Plano de Metas para uma Porto Alegre mais Sustentável.

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1 Plano de Metas para uma Porto Alegre mais Sustentável.

2 EXPEDIENTE Realização: Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA) José Fortunati - Prefeito Secretaria Municipal de Governança Local (SMGL) Cezar Busatto - Secretário Secretaria Municipal de Planejamento Estratégico e Orçamento (SMPEO) Izabel Christina Cotta Matte - Secretária Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM) Cláudio Dilda Sistema de Informações Municipais (SIM) Comitê de Sustentabilidade (CS) ObservaPOA Observatório da Cidade de Porto Alegre Projeto gráfico Eduardo Stelmack Dias Setembro de 2013

3 Mais qualidade de vida para todos Desde 2011 Porto Alegre participa do Programa Cidades Sustentáveis, integrando um grupo de 245 cidades de todos os portes vocacionadas a promover a construção de sociedades mais justas, democráticas e sustentáveis. Trata-se de uma iniciativa do Instituto Ethos, Rede Nossa São Paulo e Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis para que que os municípios assumam compromissos com programas e metas que resultem em benefícios diretos para os cidadãos. Assim, a atuação conjunta das equipes das secretarias de Governança Local (SMGL) e de Planejamento Estratégico e Orçamento (SMPEO), com base em dados do ObservaPoa e do Sistema Municipal de Informações, produziu este, que temos a satisfação de oferecer a sociedade. São 40 metas desafiadoras, mas plenamente factíveis, tendo como horizonte o ano de 2016, distribuídas em eixos temáticos e articuladas com os programas estratégicos municipais, de forma que as ações estejam integradas e respondam ao modelo de gestão que adotamos na Prefeitura de Porto Alegre. Governar é definir prioridades e ir ao encontro das demandas das comunidades. Frente a essa compreensão e aos desafios que nos são impostos dia a dia, temos que ter respostas adequadas e o estabelecimento de metas a serem alcançadas nesse processo é o primeiro passo para o êxito das ações e projetos implantados e planejados. Ao fim e ao cabo buscamos uma cidade cada dia melhor e com mais qualidade de vida para todos. Com esse espírito e muita determinação vamos à luta por uma Porto Alegre mais sustentável. José Fortunati, prefeito de Porto Alegre

4 Programa para cidades cada vez melhores Porto Alegre foi a primeira cidade a assinar o compromisso com o Programa Cidades Sustentáveis, iniciativa de Instituto Ethos, Rede Nossa São Paulo e Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis. A adesão da capital gaúcha ocorreu em dezembro de Hoje, são 245 municípios signatários, incluindo 20 capitais, contemplando expressiva parcela da população do país. Esse grupo de cidades integra agora uma rede mundial destinada a promover a construção de sociedades mais justas, democráticas e sustentáveis. A primeira e mais importante tarefa do programa o primeiro passo, é o de produzir um diagnóstico da cidade, a partir de um conjunto de cem indicadores básicos. Na realização desta etapa, destacamos o papel do Observatório da cidade de Porto Alegre (ObservaPOA), único observatório de indicadores socioeconômicos mantido pelo poder público no Brasil, como responsável pela sistematização e viabilização do processo de levantamento das informações, que se deu por meio do Sistema Municipal de Informações (SIM), que objetiva sistematizar e disponibilizar as informações produzidas no âmbito da administração municipal. Também destacamos o Comitê de Sustentabilidade, por meio do qual órgãos municipais passaram a trabalhar de forma transversal na elaboração de indicadores de sustentabilidade urbana. Etapa subseqüente, a elaboração do Plano de Metas, que agora apresentamos, tem como fundamento apresentar metas factíveis e que possam ter impacto decisivo em áreas definidas como prioritárias pela administração pública municipal. É resultado de um trabalho conjunto da Secretaria de Governança Local e da Secretaria de Planejamento Estratégico e Orçamento, que implicou em análise profunda da intersecção dos indicadores propostos pelo Programa Cidades Sustentáveis com os Programas Estratégicos e o Plano Plurianual de Porto Alegre. A seguir, apesentamos as Metas da Cidade de Porto Alegre para os quatros anos da atual gestão. Cezar Busatto, Secretário de Governança Local de Porto Alegre

5 Indicadores para a qualidade de vida Ao aderir e reconhecer a importância do Programa Cidades Sustentáveis para a melhoria da qualidade de vida em nosso país, a Prefeitura de Porto Alegre reforça sua cultura voltada ao monitoramento dos resultados das políticas públicas. E assume um compromisso com uma iniciativa que representa um desejo genuíno da sociedade para que a gestão pública seja cada vez mais transparente e eficiente. O conceito de cidade sustentável ganhou força na Prefeitura nos últimos anos com a adoção de um planejamento estratégico que hoje tem a ambiência como um dos seus eixos centrais de atuação. A capital reconhecida pelo pioneirismo na defesa do meio ambiente, pelo seu potencial ambiental e pela participação popular adota indicadores para qualificar a saúde, a educação, a mobilidade urbana, tendo a transversalidade entre as mais diversas áreas como uma premissa para o desenvolvimento sustentado. Hoje, Porto Alegre monitora mais de mil indicadores que compõem seus 13 Programas Estratégicos. A iniciativa do Cidades Sustentáveis, que adota os mesmo conceitos para o planejamento e o monitoramento dos resultados, agrega novos desafios a esse esforço. Com as 40 metas definidas para Porto Alegre, é mais um instrumento de planejamento estratégico para ampliar a articulação entre o governo e a sociedade civil e mais uma ferramenta pela melhoria da qualidade de vida. Izabel Matte, Secretária de Planejamento Estratégico e Orçamento de Porto Alegre

6 GOVERNANÇA META 1 MULHERES EMPREGADAS NO GOVERNO DO MUNICÍPIO Percentual de mulheres empregadas no governo do município, em relação ao total de funcionários. EM 2012, o percentual de mulheres empregadas no governo do município, era de 54,99%. 56%

7 GOVERNANÇA META 2 NEGROS EMPREGADOS NO GOVERNO DO MUNICÍPIO Percentual de negros empregados no governo do município, em relação ao total de funcionários. Em 2012, o percentual de servidores de cor negra era de 16,28%. 20%

8 GOVERNANÇA META 3 PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EMPREGADAS NO GOVERNO DO MUNICÍPIO Percentual de pessoas com deficiência empregadas no governo do município, em relação ao total de funcionários. Em 2012, o percentual de pessoas com deficiência empregadas no município era de 0,27%. 0,30%

9 GOVERNANÇA META 4 CONSELHOS MUNICIPAIS Percentual de secretarias de governo que possuem conselhos municipais com participação da sociedade, em relação ao total das secretarias. Em 2012, 75,68% das secretarias contavam ou participavam de conselhos municipais. 100%

10 BENS NATURAIS COMUNS META 5 ABASTECIMENTO PÚBLICO DE ÁGUA POTÁVEL NA ÁREA URBANA Porcentagem da população urbana do município que é atendida pelo abastecimento público de água potável. Em 2010, 99,35% dos domícilios era atendido pelo abastecimento público de água. 99,80%

11 BENS NATURAIS COMUNS META 6 Em REDE DE ESGOTO Percentual de domicílios urbanos sem ligação com a rede de esgoto em relação ao total de domicílios. 2012, o percentual era de 11,80% 10%

12 BENS NATURAIS COMUNS META 7 ESGOTO QUE NÃO RECEBE NENHUM TIPO DE TRATAMENTO Percentual de esgoto que não recebe nenhum tipo de tratamento em relação ao total de esgoto gerado. Em 2012, 77,11% do esgoto não recebia tratamento. 17%

13 BENS NATURAIS COMUNS META 8 ÁREA VERDE POR HABITANTE Total de metros quadrados (m²) de área verde por habitante (medida anual). Áreas verdes públicas. Em 2012, a média de metros quadrados por habitante era de 43,48m². Implementar 5 novas áreas verdes na cidade. 5 PPA: Ação 1531, 1532, 1490

14 PLANEJAMENTO E DESENHO URBANO META 9 destinada RESERVAS E ÁREAS PROTEGIDAS Porcentagem do território com finalidades de conservação em relação a área total do município. Em 2012, 9,91% da área do município era à conservação. 10,66%

15 CULTURA PAR A SUSTENTABILIDADE META10 ACERVO DE LIVROS INFANTO-JUVENIS Número de livros infanto-juvenis disponíveis em acervos de bibliotecas municipais por habitante na faixa etária de 7 a 14 anos. Em 2012, havia 1,13 livros infanto-juvenis por habitante. 1,5

16 CULTURA PAR A SUSTENTABILIDADE META11 ACERVO DE LIVROS PARA ADULTOS Número de livros disponíveis em acervos de bibliotecas municipais por habitante com 15 anos ou mais. Em 2012, havia 0,15 livros por adultos. 1,5

17 EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE E QUALIDADE DE VIDA META12 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA (IDEB) - REDE MUNICIPAL DE 1ª A 4ª SÉRIE Nota média do IDEB no município. Em 2011, o IDEB de Porto Alegre era de 4,50. 5

18 EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE E QUALIDADE DE VIDA META13 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA (IDEB) - REDE MUNICIPAL DE 5ª A 8ª SÉRIE Nota média do IDEB no município. Em 2011, o IDEB - anos finais era de 3,5. 4,5

19 EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE E QUALIDADE DE VIDA META14 ACESSO À INTERNET NAS ESCOLAS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Percentual de escolas do ensino fundamental e médio com acesso à internet em relação ao total de escolas públicas. Em 2012, 87,62% das escolas tinha acesso à internet. 100%

20 EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE E QUALIDADE DE VIDA META15 DEMANDA ATENDIDA DE VAGAS EM PRÉ-ESCOLAS MUNICIPAIS Percentual de matrículas sobre o total de procura por vaga em pré-escolas municipais. Em 2012, 85,96% da demanda foi atendida. 100%

21 EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE E QUALIDADE DE VIDA META16 DEMANDA ATENDIDA DE VAGAS NO ENSINO FUNDAMENTAL Percentual de matrículas em relação ao total de procura por vagas no ensino fundamental. Em 2012, 100% da demanda fio atendida. 100%

22 ECONOMIA LOCAL DINÂMICA, CRIATIVA E SUSTENTÁVEL META17 CONSUMO TOTAL DE ÁGUA Média mensal do consumo de água (Residencial, Comercial, Público, Industrial e Misto) estimado, em metros cúbicos, por habitante, por mês. Em 2012, o consumo médio era de 3,65m³. 3,5m³

23 ECONOMIA LOCAL DINÂMICA, CRIATIVA E SUSTENTÁVEL DESEMPREGO Taxa média de desemprego no município. META18 Em 2012, a taxa média de desemprego era de 6,4. Disponibilizar 30 mil vagas em ações de qualificação profissional PPA: Ação 2125

24 ECONOMIA LOCAL DINÂMICA, CRIATIVA E SUSTENTÁVEL DESEMPREGO Taxa média de desemprego no município. META19 Em 2012, a taxa média de desemprego era de 6, de trabalhadores colocados no mercado de trabalho pelo SINE PPA: Ação 1169

25 ECONOMIA LOCAL DINÂMICA, CRIATIVA E SUSTENTÁVEL META20 DESEMPREGO DE JOVENS Taxa média de desemprego de jovens de 14 a 29 anos. Em 2012, a taxa média de desempregados entre jovens era de 13% PPA: Ação 1555 Jovens qualificados, incentivando a geração de oportunidades de trabalho e renda.

26 CONSUMO RESPONSÁVEL E OPÇÕES DE ESTILO DE VIDA META21 INCLUSÃO DE CATADORES NO SISTEMA DE COLETA SELETIVA Percentual de catadores incluídos no sistema de coleta seletiva em relação ao número total de catadores do município. Em 2012, 30% dos catadores foram incluídos no sistema de coleta seletiva. 100%

27 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE* Número de unidades básicas públicas de atendimento em saúde por 10 mil habitantes. META22 Em 2012, havia 1,05 Unidades de Saúde. 1,1 *O indicador é composto por 148 unidades de saúde, sendo 54 Unidades Básicas de Saúde e 94 Unidades de Saúde da Família.

28 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE META23 LEITOS HOSPITALARES Proporção de leitos hospitalares públicos e privados disponíveis por mil habitantes. Em 2012, havia 5,26 leitos para mil habitantes. 5,44

29 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE META24 MORTALIDADE POR DOENÇAS DO APARELHO RESPIRATÓRIO Número de mortes por doenças do aparelho respiratório por 10 mil habitantes. Em 2012, a taxa era de 8,09. 7,5

30 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE META25 MORTALIDADE POR DOENÇAS DO APARELHO CIRCULATÓRIO Número de mortes por doenças do aparelho circulatório por 10 mil habitantes. Em 2012, a taxa era de 22,24. 22

31 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE META26 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA Percentual de nascidos vivos cujas mães tinham 19 anos ou menos, sobre o total de nascidos vivos de mães residentes. Em 2012, o percentual era de 14,75%. 13,65%

32 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE MORTALIDADE MATERNA Proporção de óbitos femininos por causas maternas, em relação aos nascidos vivos de mães residentes no município, por 10 mil nascidos vivos. META27 Em 2012, a taxa era de 5,45. 4,9

33 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE META28 BAIXO PESO AO NASCER Percentual de crianças nascidas vivas com menos de 2,5 kg em relação ao total de nascidos vivos. Em 2012, o percentual era de 9,34%. 9,30%

34 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE META29 PRÉ-NATAL INSUFICIENTE Percentual de nascidos vivos cujas mães fizeram menos de sete consultas pré-natal. Em 2012, o percentual era de 29,69%. 20%

35 AÇÃO LOCAL PARA A SAÚDE META30 MORTALIDADE INFANTIL Proporção de óbitos de crianças menores de um ano em cada mil crianças nascidas vivas de mães residentes. Em 2012, a proporção era de 9,19. 9

36 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO CICLOVIAS EXCLUSIVAS Percentual de quilômetros (km) de ciclovias permanentes em relação ao total de extensão em quilômetros (km) de vias da cidade. META31 Em 2012, havia 11,47km. Implantar mais 28 km de ciclovias, ancançando: 39,47km PPA: Ação 1118

37 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO META32 CORREDORES EXCLUSIVOS DE ÔNIBUS Percentual de quilômetros (km) da rede de corredores exclusivos de ônibus em relação à extensão total de vias da cidadde. Em 2011, o percentual era de 2,02%. 2,98%

38 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO META33 FROTAS DE ÔNIBUS COM ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Percentual da frota de ônibus com acessibilidade para pessoas com deficiência. Em 2012, o percentual era de 55,55%. 91%

39 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO MORTES NO TRÂNSITO Número de mortes em acidentes de trânsito por 10 mil habitantes. Em 2012, a taxa era de 0,74. META34 0,74

40 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO MORTES COM BICICLETA Número de mortes de ocupantes de bicicleta por 10 mil habitantes. Em 2012, a taxa era de 0,04. META35 0,04

41 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO MORTES POR ATROPELAMENTO Número de mortes por atropelamento por 10 mil habitantes. Em 2010, a taxa era de 0,45. META36 0,28 A meta para esse indicador é calculada tendo como parâmetro 2010, conforme a década de ação pela segurança viária.

42 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO MORTES COM MOTOCICLETA Número de mortes de ocupantes de motocicleta por 10 mil habitantes. Em 2012, a taxa era de 0,27. META37 0,26

43 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO MORTES COM AUTOMÓVEL Número de mortes de ocupantes de automóveis e caminhonetes por 10 mil habitantes. META38 Em 2012, a taxa era de 0,15. 0,15

44 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO ACIDENTES DE TRÂNSITO Número total de acidentes de trânsito por 10 mil habitantes. Em 2012, a taxa era de 167,03. META39 165,53

45 MELHOR MOBILIDADE, MENOS TRÁFEGO ATROPELAMENTOS Número total de atropelamentos por 10 mil habitantes. Em 2012, a taxa era de 10,16. META40 8,67

46 Porto Alegre, setembro de S M Sistema de Informações Municipais

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