RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU"

Transcrição

1 PREFEITURA MUNICIPAL DE BIGUAÇU MARÇO DE 2014 RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU CONSÓRCIO MPB_SPECTRAH

2

3

4 ÍNDICE VOLUME 1 - Introdução e Dados Gerais Localização Geográica O Empreendimento Caracterização do Empreendimento Justiicativa Objetivos Alternativas Técnicas e Locacionais Plano e Programas Colocalizados Áreas de Inluência do Empreendimento VOLUME 2 - Síntese do Meio Físico Recursos Hídricos Hidrodinâmica Marinha e Costeira Ruídos VOLUME 3 - Síntese do Meio Biótico Flora Fauna Unidades de Conservação VOLUME 4 - Síntese do Meio Socioeconômico Uso e Ocupação do Solo População Economia Caracterização do Tráfego Patrimônio Histórico, Cultural e Arqueológico Comunidade Indígena Pesquisa de Opinião VOLUME 5 - Impactos, Programas e Prognóstco Ambiental Impactos Ambientais Impactos Ambientais sobre o Meio Físico Impactos Ambientais sobre o Meio Biótico Impactos Ambientais sobre o Meio Socioeconômico Programas Ambientais Prognóstico Ambiental Equipe Técnica Multidisciplinar Dados do Empreendedor e Empresas Consultoras

5 O RIMA De acordo com a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) no 01/86 e a Resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (CONSE- MA) no 03/08, para qualquer obra ou atividade capaz de causar modiicação no meio ambiente deve ser produzido um Estudo de Impacto Ambiental (EIA). O EIA é um estudo técnico, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, que avalia as alterações que o projeto pode causar. O relatório de Impacto do Meio Ambiente (RIMA) é um documento requisitado pelo CONAMA, com a apresentação das informações técnicas mais importantes do EIA de um projeto. Este RIMA apresenta as informações técnicas relativas ao EIA da ixação das barras do Rio Biguaçu, o qual prevê a realização da dragagem na região compreendida entre a foz do Rio e a ponte sobre a BR-101, em área de aproximadamente m2e ampliando a profundidade da foz para 2 metros, e a construção de dois molhes de abrigo, um na porção norte e outro na porção sul, em Biguaçu, Santa Catarina. O EIA deste projeto também está disponível para consulta junto à sede do órgão ambiental licenciador, a Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina (FAT- MA). RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 5

6 A EMPRESA CONSULTORA Consórcio MPB-SPECTRAH MPB Engenharia A MPB Engenharia é uma empresa catarinense, sediada em Florianópolis/SC, com escritórios em Brasília/ DF e Macapá/AP. Possui 29 anos de atuação, especializada na prestação de serviços de engenharia consultiva em meio ambiente e recursos hídricos, para os setores público e privado, atuando destacadamente em gestão, supervisão, gerenciamento e projetos na área ambiental, prestando também assessoria técnica institucional em processos de licenciamento ambiental. Nos últimos anos a MPB recebeu o Diploma de Honra ao Mérito por seu desempenho entre as 80 maiores do Ranking da Engenharia de Consultoria Brasileira pela revista O Empreiteiro, e vem dominando e desenvolvendo as mais modernas tecnologias em meio ambiente, o que lhe propicia elaborar soluções especíicas e adaptadas a cada realidade local ou regional. Sua organização baseia-se em uma administração objetiva, garantindo o desenvolvimento dos trabalhos nos prazos estabelecidos, propiciando uma atuação dinâmica e lexível. SPECTRAH Oceanograia e Meio Ambiente A SPECTRAH Oceanograia e Meio Ambiente é composta por proissionais altamente qualiicados e realiza levantamentos precisos e de alta qualidade. A empresa tem acesso às mais novas tecnologias e metodologias de levantamentos oceanográicos, com um atendimento personalizado e de rápida mobilização, diferenciando-se para melhor atender o seu cliente. 6 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

7 O EMPREENDEDOR Prefeitura Municipal de Biguaçu Biguaçu é um dos mais antigos municípios de Santa Catarina, sendo sua origem a Vila de São Miguel da Terra Firme, em 1747, com a chegada dos primeiros açorianos. Em 17 de maio de 1833 torna-se município desmembrando-se da então sede da Capitania de Santa Catarina, Nossa Senhora do Desterro. Em 1886 a sede do município sai da vila de São Miguel e vai para a sede atual, às margens do Rio Biguaçu. Em 1910 o nome é mudado para Biguaçu. Quando da sua fundação, em 1833, o território compreendia do atual Rio Carolina, divisa com São José, ao Rio Camboriú, atual município de Balneário Camboriú. A onda de desmembramentos para a criação de novos municípios termina somente na década de 1960, com o desmembramento da região do Alto Biguaçu, atual município de Antônio Carlos e as antigas freguesias de Ganchos e Armação da Piedade, unidas no município de governador Celso Ramos. Situa-se a 28 Km de Florianópolis, capital do Estado, na região litorânea central, fazendo parte da Região da Grande Florianópolis. Biguaçu tem saída para o mar, sem contar na facilidade de acesso, já que a BR-101 duplicada corta o município em uma vasta extensão, e a BR-282, que liga a capital catarinense ao interior do estado, ica a apenas 12 km de distância, por via duplicada e de fácil acesso. RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 7

8 VOLUME 1 INTRODUÇÃO E DADOS GERAIS LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA O Município de Biguaçu localiza-se no estado de Santa Catarina, distando aproximadamente 12 quilômetros da capital, Florianópolis. Faz divisa a leste com o oceano Atlântico (Baia Norte da Ilha de Santa Catarina), onde o Rio Biguaçu deságua. A área para implantação do empreendimento situa-se na Foz do Rio Biguaçu, mais precisamente nas coordenadas ( S e O).

9 Localização de Santa Catarina no Brasil, e de Biguaçu em Santa Catarina Região entre a ponte sobre a BR-101 e a Foz do Rio Biguaçu, onde será realizado o Projeto RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 9

10 O EMPREENDIMENTO PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU Modelo de projeção dos molhes 10 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

11 O Rio Biguaçu constitui-se no principal rio da Bacia Hidrográica do Rio Biguaçu, a qual está localizada na região central do litoral catarinense. Possui uma área de aproximadamente 389,7 km² e compreende o município de Antônio Carlos e grande parte do município de Biguaçu. O principal impacto decorrente do processo de ocupação da Bacia que se relete até hoje sobre a região e, especialmente, sobre as comunidades ribeirinhas relaciona-se aos eventos de enchentes e inundações recorrentes no município. Além da ocupação das margens, os problemas de enchentes e inundações envolvendo o Rio Biguaçu também têm relação com o grave problema de assoreamento do Rio. Este problema teve origem numa tentativa do extinto DNOS (Departamento Nacional de Obras) em minimizar os prejuízos às economias dos municípios de Antônio Carlos e Biguaçu decorrente dos eventos de cheias. Com este objetivo o referido Departamento, entre 1966 e 1977, retiicou trechos de alguns rios, como Rio Biguaçu, Três Riachos, Saudade, Guiomar, Rachadel, Vermelho e Caveiras. As retiicações aumentaram a energia hidráulica, permitindo assim uma maior capacidade de transporte de sedimentos, o que resultou na obstrução da Foz do Rio Biguaçu, levando à formação de uma extensa barra, a qual diiculta o lançamento de suas águas na Baía Norte dando continuidade às cheias frequentes na região. Devido a esse antigo problema do Rio Biguaçu, fez-se necessário a execução de campanhas periódicas de dragagem, desde 2005, para evitar a inundação de suas áreas marginais. A prefeitura de Biguaçu no ano de 2012, através da Comissão Especial de Licitação designada pela Portaria 751/2012, realizou em 30/04/2012 a licitação por carta convite No 29/2012 para a realização do Projeto de Engenharia, Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Respectivo Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (RIMA) do Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu. RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 11

12 CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Vias de Acesso O acesso ao empreendimento é realizado a partir da BR-101 Norte, saída 195 à direita, seguindo na via marginal até a Rua Getúlio Vargas (KM 194) até o acesso à Praça Nereu Ramos, a qual deve ser contornada dando acesso à Rua Sete de Setembro. Segue na Rua Sete de Setembro até o inal, virando à direita na Rua Altamiro Machado de Souza. No sentido N-S, retornando para o município de Florianópolis, toma-se o retorno localizado logo após a ponte sobre o Rio Biguaçu, retornando para a BR RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

13 Molhe Para a Fixação da Barra do Rio Biguaçu, considerando as alternativas analisadas como formas de contenção, a alternativa de utilização de geofôrma linear se mostrou como sendo o melhor resultado, tendo em vista os seguintes aspectos: Solo no local da implantação dos molhes apresenta baixa resistência; Camada de solo mole tem grande espessura, maior que 15m; Material de enchimento para a geofôrma linear será proveniente de dragagem nas proximidades; Aproveitamento do material de dragagem na seção do molhe, diminuindo volume de material para bota-fora licenciado; Menor impacto ambiental da dragagem; Baixo impacto ambiental na área norte, onde se apresenta uma área de mangue, considerando o difícil acesso; A cota de dragagem é de 2 metros (DHN), relativamente baixa para a solução de geofôrma linear, o que implica em facilidades na execução; Menor luxo de caminhões durante a execução da obra; Menor custo inanceiro. As geofôrmas lineares são confeccionadas com tecidos geotêxteis de alta resistência, alta permeabilidade, adequada abertura de iltração que permitem a implantação de sistemas de proteção costeira de alto desempenho e lexibilidade. Pode ser preenchida com areia, argila, silte, argamassa, lodos orgânicos e inorgânicos, dependendo do tipo de aplicação. Esta característica permite que seja utilizado material da dragagem para preenchimento das estruturas. Núcleo dos Molhes de Fixação - SOILTAIN CP SoilTain CP é uma geofôrma linear confeccionada com geotêxteis tecidos e geocompostos cujas características de alta resistência a tração, alta permeabilidade, adequada abertura de iltração, permitem a implantação de sistemas de proteção costeira de alto desempenho e lexibilidade. As geofôrmas SoilTain CP atuam como núcleo dos molhes Norte e Sul para ixação da embocadura do Rio Biguaçu, sendo seu preenchimento originado do material da dragagem. Revestimento dos Molhes de Fixação - Incomat Para resistir aos esforços solicitantes devido à ação de ondas será feito o revestimento com um material chamado Incomat, uma forma têxtil plana fabricada a partir de duas camadas de geotêxteis, a qual será preenchida com micro concreto ou concreto auto adensável. O concreto, após sua cura aos 28 dias, é responsável por resistir ao impacto das ondas formando uma armadura rígida. A base de apoio do revestimento Incomat é considerada rígida e com baixa permeabilidade relativa. RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 13

14 Projeto de Dragagem A dragagem da Foz do Rio Biguaçu neste projeto representa a remoção de sedimento, no trecho compreendido entre a ponte na BR-101 sobre o Rio Biguaçu até a cota -2m DHN no Oceano Atlântico (Baía Norte), e o volume a ser dragado, corresponde a ,938, conforme levantamento batimétrico realizado. A seleção do equipamento mais adequado para a execução da operação de dragagem da Foz do Rio Biguaçu levou em consideração alguns critérios técnicos e inanceiros, levando em conta a previsão de bota-fora a, aproximadamente 4 km da área mais distante de dragagem. O equipamento principal desta obra é uma draga de sucção e recalque, lutuante, de aproximadamente 16. Bota-fora Bota fora é a área de disposição de material sedimentar proveniente da dragagem. Quanto ao local de disposição do material dragado, bota-fora, serão utilizados dois terrenos localizados no empreendimento Deltaville, vide igura abaixo. O bota fora localizado na esquerda (Bota Fora quadra B) possui uma área de, aproximadamente, m² e o bota fora localizado na direita (Bota Fora quadra A) possui uma área de, aproximadamente, m². Para o descarte deste material, a draga irá despejar o mesmo diretamente nas áreas de bota-fora, sem a necessidade do uso de batelões. As operações de sucção e recalque serão simultâneas, ou seja, ao mesmo tempo em que o material de fundo é dragado, ele é despejado no local apropriado. O licenciamento ambiental dos locais de bota-fora deverá ser conduzido pela Fundação de Meio Ambiente de Biguaçu (FAMABI), conforme decisão do empreendedor. 14 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

15 Descrição das Obras Farão parte das etapas construtivas os seguintes aspectos: Construção dos Molhes Norte e Sul, ambos com 468 m de extensão; Dragagem do canal até a cota 2,0m; Despejo de material de dragagem concomitantemente à realização da dragagem; Despejo de material de dragagem, na forma de aterro hidráulico, na porção norte da Praia João Rosa para engordamento de praia. Operação do Empreendimento Para a operação do empreendimento, conforme resultados das simulações realizadas, será necessária a realização de dragagens de manutenção. Como resposta da modelagem numérica de transporte de sedimentos, estima-se que as dragagens de manutenção devam ocorrer em intervalos de 2 ou 3 anos, com um volume dragado em torno de m2 e m2. Entretanto, esta estimativa não é necessariamente regra, podendo então, o volume dragado e o intervalo de tempo, serem alterados conforme avaliação com batimetria de monitoramento. Para acompanhamento e planejamento da operação será implementado Programa de Monitoramento e Dragagem de Manutenção. Considerando o transporte litorâneo residual de sedimentos na região é de norte para sul e maior magnitude na praia e banco norte, observado nas simulações numéricas, icou evidenciado o efeito de bloqueio ao transporte gerado pela presença dos molhes, o que favorecerá a manutenção do canal. No entanto, há que se considerar a ocorrência de variações interanuais no sentido do transporte residual, de modo que estas devem ser identiicadas a im de antecipar o plano de dragagem em cada etapa de manutenção do canal. Após a construção dos molhes, deve ser realizado o monitoramento do canal, com o objetivo de gerar os subsídios necessários ao plano de gestão dos sedimentos da desembocadura e das praias adjacentes e reduzir os custos de dragagem através de um planejamento adequado das operações. Após 5 anos de monitoramentos semestrais, o intervalo entre amostragens deverá ser reavaliado, caso necessário, podendo passar a intervalos anuais ou superiores. Mão-de-Obra Necessária Para a execução desta obra estima-se a geração de 50 (cinquenta) empregos diretos, abrangendo os operários e proissionais para a coordenação da execução. Cronograma Físico O cronograma físico do Projeto está estimado em 12 meses de execução das obras. RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 15

16 JUSTIFICATIVA Dentre as justiicativas para a implantação do Projeto destacam-se: O assoreamento do Rio Biguaçu; O fechamento da barra do Rio Biguaçu, provocado pelas enchentes; A impermeabilização do solo urbano; A supressão da mata ciliar A ocupação das Áreas de Preservação Permanente (APP) OBJETIVOS O Projeto de Fixação a Barra do Rio Biguaçu tem o objetivo de desassorear o Rio Biguaçu, de forma a equacionar os problemas de enchentes e inundações recorrentes no município. O desassoreamento do Rio proporcionará maior vazão e facilitará as trocas de agua por efeito de mares, na parte baixa do Rio, melhorando as condições ambientais do mesmo. Como objetivos especíicos do Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu, têm-se: Colaborar com a melhoria da qualidade ambiental da área do empreendimento e seu entorno; Proporcionar melhores condições sanitárias a comunidade do entorno do Rio Biguaçu e à população biguaçuense em geral, por meio da instalação do Projeto e a consequente minimização das causas das enchentes do Rio Biguaçu; Garantir a manutenção da pesca e maricultura como atividades econômicas do município de Biguaçu, através da dragagem do rio, a qual facilitará a movimentação das embarcações; Facilitar a navegação no Rio Biguaçu, por meio da realização dos serviços de dragagem e consequente aumento de seu calado; Corroborar com a eiciência do Projeto de Macrodrenagem em implantação no município, por meio da garantia de maior vazão ao Rio Biguaçu. Enim, o Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu pode ser identiicado como instrumento do desenvolvimento tomando por base o tripé da sustentabilidade, contemplando os aspectos ambiental, econômico e social. 16 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

17 ALTERNATIVAS TÉCNICAS E LOCACIONAIS O projeto utilizará técnicas sustentáveis e prevê a instalação no local que proporcione o menor impacto ambiental possível. Categoria Alternativas analisadas Alternativas selecionadas Justiicativa Intervenção Somente dragagem Dragagem e molhes Não implantação X A escolha pela realização de dragagem e molhes se baseou, essencialmente, na veriicação de que a implantação dos molhes funciona como uma barreira ao transporte de sedimentos, permitindo que o canal mantenha a profundidade almejada por um período mais longo. Alternativas locacionais Molhes Disposição do material dragado 368 metros de extensão A escolha pela implantação dos molhes com 468m de 468 metros de extensão X extensão baseou-se nas respostas satisfatórias desta alternativa para os critérios analisados: eiciência hidráulica e redução de cheia, transporte e volume de sedimentação 568 metros de extensão e estabilidade do canal e na análise econômica, já que a redução dos molhes trará uma economia expressiva ao projeto. Disposição em terra e construção de aterro hidráulico Disposição em recurso hídrico X A escolha pela disposição em terra do material dragado e utilização do mesmo para construção de aterro hidráulico teve como justiicativa a caracterização química dos sedimentos que apresentaram concentração de contaminantes preocupantes para a disposição oceânica e a possibilidade de utilização do material para recuperação de área degradada e de margem erodida veriicada na Praia João Rosa. Alternativas técnicas Alternativas de contenção Equipamentos Molhe em rocha Geoformas lineares Cortinas de estacaprancha Draga mecânica Draga hidráulica X X As geoformas lineares foram selecionadas como a melhor alternativa de contenção, tendo em vista a característica do solo do local. O solo mole que se apresenta na região diiculta o dimensionamento das alternativas com rocha ou estaca-prancha, uma vez que o cálculo do volume de material ica prejudicado tendo em vista a baixa resistência do solo. A utilização de draga hidráulica foi escolhida diante da vantagem da capacidade de deslocamento em baixas profundidas, como é o caso da região de intervenção, permite o anexo de tubulação para a disposição do material em bota-fora, permite o engordamento de praia e possui menor custo operacional. RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 17

18 PLANOS E PROGRAMAS COLOCALIZADOS Os itens a seguir apresentam os planos e programas de ações que convergem com os valores do empreendimento: Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC); Sistema de Transporte Coletivo Hidroviário; Plano de Habitação do Município de Biguaçu; Contorno Rodoviário de Florianópolis; Plano Municipal de Saneamento Básico - PMSB Biguaçu; Projeto de Macrodrenagem do município de Biguaçu; Projeto Beira-Rio; Projeto Cidade Deltaville. Contorno de Florianópolis Sistema de Transporte Hidroviário Cidade Deltaville Projeto de Macrodrenagem 18 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

19 ÁREAS DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO A deinição das áreas de inluência corresponde à delimitação do espaço geográico a ser direta ou indiretamente afetado pelas alterações ambientais, positivas ou negativas, decorrentes da implantação e operação do Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu. Para os diagnósticos dos meios físico, biótico e socioeconômico foram consideradas as seguintes áreas de inluência: Área Diretamente Afetada ADA, Área de Inluência Direta AID e Área de Inluência Indireta - AII. ÁREA DE INFLUÊNCIA INDIRETA - AII A Área de inluência Indireta é aquela onde os impactos provenientes da implantação e operação do Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu se fazem sentir de maneira indireta, e com menor intensidade em relação à AID. Os meios físico e biótico, para o ambiente terrestre, tem como limite da AII a Bacia Hidrográica do Rio Biguaçu. Esta delimitação atende o artigo 5º da Resolução CONAMA n 001/86, que estabelece diretrizes que devem ser obedecidas por estudo de impacto ambiental, dentre as quais a de deinir os limites da área geográica a ser direta ou indiretamente afetada pelos impactos, denominada área de inluência do projeto, considerando, em todos os casos, a bacia hidrográica na qual se localiza, e considera os impactos indiretos que poderão ocorrer na fauna aquática. Os meios físico e biótico, para o ambiente aquático, tem como limite da AII a região que compreende a Baía Norte, na região da Grande Florianópolis. No meio socioeconômico a AII é constituída pelo município de Biguaçu. RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 19

20 ÁREA DE INFLUÊNCIA DIRETA - AID A Área de Inluência Direta é aquela sujeita aos impactos diretos provenientes da implantação e operação do Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu. Para os meios físico e biótico terrestre, a AID foi deinida pela região das sub-bacias Biguaçu e Córrego da Saudade, sendo que o limite das sub-bacias ao sul foi extrapolado, de forma a comtemplar dois canais do sistema de macrodrenagem do município, cuja descarga se dá no Rio Biguaçu. Para os meios físico e biótico aquático, a AID foi deinida pela região que sofrerá impacto da alteração da hidrodinâmica, como regime de ondas, morfologia costeira e regime de correntes. Para o meio socioeconômico foi delimitada como AID a região da área urbana do município de Florianópolis. ÁREA DIRETAMENTE AFETADA - ADA A Área Diretamente Afetada foi delimitada pelas intervenções diretas da implantação e operação do Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu, sendo elas: área de dragagem com m², a área dos molhes, a área de botafora com m², área de canteiro de obras e a área do aterro hidráulico com m². 20 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

21 VOLUME 2 SÍNTESE DO MEIO FÍSICO

22 O clima da região em que se insere o projeto é classiicado como Clima Subtropical Úmido (Cfa), segundo a classiicação de Köppen. Os verões são quentes com temperaturas médias acima dos 22 C, inclusive durante o primeiro mês de outono. Na maior parte do tempo, a região ica sob a ação da massa Tropical Atlântica, caracterizada como quente e úmida, com predominância de ventos NE o ano inteiro. O regime anual das chuvas apresenta sazonalidade bem deinida, com período chuvoso nos meses da primavera e verão (setembro a março) e período mais seco nos meses do outono e inverno (abril a agosto). CLIMA Na Área de Inluência Direta - AID do projeto aloram rochas arqueanas do embasamento cristalino pertencentes ao Complexo Canguçu, granitos das Suítes Intrusivas neoproterozoicas, e cobertura sedimentar colúvio-aluvionar cenozóica. Os depósitos aluviais ocorrem nas margens dos rios atuais e canais, nas suas planícies de inundação. Para a ADA são descritas algumas características geológicas ocorrentes em cada área de estudo. No canteiro de obras predominam os sedimentos holocênicos marinhos atuais constituídos por areias bem selecionadas de cores claras, cremes a amareladas. Nas áreas destinadas ao bota-fora, ocorrem materiais erodidos, retrabalhados e transportados pelos cursos d água e depositados nos seus leitos e margens GEOLOGIA GEOMORFOLOGIA A geomorfologia da área é caracterizada pela planície costeira de depósitos sedimentares, formadas pela erosão do embasamento cristalino. Os depósitos aluviais das planícies do Rio Biguaçu são constituídos por sedimentos arenosos e argilo-arenosos, resultantes de processos erosivos datados do Cenozoico. Neste domínio está incluso o Compartimento Praial, que corresponde à deposição e retrabalhamento por ação dos processos marinhos. A ADA está inserida na planície costeira sobre o Domínio Morfoestrutural Depósitos Sedimentares do Quaternário. A área destinada ao canteiro de obras está inserida em um terraço marinho. A área do bota fora encontra-se em um terraço aluvial do baixo curso do Rio Biguaçu. Na Área de Inluência Direta do local destinado ao empreendimento apresentam exposições de Cambissolo, Argilossolo e Neossolo, sendo este último o predominante na região entorno do Projeto de Fixação da Barra do Rio Biguaçu e do próprio rio. Os Neossolos são pouco espessos, constituídos por material mineral e matéria orgânica e de baixa intensidade de atuação dos processos pedogenéticos, atingindo menos de 20cm de espessura. Os solos que compreendem a ADA são representados pelas classes dos neossolos e dos gleissolos. Para o canteiro de obras ocorrem os neossolos quartzarênicos, e no local destinado ao bota-fora ocorrem os gleissolos háplicos. PEDOLOGIA 22 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

23 RECURSOS HÍDRICOS Bacia Hidrográica do Rio Biguaçu A bacia do Rio Biguaçu subdivide-se em 10 microbacias, possuindo uma área de aproximadamente 396 km². Apesar de não se conhecer a variação mensal das vazões ao longo do ano, sabe-se que esta bacia sofre com grandes eventos de cheias, ocasionando transbordamento das águas dos rios e resultando em inundações. O principal rio da bacia é o Rio Biguaçu que nasce a 778 m de altitude, na Serra das Congonhas, percorrendo 37 km e desaguando na Baía Norte na Praia do Tamanco ou de João Rosa. Obras de retiicação As enchentes afetam periodicamente a bacia do Rio Biguaçu, produzindo efeitos catastróicos à sua população e economia. Com a intervenção humana, por meio de retiicações de cursos d água, visando a regularização do regime hidrológico, as enchentes perderam frequencia e intensidade. Estas obras, porém, resultaram na obstrução da foz do Rio Biguaçu, diicultando o lançamento das águas na baía norte. A sedimentação dos cursos d água diminuem a profundidade dos mesmos, criando problemas à navegação e intensiicando os efeitos das inundações. Bacia Hidrográica do Rio Biguaçu e suas Sub-bacias RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 23

24 Os períodos de muita chuva, associados à maré alta, causa barramento das águas do Rio Biguaçu e Caveiras. Rio Biguaçu próximo à BR-101, comparação entre o regime normal, sem chuvas prolongadas (acima) e após chuvas de grande intensidade (abaixo) Águas subterrâneas A futura operação de dragagem não deverá afetar a qualidade natural das águas subterrâneas, pois o projeto consiste apenas na remoção de sedimentos que se encontram no leito do Rio Biguaçu e de sua foz para minimizar o risco de enchentes na região. 24 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

25 Processos Erosivos e Assoreamento Por meio da análise das características físicas da bacia do Biguaçu, pode-se airmar que o assoreamento acelerado em sua foz, provém da falta de planejamento que envolve outros componentes atuantes na bacia hidrográica, sendo eles: o processo erosivo nas encostas e nas calhas luviais, os padrões de uso da terra e a ausência de mata ciliar em trechos signiicativos ao longo dos cursos d água. Cheias e Inundações É alta a probabilidade de ocorrer inundações nas regiões de planície do Rio Biguaçu e seus aluentes, tendo em vista o elevado grau de urbanização, muitas vezes feita de forma desordenada. São áreas que necessitam de cuidados, pois estão sujeitas a escorregamentos de solos e inundações, respectivamente, em caso de chuvas prolongadas ou torrenciais. A im de diminuir os impactos causados pelas chuvas, foram realizadas obras de retiicação dos principais canais luviais nos sistemas hídricos, diminuindo a frequência e a intensidade das enchentes. Indicação das áreas de risco na região Processos erosivos às margens do rio (acima), e processo de assoreamento na foz (abaixo) Altura do nível d água indicado por moradores da região RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU 25

26 Qualidade dos Sedimentos Foram coletadas 10 amostras de sedimentos para este estudo. Dos parâmetros analisados para a caracterização do material a ser dragado, somente o chumbo (Pb) e o benzopireno apresentaram concentrações acima do Valor de Prevenção - o qual representa a concentração limite de determinada substância no solo de forma a não acarretar em prejuízos à qualidade do solo, - mas abaixo dos Valores de Investigação. Os demais poluentes, como os outros metais pesados (cádmio Cd, mercúrio Hg, cromo Cr, cobre Cu, Níquel Ni e zinco Zn), pesticidas organoclorados, PCBs e Hidrocarbonetos Policíclicos - HPAs, excetuando-se o benzopireno, apresentaram concentrações inferiores aos valores de prevenção citado. Sendo assim, considerando que as concentrações observadas para os poluentes chumbo e benzopireno não ultrapassaram os limites pata os Valores de Investigação, o material dragado poderá ser disposto diretamente no solo ou utilizado como aterro hidráulico, desde que não existam restrições ambientais e de uso e ocupação do solo, atendendo desta forma a previsão do projeto. Qualidade da Água Nos resultados das análises físico-quimicas e bacteriológicas realizadas para esse estudo, em 37 parâmetros, quatro deles apresentaram valores acima dos permitidos pela Resolução CONAMA 357/05, sendo estes: Chumbo, Ferro, Fósforo e Nitrato. Altos níveis de fósforo e nitrato representam a contaminação orgânica, enquanto o chumbo representa a contaminação por despejos industriais ou de embarcações (combustível). O ferro é possivelmente resultado da característica do solo da região Neossolos Quartzarênicos o qual possui óxidos de ferro presente em sua constituição (hematita). Outro fator que pode estar contribuindo para a poluição do corpo hídrico é a drenagem da região, a qual carrega matéria orgânica para o corpo hídrico. De um modo geral, pode-se airmar que os resultados encontrados são coerentes com o estado da ocupação dos entornos da foz do rio Biguaçu e a realidade do saneamento da região. Amostra de sedimento acondicionada Coleta de água na baía norte da Ilha de Santa Catarina 26 RIMA - PROJETO DE FIXAÇÃO DA BARRA DO RIO BIGUAÇU

SUMÁRIO I. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO... I 1

SUMÁRIO I. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO... I 1 SUMÁRIO VOLUME I I. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO... I 1 1.1.Informações Gerais... I 2 1.1.1.Órgão Empreendedor... I 2 1.1.2.Pessoa de Contato... I 2 1.1.3.Empresa Responsável pelo Licenciamento Ambiental...

Leia mais

CAPÍTULO 8 ANÁLISE INTEGRADA

CAPÍTULO 8 ANÁLISE INTEGRADA CAPÍTULO 8 ANÁLISE INTEGRADA O presente capítulo foi elaborado em atenção ao determinado pelo Ibama em seu Termo de Referência visando a formulação de um quadro referencial das condições ambientais da

Leia mais

8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL

8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL 8 PROGNÓSTICO AMBIENTAL O prognóstico ambiental elaborado para a Atividade de Pesquisa Sísmica Marítima 3D na Bacia Sedimentar do Ceará -, contempla as possíveis alterações dos fatores ambientais analisados

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

EIA - Porto Pontal Paraná

EIA - Porto Pontal Paraná EIA - Porto Pontal Paraná 4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO O conceito de área de influência é de difícil operacionalização prática, particularmente quando se trata da abordagem de processos e estruturas

Leia mais

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA 5. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.1 5.1. METODOLOGIA 5.1 5.2. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.3 5.3. DESCRIÇÃO DOS IMPACTOS

Leia mais

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE PLANO BÁSICO AMBIENTAL DA AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.26 Elaborar um estudo específico

Leia mais

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen).

Figura 2.1. Baía de Todos os Santos (Grupo de Recomposição Ambiental/ Gérmen). 18 2 Área de Estudo A Baía de Todos os Santos (BTS) (figura 2.1), localizada no estado da Bahia, considerada como área núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica é a maior Baía do Brasil, com cerca

Leia mais

IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE.

IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE. IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL URBANA, MARGEM DO RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE. Profa. Miriam Cleide Amorim Universidade Federal do Vale do São Francisco Campus Juazeiro, BA INTRODUÇÃO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO

Leia mais

PLANO INTEGRADO PORTO-CIDADE-PIPC Estudo de Impacto Ambiental EIA-RIMA. Audiência Pública em Ilhabela 08 de dezembro de 2011

PLANO INTEGRADO PORTO-CIDADE-PIPC Estudo de Impacto Ambiental EIA-RIMA. Audiência Pública em Ilhabela 08 de dezembro de 2011 PLANO INTEGRADO PORTO-CIDADE-PIPC Estudo de Impacto Ambiental EIA-RIMA Audiência Pública em Ilhabela 08 de dezembro de 2011 EQUIPE TÉCNICA ENVOLVIDA NOS ESTUDOS EQUIPE TÉCNICA DO EIA 49 profissionais de

Leia mais

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011. 1 - APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental (APA) Serra Dona Francisca, localizada no município de Joinville/SC, com área mapeada de 40.177,71 ha, foi criada através do Decreto n 8.055 de 15 de março

Leia mais

Nosso Território: Ecossistemas

Nosso Território: Ecossistemas Nosso Território: Ecossistemas - O Brasil no Mundo - Divisão Territorial - Relevo e Clima - Fauna e Flora - Ecossistemas - Recursos Minerais Um ecossistema é um conjunto de regiões com características

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia Bioma Conjunto de vida, vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação, condições

Leia mais

Superintendência do Porto de Rio Grande. http://www.portoriogrande.com.br

Superintendência do Porto de Rio Grande. http://www.portoriogrande.com.br Superintendência do Porto de Rio Grande http://www.portoriogrande.com.br 1º WORSHOP SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PORTOS DAS REGIÕES SUL E SUDESTE ESTUDO DE CASO LICENÇA DE OPERAÇÃO DO PORTO ORGANIZADO

Leia mais

EIA/ RIMA - TERMINAL BRITES

EIA/ RIMA - TERMINAL BRITES 1. Identificação do empreendedor e Empresa Consultora 1 1 1 1 1.1 Identificação do empreendedor 1 1 1 1 CPEA 746 Brasil Intermodal Terminal Santos Terminal Brites Check List 5 1.2 Identificação da empresa

Leia mais

marianamanb@hotmail.com ; leilanecabofrio@hotmail.com. brunolopescosta@gmail.com ;

marianamanb@hotmail.com ; leilanecabofrio@hotmail.com. brunolopescosta@gmail.com ; Estudo da Dinâmica Costeira da Praia de Piratininga em Niterói (RJ), analisando a relação homem-natureza através da intervenção da sociedade em um ambiente praial. SILVA, Mariana da Costa 1 ; COSTA, Bruno

Leia mais

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA A água é o mais abundante solvente natural que atua no sentido de desagregar, ou seja, fragmentar

Leia mais

IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR

IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO: EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR Celia Regina de Gouveia Souza Pesquisadora Científica - Instituto Geológico-SMA/SP Profa. Colaboradora

Leia mais

Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos

Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos 383 Eixo Temático ET-08-001 - Recursos Hídricos MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO PARANÁ NA GESTÃO AMBIENTAL DA CONSTRUÇÃO DA PONTE RODOVIÁRIA - BR- 262/SP/MS Jhonatan Tilio Zonta¹,* ; Eduardo

Leia mais

BOLETIM DIÁRIO DE INFORMAÇÃO. C.N.P.J. 13.094.626/0001-56 / www.ipram-es.org.br

BOLETIM DIÁRIO DE INFORMAÇÃO. C.N.P.J. 13.094.626/0001-56 / www.ipram-es.org.br BOLETIM DIÁRIO DE INFORMAÇÃO Monitoramento e Atendimento a Fauna Atingida por Rejeito no Rio Doce Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos C.N.P.J. 13.094.626/0001-56 / www.ipram-es.org.br

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP fabio.vieirageo@hotmail.com

Leia mais

Assim sendo, apresenta-se, ao final do presente capítulo, as diretrizes orientadoras de cada um dos programas previstos.

Assim sendo, apresenta-se, ao final do presente capítulo, as diretrizes orientadoras de cada um dos programas previstos. II.7 MEDIDAS MITIGADORAS E COMPENSATÓRIAS E PROGRAMAS DE CONTROLE E MONITORAMENTO Com base na avaliação e descrição dos impactos ambientais decorrentes da atividade de desenvolvimento e produção do Campo

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana.

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana. 7. IMPACTOS AMBIENTAIS E MEDIDAS MITIGADORAS RECOMENDADAS 7.1. AVALIAÇÃO GERAL O que é Impacto Ambiental? É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade

Leia mais

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO 4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO Conceitualmente, Área de Influência abrange todo o espaço suscetível às ações diretas e indiretas do empreendimento, tanto na fase de implantação como na de operação,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUINA E S T A D O D E M A T O G R O S S O P O D E R E X E C U T I V O

PREFEITURA MUNICIPAL DE JUINA E S T A D O D E M A T O G R O S S O P O D E R E X E C U T I V O LEI N.º 1.453/2013. SÚMULA: Autoriza o Poder Executivo Municipal a promover a Concessão de Direto Real de Uso em favor da Colônia Z-20 de Pescadores de Juína, da área urbana que menciona, e dá outras Providências.

Leia mais

Gestão Ambiental 19/3/2012. MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água. Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta

Gestão Ambiental 19/3/2012. MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água. Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta Gestão Ambiental Profª Denise A. F. Neves MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta Objetivos: Entender a distribuição da água no Planeta. Reconhecer

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. DADOS DO EMPREENDEDOR:

1. INTRODUÇÃO 2. DADOS DO EMPREENDEDOR: TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL E PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA PARQUES DE GERAÇÃO DE ENERGIAS ALTERNATIVA (SOLAR, EÓLICA E OUTRAS) 1. INTRODUÇÃO Este Termo de

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS METAIS PESADOS CÁDMIO, CHUMBO, COBRE E ZINCO DO COMPARTIMENTO ÁGUA DA FOZ DO RIO ITAJAI AÇU

AVALIAÇÃO DOS METAIS PESADOS CÁDMIO, CHUMBO, COBRE E ZINCO DO COMPARTIMENTO ÁGUA DA FOZ DO RIO ITAJAI AÇU AVALIAÇÃO DOS METAIS PESADOS CÁDMIO, CHUMBO, COBRE E ZINCO DO COMPARTIMENTO ÁGUA DA FOZ DO RIO ITAJAI AÇU Régis Chrystian da Silva (1) Técnico em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente pela Faculdade de

Leia mais

4. PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL E CONTROLE DA DRAGAGEM... 1

4. PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL E CONTROLE DA DRAGAGEM... 1 4. PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL E CONTROLE DA DRAGAGEM... 1 4.1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS... 1 4.2. METODOLOGIA... 2 4.3. RESULTADOS E DISCUSSÃO... 3 4.3.1. Atividades Desenvolvidas entre Janeiro e Outubro

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

DEFINIÇÃO MAIS SIMPLES

DEFINIÇÃO MAIS SIMPLES DINÂMICA COSTEIRA DEFINIÇÃO MAIS SIMPLES A costa é onde a terra, a água e o ar se encontram. As águas desta junção tríplice podem ser doces o salgadas. A costa é melhor observada como zona de mistura ou

Leia mais

praiais estuarino manguezais

praiais estuarino manguezais 3.2.2 Ecossistemas Relevantes Um ecossistema pode ser definido como a interação de comunidades de espécies de animais, vegetais e microorganismos entre si e o seu habitat num grau de equilíbrio estável.

Leia mais

Biomas, Domínios e Ecossistemas

Biomas, Domínios e Ecossistemas Biomas, Domínios e Ecossistemas Bioma, domínio e ecossistema são termos ligados e utilizados ao mesmo tempo nas áreas da biologia, geografia e ecologia, mas, não significando em absoluto que sejam palavras

Leia mais

VI-006 - PERFIS DE OXIGÊNIO DISSOLVIDO NOS LAGOS BOLONHA E ÁGUA PRETA, UTINGA. BELÉM-PA

VI-006 - PERFIS DE OXIGÊNIO DISSOLVIDO NOS LAGOS BOLONHA E ÁGUA PRETA, UTINGA. BELÉM-PA VI- - PERFIS DE OXIGÊNIO DISSOLVIDO NOS LAGOS BOLONHA E ÁGUA PRETA, UTINGA. BELÉM-PA Lúcia Beckmann de Castro Menezes () Professora Adjunto IV do Departamento de Engenharia Química da Universidade Federal

Leia mais

RESOLUÇÕES E RESPOSTAS

RESOLUÇÕES E RESPOSTAS GEOGRAFIA 1 GRUPO CV 10/2009 RESOLUÇÕES E RESPOSTAS QUESTÃO 1: a) Os gráficos destacam que conforme ocorreu o aumento da população na grande São Paulo aumentaram também o número de viagens da população

Leia mais

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos

Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos Sistema de Produção e Escoamento de Gás e Condensado no Campo de Mexilhão, Bacia de Santos (Unidade de Tratamento e Processamento de Gás Monteiro Lobato UTGCA) 3º Relatório Semestral Programa de Monitoramento

Leia mais

4. Reuniões Técnicas (Mini-Seminário por Bioma) Objetivo das Reuniões Técnicas

4. Reuniões Técnicas (Mini-Seminário por Bioma) Objetivo das Reuniões Técnicas (Mini-Seminário por Bioma) Objetivo das Reuniões Técnicas. Definição dos objetos conservação. Definição de metas de importância relativa de cada objeto. Definição das principais fontes de dados/informações

Leia mais

História da Habitação em Florianópolis

História da Habitação em Florianópolis História da Habitação em Florianópolis CARACTERIZAÇÃO DAS FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS No início do século XX temos as favelas mais antigas, sendo que as primeiras se instalaram em torno da região central,

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI Relatório de Andamento N o. 01 (RTA-Jari-ProcessosErosivos-01/12) Preparado por: Especialmente para:

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 172 MA

FICHA PROJETO - nº 172 MA FICHA PROJETO - nº 172 MA Mata Atlântica Pequeno Projeto 1) TÍTULO: Morro do Caçador Uma Proposta de Unidade de Conservação. 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Florianópolis, Ilha de Santa Catarina.

Leia mais

Tema 15 Qualidade da água em rios e lagos urbanos

Tema 15 Qualidade da água em rios e lagos urbanos Tema 15 Qualidade da água em rios e lagos urbanos PHD2537 Introdução A poluição das águas é gerada por: - efluentes domésticos (poluentes orgânicos biodegradáveis, nutrientes e bactérias); - efluentes

Leia mais

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS Um programa para integrar objetivos ambientais e sociais na gestão das águas Superintendência de Desenvolvimento da Capital -

Leia mais

II.10 - CONCLUSÃO. RCA - Relatório de Controle Ambiental Atividade de Perfuração Marítima no Bloco BM-PAMA-8, Bacia do Pará-Maranhão

II.10 - CONCLUSÃO. RCA - Relatório de Controle Ambiental Atividade de Perfuração Marítima no Bloco BM-PAMA-8, Bacia do Pará-Maranhão II.10 - CONCLUSÃO II.10 - Conclusão Pág. 1/5 II.10 - CONCLUSÃO O presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de fornecer as informações necessárias para subsidiar o licenciamento ambiental da Atividade

Leia mais

Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral

Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral Impactos Ambientais Prof. Hannah Amaral O QUE É IMPACTO AMBIENTAL Art. 1o da Resolução CONAMA n.1/86 Considera-se Impacto Ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do

Leia mais

ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação

ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação 1 Informações iniciais Indentificação do empreendedor Responsável pelo empreendimento: Responsável pelo RAS ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação Razão Social CNPJ Telefone Nome CPF

Leia mais

Regime Patrimonial dos Espaços Litorâneos

Regime Patrimonial dos Espaços Litorâneos Regime Patrimonial dos Espaços Litorâneos É na faixa litorânea em que se encontra situada uma parcela significativa dos bens públicos, uma vez que, por disposição contida na Constituição Federal de 1988,

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A BIOMAS DO MUNDO SAVANAS E DESERTOS 2011 Aula VI AS PRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS DO PLANETA SAVANAS As savanas podem ser encontradas na África, América do Sul e Austrália sendo

Leia mais

AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS

AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS Revista Ceciliana Jun 4(1): 55-59, 2012 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

Gerência de HSE e Operações HSE

Gerência de HSE e Operações HSE Gerência de HSE e Operações HSE AGENDA Mitigação e compensação Estudos de caso Mitigação "Ações propostas com finalidade de reduzir a magnitude ou a importância dos impactos ambientais adversos são chamadas

Leia mais

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO O Programa de Prospecção e Resgate Arqueológico da CSP visa atender aos requisitos legais de licenciamento ambiental, identificar e preservar o patrimônio

Leia mais

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( )

Telefone p/ contato: ( ) FAX: ( ) e-mail: Coordenadas geográficas * (Lat/Long) no Sistema Geodésico, SAD-69 Lat. -. Long ( ) 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR NOME / RAZÃO SOCIAL *: End.: rua/av *: n *: Bairro *: CEP *: Município *: Telefone *: ( ) FAX *: ( ) e-mail: CNPJ (CGC/MF n.º) *: CGC/TE n. *: CPF/CIC n. *: End. P/ correspondência:

Leia mais

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL Francisca Cardoso da Silva Lima Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Estadual do Piauí Brasil Franlima55@hotmail.com

Leia mais

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS Fórum de Debates da agpch LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS RAFAEL VOLQUIND Diretor Técnico 01 de Outubro de 2015 Porto Alegre RS Brasil IMPACTOS AMBIENTAIS DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

Leia mais

Capítulo 10 ELEMENTOS SOBRE SOLOS

Capítulo 10 ELEMENTOS SOBRE SOLOS 1 - Conceitos: Capítulo 10 ELEMENTOS SOBRE SOLOS O solo deve ser considerado sob o aspecto de ente natural e, como tal é tratado pelas ciências que estudam a natureza, como a geologia, a pedologia e a

Leia mais

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s Prof. Dr. Roberto Kochen Tecnologia, Engenharia e Meio Ambiente 4435 Novembro/2005 Passivo Ambiental É o acumulo de danos infligidos ao meio natural por uma determinada atividade ou pelo conjunto das ações

Leia mais

Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade

Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade Procedência: Grupo de Trabalho da Câmara Técnica de Recursos Hídricos Decisão Consema 02/2012 Assunto: Normas para exploração de areia e argila em rios intermitentes de Pernambuco Proposta de Resolução

Leia mais

Formações de Santa Catarina. Profa. Elisa Serena Gandolfo Martins Março/2015

Formações de Santa Catarina. Profa. Elisa Serena Gandolfo Martins Março/2015 Formações de Santa Catarina Profa. Elisa Serena Gandolfo Martins Março/2015 O Estado de Santa Catarina está totalmente inserido dentro do Bioma Mata Atlântica. A Mata Atlântica "O espaço que contém aspectos

Leia mais

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3.1. Localização O aproveitamento Hidrelétrico de Itumbiara, com potência instalada de 2080 MW, situa-se no rio Paranaíba, na divisa dos estados de Minas Gerais e Goiás,

Leia mais

PRIMEIROS ANOS. GEOGRAFIA CONTEÚDO P2 2º TRI Água: superficiais, oceânicas e usos. Profº André Tomasini

PRIMEIROS ANOS. GEOGRAFIA CONTEÚDO P2 2º TRI Água: superficiais, oceânicas e usos. Profº André Tomasini PRIMEIROS ANOS GEOGRAFIA CONTEÚDO P2 2º TRI Água: superficiais, oceânicas e usos. Profº André Tomasini ÁGUAS CONTINENTAIS Os oceanos e mares cobrem 2/3 da superfície do planeta. Águas Oceânicas : Abrange

Leia mais

Fonseca Teles 121 8º andar São Cristóvão Rio de Janeiro CEP 20940-200 tel.: 21 23348390 www.inea.rj.gov.br

Fonseca Teles 121 8º andar São Cristóvão Rio de Janeiro CEP 20940-200 tel.: 21 23348390 www.inea.rj.gov.br INSTRUÇÃO TÉCNICA DILAM/CEAM Nº 01/2011 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA E SEU RESPECTIVO RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL RIMA PARA AS OBRAS DE REABILITAÇÃO DA LAGOA

Leia mais

Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades

Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades Associação Brasileira de Recursos Hídricos Gestão de águas urbanas: conquistas, desafios e oportunidades Vladimir Caramori CTEC/UFAL Fortaleza, novembro de 2010 Gestão das águas urbanas Tema complexo reconhecido

Leia mais

HIDROVIA SOLIMÕES - AMAZONAS

HIDROVIA SOLIMÕES - AMAZONAS HIDROVIA SOLIMÕES - AMAZONAS MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DNIT Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes CODOMAR Companhia Docas do Maranhão AHIMOC Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE SEA INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE INEA

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE SEA INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE INEA INSTRUÇÃO TÉCNICA CEAM/DILAM Nº 14/2015 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA E SEU RESPECTIVO RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL RIMA PARA ANÁLISE DA VIABILIDADE AMBIENTAL PARA

Leia mais

30/11/2012. do adensamento populacional. crescimento desordenado. ocupação de áreas naturais e frágeis

30/11/2012. do adensamento populacional. crescimento desordenado. ocupação de áreas naturais e frágeis Universidade Metodista Recuperação Ambiental de Áreas Degradadas Impactos gerados pelo uso e ocupação do solo no meio urbano Final século XVIII Revolução Industrial Migração do homem do campo objetivo

Leia mais

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO A AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA APAC, de acordo com o Plano Hidroambiental da Bacia do Rio Capibaribe, está recebendo manifestações

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

ANEXO VII - TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO VII - TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO VII - TERMO DE REFERÊNCIA DERROCAMENTO DE PEDRAIS PARA DESOBSTRUÇÃO E ALARGAMENTO DA FAIXA NAVEGÁVEL DO RIO SÃO FRANCISCO, ENTRE SOBRADINHO E JUAZEIRO-BA/PETROLINA-PE ANEXO VII - TERMO DE REFERÊNCIA

Leia mais

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a 1. INTRODUÇÃO Muitas e intensas transformações ambientais são resultantes das relações entre o homem e o meio em que ele vive, as quais se desenvolvem num processo histórico. Como reflexos dos desequilíbrios

Leia mais

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Aspectos relacionados com a Legislação Florestal / Mineração LEI FEDERAL 12651/12 Engª Amb. Adriana Maira Rocha Goulart Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo O presente Termo de Referência tem como objetivo estabelecer um referencial

Leia mais

Universidade Federal do Paraná

Universidade Federal do Paraná * Universidade Federal do Paraná * *O que são Biomas? *Bioma é uma unidade biológica ou espaço geográfico caracterizado de acordo com o macroclima, a fitofisionomia (aspecto da vegetação de um lugar),

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Unidade de Conservação Área geograficamente estabelecida para se alcançar um objetivo específico de conservação por meio do uso controlado dos recursos biológicos

Leia mais

Geração de energia elétrica

Geração de energia elétrica Geração de energia elétrica Suprimento (geração, transmissão e distribuição) de energia elétrica: aspectos socioambientais Lineu Belico dos Reis REQUISITOS BÁSICOS: Atendimento ao arcabouço legal ambiental

Leia mais

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007 ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA GRADAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL PARA FINS DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL, DE QUE TRATA A LEI Nº 9.985, DE 18/07/2000. A Comissão

Leia mais

Tabela 85: Caracterização ambiental da Praia da Conceição, município de Bombinhas, SC. Praia da Conceição

Tabela 85: Caracterização ambiental da Praia da Conceição, município de Bombinhas, SC. Praia da Conceição As praias da Conceição, Tainha, Porto da Vó, Retiro dos Padres, Caixa D Aço, Geremias, Gravatá, Poá e São Miguel encontram-se em processo avançado de urbanização (Fichas 43 a 52 e Anexo 1). Nestas praias

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Programa Águas de Araucária

Mostra de Projetos 2011. Programa Águas de Araucária Mostra de Projetos 2011 Programa Águas de Araucária Mostra Local de: Araucária. Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Secretaria Municipal

Leia mais

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água.

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. ÁGUA Água conhecida como elemento vital Comunidades primitivas evoluídas Água Sobrevivência História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. Civilizações mais primitivas comunidades nômades

Leia mais

Plataforma Ambiental para o Brasil

Plataforma Ambiental para o Brasil Plataforma Ambiental para o Brasil A Plataforma Ambiental para o Brasil é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e traz os princípios básicos e alguns dos temas que deverão ser enfrentados na próxima

Leia mais

MINUTA DO TERMO DE REFERÊNCIA PARA ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA PROJETO DE DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ATERRO SANITÁRIO.

MINUTA DO TERMO DE REFERÊNCIA PARA ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA PROJETO DE DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ATERRO SANITÁRIO. MINUTA DO TERMO DE REFERÊNCIA PARA ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA PROJETO DE DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ATERRO SANITÁRIO. INTRODUÇÃO O presente Termo de Referência (TR) constitui-se como instrumento

Leia mais

INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO

INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO INUNDAÇÕES NAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES EM GOIÂNIA-GO FLOODS IN PERMANENT PRESERVATION AREAS IN GOIÂNIA-GO Thalyta Lopes Rego Mestranda em Geografia, Universidade Federal de Goiás Instituto de

Leia mais

Exercícios de Alteração na Paisagem e Morfologia Litorânea

Exercícios de Alteração na Paisagem e Morfologia Litorânea Exercícios de Alteração na Paisagem e Morfologia Litorânea Material de apoio do Extensivo 1. (UNIOESTE) O relevo apresenta grande diversidade de formas que se manifestam, ao longo do tempo e do espaço,

Leia mais

6 - Áreas de Influência... 1. 6.1 - Delimitação das Áreas de Influência... 2. 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2

6 - Áreas de Influência... 1. 6.1 - Delimitação das Áreas de Influência... 2. 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2 Índice 6 -... 1 6.1 - Delimitação das... 2 6.1.1 - Área de Influência Direta (AID)... 2 6.1.2 - Área de Influência Indireta (AII)... 2 Índice de Quadros Quadro 1 - Lista dos Municípios da Área de Influência

Leia mais

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO CP/CAEM/05 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 05 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA DO BRASIL 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Analisar os fatores fisiográficos do espaço territorial do Brasil, concluindo sobre a influência

Leia mais

RESUMO DOS RESULTADOS DO MONITORAMENTO DAS ATIVIDADES DE DRAGAGEM DO PORTO DE SANTOS REALIZADO DURANTE O MÊS DE ABRIL DE 2010

RESUMO DOS RESULTADOS DO MONITORAMENTO DAS ATIVIDADES DE DRAGAGEM DO PORTO DE SANTOS REALIZADO DURANTE O MÊS DE ABRIL DE 2010 RESUMO DOS RESULTADOS DO MONITORAMENTO DAS ATIVIDADES DE DRAGAGEM DO PORTO DE SANTOS REALIZADO DURANTE O MÊS DE ABRIL DE 2010 Todos os programas que compõem o Plano Básico Ambiental da Dragagem de Aprofundamento

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX Rita Yuri Ynoue Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo.

Leia mais

Enchente - caracteriza-se por uma vazão relativamente grande de escoamento superficial. Inundação - caracteriza-se pelo extravasamento do canal.

Enchente - caracteriza-se por uma vazão relativamente grande de escoamento superficial. Inundação - caracteriza-se pelo extravasamento do canal. Capítulo Controle de Enchentes e Inundações 10 1. DEFINIÇÃO Enchente - caracteriza-se por uma vazão relativamente grande de escoamento superficial. Inundação - caracteriza-se pelo extravasamento do canal.

Leia mais

DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL PORTARIA Nº 231,de 31 DE JULHO DE 1998, DOU de 07/08/98

DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL PORTARIA Nº 231,de 31 DE JULHO DE 1998, DOU de 07/08/98 DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL PORTARIA Nº 231,de 31 DE JULHO DE 1998, DOU de 07/08/98 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL - DNPM, no uso das atribuições que lhe confere

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras Prof. Claudimar Fontinele BACIA HIDROGRÁFICA Bacia Hidrográfica é a área drenada por um rio principal

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE RISCO DE EROSÃO NA ÁREA URBANA DA GRANDE NATAL/RN - BRASIL

CONSIDERAÇÕES SOBRE RISCO DE EROSÃO NA ÁREA URBANA DA GRANDE NATAL/RN - BRASIL CONSIDERAÇÕES SOBRE RISCO DE EROSÃO NA ÁREA URBANA DA GRANDE NATAL/RN - BRASIL Maria Francisca Jesus Lírio Ramalho Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Departamento de Geografia/Area Geomorfologia

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 18/2014 Deputado(a) Catarina Paladini

PROJETO DE LEI Nº 18/2014 Deputado(a) Catarina Paladini DIÁRIO OFICIAL DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Porto Alegre, terça-feira, 10 de fevereiro de 2015. PRO 1 PROJETO DE LEI Nº 18/2014 Reconhece como de relevante interesse cultural e ambiental o Balneário dos prazeres,

Leia mais

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA

MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola MONITORAMENTO AMBIENTAL E O MONITORAMENTO DA AMBIÊNCIA Mariana

Leia mais

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral BIOMAS DO BRASIL Ecologia Geral Biomas do Brasil segundo classificação do IBGE Segundo a classificação do IBGE, são seis os biomas do Brasil: Mata Atlântica Cerrado Amazônia Caatinga Pantanal Pampa O

Leia mais

Santa Catarina - Altitude

Santa Catarina - Altitude Santa Catarina - Altitude RELEVO O relevo catarinense caracteriza-se por sua ondulação, que variam dependendo da região do estado. No litoral, o que predomina são as planícies, as chamadas baixadas litorâneas,

Leia mais

Praias em Processo de Urbanização

Praias em Processo de Urbanização Praias em Processo de Urbanização Conforme citado anteriormente, os perfis 3, 4, 6, (Passo de Torres), 11, 12, 15, 16, 18, 43 (Balneário Gaivota), 20, 22, 23, 26,44, 45 (Arroio do Silva), 28, 29, 30, 32,

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL Avaliação de Impactos Ambientais

Leia mais