Padrões de Workflow para Reuso em Modelagem de Processos de Negócio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Padrões de Workflow para Reuso em Modelagem de Processos de Negócio"

Transcrição

1 Padrões de Workflow para Reuso em Modelagem de Processos de Negócio Lucinéia Heloisa Thom 1, Carolina Chiao 1, Cirano Iochpe 1,2 1 Instituto de Informática Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Caixa Postal Porto Alegre RS Brasil 2 Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação de Porto Alegre (PROCEMPA) Av. Ipiranga, 1200 Porto Alegre CEP RS Brasil Abstract. For its reuse advantages, workflow s are increasingly attracting the interest of both researchers and vendors. However, s based on recurrent functions frequently found in business processes have not been extensively explored. In this paper we present and classify a set of workflow s where each represents a recurrent business function. Through the mining of 190 workflow processes of more than 10 different organizations we evidenced the existence of most of the workflow s with high support in the workflow processes analyzed. Moreover, it became clear through this study that the set of s is both necessary and enough to design all 190 processes that were investigated. Resumo. Devido as suas potenciais vantagens, padrões de workflow têm atraído a atenção de pesquisadores e da indústria de software. Porém, padrões com base em funções lógicas recorrentes em processos de negócio têm sido pouco explorados. Neste artigo apresentamos e classificamos um conjunto de padrões de workflow para modelagem de processos. Cada padrão representa uma função recorrente em processos de negócio. Através da mineração de 190 processos de workflow de mais de 10 organizações diferentes constatamos a existência da maioria dos padrões com alto suporte nos processos de workflow analisados. Além disso, o estudo mostrou que o conjunto de padrões é suficiente e necessário para modelar todos os 190 processos investigados. 1. Introdução Um processo de negócio compreende o conjunto de um ou mais procedimentos ou atividades relacionadas, as quais, coletivamente, realizam um objetivo de negócio no contexto de uma estrutura organizacional [WfMC 1999]. Portanto, é através da execução dos processos de negócio que as organizações realizam seus propósitos. Nos últimos anos, para se manterem competitivas, muitas organizações têm explorado técnicas da abordagem de gestão por processos. Tal abordagem recebeu impulso adicional através da norma ISO 9001:2000, a qual define que a organização deve ser retratada por

2 seus processos de negócio principais e não pelo seu organograma. A gestão por processos associada à tecnologia de workflow pode trazer diversos benefícios à organização, tais como: (a) descrição precisa e não ambígua dos processos de negócio existentes; (b) melhoria na definição de novos processos; (c) maior eficácia na coordenação do trabalho entre diferentes agentes; (d) obtenção, em tempo real, de informações precisas sobre o andamento dos processos e; (e) padronização dos processos executados, de forma manual ou automatizada, pela organização. A tecnologia de workflow, através da automatização dos processos de negócio executados na organização, proporciona não apenas a redução de custos, tempo, erros e redundância na execução dos processos, mas também maior controle sobre os mesmos, o que leva ao incremento da qualidade dos processos, de seus resultados e da organização como um todo. Devido a estes e outros fatores é crescente o interesse acadêmico e científico por sistemas de workflow e pelo gerenciamento de processos de negócio (BPM). Processos de negócio e respectivos modelos de workflow frequentemente incluem uma variedade de fragmentos, os quais podem ser entendidos como atividades de bloco com semântica específica e bem definida. Em particular, um fragmento (ou função recorrente em processo de negócio) pode ocorrer diversas vezes em uma mesma definição de processo [Thom 2006a], [Thom 2006b). Durante a execução do processo, por sua vez, diferentes cópias de um mesmo fragmento podem apresentar tanto os mesmos valores de parâmetros como valores diferentes. Como exemplo, considere o processo de aprovação de empenho de verbas de uma organização do setor varejista na Figura 1. O processo inclui as seguintes atividades: a) necessita aprovação complementar; b) avalia empenho de verbas e; c) avisa administrador sobre atraso. Este processo contém fragmentos relacionados a funções recorrentes de processos (ou padrões) tais como decisão (atividades a), aprovação (atividade b) e notificação (atividade c). Figura 1. Exemplo de processo de aprovação Embora estes fragmentos possam ser semanticamente caracterizados de maneira precisa, existem poucos estudos relacionando-os com padrões de workflow [Bradwhaw 2005]. Geralmente, eles são redesenhados para todas as aplicações de workflow. Tal procedimento pode ser considerado ineficiente, passível de erros sob a perspectiva de manutenção. Também não encontramos pesquisas evidenciando a existência destes padrões em aplicações reais de workflow, assim como a necessidade e completude destes para a etapa de modelagem [Flores 1988], [Medina-Mora 1992], [Malone 2004], (Muehlen 2002],

3 [Bradshaw 2005]. Mais ainda, as ferramentas contemporâneas para modelagem de workflow não provêm funcionalidades para definição, consulta e reuso de padrões. Neste artigo propomos um conjunto de padrões de workflow. Cada padrão representa uma função recorrente em processo de negócio (tais como as ilustradas na Figura 1). Além disso, apresentamos os principais resultados de um estudo de caso, onde 190 processos de workflow executados em diferentes organizações foram minerados. O principal objetivo da mineração foi medir a freqüência com que cada padrão de workflow ocorre no conjunto de processos investigados. Isso foi feito para evidenciar a existência e probabilidade de reuso dos padrões em processos de workflow reais. O restante deste artigo está organizado como segue: A Seção 2 revisa os principais trabalhos existentes na área de padrões de workflow, comparando-os com a abordagem sendo proposta neste artigo. A Seção 3 descreve os principais tipos de processos de negócio encontrados na literatura. Com base nesta descrição, na Seção 4 apresentamos um conjunto de padrões de workflow para modelagem de processos de negócio e workflow. Na Seção 5 apresentamos os principais resultados do estudo de caso realizado com o objetivo de evidenciar a existência e completude dos padrões de workflow para modelagem de processos. A Seção 5 conclui o artigo e apresenta perspectivas de trabalhos futuros. 2. Trabalhos Correlatos Devido as suas potenciais vantagens, padrões de workflow têm atraído a atenção de pesquisadores e da indústria de software. Nós últimos anos, diversas abordagens têm sido propostas. Em [Aalst 2002] são descritos 21 padrões de workflow para controle de fluxo (e.g., seqüencial, paralelo, condicional). Tais padrões são úteis tanto para a definição de workflows, como para validar o poder de expressão das linguagens e ferramentas de workflow [Aalst 2003]. Recentemente, um conjunto de 39 padrões de dados foi proposto em [Russell 2004a]. Os padrões descrevem diversas maneiras, através das quais, dados podem ser representados em definições de workflow. Em outro trabalho, o autor propõe um conjunto de padrões de recursos, onde cada padrão descreve a representação e utilização de um recurso específico em workflow [Russell 2004b]. Russell (2006) propõe, ainda, uma framework para classificação de padrões com base em tratamento de exceções em sistemas de workflow. O framework vem sendo utilizado para verificar a habilidade de sistemas de workflow para o tratamento de exceções. Em [Bradshaw 2005] são propostos padrões de interação entre um processo BPEL (Business Process Execution Language) e outra aplicação. Exemplos destes padrões são One-Way Message e Asynchronous Interaction with Timeout. Estes padrões são similares a alguns dos padrões sendo propostos neste artigo (ex.: unidireional e bi-direcional performativo). A Oracle BPEL Process Manager propõe uma biblioteca de padrões de workflow. Com base em requisitos específicos do negócio, o usuário escolher o melhor padrão disponível na biblioteca. Além destas abordagens, existem diversas outras tais como o Handbook de Processos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) [Malone 2004], a biblioteca de

4 processos desenvolvida no contexto do projeto ECOMOD [Frank 2006], as linguagens de padrões propostas em [Cooplien 2004], assim como os padrões de negócio propostos por Eriksson (2001). A maioria das abordagens revisadas nesta Seção são relevantes tanto para a implementação de sistemas de workflow, como para a definição de linguagens de modelagem de workflow. No entanto, elas respondem parcialmente à questão sobre quais funções (tais como as ilustradas na Figura 1) o projetista deve considerar repetidamente em vários modelos de processos. Mais ainda, tais abordagens não exploram a completude e necessidade de tais padrões para a modelagem de processos de negócio e workflow. 3. Tipos de Processos de Negócio Processos de negócio são prevalentes em praticamente todos os domínios de aplicação. Exemplos proeminentes incluem processos logístico, financeiro e informativo, respectivamente. Enquanto processos logísticos (ou processos materiais) são executados com o objetivo de manipular objetos físicos (ex.: transporte de mercadorias) [Medina-Mora 2002] ou com o objetivo de prover algum serviço (ex.: manufatura de um produto, assim como compra e venda de mercadorias), processos financeiros são executados quando valores monetários são trocados entre duas partes. Cada um destes processos é acompanhado de um processo informativo, o qual representa o fluxo de dados causado pelos processos logístico e financeiro [Muehlen 2002]. Processos organizações, dificilmente, são entidades homogêneas executados por indivíduos em sua totalidade. Geralmente, diferentes partes são envolvidas em um processo. A comunicação entre os participantes de um processo é feita através da troca de mensagens (processo comunicativo) [Flores 1998], [Geurts 2004], [Muehlen 2002]. Basicamente, uma troca de mensagem envolve duas partes: um solicitante ou produtor (envia a mensagem) e um receptor ou consumidor (recebe a mensagem). Neste contexto, zur Muehlen (2002) classifica mensagens em unidirecional e bidirecional. Mensagens unidirecionais são utilizadas tanto por um solicitante para solicitar a execução de uma atividade a um receptor (também chamada de mensagem ou comunicação performativa unidirecional), ou por um receptor para notificar um solicitante (mensagem notificativa). Mensagens bi-direcionais formam um par solicita/responde, onde o solicitante solicita a um receptor que este execute uma atividade e o responda subsequentemente (comunicação ou mensagem bi-direcional performativa) ou um receptor solicita uma informação ao solicitante (mensagem informativa). No contexto deste artigo, as atividades de um processo informativo são as mensagens, as quais implementam o fluxo de dados da organização gerado pelos processos logístico e financeiro nesta executados. Por exemplo, em um processo de aprovação a atividade que solicita a revisão de um documento gera uma mensagem performativa bidirecional (um solicitante solicita que um revisor execute a atividade). É importante observar que cada processo informativo ou aplicativo pode estar relacionado a um processo decisório, ou seja, um processo cognitivo a partir do qual um curso de atividades é selecionado com base em um conjunto de alternativas. Em nível de

5 aplicação, este se refere a uma tomada de decisão, tal como uma aprovação ou reprovação em um processo de aprovação. Em nível do sistema de informação este se refere a um controle de fluxo (roteamento do workflow) [Aalst 2002]. 3.1 Classificação dos Padrões de Workflow Esta Seção apresenta os processos descritos na Seção 3, os quais neste artigo são apresentados como padrões de workflow organizados em 3 categorias de padrões. Realizamos esta classificação com base em características específicas dos processos (ex.: dependência de aspectos da estrutura organizacional, nível de abstração, dependência do domínio da aplicação). 1. Padrões com base em aspectos da estrutura organizacional. Esta categoria inclui padrões relacionados a aspectos estruturais específicos (ex.: centralização da tomada de decisão, padronização de habilidades, supervisão direta). Exemplos destes padrões são aprovação e retirada de dúvidas. 2. Padrões com base no domínio de aplicação. Esta categoria inclui padrões relacionados a domínios de aplicação específicos. Ambos, padrão financeiro (com base no processo financeiro) e padrão logístico (com base no processo logístico) são exemplos de padrões desta categoria. 3. Padrões com base em funções recorrentes em processos de negócio. Esta categoria inclui padrões relacionados a funções genéricas e recorrentes, isto é, qualquer processo de negócio ou workflow pode incluir tais padrões, independentemente do domínio de aplicação. Exemplos de padrões desta categoria são o padrão performativo unidirecional e bi-direcional, padrão informativo, padrão notificativo e padrão decisório. 4. Exemplos dos Padrões de Workflow No contexto deste artigo um padrão de workflow é a descrição de uma função recorrente encontrada com freqüência em processos de negócio (ex.: notificação, aprovação, decisão, solicitação de execução de tarefa) [Thom 2006a], [Thom 2006b]. O conjunto de padrões de workflow proposto neste artigo foi derivado de um estudo extensivo com base na literatura e em um estudo sobre as relações entre aspectos da estrutura organizacional e (sub-)processos de workflow [Thom 2003], [Thom 2005]. Conforme os padrões de definição de workflow da Workflow Management Coalition, cada padrão de workflow sendo proposto neste artigo pode ser representado como uma atividade de bloco [WfMC 2005]. O conceito de atividade de bloco é apropriado para representar os padrões, pois garante que todas as atividades definidas dentro de um bloco devem ser executadas por completo para que o workflow continue a execução. Contudo, os padrões requerem a representação de parâmetros de entrada e saída e o conceito de atividade de bloco não suporta parâmetros, a perspectiva de transação da teoria de seriabilização é aplicada [Bernstein 1987]. Assim, parâmetros de entrada são representados como operações de leitura em base de dados (one-time-only) e parâmetros de saída como operações de gravação em base de dados (one-time-only).

6 As próximas Seções apresentam exemplos de padrões como diagramas de atividade UML (utilizando a notação 2.0). O Visual Paradigm para a UML Community Edition, o qual tem como base a UML 2.0 foi utilizado como editor para a modelagem dos padrões. As Figuras de 3 a 11 devem ser interpretadas conforme a legenda apresentada na Figura 2. (a) Nodo inicial indica o início de um processo (b) Ação atividade atômica (c) Decisão (d) Fork (e) Join (f) Controle de Fluxo (g) Swimlane (h) Nodo Final (i) Figure 2. Notação da UML Padrão Aprovação de Documentos O padrão aprovação de documentos é constituído por um conjunto de avaliações (uma ou mais), onde cada avaliação é realizada por um papel organizacional (ex.: supervisor, gerente, chefe de departamento). O processo de aprovação é concluído quando todos os papéis organizacionais finalizarem suas revisões ou um destes papéis não concordar com o conteúdo do documento. A figura 3 descreve o padrão de aprovação como uma atividade de bloco. Como ilustrado na figura 3, o papel organizacional revisor realiza a revisão do documento que irá resultar na reprovação ou na aprovação deste. A atividade de revisão do documento (Realiza revisão do documento) é executada repetidas vezes (em paralelo ou em seqüência) conforme o número de papéis organizacionais especificados ou até que uma reprovação ocorra. Geralmente, o número de papéis organizacionais é relativo ao nível de centralização com respeito à tomada de decisão. Figure 3. Padrão Aprovação de Documentos 4.2 Padrão Retirada de Dúvidas Os resultados de atividades mais complexas nem sempre podem ser padronizados, fazendo com que a organização padronize as habilidades dos executores. Por este motivo, os mesmos tornam-se, muitas vezes, especialistas em pontos específicos do processo de trabalho. A

7 padronização de habilidades implica em uma ação de retirada de dúvidas (com algum especialista da organização) no contexto de uma atividade complexa (Mintzberg 1995). O padrão para retirada de dúvidas consiste na identificação de determinados atributos (habilidades) para a execução de uma atividade específica. Com base nas habilidades identificadas, um papel organizacional e seu ator correspondente são alocados tanto para a execução da tarefa quanto para responder à solicitação de retirada de dúvidas dentro do contexto de execução da atividade. A figura 4 traz o padrão de retirada de dúvidas como uma atividade de bloco. Nesta, a dúvida é reportada (pelo solicitante) para o autor do documento ou um especialista que conseqüentemente responde a esta. Figure 4. Padrão Retirada de Dúvidas 4.3 Padrão Logístico Processos logísticos são executados com o intúito de manipular objetos físicos ou prover serviços. Exemplos de atividades logísticas são a manufatura, a compra e venda de produtos, à providência de serviços ou o transporte de mercadorias. Está fora do escopo deste trabalho detalhar os padrões para cada um destes casos, mas é possível ilustrar possíveis padrões genéricos para as atividades logística. No momento, o foco é nos dados principais, em termos de troca de mensagens, que tais atividades logísticas podem gerar. A figura 5 ilustra uma visão conceitual das principais atividades logísticas encontradas na literatura. Com base em um pedido, por exemplo, um dos diversos tipos de atividades logísticas será executado.

8 Figure 5. Padrão Logístico 4.4 Padrão Financeiro Este padrão representa um processo financeiro. Um processo financeiro é execuado quando um valor monetário é cambiado entre duas partes. Como mostrado na figura 6, a atividade financeira manipula e, eventualmente, gera um novo valor monetário (por meio de atributos monetários específicos). Figure 6. Padrão Financeiro 4.5 Padrão Performativo Unidirecional Este padrão representa uma mensagem performativa unidirecional. A figura 7, por exemplo, mostra a descrição de uma requisição para a execução de uma atividade. Baseado nisso, um item de trabalho é alocado para um destinatário (i.e., um participante de workflow específico responsável pela execução da atividade; e.g., especificado pelo papel do usuário). Após isso, o processo deve ter sua execução continuada sem aguardar por uma resposta. É preciso salientar que o padrão performativo unidirecional não necessita de uma resposta. As atividades de leitura e escrita podem ser modeladas como parâmetros se estes forem permitidos em uma atividade de bloco. A atividade Escrever descrição da execução da atividade na base de dados tem como parâmetro de saída requisição de descrição, que está modelada na figura como operação de escrita.

9 Figure 7. Padrão Unidirecional 4.6 Padrão Performativo Bi-direcional Este padrão é baseado nas mensagens performativas bi-direcionais, que formam um par de requisição/resposta, onde o remetente solicita ao destinatário executar uma atividade e o destinatário responde ao remetente. A figura 8 mostra que a atividade de bloco tem sua execução finalizada somente após o envio da notificação de atividade completada e a gravação do resultado da execução na base de dados (AND-Split). Figure 8. Padrão Performativo Bi-direcional 4.7 Padrão Informativo O padrão informativo é baseado na mensagem informativa, onde o solicitante pede informações ao remetente a qual é suprida subseqüentemente. Como ilustrado na figura 9, a atividade de bloco inicia com a requisição de informação e termina quando a informação requerida é recebida. Este padrão se difere do padrão performativo bi-direcional especialmente pelo fato de o workflow aguardar por uma resposta do usuário.

10 Figure 9. Padrão Informativo 4.8 Padrão Notificativo Como mostrado na figura 10, este padrão é baseado na mensagem de notificação. Este engloba atividades de notificação que informam sobre a finalização de uma atividade ou que divulgam novidades inerentes à respectiva aplicação de workflow (e.g., uma notificação sobre o resultado de um processo de aprovação). Devido ao fato de uma notificação informar sobre o status da execução de uma atividade, este pode ser considerado uma parte de uma mensagem performativa bi-direcional. Nesta abordagem a atividade de notificação está sendo tratada como uma atividade auto-contida; assume-se que uma notificação contendo o status de uma atividade pode eventualmente ser requerida. Figure 10. Padrão Notificativo 4.9 Padrão Decisório O padrão decisório é similar ao padrão de controle de fluxo de decisão proposto em (AALST 2003). Entretanto, neste trabalho o padrão decisório é formado por um padrão performativo bi-direcional seguido por um padrão XOR-Split ou, com menos freqüência, um OR-Split. A saída será baseada no resultado da execução de uma atividade, onde um ou mais caminhos no fluxo serão seguidos para dar continuidade à execução do workflow.

11 Figure 11. Padrão Decisório 5. Evidenciando a Existência, Necessidade e Completude dos Padrões de Workflow através da Mineração de Processos de Workflow Reais Sistemas de workflow, em execução, registram os participantes responsáveis pela execução das atividades, assim como quando estas são executadas. Tais registros são conhecidos como 'logs' de eventos. A mineração de workflow, através do uso de softwares computacionais, analisa estes 'logs', provendo um conjunto de dados estruturados. Em [Ellis 2006] é observado que a mineração de workflow tem como objetivo principal obter o modelo de workflow atual com base em 'logs' de processos em execução. Com o objetivo de pesquisar a existência dos padrões de workflow em processos de workflow de aplicações reais foram minerados 190 processos de workflow modelados na ferramenta Oracle Builder. Tais processos são executados por diferentes organizações e referem-se a diferentes aplicações. Mais precisamente, 17 processos referem-se ao gerenciamento de atividades internas de uma empresa de pequeno porte, descentralizada, cujo principal ramo de atividade é o desenvolvimento de software. Outros 11 processos definem o controle de qualidade total de uma empresa de pequeno porte, descentralizada. Aproximadamente 133 processos referem-se ao controle de acessos a software e gerenciamento de documentos de 6 empresas de grande porte, altamente centralizadas. O restante dos processos (29) são processos de Help Desk, Feedback de usuários e aprovações de 4 empresas de grande porte. Por razões confidenciais, não foi possível obter informações sobre as características estruturais destas empresas. Os principais resultados da mineração foram: a) evidencia de constatação da existência da maioria dos padrões de workflow em processos (modelos) de workflow reais com alta probabilidade; b) contatação de que o conjunto de padrões é necessário e suficiente para modelar os 190 processos de workflow analisados. Isso demonstra que o conjunto de padrões é adequado para modelar uma variedade significativa de processos de workflow.

12 Para verificar a freqüência com que cada padrão ocorre no conjunto de processos de workflow analisados identificamos, manualmente, os padrões nos processos. A Figura 12 traz um exemplo de como a identificação foi realizada. Padrão Notificativo Padrão Aprovação Padrão Performativo Unidirecional Figure 12. Processo real que inclui os padrões de workflow Após, para cada padrão de workflow foi calculado o valor de suporte, tal como realizado com regras associativas [Agrawal 2006]. No contexto deste artigo, o suporte significa o número de ocorrências de cada padrão de workflow nos 190 processos de workflow analisados. Observe que para aqueles processos incluindo mais de uma ocorrência de um mesmo padrão, considerou-se apenas uma ocorrência deste. Procedeu-se, assim, visto que o suporte foi calculado com base no número de processos e não com base no número de atividades atômicas. Além disso, em alguns casos, os padrões foram identificados em ordens parciais de atividades. A seguinte fórmula foi considerada para o cálculo do suporte: S = F (A C) ; T T Onde: F(A C) = freqüência de A e C juntos, sendo (A e C) equivalentes a um padrão de workflow T T = número de processos analisados 5.2 Análise dos Principais Resultados da Mineração Esta Seção apresenta os resultados da mineração de 190 processos de workflow, a qual foi realizada com o objetivo de verificar se os tipos de processos descritos na Seção 3 podem ser, de fato, considerados padrões com alta probabilidade de reuso na modelagem de processos de negócio e workflow. A Figura 13 traz a freqüência com que cada padrão de workflow foi identificdo no conjunto de processos investigados. O gráfico mostra que o padrão aprovação foi identificado com alta freqüência nos processos investigados (i.e., 60%). Tal fato justifica-se pela alta centralização na tomada de decisão existente nas unidades organizacionais envolvidas na execução dos processos. Além disso, muitos dos processos pertencem a aplicações com contextos de aprovação. O padrão de retirada de dúvidas foi identificado com menor freqüência (i.e., 2%), pois poucos processos incluem atividades de retirada de dúvidas.

13 O padrão financeiro foi identificado em atividades, onde valores monetários são utilizados ou produzidos. Ainda que tal padrão tenha sido identificado em apenas 6% dos processos, todas as atividades financeiras analizadas o incluem. A baixa freqüência tanto do padrão financeiro como do padrão logístico se dá pelo fato de poucos processos incluírem atividades financeiras e/ou logísticas. Os padrões performativo unidirecional e bi-direcional, assim como, os padrões decisório e notificativo foram identificados com alta freqüência nos processos investigados (i.e., 75%, 65%, 54% e 64%, respectivamente). Tais padrões, como já mencionado neste artigo, não estão relacionados a um domínio de aplicação específico ou a aspectos estruturais da organização. Tais padrões representam funções genéricas sendo, portanto, passíveis de serem encontrados em qualquer tipo de processo. O padrão informativo também é um padrão genérico. Este foi identificado com menor freqüência (16%), pois o número de processos incluindo solicitação de informação é reduzido. Freqüência dos Padrões de Workflow nos Processos Analisados Aprovação 60% Retirada de Dúvidas 2% Financeiro 8% Logístico 0% Informativo 16% Decisório 64% Notificativo 54% Performativo Bi-direcional 65% Performativo Unidirecional 75% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Suporte Figure 13. Freqüência dos padrões em processos de workflow reais 5.3 Completude e Necessidade dos Padrões para Modelagem de Processos O que realmente nos surpreendeu com o estudo de caso foi o fato de que todos os processos de workflow analisados podem ser definidos como uma composição dos padrões investigados (veja a Figura 14 para um exemplo). Ou seja, o conjunto de padrões de workflow mostrou-se necessário e suficiente para modelar todos os 190 processos analisados na mineração. Em cada processo, um padrão específico aparece zero ou mais vezes combinado com outros padrões de controle de fluxo. Nós consideramos este fato importante, o qual deve ser investigado como parte de trabalhos futuros. Por exemplo, como os padrões de workflow podem ser úteis quando integrados em uma ferramenta de modelagem? Poderia ser desenvolvido um módulo de software inteligente, o qual a partir de um repositório de padrões de workflow auxiliasse o projetista a completar a modelagem sendo desenvolvida por este.

14 Bi-directional Notification Unidirectional Performative Informative Notification Decision Approval Unidirectional Performative Notification Figure 14. Um processo de pagamento construído com base na combinação dos padrões 6 Conclusões Ainda que existam diversos trabalhos na área de padrões de workflow (e.g., padrões de controle de fluxo [Aalst 2003], fluxo de dados [Russell 2004a], recursos de workflow [Russell 2004b] e tratamento de exceção [Russell 2006]), padrões com base em funções recorrentes em processos de negócio têm sido pouco explorados. Em vista disso, este artigo apresentou o levantamento e classificação de um conjunto de padrões de workflow com base em funções recorrentes frequentemente encontradas em processos de negócio. Através da mineração de 190 processos de workflow de diferentes organizações constatou-se, com alta probabilidade, a existência dos padrões nos processos investigados. Através da análise estrutural e do particionamento de cada processo, evidenciou-se que os padrões classificados representam o conjunto necessário e suficiente de construtores para a modelagem de todos os processos analisados. As principais vantagens da abordagem são: Maior eficiência na modelagem: Com poucos padrões é possível modelar uma grande variedade de processos. Tais padrões são mais próximos do vocabulário ou nível de abstração no qual o processo de negócio é usualmente descrito (documentado) pela própria organização. Acredita-se que o (re-)uso destes padrões pode diminuir o tempo de modelagem (eficiência) e garantir maior probabilidade de correção na automatização do processo. Interoperabilidade: o (re-)uso dos padrões pode contribuir para maior interoperabilidade entre sistemas de workflow; Aplicabilidade em diferentes níveis de abstração: Alguns padrões podem ser úteis tanto para a modelagem conceitual dos processos de negócio como em nível de

15 implementação (ex.: BPEL4WS). Em um trabalho anterior demonstramos o mapeamento entre os níveis conceitual e lógico, permitindo sua automatização [Thom 2005]. Além disso, existe forte indício de que o conjunto de padrões investigado é completo, ou seja, necessário e suficiente para a modelagem de um grande número (senão a totalidade) de processos de negócios distintos. Tais padrões podem, eventualmente, simplificar o processo de modelagem, visto que possuem semântica simples e bem definida. Mais ainda, ferramentas de modelagem podem automatizar a seleção e aplicação dos padrões com base nas características dos processos sendo projetados, considerando-se diferentes aspectos (ex.: organizacionais, dependentes da aplicação). Os padrões de workflow investigados podem, ainda, ser utilizados para teste de completude e na comparação do poder de expressão das ferramentas e linguagens de modelagem de workflow existentes e futuras. Como trabalhos futuros pretendemos investigar a completude do conjunto de padrões estudado para a modelagem de processos de negócio e workflow em geral. Pretendemos, ainda, extender alguma ferramenta de modelagem de processos com os padrões de workflow propostos. Em [Thom 2007] apresentamos a primeira iniciativa neste contexto. Por fim, verificar a utilidade e da eficiência (ex.: tempo de modelagem e correção) dos padrões, quando integrados à ferramenta de modelagem de processos através de um catálogo References Aalst, W.M.P. van der; Hee, K. van. (2002) Workflow Management : models, methods, and systems. London: The MIT Press. Aalst, W.M.P. van der. (2003) Patterns and XPDL : A Critical Evaluation of the XML Process Definition Language. Queensland University of Technology, Brisbane. (QUT Technical report, FIT-TR ). Agrawal, R.; Gunupulos, D.; Leymann, F. (1988) Mining Process Models from Workflow Logs. Disponível em: <http://www.almaden.ibm.com/software/projects/iis/hdb/publications/papers/edbt98_flow mk.pdf>. Último acesso em Nov Bernstein, P. A.; Hadzilacos, V.; Goodman, N. (1987) Concurrency Control and Recovery in Database Systems. Reading: Addison-Wesley. 370 p. Bradshaw, D.; Kennedy, M.; West, C. Oracle BPEL Process Manager. (2005) Developer s Guide. Release 2 (10.1.2). Disponível em: <www.oracle.org>. Último acesso em Out Cooplien, H.; Harrison, N. Organizational Patterns of Agile Software Development. (2004). Disponível em: <http://www.easycomp.org/cgi-bin/orgpatterns?bookoutline>. Último acesso Out Ellis, C. (2006) Workflow Mining: Definitions, Techniques, and Future Directions. Em: Fischer, L. (Ed.) Workflow Handbook 2006 including business process management: published in association with the workflow management coalition. Lighthouse Point : Future Strategies, p

16 Eriksson H.E.; Penker, M. Business Modeling with UML. (2001) [S.l.]: John Wiley & Sons. 459p. Flores, F.; et al. (1998) Computer Systems and the Design of Organizational Interaction. Disponível em: <www.acm.og>. Último acesso em Jul Frank, U.; Lange; C. (2004) Mapping of Business Process Models to Workflow Schemata - An Example Using MEMO-OrgML and XPDL. Disponível em: <http://www.unikoblenz.de/~ecomod/php/index.php>. Último acesso emjun Geurts, G.; Geelhoed, A. (2004) Business process decomposition and service identification using communication s. Último acesso em: <http://msdn.microsoft.com/library/>. Visitado em Jun Malone, T. W.; Crownston, K.; Herman, G. A. (2004) Organizing Business Knowledge : The MIT Process Handbook. Disponível em: <http://ccs.mit.edu/ph/>. Último acesso em Out Mintzberg, H. (1995) Criando Organizações Eficazes : estruturas em cinco configurações. São Paulo: Atlas. Medina-Mora, R. (1992) The action workflow approach to workflow management technology. Disponível em: <www.acm.org>. Último acesso em Jun Muehlen, M. zur. (2002) Workflow-based process controlling : foundations, design, and application of workflow-driven process information systems. Berlin: Logos Verlang. 299 p. Russell, N.; Hofstede, A. H. M Ter; Edmond, D. (2004a) Workflow Data Patterns. Em: INFORMATIK Informatik verbindet (Band 1). Proceedings...[S.l. : s.n.]. p.50. Russell, N. (2004b) Workflow Resource Patterns. Brisbane : Queensland University of Technology (Technical report, FIT-TR ) Russell, N.; Aalst, W.M.P. van der; HOFSTEDE, A. Ter. (2006) Workflow Exception Patterns. Em: International Conference on Advanced Systems Engineering, CAiSE, 18. Proceedings... [S.l. : s.n.], p Thom, L. H.; Iochpe, C. (2003) Identifying Patterns of Workflow Design Relying on Organizational Structure Aspects. Em: International Conference on Enterprise Information Systems, ICEIS, 5., Angers. Proceedings Angers: ICEIS Press. Thom, L. H.; Iochpe, C. (2006a) Applying block activity s in workflow modeling. Em: International Conference on Enterprise Information Systems, ICEIS, 8., 2006, Paphos, Chipre. Proceedings Setubal : Institute for Systems and Technologies of Information, Control and Communication. Thom, L. H.; Iochpe, C.; Amaral, V. L. do; Viero, D. M. de. Toward block activity s for reuse in workflow design. Em: Fischer, L. (Ed.). Workflow Handbook 2006 including business process management: published in association with the workflow management coalition. Lighthouse Point : Future Strategies, 2006b. p Thom, L. H.; Lau, J. M.; Iochpe, C.; Mendling, J. (2007) Extending Business Process Modeling Tools With Workflow Patterns Reuse. Submetido para International

17 Conference on Enterprise Information Systems, ICEIS, 9., Angers. Proceedings Madeira: ICEIS Press. Thom, L.; Iochpe, C.; Mitschang, B. (2005) Improving the Workflow Project Quality Via Business Process Patterns Based on Organizational Structure Aspects. Em: GI Workshop XML for Business Process Management, 2. XML Interchange Formats for Business Process Management: Proceedings. Karlsruhe : [S.n.], CD-ROM. Workflow Management Coalition. (1999) Terminology & Glossary. Bruxelas, 65p. Disponível em: <http://www.wfmc.org>. Último acesso em Nov Workflow Management Coalition. (2005) Process Definition Interface : XML Process Definition Language. Doc. Number: WFMC-TC Disponível em: <http://www.wfmc.org>. Último acesso em Out

Padrões de Workflow para Reuso em Modelagem de Processos de Negócio

Padrões de Workflow para Reuso em Modelagem de Processos de Negócio THOM, L.H.; CHIAO, C.; IOCHPE, C. Padrões de Workflow para Reuso em Modelagem de Processos de Negócio. Em: Conferência Latino Americana em Linguagens de Programação, SugarloafPlop, Porto de Galinhas (Brasil):

Leia mais

Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow

Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow Um Simulador para Avaliação da Antecipação de Tarefas em Sistemas Gerenciadores de Workflow Resumo. A fim de flexibilizar o fluxo de controle e o fluxo de dados em Sistemas Gerenciadores de Workflow (SGWf),

Leia mais

Definição de Processos de Workflow

Definição de Processos de Workflow Definição de Processos de Tiago Telecken Universidade Federal do Rio Grande do Sul telecken@inf.ufrgs.br Resumo Este artigo apresenta uma introdução a tecnologia de workflow informando noções básicas sobre

Leia mais

Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow

Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow Uma Arquitetura de Linha de Produto Baseada em Componentes para Sistemas de Gerenciamento de Workflow Itana M. S. Gimenes 1 itana@din.uem.br Fabrício R. Lazilha 2 fabricio@cesumar.br Edson A. O. Junior

Leia mais

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo?

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo? O que é a UML? Introdução a UML Linguagem Gráfica de Modelagem para: Visualizar Especificar Construir Documentar Comunicar Artefatos de sistemas complexos Linguagem: vocabulário + regras de combinação

Leia mais

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio

Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS / INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Planejamento da disciplina: Modelagem de processos de negócio Professor: Clarindo Isaías Pereira

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia

Universidade Federal de Uberlândia EDITAL Nº05/ PROGRAD/ DIREN/2010 ANEXO II 1 Título do Projeto: Automação de Fluxo de Trabalho Administrativo 2- Nome do Orientador: Autran Macêdo 3 Unidade: FACOM 4- Curso: Bacharelado em Ciência da Computação

Leia mais

Maratona CBOK Brasília, 23 de outubro de 2012

Maratona CBOK Brasília, 23 de outubro de 2012 Maratona CBOK Brasília, 23 de outubro de 2012 BPM CBOK Guia para o Gerenciamento de Processos de Negócios Corpo Comum de Conhecimento Modelagem de Processos de Negócios Modelagem de processos Análise de

Leia mais

Workflow: Adicionando Coordenação das Atividades. Fábio Bezerra fbezerra@ic.unicamp.br

Workflow: Adicionando Coordenação das Atividades. Fábio Bezerra fbezerra@ic.unicamp.br Workflow: Adicionando Coordenação das Atividades Fábio Bezerra fbezerra@ic.unicamp.br Agenda Introdução Workflow Sistema Gerenciador de Workflow WfMC Modelo e Instância Workflows ad hoc Referências O que

Leia mais

Table 1. Dados do trabalho

Table 1. Dados do trabalho Título: Desenvolvimento de geradores de aplicação configuráveis por linguagens de padrões Aluno: Edison Kicho Shimabukuro Junior Orientador: Prof. Dr. Paulo Cesar Masiero Co-Orientadora: Prof a. Dr. Rosana

Leia mais

Um estudo e a utilização de padrões para integração da tecnologia de processos em ambientes de gerência de projetos na web

Um estudo e a utilização de padrões para integração da tecnologia de processos em ambientes de gerência de projetos na web Um estudo e a utilização de padrões para integração da tecnologia de processos em ambientes de gerência de projetos na web Alexandre Franco de Magalhães Mestrado em Computação Aplicada pelo Instituto Nacional

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil

Instituto de Computação, Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Manaus-AM, Brasil Elicitação de Requisitos a partir de Modelos de Processos de Negócio e Modelos Organizacionais: Uma pesquisa para definição de técnicas baseadas em heurísticas Marcos A. B. de Oliveira 1, Sérgio R. C.

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Universidade Federal de Pernambuco

Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal de Pernambuco GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA 201 1. 2 Sistema de Gestão de Processos de Negócio Baseado em Modelos Declarativos Proposta de Trabalho de Graduação

Leia mais

TRADUZINDO A DEFINIÇÃO DE PROCESSO EM XPDL PARA MODELOS EM REDES DE PETRI

TRADUZINDO A DEFINIÇÃO DE PROCESSO EM XPDL PARA MODELOS EM REDES DE PETRI XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. TRADUZINDO A DEFINIÇÃO DE PROCESSO EM XPDL PARA MODELOS EM REDES DE PETRI Rosemary Francisco (PUCPR) rmaryf@gmail.com Eduardo de Freitas Rocha Loures (PUCPR)

Leia mais

Fasci-Tech MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO

Fasci-Tech MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO MAPEAMENTO DOS PROCESSOS DE NEGÓCIO PARA DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Resumo: Carlos Alberto dos Santos 1 Profa. MSc. Rosangela Kronig 2 Abstract: Num ambiente globalizado e em constante

Leia mais

Casos de Uso O que é. Casos de Uso. Objetivos de um Caso de Uso. Atores. Atores e Casos de Uso. Diagramas de Caso de Uso

Casos de Uso O que é. Casos de Uso. Objetivos de um Caso de Uso. Atores. Atores e Casos de Uso. Diagramas de Caso de Uso Casos de Uso O que é Casos de Uso Descrições narrativas de processos do domínio da aplicação Documentam a seqüência de eventos de um ator (um agente externo) usando o sistema para completar, do início

Leia mais

Uma Linguagem de Workflow Para Composição de Web Services - LCWS

Uma Linguagem de Workflow Para Composição de Web Services - LCWS Uma Linguagem de Workflow Para Composição de Web Services - LCWS Luiz Alexandre Hiane da S. Maciel 1, Edgar Toshiro Yano 1 1 Divisão de Pós-Graduação Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) Praça Marechal

Leia mais

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software

Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Ambiente de workflow para controle de métricas no processo de desenvolvimento de software Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 97100-000 Santa Maria

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

DOMAIN-DRIVEN DESIGN E TEST-DRIVEN DEVELOPMENT

DOMAIN-DRIVEN DESIGN E TEST-DRIVEN DEVELOPMENT DOMAIN-DRIVEN DESIGN E TEST-DRIVEN DEVELOPMENT Jaqueline Rissá Franco email: jaquerifr@gmail.com Karla Marturelli Mattos Luciano Mathias Doll João Almeida Resumo: Este artigo mostra novas abordagens na

Leia mais

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS)

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS) AORML uma linguagem para modelagem de uma aplicação Multiagentes: Uma Aplicação no Sistema Expertcop. Hebert de Aquino Nery, Daniel Gonçalves de Oliveira e Vasco Furtado. Universidade de Fortaleza UNIFOR

Leia mais

BPMN (Business Process. George Valença gavs@cin.ufpe.br

BPMN (Business Process. George Valença gavs@cin.ufpe.br BPMN (Business Process Modeling Notation) George Valença gavs@cin.ufpe.br 31/10/2012 Introdução Modelagem de processos No ciclo de vida BPM, a etapa de modelagem de processos consiste em um conjunto de

Leia mais

Engenharia de Requisitos Estudo de Caso

Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Engenharia de Requisitos Estudo de Caso Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 8º Edição / Ian Sommerville 2007 Slide 1 Engenharia de Requisitos Exemplo 1 Reserva de Hotel 1. INTRODUÇÃO Este

Leia mais

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Carla Gomes de Faria1, Ismênia Ribeiro de Oliveira1, Rosario Girardi1 1Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS Cilene Loisa Assmann (UNISC) cilenea@unisc.br Este estudo de caso tem como objetivo trazer a experiência de implantação

Leia mais

INTRODUÇÃO A MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN 1 FÁBIO RODRIGUES CRUZ 2 2.1 CONCEITO DE MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN

INTRODUÇÃO A MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN 1 FÁBIO RODRIGUES CRUZ 2 2.1 CONCEITO DE MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN INTRODUÇÃO A MODELAGEM DE PROCESSOS UTILIZANDO BPMN 1 FÁBIO RODRIGUES CRUZ 2 1 INTRODUÇÃO A Business Process Modeling Notation (BPMN), ou Notação de Modelagem de Processos de Negócio, é um conjunto de

Leia mais

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow

Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Controle de métricas no processo de desenvolvimento de software através de uma ferramenta de workflow Gustavo Zanini Kantorski, Marcelo Lopes Kroth Centro de Processamento de Dados Universidade Federal

Leia mais

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Evandro Polese Alves Ricardo de Almeida Falbo Departamento de Informática - UFES Av. Fernando Ferrari, s/n, Vitória - ES - Brasil

Leia mais

! Introdução. " Motivação para Processos de Software. ! Processo Unificado (USDP) " Definições " RUP x USDP " Características do Processo Unificado

! Introdução.  Motivação para Processos de Software. ! Processo Unificado (USDP)  Definições  RUP x USDP  Características do Processo Unificado Agenda! Introdução " Motivação para Processos de Software! (USDP) " Definições " RUP x USDP " Características do! Descrição detalhada do! Processos Derivados! Templates simplificados! Conclusões 2 Processo

Leia mais

Sistema de Help Desk e Controle de Chamados Baseado em Workflow. Cristian Paulo Prigol Marcel Hugo

Sistema de Help Desk e Controle de Chamados Baseado em Workflow. Cristian Paulo Prigol Marcel Hugo Sistema de Help Desk e Controle de Chamados Baseado em Workflow Cristian Paulo Prigol Marcel Hugo Seqüência da Apresentação Introdução e Objetivos Workflow Sistema Antigo e Sistema implementado JBPM Especificação

Leia mais

Formalismos de Grafos de Interação (Surveys)

Formalismos de Grafos de Interação (Surveys) Formalismos de Grafos de Interação (Surveys) Disciplina:Tópicos em IHC II- Interação 3D Professor :Alberto Raposo Tópicos Motivação Fontes de Pesquisa Breve Descrição Conclusões Tópicos Motivação Fontes

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Centro de Informática - Universidade Federal de Pernambuco Kiev Gama kiev@cin.ufpe.br Slides originais elaborados por Ian Sommerville e adaptado pelos professores Márcio Cornélio,

Leia mais

Modelos de Sistema. 2007 by Pearson Education. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1.

Modelos de Sistema. 2007 by Pearson Education. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1. Modelos de Sistema Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1 Objetivos Explicar por que o contexto de um sistema deve ser modelado como parte do processo de RE Descrever

Leia mais

SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/

SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/ SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/ ModeloPlanoProjeto_2007_04_24 SIGECO07_PlanoProjeto_2007_09_23 Página

Leia mais

ESTENDENDO O DIAGRAMA DE ATIVIDADES PARA SUPORTAR A MODELAGEM DE WORKFLOW

ESTENDENDO O DIAGRAMA DE ATIVIDADES PARA SUPORTAR A MODELAGEM DE WORKFLOW A pesquisa Operacional e os Recursos Renováveis 4 a 7 de novembro de 2003, Natal-RN ESTENDENDO O DIAGRAMA DE ATIVIDADES PARA SUPORTAR A MODELAGEM DE WORKFLOW Ingrid Gesser Instituto de Matemática UFRJ/NCE,

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes

Engenharia de Software: Introdução. Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Engenharia de Software: Introdução Mestrado em Ciência da Computação 2008 Profa. Itana Gimenes Programa 1. O processo de engenharia de software 2. UML 3. O Processo Unificado 1. Captura de requisitos 2.

Leia mais

MODELAGEM DE PROCESSOS

MODELAGEM DE PROCESSOS MODELAGEM DE PROCESSOS a a a PRODUZIDO POR CARLOS PORTELA csp3@cin.ufpe.br AGENDA Definição Objetivos e Vantagens Linguagens de Modelagem BPMN SPEM Ferramentas Considerações Finais Referências 2 DEFINIÇÃO:

Leia mais

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Carlos Alberto Rovedder, Gustavo Zanini Kantorski Curso de Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Campus

Leia mais

Gerência de Projetos CMMI & PMBOK

Gerência de Projetos CMMI & PMBOK Gerência de Projetos CMMI & PMBOK Uma abordagem voltada para a qualidade de processos e produtos Prof. Paulo Ricardo B. Betencourt pbetencourt@urisan.tche.br Adaptação do Original de: José Ignácio Jaeger

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

ESTUDO SOBRE TÉCNICAS DE WORKFLOW 1

ESTUDO SOBRE TÉCNICAS DE WORKFLOW 1 1 ESTUDO SOBRE TÉCNICAS DE WORKFLOW 1 BRIEFING ABOUT WORKFLOW TECHNIQUES RESUMO Marcos K Schmidt 2 Rodrigo A. Machado 2 Giliane Bernardi 3 Walkiria Cordenonzi 3 Novas técnicas de administração baseadas

Leia mais

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

MODELAGEM VISUAL DE UM SOFTWARE PARA O GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES EM GESTÃO DE PROJETOS

MODELAGEM VISUAL DE UM SOFTWARE PARA O GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES EM GESTÃO DE PROJETOS 127 MODELAGEM VISUAL DE UM SOFTWARE PARA O GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES EM GESTÃO DE PROJETOS VISUAL MODELING OF SOFTWARE FOR COMMUNICATION MANAGEMENT IN PROJECT MANAGEMENT Ricardo Rall 1 Arilson José

Leia mais

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Facilitando Negócios Conectando softwares com Magento Plataforma de E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Este documento

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE RESUMO Fazer um bom levantamento e especificação de requisitos é algo primordial para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas. Esse levantamento

Leia mais

BPM X Workflow. Business Process Management BPM ou Modelagem de Processos de negócio

BPM X Workflow. Business Process Management BPM ou Modelagem de Processos de negócio Business Process Management BPM ou Modelagem de Processos de negócio Metodologia Conjunto de práticas Controle, gerenciamento e integração dos processos Permite a análise, definição, execução, monitoramento

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

Conceitos de Processos & BPM

Conceitos de Processos & BPM http://rogerioaraujo.wordpress.com Série Rações Semanais Conceitos de Processos & BPM Parte I Rogério Araújo http://rogerioaraujo.wordpress.com Série Rações Semanais Conceitos de Processos & BPM Parte

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS WORKFLOW Mapeamento de Processos de Negócio Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização

Leia mais

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Universidade Federal de Santa Maria Sistemas de Informação ELC1093 Modelagem de Processos de Negócio PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Profa. Lisandra Manzoni Fontoura Objetivos da Aula: Processos

Leia mais

Desenvolvimento de um Ambiente de Engenharia de Software Baseado em Processos utilizando Workflow

Desenvolvimento de um Ambiente de Engenharia de Software Baseado em Processos utilizando Workflow Projeto de Pesquisa: Desenvolvimento de um Ambiente de Engenharia de Software Baseado em Processos utilizando Workflow Janaína Schwarzrock Coordenador: Pablo Schoeffel Membros: Geraldo Menegazzo Varela

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

Tutorial de BPMN. Visão Geral. Escopo. Elementos

Tutorial de BPMN. Visão Geral. Escopo. Elementos Tutorial de BPMN Visão Geral É um padrão para modelagem de processos de negócio que fornece uma notação gráfica para especificação de processos de negócio em um DPN (Diagrama de Processo de Negócios).

Leia mais

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Roosewelt Sanie Da Silva¹ 1 Ciência da Computação Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) Rodovia

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação

Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Um Framework para Desenvolvimento de Workflows baseado em Padrões de Workflow

Leia mais

Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação

Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação Utilização da modelagem UML em um sistema de gerenciamento de uma franquia do setor de alimentação Use of UML modeling in a management system for a food franchising Richard B. N. Vital, Tatiane M. Vital.

Leia mais

5 Estudo de caso: utilizando o sistema para requisição de material

5 Estudo de caso: utilizando o sistema para requisição de material 61 5 Estudo de caso: utilizando o sistema para requisição de material A fim de avaliar as características da arquitetura proposta e a corretude da implementação, realizamos experiências com cenários de

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Introdução à Bonita BPM

Introdução à Bonita BPM WHITE PAPER Introdução à Bonita BPM Como começar a usar o Bonita BPM para capturar um processo conceitual e transformá-lo em um diagrama de processo Charlotte Adams, Alexandre Bricout e Maria Picard, Bonitasoft

Leia mais

Gerenciamento de Processos de Negócio e Aplicabilidade na Saúde e na Robótica

Gerenciamento de Processos de Negócio e Aplicabilidade na Saúde e na Robótica Capítulo 4 Gerenciamento de Processos de Negócio e Aplicabilidade na Saúde e na Robótica Lucinéia Heloisa Thom Resumo O gerenciamento de processos de negócio (BPM) proporciona não apenas a redução de custos,

Leia mais

Definição de Ontologia para Identificação de Riscos de Projetos de Software. Definition of Ontology for Software Projects Risk Identification

Definição de Ontologia para Identificação de Riscos de Projetos de Software. Definition of Ontology for Software Projects Risk Identification SEMINÁRIO DE PESQUISA EM ONTOLOGIA NO BRASIL 11 E 12 de Julho Universidade Federal Fluminense Departamento de Ciência da Informação Niterói Rio de Janeiro Brasil Definição de Ontologia para Identificação

Leia mais

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços ADILSON FERREIRA DA SILVA Centro Paula Souza São Paulo Brasil afs.software@gmail.com Prof.a. Dr.a. MARILIA MACORIN DE AZEVEDO Centro

Leia mais

definido por um documento de padronização. A Fig. 1 representa a organização dos Grupos de Processos juntamente com os documentos exigidos.

definido por um documento de padronização. A Fig. 1 representa a organização dos Grupos de Processos juntamente com os documentos exigidos. A GESTÃO DE PROJETOS EXISTENTE NA NORMA DO-178B Matheus da Silva Souza, matheusdasilvasouza@gmail.com Prof. Dr. Luiz Alberto Vieira Dias, vdias@ita.br Instituto Tecnológico de Aeronáutica Praça Marechal

Leia mais

FS-MDP: Um Modelo de Definição de Processos de Fábrica de Software

FS-MDP: Um Modelo de Definição de Processos de Fábrica de Software FS-MDP: Um Modelo de Definição de Processos de Fábrica de Software Luzia Nomura (EP-POLI/USP) luzia.nomura@poli.usp.br Mauro de Mesquita Spinola (EP-POLI/USP) mauro.spinola@poli.usp.br Osvaldo Hikage (EP-POLI/USP)

Leia mais

MC302A Modelagem de Sistemas com UML. Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br

MC302A Modelagem de Sistemas com UML. Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br MC302A Modelagem de Sistemas com UML Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br Modelamento de Sistemas e Orientação a Objetos O paradigma de Orientação a Objetos oferece um conjunto de características

Leia mais

Engenharia de Software. Apostila I >>> Introdução à ES - HEngholmJr

Engenharia de Software. Apostila I >>> Introdução à ES - HEngholmJr Engenharia de Software Apostila I >>> Introdução à ES - HEngholmJr Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 12/08/2014 1.0 Criação da primeira versão HEngholmJr Agenda Introdução à Engenharia

Leia mais

Ferramenta para instanciação de processos de software que permite o gerenciamento de projetos de desenvolvimento distribuído

Ferramenta para instanciação de processos de software que permite o gerenciamento de projetos de desenvolvimento distribuído Ferramenta para instanciação de processos de software que permite o gerenciamento de projetos de desenvolvimento distribuído Ana Paula Chaves 1, Jocimara Segantini Ferranti 1, Alexandre L Erário 1, Rogério

Leia mais

AUTOMAÇÃO ESCRITÓRIOS

AUTOMAÇÃO ESCRITÓRIOS AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIOS PESSOAS, WORKFLOWS,... AUTOMAÇÃO ESCRITÓRIOS Pode-se perceber mudanças no ambiente empresarial, no que concerne às tarefas básicas de um escritório. Algumas habilidades estão se

Leia mais

Resumo. 1. Introdução. Abstract. 2. Motivação

Resumo. 1. Introdução. Abstract. 2. Motivação Um Estudo para a Definição de Processos das Gerências da Qualidade e da Configuração em um Ambiente Integrado para Apoio ao Desenvolvimento e Gestão de Projetos de Software Abdala, Martha A. D.; Lahoz,

Leia mais

TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO

TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR

IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR IMPLEMENTAÇÃO DAS CAMADAS Inference Machine e Message Service Element PARA UM SERVIDOR DE SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE Workflow HOSPITALAR Jeferson J. S. Boesing 1 ; Manassés Ribeiro 2 1.Aluno do Curso

Leia mais

Engenharia de Software-2003

Engenharia de Software-2003 Engenharia de Software-2003 Mestrado em Ciência da Computação Departamento de Informática - UEM Profa. Dra. Elisa H. M. Huzita eng. de software-2003 Elisa Huzita Produto de Software Conceitos Software

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

Curso de Licenciatura em Informática

Curso de Licenciatura em Informática Curso de Licenciatura em Informática Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas Professor: Rafael Vargas Mesquita EXERCÍCIOS SOBRE MODELAGEM DE CASOS DE USO Exercício 1: construa um Diagrama de Casos de

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process)

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Diferentes projetos têm diferentes necessidades de processos. Fatores típicos ditam as necessidades de um processo mais formal ou ágil, como o tamanho da equipe

Leia mais

Ricardo Pereira e Silva UML 2. Modelagem Orientada a Objetos. Visual. Books

Ricardo Pereira e Silva UML 2. Modelagem Orientada a Objetos. Visual. Books Ricardo Pereira e Silva UML 2 Modelagem Orientada a Objetos Visual Books Sumário Parte I - Modelagem em Desenvolvimento de Software Orientado a Objetos...15 1 Modelagem em Desenvolvimento de Software...17

Leia mais

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL

Gerenciamento de Serviços em TI com ITIL. Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL Gerenciamento de Serviços de TI com ITIL A Filosofia do Gerenciamento de Serviços em TI Avanços tecnológicos; Negócios totalmente dependentes da TI; Qualidade, quantidade e a disponibilidade (infra-estrutura

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES MAXMES EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES White Paper Maxmes # 01 07/2009 MAXMES www.maxmes.com.br 1.0 Introdução A AMR Research conceituou o MES em 1990 como um sistema de informação que residia entre a automação

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

Modelagem do Processo de Negócio

Modelagem do Processo de Negócio Análise e Projeto 1 Modelagem do Processo de Negócio Modelos de processos de negócios descrevem as diferentes atividades que, quando combinados, oferecem suporte a um processo de negócio. Processos de

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Informática / Campus Global Sistema de Aproveitamento de Disciplinas da Faculdade de Informática da PUCRS: uma sistemática de gerência

Leia mais

Enterprise Content Management [ECM] Impulsionando o Poder da Informação

Enterprise Content Management [ECM] Impulsionando o Poder da Informação Enterprise Content Management [ECM] Impulsionando o Poder da Informação O SoftExpert ECM Suite provê as tecnologias utilizadas para criar, capturar, gerenciar, armazenar, preservar e distribuir todos os

Leia mais

Levantamento de Requisitos.

Levantamento de Requisitos. FACULDADES INTEGRADAS MATO-GROSSENSES DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS RESUMO Levantamento de Requisitos. Leandro Cícero da Silva Mello. Prof. Jeanine Ferrazza Meyer Metodologia e Técnica de Pesquisa- Levantamento

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas BPM e SOA Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Como funcionam as organizações? O que ébpm Business Process Management (BPM)

Leia mais

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Histórico Uso de Metodologias Histórico Uso de Metodologias Era da Pré-Metodologia 1960-1970 Era da Metodologia

Leia mais

Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software

Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software Transformação de um Modelo de Empresa em Requisitos de Software Fábio Levy Siqueira 1 and Paulo Sérgio Muniz Silva 2 1 Programa de Educação Continuada da Poli-USP, São Paulo, Brazil 2 Escola Politécnica

Leia mais