Técnica. Eng.Andrea Manetti

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1 Técnica Eng.Andrea Manetti

2 Cuidado com.. soluções mágicas Quando ocorre um problema grave de disposição de resíduos, sempre há alguém que propõe uma solução mágica, sem custo e com benefícios substanciais para o município e para os moradores! Muitas vezes parece uma resposta fácil para todos os problemas difíceis que a população local enfrenta. Na maioria das vezes, a solução oferecida é uma nova tecnologia de tratamento de resíduos, que muitas das vezes não é comprovada nem é comercial.

3 Cuidado com.. soluções mágicas Os itens abaixo apresentam várias questões que devem ser respondidas para analisar se a solução mágica proposta é apropriada para sua ocasião específica. Esta tecnologia é apropriada para seus resíduos (p.ex., o valor calorífico dos seus resíduos é alto o suficiente para queimar sem combustível de apoio)? A tecnologia oferecida está comprovada em algum lugar? Se sim, qual é a documentação existente para comprová-la (isto é, você quer ser uma cobaia para uma nova tecnologia)? O contrato proposto exigiria de você atender uma quantidade mínima de resíduos? Isto é realista na sua situação atual? A tecnologia atende as normas internacionais de emissão (isto é essencial para instalações de recuperação energética de resíduos para garantir que as emissões atmosféricas, não oferecem um risco a seus cidadãos)?

4 Cuidado com.. soluções mágicas Os custos são realistas e acessíveis? Há mercados locais disponíveis para o calor e para outros produtos da instalação? Se sim, como você sabe? Se não, existem planos para desenvolver os mercados? Quem financiará o desenvolvimento do mercado? A usina pode ser operada e mantida localmente, usando mão de obra e peças de reposição locais? Um local apropriado foi identificado? Que critérios foram utilizados para avaliar a adequação? O empreendedor pagará pelas avaliações dos impactos ambientais e sociais feitos de maneira integral e independente para atender as normas internacionais? Seu país tem a capacidade institucional para permitir e regular as operações da instalação?

5 Coleta na UE Vidro RSU Coleta Seletiva Papel Orgânico RSU Não - diferenciado Plástico

6 Tipologias de resíduos Resíduos Coletados Reciclável Não reciclável

7 Coleta de materiais Recicláveis. Papel Vidro Reciclável Plástico REEE Descarte

8 Coleta de materiais. Não recicláveis Orgânico Não Reciclável Materiais não adequado Materiais recicláveis Descarte

9 Materiais Recicláveis Agora precisamos entender como transformar os resíduos coletados, em matérias-primas secundárias utilizadas pelo mercado de reciclagem. Existem numerosos sistemas mecânicos de tratamento para a separação das várias categorias de produtos. O utilizo e a escolha de um desses metodologias depende principalmente da:

10 Materiais Recicláveis Quantidade de resíduos (viabilidade financeira) Possibilidade da criação de um polo do reciclagem intermunicipais Tipologia de resíduos Analise mercadológica dos resíduos coletados Mercado do reciclagem na área Tecnologia disponível Capacidade de gestão Nível de automação requerido

11 Fluxo de resíduos recicláveis Materiais coletados Planta de riciclagem Ispeçao visual Trituraçao Seleção/ separação Triagem manual

12 Fluxo de resíduos recicláveis Trituraçao Trituração lenta para a abertura das sacolas Homogeneização dos tamanhos dos materiais Trituração não muito puxada para manter intacto os elementos da ser reciclados

13 Fluxo de resíduos recicláveis Seleção/ separação Existem varias tipologia de tratamento mecânicos para a seleção, os principais são: Peneiramento Classificação balística / dessimétrica Classificação aerolica Classificação ótica

14 Fluxo de resíduos recicláveis Seleção/ separação Peneiramento Atua fazendo uma seleção em relação ao tamanho Ideal para separação: Fração seca / Fração húmida Terra (descarte) / resíduos recicláveis Garrafas / Papel de grande tamanho.

15 Fluxo de resíduos recicláveis Seleção/ separação Classificação balística Atua fazendo uma seleção em relação às caraterísticas físicas do material Ideal para separação: Filme Plástico / Garrafas Papel /papelão materiais leves / materiais pesados.

16 Fluxo de resíduos recicláveis Seleção/ separação Classificação aerolica Atua fazendo uma seleção em relação peso especifico dos materiais Ideal para separação: Plástico / vidro Plástico /pedras materiais leves / materiais pesados.

17 Fluxo de resíduos recicláveis Seleção/ separação Classificação ótica Atua fazendo uma seleção em relação às caraterísticas químico / físicas do material Ideal para separação: PET / PVC Garrafas de plástico de varias cores Cada tipologia de plásticos.

18 Fluxo de resíduos recicláveis Triagem manual Triagem manual é a seleção manual de certos tipos de material já previamente selecionados, ideal para separar: Papel / papelão Plásticos Garrafas de varias cores

19 Fluxo de resíduos não recicláveis Fluxo de resíduos com: um elevado teor de fração orgânica. baixo nível de matérias recicláveis. Um baixo poder calorifico em relação às humidade conteúda Uma potencial presença de materiais potencialmente poluidores

20 Fluxo de resíduos não recicláveis Fluxo de resíduos com um elevado teor de fração orgânica. Materiais coletados Planta de tratamento Ispeçao visual Trituraçao?????

21 Fluxo de resíduos não recicláveis????? Varias opções de tratamento: Aterro Incineração Digestão aeróbica fração orgânica Digestão anaeróbica fração orgânica

22 Incineração Em relação à tipologia de forno os materiais combustíveis (CDR) tem que respeitar diferentes padrões. Os principais são: Poder calorífero Humidade Tamanho

23 Produçao de CDR Em relação às tipologias de forno os resíduos serão sotopostos às tratamentos específicos. Materiais coletados Planta de tratamento Ispeçao visual Trituraçao Seleçao Rafinaçao

24 0 Tipologias de CDR

25 Digestão Aeróbica E um processo biológico indispensável para garantir a redução da carga orgânica presente nos resíduos, tornando-se mais seguras as operações de tratamento e / ou eliminação. Os processos biológicos podem ser aplicados em todos os RSU ou apenas à fracção húmida, selecionada pelos meios mecânicos, pode também ser mais ou menos pressionado em função das características do produto a ser obtido.

26 Digestão Aeróbica De facto o aumento do número de dias de tratamento com o ar, pode-se ir a partir de processos de bioestabilização, saneamento e bio- dessecação até compostagem, processos que garantem uma forte estabilidade biológica do produto obtido, tornando-o disponível como um material para enchimento a ser utilizado em operações de recuperação ambiental e como material de cobertura diária dos aterros.

27 Digestão aeróbica O bio- estabilização consiste em um processo de digestão aeróbia da fração orgânica, que é um processo oxidaivo por micro-organismos, a fim de obter um material tão estável quanto possível do ponto de vista biológico, chama-se "fração orgânica estabilizada ". O processo é acompanhado pela emissão de calor e de conversão em CO 2 e H 2 O de parte da substância biodegradável. Como consequência, há uma perda de peso e uma redução do teor de humidade do material tratado.

28 Plantas TMB Combinando as soluções mecânica e biológica se obtém um processo de tratamento mecânico biológico (TMB). Em relação aos relativos graus de tratamento mecânico e biológico podem ser obtidos diferentes rendimentos de planta. Processos mais fortes tem custos maiores mas uma significativa redução da quantidade de material conferido em aterro.

29 Sistemas de tratamento mecânico - biológico sistemas de fluxo único Todos os RSU em entrada são submetidos a bioestabilização; processo aeróbio para uma primeira redução da carga orgânica; subsequentemente prevê a separação mecânica numa fracção de iniciar a recuperação de energia e uma fracção húmida de iniciar a recuperação depois de um sucessivo tratamento aeróbio de compostagem.

30 Sistemas de tratamento mecânico - biológico sistemas de fluxos separados Todos os RSU em entrada são submetidos primeiro a uma seleção mecânica (peneiramento) que gera dois fluxos de material: uma fracção seca de tamanho grande, caracterizada por um elevado conteúdo de matéria seca e de combustível, com uma fracção residual orgânico (10 / 25%) e com uma humidade muito baixa (25 / 30%), para a recuperação de energia; uma fracção húmida, com um teor elevado de material orgânico (~ 85%) e uma humidade elevada (55% / 65) da enviar a tratamento aeróbio.

31 Fluxo unico soluçao 1 Fração Selecionada % de Seleção Recuperação Aterro Não processável 2 3 % % Fração seca % % Fração úmida bio - estabilizada 30 37% % Metais 2 4 % 2 4 % 0 Perdas de processo 10 13% 0 0 Material conferido no Aterro %

32 Fluxos separados Soluçao 2 Fração Selecionada % de Seleção Recuperação Aterro CDR 41 47% 41 47% 0 Descarte de produção CDR 3 4% 0 3 4% Descarte de material bio-stabilizado 4 6% 0 4 6% Material bio-estabilizado para cobertura diária do aterro o saneamento ambiental 10 15% 10 15% 0 Metais 2 4% 2 4% 0 Perdas de processo 28 35% 0 0 Material conferido no Aterro 7 10%

33 Digestão anaeróbica Além da ação das bactérias sobre a massa orgânica em condições aeróbias, há outra classe de bactérias que podem funcionar na ausência de oxigénio ("condições anaeróbicas"). Este processo é chamado de digestão anaeróbica. A ação de microrganismos anaeróbios dá origem a um gás, chamado de biogás, que consiste essencialmente em metano e CO 2, e de um resíduo lamacento chamado "digerido, susceptível de uma segunda digestão, em condições aeróbicas para a produção de composto orgânico.

34 Digestão anaeróbica Ao contrário da digestão aeróbica, precisa, neste caso, de condições químicas e físicas extremamente controladas, por isso o processo tem de ter lugar em um reator. Os microrganismos, neste caso, atuam, não em uma massa sólida mas numa suspensão mais ou menos aquosa. O metano liberado durante esse digestão, é recolhido em gasômetros especiais e daqui enviado para um motor de combustão para a produção de energia eléctrica.

35 Digestão anaeróbica Dependendo da concentração de substância sólida a digestão anaeróbia é classificada em: "molhada" (teor de sólidos de <12%), "semi-seca (Teor de sólidos entre 12% e 20%) "seco" (teor de sólidos> 20%) que, sempre que possível, seria a solução preferida. Em comparação com o modo de alimentação ao reator, o tratamento pode ser continuado ou descontínua.

36 Digestao anaerobica Outra classificação diz respeito às condições de temperatura (mesófila, termofíla) para que as bactérias operam. Em condições de bactérias mesofílas atuar a uma temperatura de cerca de 35 C, enquanto que na condições termofílas a uma temperatura de cerca de 55 C. Condições termofílas têm a vantagem de encurtar o tempo de tratamento (estima-se uma média de menos do que 20 dias), enquanto que para as condições mesofílas os horários são entre 15 e 40 dias. Na desvantagem no entanto, o regime termofílo tem alto consumo de energia e custos mais elevados, bem como as dificuldades maiores na garantia da vida das bactérias. Por esta razão o processo mesófilos é o mais difundidos.

37 Andrea Manetti Tel: (11)

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