Certificado Energético Edifício de Habitação IDENTIFICAÇÃO POSTAL. IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória do Registo Predial de LAGOS

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1 Válido até 14/02/2027 IDENTIFICAÇÃO POSTAL Morada URB. QUINTA DA BOAVISTA, LOTE 44, BLOCO 2, MORADIA 8 Localidade LAGOS Freguesia LAGOS (SÃO SEBASTIÃO E SANTA MARIA) Concelho LAGOS GPS , IDENTIFICAÇÃO PREDIAL/FISCAL Conservatória do Registo Predial de LAGOS Nº de Inscrição na Conservatória 2378 Artigo Matricial nº 4838 Fração Autónoma H INFORMAÇÃO ADICIONAL Área útil de Pavimento 107,37 m² Este certificado apresenta a classificação energética deste edifício ou fração. Esta classificação é calculada comparando o desempenho energético deste edifício nas condições atuais, com o desempenho que este obteria nas condições mínimas (com base em valores de referência ou requisitos aplicáveis para o ano assinalado) a que estão obrigados os edifícios novos. Saiba mais no site da ADENE em INDICADORES DE DESEMPENHO Determinam a classe energética do edifício e a eficiência na utilização de energia, incluindo o contributo de fontes renováveis. São apresentados comparativamente a um valor de referência e calculados em condições padrão. CLASSE ENERGÉTICA Mais Referência: Aquecimento Ambiente 14 kwh/m².ano Edifício: 48 kwh/m².ano Renovável 47 % 82% Referência: Arrefecimento Ambiente 6,3 kwh/m².ano Edifício: 9,0 kwh/m².ano Renovável - % 42% 164% Referência: Água Quente Sanitária 23 kwh/m².ano Edifício: 30 kwh/m².ano Renovável - % 30% ENERGIA RENOVÁVEL Contributo de energia renovável no consumo de energia deste edifício. EMISSÕES DE CO 2 Emissões de CO 2 estimadas devido ao consumo de energia. 26% 2,49 toneladas/ano 1 de 9

2 DESCRIÇÃO SUCINTA DO EDIFÍCIO OU FRAÇÃO O edifício localiza-se no concelho de Lagos, distrito de Faro, a uma altitude aproximada de 76 metros e a uma distância à costa inferior a 5km, estando inserido numa zona climática I1-V3. É composto por 2 pisos acima do solo e destina-se a habitação. A fracção em estudo é uma moradia geminada, apresenta uma tipologia T3 e possui fachadas orientadas a N / S / E / O. A produção de águas quentes sanitárias é assegurada por um termoacumulador da marca Negarra. A climatização é assegurada por unidades multi-split da marca Daikin, instalado em 100% da fracção e por recuperador de calor. A ventilação é processada de forma natural. COMPORTAMENTO TÉRMICO DOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS DA HABITAÇÃO Descreve e classifica o comportamento térmico dos elementos construtivos mais representativos desta habitação. Uma classificação de 5 estrelas, expressa a referência adequada para esses elementos, tendo em conta, entre outros factores, as condições climáticas onde o edifício se localiza. Tipo Descrição das Principais Soluções Classificação PAREDES Parede simples ou duplas rebocadas (posterior a 1960) COBERTURAS Cobertura inclinada sem isolamento térmico Cobertura horizontal sem isolamento térmico PAVIMENTOS Pavimento sem isolamento térmico JANELAS Janela Simples com Caixilharia metálica sem corte térmico com vidro duplo e com proteção solar pelo exterior Janela Simples com Caixilharia metálica sem corte térmico com vidro duplo e com proteção solar pelo interior Soluções sem isolamento, referem-se a soluções onde não existe isolamento térmico ou que não foi possível comprovar a sua existência. A classificação de janelas, inclui o contributo de eventuais dispositivos de oclusão noturna. Pior Melhor PERDAS E GANHOS DE CALOR DA HABITAÇÃO Os elementos construtivos contribuem para o consumo de energia associado à climatização e para o conforto na habitação. A informação apresentada, indica o contributo desses elementos, bem como, os locais onde ocorrem perdas e ganhos de calor. 23% Ventilação 26% Cobertura 35% Cobertura INVERNO 145% PIOR 11% Janelas 27% Paredes e portas VERÃO 7% PIOR 27% Janelas 27% Internos 11% Paredes e portas 14% Pavimento 2 de 9

3 PROPOSTAS DE MEDIDAS DE MELHORIA As medidas propostas foram identificadas pelo Perito Qualificado e têm como objectivo a melhoria do desempenho energético do edifício. A implementação destas medidas, para além de reduzir a fatura energética anual, poderá contribuir para uma melhoria na classificação energética. Nº da Medida Aplicação Descrição da Medida de Melhoria Proposta Custo Estimado do Investimento Redução Anual Estimada da Fatura Energética Classe Energética (após medida) Isolamento térmico em paredes exteriores aplicação pelo exterior com revestimento aplicado sobre o isolante até 90 Isolamento térmico de cobertura inclinada - aplicação sobre a laje de esteira até 175 Substituição de vãos envidraçados existentes por novos vãos envidraçados com melhor desempenho energético até 15 Instalação de sistema solar térmico individual sistema termossifão até 370 Saiba mais sobre as medidas de melhoria nas restantes páginas do certificado. CONJUNTO DE MEDIDAS DE MELHORIA Representa o impacto a nível financeiro e do desempenho energético na habitação, que este conjunto de medidas de melhoria terá, se for implementado CUSTO TOTAL ESTIMADO DO INVESTIMENTO até 640 REDUÇÃO ANUAL ESTIMADA DA FATURA CLASSE ENERGÉTICA APÓS MEDIDA RECOMENDAÇÕES SOBRE SISTEMAS TÉCNICOS Os sistemas técnicos dos edifícios de habitação, com especial relevância para os equipamentos responsáveis pela produção de águas quentes sanitárias, aquecimento e arrefecimento são determinantes no consumo de energia. Face a essa importância é essencial que sejam promovidas, com regularidade, ações que assegurem o correto funcionamento desses equipamentos, especialmente em sistemas com caldeiras que produzam água quente sanitária e/ou aquecimento, bem como sistemas de ar condicionado. Neste sentido, é recomendável que sejam realizadas ações de manutenção e inspeção regulares a esses sistemas, por técnicos qualificados. Estas ações contribuem para manter os sistemas regulados de acordo com as suas especificações, garantir a segurança e o funcionamento otimizado do ponto de vista energético e ambiental. Nas situações de aquisição de novos equipamentos ou de substituição dos atuais, deverá obter, através de um técnico qualificado, informação sobre o dimensionamento e características adequadas em função das necessidades. A escolha correta de um equipamento permitirá otimizar os custos energéticos e de manutenção durante a vida útil do mesmo. Estas recomendações foram produzidas pela ADENE - Agência para a energia. Caso necessite de obter mais informações sobre como melhorar o desempenho dos seus equipamentos, contacte esta agência ou um técnico qualificado. 3 de 9

4 DEFINIÇÕES Energia Renovável - Energia proveniente de recursos naturais renováveis como o sol, vento, água, biomassa, geotermia entre outras, cuja utilização para suprimento dos diversos usos no edifício contribui para a redução do consumo de energia fóssil deste. Emissões CO 2 - Indicador que traduz a quantidade de gases de efeito de estufa libertados para a atmosfera em resultado do consumo de energia nos diversos usos considerados no edifício. Valores de Referência - Valores que expressam o desempenho energético dos elementos construtivos ou sistemas técnicos e que conduzem ao cenário de referência determinado para efeito de comparação com o edifício real. Condições Padrão - Condições consideradas na avaliação do desempenho energético do edifício, admitindo-se para este efeito, uma temperatura interior de 18ºC na estacão de aquecimento e 25ºC na estação de arrefecimento, bem como o aquecimento de uma determinada quantidade de água quente sanitária, em função da tipologia da habitação. INFORMAÇÃO ADICIONAL Tipo de Certificado Existente Nome do PQ GERMANO LOPES GIL Número do PQ PQ00742 Data de Emissão 14/02/2017 Morada Alternativa Urb. Quinta da Boavista, Lote 44, Bloco 2, Moradia 8, NOTAS E OBSERVAÇÕES A classe energética foi determinada com base na comparação do desempenho energético do edifício nas condições em que este se encontra, face ao desempenho que o mesmo teria com uma envolvente e sistemas técnicos de referência. Considera-se que os edifícios devem garantir as condições de conforto dos ocupantes, pelo que, caso não existam sistemas de climatização no edifício/fração, assume-se a sua existência por forma a permitir comparações objetivas entre edifícios. Os consumos efetivos do edifício/fração podem divergir dos consumos previstos neste certificado, pois dependem da ocupação e padrões de comportamento dos utilizadores. 4 de 9

5 Esta secção do certificado energético apresenta, em detalhe, os elementos considerados pelo Perito Qualificado no processo de certificação do edifício/fração. Esta informação encontra-se desagregada entre os principais indicadores energéticos e dados climáticos relativos ao local do edifício, bem como as soluções construtivas e sistemas técnicos identificados em projeto e/ou durante a visita ao imóvel. As soluções construtivas e sistemas técnicos encontram-se caracterizados tendo por base a melhor informação recolhida pelo Perito Qualificado e apresentam uma indicação dos valores referenciais ou limites admissíveis (quando aplicáveis). RESUMO DOS PRINCIPAIS INDICADORES Sigla Descrição Valor / Referência Nic Necessidades nominais anuais de energia útil para aquecimento (kwh/m².ano) 71,4 / 29,1 DADOS CLIMÁTICOS Descrição Altitude Valor 76 m Nvc Necessidades nominais anuais de energia útil para arrefecimento (kwh/m².ano) 20,2 / 18,9 Qa Energia útil para preparação de água quente sanitária (kwh/ano) 2.377,3 / 2.377,3 Graus-dia (18º C) 863 Temperatura média exterior ( l / V) 11,7 / 23,1 C Wvm Energia elétrica necessária ao funcionamento dos ventiladores (kwh/ano) 0,0 Eren Energia produzida a partir de fontes renováveis para usos regulados (kwh/ano) 2.417,0 / -* Eren, ext Energia produzida a partir de fontes renováveis para outros usos (kwh/ano) 0,0 Ntc Necessidades nominais anuais globais de energia primária (kwh ep /m².ano) 160,9 / 97,9 * respeitante à contribuição mínima a que estão sujeitos os edifícios novos ou grandes intervenções, quando aplicável Zona Climática de inverno Zona Climática de verão Duração da estação de aquecimento Duração da estação de arrefecimento I1 V3 4,8 meses 4,0 meses PAREDES, COBERTURAS, PAVIMENTOS E PONTES TÉRMICAS PLANAS Paredes Parede posterior a 1960, de cor clara, para exterior, rebocada em ambas as faces com espessura de 0,3m, com co de transmissão térmica (U) igual a 1,1 W/m2ºC (ITE-50 LNEC). Co de transmissão térmica de referência (Uref) de 0,5 W/m2ºC. Área Total e Orientação [m²] Co de Transmissão Térmica* [W/m².ºC] Referência Máximo 1,10 0, Parede posterior a 1960, de cor clara, para edifício adjacente, rebocada em ambas as faces com espessura de 0,3m, com co de transmissão térmica (U) igual a 1 W/m2ºC (ITE-50 LNEC). Co de transmissão térmica de referência (Uref) de - W/m2ºC. 47,8 1,00 0,80 - Coberturas Cobertura pesada horizontal (Terraços) de cor clara para envolvente exterior composta por revestimento, laje estrutural, betonilha e revestimento cerâmico. Valores por defeito, com co de transmissão térmica (U) igual a 2,6 W/m2ºC (ITE-50 LNEC). Co de transmissão térmica de referência (Uref) de 0,4 W/m2ºC. Cobertura pesada inclinada com esteira de cor clara para envolvente interior horizontal. Desvão não útil. Valores por defeito, com co de transmissão térmica (U) igual a 2,25 W/m2ºC (ITE-50 LNEC). Co de transmissão térmica de referência (Uref) de 0,4 W/m2ºC. 9,6 2,60 0,40-51,6 2,25 0,40 - Pavimentos Pavimento térreo composto por laje estrutural, betonilha e revestimento. Valores por defeito, com co de transmissão térmica (U) igual a 1 W/m2ºC (ITE-50 LNEC). Co de transmissão térmica de referência (Uref) de 0,5 W/m2ºC. 61,1 1,00 - * Menores valores representam soluções mais s. 5 de 9

6 Medida de Melhoria Isolamento térmico em paredes exteriores aplicação pelo exterior com revestimento aplicado sobre o isolante Aplicação de 0,06m de isolamento térmico poliestireno expandido extrudido (XPS) em paredes exteriores, reduzindo o valor do co de transmissão térmica em 0,7W/(m2.ºC). A solução é constituída por uma camada de base de 2 mm sobre a parede (que deverá ter um tratamento prévio de limpeza), isolamento termico, rede de fibra de vidro e sobre esta uma nova camada de base com 2 mm, com aplicação de primário e finalmente a camada de revestimento delgado com ½ mm e acabamento em pintura de cor branca. O custo estimado do trabalho é de 25 /m2 + IVA, e inclui material e mão-de-obra. Apesar do período de retorno elevado, esta medida reduz as perdas térmicas e elimina as condensações verificadas no interior da habitação, melhorando as condições de conforto dos espaços. Novos Indicadores de 57% 38% 30% Benefícios identificados Medida de Melhoria Isolamento térmico de cobertura inclinada - aplicação sobre a laje de esteira Colocação de isolamento térmico tipo XPS até perfazer 10 cm de espessura de isolamento na cobertura, permitindo aumentar o conforto interior no Inverno e no Verão e a classe energética da fracção. O custo estimado do trabalho é de 50 /m2 + IVA, e inclui material e mão-de-obra. Esta medida reduz as perdas térmicas e elimina possíveis condensações no interior da habitação, melhorando as condições de conforto dos espaços. Novos Indicadores de 44% IGUAL à referência 30% Benefícios identificados VÃOS ENVIDRAÇADOS Área Total e Orientação [m²] Coef. de Transmissão Térmica*[W/m².ºC] Referência Vidro Fator Solar Global cor clara e protecção solar interior cortinas opacas de cor média. cor clara e protecção solar interior cortinas opacas de cor clara cor clara e pelo interior sem protecção. 1.5 cor clara e protecção solar interior cortinas opacas de cor clara de 9

7 cor clara e protecção solar interior cortinas opacas de cor clara. Sem protecção solar exterior e protecção solar interior cortinas ligeiramente transparentes de cor clara. Sem protecção solar exterior e sem protecção solar interior ,30 2,80 0,75 0,38 4,30 2,80 0,75 0,75 Sem protecção solar exterior e protecção solar interior cortinas ligeiramente transparentes de cor clara ,30 2,80 0,75 0,38 Sem protecção solar exterior e sem protecção solar interior ,30 2,80 0,75 0,75 Sem protecção solar exterior e sem protecção solar interior ,30 2,80 0,75 0,75 * Menores valores representam soluções mais s. Medida de Melhoria Substituição de vãos envidraçados existentes por novos vãos envidraçados com melhor desempenho energético Substituição das caixilharias existentes. As novas caixilharias deverão ser compostas por alumínio com corte térmico, e os vidros serão duplos incolores 6 mm + 5 mm com caixa-de-ar de 16 mm, resultando um co de transmissão térmica (U) de 3,3 W/(m2.ºC). O custo estimado do trabalho é de 300 /m2 + IVA, e inclui material e mão-de-obra e a remoção das caixilharias existentes. O período de retorno desta medida é elevado (>15 Anos), no entanto, o conforto que proporciona obriga à sua recomendação. Durante a operação de montagem, que deverá decorrer em apenas um dia, deverá ser tida em especial atenção a junta entre os caixilhos e as paredes, de forma a garantir o seu correcto isolamento sem micro-fissuras que originem pontes térmicas. Novos Indicadores de 77% 45% 30% Benefícios identificados SISTEMAS TÉCNICOS E VENTILAÇÃO Consumo de Energia [kwh/ano] Potência Nominal [kw] Perdas estáticas Máximo Termoacumulador Sistema de preparação de AQS composto por termoacumulador, da marca Negarra, com uma potência térmica unitária de 1,6kW, eficiência de 81%, alimentado a electricidade. Considerou-se que as redes de tubagem de distribuição de AQS não são isoladas termicamente ,02 1,60 *Valores menores representam soluções mais s. 7 de 9

8 Consumo de Energia [kwh/ano] Potência Nominal [kw] Nominal* Ref. Multi-Split Sistema de climatização composto por unidades multi-split da marca Daikin, instalado em 79% da fracção, com uma potência térmica máxima inferior a 25kW, alimentado a electricidade. Para o cálculo foi considerado um COP de 2,25 e um EER de 2, ,60 967,18-2,25 3,40-2,25 3,00 *Valores maiores representam soluções mais s. Consumo de Energia [kwh/ano] Potência Nominal [kw] Nominal* Ref. Recuperador de calor Sistema de climatização composto por recuperador de calor, instalado em 21% da fracção, alimentado a biomassa. Para o cálculo foi considerado um COP de 0, ,99-0,68 0,89 *Valores maiores representam soluções mais s. Ventilação A ventilação é processada de forma natural. Rph,i (h-1) - Aquecimento igual a 1,03 e Rph,v (h-1) Arrefecimento igual a 1,03, Rph Estimado (h-1) igual a 1,03 Rph mínimo (h-1) igual a 0,4. Taxa nominal de renovação de ar (h -1 ) Mínimo 1,03 0,40 Medida de Melhoria Instalação de sistema solar térmico individual sistema termossifão Instalação de sistema solar térmico individual termosifão do tipo colector solar plano para produção de AQS, composto por 2 colectores solares planos perfazendo uma área total aproximada de 3,7 m2, instalados na cobertura com azimute sul e inclinação de 45º, acoplado a um depósito com capacidade de acumulação de aproximadamente 300 litros, com apoio por resistência eléctrica no depósito. O custo estimado do trabalho é de IVA, e inclui material e mão-de-obra. Os colectores solares deverão possuir certificação EN12976 ou 12975, instalados por um instalador devidamente qualificado e estar registado em base de dados gerida pela entidade gestora do SCE. O cálculo pressupõe um consumo diário igual ao número de habitantes convencionais x 40 litros para 365 dias e o aquecimento e arrefecimento contínuos na estação de Inverno e Verão respectivamente. Novos Indicadores de 82% 42% 57% MAIS Benefícios identificados 8 de 9

9 Legenda: Aquecimento Ambiente Arrefecimento Ambiente Água Quente Sanitária Outros s (Eren, Ext) Ventilação e Extração Outros benefícios que poderão ocorrer após a implementação da medida de melhoria Redução de necessidades de energia Melhoria das condições de conforto térmico Melhoria das condições de conforto acústico Prevenção ou redução de patologias Melhoria da qualidade do ar interior Melhoria das condições de segurança Facilidade de implementação Promoção de energia proveniente de fontes renováveis Melhoria da qualidade visual e prestígio 9 de 9

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