Ética e gestão organizacional Aula 04. Virgílio Oliveira UFJF FACC

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1 Aula 04 Virgílio Oliveira UFJF FACC 1

2 As fontes dos preceitos morais no presente A compreensão de nossos próprios preceitos morais requer: uma espécie de arqueologia das instituições sociais contemporâneas 2

3 As fontes dos preceitos morais no presente A compreensão de nossos próprios preceitos morais requer: o entendimento das fontes e das características das regras de coexistência em diferentes momentos da história humana 3

4 As fontes dos preceitos morais no presente A compreensão de nossos próprios preceitos morais requer: a reflexão sobre o papel do indivíduo enquanto ente social ativo (que redefine preceitos morais) e passivo (que se submete aos preceitos morais) 4

5 As fontes dos preceitos morais no presente A compreensão de nossos próprios preceitos morais requer a análise de referenciais: Antigos (gregos) Medievais (cristãos) Modernos Contemporâneos 5

6 As ideias fundamentais para compreensão da ética moderna são fruto do pensamento de Immanuel Kant ( ) 6

7 Kant viveu (e ajudou a conceber) o Iluminismo, movimento que desencadeou profundas mudanças culturais, políticas e científicas em todo o Ocidente É possível a evolução dessas dimensões sem a evolução da moral? 7

8 Iluminismo faz referência à liberdade em relação à Idade Média, período no qual o poder da Igreja regrava a cultura e a sociedade 8

9 Kant distinguia no ser humano dois âmbitos: o domínio natural o domínio da liberdade 9

10 No domínio natural os eventos ocorrem por necessidade Trata-se do reino da física, da química, que submete igualmente homens e animais Falar de moralidade, neste âmbito, é algo limitado 10

11 No domínio da liberdade, as ações orientam-se pela razão humana (não por necessidade) Neste âmbito, provemos a nós mesmos os valores e os fins (a moral) de nossas ações 11

12 Portanto, o homem é, ao mesmo tempo, sensibilidade e razão e pode seguir seus impulsos naturais ou os apelos da racionalidade; nesta possibilidade de escolha consiste a sua liberdade, que faz dele um ser moral (...) (Pegoraro, 2010, p. 103) 12

13 Portanto, o homem é, ao mesmo tempo, sensibilidade e razão e pode seguir seus impulsos naturais ou os apelos da racionalidade; nesta possibilidade de escolha consiste a sua liberdade, que faz dele um ser moral (...) (Pegoraro, 2010, p. 103) Vocês se reconhecem neste homem moderno? 13

14 No domínio da liberdade, as ações orientam-se pela razão humana e provemos a nós mesmos os valores e os fins (a moral) de nossas ações Mas perceber isso não resolve o problema da coexistência ou, de modo mais preciso, o problema de valores e fins capazes de viabilizar a coexistência 14

15 A solução deste problema evoca (a) uma moral universalizável, isto é, (b) válida para mim e para qualquer outro indivíduo Este é o fundamento do imperativo categórico de Kant, norma moral única e universal 15

16 A solução deste problema evoca (a) uma moral universalizável, isto é, (b) válida para mim e para qualquer outro indivíduo (b) Desse modo, ao me relacionar com o outro, não devo tratá-lo como um mero meio (visando à realização de meus objetivos). Devo tratá-lo, também, como fim ou seja, devo contemplar seus fins (aquilo que ele prioriza) 16

17 A solução deste problema evoca (a) uma moral universalizável, isto é, (b) válida para mim e para qualquer outro indivíduo (a) Mas o que torna um preceito moral universalizável? 17

18 Um preceito moral é universalizável quando não contradiz o seguinte fato: Não se pode elevar ao nível de lei universal uma motivação individual destruidora do senso de humanidade 18

19 A mentira não pode ser uma motivação individual pois não pode ser elevada ao nível de lei universal sem comprometer a dignidade humana e as relações sociais (a coexistência) 19

20 O imperativo categórico de Kant pode ser enunciado, então, da seguinte forma: Age de tal modo que a vontade, com sua máxima, possa ser considerada como legisladora universal a respeito de si mesma (Kant apud Pegoraro, 2010, p. 107) 20

21 Age de tal modo que a vontade, com sua máxima, possa ser considerada como legisladora universal a respeito de si mesma A razão deve possuir uma função auto-reguladora A razão é a fonte de nossa liberdade e deve ser, também, a fonte dos limites desta mesma liberdade 21

22 Em síntese, o pensamento de Kant distanciou a reflexão ética: i. da filosofia grega, que derivava postulados morais da natureza metafísica do homem ii. da tutela teológica, que não dita mais preceitos morais e, sim, princípios de fé 22

23 De Kant em diante, a ética passa a ter um caráter objetivo, normativo, dado que é um construto humano Indivíduo: virtuoso em si virtuoso em função de (contratos, consensos etc.) 23

24 Ética na concepção contemporânea Mas quais são as fontes dos preceitos morais em nossa sociedade? Quais são suas características? 24

25 Ética na concepção contemporânea Nas exposições anteriores, olhamos para trás (arqueologia do contemporâneo) Agora iremos olhar para os lados, buscando, no presente, realidades alternativas à nossa Sociedades planificadas x sociedades hierarquizadas 25

26 Ética na concepção contemporânea Uma característica central da sociedade ocidental contemporânea é a relevância do indivíduo 26

27 Ética na concepção contemporânea Como conceito, individualismo refere-se à ascensão do indivíduo à posição de parâmetro fundamental de uma sociedade (ou das instituições desta sociedade) Denomina-se holismo à situação oposta, na qual a referência essencial é a própria coletividade 27

28 Ética na concepção contemporânea As sociedades holistas apresentam um princípio fundamental: a hierarquia Elas não priorizam, portanto, a igualdade ou a liberdade A noção coletiva de homem tem precedência sobre a particular Ex.: casamento 28

29 Ética na concepção contemporânea Sociedade planificada Sociedade hierarquizada (indiana) Fonte: Revista Istoé, Abril,

30 Ética na concepção contemporânea Atributo Propósito das ações Instituiçãosímbolo Tônica da relação entre indivíduos Meio promotor da coexistência Sociedade planificada Maximização de interesses Democracia Independência Leis, construídas coletivamente Sociedade hierarquizada Reprodução da ordem social Hierarquia social Subordinação entre classes Tradição: o ontem governa o hoje 30

31 Ética na concepção contemporânea A coletividade contemporânea - planificada - é uma soma de indivíduos Os preceitos morais contemporâneos são, fundamentalmente, aquilo que a soma dos indivíduos estabelece como lei para si, a fim de se protegerem e de se beneficiarem reciprocamente (Assmann, 2009) 31

32 Ética na concepção contemporânea Tais leis, apresentam um caráter objetivo, isto é, não dependem de uma aceitação subjetiva para se materializarem Além disso, não partem de um modelo de indivíduo virtuoso em si mas, virtuoso em função de (expectativas de recompensa ou pena) 32

33 Ética na concepção contemporânea Hoje, não há, portanto, preceitos morais absolutos, distantes do alcance da razão humana Ao contrário, eles são, cada vez mais, expressões da reflexão coletiva sobre os dilemas humanos (do aqui e do agora) Isto vale das convenções de condomínio às constituições nacionais 33

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