Medicamentos: Hospitais devem mais de mil milhões, prazos de pagamento superiores a um ano

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1 Medicamentos: Hospitais devem mais de mil milhões, prazos de pagamento superiores a um ano *** Serviço áudio e vídeo disponível em *** *** Ana Rute Peixinho, jornalista da agência Lusa *** Lisboa, 18 abr (Lusa) Os hospitais devem à indústria farmacêutica mais de mil milhões de euros e os prazos médios de pagamento são superiores a um ano quando deviam ser de um máximo de três meses, revelou a associação do setor. Segundo o presidente da Apifarma, João Almeida Lopes, a dívida dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde aos laboratórios que fornecem os medicamentos é atualmente de milhões de euros. Quanto aos prazos médios de pagamento, situam-se entre os 380 e os 400 dias. A indústria encara isto de forma muito preocupada, em certos casos dramática. É uma situação dificilmente compreensível num contexto económico normal. Numa altura de crise financeira é extremamente preocupante, porque os instrumentos que os agentes económicos tinham ao seu dispor para ultrapassar estas dificuldades de falta de pagamento, hoje em dia, com dificuldade de financiamento da banca, tornam-se muito mais complicados, comentou em entrevista à agência Lusa o representante da indústria. Contudo, João Almeida Lopes rejeita que os laboratórios equacionem ameaçar cortar o fornecimento de medicamentos aos hospitais: Quando estamos a falar de medicamentos que podem salvar vidas, é difícil pensar em atitudes desse tipo. Segundo a Apifarma, cerca de trabalhadores da indústria farmacêutica em Portugal perderam o emprego no último ano. Houve ainda duas companhias farmacêuticas estrangeiras que encerraram os seus escritórios em Portugal e outras três ou quatro que passaram a ter mais atividade a partir de Espanha. Neste momento, os laboratórios farmacêuticos empregam em Portugal cerca de 11 mil pessoas, a maior parte com elevadas qualificações, segundo o presidente da associação da indústria farmacêutica. João Almeida Lopes estima um decréscimo do mercado em 20 por cento no primeiro trimestre deste ano, que, diz, continuará certamente a ter reflexos nos postos de trabalho. Lusa/fim

2 Medicamentos: Indústria defende comparticipação consoante rendimento dos utentes *** Ana Rute Peixinho, jornalista da agência Lusa *** Lisboa, 17 abr (Lusa) A indústria farmacêutica defende que a comparticipação do Estado nos medicamentos seja feita consoante os rendimentos dos utentes, medida que considera "inevitável" para Portugal. A diferenciação entre utentes que têm rendimentos diferentes é uma questão que, inevitavelmente, Portugal, a prazo, vai ter que equacionar, sugeriu, em entrevista à agência Lusa, o presidente da Associação da Indústria Farmacêutica (Apifarma). Para João Almeida Lopes, as pessoas com mais rendimentos devem receber menos apoio do Estado na compra de remédios. As comparticipações hoje em dia são praticamente iguais para toda a gente. Provavelmente no futuro, ou talvez já hoje, não faça sentido que pessoas de altos rendimentos sejam comparticipados nos mesmos montantes que pessoas com posses mais limitadas, afirmou. Os laboratórios consideram que Portugal tem o preço dos fármacos claramente abaixo da média da União Europeia e mesmo dos países de referência. Questionado sobre as dificuldades dos portugueses, em alturas de crise, de comprar todos os remédios de que necessitam, João Almeida Lopes considerou que cabe ao Estado encontrar mecanismos de compensação: Os estados, sobretudo os que têm um cariz social, têm de encontrar formas de garantir às pessoas de menores rendimentos que não fiquem desfavorecidas perante o resto da população. A Apifarma alerta ainda que o nível dos preços dos medicamentos em Portugal leva muitas vezes a que sejam exportados para países com preços mais altos. Há muitos doentes que não têm acesso em tempo aos medicamentos de que necessitam, porque a diferença de preços em Portugal é de tal maneira gritante, que há uma tendência natural em serem exportados, explica João Almeida Lopes. Este problema, segundo o representante da indústria, não é muito visível nos grandes centros urbanos, mas mais em pequenas cidades, sobretudo do interior. Segundo as contas da Apifarma, os 100 fármacos mais vendidos no país sofreram reduções de 15 a 30 por cento nos últimos cinco anos. Lusa/fim

3 Ensaios clínicos: Hospitais fazem menos de metade da capacidade e Portugal perde 135 milhões por ano *** Ana Rute Peixinho, jornalista da agência Lusa *** Lisboa, 17 abr (Lusa) Portugal perde cerca de 135 milhões de euros por ano que poderiam ser investidos em ensaios clínicos, já que os hospitais realizam menos de metade do que é a sua capacidade, segundo estimativa da indústria farmacêutica. A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA) lamenta que Portugal perca a oportunidade de ter um papel privilegiado no desenvolvimento de ensaios clínicos. Em entrevista à agência Lusa, o presidente da associação que representa os laboratórios, João Almeida Lopes, lamenta também que a burocracia e a tendência para complicar façam com que os hospitais percam esta fonte de rendimento. Comparado com países da sua dimensão, como a Bélgica, Portugal perde 135 milhões de euros por ano, que poderiam ser investidos em financiamento direto nas unidades de saúde onde decorrem os ensaios clínicos. Os ensaios têm de ser feitos num quadro temporal limitado. Se não somos suficientemente despachados, o que acontece é que há países que acabam por tomar o nosso lugar, critica. Em Portugal são feitos pouco mais de 100 ensaios clínicos num ano, o que representa um investimento de cerca de 50 milhões de euros. Na Bélgica, os mais de 300 ensaios dão direito a um financiamento de quase 200 milhões. Aliás, o presidente da Apifarma sublinha que Portugal tem capacidade para fazer o dobro ou o triplo dos ensaios que atualmente são realizados. Além de não entrar dinheiro dos laboratórios nos hospitais há outras consequências, como a deslocalização de empresas farmacêuticas para outros países. Havia uma série de companhias farmacêuticas que tinham departamentos exclusivamente destinados a ensaios clínicos e que os têm desativado, com consequências também para os postos de trabalho altamente qualificados, indica João Almeida Lopes. Além do financiamento aos hospitais, a indústria lembra ainda que os promotores dos ensaios asseguram não só os encargos dos doentes a novos medicamentos, como também os encargos com terapêutica já existente a doentes em grupos de comparação. A realização dos ensaios implica ainda que as companhias farmacêuticas forneçam equipamentos às unidades de saúde, que lá permanecem mesmo depois de concluídos os projetos. ARP. Lusa/fim

4 Data: 2011/04/18 Publico Título: Hospitais devem mais de mil milhões à indústria farmacêutica Imagem: 1/3 Hora: 07:23:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 3

5 Data: 2011/04/18 Expresso Título: Medicamentos: Hospitais devem mais de mil milhões, prazos de pagamento superiores a um ano Imagem: 1/2 Hora: 07:04:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

6 Data: 2011/04/17 Expresso Título: Medicamentos: Indústria defende comparticipação consoante rendimentos dos utentes Imagem: 1/2 Hora: 07:14:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

7 Data: 2011/04/17 VisãoOnline Título: Medicamentos: Indústria defende comparticipação consoante rendimentos dos utentes Imagem: 1/2 Hora: 07:14:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

8 Data: 2011/04/17 Diário de Notícias Título: Indústria defende comparticipação consoante rendimentos Imagem: 1/3 Hora: 00:00:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 3

9 Data: 2011/04/17 RTP Título: Indústria defende comparticipação consoante rendimentos dos utentes Imagem: 1/2 Hora: 08:36:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

10 Data: 2011/04/18 DIARIO DE NOTICIAS - PRINCIPAL Título: Indústria quer comparticipação de remédios ajustada ao rendimento Tema: C08 - Trabalho e Assuntos Sociais Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 16 GRP: 3.4 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

11 Data: 2011/04/18 JORNAL DE NOTICIAS - PRINCIPAL Título: Rendimento a determinar o que se paga Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 9 GRP: 10.8 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

12 Data: 2011/04/18 DESTAK - PRINCIPAL Título: Preço de fármacos consoante rendimentos Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 4 GRP: 4.0 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

13 Data: 2011/04/18 O PRIMEIRO DE JANEIRO - PRINCIPAL Título: Rendimentos é que decidem Periodicidade: Diaria Âmbito: Regional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 12 GRP: Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

14 Data: 2011/04/18 O PRIMEIRO DE JANEIRO - PRINCIPAL Título: Rendimentos é que decidem Periodicidade: Diaria Âmbito: Regional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 12 GRP: Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

15 Data: 2011/04/17 Expresso Título: Ensaios clínicos: Hospitais fazem menos de metade da capacidade e Portugal perde 135 milhões por ano Imagem: 1/2 Hora: 07:13:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

16 Data: 2011/04/17 Destak Título: Hospitais fazem menos de metade da capacidade e Portugal perde 135 milhões por ano Imagem: 1/2 Hora: 15:47:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

17 Data: 2011/04/17 Diário de Notícias Título: Ensaios clínicos: Portugal perde 135 milhões de euros por ano Imagem: 1/3 Hora: 00:00:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 3

18 Data: 2011/04/17 VisãoOnline Título: Ensaios clínicos: Hospitais fazem menos de metade da capacidade e Portugal perde 135 milhões por ano Imagem: 1/2 Hora: 07:13:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

19 Data: 2011/04/17 RTP Título: Hospitais fazem menos de metade da capacidade e Portugal perde 135 milhões por ano Imagem: 1/2 Hora: 08:36:00 Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 2

20 Data: 2011/04/18 I - PRINCIPAL Título: Portugal perde 135 milhões sem fazer ensaios clínicos Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 9 GRP: 1.0 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

21 Data: 2011/04/18 DIARIO DE NOTICIAS - PRINCIPAL Título: Portugal perde 135 milhões em ensaios Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 16 GRP: 3.4 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

22 Data: 2011/04/18 CORREIO DA MANHA - PRINCIPAL Título: Frase Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 21 GRP: 14.0 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

23 Data: 2011/04/18 DESTAK - PRINCIPAL Título: Hospitais perdem 135 milhões de euros por ano Tema: Saúde em geral Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Generalista Imagem: 1/1 Pág.: 4 GRP: 4.0 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

24 Data: 2011/04/19 DIARIO ECONOMICO - PRINCIPAL Título: Hospitais devem mais de mil milhões Tema: Saúde em geral Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Gestão/Economia/Negócios Imagem: 1/1 Pág.: 12 GRP: 2.2 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

25 Data: 2011/04/19 DIARIO ECONOMICO - PRINCIPAL Título: Hospitais devem mais de mil milhões Tema: Saúde em geral Periodicidade: Diaria Âmbito: Nacional Temática: Gestão/Economia/Negócios Imagem: 1/1 Pág.: 12 GRP: 2.2 % Inv.: Tiragem: Copyright MediaMonitor Lda Página 1 de 1

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