PROPOSTAS REGIONAIS - CEARÁ

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1 PROPOSTAS REGIONAIS - CEARÁ EIXO 1 - DEMOCRATIZAÇÃO DO SISTEMA CONSELHOS E AMPLIAÇÃO DAS FORMAS DE INTERAÇÃO COM A CATEGORIA Promover a mobilização para formação e participação política da categoria. Garantir que as falas dos Pré-congressos para a qualificação dos grupos tragam um cenário atual e da perspectiva futura. Garantir um espaço de transparência das decisões políticas dos Delegados do Estado do Ceará nos espaços representativos. Ampliar a participação dos estudantes, na relação de 4 profissionais para 1 estudante, com direito a voz e voto nas propostas dos Pré-congressos e Congressos. Limitar as atividades de plenária dos COREPs em doze horas diárias, iniciando às 8 horas da manhã. Realizar planejamentos e orçamentos participativos anuais. Ampliar os meios de publicização das prestações de contas orçamentárias e de atividades, mensalmente, através de site e outros recursos. Acolher os profissionais recém-formados e promover encontros a respeito da inserção na atividade profissional, assegurando a participação do Sindicato dos Psicólogos. Realizar nos COREPs a prestação de contas da efetivação ou não das deliberações aprovadas nos COREPs anteriores. Ampliar a participação de colaboradores na COE Comissão de Orientação e Ética e COF Comissão de Orientação e Fiscalização, no processo formativo e de orientação em espaços externos ao CRP. Descentralizar da Sede o acolhimento dos psicólogos recém-formados, contando com instituições/profissionais colaboradores. Assegurar a gratuidade da taxa de inscrição do psicólogo recém-formado. Instituir o tratamento diferenciado aos psicólogos recém-inscritos dentro das possibilidades orçamentárias do CRPs, conforme Lei nº Garantir um quórum mínimo de 09 psicólogos em todos os espaços deliberativos no Sistema Conselhos. Alterar o nome Congresso para Conferência. Garantir que as Resoluções emitidas pelo CFP e CRs devam ser precedidas de consultas públicas junto à categoria. Criação de sub-sedes em cidades pólos do Ceará, para que haja uma maior sensibilização dos profissionais com relação às ações promovidas pelo Conselho Regional de Psicologia. Realizar encontros regionais para fomentar a troca de experiências, com a presença do Conselho Regional, consolidando suas ações, no mínimo, anualmente.

2 Articular parcerias entre as universidades existentes na região e as representações do Conselho. Fomentar uma Comissão Regional, constituída por profissionais e representantes do CRP-11. Notificar às Instituições, convocando os profissionais a participarem dos eventos relativos à profissão. Construir um banco de dados para registrar a localização dos campos de atuação. Eleger anualmente um tema de caráter nacional pela APAF e outro regional eleito por cada CR que balizará as ações do Sistema Conselhos. Garantir a transparência das ações políticas, administrativas e financeiras do Sistema Conselhos. Garantir a acessibilidade dos psicólogos e da sociedade aos locais e produção do Sistema Conselhos. Ampliar e qualificar a política de orientação e fiscalização do Sistema Conselhos. Ampliar mecanismos efetivos de discussão, avaliação e validação de novas técnicas e abordagens do ponto de vista técnico e epistemológico, gerando estratégias para integrar a produção decorrente da comunidade cientifica e as ações do Sistema Conselhos. Promover diferentes formas e modalidades de pagamento da anuidade do Conselho Regional. Criar espaços de diálogo com os alunos de psicologia sobre o processo de atuação do profissional. Inserir no site do Regional o link específico para cada Comissão, onde sejam vinculadas as informações inerentes às datas, membros, atas das reuniões e outras informações sobre as ações das Comissões. Garantir a transparência das ações políticas, administrativas e financeiras do Conselho Regional. Criar mecanismos de ouvidoria no Conselho Regional. Incentivar a expansão das Comissões e temáticos no interior do Estado. Criar mecanismos de sistematização da memória da Psicologia no Ceará. Garantir a implementação da Subseção na Região Cariri na Gestão Ampliar o diálogo das Instituições de Ensino Superior com os profissionais da Psicologia no tocante ao recebimento de estagiários. Criação da Comissão de relacionamento profissional e construção da Psicologia enquanto ciência e profissão nas Subseções. Ampliar a comunicação do CRP-11 com os estudantes. Ampliar a atuação da página do CRP-11 no facebook. Viabilizar a criação da Subsede no interior, a exemplo de Sobral, após a análise do impacto financeiro no CRP-11. Consolidar o Núcleo Gestor do Cariri através da sua Subsede. Tomar pública aos psicólogos a ata produzida nas Plenárias.

3 Divulgar de forma on-line os eventos e discussões públicas realizadas pelos Conselhos de Psicologia. Fomentar de forma ampliada o diálogo com os alunos de psicologia na gestão do CRP-11. Viabilizar a criação da Subsede nas regiões Norte e Central do Estado do Ceará, a exemplo da região do Cariri. Intensificar a fiscalização nos órgãos públicos quando houver a utilização dos testes psicológicos nos concursos públicos.

4 EIXO 02 CONTRIBUIÇÕES ÉTICAS, POLÍTICAS E TÉCNICAS NOS PROCESSOS DE TRABALHO Que o Conselho Federal permaneça na luta contra o Ato Médico. Apoiar o movimento pela continuação da luta pela implementação da carga horária de 30 (trinta) horas semanais para o psicólogo, além do piso salarial. Buscar a aproximação com o Sindicato da categoria. Realizar a cada 06 meses capacitações sobre Ética e a prática em eventos regionais. Fortalecer o debate a respeito das condições de trabalho do psicólogo.. Promover atividades e divulgar para a categoria e sociedade civil o debate sobre as relações entre a Psicologia e a diversidade dos fenômenos religiosos. Divulgar amplamente as orientações do Sistema Conselhos sobre as boas práticas multiprofissionais, inclusive sobre os registros pertinentes. Rever as normas de fiscalização e orientação para que estas estejam contextualizadas com a diversidade de práticas de Psicologia. Ampliar estratégias de aproximação entre o Sistema Conselhos e as IES para orientações éticas e participação política. Discutir as questões éticas e de Direitos Humanos envolvidas no adoecimento de pessoas e comunidades atingidas pelos mega-eventos, obras públicas (pensar os projetos e as consequências destes eventos e obras). Incluir na pauta das Emergências e Desastres as questões específicas (desastre permanente seca; semi-árido) locais e regionais. Desenvolver um espaço de formação continuada a partir de referências técnicas e éticas relevantes para (formação) o exercício profissional. Viabilizar nas instâncias legais e cabíveis um direito mínimo de participação em eventos e espaço de articulação política e técnica da categoria. Fortalecer os processos de incentivo à participação de eventos da categoria e afins por meio de convocação às instituições. Garantir o fortalecimento de referências técnicas e éticas de atuação em diferentes contextos da psicologia. Construir subsídios teóricos e fundamentação consistente sobre ética e bioética na formação e na prática profissional. Fortalecer os trabalhos da Comissão de Avaliação Psicológica, aperfeiçoamento do SATEPSI. Regulamentação do dimensionamento por alunos dos instrumentos de avaliação psicológica nas IES.

5 Propor os docentes que utilizam instrumentos psicológicos inscrevendo-os no Conselho Regional. Promover o I Seminário Psicologia e Religiosidade na Região do Cariri, buscando se aproximar das questões éticas e técnicas nos processos de trabalho. Contribuir na política das Emergências e Desastres para a atuação do psicólogo na Região do Cariri. Acompanhar a política de Saúde Mental na Região do Cariri, buscando se aproximar das técnicas nos processos de trabalho. Acompanhar de forma sistemática a fiscalização e orientação à categoria nos processos de trabalho nos setores públicos e privados na Região do Cariri. Dialogar com a formação em Psicologia na Região do Cariri. Construir referências de implantação de serviços em Psicologia com caráter regulamentador e orientador de práticas éticas na Região do Cariri. Apoiar o Sindicato dos Psicólogos para a construção do plano de cargos, carreira e salários dos profissionais de Psicologia. Realizar com maior rigor a fiscalização nas denúncias, nas punições por infrações do Código de Ética. Melhorias na atuação profissional em relação ao piso salarial, jornada de trabalho para 30 horas/semanal, vínculo empregatício, concurso público, transporte. Aumentar a fiscalização nas IESs. Promover maior fiscalização das condições do edital de concursos públicos. Ampliar a divulgação do SATEPSI. Garantir a interlocução entre CRs e instituições públicas e privadas empregadoras com intuito de informar as condições técnicas, éticas e políticas da prática profissional, evitando a precarização do trabalho. Ampliar o diálogo com as instituições representativas da categoria, tais como sindicatos, associações, federações, como meio de garantir o exercício ético e técnico da profissão. Fomentar e criar espaços de comunicação específica com a categoria sobre regulamentações, resoluções e normas sobre o exercício profissional. Manter e aprofundar diálogo com a ABEP à guisa de garantir curricularmente a formação ética e política do futuro profissional de Psicologia. Fomentar a participação do profissional de Psicologia nas discussões sobre o processo transsexualizador. Defender o PL que discute a implementação do ensino de Psicologia no Ensino Médio. Defender o PL que institui o exercício do psicólogo(a) na Educação Pública Básica. Defender o PL que estabelece a carga horária máxima de trabalho de 30hs sem redução salarial. Fomentar a participação do Sistema Conselhos nas instituições de Controle Social como propositor de políticas públicas.

6 Fomentar a participação dos psicólogos no processo de formulação e gestão de políticas públicas no órgãos competentes. EIXO 03 AMPLIAÇÃO DA PARTICIPAÇÃO DA PSICOLOGIA E SOCIEDADE NAS POLÍTICAS PÚBLICAS Articular um fórum estadual contra a medicalização infanto-juvenil. Incentivar articulações entre as IESs e os órgãos executivos de políticas públicas que tenham como finalidade a aproximação da formação profissional com as demandas da realidade social. Lutar contra as ações de privatização das políticas públicas. Fortalecer o vínculo do CRP com o Sindicato dos Psicólogos de modo a colaborar e agir frontalmente contra a precarização do trabalho e em prol de melhorias nas perspectivas de cargos, salários e carreiras em políticas públicas. Fomentar participação do psicólogo no Plano Nacional de Ação das Emergências e Desastres. Ampliar e fortalecer o diálogo do CRP com o movimento de Luta Anti-manicomial, em consonância com a Reforma Psiquiátrica Brasileira. Cobrar a efetivação das deliberações referentes à IV Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial. Reafirmação do Projeto de Lei para a atuação do psicólogo em todas as escolas públicas. Criar um espaço para acolhimento do sofrimento psíquico, diferente dos transtornos mentais severos, através do acompanhamento sistemático na saúde. Possibilitar a inserção obrigatória do serviço de Psicologia dentro dos hospitais públicos. Criação obrigatória do cargo de psicólogo nas Comarcas. Fomentar a participação e o debate na construção de Políticas Públicas voltadas para o semi-árido. Potencializar o Seminário de Psicologia e Direitos Humanos, nos aspectos de divulgação, contatos com IES e Movimentos Sociais de Direitos Humanos. Mapear e acompanhar a participação da Psicologia nas Políticas Públicas. Promover a articulação das Comissões dos CRPs com IES, Sindicatos, Movimentos Sociais, Fóruns, Frentes, Controle Social, etc. Propor a descentralização dos Fóruns de Entidades de Psicologia nos Estados. Criar espaços de discussão acerca da Psicologia e as questões do semi-árido. Acompanhar permanentemente as relações e condições de trabalho dos psicólogos.

7 Estabelecer estratégias e parcerias com fins à defesa de direitos e consolidação de avanços da categoria. Ampliar a atuação do CRP em cidades-pólo do Estado. Criar espaços descentralizados de diálogo sobre Políticas Públicas em âmbito estadual. Contribuir na luta pela aprovação em Lei da atuação dos psicólogos na educação, de forma que as escolas públicas e privadas tenham profissionais da Psicologia. Contribuir para a implantação de um sistema de atendimento em Saúde Mental articulado e dinâmico na Região do Cariri. Avançar o diálogo com os Conselhos Municipais de Saúde nos municípios da Região do Cariri. Sensibilizar os gestores para a ampliação dos serviços de Psicologia passando a atender a grande demanda, mapeando as práticas da Psicologia. Mapear a participação do psicólogo nas Políticas Públicas na Região do Cariri. Garantir a realização dos Encontros Caririenses na agenda do Plenário, ampliando a participação de estudantes de Psicologia e representantes da sociedade caririense. Implementar espaços de diálogo na Região do Cariri sobre a Política Nacional da Pessoa Idosa, podendo ser inserido como temática do Encontro Caririense de Psicologia. Fomentar junto às instituições públicas de saúde, espaços de discussão sobre as práticas dos profissionais de Psicologia nos centros terapêuticos para tratamento de dependentes químicos. Ampliar a discussão dos processos de trabalho dos psicólogos no NASF, fortalecendo a perspectiva do apoio matricial e de uma clínica ampliada na Atenção Básica na Região do Cariri. Garantir assento nos Conselhos Municipais para a categoria dos psicólogos. Garantir a implantação da vigilância em Saúde do Trabalhador no âmbito municipal, efetivando a participação do psicólogo na equipe. Fomentar a obrigatoriedade do psicólogo na equipe dos CEREST s. Sensibilizar o poder Judiciário para a necessidade de efetivar, através de concurso público, psicólogos que trabalhem subsidiando suas decisões. Encontros regionais para o fortalecimento da identidade do psicólogo nos espaços de políticas públicas no Cariri para integração das redes municipais da assistência social e saúde. Intensificar a mobilização do Conselho/Subsede no Cariri para o fortalecimento da categoria. Ampliar as equipes volantes dos CRAS. Fomentar a inserção do psicólogo nas capacitações sobre políticas públicas.

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