REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO

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1 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO S FINANÇAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO ANO 2013 JANEIRO A MARÇO

2 RELATÓRIO 1. Introdução 2. Equilíbrio Orçamental 3. Receitas do Estado 4. Financiamento do Défice 5. Despesas do Estado 5.1. Despesas de Funcionamento Despesa de Funcionamento por Âmbitos e Fonte de Recursos 5.2. Despesa de Investimento Despesa de Investimento por Âmbitos e Fonte de Recursos 5.3. Despesa dos Sectores Prioritários 5.4. Despesa Segundo a Classificação Funcional 5.5. Operações Financeiras QUADROS DO RELATÓRIO Quadro 1 Equilíbrio Orçamental Quadro 2 Receitas do Estado Quadro 3 Contribuição dos Mega Projectos Quadro 4 Desembolsos de Financiamento Externo, por Donativos e Créditos Quadro 5 Financiamento do Défice Quadro 6 Movimento de Fundos Externos que transitam pela CU Quadro 7 Despesa de Funcionamento, segundo a classificação económica, em comparação com a dotação orçamental anual e a realização em igual período do ano anterior Quadro 8 Despesa de Funcionamento Cabimentada, Liquidada e Paga, segundo a classificação económica Quadro 9 Despesa de Funcionamento, por âmbito e fonte de recursos Quadro 10 Despesa de Funcionamento por âmbitos em comparação com a dotação orçamental e a realização do ano anterior Quadro 11 Despesa de Funcionamento Cabimentada, Liquidada e Paga, por âmbitos Quadro 12 Despesa de Investimento, segundo a origem do financiamento, em comparação com a dotação orçamental anual e a realização em igual período do ano anterior Quadro 13 Componente Externa de Investimento, por origem e modalidade de financiamento Quadro 14 Despesa de Investimento por âmbito e fonte de recursos Quadro 15 Componente Interna do Investimento por Âmbitos, em comparação com a dotação orçamental e a realização do ano anterior Quadro 16 Componente Interna de Investimento Cabimentada, Liquidada e Paga, por âmbitos Quadro 17 Componente Externa do Investimento por Âmbitos, em comparação com a dotação orçamental e a realização do ano anterior Quadro 18 Despesa dos Sectores Prioritários Quadro 19 Despesa Segundo a Classificação Funcional Quadro 20 Operações Financeiras, em comparação com a dotação orçamental e a realização do ano anterior Quadro 21 Empréstimos por Acordos de Retrocessão, por Fonte de Financiamento e Beneficiário Quadro 22 Amortização de Dívida Pública Quadro 23 Despesa com Operações Financeiras Cabimentada, Liquidada e Paga Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de 2013

3 GRÁFICOS DO RELATÓRIO Gráfico 1 Estrutura de Recursos Gráfico 2 Estrutura das Aplicações Gráfico 3 Estrutura das Receitas do Estado Gráfico 4 Estrutura da Despesa de Funcionamento Gráfico 5 Estrutura do Financiamento da Despesa de Investimento Gráfico 6 Despesa dos Sectores Prioritários MAPAS DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL Mapas Globais Mapa I Receitas do Estado, segundo a classificação económica, em comparação com a previsão Mapa I-1 Receitas Próprias previstas e cobradas Mapa II Desembolsos/Entradas de Financiamento Externo Mapa II-1 Financiamento do Défice, segundo a classificação económica, em comparação com a previsão Mapa III Resumo da Despesa segundo a classificação funcional, em comparação com a dotação orçamental Mapas de Despesa de Funcionamento Mapa IV-1 Despesa de Funcionamento, segundo a classificação económica, em comparação com a dotação orçamental - âmbitos central, provincial, distrital e autárquico Mapa IV-1-1 Despesa de Funcionamento, segundo a classificação económica e territorial, em comparação com a dotação orçamental âmbito provincial Mapa IV-1-2 Despesa de Funcionamento, segundo a classificação económica e territorial, em comparação com a dotação orçamental âmbito distrital Mapa IV-1-3 Despesa de Funcionamento, segundo a classificação económica e territorial, em comparação com a dotação orçamental âmbito autárquico Mapa IV-2 Despesa de Funcionamento, segundo as classificações económica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental âmbitos central, provincial, distrital e autárquico Mapa IV-3 Despesa de Funcionamento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental - âmbito central, provincial, distrital e autárquico Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

4 Mapas de Despesa de Investimento Mapa V-1 Despesa de Investimento, segundo a classificação económica, em comparação com a dotação orçamental - âmbitos central, provincial e distrital Mapa V-1-1 Despesa de Investimento (Componente Interna), segundo a classificação económica e territorial, em comparação com a dotação orçamental âmbito provincial Mapa V-1-2 Despesa de Investimento (Componente Externa), segundo a classificação económica e territorial, em comparação com a dotação orçamental âmbito provincial Mapa V-1-3 Despesa de Investimento (Componente Interna), segundo a classificação económica e territorial âmbito distrital Mapa V-1-4 Despesa de Investimento (Componente Externa), segundo a classificação económica e territorial âmbito distrital Mapa V-2 Despesa de Investimento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental Financiamento Interno - âmbitos central, provincial, distrital e autárquico Mapa V-2-1 Despesa de Investimento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental âmbito central Mapa V-2-2 Despesa de Investimento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental âmbito provincial Mapa V-2-3 Despesa de Investimento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental âmbito distrital Mapa V-2-4 Despesa de Investimento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental âmbito autárquico Mapa V-3 Despesa de Investimento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos, em comparação com a dotação orçamental - Financiamento Externo - âmbitos central, provincial, distrital e autárquico Mapa V-4 Despesa da componente externa do investimento, segundo as classificações orgânica e de fonte de recursos e por projectos, em comparação com a dotação orçamental - âmbito central, provincial e distrital Mapa das Despesas dos Sectores Prioritários Mapa VI Despesas dos Sectores Prioritários, segundo a classificação orgânica, em comparação com a dotação orçamental Mapa de Operações Financeiras Mapa VII Operações Financeiras, segundo a classificação económica, em comparação com a dotação orçamental ANEXOS INFORMATIVOS Anexo Informativo 1 Cobrança do Crédito Mal Parado do Banco Austral Anexo Informativo 2 Movimento dos Créditos do Estado Anexo Informativo 3 erações Orçamentais Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

5 1. INTRODUÇÃO O presente Relatório apresenta a execução do Orçamento do Estado e o resultado da actividade financeira no período de Janeiro a Março de 2013, nos termos estabelecidos pela Lei n.º 9/2002, de 12 de Fevereiro, que cria o Sistema de Administração Financeira do Estado (SISTAFE) e pelo Decreto n.º 23/2004, de 20 de Agosto, que aprova o Regulamento do SISTAFE. Na primeira parte deste Relatório apresenta-se a análise dos dados da execução orçamental, organizada e estruturada da seguinte forma: Equilíbrio Orçamental apurado no período, em comparação com o orçamentado para o ano; Receitas do Estado, segundo a classificação económica, em comparação com a previsão anual e a cobrança em igual período do ano anterior, evidenciando as Receitas Próprias dos diversos serviços e administrações distritais; Financiamento do Défice, em comparação com a previsão anual, bem como os respectivos desembolsos, por origens e naturezas; Despesas de Funcionamento, em comparação com a dotação orçamental e a realização em igual período do ano anterior, distribuídas pelos diferentes âmbitos e segundo as classificações económica, orgânica, de fonte de recursos e territorial; Despesas de Investimento, nos mesmos moldes das despesas de funcionamento, incluindo a componente externa do investimento por projecto; Despesas dos Sectores Prioritários, segundo a classificação orgânica, em comparação com a dotação orçamental; Despesas Segundo a Classificação Funcional, em comparação com a dotação orçamental; Operações Financeiras, segundo a classificação económica, em comparação com a dotação orçamental; e Adiantamentos por Operações de Tesouraria, segundo classificações orgânica e económica. No que se refere a despesas de investimento e operações financeiras activas com financiamento externo que não transita pela Conta Única do Tesouro (CUT), o procedimento utilizado para a sua incorporação na execução orçamental e, consequentemente, a forma como aparece neste Relatório é o seguinte: Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

6 Os desembolsos de créditos externos para pagamento directo aos fornecedores de bens e serviços, para projectos de investimento do Orçamento do Estado ou de terceiros (Acordos de Retrocessão), comunicados pelos credores ao Ministério das Finanças, são incorporados no e- SISTAFE, com base nessa comunicação (investimento ou operações financeiras activas, consoante o caso) e receitados com a devida classificação económica; Os desembolsos de donativos externos, para pagamento directo aos fornecedores de bens e serviços, para projectos de investimento do Orçamento do Estado, quando comunicados à Contabilidade Pública pelo sector beneficiário, são também incorporados e receitados, como referido anteriormente; A despesa de investimento realizada com donativos externos, depositados em contas bancárias à ordem do utilizador, isto é, ordenada pela instituição responsável pela execução do projecto, quando inscrita no Orçamento do Estado, é incorporada com base na informação processada pelo sector, segundo o modelo estabelecido pela Direcção Nacional da Contabilidade Pública, e receitada, como nos outros casos. Por força deste procedimento, nem toda a informação sobre o financiamento externo pode ser processada e liquidada no e-sistafe, dentro do período a que se refere, mas, dado que o Relatório é publicado até 45 dias após o fim desse período, a mesma é integrada como despesa por liquidar, procedendo-se à sua incorporação no sistema no período seguinte. Para facilitar a compreensão, a seguir se explica o significado de algumas rubricas e classificações utilizadas no Relatório: Adiantamento de Fundos é a concessão de fundos aos órgãos e instituições que não executam os respectivos orçamentos por via directa, para a realização das despesas programadas para um determinado período, a qual obedece à classificação económica por agregados de despesa; Adiantamento por Operações de Tesouraria é o adiantamento de fundos para a realização de despesas de carácter urgente e inadiável, quando não seja possível liquidá-la de imediato; Contravalores Consignados a Projectos correspondem aos valores dos fundos externos utilizados para a realização de projectos de investimento inscritos no Orçamento do Estado; Contravalores não Consignados são os contravalores dos donativos e créditos externos transferidos para a CUT; Despesa Liquidada é a despesa efectuada pelo valor definitivo da prestação de contas, com a devida classificação orçamental desagregada; Serviço da Dívida é o valor adiantado para o pagamento de juros e amortização da dívida. Este Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

7 difere do efectivamente pago pelo Banco de Moçambique, na medida em que este retém numa conta bancária as Ordens de Pagamento emitidas a seu favor, para o efeito, utilizando-as na medida do exigido pelo processo de pagamento no exterior, operação que implica compra de moeda externa, transferências, recepção da confirmação de pagamento, etc. Na segunda parte do Relatório apresentam-se os Mapas de Execução Orçamental, subdivididos em Mapas Globais, Mapas de Despesas de Funcionamento, Mapas de Despesas de Investimento, Mapas de Despesas de Sectores Prioritários e Mapas de Operações Financeiras. Na terceira e última parte apresentam-se o Anexo Informativo sobre a Cobrança do Crédito Mal Parado do Banco Austral e o Anexo Informativo sobre o Movimento dos Créditos do Estado. 2. EQUILÍBRIO ORÇAMENTAL O Orçamento do Estado para 2013, aprovado através da Lei n.º 1/2013, de 7 de Janeiro, estabelece os seguintes montantes globais: a) Receitas do Estado ,0 milhões de Meticais; b) Despesas do Estado ,0 milhões de Meticais; e c) Défice ,0 milhões de Meticais. Os limites das Despesas do Estado foram fixados em ,7 milhões de Meticais para as Despesas de Funcionamento, ,0 milhões de Meticais para as Despesas de Investimento e 8.266,3 milhões de Meticais para as Operações Financeiras. Para a cobertura do Défice Orçamental foi prevista a mobilização de donativos externos no valor de ,7 milhões de Meticais e a contracção de créditos no valor de ,3 milhões de Meticais, sendo 3.573,2 milhões de Meticais de créditos internos e ,1 milhões de Meticais de créditos externos. A execução do Orçamento do Estado foi feita com base na Lei n.º 1/2013, de 7 de Janeiro, que aprova o Orçamento do Estado para o ano Assim, a gestão dos limites orçamentais teve como base o preceituado no número 1 do artigo 6 da referida lei, o qual estabelece que o Governo é autorizado a usar os recursos extraordinários para a cobertura do défice, pagamento da dívida pública e financiamento de projectos de investimento prioritários. O número 2 do mesmo artigo estabelece ainda que em caso de ocorrência de excesso de arrecadação ou transição de saldos financeiros do exercício anterior, os órgãos e instituições do Estado que possuam receitas próprias e/ou consignadas, devidamente inscritas no Orçamento do Estado podem, excepcionalmente, requerer ao Governo o alargamento da sua receita e despesa. Por seu turno, o artigo 8 da referida lei autoriza o Governo a proceder a transferência de dotações orçamentais dos órgãos e instituições do Estado. Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

8 Na execução do Orçamento do Estado no período de Janeiro a Março de 2013 resultou o equilíbrio orçamental que se apresenta no quadro seguinte: Quadro 1 - Equilíbrio Orçamental (Em Milhões de Meticais) Classificação Ano 2012 Ano 2013 Orçamento Realização % Orçamento Anual Realiz. Jan-Mar % Económica Anual Jan-Mar Realiz. Actual % Peso Valor % Peso Realiz. Recursos Internos Receitas do Estado Empréstimos Internos Recursos Externos Donativos Créditos de Recursos Despesa de Funcionamento Despesa de Investimento Componente Interna Componente Externa Operações Financeiras Activas Passivas de Despesa Variação de Saldos de Aplicações Os valores negativos relativos à variação de saldos dos orçamentos anuais correspondem a reforços de dotações orçamentais das despesas, efectuados nos termos do disposto no artigo 6 da Lei n.º 1/2013, de 7 de Janeiro, conforme foi anteriormente referido. Os recursos mobilizados atingiram o montante de ,5 milhões de Meticais, isto é, 16,5% da previsão anual, tendo os recursos internos atingido ,4 milhões de Meticais e os externos 4.137,2 milhões de Meticais, correspondentes respectivamente a 21,1% e a 7,2% da previsão anual. Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

9 Observa-se do Gráfico 1 que as Receitas do Estado constituíram a principal fonte de financiamento, tendo contribuído com o equivalente a 85,7% do total dos recursos mobilizados, seguindo-se os Donativos Externos com 9,1% e os Créditos Externos com 5,2%. Gráfico 1 - Estrutura de Recursos Donativos Externos 9.1% Créditos Externos 5.2% Receitas do Estado 85.7% A realização das despesas totais atingiu o montante de ,5 milhões de Meticais, correspondente a 16,9% do orçamento anual, tendo a Despesa de Funcionamento atingido ,2 milhões de Meticais, a Despesa de Investimento 7.521,1 milhões de Meticais e as Operações Financeiras 899,2 milhões de Meticais, correspondentes a 21,8%, 10,8% e10,9%, respectivamente. As despesas realizadas no período ultrapassaram os recursos mobilizados, tendo a diferença, no valor de 730,0 milhões de Meticais, sido financiada por saldos transitados do exercício anterior. A Despesa de Funcionamento teve uma realização equivalente a 71,6% da despesa total, tendo a Despesa de Investimento atingido 25,3% e as Operações Financeiras 3,0%, conforme mostra o Gráfico 2: Gráfico 2 - Estrutura das Aplicações Despesa de Investimento 25.3% Operações Financeiras 3.0% Despesa de Funcionamento 71.6% Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

10 3. RECEITAS DO ESTADO As receitas cobradas no período em análise atingiram o montante de ,4 milhões de Meticais, correspondente a 21,8% da previsão anual e a um crescimento de 30,8% em termos nominais, relativamente a igual período do exercício anterior, conforme se apresenta no Mapa I e se resume no Quadro 2, por grupo de receitas. Quadro 2 - Receitas do Estado (Em Milhões de Meticais) Ano de 2012 Ano de 2013 Variação Classificação Económica Orçamento Cobrança % Orçamento Cobrança % 2011/12 Anual Jan-Mar Realiz Anual Jan-Mar Realiz (%) RECEITAS CORRENTES Receitas Fiscais Impostos s/ o Rendimento Impostos s/ Bens e Serviços Imposto s/ o Valor Acrescentado IVA- Nas Operações Internas IVA- Nas Operações Externas Imp.s/Consumo Esp.Produção Nacional Imp.s/Consumo Esp.Produtos Importados Imp.s/Comercio Externo Outros Impostos Receitas Não Fiscais Sendo: Receitas Próprias Receitas Consignadas Sendo: Taxas sobre os Combustíveis RECEITAS DE CAPITAL Alienação de Bens Alienação do Património do Estado Outras Receitas de Capital Dividendos Outras 1/ / - Inclui Taxa de Concessao, cuja cobranca foi de 171,6 milhoes de Meticais. Fonte: REOE Jan-Mar 2012 e Autoridade Tributária de Moçambique. A cobrança dos Impostos sobre o Rendimento atingiu o montante de 7.517,5 milhões de Meticais, correspondente a 22,3% da previsão e a um crescimento nominal de 43,6% em relação a igual período de 2012, tendo concorrido para este bom desempenho: A tributação de mais-valias, que inclui as operações ocorridas em bolsas de valores; Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

11 A verificação e correcção pontual das Declarações Anuais de Rendimento e de Informação Contabilistica e Fiscal; A recuperação de receita por via de análise de processos de contas de anos anteriores, que resultou na cobrança adicional do Imposto sobre Pessoas Colectivas e do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares; A retenção na fonte sobre os juros de Bilhetes do Tesouro; Reforço do controlo da tributação a não residentes; e As cobranças resultantes de acções de controlo e fiscalização, em sede das auditorias. A cobrança dos Impostos sobre Bens e Serviços situou-se em ,6 milhões de Meticais, o equivalente a 22,3% da meta fixada para o ano, tendo registado um crescimento nominal de 24,7% relativamente a igual período de Neste grupo de impostos verificou-se um desempenho abaixo do esperado pelo facto de o IVA, que por sinal é uma das rubricas que mais contribui, ter ficado aquém do programado para o período, devido à persistência, por parte dos sujeitos passivos, da não facturação dos produtos vendidos, bem como ao baixo custo das mercadorias transaccionadas. A cobrança de Outros Impostos atingiu o montante de 804,4 milhões de Meticais, representando 15,9% da previsão anual e um crescimento nominal de 16,9%, relativamente a igual período de 2012, tendo sido influenciada pelos seguintes factores: Sobreprogranção verificada no Imposto sobre a Produção Mineira; e Redução na entrega de receitas pelas empresas mineradoras, devido à interrupção da produção e do escoamento motivada pelas chuvas ocorridas no decorrer do primeiro trimestre. A cobrança das Receitas Não Fiscais, que compreendem as Taxas Diversas de Serviços, Compensação de Aposentação e Outras Receitas não Fiscais, alcançou o valor de 1.708,2 milhões de Meticais, representando 19,2% da previsão anual e um crescimento nomial de 25,6%, em relação a igual período de O nível de realização deste grupo de impostos foi influenciado pelo fraco desempenho registado nas Receitas Próprias, devido à não entrega das receitas arrecadadas pelas instituições de nível distrital. As Receitas Consignadas atingiram o montante de 1.613,3 miilhões de Meticais, equivalentes a 24,0% da previsão anual e a um crescimento nominal de 24,7% relativamente ao período homólogo do exercício anterior. As Receitas de Capital registaram uma realização de 538,4 milhões de Meticais, isto é, 19,1% da previsão anual e 106,1% de crescimento nominal em relação a igual período do ano transacto. O nível de crescimento alcançado nesta rubrica justifica-se pela arrecadação de 215,9 milhões de Meticais de bónus Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

12 de assinatura do contrato de concessão ferroviária e portuária entre o Governo e o Corredor Logístico de Integrado de Nacala, bem como pela entrega de 41,3 milhões de Meticais pelo Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique, relativos a dividendos do exercício económico de Em termos globais destacou-se na cobrança de receitas o Imposto sobre Bens e Serviços, com um peso de 50,9% da receita total, seguido do Imposto sobre o Rendimento com 30,3%, tendo as Receitas Não Fiscais, as Receitas Consignadas, os Outros Impostos e as Receitas de Capital contribuído respectivamente com 6,9%, 6,5%, 3,2% e 2,2% da receita total, conforme se mostra no Gráfico 3. Gráfico 3 - Estrutura das Receitas do Estado Receitas Não Fiscais 6.9% Outros Impostos 3.2% Receitas Consignadas 6.5% Receitas de Capital 2.2% Imposto s/ o Rendimento 30.3% Imposto s/ Bens e Serviços 50.9% A contribuição dos Mega Projectos atingiu o montante de 1.902,9 milhões de Meticais, correspondente a 7,7% da receita total cobrada e a um crescimento nominal de 159,4% relativamente a igual período do exercício anterior, conforme se pode observar na nota b/ ao Mapa I e se resume no Quadro 3: Quadro 3 - Contribuição dos Megaprojectos (Em Milhões de Meticais) Mega Projectos Jan-Mar 2012 Jan-Mar 2013 Variação Produção de Energia % Exploração de Petróleo % Exploração de Recursos Minerais % Outros % % Receita % Contribuição dos Megaprojectos 3.9% 7.7% Fonte: REOE Jan-Mar 2012 e Autoridade Tributária de Moçambique Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

13 Na contribuição dos Mega Projectos destaca-se o crescimento registado no sector de Exploração de Petróleo e no sector de Exploração de Recursos Minerais, com 359,4% e 191,1%, respectivamente, facto que se explica pelos seguintes factores: No sector de Exploração de Petróleo registou-se: (i) a entrada de um novo operador na Bacia do Rovuma, o que incrementou os rendimentos e respectiva tributação; (ii) o aumento do volume de produção gás; e (iii) o reinício de pagamento de royalities de gás condensado; e No sector de Exploração de Recursos Minerais registou-se um incremento na cobrança do IRPS e do IRPC devido à contratação de mais fornecedores de equipamento e serviços especializados para atender à logística de carvão, bem como à contratação de mais mão-de-obra. 4. FINANCIAMENTO DO DÉFICE Os desembolsos em donativos e em créditos externos para o Financiamento do Défice atingiram o valor de 4.137,2 milhões de Meticais, equivalente a 7,2% da previsão, com a composição que se mostra no Mapa II e se resume no Quadro 4 abaixo, por fontes e modalidades: Quadro 4 - Desembolsos de Financianmento Externo (Em Milhões de Meticais) Modalidade Donativos Créditos Desembolsos Totais de Previsão Reali- % de Previsão Reali- % de Previsão Reali- % de Financiamento Anual zação Realiz. Anual zação Realiz. Anual zação Realiz. Apoio ao Orçamento a/ Financiamento Via CUT Financiam. Fora da CUT Acordos de Retrocessão a/ - Inclui Reembolsos e Ajuda Alimentar no valor de 44,9 ilhões de Meticais e79,9milhões de Meticais, respectivamente. Fonte: DNT, MEX e Sectores Por modalidades de financiamento, o Apoio ao Orçamento atingiu no período em análise o correspondente a 9,9% do previsto para o ano, o financiamento via CUT 10,0% e o financiamento fora da CUT 5,1%, tendo o financiamento para Acordos de Retrocessão se fixado em 4,5% do programa anual. Por tipo de financiamento os donativos atingiram o equivalente a 13,2% do programado para o ano e os créditos 4,0%. Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

14 Para o Financiamento do Défice, isto é, entradas na CUT (Contravalores Não Consignados e Empréstimos Internos), saídas da CUT (Contravalores Consignados e Outros Fundos via CUT), pagamentos através de contas bancárias dos sectores e pagamentos directos pelo doador/credor, foram utilizados 3.429,4 milhões de Meticais, com a composição que se mostra no Mapa II-1 e se resume no Quadro 5: Quadro 5 - Financiamento do Défice (Em Milhões de Meticais) Donativos Créditos Valor Peso Valor Peso Valor Peso Contravalores Não Consignados % % % Apoio ao Orçamento % % % Apoio à Balança de Pagamentos % % % Contravalores Consignados % % % FC-PROAGRI % % % FC-FASE % % % FC-PROSAÚDE % % % FC-HIV/SI % % % FC-Apoio ao Tribunal Administrativo % % % FC-INE % % % FC-UTRAFE % % % FC-ATM % % % FC-PPFD % % % FC-PESCAS % % % FC-PRONASA % % % FC-ASAS % % % Outros Fundos via CUT % % % Diversos Projectos/Sectores a/ % % % Diversos Projectos/Fontes b/ % % % Acordos de Retrocessão % % % Empréstimos Internos % % % % % % Peso a/- Financiamento através de contas bancárias dos sectores. b/- Pagamentos directos pelo doador/credor. Fonte: DNT, MEX e Sectores Do total dos recursos utilizados, 56,6% foram constituídos por donativos e 43,4% por créditos, tendo os Recursos Externos Consignados contribuído com 72,0% e os Recursos Externos Não Consignados com 28,0% dos recursos totais. Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

15 Entretanto, as contas dos diferentes fundos que transitam pela CUT tiveram, no período em análise, os movimentos que se apresentam no Quadro 6: Quadro 6 - Movimento dos Fundos Externos que Transitam pela CUT (Em Milhões de Meticais) Fundos Externos Saldos em Entradas Saídas Saldos em 31/12/ /03/2013 Apoio ao Orçamento e Balança de Pagamentos EU/Facilidades em Divisas USAID/Ajuda Alimentar e Reembolosos Japão/Ajuda Alimentar e Reembolsos Alívio da Dívida FC-PROAGRI FC-FASE FC-PROSAÚDE FC-HIV/SI FC-Apoio so Sector de Águas FC-Apoio ao Tribunal Administrativo FC-INE FC-UTRAFE FC-ATM FC-PPFD FC-PESCAS FC-PRONASA Outros Fundos Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

16 5. DESPESAS DO ESTADO 5.1. DESPESAS DE FUNCIONAMENTO A Despesa de Funcionamento atingiu no período em análise o montante de ,2 milhões de Meticais, correspondente a 21,8% da dotação orçamental actualizada e a um crescimento real de 3,7% em relação ao período homólogo do exercício económico anterior, conforme se apresenta no Quadro 7: Classificação Económica Quadro 7 - Despesa de Funcionamento, Segundo a Classificação Económica (Em Milhões de Meticais) Ano 2012 Ano 2013 Variação Orçament Realização % Orçamento Anual Realização % (%) a/ Anual o Jan-Mar Realiz Incial Actual Jan-Mar Realiz 2012/13 Despesas com o Pessoal Salários e Remunerações Demais Despesas c/ Pessoal Bens e Serviços Encargos da Dívida Juros Internos Juros Externos Transferências Correntes Transfer. a Admin. Públicas Autarquias Embaixadas Outras Transfer. a Admin. Privadas Transferências a Famílias Pensões Assist. Social à População Demais Transf. a Famílias Transferências ao Exterior Subsídios Sendo: Subs. aos Combustíveis Subs. à Farinha de Trigo Subs. ao Transportador Exercícios Findos Demais Despesas Correntes Despesas de Capital c/- Variação em temos reais, com inflação a 3,66% e variação cambial a 10,8%. Fonte: REOE Jan-Mar 2012 e MEX As Despesas com o Pessoal tiveram uma realização de ,8 milhões de Meticais, correspondente a 25,3% da dotação orçamental, tendo os Salários e Remunerações alcançado uma realização equivalente a 25,9% e as Demais Despesas com o Pessoal 17,8%. Em relação a igual período do ano transacto as Despesas com o Pessoal registaram um crescimento de 11,4% em termos reais, tendo os Salários e Remunerações crescido em 10,6% e as Demais Despesas com o Pessoal em 27,9%, o que se justifica Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

17 pela admissão de novos funcionários no aparelho do Estado, com destaque para os sectores da Educação e da Saúde. As despesas com Bens e Serviços alcançaram o montante de 3.628,2 milhões de Meticais, equivalente a 19,3% do orçamento anual actualizado e a um decréscimo de 10,4% em termos reais, facto que se explica por uma maior rigorosidade e racionalidade na realização das despesas públicas. Os Encargos da Dívida tiveram uma realização de 979,7 milhões de Meticais, representando 17,4% do orçamento anual, tendo ficado abaixo do nível de realização de igual período do ano anterior em 3,6 pontos percentuais e registado um decréscimo de 6,1% em termos reais, por influência dos Juros Internos que registaram um decréscimo de 33,7%, contra um crescimento na ordem de 53,7% nos Juros Externos, devido ao aumento do capital em dívida. As Transferências Correntes atingiram o montante de 3.744,6 milhões de Meticais, equivalente a 23,5% do orçamento anual actualizado e a um crescimento real de 11,8% em relação ao período homólogo do exercício económico anterior, sendo de destacar o crescimento de 52,3% registado na Assistência Social à População, sinal de que o Governo prioriza acções conducentes à redução da pobreza, através de protecção das camadas socias mais desfavorecidas. Os encargos com Subsídios foram de 305,3 milhões de Meticais, correspondentes a 9,1% do orçamento anual, tendo registado um decréscimo de 31,7% em termos reais, relativamente a igual período de 2012, como resultado da estabilização dos preços dos bens subsidiados, no mercado internacional. As Demais Despesas Correntes tiveram uma realização de 146,3 milhões de Meticais, equivalente a 3,3% da dotação orçamental, tendo registado um decréscimo de 63,9% em termos reais, facto que se explica por uma melhoria na aplicação do classificador económico da despesa, contribuindo para que a contabilização seja feita nas rubricas apropriadas. As Despesas de Capital registaram uma realização de 21,4 milhões de Meticais, equivalentes a 7,1% do orçamento anual, tendo registado um decréscimo de 62,0% em termos reais, o que se explica pelo facto de a maior parte de aquisições de bens de capital ter passado a ser efectuada através do Orçamento de Investimento. Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

18 No período em análise a Despesa de Funcionamento cabimentada representa cerca de 22,0% da dotação orçamental, destacando-se as Transferências a Administrações Privadas e as despesas com Pensões com cabimentações correspondentes a 29,1% e 27,9%, respectivamente, conforme mostra o Quadro 8. Quadro 8 - Despesa de Funcionamento Cabimentada, Liquidada e Paga, Segundo a Classificação Económica (Em Milhões de Meticais) Orçamento Realização Jan-Mar 2013 Classificação Económica Anual Cabimen- Liqui- Despesa % Cabim./ % Paga/ %Liquid./ Incial Actual tação dação Paga Orçamento Cabim. Paga Despesas com o Pessoal Salários e Remunerações Demais Despesas c/ Pessoal Bens e Serviços Encargos da Dívida Juros Internos Juros Externos Transferências Correntes Transfer. a Admin. Públicas Autarquias Embaixadas Outras Transfer. a Admin. Privadas Transferências a Famílias Pensões Assist. Social à População Demais Transf. a Famílias Transferências ao Exterior Subsídios Sendo: Subs. aos Combustíveis 0.0 Subs. à Farinha de Trigo 45.0 Subs. ao Transportador 31.7 Exercícios Findos Demais Despesas Correntes Despesas de Capital c/- Variação em temos reais, com inflação a 3,66% e variação cambial a 10,8%. Fonte: MEX Do total da despesa cabimentada foram efectuados pagamentos equivalentes a 98,8%, com destaque para os Encargos da Dívida, Transferências a Embaixadas, despesas com Pensões e Exercícios Findos, cujos pagamentos correspondem a 100,0% do valor cabimentado. A despesa liquidada representa cerca de 91,0% dos pagamentos efectuados, tendo-se atingido o nível 100,0% nas rubricas de Juros Internos, Transferências a Embaixadas e Subsídios. Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

19 No gráfico seguinte apresenta-se a repartição percentual da Despesa de Funcionamento, segundo a classificação económica. Gráfico 4 - Estrutura da Despesa de Funcionamento Transferências Correntes 17.6% Subsídios 1.4% Exercícios Findos e Demais Despesas Correntes 0.7% Despesas de Capital 0.1% Encargos da Dívida 4.6% Bens e Serviços 17.1% Despesas com o Pessoal 58.4% Conforme se observa do gráfico, as Despesas com o Pessoal absorveram o equivalente a 58,4% do total da Despesa de Funcionamento, seguidas pelas Transferências Correntes e pelos Bens e Serviços com 17,6% e 17,1%, respectivamente, tendo os restantes agregados de despesas registado níveis de absorção que variam de 0,1% a 4,6% Despesa de Funcionamento por Âmbitos e Fonte de Recursos A repartição das Despesas de Funcionamento, segundo os diferentes âmbitos mostra que os órgãos e instituições de nível central absorveram o equivalente a 45,3% da despesa total, os de nível provincial 30,3%, os de nível distrital 22,7% e as autarquias 1,7%, conforme se observa do Quadro 9: Recursos do Tesouro Taxa Âmbito Âmbito Âmbito Âmbito Realiz. Valor Peso (%) Central Provincial Distrital Autárquico Valor Peso (%) (%) Receitas Consignadas Receitas Próprias Despesa Valor Peso (%) Valor Orçamento Peso (%) Taxa de Fonte: MEX Fonte de Recursos Quadro 9 - Despesa de Funcionamento por Âmbito e Fonte de Recursos (Em Milhões de Meticais) Orçamento Anual Realização Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

20 A Despesa de Funcionamento foi maioritariamente financiada por Recursos do Tesouro, que contribuíram com o correspondente a 98,0% da despesa total, tendo as Receitas Próprias e as Receitas Consignadas financiado o equivalente a 1,3% e 0,7%, respectivamente. Em termos de desempenho constata-se que os Recursos de Tesouro tiveram uma realização correspondente a 22,3% da previsão anual, tendo as Receitas Consignadas e as Receitas Próprias atingido o equivalente a 9,1% e 9,9%, respectivamente. Em termos de distribuição territorial da Despesa de Funcionamento, destaque vai para os órgãos e instituições de âmbito distrital e as autarquias locais, com taxas de realização equivalentes a 28,2% e 25,0% da dotação orçamental, respectivamente, tendo os de âmbito provincial e central atingido 23,7% e 18,5%, respectivamente, conforme ilustra o Quadro 10: Classifi- Quadro 10 - Despesa de Funcionamento por Âmbitos (Em Milhões de Meticais) Ano 2012 Variação cação Orçam. Realiz. % de Orçamento Anual Realiz. % de 2012/13 Territorial Anual Jan-Mar Realiz. Actual Jan-Mar Realiz. (%) a/ Âmbito Central % Âmbito Provincial % Niassa % Cabo Delgado % Nampula % Zambézia % Tete % Manica % Sofala % Inhambane % Gaza % Maputo % Cidade de Maputo % Âmbito Distrital % Distritos de Niassa % Distritos de Cabo Delgado % Distritos de Nampula % Distritos de Zambézia % Distritos de Tete % Distritos de Manica % Distritos de Sofala % Distritos de Inhambane % Distritos de Gaza % Distritos de Maputo % Âmbito Autárquico % % a/- Em temos reais, com inflação a 3,66% e variação cambial a 10,8%. Fonte: REOE Jan-Mar 2012 e MEX Ano 2013 Comparativamente a igual período do ano anterior, há a destacar as variações registadas nos órgãos e instituições de âmbito distrital e provincial e nas autarquias locais, com crescimentos reais na ordem de 14,0%, 10,9% e 9,4%, respectivamente, tendo os órgãos e instituições de âmbito central registado um Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

21 decréscimo na ordem de 5,0%, o que demonstra o comprometimento do Governo em prosseguir com a descentralização da realização das despesas, permitindo assim maior flexibilidade na execução orçamental. Analisando a despesa cabimentada constata-se que os órgãos e instituições de nível distrital atingiram o equivalente a 2834% da dotação orçamental, seguidos pelas Autarquias com 25,4%, tendo os órgãos de instituições de nível provincial e central alcançado o equivalente a 24,5% e 18,6%, respectivamente, conforme se pode observar do Quadro 11. Orçamento Realização Jan-Mar 2013 Classificação Económica Anual Cabimen- Liqui- Despesa % Cabim./ % Paga/ % Liquid./ Incial Actual tação dação Paga Orçamento Cabim. Paga Âmbito Central Âmbito Provincial Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia Tete Manica Sofala Inhambane Gaza Maputo Cidade de Maputo Âmbito Distrital Distritos de Niassa Distritos de Cabo Delgado Distritos de Nampula Distritos de Zambézia Distritos de Tete Distritos de Manica Distritos de Sofala Distritos de Inhambane Distritos de Gaza Distritos de Maputo Âmbito Autárquico Fonte: MEX Quadro 11 - Despesa de Funcionamento Cabimentada, Liquidada e Paga, por Âmbitos (Em Milhões de Meticais) Os pagamentos efectuados correspondem a 90,0% da despesa cabimentada, com destaque para os órgãos e instituições das Províncias de Nampula, Sofala e Inhambane, bem como para os da Cidade de Maputo e dos Distritos da Províncias de Nampula, cujos pagamentos correspondem a 100,0% do valor cabimentado. A despesa liquidada representa cerca de 91,0% dos pagamentos, tendo os órgãos e instituições da Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

22 Província de Manica efectuado liquidações correspondentes à totalidade dos fundos disponibilizados DESPESA DE INVESTIMENTO A Despesa de Investimento totalizou no período em análise o montante de 7.521,1 milhões de Meticais, equivalente a 10,8% da dotação orçamental actualizada e a um decréscimo de 0,3% em relação ao período homólogo do exercício económico anterior, por influência da componente financiada por fundos externos, que registou um decréscimo na ordem de 31,8% em termos reais, contra um crescimento de 23,0% na componente financiada por fundos internos, conforme se observa no Quadro 12: Financiamento Variação Orçamento Realização % Orçamento Anual Realização % 2012/13 Anual Jan-Mar Realiz Actual Jan-Mar Realiz (%) a/ INTERNO EXTERNO Donativos Fundos Comuns FC-PROAGRI FC-FASE FC-PROSAÚDE FC-HIVSI FC-UTRAFE FC-UTRESP FC-Tribunal Administrativo FC-INE FC-AAT FC-PPFD FC-PESCAS FCESTRA FC-PRONASA FC ASAS FC-IGF Outros Fundos Outros Fundos via CUT Outros Fundos Fora da CUT Créditos Outros Fundos via CUT Outros Fundos Fora CUT a/- Em termos reais, com inflação a 3,66% e variação cambial a 10,8%. Fonte:REOE Jan-Mar 2012 e MEX e Sectores Quadro 12 - Despesa de Investimento, por Origem e Modalidade do Financiamento (Em Milhões de Meticais) Ano 2012 Ano A componente financiada por fundos internos atingiu uma realização correspondente a 16,9% do Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

23 orçamento anual actualizado, tendo superado o de igual período do ano transacto em 0,1 ponto percentual. O nível de realização alçando no período em análise pode-se considerar positivo na medida em que os primeiros meses do ano são dedicados à criação de condições para a implementação dos projectos. Na componente financiada por fundos externos registou-se uma realização equivalente a apenas 5,9% do orçamento anual, facto que se deve ao baixo nível de desembolso de fundos por parte de alguns parceiros de cooperação internacional, aliado à redução do financiamento para os Fundos Comuns, que passaram de uma dotação orçamental de ,0 milhões de Meticais em 2012 para 8.154,3 milhões de Meticais no exercício em curso. Observa-se do Gráfico 5 que os recursos internos tiveram maior peso na Despesa de Investimento, tendo atingido o equivalente a 69,6% do total, contra 16,9% nos donativos externos e 13,5% nos créditos externos. Gráfico 5 - Estrutura do Financiamento da Despesa de Investimento Créditos Externos 13.5% Donativos Externos 16.9% Financiamento Interno 69.6% O financiamento via CUT representa, em termos de distribuição orçamental, 35,9% do total da componente externa e o fora da CUT 64,1%, conforme mostra o Quadro 13: Ano 2012 Ano 2013 Variação Financiamento Orçamento Anual Realização Jan-Mar Taxa (%) Orçamento Anual Realização Jan-Mar Taxa (%) 2012/13 Valor Peso (%) Valor Peso (%) Realiz. Valor Peso (%) Valor Peso (%) Realiz. (%) a/ Via CUT Fundos Comuns Outros Fundos Fora da CUT Fundos Comuns Outros Fundos a/ - Variação em termos reais, com variação cambial a 10,8%. Fonte:REOE Jan-Mar 2012 e MEX e Sectores Quadro 13 - Componente Externa de Investimento, por Origem e Modalidade de Financiamento (Em Milhões de Meticais) Relatório de Execução do Orçamento do Estado Jan-Mar de

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