental [Head First Statistics] Capítulos 10, 11, 12 e 13 [Experimentation

Leia mais

Sistemas Operacionais Processos e Threads

Sistemas Operacionais Processos e Threads Sistemas Operacionais Processos e Threads Prof. Marcos Monteiro, MBA http://www.marcosmonteiro.com.br contato@marcosmonteiro.com.br 1 Estrutura de um Sistema Operacional 2 GERÊNCIA DE PROCESSOS Um processo

Leia mais

CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Rateio CC Contas a Pagar

CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Rateio CC Contas a Pagar CATÁLOGO DE APLICAÇÕES Rateio CC Contas a Pagar Objetivo do projeto Possibilitar fazer lançamentos no Contas a Pagar, rateando por várias contas e/ou vários centros de custos. Escopo Este projeto englobará

Leia mais

COMUNICADO. procedimentos para o ajuste correto dos horários em seus Sistemas com uso de ECF (Emissor de Cupom Fiscal), segue abaixo:

COMUNICADO. procedimentos para o ajuste correto dos horários em seus Sistemas com uso de ECF (Emissor de Cupom Fiscal), segue abaixo: COMUNICADO Este comunicado tem como objetivo fornecer informações sobre os planos e as atividades da Avance Sistemas com relação ao Horário de Verão (Entrada). Segundo o Decreto nº 6.558 de 8 de setembro

Leia mais

Contratar um plano de saúde é uma decisão que vai além da pesquisa de preços. Antes de

Contratar um plano de saúde é uma decisão que vai além da pesquisa de preços. Antes de Planos de saúde: Sete perguntas para fazer antes de contratar Antes de aderir a um plano de saúde, o consumidor precisa se informar sobre todas as condições do contrato, para não correr o risco de ser

Leia mais

Introdução à Ciência da Informação

Introdução à Ciência da Informação Introdução à Ciência da Informação Prof. Edberto Ferneda Software 1 Software Níveis de Software Hardware Software Aplicativos Software Tipos de Software Softwares Aplicativos de Sistema (Utilitários) Finalidades

Leia mais

Inclusão de Validação Biométrica

Inclusão de Validação Biométrica Inclusão de Validação Biométrica Ambiente : Planos de Saúde Data da publicação : 12/11/08 Data da revisão : 12/11/08 Versões : Protheus 8.11 Países : Brasil Sistemas operacionais : Windows Bancos de dados

Leia mais

Dicas de Segurança sobre Virus

Dicas de Segurança sobre Virus Dicas de Segurança sobre Virus Utilize uma boa aplicação antivírus e actualizea regularmente Comprove que o seu programa antivírus possui os seguintes serviços: suporte técnico, resposta de emergência

Leia mais

Capítulo 5: Escalonamento da CPU

Capítulo 5: Escalonamento da CPU Capítulo 5: Escalonamento da CPU Sobre a apresentação (About( the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin e Gagne em 2005. Esse apresentação foi modificada

Leia mais

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores

Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina - Sistemas Distribuídos Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 5 Comunicação em Sistemas Distribuídos Sumário Comunicação

Leia mais

Sistemas Operacionais 1 - Resumo. Prof. Ricardo Pinheiro

Sistemas Operacionais 1 - Resumo. Prof. Ricardo Pinheiro Sistemas Operacionais 1 - Resumo Prof. Ricardo Pinheiro 23/04/2010 Sumário 1 Introdução 4 1.1 O que é um Sistema Operacional (SO)?............................. 4 1.1.1 Funções:.........................................

Leia mais

Capítulo 1. Importação de Dados de Instituições Financeiras - Arquivo TXT 3

Capítulo 1. Importação de Dados de Instituições Financeiras - Arquivo TXT 3 Sumário Capítulo 1. Importação de Dados de Instituições Financeiras - Arquivo TXT 3 Capítulo 2. Importação de Dados de Instituições Financeiras - Arquivo XML 12 Capítulo 1. Importação de Dados de Instituições

Leia mais

A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua;

A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua; QUEM SOMOS A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua; Especializada em Vida e Previdência, possui portfólio completo para assegurar nossos clientes e seus familiares dos

Leia mais

Experiência 04: Comandos para testes e identificação do computador na rede.

Experiência 04: Comandos para testes e identificação do computador na rede. ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

3. QUAL É A FUNÇÃO DA MOEDA SOCIAL?

3. QUAL É A FUNÇÃO DA MOEDA SOCIAL? Mini Guia Mercado de Trocas Solidárias - MTS 1. O QUE É O MERCADO DE TROCAS SOLIDÁRIAS EM UMA FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA? É um espaço onde as pessoas trocam entre elas produtos, serviços e saberes sem

Leia mais

MÓDULO 2 Topologias de Redes

MÓDULO 2 Topologias de Redes MÓDULO 2 Topologias de Redes As redes de computadores de modo geral estão presentes em nosso dia adia, estamos tão acostumados a utilizá las que não nos damos conta da sofisticação e complexidade da estrutura,

Leia mais

Capítulo 5: Escalonamento da CPU

Capítulo 5: Escalonamento da CPU Capítulo 5: Escalonamento da CPU SUMÁRIO: Conceitos básicos Critérios de escalonamento Algoritmos de escalonamento Escalonamento multi-processador Escalonamento em tempo real 5.1 Conceitos básicos Objectivo

Leia mais

Manual de instalação do Microsoft SQL Server 2008 R2 Express no Windows 10

Manual de instalação do Microsoft SQL Server 2008 R2 Express no Windows 10 Manual de instalação do Microsoft SQL Server 2008 R2 Express no Windows 10 1-Antes de iniciar a instalação do SQL é necessário liberar as permissões do usuário para evitar erro, para realizar esse procedimento

Leia mais

Recensão digital Dezembro de 2013

Recensão digital Dezembro de 2013 Educação, Formação & Tecnologias (julho dezembro, 2013), 6 (2), 105 109 Recensão digital Dezembro de 2013 As ferramentas digitais do Mundo Visual http://nlstore.leya.com/asa/newsletters/ev/imagens/html/vfinal.html

Leia mais

MANUTENÇÃO SISTEMAS INFORMATIZADOS PARA O PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO. CCMS- Computer Maintenance Management System

MANUTENÇÃO SISTEMAS INFORMATIZADOS PARA O PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO. CCMS- Computer Maintenance Management System MANUTENÇÃO SISTEMAS INFORMATIZADOS PARA O PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO CCMS- Computer Maintenance Management System Prof. Dissenha professor@dissenha.net SISTEMAS INFORMATIZADOS PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

Parabéns por você ter chegado até aqui isso mostra o seu real interesse em aprender como se ganhar dinheiro na internet logo abaixo te darei algumas

Parabéns por você ter chegado até aqui isso mostra o seu real interesse em aprender como se ganhar dinheiro na internet logo abaixo te darei algumas Parabéns por você ter chegado até aqui isso mostra o seu real interesse em aprender como se ganhar dinheiro na internet logo abaixo te darei algumas dicas! Dica 1 para Ganhar Dinheiro na Internet Com Crie

Leia mais

Título da Apresentação

Título da Apresentação Título da Apresentação Gerenciamento de infraestrutura escalável para websites Fabiano Castro Pereira fabiano.pereira@serpro.gov.br 00/00/0000 Gerenciamento de infraestrutura escalável para websites 1

Leia mais

Instalação de Carta de Correção Eletrônica Spalla

Instalação de Carta de Correção Eletrônica Spalla Instalação de Carta de Correção Eletrônica Spalla Introdução A Carta de Correção Eletrônica(CC-e) é um evento legal e tem por objetivo corrigir algumas informações da NF-e, desde que o erro não esteja

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Artur Petean Bove Junior Mercado e Tecnologias futuras ETEP Faculdades Sistema operacional é o software responsável pela criação do ambiente de trabalho da máquina. Sendo a camada

Leia mais

Insight for a better planet SOLUÇÕES EM PLANEJAMENTO, AGENDAMENTO E OTIMIZAÇÃO FLORESTAL

Insight for a better planet SOLUÇÕES EM PLANEJAMENTO, AGENDAMENTO E OTIMIZAÇÃO FLORESTAL Insight for a better planet SOLUÇÕES EM PLANEJAMENTO, AGENDAMENTO E OTIMIZAÇÃO FLORESTAL www.remsoft.com 1 Excelência em planejamento e otimização de processos decisórios Líder em tecnologias de otimização

Leia mais

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Logística

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Logística : Técnico em Logística Descrição do Perfil Profissional: Planejar, programar e controlar o fluxo de materiais e informações correlatas desde a origem dos insumos até o cliente final, abrangendo as atividades

Leia mais

Vamos dar uma olhada nos Processos de Produção Musical mas, antes, começaremos com alguns Conceitos Básicos.

Vamos dar uma olhada nos Processos de Produção Musical mas, antes, começaremos com alguns Conceitos Básicos. Vamos dar uma olhada nos Processos de Produção Musical mas, antes, começaremos com alguns Conceitos Básicos. O processo da produção musical tem sete pontos bem distintos. Antes de entender melhor os sete

Leia mais