ÉTICA E IDENTIDADE. (28/10/2016 às 15h )

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1 ÉTICA E IDENTIDADE (28/10/2016 às 15h ) 1) A identidade negra não surge da tomada de consciência de uma diferença de pigmentação ou de uma diferença biológica entre populações negras e brancas e(ou) negras e amarelas. Ela resulta de um longo processo histórico que começa com o descobrimento, no século XV, do continente africano e de seus habitantes pelos navegadores portugueses, descobrimento esse que abriu o caminho às relações mercantilistas com a África, ao trá co negreiro, à escravidão e, en m, à colonização do continente africano e de seus povos. (K. Munanga. Algumas considerações sobre a diversidade e a identidade negra no Brasil. In: Diversidade na educação: re exões e experiências. Brasília: SEMTEC/MEC, 2003, p. 37). Com relação ao assunto tratado no texto acima, é correto a rmar que A. a colonização da África pelos europeus foi simultânea ao descobrimento desse continente. B. a existência de lucrativo comércio na África levou os portugueses a desenvolverem esse continente. C. o surgimento do trá co negreiro foi posterior ao início da escravidão no Brasil. D. a exploração da África decorreu do movimento de expansão europeia do início da Idade Moderna. E. a colonização da África antecedeu as relações comerciais entre esse continente e a Europa. 1

2 2) O brasileiro tem noção clara dos comportamentos éticos e morais adequados, mas vive sob o espectro da corrupção, revela pesquisa. Se o país fosse resultado dos padrões morais que as pessoas dizem aprovar, pareceria mais com a Escandinávia do que com Bruzundanga (corrompida nação ctícia de Lima Barreto) FRAGA, P. Ninguém é inocente. Folha de S. Paulo. 4 out (adaptado). O distanciamento entre reconhecer e cumprir efetivamente o que é moral constitui uma ambiguidade inerente ao humano, porque as normas morais são A. decorrentes da vontade divina e, por esse motivo, utópicas. B. parâmetros idealizados, cujo cumprimento é destituído de obrigação. C. amplas e vão além da capacidade de o indivíduo conseguir cumpri-las integralmente. D. criadas pelo homem, que concede a si mesmo a lei à qual deve se submeter. E. cumpridas por aqueles que se dedicam inteiramente a observar as normas jurídicas. 2

3 3) A humanidade nasceu na África. Então todos nós, seres humanos, somos afrodescendentes, E afro-brasileiro, portanto, somos todos os brasileiros. Mas, isso do ponto de vista cientí co e não social. Nesse particular, até raça que não existe para a ciência desempenha um papel fundamental. Mas, tais palavras iniciadas pelo pre xo afro não representam em sua semântica a pessoa humana como ocorre com a palavra negro. Esta diz de pronto sobre o fenótipo: pele escura, cabelo crespo, nariz largo e lábios carnudos e história social. Variações nesses itens são in nitas. Afro não necessariamente incorpora tal fenótipo, sobre o qual incide a insânia branca do racismo. No afro, o fenótipo negro se dilui. É por isso que o jogo semântico-ideológico tem se estabelecido e o sutil combate à palavra negro vem se operando, pois ela não encobre o racismo. Tendo a palavra em foco servido para ofender, no momento em que o ofendido assume-a dizendo eu sou negro, o que ocorre é que ele dá a ela um outro signi cado, ele positiva o que era negativo. Aqui acontece algo estranho para quem ofende. Se a palavra perde o poder de ofender, ele, o ofensor, perde um instrumento importante na prática (discriminação) e na manutenção psíquica (o preconceito) do racismo. Por outro lado, a palavra negro não o deixa em paz, por trazer em sua semântica a histórica opressão escravista, colonialista. (Adaptado de CUTI, Quem tem medo da palavra negro) A partir da leitura das concepções do texto, podemos entender que a manutenção do uso da palavra negro, ao invés do uso da expressão afrodescendente, está a serviço: A. do destaque da identidade física do negro para valorizá-lo hierarquicamente em relação aos brancos e reverter um quadro histórico. B. de uma concepção ressentida e apegada ao passado, uma vez que o autor deseja que a palavra relembre o racismo e a escravidão. C. de uma ambiguidade proposital que destaque não só a identidade fenotípica dos negros como sua identidade sócio-histórica aliada ao racismo e à exclusão. D. do orgulho e da consciência negra. E. de um ato político que a partir da inclusão da dimensão de orgulho e do não esquecimento de um histórico de escravidão e racismo na identidade negra pretende que a falta de acesso a direitos não se perpetue. 3

4 4) A ética precisa ser compreendida como um empreendimento coletivo a ser constantemente retomado e rediscutido, porque é produto da relação interpessoal e social. A ética supõe ainda que cada grupo social se organize sentindo-se responsável por todos e que crie condições para o exercício de um pensar e agir autônomos. A relação entre ética e política é também uma questão de educação e luta pela soberania dos povos. É necessária uma ética renovada, que se construa a partir da natureza dos valores sociais para organizar também uma nova prática política. (CORDI et al. Para losofar) O Século XX teve de repensar a ética para enfrentar novos problemas oriundos de diferentes crises sociais, con itos ideológicos e contradições da realidade. Sob esse enfoque e a partir do texto, a ética pode ser compreendida como: A. instrumento de garantia da cidadania, porque através dela os cidadãos passam a pensar e agir de acordo com valores coletivos. B. mecanismo de criação de direitos humanos, porque é da natureza do homem ser ético e virtuoso. C. meio para resolver os con itos sociais no cenário da globalização, pois a partir do entendimento do que é efetivamente a ética, a política internacional se realiza. D. parâmetro para assegurar o exercício político primando pelos interesses e ação privada dos cidadãos. E. aceitação de valores universais implícitos numa sociedade que busca dimensionar sua vinculação a outras sociedades. 4

5 5) A ética exige um governo que defenda a igualdade entre os cidadãos, a qual constitui a base da pátria. Sem ela, muitos indivíduos não se sentem em casa, mas vivem como estrangeiros em seu próprio lugar de nascimento. (SILVA, R. R. Ética, defesa nacional, cooperação dos povos) Os pressupostos éticos são essenciais para a estruturação política e a integração de indivíduos em uma sociedade. Segundo o texto, a ética corresponde a: A. valores e costumes partilhados pela maioria da sociedade. B. preceitos normativos impostos pela coação das leis. C. normas próprias determinadas pelo governo de um país. D. transferência dos valores familiares para a esfera social. E. proibição da interferência de estrangeiros na pátria de cada um. 5

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