DESEMPENHO DE NOVAS CULTIVARES DE CICLO PRECOCE DE MILHO EM SANTA MARIA 1

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1 DESEMPENHO DE NOVAS CULTIVARES DE CICLO PRECOCE DE MILHO EM SANTA MARIA 1 TOEBE, Marcos 2 ; CARGNELUTTI FILHO, Alberto 3 ; SILVEIRA, Tatiani Reis da 2 ; CASAROTTO, Gabriele 4 ; SCHWANTES, Ismael Albino 4 ; HAESBAERT, Fernando Machado 4 ; BURIN, Cláudia 5 1 Agradecimento ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pelas bolsas concedidas aos autores. 2 Programa de Pós-graduação em Agronomia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. 3 Departamento de Fitotecnia, Centro de Ciências Rurais (CCR), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), , Santa Maria, RS, Brasil. 4 Curso de Agronomia, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil. 5 Curso de Engenharia Florestal, UFSM, Santa Maria, RS, Brasil RESUMO O objetivo deste trabalho foi avaliar as características morfológicas, fenológicas e produtivas das novas cultivares de milho de ciclo precoce indicadas para semeadura no Rio Grande do Sul. Foi conduzido um ensaio de 36 cultivares de milho (Zea mays L.) de ciclo precoce na área experimental da UFSM, no ano agrícola 2009/2010. O delineamento experimental foi blocos ao acaso, com 3 repetições. Cada parcela foi constituída de 2 fileiras de 5 m de comprimento, espaçadas em 0,8 m entre filas e 0,20 m entre plantas na fila. Foram avaliados caracteres morfológicos, fenológicos e produtivos. Realizou-se análise de variância e as médias foram comparadas por meio do teste de Scott-Knott. Existem diferenças entre as cultivares em relação às características morfológicas, fenológicas e produtivas. A precisão experimental foi muito alta em 80% dos caracteres avaliados. A produtividade de grãos apresentou elevada variabilidade entre as cultivares, com amplitude de 4,43 toneladas ha -1. Palavras-chave: Zea mays L.; Precisão experimental; Crescimento e Desenvolvimento; Produtividade de grãos. 1. INTRODUÇÃO A produção de grãos de milho (Zea mays L.) tem crescido anualmente no Brasil, com aproximadamente 50 milhões de toneladas colhidas em A área semeada, no entanto, tem se mantido constante nas últimas décadas (CONAB, 2010). Logo o aumento da produção esta relacionado com o aumento da produtividade de grãos por área. Este aumento deve-se entre outros fatores, a importante contribuição do melhoramento genético 1

2 das empresas de produção de sementes, que anualmente disponibilizam novas cultivares de milho aos produtores rurais. Estas cultivares devem ser avaliadas quanto as suas características morfológicas, fenológicas e produtivas antes da recomendação de uso. Assim, a Fundação de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio Grande do Sul (FEPAGRO) coordena os Ensaios Estaduais de Competição de Híbridos de Milho, tendo como objetivo a avaliação de cultivares de milho em comercialização ou em vias de lançamento pelas empresas privadas e públicas, universidades e institutos de pesquisa. O objetivo deste trabalho foi avaliar as características morfológicas, fenológicas e produtivas das novas cultivares de milho de ciclo precoce indicadas para semeadura no Rio Grande do Sul na região de Santa Maria. 2. METODOLOGIA Foi conduzido um ensaio de 36 cultivares de milho (Zea mays L.) de ciclo precoce na área experimental do Departamento de Fitotecnia, da Universidade Federal de Santa Maria, no ano agrícola 2009/2010. O delineamento experimental utilizado foi blocos ao acaso, com 3 repetições. Cada parcela foi constituída de 2 fileiras de 5 m de comprimento, espaçadas em 0,8 m entre filas e 0,20 m entre plantas na fila. A semeadura foi realizada no dia 26/10/2009, com densidade de planta ha -1 e adubação de base de 37,5 kg ha -1 de N, 150 kg ha -1 de P 2 O 5 e 150 kg ha -1 de K 2 O. A adubação de cobertura foi de 200 kg ha -1 de N, fracionada em três aplicações, quando as plantas apresentavam quatro, seis e oito folhas expandidas, conforme a recomendação para a cultura do milho (FANCIELLI & DOURADO NETO, 2004). Os caracteres mensurados foram o número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino, número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino, estatura de plantas na colheita, a estatura de espigas na colheita, o número de plantas ha -1, o número de espigas ha -1, o índice de espigas, o peso de espigas despalhadas, peso de sabugo e a produtividade de grãos, em t ha -1. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas por meio do teste de Scott-Knott com auxílio dos aplicativos Genes (CRUZ, 2006) e Office Excel. 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES Para todos os caracteres avaliados, houve diferenças significativas entre as cultivares, indicando uma grande variabilidade das novas cultivares de ciclo precoce em 2

3 relação aos caracteres morfológicos, fenológicos e produtivos (Tabela 1). Os valores de coeficiente de variação oscilaram entre 2,70% para o número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino até 13,32% para a produtividade de grãos. Em geral, a média do coeficiente de variação foi de 7,38%, sendo que os caracteres produtivos apresentaram maio variabilidade em relação aos caracteres morfológicos e fenológicos. De acordo com as novas estatísticas de precisão experimental (valor de Fc e Acurácia Seletiva), o experimento teve precisão moderada para o número de plantas ha -1, precisão alta para a estatura de planta e precisão muito alta para os demais caracteres avaliados (CARGNELUTTI FILHO & STORCK, 2009), indicando uma elevada precisão do experimento. Para o caractere número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino, os valores mínimos e máximos observados foram 67 e 85 dias, respectivamente, e para o caractere número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino, os valores mínimos e máximos observados foram 71 e 96 dias, ou seja, embora todos as cultivares sejam consideradas de ciclo precoce, existiram diferenças superiores a 20 dias para o florescimento entre as cultivares. A estatura média de plantas na colheita foi de 187 cm, com valor mínimo de 163,57 cm para a cultivar CEP M 143 e valor máximo de 206,32 cm para a cultivar P30B39. A estatura de espigas na colheita apresentou maior variabilidade, com valor mínimo de 73,20 cm para a cultivar CD 321 e valor máximo de 114,39 cm para a cultivar XB 6012 (Tabela 2). A comparação de médias pelo teste de Scott-Knott não indicou diferenças entre as cultivares, em relação ao caractere número de plantas ha -1 e em geral, as cultivares que apresentaram maior número de espigas ha -1 e por consequência, maior índice de espigas, apresentaram também peso de espigas despalhadas e produtividade de grãos maiores. No entanto, nenhuma cultivar apresentou índice de espigas maior a um, indicando assim, que o número final de plantas, sempre foi mais elevado que o número de espigas. Para a produtividade de grãos, quatro grupos distintos de cultivares foram formados, sendo que a cultivar mais produtiva do ensaio foi AG 8025, com produtividade de grãos de 7,19 toneladas ha -1, não diferindo estatisticamente de outras cinco cultivares. A cultivar GNZX 0744 apresentou a menor produtividade (2,76 toneladas ha -1 ) não diferindo de outras cinco cultivares. A média de produtividade de grãos foi de 5,00 toneladas ha -1, concordando com a média da produtividade de grãos prevista para o estado do Rio Grande do Sul no ano de 2010 (CONAB, 2010). 3

4 4. CONCLUSÃO Existem diferenças entre as cultivares de ciclo precoce, em relação às características morfológicas, fenológicas e produtivas. A precisão experimental foi muito alta em 80% dos caracteres avaliados. A produtividade de grãos apresentou elevada variabilidade entre as cultivares, com amplitude de 4,43 toneladas ha REFERÊNCIAS CARGNELUTTI FILHO, A.; STORCK, L. Medidas do grau de precisão experimental em ensaios de competição de cultivares de milho. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.44, p , CONAB. SAFRAS-GRÃOS: séries históricas - milho total. Disponível em <http://www.conab.gov.br/conabweb/download/safra/milhototalseriehist.xls>. Acesso em: 23 Set CRUZ, C. D. Programa genes: estatística experimental e matrizes. Viçosa: UFV, p. FANCELLI, A.L.; DOURADO NETO, D. Produção de milho. Guaíba: Agropecuária, p. 4

5 Tabela 1: Resumo da análise de variância (número de graus de liberdade (GL) e quadrado médio para as fontes de variação bloco, cultivar e erro), média, coeficiente de variação experimental (CV%), valor do teste F para cultivar (Fc), acurácia seletiva (AS) e precisão experimental (1), para as variáveis número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino (FM), o número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino (FF), a estatura de plantas na colheita (EP), em cm, a estatura de espigas na colheita (EE), em cm, o número de plantas ha -1 (NP), o número de espigas ha - 1 (NE), o índice de espigas (IE = NE/NP), o peso de espigas despalhadas (PE), em t ha -1, peso de sabugo (PS), em t ha -1 e a produtividade de grãos (PROD), em t ha -1 a 13% de umidade, de cultivares de milho avaliadas no ensaio de ciclo precoce. FV GL Quadrado Médio FM FF EP EE NP NE IE PE PS PROD Bloco 2 8,36 20, , , , ,33 0,017 22,84 0,48 14,20 Cultivar 35 37,40*75,30*273,32* 369,54* ,47* ,71* 0,019*4,47* 0,08* 3,61* Erro 70 4,20 4,68 96,15 69, , ,86 0,003 0,60 0,01 0,44 Média 74,28 80,19 187,04 96, , ,78 0,880 6,13 1,00 5,00 CV(%) 2,76 2,70 5,24 8,68 4,17 6,89 6,46 12,64 10,91 13,32 Fc 8,91 16,11 2,84 5,29 1,66 7,03 6,00 7,44 7,08 8,15 AS 0,94 0,97 0,81 0,90 0,63 0,93 0,91 0,93 0,93 0,94 Precisão (1) MA MA A MA M MA MA MA MA MA (1) Limites de classes estabelecidos por CARGNELUTTI FILHO & STORCK (2009): MA = muito alta (AS 0,90), A = alta (0,70 AS < 0,90), M = moderada (0,50 AS < 0,70) e B = baixa (AS < 0,50). * Efeito significativo pelo teste F em nível de 5 % de probabilidade de erro. ns Não significativo. 5

6 Tabela 2: Médias das variáveis número de dias da semeadura até 50% do florescimento masculino (FM), número de dias da semeadura até 50% do florescimento feminino (FF), estatura de plantas na colheita (EP), em cm, estatura de espigas na colheita (EE), em cm, número de plantas ha -1 (NP), número de espigas ha -1 (NE), índice de espigas (IE = NE/NP), peso de espigas despalhadas (PE), em t ha -1, peso de sabugo (PS), em t ha -1 e produtividade de grãos (PROD), em t ha -1 a 13% de umidade, de 36 cultivares de milho avaliadas no ensaio de ciclo precoce. Cultivar FM FF EP EE NP NE IE PE PS PROD AG ,67d 74,00g 190,77a 92,01c 63333,33a 59166,67a 0,94a 8,41a 1,04b 7,19a KSP ,00e 71,00g 195,01a 96,31b 63333,33a 62083,33a 0,98a 7,96a 1,09b 6,72a P 30R50 77,67c 81,00e 193,35a 108,95a 65416,67a 59166,67a 0,90a 7,71a 0,96c 6,58a BM ,33d 77,00f 188,85a 95,51b 62916,67a 60833,33a 0,97a 7,77a 1,08b 6,57a AG ,33e 76,00f 176,63b 79,89c 65000,00a 63750,00a 0,98a 7,67a 1,15a 6,41a DKB ,67c 78,33e 181,27b 112,40a 64166,67a 56666,67a 0,88a 7,01b 0,79d 6,05a XB ,00d 80,00e 185,87a 114,39a 62500,00a 58333,33a 0,93a 7,25a 1,15a 5,93b 2B688 75,33c 80,00e 183,03b 83,53c 64583,33a 57916,67a 0,90a 7,30a 1,28a 5,86b BX ,67e 72,33g 200,10a 96,08b 64583,33a 61250,00a 0,95a 6,90b 1,00b 5,76b XBX ,33c 80,33e 178,30b 100,51b 61250,00a 55416,67a 0,91a 7,10a 1,19a 5,73b SHX ,67e 76,33f 186,41a 100,83b 63750,00a 58333,33a 0,91a 6,84b 1,04b 5,65b KSP ,67e 77,00f 189,10a 91,95c 62916,67a 58750,00a 0,93a 6,47b 0,97c 5,39b AG ,33d 76,00f 178,59b 84,86c 62083,33a 57500,00a 0,93a 6,59b 1,14a 5,34b 20A55 73,00d 82,67d 189,74a 83,14c 65000,00a 58750,00a 0,90a 6,75b 1,18a 5,28b CEP M ,67d 74,33g 179,94b 88,50c 63750,00a 60416,67a 0,95a 6,33b 0,95c 5,24b GNZ ,67d 81,00e 196,34a 103,43b 63750,00a 55000,00a 0,86a 6,62b 1,28a 5,21b 2B655 72,33d 78,33e 193,37a 83,05c 63750,00a 60000,00a 0,94a 6,49b 1,17a 5,16b SHX ,00c 79,33e 184,06b 98,47b 63750,00a 58333,33a 0,92a 6,35b 1,08b 5,15b BG ,00c 81,67d 200,97a 114,18a 64166,67a 52500,00b 0,82b 6,18b 0,88c 5,14b CEP M ,67d 74,33g 180,65b 87,63c 65416,67a 62916,67a 0,96a 6,15b 0,87c 5,14b AG ,33c 82,00d 172,91b 99,70b 62916,67a 58333,33a 0,93a 6,43b 1,21a 5,10b BM ,67c 81,67d 192,26a 105,74a 62083,33a 52083,33b 0,84b 6,03b 0,93c 5,06b 30A91 75,67c 83,33d 189,48a 88,09c 62916,67a 53333,33b 0,85a 5,92b 0,99b 4,82b PMS 0219A54 71,33d 77,00f 172,58b 82,18c 62500,00a 54166,67a 0,87a 5,59c 0,92c 4,58c FTH ,33d 78,33e 192,63a 99,14b 65000,00a 59583,33a 0,92a 5,63c 0,96c 4,56c FTH ,33d 82,33d 189,65a 99,88b 61250,00a 52500,00b 0,86a 5,66c 1,01b 4,53c ATL ,67c 85,67c 200,04a 98,84b 63750,00a 48750,00b 0,77b 5,55c 1,09b 4,33c SHX ,00d 75,33f 185,94a 107,83a 60000,00a 57500,00a 0,96a 5,32c 1,12b 4,11c CO ,67c 89,67a 194,59a 111,93a 62083,33a 47916,67b 0,77b 4,78d 0,76d 3,86c CEP M ,67c 80,67e 163,57b 81,44c 63750,00a 55000,00a 0,86a 4,72d 0,76d 3,86c Dx ,33d 86,00c 187,93a 98,40b 65416,67a 52083,33b 0,80b 4,71d 1,16a 3,49d CO ,33d 79,00e 186,73a 99,56b 61666,67a 47916,67b 0,77b 4,28d 0,72d 3,46d P 30B39 85,00a 91,33a 206,32a 110,81a 59166,67a 40833,33c 0,69b 4,17d 0,66d 3,41d GNZ ,33c 85,00c 197,01a 110,14a 62500,00a 44166,67c 0,71b 4,29d 0,84c 3,37d CD ,00c 87,00b 166,88b 73,20c 63750,00a 46250,00c 0,73b 4,01d 0,74d 3,19d GNZX ,33b 91,67a 182,40b 85,26c 55416,67a 42500,00c 0,77b 3,60d 0,78d 2,76d * Cultivares com médias não seguidas por mesma letra diferem pelo teste Scott-Knott em nível de 5% de probabilidade de erro. 6

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