Relatório sobre a Revisão Especial das Informações Financeiras Trimestrais- IFT 31 de dezembro de 2012

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1 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES Relatório sobre a Revisão Especial das Informações Financeiras Trimestrais IFT 31 de dezembro de 2012 KPMG Auditores Independentes Fevereiro de 2013 KPDS 51364

2 KPMG Auditores Independentes Av. Almirante Barroso, 52 4º Rio de Janeiro, RJ Brasil Caixa Postal Rio de Janeiro, RJ Brasil Central Tel 55 (21) Fax 55 (21) Internet Relatório sobre a revisão de Informações Financeiras Trimestrais IFT Aos Conselheiros e Diretores do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES Brasília DF Introdução Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Financeiras Trimestrais (IFT) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES ( Banco ), referentes ao trimestre findo em 31 de dezembro de 2012, compreendendo o balanço patrimonial (Quadro 7002) em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado (Quadro 7003) para os períodos de três e doze meses findos naquela data e das mutações do patrimônio líquido (Quadro 7004) para o período de três meses findo naquela data, bem como as respectivas notas explicativas (Quadro 7014). A administração é responsável pela elaboração dessas informações intermediárias de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de acordo com o requerido pelo Banco Central do Brasil para fins das IFTs. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão. Alcance da revisão Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. Base para conclusão com ressalva Conforme descrito na nota explicativa 27, a administração do Banco manteve registrado na conta de ajuste de avaliação patrimonial, no patrimônio líquido em 31 de dezembro de 2012, um ajuste negativo no montante de R$ milhões, líquido dos efeitos tributários, correspondente à perda de caráter permanente em certos investimentos em ações classificados na categoria disponível para venda, conforme requerido pela Resolução n 4.175/12 do Conselho Monetário Nacional. As práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a 2 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firmamembro da rede KPMG de firmasmembro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity.

3 funcionar pelo Banco Central do Brasil, que tem por objetivo a apresentação adequada da posição patrimonial e financeira, do desempenho operacional e dos fluxos de caixa, requerem que o ajuste negativo em ações considerados como perda de caráter permanente seja apropriado em despesa no período em que ocorrer., o montante de perda considerada de caráter permanente, líquida dos efeitos tributários, mantida no patrimônio líquido é de R$ milhões. Consequentemente, o lucro líquido dos períodos de três e doze meses findos em 31 de dezembro de 2012 está aumentado em R$ milhões, após os efeitos tributários. Conclusão com ressalva Com base em nossa revisão, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para conclusão com ressalva, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações contábeis contidas nas Informações Financeiras Trimestrais (IFT) acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de acordo como requerido pelo Banco Central do Brasil para fins das IFTs. Outros assuntos A revisão das Informações Financeiras Trimestrais (IFT) foi conduzida com o objetivo de emitir relatório de revisão sobre as informações contábeis contidas nas Informações Financeiras Trimestrais referidas no parágrafo de introdução, tomadas em conjunto. Os quadros 7001, 7013, 7015 a 7027, 7029, 7030, 7032, 7034 a 7036, 7038 e 7039 referentes ao período de três meses findos em 31 de dezembro de 2012, que fazem parte do conjunto das IFTs, foram elaborados sob responsabilidade da administração e estão sendo apresentados para propiciar informações suplementares sobre o Banco, requeridas pelo Banco Central do Brasil, não sendo requeridos como parte integrante das informações financeiras. As informações contábeis contidas nesses quadros foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos no parágrafo de alcance da revisão e, com base na adoção desses procedimentos de revisão, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base para conclusão com ressalva, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que essas informações contábeis não foram apresentadas de forma condizente com as informações trimestrais referidas no parágrafo de introdução, tomadas em conjunto. Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2013 KPMG Auditores Independentes CRC SP014428/O6 Carlos Eduardo Munhoz Contador CRC SP138600/O7 Bruno Vergasta de Oliveira Contador CRC RJ093416/O0 TSP 3

4 ECONÔMICO E SOCIAL BNDES RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 DE DEZEMBRO DE 2012 Senhor acionista e demais interessados: Apresentamos o Relatório da Administração e as informações financeiras trimestrais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) relativas ao 4º trimestre de 2012, segundo as disposições da Lei das Sociedades por Ações e das normas do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOFINANCEIROS O quadro abaixo apresenta e compara os principais indicadores do BNDES nos trimestres e exercícios findos em 31/12/12 e 31/12/11. hões, exceto percentuais Resultado 4T/12 4T/11 Evolução % Evolução % Resultado com Operações Financeiras , ,4 Equivalência Patrimonial , (33,1) Provisão para Risco de Crédito 138 (30) 560,0 (406) (131,9) Outras Despesas Líquidas (660) (425) (55,3) (1.864) (885) (110,6) Tributação sobre o Lucro (1.159) (363) (219,3) (2.513) (1.359) (84,9) Lucro (prejuízo) Líquido (LL) , (9,6) Balanço Patrimonial dez/12 set/12 Evolução % dez/12 dez/11 Evolução % Ativo Total (AT) , ,9 Disponibilidades e Aplicações Financeiras , ,3 Títulos e Valores Mobiliários , ,6 Operações de Créditos e Repasses , ,1 Outros Créditos , ,5 Investimentos (2,3) (0,8) Imobilizado, Intangível e Diferido (3,8) Empréstimos e Repasses , ,7 Outras Obrigações , ,9 Patrimônio Líquido (PL) (6,1) (14,5) Patrimônio Líquido/Ativo Total (PL / AT) 7,52% 8,65% 7,52% 10,11% Índices Financeiros (%) dez/12 set/12 dez/12 dez/11 Inadimplência / Carteira Total 1/ 0,06% 0,15% 0,06% 0,14% PDD / Carteira Total 1/ 0,43% 0,52% 0,43% 0,52% PDD / Créditos Inadimplentes 1/ 7,66 3,58 7,66 3,80 Rentabilidade 4T/12 4T/ Retorno s/ Ativos (LL / AT médio ) 2/ 0,52% 0,21% 1,30% 1,71% Retorno s/ PL (LL / PL médio ) 3/ 8,15% 2,61% 18,78% 21,87% 1/ Inclui Operações de Crédito e Repasses Interfinanceiros. 2/ ATmédio = (AT inicial + AT final) / 2, excluindo AVM de não coligadas 3/ PLmédio = (PL inicial + PL final) / 2, excluindo AVM de não coligadas 4

5 RESULTADO O lucro líquido no 4º trimestre de 2012 foi de R$ milhões, o que representa um crescimento de R$ milhões (187,5%) em relação ao mesmo período de Os principais fatores que contribuíram para esta variação foram: Resultado com operações financeiras acréscimo de R$ milhões (167,0%) suportado por ganhos em operações com títulos públicos, os quais totalizaram R$ milhões no 4T/12 (R$ 6 milhões no 4T/11). Estes ganhos tiveram origem em permutas de NTNB em leilões de troca promovidos pela União e no resgate antecipado de títulos cujos recursos foram utilizados na execução do orçamento de desembolsos. Receita com reversão de provisão para risco de crédito de R$ 138 milhões, em contrapartida a uma despesa de R$ 30 milhões apurada no 4T/11, influenciada por renegociação de crédito inadimplente que gerou um receita de R$ 236 milhões. Os efeitos acima foram atenuados pelo aumento da despesa com tributação sobre o lucro, a qual acompanha o crescimento do resultado de operações financeiras. ESTRUTURA PATRIMONIAL O Ativo Total do BNDES atingiu R$ milhões em 31/12/12, apresentando crescimento de R$ milhões (8,0%) em relação à 30/9/12. O saldo da carteira de TVM cresceu R$ milhões (10,5%) no trimestre, com destaque para a aquisição de ações da Petrobras, no valor de R$ milhões, detidas pelo Fundo Soberano (FIEE). A carteira líquida de operações de créditos em 31/12/12 representava 70,5% do Ativo e apresentou acréscimo de R$ milhões no trimestre, proporcionado pela captação de R$ 35 bilhões junto ao Tesouro Nacional sob amparo da MP 564/12. Os créditos inadimplentes representaram 0,06% da carteira total (0,15% em 30/9/12). A provisão para risco de crédito sobre a carteira atingiu R$ milhões (R$ milhões em 30/9/12) e representa 7,61 vezes os créditos inadimplentes em 31/12/12 (3,58 vezes em 30/9/12). 5

6 O saldo de outros créditos apresentou um acréscimo de R$ milhões (67,4%) em relação a 30/9/12, como resultado de: (i) permuta de ações da carteira da BNDESPAR por créditos de titularidade da União junto à Itaipu Binacional, no âmbito do Art. 7 da MP 600, de 28/12/12, no valor aproximado de R$ 6 bilhões; e (ii) aumento de R$ milhões do saldo de créditos tributários diferidos em função, basicamente, da desvalorização da carteira de participações societárias avaliadas a valor justo. A rubrica investimentos apresentou redução de R$ milhões no trimestre (2,3%), decorrente do ajuste de avaliação patrimonial reflexo, no montante de R$ milhões, reconhecido na controlada BNDESPAR, relacionado aos investimentos avaliados a valor justo. O saldo de empréstimos e repasses BNDES apresentou crescimento de R$ milhões (7,8%) no 4T/12, influenciado pelos recursos captados do Tesouro Nacional, no montante de R$ 35 bilhões, já mencionado. Também foram capitados recursos junto ao FAT no montante de R$ 3,0 bilhões. O saldo de outras obrigações apresentou crescimento de R$ milhões (26,6%). Esta rubrica abrange operações compromissadas utilizadas como instrumento de gestão de caixa do BNDES no cumprimento de suas programações de desembolso. O patrimônio líquido apresentou um decréscimo de R$ milhões (6,1%) no trimestre, em função de: (i) antecipação de dividendos e JCP sobre o lucro de 2012 no valor de R$2.317 milhões; e (ii) ajuste de avaliação patrimonial negativo em R$ milhões devido, principalmente, à desvalorização da carteira de participações societárias a valor junto. O lucro de R$ milhões, auferido no trimestre atenuou em parte estes efeitos. Em relação aos limites prudenciais estabelecidos pelo BACEN, em 31 de dezembro de 2012, o BNDES encontrase enquadrado em todos os limites, sendo o Índice de Basileia de 16,2% superior aos 11% exigidos pelo BACEN. CIRCULAR 3.068/01 BACEN O BNDES declara ter capacidade financeira e intenção de manter até o vencimento os títulos classificados na categoria Mantidos até o Vencimento, no montante de R$ milhões, representando 21,5% do total de títulos e valores mobiliários. 6

7 QUADRO 7002 BALANÇO PATRIMONIAL BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES Balanço Patrimonial Valores em R$ Mil Saldo ATIVO TOTAL , ATIVO CIRCULANTE DISPONIBILIDADES APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Aplicações no Mercado Aberto Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Aplicações Voluntárias no Banco Central Aplicações em Depósitos de Poupança (Provisões para Perdas) () TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Carteira Própria Vinculados a Compromissos de Recompra Vinculados ao Banco Central Moedas de Privatização Vinculados à Prestação de Garantias Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação Instrumentos Financeiros Derivativos (Provisões para Desvalorizações) () RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Pagamentos e Recebimentos a Liquidar Créditos Vinculados Depósitos no Banco Central Convênios Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural SFH Sistema Financeiro da Habitação Repasses Interfinanceiros Correspondentes RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS Recursos em Trânsito de Terceiros Transferências Internas de Recursos , , , , , , , , ,13 0, ,66 30,94 30, , OPERAÇÕES DE CRÉDITO , Operações de Crédito , Setor Público Setor Privado , , Operações de Crédito Vinculadas a Cessão (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) () ( ,79) OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL Arrendamentos e Subarrendamentos a Receber Setor Público Setor Privado Operações de Arrendamento Mercantil Vinculadas a Cessão (Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil) () (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa) () OUTROS CRÉDITOS , Créditos por Avais e Fianças Honrados Carteira de Câmbio Rendas a Receber Negociação e Intermediação de Valores Créditos Específicos Operações Especiais Diversos (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) () 0, , ,51 (96,87) OUTROS VALORES E BENS , Investimentos Temporários (Provisões para Perdas) () Outros Valores e Bens , (Provisões para Desvalorizações) () (500,48) Despesas Antecipadas , ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO ,55 7

8 QUADRO 7002 BALANÇO PATRIMONIAL BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES Balanço Patrimonial Valores em R$ Mil Saldo APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ Aplicações no Mercado Aberto Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Aplicações Voluntárias no Banco Central (Provisões para Perdas) () TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS , Carteira Própria , Vinculados a Compromissos de Recompra , Vinculados ao Banco Central Moedas de Privatização Vinculados à Prestação de Garantia , Títulos Objeto de Operações Compromissadas dom Livre Movimentação Instrumentos Financeiros Derivativos 143, (Provisões para Desvalorizações) () RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS , Pagamentos e Recebimentos a Liquidar Créditos Vinculados Depósitos no Banco Central Convênios Tesouro Nacional Recursos do Crédito Rural SFH Sistema Financeiro da Habitação Repasses Interfinanceiros , Correspondentes OPERAÇÕES DE CRÉDITO , Operações de Crédito , Setor Público , Setor Privado , (Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa) () ( ,74) OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL Arrendamentos e Subarrendamentos a Receber Setor Público Setor Privado (Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil) () (Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa) () OUTROS CRÉDITOS , Créditos por Avais e Fianças Honrados Carteira de Câmbio Rendas a Receber Negociação e Intermediação de Valores Créditos Específicos Operações Especiais Diversos (Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa) () , , ,70 (1.188,48) OUTROS VALORES E BENS Investimentos Temporários (Provisões para Perdas) () Outros Valores e Bens (Provisões para Desvalorizações) () Despesas Antecipadas PERMANENTE INVESTIMENTOS Dependências no Exterior Participações em Coligadas e Controladas No País No Exterior Outros Investimentos (Provisões para Perdas) () IMOBILIZADO DE USO Imóveis de Uso Reavaliações de Imóveis de Uso Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas) () IMOBILIZADO DE ARRENDAMENTO Bens Arrendados (Depreciações Acumuladas) () DIFERIDO Gastos de Organização e Expansão (Amortizações Acumuladas) () , , , , , ,43 (3.501,95) , , ,77 ( ,74) 2.073, ,68 (32.900,61) INTANGÍVEL , Ativos Intangíveis , (Amortizações Acumuladas) () (20.427,53) 8

9 QUADRO 7002 BALANÇO PATRIMONIAL BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES Balanço Patrimonial Valores em R$ Mil Saldo PASSIVO TOTAL , PASSIVO CIRCULANTE DEPÓSITOS Depósitos à Vista Depósitos de Poupança Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo Outros Depósitos , , ,14 269, CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO , Carteira Própria , Carteira de Terceiros Carteira Livre Movimentação RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS Recursos de Aceites Cambiais Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares Recursos de Debêntures Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Recebimentos e Pagamentos a Liquidar Obrigações Vinculadas Repasses Interfinanceiros Correspondentes RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS Recursos em Trânsito de Terceiros Transferências Internas de Recursos , , , , OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS , Empréstimos no País Instituições Oficiais Empréstimos no País Outras Instituições Empréstimos no Exterior Obrigações por Aquisição de Títulos Federais , , , OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS INSTITUIÇÕES OFICIAIS Tesouro Nacional Banco do Brasil BNDES CEF FINAME Outras Instituições OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO EXTERIOR Repasses do Exterior OUTRAS OBRIGAÇÕES Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Carteira de Câmbio Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Negociação e Intermediação de Valores Operações com Loterias Fundos e Programas Sociais Fundos Financeiros e de Desenvolvimento Operações Especiais Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida Dívidas Subordinadas Instrumentos Financeiros Derivativos Diversas , , , , , , , , , , , , , PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO , DEPÓSITOS , Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo , CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO Carteira Própria Carteira de Terceiros Carteira Livre Movimentação 9

10 QUADRO 7002 BALANÇO PATRIMONIAL BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL BNDES Balanço Patrimonial RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS Recursos de Aceites Cambiais Recursos de Letras Imobiliárias, Hipotecárias, de Crédito e Similares Recursos de Debêntures Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Recebimentos e Pagamentos a Liquidar Obrigações Vinculadas Repasses Interfinanceiros Correspondentes Valores em R$ Mil Saldo OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS , Empréstimos no País Instituições Oficiais Empréstimos no País Outras Instituições Empréstimos no Exterior Obrigações por Aquisição de Títulos Federais , , , OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO PAÍS INSTITUIÇÕES OFICIAIS Tesouro Nacional Banco do Brasil BNDES CEF FINAME Outras Instituições OBRIGAÇÕES POR REPASSES DO EXTERIOR Repasses do Exterior OUTRAS OBRIGAÇÕES Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Carteira de Câmbio Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Negociação e Intermediação de Valores Operações com Loterias Fundos e Programas Sociais Fundos Financeiros e de Desenvolvimento Operações Especiais Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida Dívidas Subordinadas Instrumentos Financeiros Derivativos Diversas RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS Resultados de Exercícios Futuros , , ,12 777, , , , , , , , , , PATRIMÔNIO LÍQUIDO (+/) , Capital , De Domiciliados no País De Domiciliados no Exterior , (Capital a Realizar) () Recursos de Associados Poupadores Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros Ajuste de Avaliação Patrimonial Lucros ou Prejuízos Acumulados (+/) (Ações em Tesouraria) () , ,91 10

11 QUADRO 7003 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO Demonstração do Resultado Valores em R$ Mil No trimestre Acumulado Ano Corrente RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA , , Operações de Crédito , , Operações de Arrendamento Mercantil Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários , , Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos ( ,64) ( ,02) Resultado de Operações de Câmbio , , Resultado das Aplicações Compulsórias Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiro DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA () ( ,42) ( ,83) Operações de Captação no Mercado () ( ,34) ( ,41) Operações de Empréstimos e Repasses () ( ,83) ( ,06) Operações de Arrendamento Mercantil () Resultado de Operações de Câmbio () (26.566,26) ( ,44) Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiro Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa () ,01 ( ,92) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA (+/) , , OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS (+/) ( ,60) , Receitas de Prestação de Serviços Despesas de Pessoal () ( ,25) ( ,56) Outras Despesas Administrativas () (78.064,36) ( ,03) Despesas Tributárias () ( ,34) ( ,90) Resultado de Participações em Coligadas e Controladas (+/) , , Outras Receitas Operacionais , , Outras Despesas Operacionais () ( ,58) ( ,87) RESULTADO OPERACIONAL (+/) , , RESULTADO NÃO OPERACIONAL (+/) (2.374,90) 7.885, RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO , ,25 E PARTICIPAÇÕES (+/) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (+/) ( ,63) ( ,09) Provisão para Imposto de Renda (+/) ( ,61) ( ,59) Provisão para Contribuição Social (+/) ( ,51) ( ,14) Ativo Fiscal Diferido (+/) , , PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO () (77.126,58) (77.126,58) LUCRO LÍQUIDO (PREJUÍZO) (+/) , , JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO () LUCRO (PREJUÍZO) POR AÇÃO 0, ,

12 QUADRO 7004 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL AUMENTO RESERVAS RESERVAS RESERVAS DE LUCROS AJUSTE DE LUCROS OU AÇÕES E V E N T O S REALIZADO DE DE INCENTIVOS DE AVALIAÇÃO PREJUÍZOS EM TOTAL CAPITAL FISCAIS REAVALIAÇÃO LEGAL ESTATUTÁRIAS CONTINGÊNCIAS LUCROS A OUTRAS PATRIMONIAL ACUMULADOS TESOURARIA REALIZAR SALDOS NO INÍCIO DO PERÍODO EM 30/09/ , , , , , , AJUSTES DE PERÍODOS ANTERIORES REVERSÕES DE RESERVAS DIVIDENDOS INTERMEDIÁRIOS AJUSTE DE AVALIAÇÃO PATRIMONIAL ( ,81) ( ,81) AUMENTO DE CAPITAL OUTROS EVENTOS Reavaliação de Imóveis de Uso Próprio Contribuições Monetárias para Reservas de Capital Subvenções para Investimentos Realização de Reservas Aquisição / Cancelamento de Ações Próprias Atualização de Títulos Patrimoniais Reversão / Realização de Reservas de Reavaliação Imposto e Contribuições sobre Reserva de Reavaliação Reserva de Reavaliação em Coligadas / Controladas Reserva decorrente de Incentivos Fiscais Outros LUCRO LÍQUIDO (PREJUÍZO) DO PERÍODO , , DESTINAÇÕES: Reservas , ,30 ( ,13) Dividendos ( ,23) ( ,23) Bonificações em Dinheiro Juros sobre o Capital Próprio ( ,87) ( ,87) Outros SALDOS NO FIM DO PERÍODO EM , , , , , MUTAÇÕES DO PERÍODO , ,30 ( ,81) ( ,25) ( ,94) Dividendos p/ação Juros sobre o Capital Próprio p/ação 12

13 Quadro 7013 CONSOLIDADO ECONÔMICOFINANCEIRO CONEF R$ MIL CONEF SALDO CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO , DISPONIBILIDADES , Caixa 25, Depósitos Bancários 621, Disponibilidades em Moedas Estrangeiras , DEPÓSITOS EM MOEDAS ESTRANGEIRAS , APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ , Aplicações em Operações Compromissadas , REVENDAS A LIQUIDAR POSIÇÃO BANCADA , Títulos Públicos Federais , Aplicações em Depósitos Interfinanceiros , APLICAÇÕES EM DEPÓSITOS INTERFINANCEIROS , Aplicações em Moedas Estrangeiras , AVISO PRÉVIO E PRAZO FIXO , TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS , Livres , TÍTULOS DE RENDA FIXA , Títulos Públicos Federais , Outros , COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO , TÍTULOS DE RENDA VARIÁVEL DEMAIS APLICAÇÕES , Ações de Companhias Abertas , Ações de Companhias Fechadas , Bônus de Subscrição de Companhias Abertas 0, Cotas de Fundos de Renda Variável Outros PROVISÃO PARA DESVALORIZAÇÃO DE TÍTULOS LIVRES () Outros no País PROVISÃO PARA DESVALORIZAÇÃO DE TÍTULOS LIVRES () Ações Vincul. a operac. Compromissadas , Títulos de Renda fixa vinc a recompra , Títulos públicos federais , Instrumentos Financeiros Derivativos , Instrumentos Financeiros Derivativos , Instrumentos Financeiros Derivativos SWAP Vinculados à prestação de garantias , Títulos dados em garantia , Títulos Públicos Federais , RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS , Créditos Vinculados 30, BANCO CENTRAL BANCOS OFICIAIS DEPÓSITOS VINCULADOS A CONVÊNIO 30, Repasses Interfinanceiros , OUTROS DEVEDORES , PROVISÃO PARA PERDAS EM REPASSES INTERFINANCEIROS () ( ,35) Outros ( ,35) OPERAÇÕES DE CRÉDITO E ARRENDAMENTO MERCANTIL , Operações de Crédito , FINANCIAMENTOS , PROVISÕES PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO () ( ,39) OUTROS CRÉDITOS, VALORES E BENS , Avais e Fianças Honrados Avais e Fianças Honrados Câmbio 0, CÂMBIO COMPRADO A LIQUIDAR Exportação e Interbancário Financeiro DIREITOS SOBRE VENDAS DE CÂMBIO Importação e Financeiro Interbancário Interdepartamental e Arbitragem VALORES EM MOEDAS ESTRANGEIRAS A RECEBER 0, Rendas a Receber , Créditos Específicos , ATIVIDADE FINANCEIRA , Tesouro Nacional , Governo Federal Operações Refinanciadas e Alongamento Operações Especiais e Valores Específicos Diversos , BENS NÃO DE USO PRÓPRIO , Outros Valores e Bens , PROVISÃO PARA DESVALORIZAÇÃO DE OUTROS VALORES E BENS () (1.499,09) Outros Valores e Bens (1.499,09) CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES , CRÉD. TRIB. CIRC REALIZ APÓS 5 ANOS , CRÉD. TRIB. CIRC REALIZ ATE 5 ANOS , CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS , IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES A COMPENSAR , IMPOSTO DE RENDA A RECUPERAR 112, DEVEDORES DIVERSOS EXTERIOR 16, DEVEDORES DIVERSOS PAÍS , Outros Créditos em Liquidação e Provisões para Outros Créditos (7.906,14) PROVISÕES PARA OUTROS CRÉDITOS () (7.906,14) Despesas Antecipadas ,95 13

14 Quadro 7013 CONSOLIDADO ECONÔMICOFINANCEIRO CONEF R$ MIL CONEF SALDO PERMANENTE , INVESTIMENTOS , Participações em Coligadas e Controladas no País , PARTICIPAÇÕES EM COLIGADAS E CONTROLADAS , Outras Participações , PROVISÃO PARA PERDAS EM SOCIEDADES COLIGADAS E CONTROLADAS () ( ,14) Outras Participações ( ,14) Investimentos por Incentivos Fiscais Ações e Cotas , AÇÕES E COTAS , Outros , PROVISÃO PARA PERDAS EM AÇÕES E COTAS () Outros Outros Investimentos , OUTROS INVESTIMENTOS , PROVISÃO PARA PERDAS EM OUTROS INVESTIMENTOS () ( ,89) IMOBILIZADO , Imobilizações em Curso 4.520, Imóveis , IMÓVEIS , DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE IMÓVEIS EDIFICAÇÕES () ( ,93) Instalações, Móveis e Equipamentos , INSTALAÇÕES, MÓVEIS E EQUIPAMENTOS , DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE INSTALAÇÕES, MÓVEIS E (23.045,60) Outros , OUTRAS IMOBILIZAÇÕES , DEPRECIAÇÃO ACUMULADA DE OUTRAS IMOBILIZAÇÕES () (39.322,21) DIFERIDO 2.073, Gastos de Organização e Expansão , OUTROS GASTOS DE ORGANIZAÇÃO EM EXPANSÃO , Amortização Acumulada do Diferido () (32.900,61) OUTROS (32.900,61) Intangível , Ativos Intangíveis , Outros Ativos Intangíveis , Amortização acumulada de ativos intangíveis () (20.427,53) COMPENSAÇÃO , COOBRIGAÇÕES E RISCOS EM GARANTIAS PRESTADAS Beneficiários de Garantias Prestadas OUTRAS CUSTÓDIA DE VALORES , Valores Garantidos Pelo FGPC , Valores Garantidos por Fundos ou Mecanismos Governamentais ou Oficiais , Valores Garantidos pelo Tesouso Nacional , RISCO NORMAL , RISCO REDUZIDO Val Garantidos por Instituições Financeiras , Outras Custódias de Valores , COBRANÇA , NEGOCIAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE VALORES , Contratos de Ações, Ativos Financeiros e Mercadorias , Valores em Risco de Operações de Swap , RISCO DE CRÉDITO DE SWAP , VALOR DE MERCADO POSITIVO DE SWAP VALOR DE MERCADO NEGATIVO DE SWAP , CONTROLE , Patrimônio Líquido Exigido Para Cobertura do Risco de Mercado , TAXA DE CÂMBIO , TAXA DE JURO , VALOR TOTAL DA EXPOSIÇÃO CAMBIAL , VALOR TOTAL DA EXPOSIÇÃO CAMBIAL , Patrim de Referência Ajustes , Patrim. Ref Aj Marcação Mercado , Inst Capt I.F. com FPR 100% , Creditos Tributários Limites , Cred. Trib. Excl. Nível I PR , Créditos Tributários decorrentes de diferenças temporárias , Créditos Tributários outros Outras Contas de Compensação Ativas , T O T A L G E R A L D O A T I V O , CIRCULANTE E EXIGÍVEL A LONGO PRAZO , DEPÓSITOS , Depósitos à Vista Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo Obrigações por Depósitos Especiais e de Fundos e Programas , OBRIGAÇÕES POR OPERAÇÕES COMPROMISSADAS , Carteira Própria , REC ACEITE CAMB L. IMOB. HIPOT , Rec Let Imob Hip Cred e Siml , RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS 3.626, OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES , Empréstimos e Financiamentos , NO PAÍS , NO EXTERIOR , Repasses ,10 14

15 Quadro 7013 CONSOLIDADO ECONÔMICOFINANCEIRO CONEF R$ MIL CONEF SALDO NO PAÍS , NO EXTERIOR , INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS , OUTRAS OBRIGAÇÕES , Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Câmbio Sociais e Estatutárias DIVIDENDOS E BONIFICAÇÕES A PAGAR Fiscais e Previdenciárias , IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOBRE LUCROS A PAGAR IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOBRE LUCROS A PAGAR PROVISÃO PARA IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES SOBRE LUCROS , IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES A RECOLHER , PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA DIFERIDO , Negociação e Intermediação de Valores Recursos para Destinação Específica e Operações Especiais , Diversas , OUTRAS OBRIGAÇÕES , INSTRUMENTOS HÍBRIDOS E DÍVIDAS SUBORDINADAS , Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida , Elegíveis a Capital I , Elegíveis a Capital II , Outros , Dívidas Subordinadas Elegíveis a Capital , VENCIMENTO SUPERIOR A 5 ANOS , Outras Dívidas Subordinadas , RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS PATRIMÔNIO LÍQUIDO , PATRIMÔNIO LÍQUIDO , Capital Social , CAPITAL , Ações Ordinárias País , AUMENTO DE CAPITAL Ações Ordinárias País Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros , RESERVA LEGAL , RESERVAS ESTATUTÁRIAS RESERVA PARA INCENTIVOS FISCAIS , Ajuste Valor de mercado TVM e Der , Lucros ou Prejuízos Acumulados ( ,20) CONTAS DE RESULTADO CREDORAS , RECEITAS OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA , RECEITAS NÃO OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA , CONTAS DE RESULTADO DEVEDORAS , DESPESAS OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA , DESPESAS NÃO OPERACIONAIS DA ATIVIDADE FINANCEIRA , APURAÇÃO DE RESULTADO , Imposto de Renda e Contribuição Social , IMPOSTO DE RENDA , Atividade Financeira , CONTRIBUIÇÃO SOCIAL , Atividade Financeira , Participações no Lucro , PARTICIPAÇÕES NO LUCRO , Empregados , COMPENSAÇÃO , T O T A L G E R A L D O P A S S I V O ,83 15

16 ECONÔMICO E SOCIAL BNDES 1. Contexto operacional 1.1) Histórico O BNDES foi criado em 20 de junho de 1952, pela Lei n.º 1.628, como Autarquia Federal. Posteriormente, com a Lei n.º e o Decreto n.º , ambos de 21 de junho de 1971, foi transformado em empresa pública, dotada de personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio e sujeita às normas gerais orçamentárias e contábeis e à disciplina normativa do Conselho Monetário Nacional CMN. 1.2) Objetivos e atuação O Sistema BNDES é o principal instrumento do Governo Federal para os financiamentos de longo prazo, com ênfase no estímulo à iniciativa privada nacional. O BNDES apresenta uma estrutura voltada para promover o desenvolvimento nacional e a geração de empregos, priorizando: Investimentos em infraestrutura; Investimentos em insumos básicos, para retomada do crescimento industrial; Exportações; Tecnologia nacional; Fomento a pequenas e médias empresas; e Integração continental para a América do Sul. Além da atuação como banco de desenvolvimento, o BNDES tem um papel importante na formulação de políticas de desenvolvimento nacional e na identificação de soluções para problemas estruturais da economia brasileira. O BNDES atua também através das subsidiárias integrais BNDES Participações S.A. BNDESPAR, que investe em empresas nacionais através da subscrição de ações e debêntures conversíveis, Agência Especial de Financiamento Industrial FINAME, que apóia a expansão e modernização da indústria brasileira através do financiamento à compra de máquinas e equipamentos e à exportação de bens de capital e serviço, e BNDES Limited, empresa sediada em Londres, Inglaterra, cujo objetivo é atuar como holding para investir em títulos e valores mobiliários em qualquer país contribuindo para a internacionalização de empresas brasileiras. A BNDES Limited está em fase préoperacional. 16

17 ECONÔMICO E SOCIAL BNDES 2. Apresentação das Informações Financeiras Trimestrais IFT As informações financeiras foram preparadas de acordo com as disposições da Lei das Sociedades por Ações Lei n.º 6.404, de 15/12/1976, incluindo as alterações introduzidas pela Lei n.º de 28/12/2007 e Lei n.º de 27/05/2009, em consonância com as normas do Banco Central do Brasil BACEN, do Conselho Monetário Nacional CMN, com as normas da Comissão de Valores Mobiliários CVM, quando não conflitantes com as regulamentações do BACEN e CMN, e estão sendo apresentadas em conformidade com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional COSIF. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC emitiu diversos pronunciamentos relacionados ao processo de convergência contábil internacional, porém a maioria ainda não foi homologada pelo BACEN. Desta forma, na elaboração das demonstrações financeiras foram adotados os seguintes pronunciamentos já homologados pelo BACEN: a) CPC 01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos homologado pela Resolução CMN nº 3.566/2008; b) CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa homologado pela Resolução CMN nº 3.604/2008; c) CPC 05 Divulgação sobre Partes Relacionadas homologado pela Resolução CMN nº 3.750/2009; d) CPC 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes homologado pela Resolução CMN nº 3.823/2009; e e) CPC 24 Eventos Subseqüentes homologado pela Resolução CMN nº 3.973/2011. f) CPC 10 Pagamento baseado em ações homologado pela Resolução CMN nº 3.989/2011; g) CPC 23 Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificações de erros. homologado pela Resolução CMN nº 4.007/2011; h) CPC 00 (R1) Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório ContábilFinanceiro homologado pela Resolução CMN nº 4.144/2012. Atualmente, não é possível estimar quando e se o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis emitidos pelo CPC e se a sua utilização será de maneira prospectiva ou retrospectiva. As informações financeiras trimestrais do BNDES foram aprovadas pela diretoria em 14 de fevereiro de Sumário das Principais Práticas Contábeis 3.1) Regime de apuração do resultado 17

18 ECONÔMICO E SOCIAL BNDES O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas na apuração dos resultados dos períodos em que ocorrem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são contabilizadas pelo critério pro rata dia e calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a operações no exterior que são calculadas com base no método linear. As operações com taxas pósfixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. 3.2) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa para fins de demonstração dos fluxos de caixa incluem disponibilidades, operações compromissadas de curto prazo e quaisquer outras aplicações de curto prazo que possuam alta liquidez, que sejam prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que não estejam sujeitas a um risco significante de mudança de valor. As operações são consideradas de curto prazo quando possuem vencimentos iguais ou inferiores a três meses, a contar da data da aquisição. A composição das disponibilidades e aplicações em caixa e equivalentes de caixa esta apresentada na Nota ) Aplicações interfinanceiras de liquidez São registradas ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para desvalorização, quando aplicável. A composição e os prazos das aplicações interfinanceiras de liquidez estão apresentadas na Nota ) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos De acordo com o estabelecido pela Circular n.º 3.068, de 8 de novembro de 2001, do Banco Central do Brasil, e pela Lei n.º /2007, os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais sejam: a) títulos para negociação; 18

19 ECONÔMICO E SOCIAL BNDES b) títulos disponíveis para venda; e c) títulos mantidos até o vencimento. Os títulos classificados como para negociação e disponíveis para venda são avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como para negociação são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, líquidos dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período, quando da efetiva realização, incluindo quando houver evidencia de perda considerada permanente, conforme estabelecido no artigo 6º da Circular Bacen n.º 3.068/2001. O referido artigo não se aplica a certas ações recebidas pelo Banco em transferência da União para aumento de capital e classificadas na categoria títulos disponíveis para venda, conforme determinado no artigo 2º da Resolução n.º 4.175/2012 do Conselho Monetário Nacional. As aplicações em fundos de investimentos são registradas ao custo de aquisição ajustado, diariamente, pela variação do valor das cotas informado pelos administradores dos respectivos fundos, sendo as contrapartidas registradas no resultado. O Banco Central do Brasil, por meio da Circular n.º 3.082/2002, estabeleceu os critérios de avaliação e classificação para os instrumentos financeiros derivativos. As operações com instrumentos financeiros derivativos são avaliadas, na data do balanço, a valor de mercado, sendo a valorização ou a desvalorização dos instrumentos não considerados como hedge ou como hedge de risco de mercado, contabilizada em conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os instrumentos financeiros derivativos compostos pelas operações de swap futuros são contabilizados de acordo com os seguintes critérios: operações de swap os valores referenciais são registrados em contas de compensação e os diferenciais a receber e a pagar são valorizados a mercado pelo método de fluxo de caixa descontado, e contabilizados em conta de ativo ou passivo, respectivamente, com contrapartida no resultado, até a data do balanço; 19

20 ECONÔMICO E SOCIAL BNDES operações no mercado de futuros os valores referenciais são registrados em contas de compensação, e os valores a receber e/ou a pagar referentes aos ajustes diários, divulgados pela BM&F Bovespa S.A, são registrados em contas patrimoniais, tendo como contrapartida as contas de resultado. Essas operações têm liquidação diária. A composição dos valores registrados em instrumentos financeiros derivativos, tanto em contas patrimoniais quanto em contas de compensação, está apresentada na Nota ) Operações de crédito, repasses interfinanceiros, debêntures, venda a prazo de títulos e valores mobiliários, direitos recebíveis e provisão para risco de crédito. As operações de crédito, repasses interfinanceiros, debêntures, venda a prazo de títulos e valores mobiliários e direitos recebíveis são classificados de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução n.º 2.682, de 21 de dezembro de 1999, do Conselho Monetário Nacional, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). As rendas das operações de crédito e repasses interfinanceiros, vencidas há mais de 60 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H, se inadimplentes, permanecem nessa classificação por até seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente, e controladas por no mínimo cinco anos, em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de créditos que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como nível H e os eventuais ganhos provenientes da renegociação somente são reconhecidos como receita, quando efetivamente recebidos. A provisão para risco de crédito, considerada suficiente pela Administração, atende aos critérios estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional por meio da Resolução n.º 2.682, de 21 de dezembro de

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