2/22/2013. Ética geral e profissional. Ética geral e profissional. Ética geral e profissional. Reflexões sobre ética

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1 Ministrado por: Júlio ndrade, UFF Elaborado por: Virgílio Oliveira, UFF 1 2 modernidade ocidental posicionou o indivíduo no centro do mundo Não há, hoje, um outro absoluto, seja ele: um ente (como a Natureza, para os gregos) um ser (como Deus, para os cristãos medievais) 3 1

2 Não há, portanto, nenhum fundamento para a coexistência inspirado em algo estranho a nós mesmos ssim, temos que assumir o peso de decidir o que vai valer e o que não vai valer em nossa inevitável convivência humana (ssmann, 2009, p. 109) 4 Essa constatação, que faz parte da experiência humana contemporânea, favorece tanto a CRISE ÉTIC quanto a CRISE D ÉTIC 5 CRISE ÉTIC Por que devo cumprir alguma norma? CRISE D ÉTIC Por que participar do esforço coletivo de estabelecer normas de convivência? 6 2

3 CRISE ÉTIC Por que devo cumprir alguma norma? Se as normas são construtos humanos? Se foram criadas por seres como nós que manifestam virtudes e vícios, generosidade e mesquinhez, inteligência e ignorância? 7 CRISE ÉTIC Por que devo cumprir alguma norma? Se, a cada dia, somos reconhecidos essencialmente pelos resultados que geramos? Em outras palavras, pelos fins que promovemos e não pelos meios que empregamos? 8 CRISE ÉTIC Por que devo cumprir alguma norma? Se ela zela pela manutenção do estado das coisas que é repleto de assimetrias? 9 3

4 CRISE ÉTIC Por que devo cumprir alguma norma? Vocês concordam que, por vezes, somos incitados, objetivamente e subjetivamente, a transgredir preceitos morais? 10 CRISE D ÉTIC Por que participar do esforço coletivo de estabelecer normas de convivência? Se, talvez, como muitos acreditam, não existam valores morais dotados de racionalidade e universalidade 11 CRISE D ÉTIC Por que participar do esforço coletivo de estabelecer normas de convivência? Se parecem faltar meios analíticos para se compreender os fatos contemporâneos (como, por exemplo, a manipulação genética e a responsabilidade humana frente à crise ambiental)? 12 4

5 CRISE D ÉTIC Por que participar do esforço coletivo de estabelecer normas de convivência? Vocês concordam que passamos por uma instabilidade no que se refere à reflexão sobre nossos preceitos morais? E, ainda, que não há garantias de que seremos capazes de superá-la? 13 O que é poder? Existem formas alternativas de percebê-lo? 14 Existem duas maneiras de se perceber o poder (ente que, embora abstrato, está completamente presente em nosso cotidiano) 15 5

6 a) o poder que uma parte possui e impõe à outra (visão mais ingênua e mais limitada desse processo social) 16 b) o poder que não é posse de nenhuma das partes, mas que se manifesta no relacionamento entre elas 17 Na segunda perspectiva, o exercício do poder requer a outra parte De modo mais preciso, o poder irá conformar-se (tomar forma) a partir da concordância e/ou da resistência da outra parte 18 6

7 Só faz sentido falar de poder, onde há liberdade Se alguém aparece diante de você com uma arma e lhe toma o seu dinheiro você não pode opor-se a essa relação; se pudesse, o faria... estamos diante de um ato de violência (não há liberdade), não de poder (onde há liberdade de resistência ou renúncia) 19 Só faz sentido falar de poder, onde há liberdade ssim, há relações de poder entre pais e filhos, professores e alunos, governantes e governados, patrões e empregados entre marido e mulher, entre irmãos, entre namorados, entre colegas de turma 20 Poder e liberdade caminham juntos Liberdade e ética, como vimos, caminham juntos Poder e ética, portanto, associam-se diretamente 21 7

8 O poder é um fato de natureza relacional O modo como exercemos o poder ( e de ) é que vai determinar se as relações de poder são razoavelmente justas ou não, se são eticamente adequadas ou não O Estado brasileiro é autoritário, insensível e ineficiente em suas relações com a sociedade 24 8

9 O Estado brasileiro é autoritário, insensível e ineficiente em suas relações com a sociedade sociedade é desarticulada e não exerce, como deveria, o controle social sobre os atos públicos 25 O Estado brasileiro é autoritário, insensível e ineficiente em suas relações com a sociedade sociedade é desarticulada e não exerce, como deveria, o controle social sobre os atos públicos Novas relações de para, irão promover mudanças nas relações de para

10 direção da empresa não age com transparência no que se refere às rotinas de promoção e remuneração 28 direção da empresa não age com transparência no que se refere às rotinas de promoção e remuneração O sindicato dos trabalhadores é desorganizado e demasiadamente submisso à direção da empresa 29 direção da empresa não age com transparência no que se refere às rotinas de promoção e remuneração O sindicato dos trabalhadores é desorganizado e demasiadamente submisso à direção da empresa Novas relações de para, irão promover mudanças nas relações de para 30 10

11 dministrar é lançar-se em relações de poder 31 dministrar é lançar-se em relações de poder O modo como administramos (nossa conduta profissional) é que vai determinar se as interações que estabelecemos nas organizações são eticamente adequadas ou não Haverá equilíbrio (dinâmico) entre as relações? 32 11

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