Considerações finais...45

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2 INDICE Comentário Importante...03 Sua Participação...03 O Contra Baixo...04 A origem do nome contrabaixo...04 Partes do contra baixo...05 Afinação do Contra Baixo...06 Escalas e arpejos Arpejo Maior Ex. C...07 Arpejo Maior EX. G...08 Arpejo 7Maior EX. G7M...09 Escala Jonio...10 Escala Dórico...11 Escala Frígio...12 Escala Lídio...13 Escala Mixolídio...14 Escala Eólio...15 Escala Lócrio...16 Escala Diatônica...17 Escala Menor Melódica...18 Escala Menor Harmônica...19 Escala Pentatonicas Maior...20 Escala Pentatonicas Menor...21 Escala Maior...22 Escalas Blues...23 Exercícios Como usar e entender os exercícios...33 Usando os dedos de forma correta...34 Cromatismo...35 Exercícios de aquecimento (Aranhas)...36 Exercícios de aquecimento (Aranhas II)...37 Exercícios de aquecimento (Aranhas III) Intervalos Tabela de intervalos...39 Intervalos Intervalos Compostos...43 Inversão de intervalos Localização das notas no braço do baixo Considerações finais Teoria musical Propriedades do som...24 Notas, pentagrama e claves...25 Tríades e Harmonia...26 Formação de acordes...27 Acordes derivados da tríade...27 Figuras rítmicas...29 Escala maior e menor Para Iniciantes Tablaturas O que são tablaturas Como ler tablaturas

3 Comentário Importante Essa apostila foi criada com o conteúdo do site não tem fins lucrativo, não pode ser vendido ou comercializado é totalmente gratuito. É permitida a distribuição gratuita, para arquivo ou impressão comum, todo conteúdo da apostila é de direito reservado do site bloco3.com - A cozinha da Música. É apenas o primeiro volume (1ª versão), haverá outras com o aumento do conteúdo do site e com material exclusivo para apostila (Fique atento para as atualizações). 3 Amigos, caso vocês acharem erros de digitação ou mesmo do conteúdo, comunique por gentileza para correção na próxima revisão do conteúdo Sua Participação Seja um participante voluntário desse projeto! Super Apostila, envie seus artigos, teorias, escalas, apostilas, arpejos, partituras e tablaturas. Você estará contribuindo no desenvolvimento de várias pessoas que querem aprender baixo e o melhor, Gratuito. Conhecimento para todos os amantes do contra-baixo. Obs: Saiba que os arquivos enviados para o site, estarão disponível para qualquer pessoa pegar, imprimir, consultar e totalmente gratuito. Para publicação no site ou na apostila, deve conter os seguintes dados: Nome: Descrição do assunto: Nome do Autor: do Autor ou fonte de extração Obs2: Os arquivos para envio devem ser de domínio publico e livre de direitos autorais, apenas arquivos pessoais, sem fins lucrativos e comercial (Não a Pirataria). Antes de enviar, verifique se o arquivo não contém vírus, caso ocorra é removido automaticamente do sistema. O conteúdo é avaliado e publicado no site ou na apostila com os dados do autor ou e- mail. Para envio dos arquivos: Atenciosamente. 3

4 O Contra Baixo É importante lembrar que o contrabaixo é um instrumento de acompanhamento, e hoje está perdendo um pouco essa idéia, por causa de novas técnicas, em vez de solos de guitarra agora é a vez do contrabaixo e até harmonia é feito atualmente, existem cantores que usam apenas a linha de baixo em suas musicas (ex. Baixo e Voz). O contrabaixo dá peso a musica e sempre é chamado de cozinha da música, como a bateria. Intermédia entre o ritmo e a harmonia, sendo então um instrumento com uma função de equilíbrio dentro da música. 4 A função do contrabaixo solista é uma decorrência do tipo de música que se toque, mas para que se atinja a condição de solista, é preciso conhecer a base do instrumento, conhecer sua técnica, para que depois se desenvolvam outras aptidões. Considero que a base do estudo são as técnicas e as leituras, pontos fundamentais por onde se adquirirá uma base sólida para posteriormente desenvolverem aptidões maiores e, principalmente, um estilo próprio de tocar. A segurança se adquire primeiro através da educação de sua própria personalidade, depois através do estudo e da prática musical, tocando todo e qualquer tipo de música com o mesmo amor e interesse. Tudo é válido e necessário para o aperfeiçoamento próprio. Outra condição importante para o músico é o lado profissional. É muito importante procurar ser um bom profissional em todos os momentos de sua carreira. Sempre que estiver tocando, dê o máximo e o melhor de si, que só benefício receberá em troca. A origem do nome contrabaixo A origem do nome contrabaixo vem da classificação do instrumento em sua família. Geralmente a palavra contra e acrescentada ao nome do instrumento quando esse é o mais grave entre o violino, viola, violoncelo. O contrabaixo elétrico foi unir as modernizações tecnológicas, sonoras e de linguagem musical nos meados do século XX. Depois da criação da guitarra elétrica e do amplificador na década de 40 os músicos sentiram necessidade de um instrumento que pudesse ser facilmente amplificado e que além de possibilitar um transporte mais cômodo, permitisse um aperfeiçoamento da linguagem e sonoridade, pois o contrabaixo acústico era difícil de ser amplificado com os equipamentos da época. Foi então que um lulhier (artesão, construtor de instrumentos musicais) chamado Léo Fender, lançou o primeiro contrabaixo elétrico o Fender precision. O nome precision foi escolhido porque o instrumento possuía trastes na escala ao contrario do contrabaixo acústico, permitindo assim, que as notas fossem obtidas com "precisão". O contrabaixo é afinado em intervalos de quarta justa entre suas cordas, seja ele de quatro cordas (E, A, D,G), cinco cordas (B, E, A, D, G) ou seis cordas (B, E, A, D, G, C). Essa afinação se dá uma oitava abaixo da afinação da guitarra, ou seja, mais grave, por essa razão o comprimento de sua escala é maior e seu corpo mais robusto. 4

5 Partes do Contra Baixo Breve explanação sobre componentes do baixo elétrico. Esse conhecimento do instrumento é muito importante para seu aprendizado. PONTE Uma peça muito importante do baixo. Embora pareça que seja apenas um apoio para as cordas, é ela quem faz a transferência das vibrações da corda para a madeira do corpo. Em alguns baixos, as cordas não são presas na ponte, mas sim diretamente no corpo, visando um melhor aproveitamento dos graves. 5 CAPTADORES Tem a função de transformar a vibração das cordas em som. Através da indução magnética, o som é captado e transmitido para a saída. Entre os vários modelos de captadores, os mais comuns são o JAZZ (padrão Jazz Bass), precision e piezo. CORPO Responsável direto pelo timbre do instrumento. Assim como no violão existe a caixa acústica, o corpo do baixo é quem vibra, dando sustain e grave necessário ao baixo, MÃO É a parte onde se prende as cordas as tarraxa. Além de servir para fixação das tarraxas, tem muita influencia no equilíbrio do instrumento. TARRACHAS Responsável pela afinação do instrumento e merece cuidados especiais quanto à manutenção e conservação. BRAÇO Parte fundamental do instrumento, deve ser firme o suficiente e de madeira estável. Requer cuidado quanto ao uso do tirante, que é interno ao braço. Recomenda-se apenas pessoas qualificadas faça a regulagem deste. TRASTES São pequenas faixas de metal que se estende ao longo do braço, são responsáveis pela limitação e localização das notas. 5

6 Afinação do contrabaixo A afinação de um contrabaixo elétrico é mais simples que a de um violão ou guitarra. Isso porque a diferença de tons entre uma corda e outra será sempre de 5 semitons. Note que a nota na casa 5 da corda E é igual a nota da corda A (solta) Essa relação ocorre com todas as cordas 6 Geralmente é mais fácil achar a afinação usando som Harmônico. Afinação harmônico é feito da seguinte forma. Encoste o dedo (não pressione, somente trisque na corda) em qualquer corda na posição exata do traste de número 7. A nota soará bem aguda. O harmônico correspondente será o da corda acima, no traste de número 5. Abaixo, em amarelo, está representado a posição do harmônico E nas cordas E e A Primeiro, afine normalmente as cordas para depois usar os harmônicos. Ao gerar o harmônico de duas cordas ao mesmo tempo, você perceberá uma certa vibração, que significa que a afinação não está ideal em uma das cordas. Ajuste uma delas até que essa vibração desapareça. Pronto, as duas cordas estarão afinadas uma com a outra. 6

7 Arpejo Maior Arpejo Maior é formado dos intervalos: Tônica/Oitava, Terça Maior e Quinta Origem: I, 3M e 5Justa Exemplos em: C 7 7

8 Arpejo Maior Arpejo Maior é formado dos intervalos: Tônica/Oitava, Terça Maior e Quinta Origem: I, 3M e 5Justa 8 Outro exemplo em: G 8

9 Arpejos 7Maior Arpejo 7Maior é formado dos intervalos: Tônica/Oitava, Terça Maior, Quinta e 7Maior Origem: I, 3M, 5Justa e 7M 9 Exemplos em: G7M 9

10 Escala Jônico O modo Jônico é um modo maior, há um intervalo de terça maior entre os graus I e III. Não existe intervalo característico, porque é idêntica a escala de C maior primitivo. Origem: I grau (maior) da escala Maior. 10 Formação: tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semi-tom Exemplos em: C 10

11 Escala Dórico O modo dórico é um modo menor, há um a intervalo de terça menor entre os graus I e III. O intervalo característico é [6ª M] Origem: II grau (menor) da escala Maior. 11 Formação: tom, semitom, tom, tom, tom, semitom, tom Exemplos em: C 11

12 Escala Frígio Modo Frígio - O modo Frígio é um modo menor, há um a intervalo de terça menor entre os graus I e III. O intervalo característico é [2ª m] Origem: III grau (menor) da escala Maior. 12 Formação: semitom, tom, tom, tom, semitom, tom, tom Exemplos em: C 12

13 Escala Lídio O modo Lídio é um modo maior, há um a intervalo de terça maior entre os graus I e III. O intervalo característico é [4ª Aum.] Origem: IV grau (maior) da escala Maior. 13 Formação: tom, tom, tom, semitom, tom, tom, semi-tom Exemplos em: C 13

14 Escala Mixolídio Mixolídio é um modo maior, há um intervalo de terça maior entre os graus I e III. O intervalo característico é [7ª m] Origem: V grau (dominante) da escala Maior. Formação: tom, tom, semitom, tom, tom, semitom, tom 14 Exemplos em: C 14

15 Escala Eólio O modo eólio é um modo menor, há um a intervalo de terça menor entre os graus I e III. Não existe intervalo característico, pois o modo eólio é idêntico à escala maior Forma primitiva. Origem: VI grau (menor) da escala Maior. Formação: tom, semitom, tom, tom, semitom, tom, tom 15 Exemplos em: C 15

16 Escala Lócrio O modo Lócrio é um modo menor, há dois intervalos característicos, segunda menor e quinta diminuta. Origem: VII grau (meio diminuto) da escala Maior. 16 Formação: semitom, tom, tom, semitom, tom, tom, tom Exemplos em: C 16

17 Escala Diatônica A escala maior é uma escala diatônica que tem dois semitons, entre os graus III - IV e VII - I, entre os outros graus há um tom. Origem: Diatônica Maior.(modo Jônico) 17 Formação: tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom Exemplos em: C 17

18 Escala Menor Melódica A escala menor melódica, é mais usada por músicos que procuram um som diferente nas suas músicas ou solos. Alterações no 6º e 7º graus. Origem: I grau (menor) da escala menor melódica 18 Formação: tom, semitom, tom, tom, tom, tom, semitom Exemplos em: C 18

19 Escala Menor Harmônica A escala menor harmônica, difere da forma primitiva somente no grau VI, que é abaixado meio tom. Origem: I grau (menor) da escala menor harmônica Formação: tom, semitom, tom, tom,semi-tom, 2ª aum., semitom 19 Exemplos em: C 19

20 Escala Pentatonicas Maior É uma escala com cinco notas um resumo dos Modos Gregos, "Penta" significa 5, elas são as 5 tônicas dos Modos Gregos, e cada Modo Grego têm a sua Pentatônica correspondente. Faltam os graus IV e VII, exatamente os graus que formam o tritom diatônico. 20 Formação Maior:Tom. Tom, 3ªmenor, tom, e 3ª menor. Exemplos em: C 20

21 Escala Pentatônicas Menor É uma escala com cinco notas um resumo dos Modos Gregos, "Penta" significa 5, elas são as 5 tônicas dos Modos Gregos, e cada Modo Grego têm a sua Pentatônica correspondente. É também chamada de chinesa. 21 A pentatônica menor é eliminado o II e VI graus e, pode também ser utilizada em substituição a escala diatônica menor em solos e improvisos. Muito usado em blues Faltam os graus II e VI. Exemplos em: C 21

22 Escala Maior É uma serie de sons ascendentes ou descendentes na qual o ultimo será a repetição do primeiro uma oitava acima ou abaixo. Exemplo em C Maior: 22 Ascendentes: C, D, E, F, G, A, B, C Descendentes: C, B, A, G, F, E, D, C A ESCALA MAIOR Uma escala maior sempre usa a mesma série de intervalos: Tom-Tom-Semitom-Tom-Tom-Tom-Semi tom. No tom de C, as notas são C, D, E, F, G, A, B e C. Cada grau tem um nome, assim como o intervalo entre a raiz e cada um dos graus. Observe a escala do contrabaixo 22

23 Escalas Blues O blues é uma escala pentatônica menor com a inserção de um semitom cromático ascendente, após a terceira nota (IV grau). É usada em acordes da categoria menor e dominantes, A nota inserida na escala é a 4ª justa do acorde e precisa atingir a 5ª justa por ser acorde dissonantes ou retorna a tônica 23 Formação: 3ªm, tom, semitom, semitom, 3ªm, tom Exemplos em: C 23

24 Teoria Musical PROPRIEDADES DO SOM 24 Sons são freqüências, medidas em Hertz ( o som do diapasão - nota A - por exemplo, é 440 Hz ) e contém as propriedades abaixo: 1) DURAÇÃO: é o tempo de produção do som. Pode ser mais longo ou mais curto. 2) INTENSIDADE: é a propriedade do som ser mais forte ou mais fraco 3) ALTURA: é a propriedade do som ser mais grave ou mais agudo. 4) TIMBRE: é a qualidade do som que permite reconhecer sua origem. É pelo timbre que sabemos se o som vem de um violão com cordas de nylon ou aço, um baixo acústico ou elétrico, piano, violino, até mesmo um sino e etc. No meio musical usamos o termo timbre para distinguir os diversos sons que um mesmo instrumento pode produzir, por exemplo: existem vários "timbres" de guitarra limpa, guitarra com distorção, ou outro efeito etc. Todo e qualquer som musical tem, simultaneamente, as quatro propriedades. Na escrita musical, as propriedades do som são representadas da seguinte maneira: DURAÇÃO pelas figuras rítmicas (semibreve, mínima, semínima, colcheia, etc) INTENSIDADE pelo sinais de dinâmica ALTURA pela posição da nota no pentagrama e pelas claves TIMBRE pela indicação da voz ou instrumento que deve executar a música. 24

25 NOTAS - PENTAGRAMA - CLAVES O som musical é representado no papel por um sinal que chamamos de nota. As figuras das notas variam de acordo com a duração do som, como veremos adiante em figuras rítmicas. As notas são escritas no pentagrama, que é um conjunto de 5 linhas horizontais e 4 espaços. A posição das notas no pentagrama indica a altura do som, sendo mais grave nas linhas de baixo e mais agudo nas de cima. Quando há notas mais graves ou agudas do que as escritas no pentagrama, usamos linhas suplementares. 25 Ao escrever as notas no pentagrama devemos observar o seguinte padrão: Notas acima da terceira linha, devem ser escritas com a haste para baixo, e abaixo da terceira linha com a haste para cima. As claves são sinais que vem no começo do pentagrama, dando a referência de altura das notas. As principais claves são a de Sol e a de Fá. Observe os exemplos para uma melhor assimilação Armação de Clave Dica para saber a tonalidade pela armadura de clave: Na música tonal, indicamos os acidentes da escala maior que origina o tom na clave. Isso significa que as notas indicadas na clave com sustenidos ou bemóis terão os acidentes fixos, não necessitando escrevê-los cada vez que essas notas aparecem. A indicação desses acidentes segue a ordem dos ciclos tonais, e a escrita na clave deve seguir rigorosamente a estética. SUSTENIDOS: O tom é a nota posterior ao último sustenido da clave BEMÓIS: O tom é a nota do penúltimo bemol da clave. 25

26 TRÍADES Tríades: acordes de três sons(formada pelo agrupamentos de três notas separadas por intervalos), inversões, encadeamentos, tríades da escala maior e menor. A tríade pode assumir 4 formas distintas, Maior, Menor, Diminuta e Alterada. 26 Maior (M) - formado por fundamental (1), 3ª M e 5ª Justa. Menor (m) - formado por fundamental (1), 3ª m e 5ª Justa. Aumentada (aum) - formado por fundamental (1), 3ª M e 5ª aumentada. Diminuta (dim) - formado por fundamental (1), 3ª m e 5ª diminuta HARMONIA O som é nada mais que vibrações de corpos elásticos (flexíveis), no caso de sons musicais é som resultante de vibrações regulares em outras palavras é um movimento completo de vai e vem do corpo vibratório. Quanto mais ou menos o numero de vibrações por segundo, mais agudos ou mais grave será o som. Na harmonia são vários sons juntos formando uma cadeia de sons, existe som mais fortes e som mais fracos e é o conjunto de sons que acompanham um som fundamental (som principal) Harmonia é a combinação dos sons simultâneos. Definição Harmonia é a relação vertical das notas que são executadas num mesmo momento. A harmonia pode ser ternária (sons formados pelo intervalo de terças, ex. Do/Mi/Sol ou Do/Mi bemol/sol), quaternária (formada por intervalos de quarta, ex. Fa/Si/Mi ou Fa/Si bemol/mi), quinária (intervalo de quinta, inversão do de quarta, ex. Si/Fa/Do), intervalo de segunda (ex. Do/Re/Mi) e assim por diante. É irrelevante se estes intervalos são maiores ou menores ou mesmo aumentados. É básico para o estudo da Harmonia e para a composição, que se tenha em mente a seguinte tabela de intervalos, que são os graus dos tons com relação a uma nota fundamental, neste exemplo (Dó). 26

27 FORMAÇÃO DE ACORDES Intervalo é a distância que separa duas notas musicais. Os intervalos recebem denominações diversas, como abaixo especificadas: Nomes dos intervalos Distâncias Exemplos Tônica o tom ( 0 traste) uníssono Segunda menor 1/2 tom (1 traste) C para Db Segunda maior 1 tom (2 trastes) C para D Terça menor 1 ½ tom (3 trastes) C para Eb Terça maior 2 tom (4trastes) C para E Quarta justa 2 ½ tons(5 trastes) C para F Quarta aumentada ou Quinta diminuta 3 tons ( 6 trastes) C para F# Quinta justa 3 ½ tons( 7 trastes) C para G Quinta aumentada ou Sexta menor 4 tons ( 8 trastes) C para G# Sexta maior 4 ½ tons( 9 trastes) C para A Sétima menor 5 tons (10 trastes) C para Bb Sétima maior 5 ½ tons(11 trastes) C para B Oitava 6 tons (12 trastes) C para C 27 Usaremos também as seguintes abreviaturas: # = sustenido b = bemol M = maior m = menor J = justa + ou Aum = aumentada Acordes Derivados da Tríade 1. Acorde Diminuto: Qualquer nota do acorde diminuto pode ser a sensível superior ou inferior do acorde de resolução (seguinte). Na verdade, só são possíveis três acordes diminutos, já que invertidos cada um deles gerariam três novos acordes diminutos diferentes. Ex.: 2. Acorde de sexta aumentada (sexta Italiana): O acorde de sexta Italiana nasce derivado do 6 grau da escala menor, da qual é suprimida a quinta e substituída por uma sexta aumentada. 3. Acorde de sexta Alemã: Derivado do acorde de 6 Italiana, apenas acrescenta-se a 6 aumentada. Em termos de sonoridade este acorde não tem nada de novo pois soa enarmonicamente como uma 7a. de dominante. 27

28 A peculiaridade deste acorde reside na possibilidade de uma nova resolução de uma sonoridade tradicional. Quando se escreve Fá# ao invés de Gb a sensível deixa de ser a terça. Obs.: Todo acorde do tipo de sétima dominante pode se resolver em oito acordes diferentes, sendo que cada uma das notas que formam trítono pode ser uma sensível superior ou inferior de um acorde menor ou maior. 4. Acorde de sexta Francesa: Nasce do acorde de 6 Alemã, substitui-se a 5a. pela 4a. aumentada. Resolve como um acorde diminuto, isto é, pode resolver para 16 novos acordes Harmonia Quartal A harmonia quartal se caracteriza por manter a relação intervalar de 4a. entre as notas que compõe um acorde. A harmonia quartal para acordes de três sons pode assumir três formas: 1. Duas quartas justas sobrepostas 2. Uma quarta justa e 1 quarta aumentada 3. Uma quarta aumentada e 1 quarta justa Extensão da Harmonia Quartal *Pode ser acrescentada tanto uma quarta justa como uma aumentada. Exs.: Obs.: Por quarta justa se pode fazer um acorde com todas as notas da escala. Harmonia Quartal com Nota Adicionada Duas quartas justas ou não, mais uma nota qualquer: o acorde mais comum por adição de quarta é o que adiciona uma terça à nota mais aguda. 28

29 FIGURAS RÍTMICAS Notas: semibreve / mínima / semínima /colcheia /semicolcheia / fusa /semifusa 29 Tempo: /2-1/4-1/8-1/16 Unidade: As figuras rítmicas indicam a duração dos sons. Acima temos as figuras com suas respectivas pausas, nomes, durações e valores qualitativos, que servirão para montar as formulas de compasso. LIGADURA / PONTO DE AUMENTO Ligadura é uma linha curva que une duas notas da mesma altura somando as suas durações. Só primeira nota, aquela de onde parte a ligadura, é tocada; as demais são uma prolongação da primeira. Atenção: Não se ligam pausas Um ponto colocado à direita das notas ou das pausas aumenta metade do seu valor. Por exemplo: Uma mínima com ponto de aumento passa a valer 3 tempos. O ponto de aumento pode ser usado nas pausas com o mesmo efeito. COMPASSO: é a divisão da música em pequenas partes que podem ter duração igual ou variável. Os compassos são separados por uma linha vertical chamada barra de compasso. Para separar seções da música usar-se barra dupla, e nos finais a segunda barra é mais grossa. Unidade de tempo: é a nota que representa um tempo do compasso. Teoricamente, qualquer nota pode ser empregada como unidade de tempo, na prática porém as mais usadas são a semínima e a colcheia. Quando utilizamos notas simples como unidade de tempo, dizemos que o compasso é simples: Quando utilizamos a nota com ponto de aumento, chamamos de composto. 29

30 ESCALA MAIOR E MENOR Escala é uma série de notas correlacionadas que seguem um padrão de intervalos tocados em seqüência, de uma nota específica até a oitava dessa nota. A primeira nota da escala - a nota-raiz - dá o tom da escala. Há muitos tipos de escala, mas a mais comum de todas é a escala maior. Cada tipo de escala tem uma característica única e seu tipo de utilização. Em outras palavras, é uma serie de sons ascendentes ou descendentes na qual o ultimo será a repetição do primeiro uma oitava acima ou abaixo. Ascendentes: C, D, E, F, G, A, B, C 30 Descendentes: C, B, A, G, F, E, D, C INTERVALOS E ESCALAS Uma escala se define pelos tipos de intervalo entre duas notas. Numa escala maior, o intervalo será de um traste no braço do instrumento (um semitom) ou dois trastes (um tom). Aprender a executar escalas de maneiras diferenciadas é a perdição de muitos iniciantes, por ser algo enfadonho. É crucial, todavia, possuir no mínimo a compreensão, rudimentar de como funcionam as escalas, já que elas estão no núcleo da execução de solos. Também são um bom método de adquirir fluência na técnica. A ESCALA MAIOR Uma escala maior sempre usa a mesma série de intervalos: Tom-Tom-Semitom-Tom-Tom-Tom-Semi tom. No tom de C, as notas são C, D, E, F, G, A, B e C. Cada grau tem um nome, assim como o intervalo entre a raiz e cada um dos graus. ESCALA DIMINUTA Escala diminuta consiste de oito notas. A distância entre as notas podem ser um tom ou um semitom. O temo diminuta vem do fato de que os graus I, III, V, e VII formam um acorde de sétima diminuta. 30

31 Este é um bom material para os iniciantes no mundo da música. Bem, aparentemente, pode parecer complicado, mas na verdade é muito simples, o que acontece é que as famosas 7 notas [ Dó, Ré, Mi,Fá, Sol, Lá, Si ], na verdade não estão sozinhas. Elas tem a companhia de outras 5, Dó #, Ré #, Fá #, Sol # e Lá #. Este símbolo de "jogo da velha ", quer dizer sustenido, isto é, onde escreve Dó #, lê-se Dó sustenido. O nome sustenido, quer dizer que a nota foi suspendida, que o tom subiu. Na verdade o Dó # é a nota Dó, acrescida de meio tom. E isso também ocorre com as outras. Então, a nossa escala musical, 31 em ordem crescente, ; Dó, Dó #, Ré, Ré #, MI, Fá, Fá #,Sol, Sol #, Lá, Lá #,Si. Como você pode reparar, entre o MI e o Fá, e entre o Si e o Dó, não existe nota sustenido. Isso ocorre, porque entre essas notas, o intervalo já naturalmente de meio tom. Agora nossa escala é uma escala uniforme. Você pode ocorrê-la da frente para trás e de trás pra frente, que sempre, entre uma nota e outra haverá intervalo Meio tom. Então, surge daí o seguinte o Dó #, que é chamado assim pôr estar meio tom acima do Dó, está ao mesmo tempo, meio tom abaixo do Ré. Então poderíamos chamá-lo de Ré bemol. Onde o bemol é representado por um b minúsculo Réb : Sendo assim, agora já sabemos que o Réb e o Dó # são na verdade a mesma nota. E que no fundo o Fá não passa de um Mi #, ou o Mi poderia ser um Fáb. Para entendermos como os acordes são construídos, vamos aprender um pouquinho sobre escalas. A principal escala é a Cromática, onde o intervalo é sempre de meio tom a cada nota. Por exemplo, a cromática de Dó é : Dó, Dó #, Ré,Ré #, Mi, Fá, Fá #, Sol, Sol # Lá, Lá #, Si. Porém a mais usada da escala, é a Diatônica. A disposição das notas naturais ( Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, Dó ), é na verdade a escala diatônica de Dó. Portanto, os intervalos entre as notas na diatônica são 1, 1,1/2,1, 1, 1, 1/ 31

32 Tablaturas O que são tablaturas? Tablatura é uma forma de notação musical específica para guitarra, violão, baixo e qualquer outro instrumento de cordas com trastes. Nesse esquema, as linhas representam as cordas (da mais aguda para a mais grave) e os números representam o traste em que a corda deve ser pressionada. Com alguns sinais mais sofisticados, a tablatura pode ainda denotar o tempo das notas e as articulações Qual a diferença entre tablaturas e partituras? Apenas na aparência uma tablatura pode parecer com uma partitura. Ambas são escritas em pautas (linhas),mas só isso Uma partitura indica quais notas devem ser tocadas, as durações de cada nota, a velocidade com que deve ser tocada e etc. Exigem muita prática e um conhecimento apurado de música. Indicando a nota que deve ser tocada a partitura não diz onde esta nota se localiza no braço do instrumento. A partitura serve para transcrever músicas para qualquer instrumento, seja de sopro, de cordas, de percussão, etc. Outra vantagem das partituras é que permitem que o músico que nunca tenha ouvido a música a toque exatamente como previsto (desde que saiba ler fluentemente partituras, o que obviamente exige geralmente anos de treino). Já uma tablatura, método de transcrição que serve apenas para instrumentos de corda como violões, baixos e guitarras, não indica diretamente a nota que deve ser tocada e sim qual corda deve ser ferida e em qual traste. Obviamente tornase assim muito mais útil ao músico iniciante ou prático. Por outro lado a tablatura tem a grande desvantagem de exigir que o músico conheça a música que deseja tocar visto que a mesma indica geralmente apenas as notas e não a duração de cada uma ou o tempo da música. Além das notas a serem feridas a tablatura irá indicar quando devem ser usadas técnicas como bends, slides, hammerons, pull-offs, harmônicos e vibrato. Como ler tablaturas? O conceito básico da tablatura é apresentar no papel um conjunto de linhas que representam as cordas do instrumento. Sendo assim para um baixo de quatro cordas terá quatro linhas, para um baixo de cinco cordas cinco linhas, para um baixo de seis cordas terá seis linhas, assim por diante. A linha de baixo representa a corda mais grossa (E mais grossa) e a linha de cima representa a corda mais fina (G mais fina). Uma tablatura vazia de baixo (quatro cordas) apresenta-se da seguinte forma: G D A E O exemplo abaixo indica as seguinte notas (uma de cada vez) na ordem: Corda mais fina(g) deve ser tocada no primeiro traste (1) Depois a corda(d) corda deve ser tocada no segundo traste (2) Depois a corda(a) deve ser tocada no terceiro traste (3) Depois a corda(e) deve ser tocada no quarto traste (4) G D A E

33 EXERCÍCIOS Como usar e entender os exercícios aqui publicados Imagine as tablaturas em formato de texto, com de costume vimos na maioria dos sites e fórum. Exemplo a baixo:jônio (Relativo Maior) G D A E Observe as 4 (quatro) linhas de referencia das cordas do baixo na tablatura acima, com cada nome das respectivas cordas e compare com a da figura abaixo, representada em figura. A representação das casas do braço do baixo é igual o das tablaturas, em nosso caso é representado pelas bolinhas com os números imaginários de cada casa. No exemplo da escala de Jônio representado em tablatura de texto no inicio, fica representado na figura abaixo. Sinais de compasso Uma linha amarela dividindo as bolinhas, iremos representar como tempo, (compasso), e cada linha significa que você terá que tocar varias notas(bolinhas) antes do próximo compasso. Por exemplo acima poderia ser 3 por 4 de compasso (toca três notas dentro de um compasso) e cada nota um tempo. Sinais de avanços Sobe(para outras cordas) - Desce(para outras cordas) Avança (ascendente, para o agudo) - Volta (descendente, para o grave) - Vai e volta - Sobe e desce 33

34 Usando os dedos de forma correta Mão esquerda. 34 Os dedos da mão esquerda são numerados de 1 a 4 como na ilustração. O dedão não é numerado. Ao tocar sua mão esquerda deva estar confortável, sem o mínimo de tensão. Segure o baixo e espelhe seus dedos sobre as cordas, de modo que cada dedo fique sobre uma casa no braço do baixo. O polegar deve fica na parte de trás do baixo, posicionando entre o primeiro e o segundo dedo. Sua função é proporcionar uma sustentação para os dedos enquanto você dedilha. Não encoste a palma da não no braço do baixo. Aviso: Evite pressionar ou movimentar demais. Use apenas pressão e movimento dos dedos suficientes para tocar. Pressão e movimento excessivo desperdiçam energia, impedem a técnica e atrasam o aprendizado. Mão direita: Diferente de paletas, tocar com os dedos produzem um som mais aveludado. Os dedos são ótimos para tocar Jazz e para tocar em baixo sem traste. Você estará usando o dedo indicador (I) e a dedo médio (M). A corda deve ser dedilhada com as digitais dos dedos e não com a ponta dos dedos. É muito importante dedilhar a corda com um toque leve. Toque a corda com aforça suficiente para obter um bom som. Ao tocar você terá que encontrar um lugar para apoiar o polegar. Não apóie o polegar na corda MI, mas no captador. DICA: Deixe o dedo indicador e o médio, um pouco inclinado para trás (para o lado da ponte) por que o dedo tem uma diferença de tamanho, assim você tira um pouco a diferença. 34

35 Cromatismo Exercícios que desenvolvem a digitação, coordenação e agilidade dos dedos da mão esquerda facilitando o estudo de escalas que são usadas na realização de solos. Antes de iniciarmos os exercícios de cromatismo é necessário aprender alguns conceitos e técnicas básicas. 35 Digitação É o posicionamento correto dos dedos da mão esquerda de forma a facilitar a execução de movimentos de subida e descida nas cordas. Dedos da mão esquerda 1 - Indicador 2 - Médio 3 - Anular 4 - Mínimo A digitação será indicada na tablatura dos exercícios. Os dedos devem formar um arco sobre as cordas para evitar encostar nas cordas abaixo causando abafamentos e ruídos. A ponta do dedo deve ser colocada logo atrás ou depois do traste e não sobre o traste, isto evita abafamentos e um trastejamento que ira emitir ruídos indesejados. Palheta - A partir deste ponto vamos iniciar o estudo usando uma palheta, existem várias técnicas de paletadas. Modo de segurar - Segure a palheta entre o polegar e o dedo indicador. A ponta da palheta deve ficar a um ângulo de mais ou menos 90º em relação às cordas Segura a palheta de modo firme, mas relaxado. Paletadas alternadas - Uma técnica muito simples que consiste em variar o sentido das paletadas para cima e para baixo em uma mesma corda. Na tablatura as paletadas são indicadas através dos sinais: v - Paletada para baixo ^ - Paletada para cima Obs: Paleta só para quem gosta, mas pode treinar com os dedos da mão direita (indicador e Médio). Ao mudar de corda, pode dar a primeira paletada para cima ou para baixo, usualmente começamos com a paletada para baixo, obrigatoriamente a segunda será para cima e a terceira para baixo e assim por diante. 35

36 Exercícios de aquecimento (Aranhas) Os famosos exercícios para domínios dos dedos, chamados de aranha, muito bom para a coordenação motora dos dedos. Ajuda muito na agilidade e no dito popular desenferruja os dedos. E alem do mais é ótimo exercício de aquecimento

37 Exercícios de aquecimento II (Aranhas 2) Mais exercícios para ajudar na coordenação motora dos dedos. (obs: lembrem que as faixas amarelas não é trastes e sim o compasso) 37 37

38 Exercícios de aquecimento III (Aranhas 3) Novos exercícios para ajudar na coordenação motora. (obs.: lembrem que as faixas amarelas não são trastes e sim o compasso) 38 38

39 Tabela dos intervalos Tabela de Intervalos Intervalo Tons Nome do Intervalo T - Tônica ou nota fundamental b9/b2 0,5 Nona menor / segunda menor 9/2 1,0 Nona maior / segunda #9 ou b3 1,5 Nona aumentada ou terça menor 3 2,0 Terça maior 4/11 2,5 Quarta Justa / décima primeira justa #4/#11 ou b5 3,0 Quarta aumentada / décima primeira aumentada ou quinta diminuta 5 3,5 Quinta justa #5 ou b6/b13 4,0 Quinta aumentada ou sexta menor / décima terceira menor 6/13 ou bb7 4,5 Sexta maior / décima terceira maior ou sétima diminuta 7 5,0 Sétima menor (diz-se apenas sétima) 7M 5,5 Sétima maior 8 6,0 Oitava Justa (mesma que a tônica, oitava acima ou abaixo) 39 PARA ACORDES MAIORES QUE ESTEJAM FORA DO CAMPO HARMÔNICO DA MÚSICA, UTILIZE O MODO LÍDIO. EX.: 2 4 C7M Am7 Dm7 Ab7M G7(9) C7M(9) jônico eólio dórico lídio mixo jônico PARA ACORDES MENORES QUE ESTEJAM FORA DO CAMPO HARMÔNICO DA MÚSICA, UTILIZE O MODO DÓRICO. EX.: 4 4 A7M C#m7 D7M E7(9) D7M Dm7 C#m7 F#m7 Bm7 E7(9) A7M E7(9) jônico frígio lídio mixo lídio dórico frígio eólio dórico mixo jônico mixo 39

40 Intervalos Definição de Intervalo: é a diferença de altura entre duas notas. Podem ser de 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, etc., dependendo do número de graus que abrangem. Os intervalos podem ser simples ou compostos. 1) Intervalos Simples - são os situados dentro do limite da oitava. A) Intervalos de Segunda 40 Intervalo de 2ª maior - 1 tom (presente nos graus I, II, IV, V e VI da escala de Dó maior) G D A E Intervalo de 2ª menor - 1 semitom (presente nos graus III e VII da escala de Dó maior) G D A E B) Intervalos de Terça Intervalo de 3ª maior - 2 tons (presente nos graus I, IV e V da escala de Dó maior) G D A E Intervalo de 3ª menor - 1 tom e 1 semitom (presente nos graus II, III, VI e VII da escala de Dó maior). G D A E

41 C) Intervalos de Quarta Intervalo de 4ª justa - 2 tons e 1 semitom (presente nos graus I, II, III, V, VI e VII da escala de Dó maior). G D A E Intervalo de 4ª aumentada - 3 tons (presente no grau IV da escala de Dó maior). 41 G D A E D) Intervalos de Quinta Intervalo de 5ª justa - 3 tons e 1 semitom (presente nos graus I, II, III, IV, V e VI da escala de Dó maior). G D A E Intervalo de 5ª diminuta - 2 tons e 2 semitons (presente no grau VII da escala de Dó maior). G D A E E) Intervalos de Sexta Intervalo de 6ª maior - 4 tons e 1 semitom (presente nos graus I, II, IV e VI da escala de Dó maior). G D A E Intervalo de 6ª menor - 3 tons e 2 semitons (presente nos graus III, VI e VII da escala de Dó maior). G D A E

42 F) Intervalos de Sétima Intervalo de 7ª maior - 5 tons e 1 semitom (presente nos graus I e IV da escala de Dó maior). G D A E Intervalo de 7ªmenor - 4 tons e 2 semitons (presente nos graus II, III, V, VI e VII da escala de Dó maior). 42 G D A E G) Intervalo de Oitava Intervalo de 8ª justa - 5 tons e 2 semitons (presente em todos os graus da escala de Dó maior). G D A E

43 2) Intervalos Compostos Intervalos Compostos são os que ultrapassam o limite da oitava. São formados de um intervalo simples, acrescido de uma ou mais oitavas. A classificação do intervalo composto é a mesma do intervalo simples nele contido. Se o intervalo simples é maior, o intervalo composto será também maior, e assim por diante. Para encontrar esta classificação, aproximamos as duas notas de modo a encontrar o intervalo simples. Para nomear o intervalo, somamos 7 por cada oitava de diferença ao intervalo simples. Se, por exemplo, existir só uma oitava e, ao subtraí-la, obtemos um intervalo de terça maior, trata-se de um intervalo de (7+3=10) 10ª maior. Esta aproximação de notas pode ser feita a partir da nota superior ou da inferior. Os intervalos compostos mais comuns são: Intervalo de 9ª - intervalo de 2ª + oitava Intervalo de 10ª - intervalo de 3ª + oitava Intervalo de 11ª - intervalo de 4ª + oitava Intervalo de 12ª - intervalo de 5ª + oitava Intervalo de 13ª - intervalo de 6ª + oitava Intervalo de 14ª - intervalo de 7ª + oitava Intervalo de 15ª - intervalo de 8ª + oitava Os intervalos podem ainda ser superiores, quando a primeira nota é mais grave ou inferiores, quando a primeira nota é mais aguda. Os superiores também se chamam ascendentes e os inferiores, descendentes. Inversão de intervalos: Inverter um intervalo simples é passar a nota superior para uma 8ª abaixo ou a nota inferior para uma 8ª acima. Ao inverter os intervalos, eles se transformam da seguinte maneira: 43 O intervalo de 2ª passa a ser de 7ª O intervalo de 3ª passa a ser de 6ª O intervalo de 4ª passa a ser de 5ª O intervalo de 5ª passa a ser de 4ª O intervalo de 6ª passa a ser de 3ª O intervalo de 7ª passa a ser de 2ª Quando se inverte um intervalo, resulta também o seguinte: os maiores passam a ser menores e vice-versa, os aumentados passam a ser diminutos e vice-versa e os justos permanecem justos. Os intervalos podem ser melódicos, quando suas notas são ouvidas sucessivamente, ou harmônicos, quando suas notas são ouvidas simultaneamente. 43

44 Localização das notas no braço do baixo Cada pauta representa uma corda do baixo, com as notas indicadas na partituras desde a corda solta a 12ª casa

45 Considerações finais Agradeço a todos os internautas e amantes do contra baixo, que colaboraram com projeto de Super Apostila. Essa apostila é a primeira versão e revisão, a atualização desta apostila vai ser de acordo com o aumento do conteúdo do site e do envio de materiais dos internautas. 45 Fonte: Própria do site bloco3.com e parcialmente da internet Atenciosamente Paulo Sérgio A cozinha da Música! 45

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---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Apostila de Iniciação ao Violão e Guitarra Miigueell do Prrado Urrttado São Carlos SP, 23 de fevereiro de 2006. Contatos: miguelurtado@yahoo.com.br miguelurtado@polvo.ufscar.br Proibido reprodução do material

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