Plano de Trabalho 2013/2015

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1 SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FUNDAP SEADE CEPAM CONVÊNIO SPDR USP FUNDAP SEADE CEPAM ANEXO I Plano de Trabalho 2013/2015 OUTUBRO DE 2013

2 I. JUSTIFICATIVAS Os problemas enfrentados pelo setor público estão, a cada dia que passa, mais complexos e demandam dos governos novas formas de gestão, mudanças organizacionais, revisão nos processos de trabalho, modernização do aparato legal, ou seja, um processo permanente de inovação em gestão e um programa continuado de capacitação. As mudanças trazidas pela globalização e pela economia centrada no conhecimento estão impactando as organizações governamentais em todos os níveis e setores. A sociedade moldada por esses fenômenos tende a se tornar, a cada dia que passa, mais veloz, reivindicativa, plural e diversa. Para que os governos mantenham sua capacidade de coordenação, nesse novo quadro, torna-se imperioso enxergar as mudanças que estão ocorrendo, modernizar drasticamente a gestão e propor soluções inovadoras para os problemas de alta complexidade e para situações de difícil previsibilidade, que não mais respondem às soluções tradicionais geradas no início do século passado, quando da consolidação da sociedade industrial. O Governo de São Paulo foi a primeira unidade da Federação a definir uma política de gestão do conhecimento e de inovação organizacional, materializada pelo Decreto , promulgado em 21 de setembro de 2009 e reforçada pelas diretrizes estratégicas estabelecidas no PPA Este instrumento legal tem como objetivos centrais: Ampliar a efetividade das políticas públicas e serviços ao cidadão; Promover a transparência, acelerando a disponibilização de informações para o cidadão; Criar cultura aberta à inovação; Fomentar a colaboração entre servidores e a cidadania; Acelerar a criação e circulação do conhecimento gerado no governo; Ampliar as oportunidades de capacitação continuada; e Estimular o uso de novas tecnologias e ferramentas gerenciais. A mais recente conceituação de inovação tem como base a definição estabelecida pelo Manual de Oslo dos países da OCDE, cuja 3ª edição foi publicada em 2005, inclusive em língua portuguesa. Essa definição amplia o sentido do termo inovação, expandindo-o para além de sua compreensão usual como uso de tecnologia para desenvolver um novo produto. Segundo o Manual de Oslo, podemos definir inovação como implementação de um produto, processo, método de marketing ou método organizacional novo ou significativamente melhorado, nas práticas de negócios, na organização do 2

3 local de trabalho ou nas relações externas. Esta edição do Manual destaca ainda, pela primeira vez, que a inovação pode ocorrer em qualquer setor da economia e também no setor público, incluindo aí serviços governamentais e chama a atenção de sua importância para o setor público. No setor público, a inovação pode se dar de forma disruptiva, ou seja, que provoca profunda alteração, como ocorreu com o Poupatempo, que mudou radicalmente a forma de prestação de serviços pelo governo. Mas, na maioria dos casos, a inovação se caracteriza como uma melhoria incremental, ou seja, quando revemos a forma, o processo como executamos uma ação, uma tarefa, um serviço. Revendo um processo podemos simplificá-lo, melhorá-lo, torná-lo mais racional, mais efetivo e, com isso, estaremos inovando. E é exatamente neste tipo de inovação, ou seja, de melhoria incremental, que os servidores públicos poderão atuar de forma muito intensiva, pois, na maioria das vezes, está a seu alcance promover essas mudanças nos processos de trabalho. Para tanto, é fundamental um processo permanente e contínuo de capacitação, principalmente para que os servidores possam utilizar as inúmeras novas ferramentas que continuamente são disponibilizadas na web 2.0. Elas permitem aos governos disponibilizar informações, melhorar seus serviços, criar ambientes que facilitem a troca de conhecimento e a geração de novas soluções, tanto para gestão interna como para participação da sociedade. Com elas, tanto o cidadão como o próprio servidor podem colaborar de forma efetiva, manifestando suas opiniões, suas sugestões e contribuindo para melhoria não só dos serviços, mas também das ações do governo. Mas, para tanto, é fundamental que o governo procure ampliar as oportunidades de capacitação dos seus servidores, promovendo que suas instituições que atuam na área (escolas de governo) revejam os conteúdos de seus cursos, procurando estimular e focar o processo de inovação em gestão organizacional, a colaboração, a promoção da cultura permanente da inovação nos ambientes de trabalhos, a geração de idéias e de projetos e a integração colaborativa com a produção social de conhecimento e, em especial, com instituições universitárias de referência. Para a absorção das oportunidades assim delineadas, será fundamental também que seja criado ambiente inovador que denominamos Laboratório de Inovação em Governo - onde estas novas ideias e projetos possam ser prototipados, testados e devidamente avaliados para possibilitar a devida implementação. A Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional - SPDR, a Fundação do Desenvolvimento Administrativo - FUNDAP, a Fundação Prefeito Faria Lima Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal - CEPAM, a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados SEADE e a Universidade de São Paulo e a Universidade de São Paulo USP, procurando cumprir seus objetivos e exercer suas atribuições dentro do cenário anteriormente exposto, 3

4 desenvolveram estudos técnicos e entendimentos preliminares, com base nos respectivos campos funcionais e missões institucionais, procurando identificar objetivos comuns e oportunidades de cooperação no campo da inovação organizacional em gestão pública, assim como no emprego, nesse campo, de métodos inovadores para formação e capacitação. O resultado desses estudos e entendimentos se materializa no presente Plano de Trabalho, referenciado às diretrizes governamentais e ao Decreto supracitado. As oportunidades identificadas visam contribuir à capacitação do Estado para dar respostas às profundas mudanças da sociedade contemporânea e à consequente sofisticação da agenda governamental, com demanda de novas competências para resolução de problemas complexos, assim como de novos formatos de serviços públicos e de interação com a sociedade para o planejamento e programação da ação governamental. Como preconiza o Manual de Oslo, tais desafios reclamam por inovações que compreendem não apenas a adoção de novas tecnologias, mas a revisão de métodos, processos e formatos organizacionais. As melhores experiências nesse sentido, tanto no campo público como da iniciativa privada, apontam ainda que tais desafios requerem: 1. A adoção de plataformas de inovação aberta, ou seja, com a colaboração de parceiros externos às organizações, com o diálogo multidisciplinar horizontal entre os diversos órgãos e entidades e aproximação ao públicoalvo. 2. A adoção de metodologias para a resolução de problemas complexos, como, por exemplo, o emprego de métodos e técnicas de design aplicado a serviços (Design Thinking). 3. O emprego de metodologias de modelagem de negócios e de serviços. 4. Ambiente adequado de investigação, ideação, modelagem de soluções, prototipagem e testes prévios à execução de pilotos e implantação. 5. O apoio à gestação, lançamento e maturação de projetos. 6. A formação de competências, com o emprego de novas arquiteturas pedagógicas e metodologias ativas de aprendizagem. As ações previstas neste Plano de Trabalho e, em especial, o Laboratório de Inovação em Governo - deverão oferecer, ao conjunto da Administração Pública Estadual e às Administrações Municipais paulistas, estrutura de apoio à modelagem de soluções e à formação de gestores públicos, de modo que possam assimilar, às suas práticas, o acima recomendado para o enfrentamento de desafios contemporâneos. As contribuições da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional para a execução do Plano de Trabalho estão compreendidas nas atribuições do 4

5 órgão que embasaram a criação da Assessoria de Inovação em Governo, instituída pela Resolução SPDR 6, de 02 de maio de 2012, que prevê a promoção de estudos, programas de capacitação, projetos e pesquisas que estimulem a adoção de novos métodos, diretrizes, parâmetros, técnicas e ferramentas que contribuam para a capacidade inovadora na Administração Estadual Paulista. As contribuições da FUNDAP, embasadas em sua missão institucional de promover a elevação dos níveis de eficácia e eficiência da administração pública, abrangerão tanto sediar as instalações para o Laboratório de Inovação em Governo, quanto contribuir com sua expertise relativa à pesquisa e formação de gestores para a Administração Pública Estadual. De maneira análoga, no que concerne às Administrações Públicas Municipais paulistas, o CEPAM, que tem por missão o apoio aos municípios no aprimoramento da gestão e no desenvolvimento de políticas públicas, contribuirá com sua expertise relativa à qualificação profissional e aperfeiçoamento aos servidores públicos e agentes políticos municipais, bem como na promoção da troca de informações sobre experiências bem-sucedidas de gestão municipal. A SEADE, centro de referência nacional na produção e disseminação de análises e estatísticas socioeconômicas e demográficas, tem, dentre seus objetivos, a definição de metodologias para processamento de informações e dados estatísticos, assim como capacitação de pessoal do Estado para operação e uso de informações técnicas e dados estatísticos. Contribuirá com apoio à modelagem estatística e teste de soluções, à definição de indicadores e ao tratamento de dados relativos ao Estado. A Universidade de São Paulo, além da expertise e excelência no ensino de maneira geral, contribuirá, de imediato, por meio do seu Núcleo de Pesquisas em Novas Arquiteturas Pedagógicas e por meio da Escola Técnica e de Gestão da USP. O Núcleo de Pesquisas em Novas Arquiteturas Pedagógicas tem foco na disseminação de metodologias de design de serviços (Design Thinking) para resolução de problemas da sociedade e mantém proximidade com destacadas instituições internacionais com tradição no assunto, como a d-school da Universidade de Stanford e a Parsons New School. A Escola Técnica e de Gestão da USP, criada pela Resolução No , de , visa igualmente à modernização da gestão e à busca por soluções inovadoras para os problemas de alta complexidade sob responsabilidade do Estado. II. OBJETO O presente Plano de Trabalho tem por objeto a realização de ações para a promoção da inovação organizacional no setor público no Estado de São Paulo, incluindo o 5

6 oferecimento, nesse âmbito, de cursos de pós-graduação, extensão e aperfeiçoamento a gestores públicos, órgãos e entidades estaduais e municipais, bem como a implantação e operação do Laboratório de Inovação em Governo. III. AÇÕES E METAS As ações previstas no escopo deste Plano de Trabalho estão estruturadas em 5 dimensões de promoção da inovação organizacional. São elas: 1. Cultura da inovação 2. Capacitação para a inovação 3. Prospecção para a inovação 4. Projetos de inovação 5. Governança da inovação As ações, assim organizadas, estão descritas a seguir, acompanhadas das correspondentes metas: 1. Ações de promoção da cultura da inovação: abrange ações de sensibilização, conscientização relativas à importância da inovação para o aprimoramento do serviço público, bem como para a divulgação e compartilhamento de conhecimento e de experiências inovadoras. Compreende: o A realização de eventos presenciais, como palestras, oficinas vivenciais, seminários e sessões de vídeo, bem como a sua transmissão pela internet; o A realização de eventos virtuais, como transmissão de conteúdo audiovisual, o oferecimento de eventos interativos à distância, como debates, rodas de conversa etc.; o A publicação em ambiente virtual, como a Rede Paulista de Inovação, de casos de inovação, lições aprendidas, notícias e material teórico e didático de apoio à inovação e promoção da cultura de inovação nas organizações. META: 1.1 Realizar 19 eventos presenciais com transmissão pela internet, distribuídos nos anos 2013 (2 eventos), 2014 (12 eventos) e 2015 (5 eventos). 2. Ações de capacitação para a inovação: abrange atividades de formação de servidores públicos estaduais e municipais para a inovação, abrangendo metodologias e técnicas para a resolução de problemas complexos, como Design Thinking, modelagem de negócios e uso de plataformas de inovação aberta, com o emprego de novas arquiteturas pedagógicas e metodologias ativas de aprendizagem. Compreende: 6

7 o Cursos de pós-graduação o Cursos de extensão o Cursos de aperfeiçoamento META: 2.1 Oferecer, a servidores públicos estaduais e municipais do Estado de São Paulo, em 2014 e 2015, 300 horas por ano de cursos em técnicas de redesenho e resolução de problemas complexos para modelagem de serviços e políticas públicas, visando a formação de cerca 100 servidores por ano. 3. Ações de prospecção para a inovação: abrange ações voltadas ao contínuo acompanhamento de novidades tecnológicas, ferramentas, métodos e técnicas gerenciais e formatos organizacionais e institucionais que possam ser utilizadas para a melhoria do serviço público. Compreende: o Pesquisas o Execução de protótipos para testes o Publicação de resultados na Rede Paulista de Inovação META: 3.1 Publicar o resultado de 18 prospecções realizadas, sendo 12 publicações em 2014 e 6 em Ações de apoio a projetos de inovação: envolve o oferecimento de ambientes e instalações apropriadas, assim como a operação de estrutura de facilitação para o desenvolvimento de práticas inovadoras. Abrange a resolução de problemas e modelagem de soluções para políticas públicas e serviços, tanto finalísticos quanto de apoio à gestão, assim como apoio conceitual e metodológico para a viabilização de projetos inovadores embrionários. Compreende: o Oferta de instalações e operação de estrutura de facilitação para o emprego de metodologias e técnicas de redesenho de serviços, modelagem de negócios públicos e uso de plataformas de inovação aberta. o Oficinas de modelagem e prototipagem de serviços públicos e de políticas públicas. o Oficinas para a resolução de problemas complexos, a partir da seleção de casos levantados nas entidades de governo. o Apoio conceitual e metodológico a projetos embrionários, por meio de técnicas de facilitação, coaching e apoio de especialistas. o Apoio à realização de pilotos, inclusive modelagem de indicadores e testes; o Apoio a projetos embrionários na modelagem de estrutura de gestão e de indicadores de desempenho, de estrutura de implantação, assim como planejamento da ampliação de escala de operação e lançamento. METAS: 7

8 4.1 Conceber, planejar e instalar, até março de 2014, ambiente denominado Laboratório de Inovação em Governo nas dependências da FUNDAP, compreendendo espaços, instalações e estrutura de funcionamento adequados à condução de dinâmicas e técnicas para a inovação e resolução de problemas por pelo menos 6 grupos de 6 pessoas simultâneos. 4.2 Oferecer 18 oficinas de resolução de problemas no Laboratório de Inovação em Governo, sendo 12 em 2014 e 6 em Oferecer apoio à maturação de 6 projetos inovadores, sendo 4 em 2014 e 2 em Ações de promoção da governança da inovação: envolve ações para o fomento e estruturação de governança para a inovação no âmbito da Administração Pública. Compreende: o A definição métricas e técnicas para avaliação adequadas; o A definição de formatos organizativos adequados à política de inovação governamental e o fomento à participação dos servidores; o A promoção da transparência e responsabilidade nas instâncias de governança Realizar estudo de métricas e técnicas adequadas para avaliação da inovação organizacional em governo e em organizações públicas e publicálo em Formar e estruturar, em 2014, rede de colaboradores para a inovação em governo no âmbito do Estado de São Paulo Avaliar e coligir recomendações para a estruturação de política de inovação em governo, com base na experiência de implantação das ações em 5 dimensões previstas neste Plano de Trabalho e publicá-las em Divulgar, no site da Rede Paulista de Inovação, a documentação e avaliação da execução do presente Convênio, desde a data de sua assinatura, com atualização permanente. IV. DOS PLANOS DE AÇÂO O Comitê Gestor instituído nos termos da Cláusula Segunda do Convênio aprovará Planos de Ações, que detalharão as ações para a execução do previsto no item anterior e cumprimento das metas nele estabelecidas, e de acordo com a Cláusula Quarta do Convênio, tornando-se parte integrante do presente Plano de Trabalho. Em conformidade ao item II da citada Cláusula Quarta, os Planos de Ação detalharão, 8

9 ao menos, os seguintes itens: a) Definição das ações; b) Atribuições; c) Prazos; d) Propriedade Intelectual V. FASES DE EXECUÇÃO O presente Plano de Trabalho terá duas fases de execução, uma preliminar e de estruturação e a seguinte, de plena operação e cumprimento das metas. PRIMEIRA FASE 6 meses A primeira fase de execução deste Plano de Trabalho será compreendida pelas seguintes ações: 1. Elaboração dos Planos de Ação para os meses de 2013 e primeiro semestre de Concepção, planejamento e instalação do Laboratório de Inovação em Governo nas dependências da FUNDAP, correspondente ao cumprimento da META Realização dos 3 eventos iniciais presencias com transmissão pela Internet, previstos como parcela inicial da META 1.1. SEGUNDA FASE 18 meses A segunda fase de execução deste Plano de Trabalho será compreendida por: 1. Elaboração dos Planos de Ação para o segundo semestre de 2014 e primeiro semestre de Realização e cumprimento de metas das demais ações previstas e não constantes da primeira fase. VI. AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO O Comitê Gestor instituído nos termos da Cláusula Segunda do Convênio elaborará relatórios quadrimestrais sobre o desenvolvimento das ações e metas previstas neste Plano de Trabalho, bem como proporá os aditamentos necessários ao Convênio. 9

10 VII. RECURSOS NECESSÁRIOS As atividades previstas neste Plano de Trabalho serão desempenhadas com recursos humanos, materiais e financeiros próprios de cada instituição envolvida não havendo transferência de qualquer espécie de recursos entre as instituições envolvidas, conforme estabelecido na Cláusula Quinta do Convênio que o presente Plano de Trabalho integra. VIII. PRAZO DE EXECUÇÃO Este Plano de Trabalho abrange o período de 24 meses, contados a partir da data de assinatura do Convênio. 10

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