MEMÓRIA DA UNIVERSIDADE RURAL / UNIVERSIDADE RURAL DO BRASIL:

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1 MEMÓRIA DA UNIVERSIDADE RURAL / UNIVERSIDADE RURAL DO BRASIL: Celia Regina Otranto Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Este trabalho apresenta parte da pesquisa desenvolvida para a minha tese de doutoramento, que tem como objeto de estudo a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRuralRJ) e a construção da sua autonomia. Para investigar a forma como a autonomia universitária vem sendo construída no interior da Instituição, foi necessária a reconstrução de sua história, uma vez que poucos foram os pesquisadores que se debruçaram sobre o tema, resultando, na maioria das vezes, em textos com fragmentos históricos dos cursos mais tradicionais da Universidade. Optou-se, então, por resgatar dados relevantes da memória da UFRuralRJ através do levantamento da visão dos intelectuais que a integravam nos diferentes períodos. O grupo selecionado, considerado o mais representativo desses intelectuais, é aquele formado pelos integrantes do Conselho Universitário (CONSU) que, até o início da década de 1970 se consistia, na prática, no único órgão deliberativo da Instituição. Foi através da leitura das atas do CONSU, que traduzia a visão dos intelectuais da Universidade, que sua história e memória foi sendo registrada, propiciando a investigação das conquistas e perdas da autonomia universitária através dos tempos. O CONSU era formado, a princípio, exclusivamente pelos professores catedráticos e, após a extinção da cátedra, em sua maioria pelos seus remanescentes, que se constituíam nos docentes mais renomados e influentes da Instituição, dirigentes das diferentes Escolas e Cursos. Delimitou-se, para este trabalho, o início dos anos de 1960 ( ), objetivando a caracterização da Instituição antes e logo após o Golpe Militar de Da Universidade Rural à Universidade Rural do Rio de Janeiro A instituição foco desta pesquisa, no ano de 1960, era denominada de Universidade Rural (UR), designação esta que lhe foi atribuída em 1943, pelo Decreto-Lei nº 6.155, de 30 de dezembro. Ocupava, desde 1948, o campus especialmente construído para abrigá-la no Km 47 da antiga Estrada Rio-São Paulo localizado no Estado do Rio de Janeiro. Subordinava-se ao Centro Nacional de Pesquisas Agronômicas (CNEPA), órgão do

2 Ministério da Agricultura, sujeitando as deliberações do Conselho Universitário, do Reitor e das Congregações das Escolas que formavam a UR à aprovação do diretor de um órgão estranho à vida universitária, com poder de decisão. Isso acarretava para a Universidade uma significativa falta de autonomia, não só administrativa mas também didático científica, uma vez que todas as suas deliberações, em qualquer assunto, inclusive reformulações curriculares, eram submetidas ao diretor do CNEPA. Para os intelectuais do CONSU e a comunidade acadêmica em geral, a autonomia da Universidade só seria alcançada com a desvinculação do CNEPA. Isso aconteceu no ano de 1960 quando, através do Decreto nº , a Instituição voltou a ser subordinada diretamente ao Ministério da Agricultura, conforme esteve desde sua criação. A partir deste momento a autonomia universitária passou a ser vista pelos integrantes do CONSU como uma possibilidade concreta e como a condição necessária para o desenvolvimento da Instituição em condições de igualdade com as demais universidades federais da época. No entanto, eles sempre se referiam à autonomia como uma concessão do Governo. Para os intelectuais da UR a autonomia deveria ser cedida à Instituição. O Decreto nº /60 também determinou a incorporação à UR dos institutos e serviços que já funcionavam na área do Km 47, da antiga Estrada Rio-São Paulo, subordinados, porém, a outros departamentos do Ministério da Agricultura. Para tanto, o citado dispositivo legal alterou os segmentos do CNEPA, do Departamento Nacional de Produção Animal e do Serviço Florestal, integrando os dois últimos à UR, que recebeu uma nova denominação Universidade Rural do Rio de Janeiro (URRJ) (Lima et al, 1961, p. 71). O CONSU ficou encarregado de elaborar o anteprojeto do novo Estatuto da Instituição. Com a homologação da LDB de 1961 (Lei nº 4.024/61) a reformulação dos estatutos das universidades tornou-se impositiva. O CONSU, então, direcionou seus esforços para a aprovação do documento final que foi apresentado na Reunião de 8 de junho de Esta e as demais reuniões subseqüentes ocorridas nos dias 12, 15, 16 e 25 de junho de 1962, foram destinadas à leitura de cada um dos artigos do Estatuto e das respectivas emendas propostas (cerca de 270), seguidas das discussões, votações e posterior aprovação de cada item. A primeira votação ocorrida na reunião de 8 de junho foi relacionada à denominação da Universidade. Alguns defendiam a manutenção do nome instituído pelo Decreto de 1960 Universidade Rural do Rio de Janeiro outros propunham Universidade Rural de Itaguaí, 2

3 mas a maioria queria para a instituição a denominação de Universidade Rural do Brasil. Consideravam seus defensores que ela era uma referência nacional para o ensino agrícola, da mesma forma que a Universidade do Brasil era a referência nacional para o ensino universitário não agrícola e, por esse motivo, deveria adotar uma denominação similar à desta última. Após muita argumentação e debates, foi esta a proposta vencedora. A Universidade Rural do Brasil: novo Estatuto e nova denominação O novo Estatuto já incorporava, desde o seu artigo primeiro, o mais recente nome da Instituição aprovado pelos intelectuais do CONSU Universidade Rural do Brasil (URB). art. 1 o A Universidade Rural do Brasil, sediada no Município de Itaguí, Estado do Rio de Janeiro, é uma autarquia vinculada ao Ministério da Educação e Cultura para ensino, pesquisa e extensão, dotada de autonomia didática, administrativa, financeira e disciplinar, que se regerá pelas leis federais vigentes, pelas disposições deste estatutos e pelas dos seus regimentos (Ata da Reunião do CONSU de 8/6/1962). Nota-se, ainda, na leitura do artigo primeiro, que também foi aprovada pelo CONSU a vinculação da Universidade ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), desligando-a, depois de muitos anos, do Ministério da Agricultura. No entanto, isto não pôde ser efetivado de imediato em virtude da Lei Delegada nº 9, de 11 de outubro de 1962, que manteve as universidades Rural de Pernambuco e Rural do Brasil subordinadas ao Ministério da Agricultura. Com o novo Estatuto as Escolas passaram a ser cinco: Escola Nacional de Agronomia; Escola Nacional de Veterinária; Escola de Educação Familiar; Escola de Educação Técnica e Escola de Engenharia Florestal. As duas primeiras já eram tradicionais na Instituição. A última surgiu do desdobramento da primeira, devido ao seu crescimento e especificidade. No entanto as Escolas de Educação Técnica e Educação Familiar foram criadas em circunstâncias especiais. A Escola de Educação Técnica foi instituída a partir das diretrizes para a formação de professores emanadas da Lei nº 4.024/61. Segundo o caput do art. 59, a formação de 3

4 professores de disciplinas específicas do ensino médio técnico deveria ser feita em cursos superiores especiais de educação técnica. Isso tornou imperativa a sua criação uma vez que destinava-se a formar os professores para os cursos técnicos agrícolas. Já a criação da Escola de Educação Familiar foi um pouco mais complexa, em virtude das características da Instituição na época: seu corpo discente era todo do sexo masculino e estudava em regime de internato. Na Reunião do CONSU de 9 de novembro de 1961, o Reitor, Aurélio Augusto Rocha, expôs aos demais membros do Conselho que vinha sendo estudado, no âmbito da Universidade, a criação de um organismo destinado à formação de jovens do sexo feminino para atuarem no ambiente doméstico das propriedades rurais, simultaneamente com a atuação do agrônomo e do veterinário, no campo de trabalho rural. Afirmou, ainda, que tal formação profissional deveria ser feita em nível superior e que se tratava de um curso superior da área agronômica. Na ocasião, o Reitor declarou ter em mãos um projeto de criação de um Escola de Ciências Familiares, organizado por um grupo de professores dos cursos da Fazenda de Patioba. Em seguida, demonstrando preocupação de que a criação de um Escola poderia se estender por muito tempo, por ser objeto de Lei, apresentou ao CONSU um outro projeto, elaborado pela Reitoria, no qual se propunha, não a criação de uma Escola, mas de um curso da mesma natureza (Ata da Reunião do CONSU de 09/11/1961). A instalação de um curso feminino no interior de uma instituição que tinha a totalidade dos alunos e professores do sexo masculino, foi vista com agrado por uns e com preocupação por outros. Na Reunião subseqüente ocorrida em 16 de novembro de 1961, na qual foi apresentado para análise o projeto de currículo elaborado para a Escola de Ciências Familiares da Universidade do Rio Grande do Sul, as preocupações foram mais explícitas. Um dos Conselheiros declarou que os alunos estavam apreensivos pelo fato da diretora da nova Escola ter assento no Conselho Universitário sem ser catedrática. Além disso ela seria a primeira mulher no Conselho e, segundo os alunos, não poderia ser catedrática, já que eles não conheciam nenhuma mulher catedrática (Ata da Reunião do CONSU de 16/11/1961). Diante do exposto, o Reitor lembrou que a tendência no cenário educacional brasileiro era de supressão da cátedra, portanto ser ou não catedrática não poderia significar impedimento para a criação da nova Escola. Acrescentou ainda que quem queria a Escola era o Governo que incluía, fora do orçamento da universidade, quantitativo suficiente para tais 4

5 gastos. Ele (o governo) quer três Escolas: uma no Norte, uma no Sul e uma no Centro. Se a Universidade Rural rejeitar a proposta, ela poderá ser instalada em Niterói ou na Guanabara (ibid.). Em seguida, encaminhou para votação se a UR criaria um curso (Proposta da Reitoria), ou uma Escola, tendo vencido a criação de uma Escola. A Escola de Educação Familiar começou a funcionar em fevereiro de 1963 e a primeira participação de seus representantes no Conselho Universitário se deu na Reunião de 15 de fevereiro daquele mesmo ano. Constava ainda no novo Estatuto, fazendo parte da URB, o Colégio Técnico Agrícola, constituído pela antiga Escola Agrotécnica Ildefonso Simões Lopes e pelo Colégio Universitário. Este último tinha por finalidade ministrar a terceira série colegial com currículos adaptados aos cursos de nível superior ministrados na Universidade. As duas Escolas acima citadas passaram a contribuir para a formação dos professores do Colégio que, por sua vez, tornou-se um importante campo de estágio para os estudantes do nível superior. Também os Órgãos de Administração da URB sofreram mudanças e ficaram assim discriminados: Assembléia Universitária; Conselho de Curadores; Conselho Universitário; Conselho de Pesquisa e Reitoria (Estatuto da URB, art. 16). O Conselho Universitário, que interessa mais de perto a este trabalho, foi assim constituído: Reitor; Diretores das Unidades de Ensino Superior; Representante da Congregação de cada uma das Unidades de Ensino Superior; 1 representante dos docentes que não faça parte da Congregação; 1 representante de cada Instituto de Pesquisa que tenha mandato universitário; 1 representante do Conselho de Pesquisa; 1 representante da Confederação Rural Brasileira; o presidente do Diretório Central dos Estudantes; 1 representante do corpo discente de cada unidade universitária (Ata da Reunião do CONSU de 12/06/1962). Em relação à avaliação dos alunos, o novo Estatuto determinou que para a obtenção do diploma de quaisquer cursos de formação oferecidos pela URB, seria necessária a apresentação de uma tese de diplomação, aprovada pelo Departamento ao qual o curso estivesse vinculado. No ato da defesa da tese, deveriam estar presentes o Diretor da Escola e os professores catedráticos ou livre docentes responsáveis pelos cursos (ibid.). 5

6 Até mesmo a vida social da Universidade, que tinha seus alunos em regime de internato, foi determinada autônomamente pelos Conselheiros, antevendo a criação de uma associação docente que só iria se concretizar muitos anos depois, em 1979, e uma associação de servidores administrativos que só foi criada em A vida social universitária terá como organização fundamental as associações de classe: a) dos docentes da Universidade; b) dos antigos alunos; c) dos atuais alunos; d) dos servidores administrativos da Universidade (Ata da Reunião do CONSU de 16/06/1962). O ensino gratuito e as condições de vida dos alunos no campus universitário também foram assegurados. A URB proporcionará, gratuitamente, aos alunos: alojamento, ensino, assistência médico-odontológica e refeições a preços reduzidos (ibid.). Estava, ainda prevista a concessão de auxílios em dinheiro para estudantes com insuficiência de recursos. Quanto aos docentes que fossem admitidos a partir da aprovação do novo Estatuto, havia uma imposição que gerou alguns protestos por parte dos professores presentes. Todos os docentes admitidos na vigência deste Estatuto assinarão termos de compromisso de residir na Cidade Universitária, enquanto estiverem em exercício, sendo demitidos se quebrarem o compromisso assumido (ibid.). Esta determinação foi a forma encontrada pelo Conselho para exigir dos professores o trabalho em tempo integral. Desde que a Universidade se transferiu para o Km 47, em 1948 os docentes que trabalhavam em tempo integral foram substituídos, após a aposentadoria, por outros em trabalho de tempo parcial. Até mesmo parte daqueles que não se aposentaram solicitaram a mudança de seu regime de trabalho. O regime de tempo integral implicava em morar no campus universitário, em Itaguaí, bem distante das praias e das demais diversões oferecidas pela Cidade do Rio de Janeiro. Tudo isso era agravado pela dificuldade de transporte na época, que contribuía para deixar a Universidade ainda mais distante da cosmopolita e atrativa Cidade Maravilhosa. Em contrapartida, com a maior parte do seu corpo docente em regime parcial de trabalho, a Instituição perdia espaço de discussão e aprofundamento de seus problemas, perdia, portanto, espaço político no cenário educacional brasileiro. A maioria dos professores limitava-se a ministrar suas aulas e voltar imediatamente para casa, não sobrando tempo para maiores conversas com seus pares sobre o contexto sócio-político educacional ou, até mesmo, para a busca de soluções que poderiam livrar a Instituição de algumas dificuldades operacionais. Isso fazia com que um pequeno grupo, composto por professores catedráticos ou livre-docentes, integrantes do 6

7 CONSU, se encarregasse de traçar os rumos da URB, autônomamente, seguindo na maioria das vezes a legislação sem contestações, mesmo que a lei em vigor, por vezes, não se adaptasse às características de uma Universidade Rural. Após a aprovação do Estatuto na Reunião do CONSU de 25 de junho de 1962, foi designada uma Comissão de Professores para trabalhar junto ao Conselho Federal de Educação (CFE), no sentido de obter, no menor prazo, sua aprovação junto aquele órgão. Em 10 de janeiro de 1963, através do Decreto nº 1.984, o Estatuto da URB foi finalmente aprovado. O ano de 1963 e o início de 1964 foram destinados à adaptação gradativa da Instituição ao novo estatuto e, conseqüentemente, ao novo sistema autárquico. Os antigos funcionários permaneceram no quadro ordinário, os novos, já eram integrados ao quadro autárquico ou extraordinário. Ficaram garantidos os estágios dos alunos das duas principais Escolas Nacionais de Agronomia e Nacional de Veterinária que eram desenvolvidos em vários estados brasileiros, financiados pelo Ministério da Agricultura (Ata da Reunião do CONSU de 15/02/1963). Em relação a estes estágios, vale destacar que os alunos tinham, tradicionalmente, duas excursões: uma maior e obrigatória que era feita no 4 o ano letivo e outra menor, optativa, no 3 o ano. Existem algumas referências nas atas, também, a excursões optativas ao término do 2 o ano. Para os alunos brasileiros estava garantido o financiamento pelo Ministério da Agricultura. Os alunos estrangeiros (convênios culturais) só participavam mediante compromisso de arcar com as suas despesas pessoais (Ata da Reunião do CONSU de 16/03/1955). Dando prosseguimento ao período de transição, o CONSU, solicitou a regulamentação do regime de tempo integral e a verba para implementá-lo (Ata de 31/07/1963). Ampliou o número de vagas para alunos nos diferentes cursos e promoveu o seu exame vestibular aplicando provas, simultaneamente, em vários estados do Brasil (Ata de 10/10/1963). Solicitou e recebeu recursos para a construção de mais dois blocos de alojamentos, destinados às alunas da Escola de Educação Familiar (ibid.). Tudo parecia correr bem dentro da Universidade, até que os sérios problemas políticos enfrentados pelo Brasil também se abateram sobre ela. 7

8 Ao final do ano de 1963 a sociedade brasileira já vivia um período de grande efervescência política. A agitação no meio estudantil era visível em todo o país. Na URB os mesmos indícios puderam ser verificados através da leitura das atas do CONSU, que descortinam a crise que estava prestes a se abater sobre a Universidade. Através delas constata-se que o Reitor Idérzio Vianna autorizou uma reunião de estudantes no campus universitário, cujo objetivo declarado era a discussão da Reforma Universitária, mas que, na realidade, era uma Reunião do Conselho Extraordinário da União Nacional dos Estudantes (UNE). A aquiescência do Reitor ao evento não foi bem recebida em Brasília. Mas, apesar da repercussão negativa, ele acreditava que a URB não seria afetada mais diretamente pelos problemas políticos do país e suas declarações na Reunião do CONSU de 16 de janeiro de 1964 foram otimistas em relação ao futuro da Instituição que recebia recursos de várias fontes, tanto agrícolas quanto educacionais. Achava ele que a URB estava vivendo um momento muito bom e que a autonomia universitária lhe permitia autorizar qualquer reunião no interior do campus. No entanto, irrompeu no cenário nacional a Revolução de 31 de março de Os direitos políticos foram cassados e a universidade, assim como toda a sociedade brasileira, perdeu a sua liberdade, sua propalada autonomia. 1964: A Revolução na Universidade Rural do Brasil A primeira reunião do CONSU após o golpe militar de 1964, ocorreu em 6 de abril daquele ano. A crise política e suas repercussões na Universidade foi o principal assunto tratado. O Reitor Ydérzio Luiz Vianna iniciou-a relatando aos demais membros do Conselho que, na madrugada de 1 o de abril, houve uma reunião na residência oficial da Reitoria. Informou que na ocasião incentivou os alunos à calma e à disciplina para o bom andamento das atividades e da ordem na Universidade. Em seguida passou a fazer uma apreciação das notícias publicadas nos jornais O Dia e O Globo. Em ambos os jornais consta o nome do Reitor da URB grafado erradamente e no jornal O Dia ele é tratado como Reitor de uma das Escolas que compunham a URB. Também o Reitor da Escola Nacional de Agronomia Idedio Viana (sic) está sendo procurado. É acusado de ter armado 75 alunos, para movimentos subversivos (O Dia, 05/04/1964). A crítica do jornal O Globo acrescenta outros dados: 8

9 ... tropas do Exército, atendendo à denúncia do médico Milton Cavalcanti, professor da Escola Nacional de Agronomia, procederam a uma completa vistoria no estabelecimento, no Km 47 da Rodovia Presidente Dutra, apreendendo grande quantidade de material subversivo e algumas metralhadoras. Está implicado o reitor Ibésio Viana (sic), que teria apoiado a greve geral deflagrada no dia 1 o, por cerca de 70 estudantes, chefiados pelo professor Benedito Drumont (O Globo, 05/04/1964). Após a leitura dos jornais o Reitor informou que realmente foram encontrados, nas dependências sanitárias dos alojamentos dos alunos, material subversivo impresso e duas pistolas de ar comprimido. Esclareceu que designou uma Comissão para apurar os fatos logo que o material e as armas foram localizados, mas que, no dia seguinte (04/04/1964), uma equipe de Oficiais do Exército esteve na Universidade para proceder uma rigorosa revista nos alojamentos, na Prefeitura, na Divisão de Divulgação e Informação e na Biblioteca (Ata da Reunião do CONSU de 06/04/1964). Durante a Reunião, o Reitor recebeu a visita de Oficiais do Exército solicitando as fitas magnéticas referentes às reuniões do Conselho Universitário e Assembléias Universitárias (ibid.). O prof. Ydérzio, então, pressionou o CONSU afirmando que o mesmo deveria tomar uma atitude e não permitir que o Exército atuasse livremente no interior da URB (ibid.). Na ocasião o CONSU ficou dividido. Alguns Conselheiros concordaram com o Reitor, enquanto outros consideraram que ele é que deveria se pronunciar e não o Conselho. Os que faziam parte deste segundo grupo afirmaram que o Exército deveria ser bem recebido dentro da URB e que não viam a sua presença no interior da Universidade como uma mácula (ibid.). Também ocorreram algumas falas favoráveis à manifestação dos estudantes e outras radicalmente contrárias. A ata terminou com o Conselho Universitário solicitando ao Reitor que facilitasse o trabalho do Exército no interior da URB. O breve relato da primeira e única ata do CONSU do ano de 1964, pós golpe militar, permitiu a constatação de que a URB entrou no novo período político brasileiro muito dividida. As opiniões divergentes aconteciam não só nos Conselhos Superiores da Instituição, como também entre os demais professores e estudantes. Alguns docentes defendiam as manifestações dos alunos e outros as denunciavam às autoridades militares. Parte dos 9

10 discentes estava em greve desde o dia 1 o de abril e outros continuavam comparecendo regularmente às aulas como se nada tivesse acontecido. A autonomia universitária foi desrespeitada no momento em que oficiais do Exército exigiram que se gravassem todas as reuniões do Conselho Universitário e das Assembléias Universitárias e que as fitas contendo as gravações fossem entregues aos militares. Instalou-se no interior da Universidade um período de medo e silêncio que impediu a anotação das discussões ocorridas nos principais Conselhos da Universidade (quando ocorriam), e, até mesmo a menção aos assuntos tratados. O livro de atas do CONSU, no qual estava registrada a reunião de 6 de abril de 1964 foi encerrado. O próximo livro localizado acusa como primeira reunião a ocorrida em 26 de fevereiro de 1965, portanto quase um ano depois. Nesta lacuna de tempo não há registro, na Sala dos Órgãos Colegiados da Universidade, das reuniões ocorridas. Até mesmo o livro encontrado que deveria registrar as atas do ano de 1965 limita-se a citar a data e o horário das reuniões. No local onde deveriam ser descritos os assuntos tratados, existe, invariavelmente, a mesma transcrição Não tendo havido tempo para a lavratura da ata da sessão anterior, são colhidas neste local as assinaturas dos Senhores Conselheiros presentes. Neste período, a Universidade sofreu forte repressão política. O antigo Reitor, Ydérzio Vianna, foi cassado, assim como vários outros professores. Seu retrato foi retirado da Galeria dos Reitores da UFRRJ e, até os dias atuais, não foi recolocado, permanecendo uma lacuna temporal na exposição de fotos localizada na Reitoria. Os Diretórios Acadêmicos dos alunos de agronomia e veterinária foram fechados. Havia um total controle ao que era falado ou escrito no interior da Instituição. Tudo era recolhido e revisado pelos militares. Grande parte do material foi destruída e, talvez por isso, não se tenha localizado muitas atas do CONSU da época. Considerações Finais Depreende-se deste trabalho que as atas do Conselho Universitário (CONSU) são ricas em detalhes favorecendo o resgate da memória da Universidade e propiciando a melhor compreensão de sua história. Formado, no período de abrangência da pesquisa, em sua grande maioria, pelos intelectuais mais influentes da Instituição, o CONSU foi, ao mesmo tempo, direcionador da história e parte integrante da mesma. Não importa se a denominação 10

11 era Universidade Rural, Universidade Rural do Rio de Janeiro ou Universidade Rural do Brasil, os intelectuais que faziam a história da Instituição eram os mesmos, com poucas e inexpressivas substituições. Eles clamaram pela autonomia universitária que assumiu significados diferentes, de acordo com a época do clamor. Entretanto, suas vozes foram caladas temporariamente pelo Golpe Militar de Medo ou prudência? Silêncio ou conivência? Enquanto as vozes dos intelectuais do CONSU se calavam, outras gritavam e se recusavam a ser contidas. Eram as dos demais atores desta história que não faziam parte do CONSU. Vozes tão importantes que ainda hoje, com alguma atenção, se pode escutar. Mas... esta já é uma outra parte da história. 11

12 Referências Bibliográficas CARVALHO, Guido Ivan de. Ensino Superior: legislação e jurisprudência. 3 a ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, v. 1, LIMA, J. Pinto et al. Técnicos para o desenvolvimento da agricultura. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Crédito e Assistência Rural, O DIA. Rio de Janeiro, 5 de abril de O GLOBO. Rio de Janeiro, 5 de abril de UNIVERSIDADE RURAL. Conselho Universitário. Ata da Sessão de 16 de março de UNIVERSIDADE RURAL DO RIO DE JANEIRO. Conselho Universitário. Ata da Sessão de 9 de novembro de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 16 de novembro de UNIVERSIDADE RURAL DO BRASIL. Conselho Universitário. Ata da Sessão de 8 de junho de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 12 de junho de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 15 de junho de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 16 de junho de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 25 de junho de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 15 de fevereiro de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 31 de julho de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 10 de outubro de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 16 de janeiro de Conselho Universitário. Ata da Sessão de 6 de abril de

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