Divulgação de Resultados do 4T11 e de março de 2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Divulgação de Resultados do 4T11 e de março de 2011"

Transcrição

1 do e de março de 2011

2 Comentários de abertura Rubens Menin 2

3 Destaques Concentração no segmento econômico e diversificação geográfica; Consistência Operacional e Financeira; Repasse de Clientes e Cash Burn; Rentabilidade e lucro por ação; LOG Commercial Properties Geração de Valor. 3

4 Concentração no segmento econômico e diversificação geográfica Estoque por Fonte de Financiamento Dez/11 %MRV (unidades) População por Faixa de Renda (População em milhões) Distribuição Geográfica do Banco de Terrenos Dez/11 (R$) Evolução do % do VGV no MCMV (faixa 3-10 SM) E D C A/B Renda familiar mensal Classe A/B : mais que R$ Classe C : R$ R$ Classe D : R$ 768 R$ Classe E : menos que R$ 768 Fonte : Revista Exame 28/07/2010 Grande demanda e potencial de crescimento no segmento econômico; Disponibilidade de recursos para financiamento à construção e dos clientes deste segmento; Menor competição; Obs: dados estimados nas divulgações de resultados das empresas listadas. ainda não disponível. 4

5 Consistência Operacional... Unidades Produzidas Vendas Contratadas (%MRV) R$ milhões 5

6 ... E Consistência Financeira Receita Líquida (R$ milhões) Ebitda (R$ milhões) e Margem Ebitda (%) R$ milhões 4T 11 3T 11 4T 10 Var. x 3T11 Var. x 4T Var x 2010 Receita Operacional Líquida Total ,6% 34,9% ,9% Receita INCC alocado à Receita Líquida ,1% 134,1% ,3% Receita de INCC sobre Receita Líquida Total 1,8% 7,8% 1,0% 6,1 p.p. 0,7 p.p. 5,1% 4,9% 0,2 p.p. INCC com defasagem 2 meses 0,5% 3,8% 0,6% 3,3 p.p. 0,1 p.p. 7,7% 7,1% 0,6 p.p. Margem Bruta 29,1% 31,6% 27,2% 2,5 p.p. 1,9 p.p. 31,1% 32,3% 1,3 p.p. Margem Bruta ex-juros 32,3% 35,1% 31,5% 2,7 p.p. 0,9 p.p. 34,4% 36,1% 1,7 p.p. Margem Bruta ex-juros ex-incc 31,1% 29,6% 30,8% 1,6 p.p. 0,3 p.p. 30,9% 32,8% 1,9 p.p. 6

7 Repasse de clientes e Cash Burn Importante atuação do Correspondente Imobiliário Repasse de clientes Cash Burn Residencial (R$ milhões) (em R$ milhões) dez/11 set/11 dez/10 Var. Dez/11 x Set/11 Var. Dez/11 x Dez/10 Dívida total ,2% 38,0% (-) Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras (1.117) (1.423) (1.167) 21,5% 4,2% Dívida Líquida ,9% 101,9% Patrimônio Líquido Total ,5% 20,2% Dívida Líquida / PL Total 42,5% 34,5% 25,3% 8,0 p.p. 17,2 p.p. EBITDA Anualizado ,3% 31,3% Dívida Líquida / EBITDA Anualizado 1,49 1,04 0,97 45,6 p.p. 52,2 p.p. 7

8 Rentabilidade e Lucro por Ação ROE (a.a.) Lucro por Ação (R$) 8

9 LOG Commercial Properties Aporte de Capital (parcela 2/2); Geração de Valor. LOG HORTOLÂNDIA 9

10 Aviso Esta apresentação contém declarações prospectivas. Tais informações não são apenas fatos históricos, mas refletem as metas e as expectativas da direção da MRV Engenharia ( MRV ou Companhia ). As palavras "antecipa", "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "estima", "projeta", "objetiva" e similares são declarações prospectivas. Embora acreditemos que essas declarações prospectivas se baseiem em pressupostos razoáveis, essas declarações estão sujeitas a vários riscos e incertezas, e são feitas levando em conta as informações às quais a MRV Engenharia atualmente tem acesso. A MRV Engenharia não se obriga a atualizar esta apresentação mediante novas informações e/ou acontecimentos futuros. A MRV Engenharia não se responsabiliza por operações ou decisões de investimento tomadas com base nas informações contidas nesta apresentação. Esta apresentação não constitui uma oferta, ou convite, ou solicitação para compra de ações ou qualquer outro ativo mobiliário da Companhia. Nem esta apresentação ou qualquer informação aqui contida deve servir de base para qualquer contrato ou compromisso. Os dados de mercado e informações sobre dados competitivos, incluindo projeções de mercado, utilizados nesta apresentação foram obtidos através de pesquisas internas, externas, documentos públicos e dados de mercado. Apesar de não termos nenhuma razão para acreditar que estes dados não sejam confiáveis, a MRV não efetuou procedimentos independentes visando verificar dados competitivos, participação de mercado, tamanho do mercado, crescimento da indústria e do mercado ou qualquer outro dado fornecido por terceiros ou publicações. A MRV não fornece qualquer representação quanto à estes dados estarem corretos. A administração da MRV acredita que o EBITDA é uma medida prática para aferir seu desempenho operacional e permitir uma comparação com outras companhias do mesmo segmento. Entretanto, ressalta-se que o EBITDA não é uma medida estabelecida de acordo com os Princípios Contábeis Brasileiros (Legislação Societária ou BR GAAP) ou Princípios Contábeis Norte-Americanos (US GAAP) e pode ser definido e calculado de maneira diversa por outras companhias. 10

11 Contatos Leonardo Corrêa Diretor Executivo de Finanças Mônica Simão Diretora Executiva de Relações com Investidores Gerson Mazer Gestor Executivo de Relações com Investidores Tel.: +55 (31)

3º Trimestre de 2008. Teleconferência de Resultados. Lançamentos de 2008. Viver São J. Pinhais (São J. Pinhais-PR) 2T08

3º Trimestre de 2008. Teleconferência de Resultados. Lançamentos de 2008. Viver São J. Pinhais (São J. Pinhais-PR) 2T08 3º Trimestre de 2008 Teleconferência de Resultados Lançamentos de 2008 La Vita (Vitoria-ES) 2T08 Beach Park Wellness Resort (Aquiraz-CE) 1T08 Viver Caxias (Caxias do Sul-RS) 3T08 Viver São J. Pinhais (São

Leia mais

Seminário Setorial de Construção Civil APIMEC SUL. Outubro de 2010

Seminário Setorial de Construção Civil APIMEC SUL. Outubro de 2010 Seminário Setorial de Construção Civil APIMEC SUL Outubro de 2010 Aviso Esta apresentação contém declarações prospectivas. Tais informações não são apenas fatos históricos, mas refletem as metas e as expectativas

Leia mais

Teleconferência de resultados

Teleconferência de resultados Teleconferência de resultados 2 Aviso importante Este material foi preparado pela Linx S.A. ( Linx ou Companhia ) e pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros.

Leia mais

Este documento pode conter projeções, declarações e estimativas a respeito de circunstâncias ou eventos ainda não ocorridos.

Este documento pode conter projeções, declarações e estimativas a respeito de circunstâncias ou eventos ainda não ocorridos. Declaração de Projeções Este documento pode conter projeções, declarações e estimativas a respeito de circunstâncias ou eventos ainda não ocorridos. Estas projeções e estimativas têm embasamento, em grande

Leia mais

Webcast 4T15 Março 2016

Webcast 4T15 Março 2016 Webcast 4T15 Março 2016 Apresentação da Administração Apresentadores Marcos Ernesto Zarzur Diretor Presidente e Diretor Comercial Currículos Iniciou suas atividades na EZTEC em 1986 Diretor Comercial desde

Leia mais

Localiza Rent a Car S.A.

Localiza Rent a Car S.A. Localiza Rent a Car S.A. Resultados 2T10 R$ milhões, USGAAP Agência Aeroporto Internacional de Guarulhos São Paulo Brasil Inauguração: 11/06/2010 14 de julho de 2010 1 Destaques 2T10 R$ milhões 2T09 2T10

Leia mais

Aquisição de 8.671 hectares de terras com florestas plantadas. Conselho de Administração aprova investimento adicional de

Aquisição de 8.671 hectares de terras com florestas plantadas. Conselho de Administração aprova investimento adicional de APRESENTAÇÃO CORPORATIVA Agosto de 2010 11 Destaques Aquisição de 8.671 hectares de terras com florestas plantadas Xno Estado de São Paulo Conselho de Administração aprova investimento adicional de XR$

Leia mais

VALE RIO DOCE S/A. No resultado de 2013 a receita líquida da companhia tinha a seguinte divisão:

VALE RIO DOCE S/A. No resultado de 2013 a receita líquida da companhia tinha a seguinte divisão: VALE RIO DOCE S/A Empresa: A companhia é uma das maiores mineradoras do mundo, sendo a maior das Américas, baseada na capitalização de mercado. É a maior produtora mundial de minério de ferro e pelotas

Leia mais

Grande base de clientes, com CRM visando a fidelização e retenção de clientes

Grande base de clientes, com CRM visando a fidelização e retenção de clientes 1 Pilares Estratégicos 1 Forte cultura corporativa, cujo principal foco é a valorização das pessoas 2 Plataforma de vendas integrada, com múltiplos canais de venda 3 Grande base de clientes, com CRM visando

Leia mais

Nivelamento de Conceitos Contábeis

Nivelamento de Conceitos Contábeis Nivelamento de Conceitos Contábeis Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial - BP Demonstração de Resultado do Exercício - DRE Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Substituiu a Demonstração das Origens

Leia mais

Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI

Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI Renda Fixa Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI O produto O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título que gera um direito de crédito ao

Leia mais

MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 1T12

MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 1T12 MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 1T12 Recorde de repasses: 8.833 clientes no 1T12, 58% superior ao 1T11 Receita líquida atinge R$ 1.007 milhões no 1T12, 26% superior ao 1T11 Belo Horizonte, 14 de maio de 2012

Leia mais

Resultados do ano de 2015

Resultados do ano de 2015 Resultados do ano de 2015 2 de março de 2016 Disclaimer Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros de acordo com a regulamentação de valores

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S/A Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/09/2012 - MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S/A Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 6 Demonstração do Resultado Abrangente

Leia mais

Resultados 2T08 15 DE AGOSTO DE 2008

Resultados 2T08 15 DE AGOSTO DE 2008 Apresentação Resultados 2T08 15 DE AGOSTO DE 2008 Participantes Jorge Cury - Diretor Presidente Marco Mattar - Diretor Vice Presidente Financeiro e Diretor Técnico Rebeca Ouro-Preto - Diretora de Relações

Leia mais

Lucratividade: Crescer, Sobreviver ou Morrer

Lucratividade: Crescer, Sobreviver ou Morrer Lucratividade: Crescer, Sobreviver ou Morrer Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos de Lucratividade e a importância para existência e sucesso das empresas. Proporcionar aos participantes

Leia mais

O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros?

O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros? O comportamento recente da taxa real de juros no Brasil: existe espaço para uma queda maior da taxa de juros? José Luís Oreiro * O Banco Central do Brasil iniciou o recente ciclo de flexibilização da política

Leia mais

AGENDA DESEMPENHO FINANCEIRO NOSSO NEGÓCIO VANTAGENS COMPETITIVAS OPORTUNIDADES

AGENDA DESEMPENHO FINANCEIRO NOSSO NEGÓCIO VANTAGENS COMPETITIVAS OPORTUNIDADES Dezembro de 2015 1 DISCLAIMER Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros de acordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T16

Divulgação de Resultados 1T16 São Paulo - SP, 29 de Abril de 2016. A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private equity

Leia mais

Custo de Oportunidade do Capital

Custo de Oportunidade do Capital Custo de Oportunidade do Capital É o custo de oportunidade de uso do fator de produção capital ajustado ao risco do empreendimento. Pode ser definido também como a taxa esperada de rentabilidade oferecida

Leia mais

RENDA VARIÁVEL. Novembro / 2011

RENDA VARIÁVEL. Novembro / 2011 Novembro / 2011 Acreditamos no Investimento em Renda Variável O mercado americano é um exemplo de consistentes e elevados retornos no longo prazo 2 A Bolsa Brasileira também Apresenta Sólidos Resultados

Leia mais

MARISA LOJAS S.A. 2ª Emissão Pública de Debêntures

MARISA LOJAS S.A. 2ª Emissão Pública de Debêntures MARISA LOJAS S.A. 2ª Emissão Pública de Debêntures Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2013 MARISA LOJAS S.A. 2ª Emissão Pública de Debêntures Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício

Leia mais

AULA 4 BDI E PREÇO DE VENDA. CONSTRUÇÃO CIVIL IV - Professor Leonardo F. R. Miranda

AULA 4 BDI E PREÇO DE VENDA. CONSTRUÇÃO CIVIL IV - Professor Leonardo F. R. Miranda AULA 4 BDI E PREÇO DE VENDA Leonardo F. R. Miranda 1 ORÇAMENTO EMPRESARIAL ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO ORÇAMENTO DE VENDA Determinação Conforme métodos orçamentários estudados 2 ORÇAMENTO EMPRESARIAL: Composto

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD VIP REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO 01.615.744/0001-83 Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD VIP REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO 01.615.744/0001-83 Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER YIELD VIP REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO 01.615.744/0001-83 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais

Leia mais

Teleconferência sobre os Resultados do 1º Trimestre de 2011. 10 mai 2011

Teleconferência sobre os Resultados do 1º Trimestre de 2011. 10 mai 2011 Teleconferência sobre os Resultados do 1º Trimestre de 2011 Sergio Lulia Jacob Diretor Vice-Presidente Financeiro Alexandre Sinzato, CFA Head de Relações com Investidores 10 mai 2011 1 Destaques O Lucro

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Villa Flora - Sumaré São Paulo Relações com Investidores Aviso Importante Nós fazemos declarações sobre eventos futuros que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações

Leia mais

Como avaliar a real rentabilidade das empresas de energia?

Como avaliar a real rentabilidade das empresas de energia? Audiência Pública 004/2007 da ANEEL Segunda Revisão Tarifária Periódica da Coelce Como avaliar a real rentabilidade das empresas de energia? Cláudio J. D. Sales Presidente Instituto Acende Brasil Auditório

Leia mais

Regulamento básico: finanças e controladoria

Regulamento básico: finanças e controladoria Regulamento básico: finanças e controladoria Diretoria de Administração e Planejamento Abril de 2002 Este regulamento estabelece as diretrizes a serem adotadas pela RNP na gestão de seus recursos financeiros,

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE

NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE NOÇÕES BÁSICAS DE CONTABILIDADE Prof. Wanderson S. Paris, M.Eng. prof@cronosquality.com.br NOÇÕES DE CONTABILIDADE DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO BALANÇO PATRIMONIAL DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS X ATIVIDADES

Leia mais

INVESTIMENTO NO EXTERIOR. LUIZ SORGE, CFP Recife, 19/05/2016

INVESTIMENTO NO EXTERIOR. LUIZ SORGE, CFP Recife, 19/05/2016 INVESTIMENTO NO EXTERIOR LUIZ SORGE, CFP Recife, 19/05/2016 Investimentos no Exterior Por que investimos tão pouco? Tema multifacetado : Contexto Legal e Econômico Psicologia do Investidor Aspectos Técnicos

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ: Informações referentes a Outubro de 2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o As informações completas sobre esse fundo podem ser

Leia mais

Apresentação 4T11 & 2011. Abril, 2012

Apresentação 4T11 & 2011. Abril, 2012 Apresentação Resultados 4T11 & 2011 Abril, 2012 Destaques & Eventos Recentes Balanço do ano de 2011 Processo de integração da Agre: SAP; Revisão orçamentária; Processo contábil de combinação de negócios

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISA - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000

DIRETORIA DE PESQUISA - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 DIRETORIA DE PESQUISA - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 Nota metodológica nº 21 Margem de Transporte e Comércio (versão para informação e

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO PEIXE PILOTO PARA CLUBES DE INVESTIMENTOS 2009-2011. Vitória, 26 de agosto de 2009.

POLÍTICA DE INVESTIMENTO PEIXE PILOTO PARA CLUBES DE INVESTIMENTOS 2009-2011. Vitória, 26 de agosto de 2009. POLÍTICA DE INVESTIMENTO PEIXE PILOTO PARA CLUBES DE INVESTIMENTOS 2009-2011 Vitória, 26 de agosto de 2009. ÍNDICE 1. OBJETIVO.... 3 2. ORIENTAÇÃO DA GESTÃO DOS INVESTIMENTOS E PRÁTICAS DE GOVERNANÇA....

Leia mais

B2W Companhia Digital Divulgação de Resultados 2T13

B2W Companhia Digital Divulgação de Resultados 2T13 Estar Mais Próximo do Cliente B2W Companhia Digital Divulgação de Resultados 2T13 RESULTADOS CONSOLIDADOS 2T13 Receita Bruta R$ 1.369,8 MILHÕES +24% Receita Líquida R$ 1.210,5 MILHÕES +22% Lucro Bruto

Leia mais

Antes de investir, compare o fundo com outros da mesma classificação.

Antes de investir, compare o fundo com outros da mesma classificação. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O BNP PARIBAS SOBERANO FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO RENDA FIXA - SIMPLES CNPJ/MF: Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém

Leia mais

Resultados do Terceiro Trimestre de 2005

Resultados do Terceiro Trimestre de 2005 Resultados do Terceiro Trimestre de 2005 28 de outubro de 2005 Mensagem do Panorama do Mercado Resultados Financeiros Ambiente Regulatório Conclusão Mensagem do A TIM Participações está crescendo em um

Leia mais

Esgotamento do Funding Tradicional?

Esgotamento do Funding Tradicional? Esgotamento do Funding Tradicional? Novos instrumentos vão vigorar no curto prazo? Gueitiro Matsuo Genso 12ª Conferência Internacional da LARES São Paulo 19 a 21 de setembro, 2012 Agenda Relevância no

Leia mais

Prévia Operacional 2T15

Prévia Operacional 2T15 Estoque Concluído: 8 do estoque total, um dos menores patamares do setor Vendas de lançamento representaram 22 do VGV lançado Lançamento Urbanismo: 28 do VGV total lançado e 48 do VGV RNI Vendas Urbanismo

Leia mais

LOCALIZAÇÃO DE EMPRESAS Aspectos qualitativos. Profª MSc. Patrícia Tavares

LOCALIZAÇÃO DE EMPRESAS Aspectos qualitativos. Profª MSc. Patrícia Tavares LOCALIZAÇÃO DE EMPRESAS Aspectos qualitativos Profª MSc. Patrícia Tavares LOCALIZAÇÃO É o processo que determina os locais geográficos para as operações de uma empresa; Localizar significa determinar o

Leia mais

Rabobank International Brazil

Rabobank International Brazil Rabobank International Brazil Política de Gerenciamento de Capital Resolução 3.988/2011 Conteúdo 1. Introdução... 3 Patrimônio de Referência Exigido (PRE)... 3 2. Princípios... 4 3. Papéis e Responsabilidades...

Leia mais

Resultados 2005 Resultados 2005

Resultados 2005 Resultados 2005 Resultados 2005 Resultados 2005 Resultados 1T06 Bovespa: RSID3 NYSE (ADR): RSR2Y Receita Líquida alcança R$ 85,2 milhões VGV totaliza R$ 94,3 milhões Vendas contratadas crescem 63% São Paulo, 11 de maio

Leia mais

CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRI/2015

CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRI/2015 CENÁRIO ECONÔMICO PLANO UNIFICADO 2º TRIMESTRE DE 2015 1 CENÁRIO ECONÔMICO O segundo trimestre do ano de 2015 demonstrou uma aceleração da deterioração dos fatores macroeconômicos no Brasil, com aumento

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SANTANDER FIC RENDA FIXA SIMPLES 22.918.245/0001-35 Informações referentes a Maio de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o SANTANDER

Leia mais

Resultados 1T08 (Webcast).

Resultados 1T08 (Webcast). Resultados 1T08 (Webcast). Aviso Importante Este material foi preparado pela Odontoprev S.A. ("Companhia") e pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros. Essas

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: FRANCISCO MARIOTTI. Questão 33 Prova de Inspetor (Questão 29 Prova de Analista de Mercado de Capitais)

CURSO ON-LINE PROFESSOR: FRANCISCO MARIOTTI. Questão 33 Prova de Inspetor (Questão 29 Prova de Analista de Mercado de Capitais) Questão 33 Prova de Inspetor (Questão 29 Prova de Analista de Mercado de Capitais) A lógica da composição do mercado financeiro tem como fundamento: a) facilitar a transferência de riscos entre agentes.

Leia mais

AGENDA: Destaques Desempenho Operacional Mercado de Capitais Estratégias e Perspectivas

AGENDA: Destaques Desempenho Operacional Mercado de Capitais Estratégias e Perspectivas 0 Disclaimer Nossas estimativas e declarações futuras têm por embasamento, em grande parte, expectativas atuais e projeções sobre eventos futuros e tendências financeiras que afetam ou podem afetar o nosso

Leia mais

MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 3T14

MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 3T14 MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 3T14 Forte crescimento de 8,3% no lucro por ação comparado ao Crescimento da margem bruta para 28,2% no 3T14 Robusta Geração de Caixa de R$ 136 milhões trazendo a dívida líquida/pl

Leia mais

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. 4ª EMISSÃO DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2015

VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. 4ª EMISSÃO DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2015 VIVER INCORPORADORA E CONSTRUTORA S.A. 4ª EMISSÃO DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2015 Rio de Janeiro, 29 de Abril de 2016. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade

Leia mais

Helbor Empreendimentos

Helbor Empreendimentos Helbor Empreendimentos Aviso Legal Esta apresentação pode conter certas afirmações que expressam expectativas, crenças e previsões da administração da Helbor sobre eventos ou resultados futuros. Tais afirmações

Leia mais

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon

Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon Avaliação de Empresas EVA E MVA Aula 11 EVA Indica a quantia em termos monetários que foi adicionada à riqueza efetiva do acionista em determinado período Diferente do lucro contábil, pois considera o

Leia mais

Impactos da redução dos investimentos do setor de óleo e gás no PIB

Impactos da redução dos investimentos do setor de óleo e gás no PIB Impactos da redução dos investimentos do setor de óleo e gás no PIB 21 Outubro 2015 1. Apresentação Diversos fatores têm impactado o crescimento econômico do Brasil desde 2014. A mudança nos preços das

Leia mais

Operações Crédito do SFN

Operações Crédito do SFN BC: Operações de Crédito do Sistema Financeiro Nacional sobem 0,1% em maio de 2016, acumulando alta de 2,0% em 12 meses O crédito total do SFN incluindo as operações com recursos livres e direcionados

Leia mais

Nova Estrutura regulatória Visão Estratégica. Dr. Flavio Decat de Moura Diretor de Finanças, Participações e de Relações com Investidores

Nova Estrutura regulatória Visão Estratégica. Dr. Flavio Decat de Moura Diretor de Finanças, Participações e de Relações com Investidores Nova Estrutura regulatória Visão Estratégica Dr. Flavio Decat de Moura Diretor de Finanças, Participações e de Relações com Investidores O setor elétrico brasileiro saiu do risco racionamento, mas... Situação

Leia mais

GUIA DO CRÉDITO CONSCIENTE

GUIA DO CRÉDITO CONSCIENTE GUIA DO 1 FAMILIAR GUIA DO 2 Existem várias maneiras de usar o dinheiro de forma consciente. Uma delas é definir suas necessidades e planejar todos os seus gastos levando em conta a renda disponível. Para

Leia mais

Resultados do 1T16. Rogério Melzi Presidente Pedro Thompson Diretor Financeiro e DRI

Resultados do 1T16. Rogério Melzi Presidente Pedro Thompson Diretor Financeiro e DRI Resultados do Rogério Melzi Presidente Pedro Thompson Diretor Financeiro e DRI Captação Graduação Crescimento da captação presencial (+1,9%) Penetração FIES apenas 8,4% da captação de graduação presencial,

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO MANUAL DE PREENCHIMENTO

PROPOSTA DE PROJETO MANUAL DE PREENCHIMENTO PROPOSTA DE PROJETO MANUAL DE PREENCHIMENTO Cuiabá, 26 de julho de 2005 01-Proposta de Projeto.doc Instruções para Preenchimento dos Formulários do Projeto Este documento deve ser utilizado como referência

Leia mais

Fundo de Investimento em Ações - FIA

Fundo de Investimento em Ações - FIA Renda Variável Fundo de Investimento em Ações - FIA Fundo de Investimento em Ações O produto O Fundo de Investimento em Ações (FIA) é um investimento em renda variável que tem como principal fator de risco

Leia mais

IFRS 13 Mensuração do valor justo

IFRS 13 Mensuração do valor justo www.pwc.com/br IFRS 13 Mensuração do valor justo Equivalente ao CPC 46 Tadeu Cendón Introdução IFRS 13 emitido em maio de 2011 Vigência a partir de 1/1/2013 aplicação prospectiva Objetivos Proporciona

Leia mais

ANEXO E: Análise de Risco e Providências Pertinentes - Conferência inicial

ANEXO E: Análise de Risco e Providências Pertinentes - Conferência inicial ANEXO E: Análise de Risco e Providências Pertinentes - Conferência inicial Credenciais dos patrocinadores Análise de risco do país Credibilidade do estudo de viabilidade e plano de negócios (incluindo

Leia mais

Previdência Complementar no Brasil e seu Potencial de Crescimento VOCÊ

Previdência Complementar no Brasil e seu Potencial de Crescimento VOCÊ Previdência Complementar no Brasil e seu Potencial de Crescimento VOCÊ José Edson da Cunha Júnior Secretaria de Políticas de Previdência Complementar Sumário I Cenário Atual da Previdência Complementar

Leia mais

Anúncio de adjudicação de contrato

Anúncio de adjudicação de contrato 1/ 18 ENOTICES_icmartins 27/10/2011- ID:2011-149873 Formulário-tipo 3 - PT União Europeia Publicação no suplemento do Jornal Oficial da União Europeia 2, rue Mercier, L-2985 Luxembourg Fax (352) 29 29-42670

Leia mais

Recorde histórico de geração de caixa de R$ 258 milhões no 3T15 e R$ 559 milhões nos 9M15

Recorde histórico de geração de caixa de R$ 258 milhões no 3T15 e R$ 559 milhões nos 9M15 Recorde histórico de geração de caixa de R$ 258 milhões no 3T15 e R$ 559 milhões nos 9M15 Belo Horizonte, 12 de novembro de 2015 MRV Engenharia e Participações S.A. (BM&FBovespa: MRVE3 ADR OTCQX: MRVNY),

Leia mais

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS AS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 3 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 Finanças Finança é a ciência de gerenciar recursos, ou a aquela que lida com o emprego do dinheiro num projeto, empresa ou

Leia mais

Investimentos na Duprev

Investimentos na Duprev Investimentos na Duprev Plano de Aposentadoria Duprev CD Contribuições Participantes + = aposentadoria Contribuições da empresa Saldo para Patrimônio Investido Perfis de Investimento Alternativas de aplicação

Leia mais

Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas

Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas Vantagens e desvantagens da utilização do patrimônio líquido pelo seu valor de mercado na avaliação de empresas! Quais as vantagem da utilização do valor de mercado em relação a utilização do patrimônio

Leia mais

CAPÍTULO XI FINANÇAS

CAPÍTULO XI FINANÇAS CAPÍTULO XI FINANÇAS A. INVESTIMENTO DOS FUNDOS DA ASSOCIAÇÃO As decisões referentes aos investimentos da associação deverão tomar como base as declarações sobre normas de investimentos para o Fundo Geral

Leia mais

TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE ll

TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE ll TIPOS DE INVESTIMENTOS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA- PARTE ll! Investimento pré-operacional! Investimento em giro! Liberação do investimento em giro! Sunk Cost Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

PREÇOS DOS SERVIÇOS DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO

PREÇOS DOS SERVIÇOS DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO PREÇOS DOS SERVIÇOS DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO NORMA Nº: NIE-CGCRE-140 APROVADA EM DEZ/2015 Nº 01/07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico

Leia mais

Teleconferência de Resultados do 1T16

Teleconferência de Resultados do 1T16 Teleconferência de Resultados do 1T16 04/ 05 / 2016 1 Destaques & Portfólio Destaques do 1T16 Properties registra no trimestre receita líquida de R$127,0 milhões e EBITDA ajustado de R$102,1 milhões A

Leia mais

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%)

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%) 1 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A Tabela 1 mostra o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de Goiás no período compreendido entre 211 e 213. Nota-se que, percentualmente, o PIB goiano cresce relativamente

Leia mais

Destaques do Período. CADE aprova a fusão No dia 7 de novembro o CADE aprovou a fusão sem restrições.

Destaques do Período. CADE aprova a fusão No dia 7 de novembro o CADE aprovou a fusão sem restrições. 1 Considerações Gerais Considerações referentes às perspectivas do negócio, estimativas de resultados operacionais e financeiros, e às perspectivas de crescimento da B2W, eventualmente expressas neste

Leia mais

Adoção das normas internacionais de contabilidade Diretoria de Finanças, Relações com Investidores e Controle Financeiro de Participações - DFN Superintendência de Controladoria CR 1 Convergência A convergência

Leia mais

Wave Rio de Janeiro - RJ Lançado emsetembro/2011. Apresentação Institucional Novembro 2011

Wave Rio de Janeiro - RJ Lançado emsetembro/2011. Apresentação Institucional Novembro 2011 Wave Rio de Janeiro - RJ Lançado emsetembro/2011 Apresentação Institucional Novembro 2011 Agenda Cyrela em resumo Setor Imobiliário Brasileiro Atividades recentes da Cyrela Indicadores Operacional e Financeiro

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CAMPO GRANDE - MS MARÇO/2016 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

Prof. Eugênio Carlos Stieler

Prof. Eugênio Carlos Stieler CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA CAPITALIZAÇÁO COMPOSTA: MONTANTE E VALOR ATUAL PARA PAGAMENTO ÚNICO Capitalização composta é aquela em que a taxa de juros incide sobre o capital inicial, acrescido dos juros acumulados

Leia mais

A visão empresarial da nova institucionalidade

A visão empresarial da nova institucionalidade Inovação Tecnológica e Segurança Jurídica A visão empresarial da nova institucionalidade José Ricardo Roriz Coelho Diretor Titular Departamento de Competitividade e Tecnologia DECOMTEC Presidente Suzano

Leia mais

Transcrição da Teleconferência Resultados do 1T10 Rossi Residencial (RSID3 BZ) 14 de maio de 2010

Transcrição da Teleconferência Resultados do 1T10 Rossi Residencial (RSID3 BZ) 14 de maio de 2010 Operadora: Bom dia, senhoras e senhores, e obrigada por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência da Rossi para discussão dos resultados referentes ao primeiro trimestre de 2010. O áudio desta teleconferência

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO MRV ENGENHARIA E PARTICIPAÇÕES S.A. I - OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Artigo 1 o A presente Política de Negociação tem por objetivo estabelecer as regras

Leia mais

mercado de cartões de crédito, envolvendo um histórico desde o surgimento do produto, os agentes envolvidos e a forma de operação do produto, a

mercado de cartões de crédito, envolvendo um histórico desde o surgimento do produto, os agentes envolvidos e a forma de operação do produto, a 16 1 Introdução Este trabalho visa apresentar o serviço oferecido pelas administradoras de cartões de crédito relacionado ao produto; propor um produto cartão de crédito calcado na definição, classificação

Leia mais

Talk Show: Novas fontes de recursos e de financiamento da educação superior para superar a crise do FIES Daniel Venturini

Talk Show: Novas fontes de recursos e de financiamento da educação superior para superar a crise do FIES Daniel Venturini Talk Show: Novas fontes de recursos e de financiamento da educação superior para superar a crise do FIES Daniel Venturini Visão Geral da Estácio Participações S.A. Descrição da Companhia (1) Visão Geral

Leia mais

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado

Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Economia Brasileira: da estabilidade macroeconômica ao crescimento sustentado Junho de 2010 Wilson R. Levorato Diretor Geral Brasil e a crise internacional: porque nos saímos tão bem? Onde estamos? Cenário

Leia mais

Resultados 2T13 e 1S13

Resultados 2T13 e 1S13 Resultados 2T13 e 1S13 Relações com Investidores RSID3: R$ 2,87 por ação OTC: RSRZY Total de ações: 428.473.420 Valor de mercado: R$ 1,3 bilhão Teleconferência 15 de Agosto de 2013 Em Português com Tradução

Leia mais

PARECER Nº 008/2013 - MPC

PARECER Nº 008/2013 - MPC PARECER Nº 008/2013 - MPC PROCESSO Nº ASSUNTO ÓRGÃO CNS28.000-02/2010 (0576/2010 - TCERR) Consulta Prefeitura Municipal de Uiramutã RESPONSÁVEL Eliésio Cavalcante de Lima Prefeito Municipal RELATOR Consa.

Leia mais

União Europeia Publicação no suplemento do Jornal Oficial da União Europeia. Anúncio de adjudicação de contrato (Directiva 2004/18/CE)

União Europeia Publicação no suplemento do Jornal Oficial da União Europeia. Anúncio de adjudicação de contrato (Directiva 2004/18/CE) União Europeia Publicação no suplento do Jornal Oficial da União Europeia 2, rue Mercier, 2985 Luxbourg, Luxburgo Fax: +352 29 29 42 670 Correio electrónico: ojs@publications.europa.eu Informação e formulários

Leia mais

PROJETO ACESSO AQUAVIÁRIO AOS PORTOS

PROJETO ACESSO AQUAVIÁRIO AOS PORTOS PROJETO ACESSO AQUAVIÁRIO AOS PORTOS PROPOSTA DE MODELO DE CONCESSÃO CONTRIBUIÇÕES À SEP (A VISÃO DOS USUÁRIOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO) MAIO/2015 4 (QUATRO) PRESSUPOSTOS BÁSICOS MODELO:. Parceria

Leia mais

Abertura e Destaques 4T09 e 2009

Abertura e Destaques 4T09 e 2009 25 de Março de 2010 Abertura e Destaques 4T09 e 2009 Comentário de Abertura CEO Ricardo Valadares Gontijo Breve Histórico IPO Mercado em 2009: Programa Minha Casa, Minha Vida Estratégia Crescimento da

Leia mais

Resultados 2T10. Villa Flora Segmento Econômico

Resultados 2T10. Villa Flora Segmento Econômico Resultados 2T10 Villa Flora Segmento Econômico 1 Resultados 2T10 Aviso Importante Nós fazemos declarações sobre eventos futuros que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base

Leia mais

DIREX Elaboração de Orçamentos sob a Égide da Lei 8666/1993 e do Regime Diferenciado de Contratação

DIREX Elaboração de Orçamentos sob a Égide da Lei 8666/1993 e do Regime Diferenciado de Contratação Elaboração de Orçamentos sob a Égide da Lei 8666/1993 e do Regime Diferenciado de Contratação Coordenação-Geral de Custos de Infraestrutura de Transportes Diretoria Executiva Legislação Aplicada Lei 12.462,

Leia mais

EXAME DE SUFICIÊNCIA - 01/2000 I - CONTABILIDADE GERAL

EXAME DE SUFICIÊNCIA - 01/2000 I - CONTABILIDADE GERAL EXAME DE SUFICIÊNCIA - 01/2000 I - CONTABILIDADE GERAL 1 - Podemos considerar como fato permutativo a transação: a) compra de galpão para a fábrica. b) venda de mercadoria a prazo. c) pagamento de salários

Leia mais

Resultados do 2T09. Teleconferência de Resultados

Resultados do 2T09. Teleconferência de Resultados Resultados do 2T09 Teleconferência de Resultados Destaques do 2T09 2 Destaques do 2T09 em linha com a estratégia geral da Companhia Nossas conquistas do 2T09 são refletidas nos resultados da Companhia

Leia mais

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2011 - DIRECIONAL ENGENHARIA SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2

ITR - Informações Trimestrais - 30/06/2011 - DIRECIONAL ENGENHARIA SA Versão : 1. Composição do Capital 1. Balanço Patrimonial Ativo 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 2 Balanço Patrimonial Passivo 3 Demonstração do Resultado 4 Demonstração do Fluxo de Caixa 5 Demonstração das Mutações

Leia mais

MENSAGEM DO PRESIDENTE

MENSAGEM DO PRESIDENTE MENSAGEM DO PRESIDENTE A Ética sempre se fez historicamente presente no ambiente corporativo da Schulz S/A, gerando relações exitosas e, por isso, duradouras entre clientes e fornecedores. A elaboração

Leia mais

A empresa quantifica aspectos socioambientais nas projeções financeiras de:

A empresa quantifica aspectos socioambientais nas projeções financeiras de: Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Econômica Critério I - Estratégia Indicador 1 - Planejamento Estratégico 1. Assinale os objetivos que estão formalmente contemplados no planejamento

Leia mais

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto USP Departamento de Economia

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto USP Departamento de Economia Pobreza e Desigualdade 1) Que é pobreza? Inicio dos anos 1970: percepção de que as desigualdades sociais e a pobreza não estavam sendo equacionadas como resultado do crescimento econômico. Países ricos:

Leia mais

Entretanto, este benefício se restringe a um teto de 12% da renda total tributável. O plano VGBL é vantajoso em relação ao PGBL para quem:

Entretanto, este benefício se restringe a um teto de 12% da renda total tributável. O plano VGBL é vantajoso em relação ao PGBL para quem: 2 1 3 4 2 PGBL ou VGBL? O plano PGBL, dentre outras, tem a vantagem do benefício fiscal, que é dado a quem tem renda tributável, contribui para INSS (ou regime próprio ou já aposentado) e declara no modelo

Leia mais

Impressora Latex série 300. Garantia limitada

Impressora Latex série 300. Garantia limitada Impressora Latex série 300 Garantia limitada 2013 Hewlett-Packard Development Company, L.P. 1 Avisos legais As informações contidas neste documento estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As únicas

Leia mais

COMO DETERMINAR O 1º PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO NOVO

COMO DETERMINAR O 1º PREÇO DE VENDA DE UM PRODUTO NOVO COMO DETERMINAR O 1º PREÇO DE VENDA DE UM A construção de um fluxo de caixa. A relação VPL / Investimento Depois do primeiro preço, o que vale é a margem de contribuição. Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br)

Leia mais

TERCEIRA COLETÂNEA DE RESPOSTAS DADAS A PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO PREGÃO PRESENCIAL Nº 001/2015 - GOIÁS PARCERIAS

TERCEIRA COLETÂNEA DE RESPOSTAS DADAS A PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO PREGÃO PRESENCIAL Nº 001/2015 - GOIÁS PARCERIAS TERCEIRA COLETÂNEA DE RESPOSTAS DADAS A PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO PREGÃO PRESENCIAL Nº 001/2015 - GOIÁS PARCERIAS Processo n : 201500004029144 Assunto: CONTRATAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS

Leia mais