PROGRAMA DE DISCIPLINA

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1 PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Tópicos Enfermagem Materno e Saúde Pública - A Fitoterapia Clínica na Atenção Primária à Saúde CÓDIGO: EMI038 COORDENADOR: CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA CRÉDITOS INÍCIO TÉRMINO TEÓRICA PRÁTICA VERSÃO CURRICULAR: 2014/2 PERÍODO: - DEPARTAMENTO: EMI PRÉ-REQUISITOS Não há. CLASSIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: ( ) Obrigatória ( x ) Optativa N o de vagas: EMENTA História das plantas medicinais e da fitoterapia; O modelo de fitoterapia da OMS e do MS; Conceitos fundamentais em fitoterapia; A fitoterapia no SUS: bases legais; Critérios de validação de fitoterápicos; Fitoterapia clínica: utilização terapêutica, prescrição e atuação do profissional; Fitoterapia clínica na prática clínica do enfermeiro e do nutricionista; Projetos de difusão da fitoterapia no SUS; Fitoterapia clínica: toxicologia e interações medicamentosas. OBJETIVO GERAL Conhecer conceitos fundamentais em fitoterapia necessários para iniciação da prática clínica no âmbito da atenção primária à saúde. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender o papel da fitoterapia e sua relevância na prática clínica da atenção primária; Desenvolver capacidade crítica acerca do uso da fitoterapia na prática clínica. METODOLOGIA O desenvolvimento da disciplina será realizado por meio de aulas expositivas referentes ao conteúdo programático da disciplina, grupos de discussão acerca da temática em fitoterapia, visitas técnicas (Horto Florestal), relatos de experiência, seminários e duas avaliações. AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO PONTOS

2 Avaliação I 20,0 Avaliação II 20,0 Grupos de discussão 30,0 Seminário final 30,0 Total 100,0 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO História das plantas medicinais e do desenvolvimento da fitoterapia como recurso terapêutico na antiguidade; Conceitos fundamentais em fitoterapia: o modelo de fitoterapia ocidental proposto pela OMS e MS do Brasil; Conceitos fundamentais em fitoterapia: plantas medicinais, droga vegetal, remédio popular, fitoterápico manipulado e industrializado; As políticas oficiais do Brasil no âmbito da utilização terapêutica de plantas medicinais e da fitoterapia com enfoque na APS; Validação de fitoterápicos: critérios de validação internacional de fitoterápicos e da Anvisa no Brasil; medicamento fitoterápico e produto fitoterápico tradicional; Fitoterapia clínica: perspectivas de utilização terapêutica de plantas medicinais e da fitoterapia no SUS; Fitoterapia clínica: o âmbito da atuação do profissional de enfermagem e nutrição na utilização de plantas medicinais e da fitoterapia; Relato de experiência: utilização terapêutica de plantas medicinais e da fitoterapia no SUS/PSF; Fitoterapia clínica: prescrição e/ou orientação sobre preparados extemporâneos à base de plantas medicinais e drogas vegetais de acordo com a Farmacopéia Brasileira (5ª edição, 2010) e seu Formulário de Fitoterápicos, 1ª edição de 2011; Fitoterapia clínica para o profissional de enfermagem e nutrição: prescrição e/ou orientação sobre preparados extemporâneos à base de plantas medicinais e drogas vegetais de acordo com o Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira; Fitoterapia clínica no SUS: orientação/prescrição de fitoterápicos manipulados a partir da RENISUS 2009, disponibilizados pelo Projeto Farmácia Viva e Componente Verde da Farmácia de Minas e Componente Verde da Farmácia de Minas; Fitoterapia clínica para o profissional de enfermagem e nutrição: orientação/prescrição de fitoterápicos a partir da RENISUS 2009 e do Projeto Farmácia Viva; Relato de experiência: Projeto Farmácia Viva e Componente Verde da Farmácia de Minas; Fitoterapia clínica no SUS: orientação/prescrição de fitoterápicos industrializados a partir da RENISUS 2009, disponibilizados e fabricados pelo MS-Brasil no SUS; Fitoterapia clínica: principais indicações; Fitoterapia clínica: toxicologia e interações medicamentosas;

3 REFERÊNCIAS ALEIXO, J.L.M. Horto Medicinal Frei Veloso: 25 anos de criação. Gerais: Revista de Saúde Pública do SUS/MG Volume 2 N 1. BH, 2014 ALEIXO, J.L.M.; LOPES FILHO, J.D. Plantas medicinais. In: Horto Medicinal Frei Veloso. Informe Técnico Nº 1 CEMEMOR-HMFV-UFMG, 2013 ALEIXO, J.L.M.; LOPES FILHO, J.D. Toxidez em plantas ornamentais de pequeno porte. In: Horto Medicinal Frei Veloso. Informe Técnico Nº 2. HMFV-UFMG, 2014 ALEIXO, J.L.M.; LOPES FILHO, J.D. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o incentivo a fitoterapia. In: Horto Medicinal Frei Veloso. Informe Técnico Nº 3. HMFV-UFMG, 2015 AMARAL, A.C.F.; SIMÕES, E.V.; FERREIRA, J.L.P. Coletânea científica de plantas de uso medicinal. FIOCRUZ. Rio de Janeiro, Brasil: Abifito, 2005 ANTONIO, G.D.; TESSER, C.D.; MORETTI-PIRES, R.O. Contributions of medicinal plants to care and health promotion in primary healthcare. Interface (Botucatu), v.17, n.46, p , jul./set ANTONIO, G.D.; TESSER, C.D.; MORETTI-PIRES, R.O. Fitoterapia na atenção primária à saúde. Rev Saúde Pública, v.48, n.3, p , BECKER, M.M. PROGRAMAS DE FITOTERAPIA NA REDE PÚBLICA DE SAÚDE NO BRASIL. Dissertação de Mestrado. UFSC, 2012 BRASIL. Ministério da Saúde. As cartas da promoção da saúde. Secretaria de Políticas de Saúde, Brasília-DF, Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 48, de 16 de março de Aprova o regulamento técnico de medicamentos fitoterápicos junto ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. D. O. U. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 18 mar Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução nº 90, de 16 de março de Dispõe sobre o Guia para os estudos de toxicidade de medicamentos fitoterápicos. D.O.U. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 18 mar Ministério da Saúde. Portaria nº 971, de 03 de maio de Aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde. D.O.U. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 04 mai. 2006a.. Presidência da República. Decreto nº de 22 de junho de Aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e dá outras providências.d.o.u. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 23 jun. 2006b.. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília. 2006c. 60p.. Ministério da Saúde. A Fitoterapia no SUS e o Programa de Pesquisas de Plantas Medicinais da Central de Medicamentos. Brasília. 2006d.. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Brasília: Ministério da Saúde, p.. Ministério da Saúde. Anvisa. Instrução normativa nº 5, de 31 de março de 2010.

4 Lista de referências bibliográficas para avaliação de segurança e eficácia de medicamentos fitoterápicos. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 05/04/2010. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, p. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília : Ministério da Saúde, Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.Resolução - RDC Nº 18, 3 de abril de Ministério da Saúde. Anvisa. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n 26, de 13 de maio de Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 13/05/ Ministério da Saúde. Anvisa. Instrução Normativa nº 4, de 18 de junho de Determina a publicação do Guia de orientação para registro de Medicamento Fitoterápico e registro e notificação de Produto Tradicional Fitoterápico. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, 18/06/2014..Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política nacional de práticas integrativas e complementares no SUS: atitude de ampliação de acesso 2. ed. Brasília : Ministério da Saúde, p.: il. CARVALHO, Ana Cecília Bezerra. Plantas Medicinais e Fitoterápicos: regulamentação sanitária e proposta de modelo de monografia de espécies vegetais oficializadas no Brasil p. Tese [Doutorado em Ciências da Saúde], Universidade de Brasília Brasília, CARVALHO, Ana Cecília Bezerra; BRANCO, Patrícia F.; FERNANDES, Liliane A.; MARQUES, Robelma, F. de O.; CUNHA, Simone C.; PERFEITO, João Paulo S. Regulação Brasileira em Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Revista Fitos,Rio de Janeiro, v. 7, n. 01, p. 5-16, jan./mar., CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN-197/ Estabelece e reconhece as Terapias Alternativas como especialidade e/ou qualificação do profissional de Enfermagem. Disponível em: CONSELHO FEDERAL DE FÁRMÁCIA Resolução CFF Nº 477, de 28 de Maio de 2008, DOU Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito das plantas medicinais e fitoterápicos CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Resolução CFN nº 402, de 30 de julho de Regulamenta a prescrição fitoterápica pelo nutricionista de plantas in natura frescas, ou como droga vegetal nas suas diferentes formas farmacêuticas, e da outras providencias. Disponível em: <http://www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2007/res402.pdf>. CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Resolução CFN N 556, de 11 de abril de 2015 Altera as Resoluções nº 416, de 2008, e nº 525, de 2013, e acrescenta disposições à regulamentação da prática da Fitoterapia para o nutricionista como complemento da prescrição dietética. Brasília CONSELHO FEDERAL DE ODONTOLOGIA. Resolução CFO-82/2008. Reconhece e regulamenta o uso pelo cirurgião- dentista de práticas integrativas e complementares à saúde bucal. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Processo-Consulta no Conselho Federal de Medicina nº 1.301/1991. Reconhece a atividade de fitoterapia, desde que seja desenvolvida sob a supervisão de profissional medico. Disponível em: <http://portal.cfm.org.br>.

5 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Processo-Consulta no Conselho Federal de Medicina nº 4, de 14 de janeiro de Acupuntura e fitoterapia reconhecimento e regulamentacão como práticas medicas. Disponível em: <http://portal.cfm.org.br>. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Parecer nº 01001, de 14 de julho de Fitoterapia Prescrição Direito. Disponível em:<http://portal.cfm.org.br>. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. Parecer COREN-SP nº 028/2010 CT DE LA CRUZ, M.G, O acesso aos fitoterápicos e plantas medicinais e a inclusão social diagnóstico situacional da cadeia produtiva farmacêutica no estado de Mato Grosso DALMASO, A.S.W. & NEMES Filho A. Promoção à Saúde. in: Manual de Condutas Médicas. IDS/USP/MS, São Paulo, ELDIN, SUE; DUNFORD, ANDREW. Fitoterapia na Atenção Primária à Saúde. Ed. Manole, 2001 FINTELMANN, V.; WEISS, R. F. Manual de fitoterapia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LEITÃO, F., LEITÃO S.G., FONSECA-KRUELB,V.S. Medicinal plants traded in the open-air markets in the State of Rio de Janeiro, Brazil: an overview on their botanical diversity and toxicological potential. Rev Bras Farmacogn 24(2014): LUZ M.T. Cultura contemporânea e medicinas alternativas: novos paradigmas em saúde no fim do século XX. Physis [online], v. 15, supl., p , WHO monographs on selected medicinal plants. Geneva, Switzerland: World Health Organization, v.2.. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional Genebra p.. Estrategia de la OMS sobre medicina tradicional Hong Kong p. PANIZZA, S.T.; VEIGA, R.S. & ALMEIDA, M.C. Uso tradicional de plantas medicinais e fitoterápicos. São Luís: CONBRAFITO, SILVA L.A.D & R ALBIERO, A.L.M. Programas de fitoterapia na atenção primária à saúde: existem experiências exitosas? Rev Bras. Farm 95 (3): , 2014 SILVA, M.I.G; GONDIM; A.P.S.; NUNES I.F. S.; SOUSA, F.C.F. Utilização de fitoterápicos nas unidades básicas de atenção à saúde da família no município de Maracanaú (CE). Revista Brasileira de Farmacognosia Brazilian Journal of Pharmacognosy 16(4): , Out./Dez SILVEIRA, P.F., BANDEIRA, M.A.M, ARRAIS, P.S.D. Farmacovigilância e reações adversas às plantas medicinais e fitoterápicos: uma realidade. Revista Brasileira de Farmacognosia Brazilian Journal of Pharmacognosy 18(4): , Out./Dez STARFIELD, B. Atenção primária: equilibrio entre necessidades de saude, servicos e tecnologia. Brasilia: Unesco, Ministerio da Saude, p. VIANA, G.; LEAL, L. K; VASCONCELOS, S. Plantas medicinais da Caatinga: atividades biológicas e potencial terapêutico. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, CRONOGRAMA

6 A FITOTERAPIA CLÍNICA NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE 1.Apresentação da disciplina; História das plantas medicinais e do desenvolvimento da fitoterapia como recurso terapêutico na antiguidade e na contemporaneidade 2. Conceitos fundamentais em fitoterapia: o modelo de fitoterapia ocidental proposto pela OMS e MS do Brasil. 3. Conceitos fundamentais em fitoterapia: plantas medicinais, droga vegetal, remédio popular, fitoterápico manipulado e industrializado 4. As políticas oficiais do Brasil no âmbito da utilização terapêutica de plantas medicinais e da fitoterapia com enfoque na APS 5. Validação de fitoterápicos: critérios de validação internacional de fitoterápicos e da Anvisa no Brasil; medicamento fitoterápico e produto fitoterápico tradicional 6. Visita Técnica ao Horto Medicinal Frei Veloso - Avaliação 1 7. Fitoterapia clínica: perspectivas de utilização terapêutica de plantas medicinais e da fitoterapia no SUS 8. Relato de experiência: utilização terapêutica de plantas medicinais e da fitoterapia no SUS/PSF 9. Fitoterapia clínica: prescrição e/ou orientação sobre preparados extemporâneos à base de plantas medicinais e drogas vegetais de acordo com a Farmacopéia Brasileira (5ª edição, 2010) e seu Formulário de Fitoterápicos, 1ª edição de 2011 DIAS 10. Fitoterapia clínica para o profissional de enfermagem e nutrição: prescrição e/ou orientação sobre preparados extemporâneos à base de plantas medicinais e drogas vegetais de acordo com o Formulário de Fitoterápicos da Farmacopéia Brasileira 11. Fitoterapia clínica no SUS: orientação/prescrição de fitoterápicos manipulados a partir da RENISUS 2009, disponibilizados pelo Projeto Farmácia Viva e Componente Verde da Farmácia de Minas e Componente Verde da Farmácia de Minas 12. Fitoterapia clínica para o profissional de enfermagem e nutrição: orientação/prescrição de fitoterápicos a partir da RENISUS 2009 e do Projeto Farmácia Viva 13. Relato de experiência: Projeto Farmácia Viva e Componente Verde da Farmácia de Minas 14. Fitoterapia clínica no SUS: orientação/prescrição de fitoterápicos industrializados a partir da RENISUS 2009, disponibilizados e fabricados pelo MS-Brasil no SUS 15. Fitoterapia clínica: principais indicações, toxicologia e interações

7 medicamentosas. 16. Avaliação 2 // Encerramento

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