ANÁLISE DOS DESLIZAMENTOS EM SALVADOR A PARTIR DOS DADOS PLUVIOMÉTRICOS

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1 ANÁLISE DOS DESLIZAMENTOS EM SALVADOR A PARTIR DOS DADOS PLUVIOMÉTRICOS Camila Figueredo Oliveira, 1 3 Tayná Freitas Brandão 1, Rosângela Leal Santos 1 1 UEFS - Brasil Feira de Santana - 3 RESUMO: Este estudo visa analisar, em uma perspectiva espacial, a relação existente entre os deslizamentos e os dados pluviométrico, pois eventos pluviométricos excepcionais fazem parte da dinâmica ambiental. No entanto, estes fenômenos podem desencadear impactos ao ambiente físico e biológico e às atividades humanas. Para a realização desta pesquisa, foram utilizados dados diários de precipitação de sete estações climatológicas de Salvador fornecidos pelo Instituto de Gestão das Águas e Clima juntamente com as informações sobre deslizamento cedidos pela Defesa Civil de Salvador. Assim, os resultados obtidos neste estudo, através da interpolação dos dados pluviométricos e da localização dos deslizamentos, foram analisados em conjunto e apresentaram uma correlação entre o deslizamento e a pluviosidade, pois, na grande maioria, os deslizamentos ocorreram em anos de pluviosidade abundante. ABSTRACT: This study aims to analyze within a spatial perspective the relationship between landslides and rainfall data, therefore, exceptional rainfall events are part of the environmental dynamics, but they can trigger impacts to the physical and biological environment and human activities. For this research were used daily rainfall data from Salvador s seven weather stations provided by the Water and Climate Management Institute along with information about the slip given by the Salvador s Civil Defense. Then, the results obtained from this study, by the interpolation of rainfall data and the location of the landslides were analyzed together and showed a correlation between landslide and rainfall, as in most of the landslides occurred in years of abundant rainfall. INTRODUÇÃO A ação do homem no espaço faz com que as condições do sistema natural sejam alteradas, o que promove novos processos, num sistema de retroalimentação, uma vez que a natureza não é passiva às intervenções do homem. O espaço urbano representa uma das maiores expressões das transformações provocadas pelo homem na paisagem natural. De acordo com Brandão (2001), os eventos naturais extremos que mais repercutem nas atividades humanas no Brasil são os eventos climáticos. Estes são causados por fatores naturais, associados à disritmias no sistema meteorológico, embora venham sofrendo a atuação do homem, que contribui para sua maior freqüência, intensidade e expansão. Assim este estudo visa analisar dentro de uma perspectiva espacial a relação existente entre os

2 deslizamentos e os dados pluviométrico, pois, eventos pluviométricos excepcionais fazem parte da dinâmica ambiental, porém podem desencadear impactos ao ambiente físico, biológico e às atividades humanas (NUNES, 2008). METODOLOGIA Neste estudo, foram utilizados dados diários de precipitação de sete estações climatológicas de Salvador junto ao Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ), órgão vinculado ao Governo da Bahia. As séries pluviométricas de postos pluviométricos distribuídos pela cidade de Salvador, pré-definidos com as seguintes localizações: CIA do Aterro Metropolitano de Salvador, Aterro Canabrava, INGÁ em Itapuã, Estação climatológica do INMET de Ondina, Ilha amarela, Monte Serrat, Base Naval de Aratu. Escolheu-se o quadriênio de 2006 a 2009, por este ser o período com dados pluviométricos dos sete postos distribuídos pela cidade de Salvador, o que possibilita a inter-relação espacial dos dados, devido à inexistência de dados de estações automáticas. Para o mapeamento da variabilidade espacial de um determinado atributo, é necessário ter um banco de dados que apresente o valor e a localização do atributo. Esse banco de dados é normalmente obtido em uma amostragem não regular de pontos, dentro da área avaliada, e é denominado de dados brutos. Assim, para se obter uma grade regular de pontos, é necessário o uso de interpoladores para estimar pontos em locais que não foram amostrados. A interpolação dos dados de precipitação pluvial mensal foi efetuada utilizando-se o programa Surfer 9.0, através do algoritmo de mínima curvatura. Tendo como dados de entrada o total precipitado e a localização (latitude e longitude) dos registros, este fornece como dados de saída o mapa de interpolação do total precipitado em pontos sem registros. A interpolação de dados é importante para eliminar o chamado efeito mosaico ou efeito xadrez, presentes em geral na visualização de mapas temáticos e para chamar a atenção para as principais concentrações espaciais de determinado atributo, suavizando suas diferenças. Dessa forma, foi utilizada a interpolação por mínima curvatura para a espacialização dos dados de precipitação pluviométrica das sete estações, para se obter a distribuição da precipitação na cidade. Através do site da Defesa Civil de Salvador (CODESAL) pode-se identificar as áreas onde ocorreram deslizamentos no período de 2006 à 2009, que foram sobreposta ao mapa de pluviosidade, o qual serviu para análise das áreas suscetíveis a deslizamentos. Assim, nesta pesquisa, os deslizamentos foram representados por processos pontuais. Os pontos denotam a ocorrência de fenômenos localizados no espaço por um par de coordenadas (x,y). RESULTADOS Na espacialização dos dados pluviométricos do ano de 2006, observou-se o déficit

3 pluviométrico. Fato que pode ser visto na figura 1, referente ao mês de março, que gerou a interpolação de menor valor precipitado durante todos os meses do ano com apenas 63,48mm. Ao analisar os dados de deslizamentos verificou-se que não houve acidentes neste período. Entretanto o mês de Abril de 2006 registrou um alto índice pluviométrico como pode ser observado na figura 2, que variou de 500 a 700 mm, sendo as chuvas mais intensas do ano. Neste mesmo período ocorreram deslizamentos nos bairros Pirajá, Av. Ogunjá, Periperi, Boca do Rio, Fazenda Grande do Retiro, Sussuarana. Assim como os deslizamentos as chuvas estão especializadas na área de estudo. Figura 1: Espacialização das chuvas do mês de março Figura 2: Espacialização das chuvas com pontos de deslizamento do mês de abril No ano de 2007 foi o ano que deteve o menor índice pluviométrico e o menor percentual de ocorrências registradas, apenas três deslizamentos durante todo ano. Figura 3: Espacialização das chuvas com pontos de deslizamento do mês de março

4 Em 2008, a espacialização da precipitação para o mês de março indicou um índice pluviométrico maior do que em março de 2006, com intervalos mínimos e máximos de 0 a 200mm, conforme a figura 3. Porém, além do aumento das chuvas neste mês foram registrados dois deslizamentos nos bairros Praia Grande e Castelo Branco o que não aconteceu no ano de O ano de 2009 foi um ano com pluviosidade acima da média, destaca-se por ter a maior pluviosidade na serie histórica estudada. Dessa forma, foram analisados os meses mais críticos, nos quais dos doze deslizamentos ocorridos durante o ano, dez aconteceram nesses dois meses. O mês de abril de 2009 apresentou uma espacialização da precipitação com valores mínimos e máximos de 300 mm a 500 mm, respectivamente, conforme a figura 4. Segundo os dados pluviométricos, este mês proporcionou uma média mensal de aproximadamente 383 mm em todas as estações analisadas. De acordo com o mapeamento dos deslizamentos observou-se que dos cinco acidentes ocorrido no mês de abril de 2009, três estão localizados nas áreas em que teve uma pluviosidade entre 450 mm e 500 mm. O mês de maio de 2009 revelou um intervalo mínimo e máximo de interpolação entre 500 mm e 900 mm, respectivamente. Este mês apresentou a maior média de todas as estações no período estudado com aproximadamente 706 mm, além de proporcionar o maior número de deslizamento ocorrido no período estudado, que pode ser observado na figura 5. Figura 4: Espacialização das chuvas com pontos de deslizamento do mês de abril Figura 5: Espacialização das chuvas com pontos de deslizamento do mês de maio 4. CONCLUSÃO Esta pesquisa enfatiza a importância da realização de estudos que analisam o risco causado pela ação climática na área urbana de Salvador, além de auxiliar as autoridades competentes na preparação dos planos de prevenção e mitigação de desastres.

5 A metodologia utilizada nesse trabalho mostra as possibilidades que as novas tecnologias trouxeram para o profissional que trabalha direta ou indiretamente com o clima. As vantagens encontradas referem-se à praticidade e velocidade no tratamento do dado espacial diante de uma demanda de análise sobre o espaço geográfico, mesmo sendo ele complexo como o das grandes cidades. Os resultados obtidos neste estudo, através da interpolação dos dados pluviométricos e da localização dos deslizamentos, quando analisadas em conjunto apresentaram uma correlação entre o deslizamento e a pluviosidade, pois na grande maioria os deslizamentos ocorreram em anos de pluviosidade abundante. AGRADECIMENTOS: A CODESAL e ao INGÁ pelos dados fornecidos. REFERENCIAS BAHIA. DEFESA CIVIL DE SALVADOR - CODESAL. Histórico de Acidente. Salvador, < Acesso em: 24 de fevereiro de 2011., INSTITUTO DE GESTÃO DAS ÁGUAS E CLIMA INGÁ, BRANDÃO, A.M. de P.M. Clima Urbano e Enchentes na cidade do Rio de janeiro. In: Impactos Ambientais Urbanos no Brasil, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p NUNES, J. R. S. Efeitos das mudanças climáticas sobre os índices de perigo de incêndios florestais. Telêmaco Borba, 60 p. (Relatório de pesquisa) 2008.

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