DATAÇÃO DE SEDIMENTOS DO RESERVATÓRIO DE BARRA BONITA, RIO TIETÊ, SP COM 210 Pb : DISTRIBUIÇÃO HISTÓRICA DE METAIS PESADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DATAÇÃO DE SEDIMENTOS DO RESERVATÓRIO DE BARRA BONITA, RIO TIETÊ, SP COM 210 Pb : DISTRIBUIÇÃO HISTÓRICA DE METAIS PESADOS"

Transcrição

1 DATAÇÃO DE SEDIMENTOS DO RESERVATÓRIO DE BARRA BONITA, RIO TIETÊ, SP COM 21 Pb : DISTRIBUIÇÃO HISTÓRICA DE METAIS PESADOS Raul I. Cazotti*, Marcos R. L. do Nascimento**, Patrícia F. Silvério* e Antonio A. Mozeto* *Universidade Federal de São Carlos DQ / Laboratório de Biogeoquímica Ambiental - Caixa Postal São Carlos-SP, Brasil **Comissão Nacional de Energia Nuclear CNEN/DILAB Caixa Postal Poços de Caldas-MG, Brasil RESUMO Neste trabalho, foi feita a datação de dois testemunhos, provenientes do reservatório de Barra Bonita, Rio Tietê, SP, com cerca de 4 anos de idade, utilizando os modelos CRS (constant rate of supply) e CIC (constant initial concentration). A aplicação, pura e simples, destes modelos, em ambientes aquáticos com mais de 1 anos, não apresenta maiores inconvenientes, pelo fato da atividade do 21 Pb atmosférico decair, praticamente, a zero. Neste trabalho, apresentam-se considerações e sugestões, visando a aplicabilidade destes modelos em reservatórios, como o de Barra Bonita (cerca de 4 anos), ou em ambientes aquáticos de uma forma geral, com idades inferiores a 1 anos. Observou-se uma boa concordância entre os valores obtidos para os modelos CRS e CIC. Complementando, avaliou-se o grau de contaminação e a distribuição histórica de metais pesados (totais e fracamente ligados); cronologicamente, as concentrações de Cr, Cu, Ni, Pb e Zn, tiveram um aumento, conseqüência de um aumento significativo nas atividades antrópicas. Keywords: sediments; geochronology; 21 Pb; heavy metals I. INTRODUÇÃO Face a sua extensão, localização e ao aproveitamento de seus recursos hídricos, a bacia hidrográfica do rio Tietê é considerada a mais importante do estado de São Paulo. Nesta bacia foram construídos reservatórios para a produção de energia elétrica, sendo ainda utilizada para navegação, abastecimento, pesca, irrigação e recreação. Por estar situada na região mais desenvolvida do país essa bacia vem sofrendo os problemas ecológicos inerentes à atividade humana. A intensa atividade industrial, inicialmente, na região metropolitana de São Paulo e, posteriormente, nas suas proximidades, tem sido a principal causa da contaminação de metais pesados e compostos orgânicos tóxicos no sistema alto Tietê. No interior do Estado, o principal componente de degradação ambiental são os sistemas produtivos agrícolas, com predominância do cultivo da cana de açúcar e laranja, e o parque agroindustrial para a produção de açúcar, álcool e sucos cítricos. Sedimentos de fundo são considerados um dos mais importantes indicadores de contaminação de ecossistemas aquáticos. Os reservatórios do rio Tietê apresentam características próprias, que os diferenciam dos ambientes aquáticos, em geral, sobretudo, por apresentarem, tempos de residência relativamente curtos, gerando, por conseguinte, características transitórias entre os ambientes lóticos e lênticos. A datação destes sedimentos, ou, mais simplesmente, a definição da existência ou não de cronologia, se apresenta como uma tarefa, tão difícil, pelas características destes ambientes, quanto importante, pela sua localização. Nesta pesquisa, o reservatório de Barra Bonita-SP na Bacia do rio Tietê foi usado como ambiente de estudo, para o estabelecimento de uma metodologia de datação, com 21 Pb, empregando os modelos CRS[1] e CIC[2]; complementando, foi feita a aplicação, com a avaliação da distribuição histórica de metais pesados em dois testemunhos de sedimentos. O estudo, principalmente no que se refere à aplicação da metodologia de datação com 21 Pb, visa subsidiar um projeto, mais amplo, de desenvolvimento de valores de qualidade para sedimentos (PROJETO QUALISED). II. METODOLOGIA DE DATAÇÃO COM 21 Pb Na datação com 21 Pb, o radionuclídeo 21 Pb (T 1/2 = 22,3 anos) proveniente da atmosfera, como conseqüência do decaimento do 222 Rn (T 1/2 = 3,8 dias), emanado do solo, se apresenta como uma ferramenta muito eficaz, para o estabelecimento da cronologia em sedimentos recentes (até 1 anos); essa fração do 21 Pb, proveniente da atmosfera, denominou-se 21 Pb atmosférico ou não-suportável, radiologicamente, para diferenciá-la da outra, contida, originalmente, no sedimento, presumivelmente em equilíbrio com o 226 Ra, ou suportada radiologicamente.

2 A deposição atmosférica do 21 Pb, em qualquer região, é governada por fatores locais, geográficos e metereológicos, e é razoavelmente constante, durante um período muito longo. Para um determinado ambiente aquático, onde a soma dos fluxos de sólidos, provenientes da atmosfera (poeira) ou arrastados pelas chuvas, for constante, consequentemente, a camada inicial apresentará, sempre a mesma concentração de 21 Pb atm. Neste caso, pode ser aplicado o modelo de datação CIC (constant initial concentration), onde t (idade ) de cada fração, é calculada de acordo com a equação do decaimento radioativo: A = A. e -l t, onde A é a atividade da camada inicial. O modelo de datação, denominado CRS (constant rate of supply) proposto por GOLDBERG, em 1963[1], foi aplicado, inicialmente, em lagos, por KRISHNASWAMI et al. (1971)[3] e, em sedimentos marinhos, por KOIDE et al. (1972)[4], e, posteriormente, em lagos, por APPLEBY e OLDFIELD (1978)[5], OLDFIELD et al. (1978)[6]. Este modelo considera o fluxo de 21 Pb, proveniente da atmosfera, constante para uma dada região, mas com taxas de sedimentação variáveis, ou que, por um motivo qualquer, os valores da atividade do 21 Pb não se apresentem de uma forma decrescente e gradual, do topo para o fundo do sedimento. X = Interface sedimento / água I x A X = Figura 1. Esquema de um testemunho de sedimentos. Na Figura 1, de acordo com o modelo CRS, o cálculo da idade t, em um ponto x do sedimento, é calculada de acordo com a equação: t = l - 1. ln (A / A x ), onde: A = atividade integrada da superfície até A = e, A x = atividade integrada de x até A =. A aplicação direta deste modelos, em lagos e oceanos, ou em ambientes com mais de 1 anos, que apresentem estabilidade dos sedimentos, na maioria dos casos, pode ser feita, na forma como proposto, sem maiores inconvenientes; a metodologia poderia ser simplificada, no que se refere às análises, utilizando-se um método alternativo, proposto por Godoy[7]. Para barragens artificiais, como as do Rio Tietê, que, em geral, são jovens, A x com um dinamismo hidrológico muito acentuado, altas taxas de sedimentação e muita atividade antrópica, os modelos propostos devem ser adaptados, devendo-se levar em conta as diferenças significativas entre os dois tipos de ambientes aquáticos. Convém salientar, que, na literatura, não foram encontrados trabalhos envolvendo um estudo mais detalhado da metodologia de datação em barragens. Este trabalho é uma das primeiras aplicações de uma metodologia de datação, proposta por um dos autores (CAZOTTI, 22)[8] que consiste em uma complementação ou adaptação do método CRS[1], visando a sua aplicação em barragens e outros locais, com idades inferiores a 1 anos e, neste caso, tendo, como enfoque, as barragens do Rio Tietê, com idades inferiores a 45 anos. Aplicou-se, também, o método CIC[2], considerando as profundidades corrigidas em função da compactação, e a reta de correlação linear, obtida plotando-se, estas, contra o Ln da atividade do 21 Pb atmosférico. O reservatório de Barra Bonita situa-se na parte média da bacia do rio Tietê. É o primeiro de uma série de seis reservatórios construídos para a produção de energia elétrica. Diversos estudos constataram um rápido processo de eutrofização devido aos inputs de dejetos domésticos, industriais e da agricultura[9]. Está localizado a S e W, a uma altitude de 43m, com área superficial de ha, volume de 3,6 x 1 9 m 3 e profundidade máxima de 25 m no período chuvoso. III. MATERIAIS E MÉTODOS Amostragem. Os testemunhos, BBB, de 95 cm (S 22 31,516 - W 48 31,887 ) e BBA, de 65 cm (S 22 31,728 - W 48 31,48 ), foram coletados em outubro / 2, em pontos distantes, respectivamente, 5 e 1 metros da barragem e, foram fatiados em intervalos de 5 cm. Para a obtenção das massas de sólidos, foram determinadas as umidades das amostras e as densidades dos sólidos (picnômetro). Análises Químicas. Determinação de metais totais: As análises de metais totais (Cr, Cu, Ni, Pb e Zn) foram feitas sobre a amostra seca a 1 C. Para a digestão total das amostras foi usado ataque multiácido (HNO 3 /HF/HClO 4 /HCl), a quente, com base em procedimento da ASTM[1]. Os metais foram determinados por espectrofotometria de absorção atômica em chama ar-acetileno. Um material de referência de sedimento de rio (IAEA-SL1) foi usado para avaliação da precisão e exatidão analítica. Todos os resultados obtidos estavam dentro dos intervalos dos valores certificados. Determinação de metais fracamente ligados: A extração foi realizada com HCl,1 M a frio, com agitação mecânica (2 horas), e a quantificação em EAA por chama. Determinação radioquímica do 21 Pb e 226 Ra. As determinações destes radionuclídeos foram feitas, utilizando o procedimento mostrado na Figura 2, consistindo na abertura total com HNO 3, HF e HClO 4; adição de

3 carregadores de Pb e Ba; separação Pb / Ba(Ra) em resina aniônica forte, em meio HBr; precipitação dos concentrados de PbCrO 4 e Ba(Ra)SO 4. O 21 Pb total, foi obtido pela contagem beta total, após 1 dias, o que permitiu a detecção da radiação beta do 21 Bi (T 1/2 = 5 dias e energia de 1,17 Mev) e o 226 Ra, pela contagem alfa, total, após 2 dias. As eficiências globais de contagem, nas condições empregadas, foram de,4 para o 21 Pb e,98 para o 226 Ra; neste último caso, foram determinados, e estão incluídos, os coeficientes de auto-absorção e, as contribuições dos emissores alfa, descendentes do 226 Ra. Para as medidas, utilizou-se, um contador alfa / beta de ultra-low BG Tennelec Series 5 XLB, da Camberra, equipado com monodetector de fluxo gasoso (ar / metano = 9 / 1) de 53 mm de dâmetro e, BG inferior a,5 cpm para alfa e,5 cpm para beta. Sedimento seco + carregadores: 2 mg de Ba e Pb Dissolução a quente: HNO 3 /HF/HClO 4 Secagem e redissolução com HBr,5 M Percolação em resina aniônica forte Precipitação Ba(Ra)SO 4 retido Dissolução: EDTA Pptação: Ba(Ra)SO 4 Determinação 226 Ra Contagem alfa Cálculo rendimento; determinação Ba não retido Eluição do Pb HNO 3, 2M Secagem e Pptação: PbCrO 4 Determinação 21 Pb Contagem beta Cálculo rendimento Determinação Pb Figura 2. Fluxograma do Procedimento Analítico para Determinação de 21 Pb e 226 Ra. As quantidades do 21 Pb atmosférico, ou não suportado, foram obtidas, pela diferença entre as do 21 Pb, total, e as do 226 Ra. Para avaliação da metodologia analítica, foram analisados os padrões certificados, de sedimentos: IAEA- 3, IAEA-315 e IAEA-135. IV. CRONOLOGIA Considerações para aplicação dos modelos CRS e CIC: Características da barragem de Barra Bonita e suas implicações na cronologia: (1) ambiente bastante jovem (38 anos); implicando que a menor atividade do 21 Pb atm estivesse bem distante de zero, necessitando, para aplicação do método CRS, do uso de um artifício, extrapolando os valores das contagens, até zero; (2) mistura de sedimentos que, apesar de uma tendência de queda, bem definida, do topo para o fundo, os valores do 21 Pb atm, oscilaram significativamente, o que, torna inconveniente, a aplicação do método CIC; (3) densidades muito diferentes entre o topo e fundo do sedimento, o que implica na necessidade da correção das densidades, em função da compactação; (4) características diferentes (granulometria, compactação) entre os sedimentos depositados em distâncias diferentes da barragem, dificultando a comparação entre os dados obtidos; (5) área de deposição, variável, principalmente no início do fechamento da barragem, obtendo-se fluxos de 21 Pb atm com valores diferentes dos previstos, caso não houvesse alteração da área de deposição; (6) altas taxas de sedimentação, tornando os valores do 21 Pb atm muito próximos dos valores de 21 Pb suportado radiologicamente, causando maior imprecisão nos resultados analíticos; (7) pequeno tempo de residência, ocasionando a deposição gradativa e parcial, principalmente dos finos, com implicações nas concentrações do 21 Pb atmosférico. As características e implicações acima descritas, tiveram, como conseqüência, a obtenção de idades incorretas ou não condizentes com o ambiente em estudo, quando da aplicação pura e simples dos modelos CRS e CIC. Fez-se necessária, a introdução de alguns artifícios, que na ausência de um fator de referência para confirmação das idades, possibilitam obter dados mais compatíveis com o histórico do ambiente em estudo, obtendo-se boa concordância entre os modelos CRS e CIC. O uso de um elemento de referência como o 137 Cs não foi possível por duas razões: (1) os níveis de atividade deste radionuclídeo são muito baixos e de difícil determinação e (2) mesmo que os níveis de 137 Cs fossem detectáveis, dificilmente poder-se-ia detectar o seu valor máximo, previsto para 1963, pois coincide com o fechamento da barragem. Metodologia empregada: (1) coleta do testemunho em coletor cilíndrico de gravidade, de 7 mm de diâmetro [11]; (2) fatiamento em intervalos de 5 cm; (3) determinação da umidade e massa de sólidos de cada amostra; (4) obtenção do valor do 21 Pb atmosférico, através da determinação radioquímica do 21 Pb total e do 226 Ra (fluxograma 1); (5) correção da profundidade, em função da compactação, através da equação da reta, obtida graficamente, que rege a variação da profundidade com a massa de sólidos; (6) plotagem, em gráfico, do Ln do 21 Pb atmosférico Vs profundidade corrigida, de acordo com (5), acima e, extrapolação da reta até atividade zero (figs 3 e 4) para

4 obtenção dos valores de atividade virtuais, que existiriam, se o ambiente tivesse 1 anos ou mais; (7) aplicação do modelo CRS, considerando os valores reais e virtuais, até atividade igual a zero; (7) aplicação do modelo CIC, considerando as profundidades corrigidas em (5). 5, 4, extrapolação y = -,199x + 4,556 até y = V. RESULTADOS E DISCUSSÃO 3, Cronologia: As Figuras 3 e 4, correspondem à plotagem do Ln da concentração do 21 Pb atmosférico (em Bq.kg -1 ), contra a profundidade corrigida em função da compactação, respectivamente para os testemunhos BBA e BBB; observase que os valores são dispersivos, conseqüência, possivelmente, das características do local, mas apresentam uma tendência bem definida de queda dos valores, em função da profundidade. As equações das retas de tendência demonstram que os coeficientes lineares, que eqüivalem ao valor máximo da concentração do 21 Pb atm (na superfície do sedimento), são bastante próximos; os coeficientes angulares são diferentes, demonstrando que, para BBA (Fig 3), a queda dos valores do 21 Pb atm é mais acentuada. A Figura 5 mostra as datas obtidas, através dos modelos CRS e CIC; isoladamente, os testemunhos apresentam ótima correlação entre os valores obtidos para CRS e CIC. O testemunho BBA apresentou resultados bastante condizentes com a idade do ambiente em estudo (cerca de 4 anos). O testemunho BBB, apesar de mais longo, alcançou, apenas, cerca de 25 anos; o mesmo foi obtido, mais próximo da barragem e, possivelmente, pode não ter chegado ao final da camada de sedimento. Os cálculos das datas, pelo modelo CIC, foram feitos a partir da reta de tendência (regressão linear). Conclui-se, consequentemente, que as datas obtidas correspondem a uma idade média para cada profundidade, considerando-se a possibilidade da mistura de sedimentos, em função das características desta barragem, já descritas. concentração (mg/kg) 2, Figura 4. Testemunho BBA: Ln 21 Pb atm (mbq.g-1) Vs Profundidade Corrigida (cm) 2 BBB - CIC BBB - CRS BBA - CRS BBA - CIC 195 Figura 5. Datas Vs Profundidade não Corrigida Zn Ni Cu Cr Pb Figura 6. Distribuição Histórica de Metais Totais no Sedimento de Barra Bonita (Testemunho BBB) 5, 4, 3, 2, extrapolação y = -,3x + 4,577 até y = 1, concentração (mg/kg) 6 Zn 5 Ni Cu 4 Cr 3 Pb Figura 3. Testemunho BBB: Ln 21 Pb atm (Bq.kg -1 ) Vs Profundidade Corrigida (cm) Figura 7. Distribuição Histórica de Metais Fracamente Ligados no Sedimento de Barra Bonita (Testemunho BBB)

5 Nas Figuras 6 e 7, observou-se que há uma tendência de aumento na concentração de todos os metais totais, em sedimentos mais recentes. Os seguintes fatores de enriquecimento (valor médio da concentração de )/(valor médio da concentração de ) foram obtidos: 1) Metais Totais (Figura 6): Cr (1,3), Cu (1,4), Ni (3,3), Pb (2,1), Zn (1,3). 2) Metais fracamente ligados (Figura 7): Cu (2,), Ni (7,), Zn (2,5), Cr e Pb (1,). Estes resultados seriam esperados, considerando-se o aumento da atividades antrópicas, ocorridas nas últimas décadas. AGRADECIMENTOS Nossos agradecimentos ao IRD Instituto de Radiodosimetria do Rio de Janeiro pelo fornecimento, gratuitamente, dos padrões de 21 Pb e 226 Ra. REFERÊNCIAS [1] GOLDBERG, E. D. Geochronology with lead-21. In: Radioactive Dating. Vienna: International Atomic Energy Agency. Pp , [2] ROBBINS, J.A. Geochemical and geophysical applications of radioactive lead / Bigeochemistry of lead in the environment (ed. J.ºNriagu) pp Elsevier Scientific, Amsterdam, [3] KRISHNASWAMI, S., LAL, D., MARTIN, J.M. & MEYBECK, M., Geochronology of lake sediments. Earth Planet. Sci. Lett., 11, 47-14, [4] KOIDE, M., SOUTAR, A. & GOLDBERG, E.D. Marine geochronology with 21 Pb. Earth planet. Sci. Lett., 14, [5] APPLEBY, P.G. & OLDFIELD, F., The calculation of lead-21 dates assuming a constant rate of supply of unsupported 21 Pb to the sediment. Catena, v. 5, p. 1-8, [6] OLDFIELD, F., APPLEBY, P.G. & BATARBEE, R.W. Alternative 21 Pb dating: results from the New Guinea Highlands and Lough Erne. Nature, 271, , [7] GODOY, J.M., MOREIRA, I., WANDERLEY, C., SIMÕES FILHO, F.F. & MOZETO, A.A. An alternative method for the determination of excess 21 Pb in sediments. Radiation Protection Dosimetry, 75, , [8] CAZOTTI, R.I. Datação de sedimentos lacustres com 21 Pb: Metodologia e aplicações nas barragens do Rio Tietê. Tese de doutorado DQ / UFSCar, 22. [9] TUNDISI, J. G. & MATSUMURA-TUNDISI, T., Limnology and Eutrophication of Barra Bonita Reservoir, S. Paulo State, Southern Brazil. Arch. Hydrobiol. Beih., vol. 33, pp , 199. [1] ASTM, American Society for Testing and Material, Annual Book, Total Digestion of Sediment Samples for Chemical Analysis of Varios Metals. D , vol. 11.2, [11] AMBHUL, H & BUHER, H. Zur tecnick der entnahme ungestorer grosse proben von sedimenten; ein verbesserters bohrlot. Schwieiz Z. Hydrol. 37: , ABSTRACT This work presents data on 21 Pb dating and heavy metal contamination of sediment cores collected from the Barra Bonita reservoir, one of the hydroelectric reservoir built in the Tietê River, SE Brazil about 4 years ago. Age calculations were done through the CRS (constant rate of supply) and CIC (constant initial concentration) models. It is well known that dating of lake sediment which are 1 years old poses no problem as atmospheric 21 Pb activity decreases to almost zero with sediment depth. In this work we present considerations and suggestions towards the applicability of these two models for reservoir dating as a study-case and for lakes in general with ages 1 years. The results show a good agreement between the CRS and CIC models. In addition, it was also evaluated the historical contamination of heavy metals (total and acid-extractable fraction). Cr, Cu, Ni, Pb and Zn showed an increase in concentration from the bottom to the top part of the cores. This would probably reflect an increase in land use of the Barra Bonita reservoir watershed for the last 4 years..

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR

EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI SUPERIOR EVOLUÇÃO DO TRANSPORTE DE SEDIMENTOS DO RIO PARAGUAI Grizio-orita, E.V. 1 ; Souza Filho, E.E. 2 ; 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA Email:edineia_grizio@hotmail.com; 2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

Leia mais

Objetivo Conteúdos Habilidades

Objetivo Conteúdos Habilidades Tema 8 Um Lugar Frio e Escuro Objetivo investigar as condições ambientais predominantes nos oceanos, com destaque para os gradientes verticais de temperatura, luz e pressão hidrostática. Conteúdos física,

Leia mais

Ciclo hidrológico. Distribuição da água na Terra. Tipo Ocorrência Volumes (km 3 ) Água doce superficial. Rios. Lagos Umidade do solo.

Ciclo hidrológico. Distribuição da água na Terra. Tipo Ocorrência Volumes (km 3 ) Água doce superficial. Rios. Lagos Umidade do solo. Ciclo hidrológico Quase toda a água do planeta está concentrada nos oceanos. Apenas uma pequena fração (menos de 3%) está em terra e a maior parte desta está sob a forma de gelo e neve ou abaixo da superfície

Leia mais

Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico.

Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico. Atmosfera terrestre: Descrição física e química; emissões atmosféricas naturais e antropogênicas; suas transformações. Transporte atmosférico. Por: Vânia Palmeira Campos UFBA IQ -Dpto Química Analítica

Leia mais

ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL EM SERRA NEGRA DO NORTE/RN

ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL EM SERRA NEGRA DO NORTE/RN ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL EM SERRA NEGRA DO NORTE/RN Carlos Magno de Souza Barbosa 1, Arthur Mattos & Antônio Marozzi Righetto 3 RESUMO - O presente trabalho teve como objetivo a determinação

Leia mais

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1:

Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: IPH 111 Hidráulica e Hidrologia Aplicadas Exercícios de Hidrologia Exercício 1: Calcular a declividade média do curso d água principal da bacia abaixo, sendo fornecidos os dados da tabela 1: Tabela 1 Características

Leia mais

TENDÊNCIA DE MUDANÇAS DA TEMPERATURA EM IGUATU, CEARÁ 1

TENDÊNCIA DE MUDANÇAS DA TEMPERATURA EM IGUATU, CEARÁ 1 TENDÊNCIA DE MUDANÇAS DA TEMPERATURA EM IGUATU, CEARÁ 1 ELIAKIM M. ARAÚJO 2, JOAQUIM B. DE OLIVEIRA 3, ITALO N. SILVA 4, EDMILSON G. CAVALCANTE JÚNIOR 4, BRUNO M. DE ALMEIDA 4 1 Parte do TCC do primeiro

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE A PRECIPITAÇÃO REGISTRADA NOS PLUVIÔMETROS VILLE DE PARIS E MODELO DNAEE. Alice Silva de Castilho 1

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE A PRECIPITAÇÃO REGISTRADA NOS PLUVIÔMETROS VILLE DE PARIS E MODELO DNAEE. Alice Silva de Castilho 1 ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE A PRECIPITAÇÃO REGISTRADA NOS PLUVIÔMETROS VILLE DE PARIS E MODELO DNAEE Alice Silva de Castilho 1 RESUMO - Este artigo apresenta uma análise comparativa entre os totais mensais

Leia mais

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com A Qualidade da Água nas Cidades de e Gicélia Moreira (ID) 1,AntonioJoão S. Filho(ID) 1 Nataline C. S. Barbosa (ID) 1 Antonio N. de Souza (PG) Departamento de Química CCT-UEPB *gicelia.moreira2009@gmail.com

Leia mais

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO

TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO TEMA 4 VAPOR DE ÁGUA, NÚVENS, PRECIPITAÇÃO E O CICLO HIDROLÓGICO 4.1 O Processo da Evaporação Para se entender como se processa a evaporação é interessante fazer um exercício mental, imaginando o processo

Leia mais

FÍSICA-2012. Da análise da figura e supondo que a onda se propaga sem nenhuma perda de energia, calcule

FÍSICA-2012. Da análise da figura e supondo que a onda se propaga sem nenhuma perda de energia, calcule -2012 UFBA UFBA - 2ª - 2ª FASE 2012 Questão 01 Ilustração esquemática (fora de escala) da formação da grande onda Em 11 de março de 2011, após um abalo de magnitude 8,9 na escala Richter, ondas com amplitudes

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Fator de enriquecimento, precipitação atmosférica, bacia hidrográfica, íons maiores, chuva ácida.

PALAVRAS-CHAVE: Fator de enriquecimento, precipitação atmosférica, bacia hidrográfica, íons maiores, chuva ácida. Porto Alegre/RS 23 a 26/11/2015 IDENTIFICAÇÃO DE FONTES EMISSORAS DE POLUENTES EM AMOSTRAS DE PRECIPITAÇÃO TOTAL DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DOS SINOS ATRAVÉS DO FATOR DE ENRIQUECIMENTO Ezequiele Backes

Leia mais

INFORMATIVO CLIMÁTICO

INFORMATIVO CLIMÁTICO GOVERNO DO MARANHÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO MARANHÃO O estabelecimento do fenômeno El Niño - Oscilação Sul (ENOS) e os poucos

Leia mais

Expansão Agrícola e Variabilidade Climática no Semi-Árido

Expansão Agrícola e Variabilidade Climática no Semi-Árido Expansão Agrícola e Variabilidade Climática no Semi-Árido Fabíola de Souza Silva 1, Magaly de Fatima Correia 2, Maria Regina da Silva Aragão 2 1 Bolsista PIBIC/CNPq/UFCG, Curso de Graduação em Meteorologia,

Leia mais

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água.

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. ÁGUA Água conhecida como elemento vital Comunidades primitivas evoluídas Água Sobrevivência História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. Civilizações mais primitivas comunidades nômades

Leia mais

ESTUDO DO COMPORTAMENTO DOS GASES RADÔNIO E TORÔNIO PRESENTES NO AR EM CENTRO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO E POÇOS DE CALDAS

ESTUDO DO COMPORTAMENTO DOS GASES RADÔNIO E TORÔNIO PRESENTES NO AR EM CENTRO COMERCIAL DO RIO DE JANEIRO E POÇOS DE CALDAS 25 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 25 Santos, SP, Brazil, August 28 to September 2, 25 ASSOCIAÇÃOBRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 85-99141-1-5 ESTUDO DO COMPORTAMENTO DOS GASES

Leia mais

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular.

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular. Irradiação térmica È o processo de troca de calor que ocorre através da radiação eletromagnética, que não necessitam de um meio material para isso. Ondas eletromagnéticas é uma mistura de campo elétrico

Leia mais

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climatologia GEOGRAFIA DAVI PAULINO Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Diversidade global de climas Motivação! O Clima Fenômeno da atmosfera em si: chuvas, descargas elétricas,

Leia mais

ANÁLISE GRANULOMÉTRICA E QUÍMICA DO SOLO NO CEMITÉRIO SÃO JOSÉ - ITUIUTABA.

ANÁLISE GRANULOMÉTRICA E QUÍMICA DO SOLO NO CEMITÉRIO SÃO JOSÉ - ITUIUTABA. ANÁLISE GRANULOMÉTRICA E QUÍMICA DO SOLO NO CEMITÉRIO SÃO Pereira, L. 1 ; 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Email:lucasbpgeo@yahoo.com.br; RESUMO: Este trabalho apresenta uma análise do solo do cemitério

Leia mais

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 1. Introdução A avaliação das condições de disponibilidade de água no espaço de solo ocupado pelas raízes das plantas fornece informações

Leia mais

UMA CÂMARA DE IONIZAÇÃO DE PLACAS PARALELAS PARA DOSIMETRIA DE FEIXES DE ELÉTRONS

UMA CÂMARA DE IONIZAÇÃO DE PLACAS PARALELAS PARA DOSIMETRIA DE FEIXES DE ELÉTRONS RBE. VOL. 7 N. 11990 UMA CÂMARA DE IONIZAÇÃO DE PLACAS PARALELAS PARA DOSIMETRIA DE FEIXES DE ELÉTRONS por C. NOGUEIRA DE SOUZA & L.V.E. CALDAS' RESUMO - Uma câmara de ionização de placas paralelas para

Leia mais

Fluorescência de raios X por reflexão total (TXRF)

Fluorescência de raios X por reflexão total (TXRF) Fluorescência de raios X por reflexão total (TXRF) Eduardo de Almeida Especialista em Laboratório Laboratório de Instrumentação Nuclear (LIN) Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP) Fluorescência

Leia mais

1. Difusão. A difusão só ocorre quando houver gradiente de: Concentração; Potencial; Pressão.

1. Difusão. A difusão só ocorre quando houver gradiente de: Concentração; Potencial; Pressão. 1. Difusão Com frequência, materiais de todos os tipos são tratados termicamente para melhorar as suas propriedades. Os fenômenos que ocorrem durante um tratamento térmico envolvem quase sempre difusão

Leia mais

ESTUDO DE VAZÕES E COTAS EM UMA BACIA HIDROGRÁFICA, CEARÁ, BRASIL

ESTUDO DE VAZÕES E COTAS EM UMA BACIA HIDROGRÁFICA, CEARÁ, BRASIL ESTUDO DE VAZÕES E COTAS EM UMA BACIA HIDROGRÁFICA, CEARÁ, BRASIL B. P. H. G. Cardoso 1 ; F. F de. Araújo 2 RESUMO: Este trabalho objetivou possibilitar um levantamento estatístico das vazões e cotas de

Leia mais

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA A água é o mais abundante solvente natural que atua no sentido de desagregar, ou seja, fragmentar

Leia mais

Gestão Ambiental 19/3/2012. MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água. Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta

Gestão Ambiental 19/3/2012. MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água. Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta Gestão Ambiental Profª Denise A. F. Neves MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta Objetivos: Entender a distribuição da água no Planeta. Reconhecer

Leia mais

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST.

Concreto Definições. Concreto Durabilidade. Concreto Definições. Concreto Definições. Produção do concreto ANGELO JUST. UNICAP Curso de Arquitetura e Urbanismo EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO: Mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura. MATERIAIS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA 1 Prof. Angelo Just da Costa e Silva

Leia mais

Aplicações nas Áreas Agrícolas e Alimentos

Aplicações nas Áreas Agrícolas e Alimentos Aplicações nas Áreas Agrícolas e Alimentos Antonio Figueira Centro de Energia Nuclear na Agricultura CENA Universidade de São Paulo - USP Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA) Piracicaba, SP

Leia mais

Poluição ambiental: Análise. ) por SR-TXRF

Poluição ambiental: Análise. ) por SR-TXRF FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL ARQUITETURA E URBANISMO Poluição ambiental: Análise Quantitativa de material particulado (PM 10 ) por SR-TXRF Pesquisador: Profº. Dr. Ariston da Silva Melo Júnior INTRODUÇÃO

Leia mais

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo GEOGRAFIA Professores: Marcus, Ronaldo Questão que trabalha conceitos de cálculo de escala, um tema comum nas provas da UFPR. O tema foi trabalhado no Módulo 05 da apostila II de Geografia I. Para melhor

Leia mais

ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL PARA O MUNICÍPIO DE CAROLINA-MA

ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL PARA O MUNICÍPIO DE CAROLINA-MA ESTIMATIVA DA RADIAÇÃO SOLAR GLOBAL PARA O MUNICÍPIO DE CAROLINA-MA Dagolberto Calazans Araujo Pereira Engenheiro Agrônomo UEMA dagolberto@altavista.net Ronaldo Haroldo N. de Menezes Professor CCA/UEMA/NEMRH.

Leia mais

Monitoramento Ambiental em Atividades Marítimas de Perfuração -MAPEM-

Monitoramento Ambiental em Atividades Marítimas de Perfuração -MAPEM- Monitoramento Ambiental em Atividades Marítimas de Perfuração -MAPEM- Felipe A. L. Toledo Laboratório de Paleoceanografia do Atlântico Sul LaPAS - Instituto Oceanográfico - USP Projeto MAPEM PROJETO FINEP

Leia mais

Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina

Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina Estudo da Emissão Veicular de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Veículos Movidos à Gasolina *MELO JÚNIOR, A. S a.; GATTI, L b.; SEVEGNANI, F c.; SATIE,I. d ; IZIDRO, J. e ; IANNUZZI, A. f a.universidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RELEVÂNCIA DOS PARÂMETROS INTERVENIENTES NO CONSUMO DE ÁGUA NA CIDADE DE MARINGÁ. Rodrigo Fernandes Junqueira 1

AVALIAÇÃO DA RELEVÂNCIA DOS PARÂMETROS INTERVENIENTES NO CONSUMO DE ÁGUA NA CIDADE DE MARINGÁ. Rodrigo Fernandes Junqueira 1 AVALIAÇÃO DA RELEVÂNCIA DOS PARÂMETROS INTERVENIENTES NO CONSUMO DE ÁGUA NA CIDADE DE MARINGÁ Rodrigo Fernandes Junqueira 1 Paulo José Alves Lourenço 2 Sandro Rogério Lautenschlager 3 RESUMO Neste trabalho

Leia mais

ABNT NBR 14653-3:2004. Propostas de mudança aprovadas pela comissão de estudos

ABNT NBR 14653-3:2004. Propostas de mudança aprovadas pela comissão de estudos ABNT NBR 14653-3:2004 Propostas de mudança aprovadas pela comissão de estudos Definições 3.2 benfeitorias: Resultado de obra ou serviço realizado no imóvel rural, que não pode ser retirado sem destruição,

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO UERJ 2010

CONCURSO PÚBLICO UERJ 2010 CONCURSO PÚBLICO UERJ 2010 CADERNO DE PROVA DISCURSIVA Este caderno, com nove páginas numeradas sequencialmente, contém cinco questões discursivas. Não abra o caderno antes de receber autorização. Instruções

Leia mais

GERÊNCIA DE REJEITOS RADIOATIVOS EM UM LABORATÓRIO DE RADIOQUÍMICA.

GERÊNCIA DE REJEITOS RADIOATIVOS EM UM LABORATÓRIO DE RADIOQUÍMICA. GERÊNCIA DE REJEITOS RADIOATIVOS EM UM LABORATÓRIO DE RADIOQUÍMICA. Ana C. A. Silva 1, 2, Wagner de S. Pereira 2, 3, Delcy de A. Py Júnior 2, Ivan M. Antunes2 e Alphonse Kelecom 3, 4 1 Curso de bacharelado

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORAÇÃO RADIOLÓGICA AMBIENTAL

PROGRAMA DE MONITORAÇÃO RADIOLÓGICA AMBIENTAL POSIÇÃO REGULATÓRIA 3.01/008:2011 PROGRAMA DE MONITORAÇÃO RADIOLÓGICA AMBIENTAL 1. REQUISITO DA NORMA SOB INTERPRETAÇÃO Esta Posição Regulatória refere se ao requisito da Norma CNEN NN 3.01 Diretrizes

Leia mais

Análise e Classificação Granulométrica de Sedimentos Quaternários em Perfil Estratigráfico de Margem Fluvial do Rio Itapocu - SC

Análise e Classificação Granulométrica de Sedimentos Quaternários em Perfil Estratigráfico de Margem Fluvial do Rio Itapocu - SC Análise e Classificação Granulométrica de Sedimentos Quaternários em Perfil Estratigráfico de Margem Fluvial do Rio Itapocu - SC Paulino, R.B. (UFPR) ; Goulart, A.A. (UFPR) ; Siefert, C.A.C. (UFPR) ; Lopes,

Leia mais

Elementos Climáticos CLIMA

Elementos Climáticos CLIMA CLIMA Elementos Climáticos O entendimento e a caracterização do clima de um lugar dependem do estudo do comportamento do tempo durante pelo menos 30 anos: das variações da temperatura e da umidade, do

Leia mais

Poluição da Água Poluição da água é qualquer alteração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, que possa implicar

Poluição da Água Poluição da água é qualquer alteração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, que possa implicar Poluição da Água Poluição da água é qualquer alteração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, que possa implicar em prejuízo à saúde, à segurança e ao bem estar das populações, causar danos

Leia mais

NO RIBEIRÃO SÃO BARTOLOMEU, MUNICÍPIO DE VIÇOSA, MG, ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE AGUAPÉS

NO RIBEIRÃO SÃO BARTOLOMEU, MUNICÍPIO DE VIÇOSA, MG, ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE AGUAPÉS VI-040 -BIOMONITORAMENTO DOS NÍVEIS DE Cd E Pb NO RIBEIRÃO SÃO BARTOLOMEU, MUNICÍPIO DE VIÇOSA, MG, ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE AGUAPÉS (Eichhornia crassipes (Mart.) Solms) Juraci Alves de Oliveira (1) Professor

Leia mais

Aplicação de Metodologia de Testes de Desempenho de Monitores Portáteis. de Radiação. V. Vivolo, L.V.E. Caldas

Aplicação de Metodologia de Testes de Desempenho de Monitores Portáteis. de Radiação. V. Vivolo, L.V.E. Caldas Aplicação de Metodologia de Testes de Desempenho de Monitores Portáteis de Radiação V. Vivolo, L.V.E. Caldas Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, Comissão Nacional de Energia Nuclear, P.O. Box

Leia mais

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases:

Composição da atmosfera terrestre. Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Poluição do ar Composição da atmosfera terrestre Fruto de processos físico-químicos e biológicos iniciados há milhões de anos Principais gases: Nitrogênio 78% Oxigênio 21% Argônio 0,9% Gás Carbônico 0,03%

Leia mais

CONSUMO DE CIMENTO EM CONCRETOS DE CIMENTO PORTLAND: A INFLUÊNCIA DA MASSA ESPECÍFICA DOS AGREGADOS

CONSUMO DE CIMENTO EM CONCRETOS DE CIMENTO PORTLAND: A INFLUÊNCIA DA MASSA ESPECÍFICA DOS AGREGADOS CONSUMO DE CIMENTO EM CONCRETOS DE CIMENTO PORTLAND: A INFLUÊNCIA DA MASSA ESPECÍFICA DOS AGREGADOS Vicente Coney Campiteli (1); Sérgio Luiz Schulz (2) (1) Universidade Estadual de Ponta Grossa, vicente@uepg.br

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA SAZONALIDADE DAS VAZÕES CARACTERÍSTICAS PARA FLEXIBILIZAÇÃO DA OUTORGA DE DIREITO DE USO DOS RECURSOS HÍDRICOS

SISTEMATIZAÇÃO DA SAZONALIDADE DAS VAZÕES CARACTERÍSTICAS PARA FLEXIBILIZAÇÃO DA OUTORGA DE DIREITO DE USO DOS RECURSOS HÍDRICOS SISTEMATIZAÇÃO DA SAZONALIDADE DAS VAZÕES CARACTERÍSTICAS PARA FLEXIBILIZAÇÃO DA OUTORGA DE DIREITO DE USO DOS RECURSOS HÍDRICOS Rafael dos Santos Cordeiro 1 ; Felipe de Azevedo Marques 2 1 Aluno do Curso

Leia mais

Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial

Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial Paulo Wilson de Sousa UCHÔA (1); Antônio Carlos Lola da COSTA (2) Mestrando em Recursos Naturais da Amazônia Universidade Federal

Leia mais

DATA: 17/11/2015. 2. (ENEM) Discutindo sobre a intensificação do efeito estufa, Francisco Mendonça afirmava:

DATA: 17/11/2015. 2. (ENEM) Discutindo sobre a intensificação do efeito estufa, Francisco Mendonça afirmava: EXERCÍCIOS REVISÃO QUÍMICA AMBIENTAL (EFEITO ESTUFA, DESTRUIÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO E CHUVA ÁCIDA) e EQUILÍBRIO QUÍMICO DATA: 17/11/2015 PROF. ANA 1. Na década de 70, alguns cientistas descobriram quais

Leia mais

PARÂMETROS QUALITATIVOS DA ÁGUA EM CORPO HÍDRICO LOCALIZADO NA ZONA URBANA DE SANTA MARIA RS 1

PARÂMETROS QUALITATIVOS DA ÁGUA EM CORPO HÍDRICO LOCALIZADO NA ZONA URBANA DE SANTA MARIA RS 1 PARÂMETROS QUALITATIVOS DA ÁGUA EM CORPO HÍDRICO LOCALIZADO NA ZONA URBANA DE SANTA MARIA RS 1 TATSCH, R. O. C 2, AQUINO, J. P. N 3 ; SWAROWSKY, A 4 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Engenharia:

Leia mais

Análise de temperatura e precipitação em Porto Alegre-RS entre os anos de 1977 e 2006. e-mail:monicawtavares@gmail.com

Análise de temperatura e precipitação em Porto Alegre-RS entre os anos de 1977 e 2006. e-mail:monicawtavares@gmail.com Análise de temperatura e precipitação em Porto Alegre-RS entre os anos de 1977 e Mônica W. Tavares 1 ; Henderson S. Wanderley 1 ; Alex S. da Silva 1 ; Douglas da S. Lindemann 1 ; Flávio B. Justino 1. 1

Leia mais

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB)

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) F. D. A. Lima 1, C. H. C. da Silva 2, J. R. Bezerra³, I. J. M. Moura 4, D. F. dos Santos 4, F. G. M. Pinheiro 5, C.

Leia mais

Padrões de produção e consumo

Padrões de produção e consumo INDICADORES AMBIENTAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 113 Padrões de produção e consumo Recicloteca da COMLURB - Gávea 114 INDICADORES AMBIENTAIS DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO ÁGUA ATMOSFERA SOLO BIODIVERSIDADE

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA ALUNA LENAMIRIA CRUZ

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA ALUNA LENAMIRIA CRUZ UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA DEPARTAMENTO DE FÍSICA DISCIPLINA - FÍSICA EXPERIMENTAL ІІ CURSO ENGENHARIA DE ALIMENTOS DOCENTE CALHAU ALUNA LENAMIRIA CRUZ PRINCÍPIO DE PASCAL FEIRA DE SANTANA-BA,

Leia mais

Caracterização de um detector de partículas alfa CR-39 exposto a uma fonte de rádio

Caracterização de um detector de partículas alfa CR-39 exposto a uma fonte de rádio Universidade Estadual de Campinas Instituto de Física Gleb Wataghin Caracterização de um detector de partículas alfa CR-39 exposto a uma fonte de rádio Aluno: Leandro Marcondes Maino Orientador: Sandro

Leia mais

Absorção de Raios-X. Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira UFRJ

Absorção de Raios-X. Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira UFRJ Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira UFRJ Tópicos relacionados Bremsstrahlung, radiação característica, espalhamento de Bragg, lei de absorção,

Leia mais

Determinação experimental do raio atômico do cobre a partir da sua densidade.

Determinação experimental do raio atômico do cobre a partir da sua densidade. Determinação experimental do raio atômico do cobre a partir da sua densidade. Rosane Saraiva Melo, Jéssica Silva de Aquino, Israel Bezerra Pereira, Adilson Luis Pereira Silva *. Universidade Federal do

Leia mais

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 3

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 3 Prova 3 QUESTÕES OBJETIVAS QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. UEM Comissão Central do Vestibular Unificado GEOGRAFIA 01 Sobre as rochas que compõem

Leia mais

VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP

VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP VARIAÇÃO DA AMPLITUDE TÉRMICA EM ÁREAS DE CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE, ESTUDO DO CASO DE ESPIRITO SANTO DO PINHAL, SP E SÃO PAULO, SP Maria Cecilia Manoel Universidade de São Paulo maria.manoel@usp.br Emerson

Leia mais

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários 2015 Comportamento e Destino Ambiental de Produtos Fitossanitários Claudio Spadotto, Ph.D. Pesquisador da Embrapa Gerente Geral da Embrapa Gestão Territorial Membro do Conselho Científico para Agricultura

Leia mais

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA O comportamento climático é determinado por processos de troca de energia e umidade que podem afetar o clima local, regional

Leia mais

ANALISE DE PERDA DE SOLO EM DIFERENTES RELEVOS NO SEMIÁRIDO CEARENSE

ANALISE DE PERDA DE SOLO EM DIFERENTES RELEVOS NO SEMIÁRIDO CEARENSE ANALISE DE PERDA DE SOLO EM DIFERENTES RELEVOS NO SEMIÁRIDO CEARENSE Sebastião Cavalcante de Sousa (1); Rafaela Alves de Melo (1); Francisco Ramon da Cunha Alcantara (2) (Universidade Federal do Cariri,

Leia mais

Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Laboratórios de Ciências do Ambiente I Módulo: Minas. Trabalho realizado a 16 de Abril de 2015

Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Laboratórios de Ciências do Ambiente I Módulo: Minas. Trabalho realizado a 16 de Abril de 2015 Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Laboratórios de Ciências do Ambiente I Módulo: Minas Trabalho realizado a 16 de Abril de 2015 Separação de Materiais Usando Propriedades Diferenciais: Separação

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS Iug Lopes¹; Miguel Júlio Machado Guimarães²; Juliana Maria Medrado de Melo³. ¹Mestrando

Leia mais

O que é filtragem? Técnicas de filtragem para irrigação. Porque utilizar a filtragem? Distribuição das partículas sólidas

O que é filtragem? Técnicas de filtragem para irrigação. Porque utilizar a filtragem? Distribuição das partículas sólidas Técnicas de filtragem para irrigação Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP IV SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA Bebedouro, 06 de julho de 2006 O que é filtragem? Processo de

Leia mais

Consumo de água na cidade de São Paulo. Cláudia Cristina dos Santos 1 Augusto José Pereira Filho 2

Consumo de água na cidade de São Paulo. Cláudia Cristina dos Santos 1 Augusto José Pereira Filho 2 Consumo de água na cidade de São Paulo Cláudia Cristina dos Santos 1 Augusto José Pereira Filho 2 1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE Caixa Postal 515 - CEP 12245-970 São José dos Campos SP,

Leia mais

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL Resumo do relatório Water Footprint in Portugal WWF Mediterrâneo, 2010 O Problema: uma pegada demasiado elevada O Relatório Planeta Vivo 2008 da WWF demonstra que o uso insustentável da água é um problema

Leia mais

IX Congresso Brasileiro de Análise Térmica e Calorimetria 09 a 12 de novembro de 2014 Serra Negra SP - Brasil

IX Congresso Brasileiro de Análise Térmica e Calorimetria 09 a 12 de novembro de 2014 Serra Negra SP - Brasil ESTUDO TERMOANALÍTICO DE COMPÓSITOS DE POLI(ETILENO-CO-ACETATO DE VINILA) COM BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR Carla R. de Araujo, Igor B. de O. Lima, Cheila G. Mothé Departamento de Processos Orgânicos - Escola

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCANDO PARA UM AMBIENTE MELHOR Apresentação A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte SEMARH produziu esta

Leia mais

ÁGUA NO SOLO. Geografia das Águas Continentais. Profª Rosângela Leal

ÁGUA NO SOLO. Geografia das Águas Continentais. Profª Rosângela Leal ÁGUA NO SOLO Geografia das Águas Continentais Profª Rosângela Leal A ÁGUA E O SOLO Os solos são constituídos de elementos figurados, água e ar. Os elementos figurados são contituídos partículas minerais

Leia mais

Aluno (a): Professor:

Aluno (a): Professor: 3º BIM P1 LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS 6º ANO Aluno (a): Professor: Turma: Turno: Data: / / Unidade: ( ) Asa Norte ( ) Águas Lindas ( )Ceilândia ( ) Gama ( )Guará ( ) Pistão Norte ( ) Recanto das Emas

Leia mais

Aplicação de Redes Neurais Artificiais na Caracterização de Tambores de Rejeito Radioativo

Aplicação de Redes Neurais Artificiais na Caracterização de Tambores de Rejeito Radioativo Aplicação de Redes Neurais Artificiais na Caracterização de Tambores de Rejeito Radioativo Ademar José Potiens Júnior 1, Goro Hiromoto 1 1 Av. Prof. Lineu Prestes, 2242 05508-000, Brasil apotiens@ipen.br,

Leia mais

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO. Quadro 11 - Exatidão dos mapeamentos de uso do solo

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO. Quadro 11 - Exatidão dos mapeamentos de uso do solo 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 4.1. Mudanças ocorridas no uso do solo No Quadro 11 são apresentadas as exatidões dos mapas temáticos gerados a partir do processamento digital das imagens do sensor Landsat 5

Leia mais

BIOENSAIOS DE TOXIDADE NO RESERVATÓRIO DA USINA HIDRELÉTRICA DE ILHA SOLTEIRA-SP, ABRANGENDO OS ESTADOS DE SÃO PAULO E MATO GROSSO DO SUL.

BIOENSAIOS DE TOXIDADE NO RESERVATÓRIO DA USINA HIDRELÉTRICA DE ILHA SOLTEIRA-SP, ABRANGENDO OS ESTADOS DE SÃO PAULO E MATO GROSSO DO SUL. BIOENSAIOS DE TOXIDADE NO RESERVATÓRIO DA USINA HIDRELÉTRICA DE ILHA SOLTEIRA-SP, ABRANGENDO OS ESTADOS DE SÃO PAULO E MATO GROSSO DO SUL. Ana Luiza O. S. Meira *; Augusto Cesar **; Aldo Ramos Santos **

Leia mais

SIMULADO ABERTO ENEM 2015

SIMULADO ABERTO ENEM 2015 SIMULADO ABERTO ENEM 2015 1) A figura mostra a bela imagem de um gato ampliada pela água de um aquário esférico. Trata-se de uma imagem virtual direita e maior. A cerca do fenômeno óptico em questão, é

Leia mais

Ciclo de Transposição de Bacias com Hidroelétricas e Biomassa Irrigada

Ciclo de Transposição de Bacias com Hidroelétricas e Biomassa Irrigada Ciclo de Transposição de Bacias com Hidroelétricas e Biomassa Irrigada Julian David Hunt 1 Resumo O Brasil gera a maior parte de sua eletricidade com usinas hidroelétricas. Isso torna o setor elétrico

Leia mais

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO.

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO E DESIGN DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL 1 ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. ARQUITETOS: KAZUYO SEJIMA E

Leia mais

DINÂMICA DA PAISAGEM NA FOZ DO RIO SÃO FRANCISCO A PARTIR DE IMAGENS LANDSAT E CBERS. ALMEIDA, J. A. P. de 1 ; GOMES, L. J. 2

DINÂMICA DA PAISAGEM NA FOZ DO RIO SÃO FRANCISCO A PARTIR DE IMAGENS LANDSAT E CBERS. ALMEIDA, J. A. P. de 1 ; GOMES, L. J. 2 DINÂMICA DA PAISAGEM NA FOZ DO RIO SÃO FRANCISCO A PARTIR DE IMAGENS LANDSAT E CBERS ALMEIDA, J. A. P. de 1 ; GOMES, L. J. 2 RESUMO: Nos últimos anos, uma série de impactos ambientais tem sido relatados

Leia mais

Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas

Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas Emília Hamada Pesquisador, Embrapa Meio Ambiente, Jaguariúna - SP A mudança climática global começou a ser discutida

Leia mais

Introdução. Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix

Introdução. Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix Introdução Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix Introdução Conceitos de oxidação e redução 1 - Ganho ou perda de oxigênio

Leia mais

Divisão de Química e Poluição do Meio Marinho Análise de metais em sedimentos contribuição dos ensaios interlaboratoriais

Divisão de Química e Poluição do Meio Marinho Análise de metais em sedimentos contribuição dos ensaios interlaboratoriais Divisão de Química e Poluição do Meio Marinho Análise de metais em sedimentos contribuição dos ensaios interlaboratoriais Ana Gama, Teresa Santos, Carla Palma 4 as Jornadas de Engenharia Hidrográfica Lisboa

Leia mais

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR. Ar úmido CONCEITO DE AR SECO, AR ÚMIDO E AR SATURADO

METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR. Ar úmido CONCEITO DE AR SECO, AR ÚMIDO E AR SATURADO METEOROLOGIA OBSERVACIONAL I UMIDADE DO AR COMET Professor: Ar úmido A água está presente em certo grau em toda atmosfera em três estados: sólido, líquido e gasoso. O estado gasoso, ou vapor de água atmosférico

Leia mais

HIDROLOGIA AULA 02. 5 semestre - Engenharia Civil. Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br

HIDROLOGIA AULA 02. 5 semestre - Engenharia Civil. Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br HIDROLOGIA AULA 02 5 semestre - Engenharia Civil Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br 1. Bacia hidrográfica DEFINIÇÃO É a área de captação natural dos fluxos de água originados a partir da

Leia mais

Av. Salvador Allende s/n CEP - 22780-160 Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ leonardo@ird.gov.br

Av. Salvador Allende s/n CEP - 22780-160 Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ leonardo@ird.gov.br COMPORTAMENTO DO DETECTOR GEIGER MÜELLER EM RADIOLOGIA DIAGNÓSTICA Leonardo Luiz Ferreira 1, José Guilherme Pereira Peixoto 2, Daniel da Silva Quaresma 3 1 Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD

Leia mais

EQUAÇÕES DE INFILTRAÇÃO PELO MÉTODO DO INFILTRÔMETRO DE ANEL, DETERMINADAS POR REGRESSÃO LINEAR E REGRESSÃO POTENCIAL

EQUAÇÕES DE INFILTRAÇÃO PELO MÉTODO DO INFILTRÔMETRO DE ANEL, DETERMINADAS POR REGRESSÃO LINEAR E REGRESSÃO POTENCIAL EQUAÇÕES DE INFILTRAÇÃO PELO MÉTODO DO INFILTRÔMETRO DE ANEL, DETERMINADAS POR REGRESSÃO LINEAR E REGRESSÃO POTENCIAL K. F. O. Alves 1 ; M. A. R. Carvalho 2 ; L. C. C. Carvalho 3 ; M. L. M. Sales 4 RESUMO:

Leia mais

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO Estrada da Água Branca, 2551 Realengo RJ Tel: (21) 3462-7520 www.colegiomr.com.br PROFESSOR ALUNO ANA CAROLINA DISCIPLINA GEOGRAFIA A TURMA SIMULADO: P3 501 Questão

Leia mais

Sazonalidade da temperatura do ar e radiação solar global em cidades de diferentes portes na Amazônia Brasileira.

Sazonalidade da temperatura do ar e radiação solar global em cidades de diferentes portes na Amazônia Brasileira. Sazonalidade da temperatura do ar e radiação solar global em cidades de diferentes portes na Amazônia Brasileira. Ingrid Monteiro Peixoto de Souza 1, Antonio Carlos Lôla da Costa 1, João de Athaydes Silva

Leia mais

Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (INFRAERO), dbsantos@infraero.gov.br

Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (INFRAERO), dbsantos@infraero.gov.br ANÁLISE ESTATÍSTICA DA PREVISIBILIDADE DOS ÍNDICES TERMODINÂMICOS NO PERÍODO CHUVOSO DE 2009, PARA AEROPORTO INTERNACIONAL DE SALVADOR/BA Deydila Michele Bonfim dos Santos 1 Carlos Alberto Ferreira Gisler

Leia mais

DETERMINAÇÃO E AVALIAÇÃO AMBIENTAL DE NORMs EM SEDIMENTO MARINHO ENTORNO DE PLATAFORMAS OFFSHORE

DETERMINAÇÃO E AVALIAÇÃO AMBIENTAL DE NORMs EM SEDIMENTO MARINHO ENTORNO DE PLATAFORMAS OFFSHORE IXLatin American IRPA Regional Congress on Radiation Protection and Safety - IRPA 2013 Rio de Janeiro, RJ, Brazil, April 15-19, 2013 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - SBPR DETERMINAÇÃO E AVALIAÇÃO

Leia mais

PAVIMENTOS INTERTRAVADO PERMEÁVEL COM JUNTAS ALARGADAS

PAVIMENTOS INTERTRAVADO PERMEÁVEL COM JUNTAS ALARGADAS PAVIMENTOS INTERTRAVADO PERMEÁVEL COM JUNTAS ALARGADAS Introdução Pavimentos permeáveis são definidos como aqueles que possuem espaços livres na sua estrutura onde a água pode atravessar. (FERGUSON, 2005).

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA MICRORREGIÃO DO CARIRI ORIENTAL

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA MICRORREGIÃO DO CARIRI ORIENTAL CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA MICRORREGIÃO DO CARIRI ORIENTAL Maysa Porto Farias 1, Crisólogo Vieira 2 e Hermes Alves de Almeida 3 1 Mestranda em Desenvolvimento Regional (UEPB), email: maysaportofarias@hotmail.com

Leia mais

1M5. DE JANEIRO, 15-18 de dezembro de 1981 ESTUDO ANALÍTICO EXPERIMENTAL COM TUBOS DE CALOR

1M5. DE JANEIRO, 15-18 de dezembro de 1981 ESTUDO ANALÍTICO EXPERIMENTAL COM TUBOS DE CALOR ANAIS (A30B) Vs^>/ RIO TRABALHO PAPE» 1M5 COBEM 81 VI CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA MECÂNICA DE JANEIRO, 15-18 de dezembro de 1981 N. A-14 P.P. 145-151 PROCEEDINGS I Ifcl " ü* PUC/RJ ESTUDO ANALÍTICO

Leia mais

Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica

Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica Exercícios Tipos de Chuvas e Circulação Atmosférica 1. De acordo com as condições atmosféricas, a precipitação pode ocorrer de várias formas: chuva, neve e granizo. Nas regiões de clima tropical ocorrem

Leia mais

" ;,% / 22 <+ = " >;?,9# 2' = " >;@A>BA= 4 #/2: ''-34/#:/ 9'C#0 D2 25' E:/F2/90'G %&$: %09$%:#'%<9'# #2-'/# :2-# 9#'% G

 ;,% / 22 <+ =  >;?,9# 2' =  >;@A>BA= 4 #/2: ''-34/#:/ 9'C#0 D2 25' E:/F2/90'G %&$: %09$%:#'%<9'# #2-'/# :2-# 9#'% G !"# $%&' ()*) +,'#-.# /#0#'''1$'2! 0'%%#2'34/#5'# ''-/ %0 2#0%6/7 " 8 9$%$0#2/''-34/#:/ -'##-7 " ;,% / 22

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES Departamento de Geografia Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Largo da Porta Férrea 3004-530

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA COMPUTACIONAL PARA GERENCIAMENTO DE DADOS DE MONITORAÇÃO IN VIVO DE RADIONUCLÍDEOS NO CORPO HUMANO

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA COMPUTACIONAL PARA GERENCIAMENTO DE DADOS DE MONITORAÇÃO IN VIVO DE RADIONUCLÍDEOS NO CORPO HUMANO International Joint Conference RADIO 2014 Gramado, RS, Brazil, Augustl 26-29, 2014 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - SBPR DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA COMPUTACIONAL PARA GERENCIAMENTO DE

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS METAIS PESADOS CÁDMIO, CHUMBO, COBRE E ZINCO DO COMPARTIMENTO ÁGUA DA FOZ DO RIO ITAJAI AÇU

AVALIAÇÃO DOS METAIS PESADOS CÁDMIO, CHUMBO, COBRE E ZINCO DO COMPARTIMENTO ÁGUA DA FOZ DO RIO ITAJAI AÇU AVALIAÇÃO DOS METAIS PESADOS CÁDMIO, CHUMBO, COBRE E ZINCO DO COMPARTIMENTO ÁGUA DA FOZ DO RIO ITAJAI AÇU Régis Chrystian da Silva (1) Técnico em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente pela Faculdade de

Leia mais

ESTUDO DE ALTERNATIVAS PARA A CONSTRUÇÃO DE MALHAS DE ATERRAMENTO NUM SOLO COM ALTA RESISITIVIDADE ELÉTRICA

ESTUDO DE ALTERNATIVAS PARA A CONSTRUÇÃO DE MALHAS DE ATERRAMENTO NUM SOLO COM ALTA RESISITIVIDADE ELÉTRICA ESTUDO DE ALTERNATIVAS PARA A CONSTRUÇÃO DE MALHAS DE ATERRAMENTO NUM SOLO COM ALTA RESISITIVIDADE ELÉTRICA Kaisson Teodoro de Souza, Msc; Ricardo Frangiosi de Moura,Msc; Gabriel Cintra Escola Técnica

Leia mais

ANÁLISE E DETERMINAÇÃO DAS PERDAS NO FERRO DO ESTATOR EM MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS

ANÁLISE E DETERMINAÇÃO DAS PERDAS NO FERRO DO ESTATOR EM MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS ART458-07 - CD - 6-07 - ÁG.: 1 ANÁLISE E DETERMINAÇÃO DAS ERDAS NO FERRO DO ESTATOR EM MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS João Roberto Cogo*, Ângelo Stano Júnior* Evandro Santos onzetto** Artigo publicado na

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva

TRANSFORMADOR A SECO Geafol de 75 a 25.000 kva Com a linha Geafol, obteve-se um transformador com excelentes características elétricas, mecânicas e térmicas que, adicionalmente, ainda é ecológico. São produzidos sob certificação DQS, ISO 9001 e ISO

Leia mais