Nível de acessibilidade de cadeirantes em escolas privadas e públicas da Barra da Tijuca

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1 UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ ROBERTA COELHO SANTOS DANIELA COELHO ARAUJO Nível de acessibilidade de cadeirantes em escolas privadas e públicas da Barra da Tijuca Rio de Janeiro 2009

2 UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ ROBERTA COELHO SANTOS DANIELA COELHO ARAUJO Nível de acessibilidade de cadeirantes em escolas privadas e públicas da Barra da Tijuca Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Estácio de Sá como parte dos requisitos necessários à graduação no Curso de Licenciatura em Educação Física. Orientador: Prof. Dr. José Antonio Vianna Rio de Janeiro 2009

3 ROBERTA COELHO SANTOS DANIELA COELHO ARAUJO Nível de acessibilidade de cadeirantes em escolas privadas e públicas da Barra da Tijuca Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Estácio de Sá como parte dos requisitos necessários à graduação no Curso de Licenciatura em Educação Física. Aprovado em de de BANCA EXAMINADORA Prof.: Universidade Estácio de Sá Prof.: Universidade Estácio de Sá Prof. Orientador: Dr. José Antonio Vianna Universidade Estácio de Sá

4 Aos meus filhos, para meu marido, e minha mãe, pelo carinho, compreensão e apoio em todos os momentos.

5 RESUMO O nível de acessibilidade oferecido a cadeirantes nas escolas públicas e particulares é escasso, embora sob a legislação específica é igualmente raro o seu cumprimento, o que denota uma falta de perspectiva de um público desatendido. O objetivo desse estudo foi verificar o nível de acessibilidade de cadeirantes oferecido por escolas na cidade do Rio de Janeiro, tomando como parâmetro à escala de acessibilidade de Vidor (2005). A pesquisa foi realizada a partir de visitas a 20 (vinte) escolas públicas e privadas em dois bairros da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. A coleta foi feita através de um questionário, adotando como roteiro a adaptação do instrumento Acessibilidade nota dez de Vidor (2000), que atribui os conceitos Diamante, Ouro, Prata e Bronze em função do nível de acessibilidade apresentado em edificações. Foi evidenciado que o nível de acessibilidade das escolas visitadas é classificado como Bronze considerado baixo. Baseado nestes dados pode-se concluir que as escolas visitadas não vêem nesses públicos clientes potenciais, já que não estão preparados para recebê-los e atendê-los em suas necessidades. Além disso, podese observar que não existe uma política de promoção da acessibilidade, tanto em sua edificação quanto no preparo de funcionários atendentes, fazendo com que quando ocorre a situação de um cadeirante freqüentar a escola, o acesso às suas instalações seja improvisado e precário, embora os atendentes demonstrem desprendimento e boa vontade para fazê-lo. Assim o impacto das teorias de inclusão social da Educação Física Escolar para portadores de necessidades especiais pode ser comprometido devido às restrições ou impedimentos para o acesso destes indivíduos à escola e às aulas regulares. Palavras chave: Cadeirantes. Acessibilidade. Educação Física.

6 ABSTRACT The level of accessibility offered to wheelchair users in public and private schools is scarce, although under specific legislation it is also rare its compliance, which shows a lack of perspective of a unattended public. The purpose of this study was to verify the level of accessibility of wheelchair users offered by schools in the city of Rio de Janeiro, taking as a parameter the scale accessibility Vidor (2005). The search was performed from visits to 20 (twenty) public and private schools in two neighbourhoods Western City of Rio de Janeiro. Collection was made through a questionnaire, adopting as route the adaptation of the instrument Accessibility note ten Vidor (2005), which assigns the concepts Diamond, Gold, Silver and Bronze depending on the level of accessibility in buildings. It was verified that the level of accessibility of schools visited is classified is Bronze considered low. Based on this data, can be concluded that the schools visited do not see these public potential clients, once they are not prepared to receive and serve them in their needs. In addition, it can be observed that there is no policy to promote accessibility, both in its construction and the staging of attendant employees, causing when occurs the situation of a wheelchair user frequent the school, his access be precarious and improvised, although agents show generous and willingness to do so. The impact of theories of social inclusion of Physical Education School for people with special needs can be compromised due to restrictions or impediments to access these individuals to school and classes. Key words: Wheelchair users. Accessibility. Physical Education.

7 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Escala

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...09 DESENVOLVIMENTO...14 CONCLUSÃO...24 REFERÊNCIAS...25 APÊNDICE A Escala...27 APÊNDICE B Termo de Consentimento...28

9 9 INTRODUÇÃO. A questão da acessibilidade dos portadores de necessidades especiais (PNE) é uma preocupação atual nas políticas educacionais e nas escolas de forma geral. Entendemos que as pessoas com deficiência, no caso deste estudo os cadeirantes são pessoas com nível intelectual dentro da normalidade, que devem ter os seus direitos a transporte adequado, acesso em shoppings com rampas, restaurantes, calçadas adequadas e, em particular, a de educação, para que possam levar uma vida normal. O acesso dos cadeirantes nas escolas é um assunto de extrema importância, pois segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (BRASIL, 1996) estes sujeitos devem ser incluídos nas escolas junto com outros alunos sem a deficiência. Mas isso não esta sendo fácil, pois nem todas as escolas possuem acesso para pessoas com deficiência, por isso o interesse nesse estudo. Segundo (BARTALOTTI, 2006) para falar de inclusão social é necessário identificar seu contraponto e conviver com ele: a exclusão - algo que fere a dignidade humana. Portanto, é preciso compreender a situação de exclusão, seu contexto, atores e movimentos. Só então poderemos promover ações transformadoras e facilitar a inclusão. No entanto percebemos no cotidiano a dificuldade responder a questão da inclusão social das pessoas com deficiência. É possível notar a reformulação das práticas educacionais inclusivas, apoiadas na LDB, Capítulo V, Art. 59 (BRASIL, 1996), que esclarece a importância e a necessidade dos sistemas de ensino oferecer atendimento especializado, bem como a necessidade dos professores do ensino regular ser capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns. Embora implantadas estas leis no país, o que se verifica na maioria das instituições de ensino regular é um despreparo na infra-estrutura e nas práticas educacionais para atender a demanda exigida (MAUERBERG-DECASTRO, 2005). Então ao se pensar em corpos com deficiência, certamente a escola é o foco da atenção, e a Educação Física é o centro das reflexões propostas (PORTO e GAIO, 2002). Segundo Porto e Gaio (2002) a temática atual é ser diferente, visto isso na perspectiva da diversidade humana. As diferenças devem ser encaradas como positivas e fundamentais na construção da identidade social dos seres humanos,

10 10 com reconhecimento as capacidades, acreditando-se na superação quando se dá oportunidade. Todavia, a inclusão social das pessoas consideradas deficientes só poderá ser efetiva se houver medidas sócio-educativas para tal, além de recursos materiais e humanos. E uma das dimensões do processo de inclusão social é a inclusão escolar, que consiste num conjunto de políticas, públicas e particulares, de levar a escolarização a todos os segmentos humanos da sociedade, com ênfase na infância e na juventude. Nesse contexto, recebem atenção especial as pessoas com deficiências (físicas, sensoriais ou mentais) nas escolas regulares, no ensino voltado para a formação profissionalizante e na constituição da consciência cidadã (CONTEÚDO ESCOLA, 2004). Inclusão escolar é acolher o educando independentemente de suas limitações ou dificuldades, para que todos possam participar. Não ocorreu diferente com a área de Educação Física, que encontra suas dificuldades em razão da não adaptação arquitetônica e pedagógica das escolas em geral (O acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular, 2004). Nos últimos anos, educadores e pais vêem buscando promover e programar a inclusão, em espaços livres, públicos ou privados, de pessoas com algum tipo de deficiência ou necessidade especial, visando resgatar o respeito humano e a dignidade, no sentido de possibilitar o pleno desenvolvimento e o acesso a todos os recursos da sociedade por parte desse segmento. Vários segmentos sociais lutam pelos seus direitos de inclusão na sociedade, o que acontece com as mulheres, negros, sem-terra e tantos outros excluídos. Como esses, há outro grupo de excluídos as pessoas com deficiência, que não têm acesso aos direitos que devem pertencer a todos: educação, saúde, trabalho, locomoção, transporte, esporte, cultura e lazer. Hoje em dia estão sendo criadas Leis para a garantia desses direitos, o que já é um grande passo. Godoy (2000) alerta que atualmente os portadores de deficiência são amparados por lei federal n de 19/12/2000, a qual estabelece normas e direitos. Tal legislação possibilita-lhes o direito de serem incluídos socialmente, com isso, deve superar as barreiras estruturais e sociais. Ter uma limitação não significa diminuir os direitos e deveres da pessoa, pois ela é cidadã e faz parte da sociedade como as demais.

11 11 Essa abordagem é apresentada por Araújo (1997) que define a pessoa portadora de deficiências não por falta de um membro nem a visão ou audição reduzida. O que caracteriza a pessoa portadora de deficiência é a dificuldade de se relacionar, de se integrar na sociedade; o grau de dificuldade para a integração social é que definirá quem é ou não portador de deficiência. A Lei Federal n de 2000 (BRASIL, 2000) conceitua pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida como sendo aquela que apresenta limitação, temporária ou permanente, na sua capacidade de relacionar-se com o meio e utilizá-lo. A ABNT NBR 9050 (2004) conceitua deficiência como a redução, limitação ou inexistência das condições de percepção das características ou de mobilidade e de utilização de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos [...]. O Projeto de Lei n 429 do Senado (BRASIL, 2003), do Sr. Paulo Paim, sobre a instituição do Estatuto da Pessoa com Deficiência, assegura ao deficiente acesso as edificações publicas e privadas. A Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1998) assegura aos deficientes físicos a plena Inserção na vida econômica e social e o total desenvolvimento de suas potencialidades. Conforme a Norma Brasileira 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/NBR9050, 2004), a acessibilidade é a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbanos. O Desenho Universal é a criação de ambientes e produtos que podem ser usados por todas as pessoas na sua máxima extensão possíveis. Os princípios básicos do Desenho Universal envolvem desde questões técnicas e de design até questões comportamentais: acomodar grande gama antropométrica, ou seja, pessoas de diversos padrões ou em diferentes situações (altos, baixos, em pé, sentados, etc.); reduzir a energia necessária para utilizar produtos e ambiente; tornar os ambientes e os produtos mais compreensíveis (sinalização, cores, etc.) e interrelacionar produto e ambiente, concebendo-os como um sistema. A conscientização quanto aos aspectos de uma arquitetura a serviço de todos, sem discriminação, deve se iniciar na formação do arquiteto, mas, compete à sociedade, em geral, e ao profissional de saúde, em particular, zelar pelo cumprimento dos princípios da acessibilidade. Em todos os lugares deve haver espaço para todas as pessoas.

12 12 A acessibilidade adequada e a preocupação com o Desenho Universal devem promover a integração social do portador de deficiência, já a acessibilidade inadequada e a pouca preocupação com o Desenho Universal dos espaços livres, públicos ou privados, dificultam a integração social do cidadão cadeirante. Souza (2003) classifica os espaços livres em diferentes categorias espaciais, de acordo com a prioridade (público X privado) e com a função (circulação X permanência). Assim, os lotes residenciais e de condomínios, os pátios institucionais e clubes semiprivados, caracterizam-se como espaços livres privados e de permanência. As praças e parques são tidos como espaços livres públicos de permanência, e as ruas, autopistas, calçadões e boulevards são considerados espaços públicos de circulação. Todas essas categorias de espaços livres são muito importantes, pois modificam a paisagem e interferem na configuração e escala da cidade. Através do Censo Nacional (IBGE, 2000), assinalamos a existência de 24,5 milhões brasileiros com algum tipo de limitação da mobilidade, perfazendo 14,5% da população mundial de deficientes físicos, que chegou aos 600 milhões de indivíduos. Analisando os dados vinculados em entrevista, reportagem (NUNES, 2006), observou que o número de habitantes da cidade do Rio de Janeiro com dificuldade de locomoção chegava a 900 mil. Este montante é superado pela cidade de São Paulo, que reúne 1 milhão de deficientes físicos. No período entre 2001 e 2004, constitui-se 990 rampas de acesso a deficientes físicos em diversos bairros da cidade do Rio de Janeiro. Havia projeto de constituição de mais de rampas até os jogos Pan-Americanos de (NUNES, 2006). A facilidade de acesso dos portadores de deficiência nos aparelhos públicos entre os quais a escola parece ser fundamental para garantir o acesso do portador de deficiência aos bens esportivos e culturais. As instalações para as aulas de educação física como parte integrante da escola corresponde a uma das preocupações correntes para a inclusão destes sujeitos. A defesa da igualdade de oportunidades encontra apoio em diversas áreas do conhecimento, inclusive na educação física, sendo amparada pela UNESCO (1978) que declara a prática da educação física como atividade que deve ser assegurada a todos e em especial aos grupos menos favorecidos no seio da sociedade.

13 13 Portanto, observar a acessibilidade de cadeirantes nas escolas pode contribuir para lançar luz ao fenômeno da inclusão social de portadores de deficiência. A Lei que obriga prédios públicos e privados a proporcionarem condições de acessibilidade conforme especifica a Lei n 5296 de Dezembro de 2004 (BRASIL, 2004), tem como perspectiva a inclusão social desses portadores de deficiência física em espaços livres públicos e privados fazendo com que eles se sintam úteis e também usufruam o lazer e a atividade física que irá proporcionar melhora na sua qualidade de vida e saúde. Assim, esta investigação pode fornecer subsídios para as políticas públicas e para os projetos pedagógicos das escolas que contribuam para a inclusão de cadeirantes. Contribuir na acessibilidade desses indivíduos pode favorecer a diminuição do preconceito com os deficientes. O objetivo desse estudo foi avaliar o nível de acessibilidade de cadeirantes nas escolas públicas e privadas nas escolas da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, tomando como base à observação empírica de pouca incidência da população portadora de deficiência física nessas escolas específicas.

14 14 DESENVOLVIMENTO. O presente estudo descritivo tem caráter qualitativo, já que buscando entender e compreender cada significado, de uma experiência em um ambiente específico, combinado para se formar como um todo (THOMAS; NELSON, 2002, p. 323), fomos buscar e coletar dados nas escolas, onde houve investigação se havia ou não acesso a cadeirantes. A pesquisa se desenvolveu em dezesseis escolas privadas e quatro escolas públicas localizadas nos bairros da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, no município do Rio de Janeiro. Responderam ao questionário: doze secretárias, quatro diretores, quatro diretores-adjuntos, sem proceder a interferências em sua forma original, a fim de medir o nível de acessibilidades de cadeirantes nas escolas. A avaliação nestas escolas foi feita através de um instrumento adaptado de Vidor (2000) pelo qual se buscou conhecer o status da forma como se apresentavam os níveis de acessibilidade das escolas observadas. Esta ferramenta consiste basicamente na definição inicial de critérios de avaliação baseados em indicadores de desempenho pré-estabelecidos que são verificados por pessoas. A análise de dados utilizou-se da estatística descritiva classificando as instituições conforme os níveis indicados pelo protocolo adaptado de Vidor (2000) denominado Acessibilidade Nota 10, que classifica a acessibilidade das instituições em diamante, ouro, prata e bronze, dependendo do nível de acessibilidade do estabelecimento a cadeirantes e a outros tipos de deficiência.

15 15 Na escala adaptada de acessibilidade de Vidor, o tópico um banheiro adaptado foi pesquisado em 20 escolas. Em sete delas encontramos o quesito, o que corresponde a 35% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em treze escolas perfazendo 65%. Gráfico1 Um Banheiro adaptado 35,00% 65,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0, 8 O tópico portas largas que garante a facilidade no acesso, em sete escolas encontramos o quesito, o que corresponde a 35% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em treze escolas perfazendo 65%. Gráfico 2 Portas Largas 35,00% 65,00% 0 0,2 0,4 0,6 0, 8 Sim Não A presença de rampas internas e externas foi encontrada em seis escolas, o que corresponde a 30% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo item prevaleceu em quatorze escolas perfazendo 70%.

16 16 Gráfico 3 Rampas internas e externas 30,00% 70,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0, 8 Em sete escolas encontramos o quesito rota acessível interna e externa, o que corresponde a 35% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em treze escolas perfazendo 65%. Gráfico 4 Rota acessível interna e externa 35,00% 65,00% 0 Sim 0,1Não 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 Foram identificadas cinco escolas com área de estacionamento com símbolo para deficientes, o que corresponde a 25% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em quinze escolas perfazendo 75%. Gráfico 5 Área de estacionamento com símbolo para deficientes 25,00% 75,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0, 8

17 17 Em três delas encontramos balcões acessíveis, o que corresponde a 15% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezessete escolas perfazendo 85%. 15,00% Gráfico 6 Balcões acessíveis 85,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Em somente duas escolas encontramos banheiros adaptados em todos os andares, o que corresponde a 10% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezoito escolas perfazendo 90%. 10,00% Gráfico 7 Banheiros adaptados em todos os andares 90,00% Sim Não 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Quanto ao quesito elevadores com painel em Braile, caso não ascensorista encontrado apenas em duas escolas, o que corresponde a 10% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezoito escolas perfazendo 90%.

18 18 Gráfico 8 E levadores com painel em Braile, caso não haja ascensorista 10,00% 90,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Em relação aos interruptores de luz e elevadores em altura adequada acessível existiam em apenas duas escolas, o que corresponde a 10% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezoito escolas perfazendo 90%. Gráfico 9 Interruptores de luz e elevadores em altura adequada acessível 10,00% 90,00% 0 Sim 0,2 Não 0,4 0,6 0,8 1 Somente em duas escolas o local reservado para cadeira de rodas em caso de auditório foi encontrado, o que corresponde a 10% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezoito escolas perfazendo 90%.

19 19 Gráfico 10 Local reservado para cadeira de rodas em caso de auditório 10,00% 90,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Tratando-se do tópico piso tátil ou diferenciado indicando deslocamento somente duas escolas possuíam, o que corresponde a 10% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezoito escolas perfazendo 90%. Gráfico 11 Piso tátil ou diferenciado indicando deslocamento 10,00% 90,00% 0 Sim 0,2 Não 0,4 0,6 0,8 1 A sinalização externa com símbolo universal indicando acesso aos deficientes foi encontrada em duas escolas, o que corresponde a 10% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezoito escolas perfazendo 90%. 10,00% Gráfico 12 S inalização externa com símbolo universal indicando acesso aos deficientes 90,00% Sim Não 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1

20 20 Quanto ao atendimento com pessoas qualificadas em libras foi encontrado em quatro escolas, o que corresponde a 20% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezesseis escolas perfazendo 80%. Gráfico 13 Atendimento com pessoas qualificadas em libras 20,00% 80,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Somente em uma escola continha bebedouros e pias com sensores, o que corresponde a 5% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezenove escolas perfazendo 95%. 5,00% Gráfico 14 Bebedouros e pias com sensores 95,00% 0 Sim Não 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Em relação aos elevadores com aviso sonoro, caso não haja ascensorista foram encontrados em apenas uma escola, o que corresponde a 5% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezenove escolas perfazendo 95%.

21 21 Gráfico 15 E levadores com aviso sonoro, caso não haja ascensorista 5,00% 95,00% 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Sim Não Já acessibilidade na web tivemos um número de oito escolas com o quesito, o que corresponde a 40% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em doze escolas perfazendo 60%. Gráfico 16 Acessibilidade na web 40,00% 60,00% 0 Sim 0,1 Não 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 Em relação à saída de emergência foi observado em três escolas, o que corresponde a 15% do total. No entanto, a não acessibilidade ao mesmo prevaleceu em dezessete escolas perfazendo 85%. Gráfico 17 Saída de emergência 15,00% 85,00% 0 Sim 0,2 Não 0,4 0,6 0,8 1 Pudemos observar na Tabela 1 que das 20 escolas visitadas, somente 3 obtiveram o Certificado de Bronze, 2 obtiveram o Certificado de Prata e nenhuma conseguiu alcançar Ouro e Diamante em relação à tabela adaptada de Vidor (2000).

22 22 Escala de acessibilidade nas escolas. QUESITOS Banheiro adaptado S N S N N N N S S N S N N N N S N N S N portas largas S N N N N N N S S N S N N N N S N S S N Rampas internas e externas N N N N N N N S S N S S N N N S N N S N Rota acessível, interna e externa S N N N N N N S S N S S N N N S N N S N Quando houver área de estacionamento, vaga reservada com embarque e desenbarque acessível e placa com o "símbolo universal do deficiente" N N N N N N N S S N S N N N N S N N S N Atendimento prioritário para pessoas portadoras de deficiência S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S Balcões acessíveis N N N N N N N S S N N S N N N N N N N N Banheiros adaptados em todos os andares N N N N N N N S S N N N N N N N N N N N Elevadores com painel em braile, caso não haja ascensorista N N N N N N N S S N N N N N N N N N N N Interruptores de luz e elevadores em altura adequada acessível para usuário de cadeira de rodas N N N N N N N S S N N N N N N N N N N N Local reservado para cadeira de rodas em caso de auditório N N N N N N N S S N N N N N N N N N N N Piso tátil ou diferenciado indicando o deslocamento N N N N N N N S S N N N N N N N N N N N Sinalização externa com símbolo universal indicando acesso aos deficientes Atendimento com pessoas qualificadas em libras para atendimento de deficientes auditivos com sinalização dos surdos N N N N N N N S S N N N N N N N N N N N S N N N N N N N S N N N N N N S N N S N Bebedouros e pias com sensores N N N N N N N N S N N N N N N N N N N N Elevadores com aviso sonoro caso não haja ascensoristas N N N N N N N N S N N N N N N N N N N N Portas automáticas N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N Acessibilidade na web S N N N N N N N S N S S N S S S S N N N Saída de emergência, rota ou local de escape (área de resgate) N N N N N N N N S N N N N N N S N N S N Telefones para pessoas com deficência auditiva N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N Telefones para pessoas com deficiência visual N N N N N N N N N N N N N N N N N N N N Bronze Legenda Prata ESCOLAS PÚBLICAS Ouro ESCOLAS PRIVADAS Diamante

23 23 Nas visitas realizadas, observamos nas escolas o número de oito cadeirantes que freqüentavam esses educandários. Algumas incoerências são facilmente notadas, tais como em uma das escolas particulares, ainda estava construindo o primeiro elevador para facilitar a acessibilidade. Uma das escolas públicas existia banheiro adaptado no segundo piso, sem que houvesse elevador ou rampa de acesso de cadeirantes. O acesso às instalações para a prática de educação física era facilitado na maioria das escolas devido a estarem localizadas no primeiro piso ou por terem rampas de acesso, no entanto, o ingresso à escola nem sempre era acessível. Com relação à acessibilidade, fizemos um comparativo com as normas da ABNT (2004), e pudemos confirmar também que as poucas escolas que se enquadram em alguma classificação da Escala de Vidor (2000), possuem a classificação baixa, ou seja, o certificado de Prata e Bronze. Comparando os resultados alcançados com os preceitos básicos do Desenho Universal, infere-se que um grande óbice à procura de escolas por cadeirantes é justamente a falta de acessibilidade a estes indivíduos.

24 24 CONCLUSÃO. Concluímos, portanto, que a população de alunos cadeirantes na cidade do Rio de Janeiro é pouco considerada tanto pelas instituições públicas quanto pelo mercado de escolas particulares, como potencial consumidor de serviços, pois não verificamos facilidades de acesso a cadeirantes em escolas e tampouco nos espaços para a prática de educação física. Embora existam recomendações da ABNT (2004) em relação às normas de acessibilidade a infraestrutura urbana, inclusive a escola de forma geral, não estão adaptadas para facilitar o acesso de deficientes e em particular para o interesse desse estudo. Assim o impacto das teorias de inclusão social da Educação Física Escolar para portadores de necessidades especiais pode ser comprometido devido às restrições ou impedimentos para o acesso destes indivíduos a escola e as aulas regulares. Esperamos que este trabalho, por seu imediatismo, possa influenciar e formatar o aprofundamento do tema no meio acadêmico, empresarial, e nas políticas públicas.

25 25 REFERÊNCIAS. ACESSIBILIDADE E DESENHO UNIVERSAL. APABB, [online] Disponível em: 9.htm+%22ACESSIBILIDADE+E+DESENHO+UNIVERSAL%22&hl=pt BR&ct=clnk&cd=6&gl=br&client=firefox-a. Acesso em 01 de abril de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. 2 ed. Rio do Janeiro: ABNT, Disponível em: Acesso em: acesso em 10 de março de ARAUJO, L. A. D. A proteção constitucional das pessoas portadoras de deficiência. Brasília: Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, BARTALOTTI, Celina Camargo. Inclusão social das pessoas com deficiência: Utopia ou possibilidade. São Paulo: Paulus, BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de Outubro de Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed. São Paulo: Saraiva, Disponível em: Acesso em 01 de abril de BRASIL. IBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Projeto preliminar da População do Brasil. Revisão de Setembro de Acesso em 01 de abril de BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Lei / 96. BRASIL. Lei n 5296 de Dezembro de BRASIL. Projeto de Lei do Senado N 429, de (2003). Promulgado em 25 de setembro de Organização do texto: Paulo Paim. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2005.

26 26 GODOY, A. et al. Cartinha da Inclusão dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Belo Horizonte: PUC. Minas Gerais, Acesso em 01 de abril de MAUERBEG-DECASTRO, E. Atividade física adaptada. Ribeirão Preto: Tecmedd, Acesso em 01 de abril de NABEIRO, M. Inclusão escolar nos programas de educação física: estratégia para a utilização do colega tutor. In: Simpósio SESC de Atividades Físicas Adaptadas. Apostila. Minicurso, Acesso em 01 de abril de O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular. Ministério Público federal: Fundação Procurador Pedro Jorge de Melo e Silva (organizadores) / 2ª. ed. Ver. E atualiz. Brasília: Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, Acesso em 01 de abril de PORTO, E.; GAIO, R. Qualidade de vida e pessoas deficientes: possibilidades de uma vida digna e satisfatória. In. Moreira, W.W. e Simões, R. (Org.). Esporte como fator de qualidade de vida. Piracicaba: Editora UNIMEP, NUNES, B. Dificuldade para se Locomover. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p 11, abr SANTOS, M. O espaço do cidadão. São Paulo: Nobel, Coleção espaços. SOUZA, J. C. Análise da Paisagem: Instrumento de Intervenção nos Espaços Livres da Lagoa da Conceição Florianópolis p. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. Porto Alegre: Artmed, 2002, p 323. UNESCO. Carta Internacional da Educação Física e Desporto Disponível em: Acesso em 01 de abril de VIDOR, G. Acessibilidade nota 10, [2000]. Disponível em: Acesso em 01 de abril de 2009.

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