MÍDIAS NA ESCOLA. Continuando nossos estudos... Agosto

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1 MÍDIAS NA ESCOLA Continuando nossos estudos... Agosto

2 PARA RECORDAR! LEITURA: UM ENFOQUE ALÉM DO TEXTO QUAL O GÊNERO? QUAL O SUPORTE? QUEM ESCREVEU? QUANDO ESCREVEU? PARA QUEM ESCREVEU? PARA QUE ESCREVEU? CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO E CIRCULAÇÃO? COMO ESCREVEU? POSSÍVEIS IDEOLOGIAS?

3 CONHECIMENTO DE MUNDO E LEITURA

4 SUGESTÃO DE LEITURA: Livro: Ler e escrever: compromisso de todas as áreas Iara Conceição Bitencourt Neves

5 PRODUÇÃO TEXTUAL TRABALHO DE ARTESÃO Escrita libertar-se do medo de escrever; Pensar no gênero a ser produzido; Ter clareza sobre: para quem se escreve, com que objetivo se escreve; Conhecer sobre o tema/ assunto sobre o qual se escreve; Trabalho de organização das ideias; Esquematização do texto; a 1ª versão; Releitura do texto; Correção/avaliação do texto; Reescrita do texto; O texto foi produzido para quê? (O que fazer com a produção final do texto? Exposição, mostra, entrega ao destinatário real...)

6 COESÃO: COERÊNCIA: (NÍVEL SEMÂNTICO) ESTABELECIMENTO DE UM SENTIDO GLOBAL PARA O TEXTO, UNIDADE OU RELAÇÃO SIGNIFICATIVA ENTRE SEUS ELEMENTOS.

7 Sugestão para leitura!

8 A dimensão da textualidade como fundamento para o ensino de línguas (...)estudo das línguas (...) como ponto de referência, o texto (ANTUNES,2009.p.51) AULA DE PORTUGUÊS Carlos Drummond de Andrade A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender. A linguagem na superfície estrelada de letras, sabe lá o que ela quer dizer? Professor Carlos Góis, ele é quem sabe, e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas, atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me. Já esqueci a língua em que comia, em que pedia para ir lá fora, em que levava e dava pontapé, a língua, breve língua entrecortada do namoro com a prima. O português são dois; o outro, mistério.

9 A dimensão da textualidade desde a realização dos gêneros textuais (...) o que se tem denominado de gêneros de texto abarca outros elementos além do linguístico, pois abrange normas e convenções que são determinadas pelas práticas sociais que regem a troca efetivada pela linguagem. Daí que conhecer os diferentes gêneros que circulam oralmente ou por escrito faz parte de nosso conhecimento de mundo, de nosso acervo cultural. (A escola não pode furtar-se à responsabilidade de promover esse conhecimento.) (ANTUNES,2009.p.54) Fábula Classificados Receita Carta Conto Notícia Reportagem Tirinhas Bilhete Anúncio Publicitário Cartum Charge Poesia Abrir as portas da sala de aula para a diversidade de textos que estão no cotidiano do aluno.

10 LEITURA-ESCRITA DE TEXTOS SEM TODAS OS COMPONENTES CURRICULARES Leitura todas as áreas do conhecimento relações humanas Ensinar LEITURA em todos os componentes curriculares Tudo o que é dito e escrito é moldado por um determinado tipo de gênero, dependendo da situação e da intenção comunicativa. Logo, todos os textos das diversas áreas do conhecimento são gêneros diversos que precisam ser conhecidos pelos alunos para que esses possam ser capazes de LER competentemente.

11 PRODUÇÃO DE TEXTO Apresentar a situação comunicativa escolha do gênero mais adequado de acordo com a situação. Avaliar o conhecimento prévio dos alunos sobre o gênero. Apresentar o gênero escolhido, fazendo circular alguns de seus exemplares pela sala. Usar de "Estratégias de Leitura". Propor que os alunos escrevam um texto inicial do gênero, mesmo que imperfeito, para saber quais os aspectos desse gênero o professor precisa trabalhar mais. Ampliar o repertório do aluno, trazendo mais textos do gênero para a sala. Organizar e sistematizar o conhecimento sobre o gênero, com estudo detalhado de seus elementos, de sua situação de produção e da forma como esse gênero circula (num jornal ou num livro, por exemplo). Fazer uma produção escrita coletiva com a classe, tendo o professor como escriba, para que todos troquem conhecimentos e passem a dominar melhor o gênero estudado. Fazer uma produção escrita individual. Fazer a revisão e a reescrita da produção individual, melhorando-a. Divulgação do texto final produzido.

12 ALUNO PRODUÇÃO DE TEXTO PROFESSOR

13 . o trabalho que o professor (visando à do texto do aluno) faz nesse mesmo texto, no sentido de chamar a atenção deste aluno para algum problema de produção.

14 É, POIS, O TEXTO QUE O PROFESSOR FAZ POR ESCRITO NO, E DE MODO SOBREPOSTO (CÓDIGOS) AO TEXTO DO ALUNO, PARA FALAR DESSE MESMO TEXTO.

15 SUGESTÃO! Uma reflexão e embasamento inicial para as correções das produções dos alunos.

16 Problema. de redação, no lugar de.

17 CORREÇÃO RESOLUTIVA

18

19 CORREÇÃO INDICATIVA

20

21 CORREÇÃO CLASSIFICATÓRIA

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23

24 CORREÇÃO TEXTUAL-INTERATIVA BILHETES

25 O PROFESSOR, NA CORREÇÃO DO TEXTO DO ALUNO, COSTUMA AGIR COMO UM MÉDICO PROCURANDO DOENÇA. O que meu aluno já sabe? Qual o problema mais grave? Em qual (ou quais) problema(s) focarei minha correção neste momento?

26 INTERPRETAR LER COMPREENDER Marcuschi.

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28 PRODUÇÃO DE TEXTO- TRABALHO DE ARTESÃO Ao se tecer um texto podem ocorrer alguns equívocos...

29 EXEMPLOS DE PRODUÇÕES QUE NÃO ATENDERAM AO GÊNERO:

30 PRODUÇÕES COM PROBLEMAS NA ESTRUTURA DO GÊNERO

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32 PROBLEMAS DE COERÊNCIA-NÃO ATENDIMENTO À PROPOSTA...

33 1º ANO INÍCIO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO Em debate...

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39 PRODUÇÃO DE TEXTO- TRABALHO DE ARTESÃO Produção Escrita inicial Reescrita Produção Final

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