SISTEMA COLABORATIVO PARA MODERAÇÃO E CONTROLE DE VERSÃO DE CÓDIGO HTML

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA COLABORATIVO PARA MODERAÇÃO E CONTROLE DE VERSÃO DE CÓDIGO HTML"

Transcrição

1

2 SISTEMA COLABORATIVO PARA MODERAÇÃO E CONTROLE DE VERSÃO DE CÓDIGO HTML Trabalho de Conclusão de Curso de graduação apresentado à disciplina de Trabalho de Diplomação, do curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet do Departamento Acadêmico de Informática DAINF da Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR, como requisito parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Sistemas para Internet. Curitiba 2011

3 DAIANE ASSEN CHALES DIOGO IURCK VOSGERAU FERNANDO KANARSKI SISTEMA COLABORATIVO PARA MODERAÇÃO E CONTROLE DE VERSÃO DE CÓDIGO HTML Trabalho de Conclusão de Curso de graduação apresentado à disciplina de Trabalho de Diplomação, do curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet do Departamento Acadêmico de Informática DAINF da Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR, como requisito parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Sistemas para Internet. Orientadora: Ana Cristina B. Kochem Vendramin Co-Orientador: Marcelo Mikosz Gonçalves Curitiba 2011

4 Chales, Daiane Assen. Vosgerau, Diogo Iurck. Kanarski, Fernando. Sistema colaborativo para moderação e controle de versão de código HTML. 87 p. Trabalho de Diplomação Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Curso de Tecnologia em. 1. Sistemas para Internet

5 A primeira regra de qualquer tecnologia utilizada nos negócios é que a automação aplicada a uma operação eficiente aumentará a eficiência. A segunda é que a automação aplicada a uma operação ineficiente aumentará a ineficiência. Bill Gates

6 AGRADECIMENTOS À Professora Orientadora Ana Cristina B. Kochem Vendramin e ao Professor Co-orientador Marcelo Mikosz Gonçalves pelo apoio na realização deste trabalho e contribuição para o desenvolvimento e melhorias do mesmo. À Professora Girley Rodege Gogola, que no primeiro dia de aula, sendo a primeira professora do curso, nos incentivou a ir até o final e superar qualquer desafio que pudesse aparecer pelo caminho. Foi nas aulas dela que nos conhecemos e começamos a fazer praticamente todos os trabalhos da faculdade juntos. A todos os demais professores do Curso de Tecnologia em Sistemas para Internet, que nos guiaram com dedicação pelos semestres letivos, incentivando a pesquisa e colaboração dos colegas para a realização das atividades. A todos os colegas de faculdade e de trabalho, que direta ou indiretamente colaboraram na execução deste trabalho.

7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...12! 1.1 APRESENTAÇÃO...12! 1.2 JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO TEMA...13! 1.3 OBJETIVO GERAL E OBJETIVOS ESPECÍFICOS...13! 1.4 ORGANIZAÇÃO DO DOCUMENTO...14! 2 LEVANTAMENTO BILIOGRÁFICO E ESTADO DA ARTE...15! 2.1 USO DA INTERNET NO BRASIL...15! 2.2 COMPUTAÇÃO EM NUVENS...16! 2.3 LINGUAGEM DE DESENVOLVIMENTO JAVA E FRAMEWORKS...17! Java Server Faces 1.2 (JSF)...18! Templates...19! Facelets...19! RichFaces...20! Hibernate...20! 2.4 SERVIDORES DE APLICAÇÃO E BANCO DE DADOS...21! 2.5 TÉCNICAS DE CONTROLE DE VERSÃO...22! 2.6 HTML, XHTML E SUA VALIDAÇÃO...23! 2.7 AJAX E JQUERY...24! 2.8 EDITORES ON-LINE E FERRAMENTAS COLABORATIVAS...24! 2.9 DISCUSSÕES...29! 3 METODOLOGIA...30! 3.1 ESTUDO DE CASO...30! 3.2 RECURSOS UTILIZADOS PARA O DESENVOLVIMENTO...35! 3.3 CRONOGRAMA...35! 3.4 TESTES DO SISTEMA...38! 4! RESULTADOS...39!

8 4.1! MODELAGEM...39! Descrição da Arquitetura...39! 4.1.2! Requisitos Funcionais e não Funcionais...40! 4.1.3! Diagramas de Caso de Uso...42! 4.1.4! Diagrama de Classes...46! 4.1.5! Dicionário de Dados...48! 4.1.6! Diagramas de Sequência...50! 4.1.7! Diagrama Entidade-Relacionamento (DER)...56! 4.2 IMPLEMENTAÇÃO...57! Painel de Controle...60! Editor...64! Distribuição e atualização de conteúdo...67! Controle de Versão...69! 5! IMPLANTAÇÃO...71! 5.1 RESULTADO DOS TESTES REALIZADOS...71! 6 CONCLUSÕES...73! 6.1 TRABALHOS FUTUROS...74! REFERÊNCIAS...76! APÊNDICE A Pesquisa Ferramentas para Edição Colaborativa...79! APÊNDICE B Diagrama de Classes...83! APÊNDICE C Lista de Funções da biblioteca controle....84!

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1. Editor on-line - EtherCodes...25! Figura 2. Editor on-line - Cloud9ide...26! Figura 3. Editor Colaborativo - Google Docs...27! Figura 4. Editor Colaborativo TitanPad...28! Figura 5. Windows SharePoint Services...29! Figura 6. Perfil dos profissionais entrevistados...31! Figura 7. Pesquisa - Serviços mais utilizados...32! Figura 8. Pesquisa - Ferramentas mais utilizadas...32! Figura 9. Pesquisa Pessoas envolvidas no desenvolvimento...33! Figura 10. Pesquisa - Satisfação com a conexão no local de trabalho...34! Figura 11. Diagrama de Caso de Uso LoginAction...42! Figura 12. Diagrama de Caso de Uso ProjetoAction...43! Figura 13. Diagrama de Caso de Uso EditorAction...45! Figura 14. Diagrama de Caso de Uso RestaurarAction...46! Figura 15. Diagrama de Classes Entidades do Banco de Dados...47! Figura 16. Diagrama de Sequência LoginAction...51! Figura 17. Diagrama de Sequência ProjetoAction...52! Figura 18. Diagrama de Sequência ProjetoAction (Continuação)...54! Figura 19. Diagrama de Sequência EditorAction...55! Figura 20. Diagrama de Sequência RestaurarAction...56! Figura 21. Diagrama de Entidade-Relacionamento...57! Figura 22. Tela inicial do sistema...58! Figura 23. Tela para criação de nova conta no sistema...59! Figura 24. Janela de aviso do Sistema...60! Figura 25. Painel de Controle...60! Figura 26. Janela para criação de Projeto...61! Figura 27. Tela para gerenciamento de usuários de um projeto...62! Figura 28. Interface para Upload de arquivos...63! Figura 29. Menu de opções para um arquivo...64! Figura 30. Wireframe do editor...65!

10 Figura 31. Tela do editor...67! Figura 32. Edição colaborativa de código HTML...68! Figura 33. Janela para gerenciamento de versões do arquivo...70!

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1. Equipamentos de desenvolvimento...35! Tabela 2. Cronograma realizado...37! Tabela 3. Equipamentos de testes...38! Tabela 4. Dicionário de Dados...48! Tabela 5. Configurações do Servidor...71!

12 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AJAX: Asynchronous JAvascript and XML ASP: Active Server Pages CSS: Cascading Style Sheets DER: Diagrama Entidade Relacionamento DTD: Document Type Definition EJB: Enterprise JavaBeans FTP: File Transfer Protocol HTML: HyperText Markup Language ID: Identificador JEE: Java Enterprise Edition JSF: Java Server Faces JSON: JavaScript Object Notation JSP: Java Server Pages MB: MegaByte Mbps: Megabits por segundo PHP: PHP Hypertext Preprocessor SaaS: Software as a Service SGML: Standard Generalized Markup Language SQL: Structured Query Language URL: Uniform Resource Locator XHTML: Extensible Hypertext Markup Language XML: Extensible Markup Language W3C: The World Wide Web Consortium

13 RESUMO O objetivo do presente trabalho é criar um aplicativo web que possa ser acessado por diversos computadores, os quais poderão editar documentos HTML (HyperText Markup Language). De forma colaborativa, é possível visualizar todas as alterações e possibilitar a moderação dos mesmos por um administrador com o objetivo de gerar um documento final. Para tal, será necessária uma interface para editar o código, um sistema para enviar arquivos e uma ferramenta para transferir todos os arquivos para a máquina do usuário, além de um algoritmo para gerenciar as alterações simultâneas no documento e armazenar essas alterações usando um controle de versão. Palavras chaves: sistemas colaborativos, HTML, edição, controle de versão.

14 ABSTRACT The objective of this study is to create a web application that can be accessed by several computers, which can edit HyperText Markup Language (HTML) documents. In a collaborative way, it is possible to view all the changes and enable the documents moderation by an administrator in order to generate a final document. It will need an interface to edit code, a system to send files, a tool to download all the files, and an algorithm to manage concurrent changes in the document and storage changes using version control. Keywords: collaborative systems, HTML, edition, version control.

15 Capítulo 1 - Introdução 12 1 INTRODUÇÃO Trabalhar com desenvolvimento web exige, muitas vezes, a colaboração de diversos profissionais. Eles interagem e constroem páginas que precisam ser atraentes para os usuários e compatíveis com os diversos navegadores e dispositivos de acesso à Internet. Esta necessidade de colaboração aumenta conforme a complexidade do projeto e evolução das tecnologias web. Hoje, por exemplo, um website precisa muito mais do que trechos de códigos e hiperlinks, ele necessita de redatores de conteúdo relevante, especialistas em otimização do site para buscadores, analistas de tráfego e desempenho (VICENTINI; MILECK, 1996). 1.1 APRESENTAÇÃO Com a disseminação do uso de computadores ligados à Internet ou a redes locais, nota-se a demanda pelo crescimento do uso de ferramentas colaborativas. Ferramentas Colaborativas são editores de texto, comunicadores e ferramentas de gerenciamento de projeto. Elas podem ser utilizadas por diversos usuários, ao mesmo tempo, em um ambiente virtual colaborativo, com objetivo de melhorar a produtividade através da melhor distribuição e controle de tarefas. A construção dos atuais sistemas de software exige requisitos muito difíceis de serem alcançados como disponibilidade de serviços, persistência, e distribuição. Um número cada vez maior de pessoas de diferentes especialidades precisa cooperar para desenvolver tais sistemas, o que torna esta atividade complexa. (SBBD; SBES, 2007) Embora já existam algumas ferramentas para colaboração, nota-se a necessidade de uma que possibilite a edição de código fonte de websites de forma colaborativa. Conforme SILVA (2008), HTML 1 é fundamental para a construção de qualquer website. No processo de desenvolvimento de uma 1 HTML (acrônimo para a expressão inglesa HyperText Markup Language) é uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web.

16 Capítulo 1 - Introdução 13 página para a Internet, muitas vezes, sua validação passa por diversas equipes e surge aí a necessidade de uma ferramenta que permita a sua edição colaborativa, além de contar com a moderação de uma pessoa para validá-lo. 1.2 JUSTIFICATIVA DA ESCOLHA DO TEMA Durante todo o curso de Tecnologia em Sistemas para Internet, os integrantes da equipe utilizaram ferramentas colaborativas para administrar e compartilhar praticamente todo o conteúdo aprendido nas disciplinas do curso. Familiarizados com ferramentas colaborativas, os integrantes se questionaram sobre a necessidade da criação de uma ferramenta que pudesse ser utilizada para edição de código HTML, buscando melhorar o gerenciamento e criação de sites por equipes que envolvem programadores, designers, produtores de conteúdo e analistas. 1.3 OBJETIVO GERAL E OBJETIVOS ESPECÍFICOS O objetivo do presente trabalho é desenvolver um sistema online na linguagem Java, que permitirá aos usuários conectados a Internet ou em um servidor em rede, editarem e gerenciarem as alterações em um código HTML. Esta ferramenta será nomeada como GUB Editor. Os objetivos específicos do presente trabalho são: Entender o uso de sistemas colaborativos para a construção e administração de páginas para a Internet; Pesquisar sistemas que possibilitem a criação de código colaborativo similares à proposta elaborada; Projetar e criar uma ferramenta capaz de gerenciar projetos e editar código-fonte de páginas da Internet de forma colaborativo;

17 Capítulo 1 - Introdução 14 Criar um ambiente colaborativo que funcione diretamente em um navegador da Internet, sem necessidade de instalação de aplicativos adicionais; Armazenar as alterações resultantes da edição colaborativa para posterior restauração do conteúdo. 1.4 ORGANIZAÇÃO DO DOCUMENTO Este documento está dividido em seis capítulos. No presente capítulo é apresentada a justificativa da escolha do trabalho e os principais objetivos do trabalho. Para o referencial teórico sobre ferramentas e conceitos necessários para o desenvolvimento da ferramenta proposta, foi realizada uma pesquisa sobre computação colaborativa, descrita no Capítulo 2. Durante a pesquisa, também foram avaliadas as principais tecnologias Java que podem ser empregadas para o desenvolvimento de um sistema robusto que suporte a interação de diversas pessoas, ao mesmo tempo, na criação e edição de código HTML. Para atestar a pertinência da escolha do tema, foi aplicada a metodologia de primeiro ouvir os potenciais usuários da ferramenta para então tirar conclusões e estudar possíveis alterações para a proposta atender às necessidades do público. Assim, no Capítulo 3 é descrito o resultado da pesquisa realizada com os profissionais da área. Com toda a pesquisa e coleta de informações dos profissionais para que o sistema fosse desenvolvido. Toda a análise de sistema utilizada está descrita no Capítulo 4, com representações dos casos de uso, diagramas de classes, diagrama de sequências e representação do banco de dados. Neste capítulo, está documentado todo o projeto, com todas suas funcionalidades e dicionário de informações. No Capítulo 5 encontram-se detalhes da implantação do sistema, informações do servidor e resultados de testes. Finalmente, no Capítulo 6 é realizada a conclusão deste trabalho, traçando um comparativo entre os objetivos iniciais e o sistema desenvolvido, além de contribuições e trabalhos futuros.

18 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte 15 2 LEVANTAMENTO BILIOGRÁFICO E ESTADO DA ARTE Como forma de entender melhor todas as tecnologias necessárias para a criação da ferramenta colaborativa proposta para edição de código HTML, será apresentado um estudo sobre o que são sistemas colaborativos, quais são as tecnologias que serão empregadas no desenvolvimento do projeto. Além de uma visão de ferramentas que estão disponíveis no mercado com funcionamento semelhante ao proposto no presente trabalho. 2.1 USO DA INTERNET NO BRASIL Dados do IBOPE NIELSEN (2011) mostram que a Internet vem crescendo no Brasil. Segundo relatório divulgado pelo instituto no início de 2011, 73,9 milhões de pessoas acessaram a web no quarto trimestre de 2010, um crescimento de 9,6% em relação ao número de usuários registrado no mesmo período Em fevereiro de 2011, 56 milhões de pessoas acessaram a rede de casa ou do trabalho, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês em A velocidade de acesso à Internet no Brasil está abaixo da média mundial, de acordo com levantamento da AKAMAI (2011), empresa localizada nos Estados Unidos que fornece serviços para melhorar o desempenho de sites. No primeiro trimestre, o brasileiro acessou a rede mundial com uma velocidade média de 1,3 megabits por segundo (Mbps), comparada a 1,7 Mbps na média mundial. Ainda, segundo a AKAMAI (2011), no Brasil, somente 14% das conexões têm mais do que 2 Mbps. A média mundial é de 52%. O líder nessa lista é Mônaco, com 92%, seguido da Suíça (91%) e de Hong Kong (90%).

19 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte COMPUTAÇÃO EM NUVENS Em entrevista fornecida ao JORNAL DA GLOBO (2008), executivos do Google dizem que nos próximos anos deveremos ouvir muito os termos computação em Nuvens, cloud computing e SaaS Software-as-a- Service. O conceito é claro: cada vez mais as informações estarão disponíveis e mais pessoas terão acesso a essas informações, graças à disponibilização de muitos serviços online, muitos gratuitamente, e que devem baratear o preço dos computadores, inclusive, aumentando a presença online de pequenas empresas e fornecedores de serviços. O conceito não é novo para quem trabalha com a Internet, mas ganha cada vez mais destaque com declarações da Google estar trabalhando na sua Computações em Nuvens. O termo refere-se à possibilidade de utilizarmos computadores menos potentes que podem se conectar à Web e utilizar todas as ferramentas online, seguindo o exemplo que o Google propõe com o Google Docs, Gmail e tantas outras aplicações. Assim, o computador seria simplesmente uma plataforma de acesso às aplicações, que estariam em uma grande nuvem a Internet. Na computação em nuvens, o armazenamento de dados é feito na forma de serviços remotos que poderão ser acessados e gerenciados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas ou de armazenar dados locais para o cliente. O acesso aos programas, serviços e arquivos é remoto, através da Internet - daí a alusão à nuvem. O uso desse modelo é mais viável do que o uso de unidades físicas locais. É neste ambiente, onde as aplicações funcionarão conectadas à Internet, que surge a demanda por ferramentas colaborativas para edição de texto, imagens e vídeos, uma vez que os usuários já estarão conectados a um servidor e caberá a ele gerenciar as interações com os usuários, seja de forma colaborativa, ou não.

20 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte LINGUAGEM DE DESENVOLVIMENTO JAVA E FRAMEWORKS A linguagem Java, criado pela Sun Microsystems, é o resultado de um trabalho consistente de pesquisa e desenvolvimento de todo um ambiente de desenvolvimento e execução de programas que exibe as facilidades proporcionadas pelo paradigma orientado a objeto, pela extrema portabilidade do código produzido, pelas características de segurança que esta plataforma oferece e finalmente pela facilidade de sua integração a outros ambientes, destacando-se a Internet e ambientes distribuídos. Para FRANCO (2003) a Linguagem Java apresenta inúmeras vantagens sobre outras linguagens tais como a portabilidade, a segurança e a facilidade para o desenvolvimento de softwares concorrentes e distribuídos: Portabilidade: A portabilidade dos componentes do sistema não está relacionada somente à plataforma, mas também ao servidor Web. Existem vários fornecedores desta aplicação, entre elas distribuições gratuitas como o TomCat 2 e outras pagas como o iplanet 3. Eficiência e durabilidade: Diferente dos programas CGI (Common Gateway Interface) os Servlets 4 são executados de forma multi segmentada. Desta forma as requisições são executadas com muito mais velocidade e eficiência mantendo ativos os recursos como conexões de banco de dados e compartilhando de recursos entre os Servlets. Segurança: O Java é uma linguagem segura por natureza e esta qualidade é herdada pelos Servlets. O tratamento de erros é feito através das exceções do Java propiciando uma forma eficiente e elegante de tratar os erros. O Java trata automaticamente de erros comuns que poderiam causar instabilidades no servidor. 2 Servidor para aplicações Java, disponível em 3 Servidor para aplicações Java, da Oracle. Disponível em 4 Servlets: Módulo que estende a funcionalidade de um servidor Web, através de módulos de aplicação implementados em Java.

21 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte 18 Escalabilidade: Uma característica da tecnologia J2EE (Java 2 Platform, Enterprise Edition) é a computação distribuída, desta forma os Servlets podem ser facilmente ampliados para vários computadores distribuindo a carga da aplicações e ampliando o poder de processamento. Além destas vantagens o Java possui uma grande comunidade de desenvolvedores e diversos frameworks de Integração, que facilitam muito a padronização do sistema. Os frameworks que deverão ajudar no desenvolvimento da ferramenta colaborativa proposta neste trabalho estão descritos na Seção Java Server Faces 1.2 (JSF) Java Server Faces é um framework da Oracle que possibilita o uso de um modelo de componentes para definir a montagem de uma página web, utilizando métodos de uma aplicação Java. Criado para facilitar o desenvolvimento de aplicações web, o JSF tem a intenção de evoluir o uso do framework JSP (Java Server Pages). A proposta do JSP é a criação de uma página de resposta a uma requisição. Nessa página, os elementos são gerados de cima para baixo, ou seja, à medida que o código é disponibilizado, os dados variáveis são mostrado. O JSF, por outro lado, funciona um pouco diferente. Seu ciclo de vida é mais completo e complexo, sendo que a geração e o processamento dos componentes ocorrem em fases distintas do ciclo de vida. Seu objetivo é gerar uma página mais interativa, onde o conteúdo não precisava mais ser disponibilizado de forma linear, obedecendo a uma lista de requisições, mas sim ser disponibilizado de forma segmentada, conforme a demanda.

22 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte Templates No desenvolvimento de softwares na plataforma Java, com o passar do tempo, os profissionais perceberam que muitos trechos das páginas se repetiam em vários lugares e, ao realizar uma mudança, era necessário ajustar diversas partes do projeto. Visando o reaproveitamento de estruturas similares, surgiu a idéia de usar um template, que nada mais é do que modelo de um conteúdo que possui áreas que podem ser substituídas por algum outro conteúdo. Assim, desenvolvedores poderiam gerar modelos de conteúdos da página, facilitando o seu desenvolvimento e manutenção do código, além da criação de um layout padrão para as classes Java Facelets Facelets é um framework para o JSF que tem como objetivo a criação de templates e componentes. Esse framework oferece mecanismos para manuseio de componentes que utilizam o ciclo JSF para sua geração e montagem de páginas. Suas principais vantagens, segundo Oliveira (2009), são: Utilização de componentes que facilita o reaproveitamento, manutenção e desenvolvimento de código; Criação de templates para padronização de páginas, fazendo com que caso haja mudanças no template da página, o desenvolvedor tenha que utilizar a estrutura em um único local; Melhor depuração de erros. O Facelets fornece um relatório preciso de erros, mostrando até mesmo o número da linha onde o mesmo ocorreu;

23 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte 20 Ele funciona de maneira independente do web container 5 ; Possui uma comunidade de usuários muito grande é mais rápido que JSP. O Facelets surgiu como uma alternativa ao JSP para facilitar a criação de páginas JSF. Com o Facelets ficou possível a utilização de componentes que, além de mais rápidos que o JSP também respeita o ciclo de vida JSF RichFaces O RichFaces é um framework de componentes para aplicações web que utiliza JSF. Esse framework de código aberto, além de adicionar a capacidade de utilização de chamadas assíncronas utilizando JavaScript 6, também possui diversos componentes que facilitam muito o desenvolvimento da interface das páginas. Como este framework presa pelo padrão W3C (The World Wide Web Consortium), seus componentes são suportados pela maioria dos navegadores populares. O RichFaces trabalha integrado com o JSF, possui suporte para a utilização de validadores e conversores durante o ciclo de vida JSF Hibernate Como afirma Jogt (2003), Hibernate é um framework de persistência objeto-relacional de alto desempenho para comunicação e tratamento das informações do banco de dados, que possuí suporte para coleções, relação 5 Em programação orientada a objetos, é um objeto que contém outros objetos. Estes objetos podem ser incluídos ou removidos dinamicamente, em tempo de execução. 6 JavaScript JavaScript é uma linguagem de script e é atualmente a principal linguagem para programação client-side em navegadores web. Foi concebida para ser uma linguagem script com orientação a objetos baseada em protótipos, tipagem fraca e dinâmica e funções de primeira classe.

24 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte 21 entre objetos, polimorfismo 7 e herança 8. Para aumentar seu desempenho o hibernate possui um sistema de cache para otimizar o desempenho. Esse framework transforma dados tabulares em objetos definidos pelo usuário, livrando o desenvolvedor de escrever muito código para manipulação dos dados de um banco e de geração de SQLs (Structured Query Language), diminuindo não só o tempo de desenvolvimento da aplicação como também o número de erros gerados por códigos incorretos. Além de resolver problemas como pool de conexões, possui também um gerenciamento nativo para criação de chaves primárias e lock pessimista, ou seja, proíbe o acesso concorrente a um mesmo dado da base de dados, bloqueando o mesmo até que a transação seja finalizada. 2.4 SERVIDORES DE APLICAÇÃO E BANCO DE DADOS Para uma aplicação ser distribuída e utilizada por diversos usuários através da Internet, é preciso que ela seja hospedada em um Servidor Web. Tomcat é uma implementação de software do Java Servlet e do JSP que foi desenvolvido pela Apache Software Foundation. Esse servidor na realidade é um container de servlets que suporta aplicações JEE (Java Enterprise Edition), porém não tem suporte para EJBs (Enterprise Java Beans) 9. O Servidor Tomcat possui uma interface amigável para sua configuração mais pode ser configurado simplesmente alterando seus arquivos de configurações que são no formato XML (Extensible Markup Language) 10. Esse servidor é distribuído dentro dos conceitos de software livre e é encontrado na maior parte dos serviços de hospedagem de baixo custo. 7 Em Java, polimorfismo é a possibilidade de modificar totalmente o código de um método herdado de uma classe diferente, ou seja, sobrescrevemos o método da classe pai. 8 Herança é um princípio de orientação a objetos, que permite que classes compartilhem atributos e métodos, através de "heranças". 9 EJB é uma arquitetura de componentes multi-plataforma para o desenvolvimento de aplicações Java, distribuídas, escaláveis e orientadas a objetos. 10 XML é uma linguagem de marcação capaz de descrever diversos tipos de dados. Seu propósito principal é a facilidade de compartilhamento de informações através da Internet.

25 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte 22 Os dados que serão acessados e distribuídos precisam ser armazenados em um sistema de Banco de Dados. Entre os diversos sistemas disponíveis, o PostgreSQL, segundo Oliveira (2009), possui vantagens que o tornam o mais rápido, barato e seguro para aplicações de pequeno porte, que precisam se comunicar com a tecnologia Java. Desenvolvido pelo Departamento de Ciência da Computação da Universidade da Califórnia, esse sistema de gerenciamento de banco de dados objeto-relacional open source possuí desde seu início suporte a muitas funcionalidades como chaves estrangeiras, gatilhos, visões e suporte a transações. O PostgreSQL possui um ótimo tratamento referente a transações, entre eles está a utilização de multiversão, fazendo com que para cada uma das transações geradas seja criada uma versão, isolando assim cada uma das transações, impedindo que seja efetuada uma operação em um dado inconsistente, resolvendo o problema de travas para controle de concorrência. 2.5 TÉCNICAS DE CONTROLE DE VERSÃO Um sistema de controle de versão e comparado a uma máquina do tempo por alguns usuários, pois é sempre possível retornar ao passado de arquivos e diretórios armazenados. O conceito de Controle de versão, segundo Pavim (2011), consiste em um local de armazenamento de dados (árvore de um sistema de arquivos) onde se encontram todos os arquivos e diretórios sob controle de versão. É um sistema de arquivos capaz de armazenar todas as modificações realizadas sobre seus arquivos e diretórios. Usuários clientes se conectam ao repositório através de um servidor para ler e/ou escrever dados, colaborando no desenvolvimento de documentos/projetos. Pavim (2011) cita que existem dois métodos de controle de versão,

26 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte 23 Lock-modify-unlock (travar-modificar-destravar) e Copy-modify-merge (copiar-modificar-unir). O método Lock-modify-unlock permite que apenas um único usuário por vez acesse as informações do repositório. Já o método Copy-modify-merge baseia-se no princípio de cópias locais para evitar o procedimento de travamento, ou seja, usuaŕios clientes criam cópias locais próprias (espelhos dos repositórios), onde podem trabalhar em paralelo com permissão total de edição. 2.6 HTML, XHTML E SUA VALIDAÇÃO Os documentos visualizados através da Internet são exibidos de acordo com a codificação das linguagens de marcação como HTML. Assim como a HTML, as demais linguagens para web são baseadas em SGML (Standard Generalized Markup Language). A SGML é uma meta-linguagem projetada para ser interpretada por máquinas, é portanto utilizada como base para a criação de outras linguagens, como o XML, que possui regras rígidas de construção de código. Segundo Silva (2008), através da junção de regras definidas para a padronização do HTML e do XML, surgiu o XHTML e, portanto, a interpretação do código escrito para tal linguagem pode também ser validada. Validação é o processo pelo qual os documentos com base na sua Declaração de Tipo de Documento, DTD são verificados, assegurando-se que sua estrutura, elementos, e atributos são consistentes com as DTD declaradas. (SILVA, 2008). Portanto, se a declaração do tipo de documento é compatível com o formato em que se encontra a codificação da linguagem, este é um documento válido. A validação comumente aceita vem das normas ditadas pelo W3C, um consórcio internacional formado por grupos envolvidos em pesquisa e desenvolvimento pra Web.

27 Capítulo 2 - Levantamento Bibliográfico e Estado da Arte 24 O W3C mantém um trabalho contínuo de publicação de normas para documentos HTML, XHTML e outras linguagens, com o intuito de que estas sejam interpretadas de forma igual por todos os navegadores e aplicativos utilizados para sua visualização. No entanto, o W3C pode apenas sugerir o uso destas boas práticas para a codificação, uma vez que não é órgão regulamentador proprietário destas linguagens. As boas práticas e padrões sugeridos pelo consórcio podem ser definidos como Webstandards, um conjunto de normas, diretrizes, recomendações, notas, artigos, tutoriais e afins de caráter técnico, produzidos pela W3C e destinado a orientar fabricantes, desenvolvedores e projetistas para o uso de práticas que possibilitem a criação de uma Web acessível a todos. 2.7 AJAX E JQUERY Para controlar as ações disparadas pelo usuário na interação com o Front-End de aplicações web robustas, desenvolvedores utilizam linguagem de script JavaScript através da tecnologia AJAX. Como define SILVA, AJAX é a sigla em inglês para Asynchronous JavaScript and XML e trata-se de uma técnica de carregamento de conteúdos em uma página web com uso de JavaScript e XML, HTML, TXT, PHP, ASP, JSON ou qualquer linguagem de marcação ou programação capaz de ser recuperada de um servidor. (SILVA, 2009). O AJAX tem a capacidade de gerir requisições sem alterar o estado de exibição do documento HTML no navegador, o que possibilita que o usuário interaja com o documento sem que sua exibição não se altere de forma perceptível, sem um processamento total do documento, onde poderia haver mudanças de altura e posicionamento. 2.8 EDITORES ON-LINE E FERRAMENTAS COLABORATIVAS Editores on-line já são uma realidade. Com o surgimento do conceito de computação em Nuvens, descrito na Seção 2.2, alguns grupos de

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCE-557 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Banco de Dados de Músicas Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Definição Aplicação Web que oferece ao usuário um serviço de busca de músicas e informações relacionadas, como compositor, interprete,

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r

M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r M a n u a l d o R e c u r s o Q m o n i t o r i t i l advanced Todos os direitos reservados à Constat. Uso autorizado mediante licenciamento Qualitor Porto Alegre RS Av. Ceará, 1652 São João 90240-512

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP 2ª Edição Juliano Niederauer Novatec Copyright 2009, 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

Introdução a Servlets

Introdução a Servlets Linguagem de Programação para Web Introdução a Servlets Prof. Mauro Lopes 1-31 21 Objetivos Iniciaremos aqui o estudo sobre o desenvolvimento de sistemas web usando o Java. Apresentaremos nesta aula os

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS Elaborado por: Bruno Duarte Nogueira Arquiteto de Software Data: 05/03/2012 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. Tecnologias... 3 2.1. Web Tier... 3 2.1.1. Facelets 1.1.14...

Leia mais

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador

Microsoft Internet Explorer. Browser/navegador/paginador Microsoft Internet Explorer Browser/navegador/paginador Browser (Navegador) É um programa que habilita seus usuários a interagir com documentos HTML hospedados em um servidor web. São programas para navegar.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN José Agostinho Petry Filho 1 ; Rodrigo de Moraes 2 ; Silvio Regis da Silva Junior 3 ; Yuri Jean Fabris 4 ; Fernando Augusto

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÕES UTILIZANDO JAVASERVER FACES E MVC

DESENVOLVENDO APLICAÇÕES UTILIZANDO JAVASERVER FACES E MVC DESENVOLVENDO APLICAÇÕES UTILIZANDO JAVASERVER FACES E MVC Felipe Moreira Decol Claro 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil felipe4258@hotmail.com, kessia@unipar.br

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma

Leia mais

ADOBE FLASH PLAYER 10.3 Gerenciador de configurações locais

ADOBE FLASH PLAYER 10.3 Gerenciador de configurações locais ADOBE FLASH PLAYER 10.3 Gerenciador de configurações locais PRERELEASE 03/07/2011 Avisos legais Avisos legais Para consultar avisos legais, acesse o site http://help.adobe.com/pt_br/legalnotices/index.html.

Leia mais

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação.

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação. ANEXO 11 O MATRIZ Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará o framework MATRIZ desenvolvido pela PROCERGS e disponibilizado no início do trabalho.

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS Edi Carlos Siniciato ¹, William Magalhães¹ ¹ Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil edysiniciato@gmail.com,

Leia mais

Requisitos do Sistema

Requisitos do Sistema PJ8D - 017 ProJuris 8 Desktop Requisitos do Sistema PJ8D - 017 P á g i n a 1 Sumario Sumario... 1 Capítulo I - Introdução... 2 1.1 - Objetivo... 2 1.2 - Quem deve ler esse documento... 2 Capítulo II -

Leia mais

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services

Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services - Windows SharePoint Services... Page 1 of 11 Windows SharePoint Services Guia de Introdução ao Windows SharePoint Services Ocultar tudo O Microsoft Windows

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG

Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Sistema Gerenciador de Conteúdo OpenCms: um caso de sucesso no CEFET-MG Marco T. A. Rodrigues*, Paulo E. M. de Almeida* *Departamento de Recursos em Informática Centro Federal de Educação Tecnológica de

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64 direcionados por comportamento 64 5 Estudo de caso Neste capítulo serão apresentadas as aplicações web utilizadas na aplicação da abordagem proposta, bem como a tecnologia em que foram desenvolvidas, o

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Manual de Utilização Google Grupos Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Utilização do Google Grupos Introdução... 3 Página

Leia mais

Qlik Sense Desktop. Qlik Sense 2.0.2 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados.

Qlik Sense Desktop. Qlik Sense 2.0.2 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Qlik Sense Desktop Qlik Sense 2.0.2 Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Copyright 1993-2015 QlikTech International AB. Todos os direitos reservados. Qlik, QlikTech,

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos

Leia mais

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Aula 1 Desenvolvimento Web Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Plano de Aula Ementa Avaliação Ementa Noções sobre Internet. HTML

Leia mais

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o

FileMaker Pro 12. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 12 2007 2012 FileMaker Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ. Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM. Manual

UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ. Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM. Manual UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM Manual DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DIRGTI 2015 Sumário 1. Introdução... 3 2. Acessando o serviço...

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos e com o uso

Leia mais

Aplicativos para Internet Aula 01

Aplicativos para Internet Aula 01 Aplicativos para Internet Aula 01 Arquitetura cliente/servidor Introdução ao HTML, CSS e JavaScript Prof. Erika Miranda Universidade de Mogi das Cruzes Uso da Internet http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/world-wide-web-ou-www-completa-22-anos-nesta-terca-feira.aspx

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Se ainda tiver dúvidas entre em contato com a equipe de atendimento: Por telefone: 0800 642 3090 Por e-mail atendimento@oisolucoespraempresas.com.br Introdução... 3 1. O que é o programa Oi Backup Empresarial?...

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

IplanRio DOP - Diretoria de Operações GIT - Gerência de Infraestrutura Tecnológica Gerente da GIT

IplanRio DOP - Diretoria de Operações GIT - Gerência de Infraestrutura Tecnológica Gerente da GIT 1. IDENTIFICAÇÃO Padrão Segmento Código P06.002 Revisão v. 2014 Plataformas Web 2. PUBLICAÇÃO Recursos Tecnológicos Versão Data para adoção Publicação v. 2014 23 de dezembro de 2014 PORTARIA N Nº 225 de

Leia mais

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Amarildo Aparecido Ferreira Junior 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil aapfjr@gmail.com

Leia mais

SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS

SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS Pablo dos Santos Alves Alexander Roberto Valdameri - Orientador Roteiro da apresentação Introdução Objetivos Motivação Revisão bibliográfica

Leia mais

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCC-0263 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS Emanuel M. Godoy 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil godoymanel@gmail.com,

Leia mais

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS Prof. Msc. Hélio Esperidião BANCO DE DADOS Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas a um determinado

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Histórico e Características Índice 1 JAVASCRIPT... 2 1.1 Histórico... 2 1.2 Aplicações de JavaScript... 2 a) Interatividade... 2 b) Validação de formulários... 2

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Versão 1.0 Autores Bruna Cirqueira Mariane Dantas Milton Alves Robson Prioli Nova Odessa, 10 de Setembro de 2013 Sumário Apoio 1. Licença deste

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO OS 003/DINFO/2013 16/09/2013

ORDEM DE SERVIÇO OS 003/DINFO/2013 16/09/2013 A DIRETORIA DE INFORMÁTICA DINFO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -UERJ, no uso de suas atribuições legais, estabelece: Art. 1º: Para fins de normatização do Desenvolvimento Tecnológico na UERJ

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Asset Inventory Service (AIS)

Asset Inventory Service (AIS) Asset Inventory Service (AIS) Última revisão feita em 02 de Setembro de 2008. Objetivo Neste artigo veremos detalhes sobre o Asset Inventory Service (AIS), um serviço disponível através do System Center

Leia mais

Tutorial para acesso ao Peticionamento Eletrônico e Visualização de Processos Eletrônicos

Tutorial para acesso ao Peticionamento Eletrônico e Visualização de Processos Eletrônicos Tutorial para acesso ao Peticionamento Eletrônico e Visualização de Processos Eletrônicos Este tutorial visa preparar o computador com os softwares necessários para a utilização dos sistemas de visualização

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com No início A Web é criada em 1989, para ser um padrão de publicação e distribuição de textos científicos e acadêmicos.

Leia mais

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha!

INTRODUÇÃO. A Claireconference agradece pela escolha! 1 ÍNDICE 1. IMPLEMENTAÇÃO 4 1.1 PAINEL DE CONTROLE 4 1.1.1 SENHA 4 1.1.2 CRIAÇÃO DE USUÁRIOS DO LYNC 5 1.1.3 REDEFINIR SENHA 7 1.1.4 COMPRAR COMPLEMENTOS 9 1.1.5 UPGRADE E DOWNGRADE 10 1.1.5.1 UPGRADE

Leia mais

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira ENTERPRISE JAVABEANS 3 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Apostila Servlets e JSP www.argonavis.com.br/cursos/java/j550/index.html INTRODUÇÃO Introdução Enterprise JavaBeans é um padrão de modelo de componentes

Leia mais

Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br

Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br Moodle FTEC Versão 2.0 Manual do Usuário Acesse a área de LOGIN do site da FTEC www.ftec.com.br Índice Como acessar o Moodle Editando seu PERFIL Editando o curso / disciplina no Moodle Incluindo Recursos

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET. Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA CONCEITOS BÁSICOS DE INTERNET Disciplina: INFORMÁTICA 1º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA conceito inicial Amplo sistema de comunicação Conecta muitas redes de computadores Apresenta-se de várias formas Provê

Leia mais

RELATÓRIO DO SITE DA DISCIPLINA ENG312 PROJETOS MECÂNICOS I (www.projetosdemaquinas.eng.ufba.br)

RELATÓRIO DO SITE DA DISCIPLINA ENG312 PROJETOS MECÂNICOS I (www.projetosdemaquinas.eng.ufba.br) UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG 312 PROJETOS MECÂNICOS I RELATÓRIO DO SITE DA DISCIPLINA ENG312 PROJETOS MECÂNICOS I (www.projetosdemaquinas.eng.ufba.br)

Leia mais

Manual de Instalação. SafeNet Authentication Client 8.2 SP1. (Para MAC OS 10.7)

Manual de Instalação. SafeNet Authentication Client 8.2 SP1. (Para MAC OS 10.7) SafeNet Authentication Client 8.2 SP1 (Para MAC OS 10.7) 2/28 Sumário 1 Introdução... 3 2 Pré-Requisitos Para Instalação... 3 3 Ambientes Homologados... 4 4 Tokens Homologados... 4 5 Instruções de Instalação...

Leia mais

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter

Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter Índice Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter............... 1 Sobre a Instalação do IBM SPSS Modeler Server Adapter................ 1 Requisitos de

Leia mais

OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft

OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft O OneDrive é um serviço de armazenamento na nuvem da Microsoft que oferece a opção de guardar até 7 GB de arquivos grátis na rede. Ou seja, o usuário pode

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino

SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino SAPENS - Sistema Automático de Páginas de Ensino Eduardo Kokubo kokubo@inf.univali.br Fabiane Barreto Vavassori, MSc fabiane@inf.univali.br Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI Centro de Ensino Superior

Leia mais

SGCD 2.2. Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico

SGCD 2.2. Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico Atualizado em 13/AGO/2012 Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico No final de 2007, o Serviço Técnico de Informática da UNESP Marília, disponibilizou para a comunidade acadêmica e administrativa o Sistema

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

SGCD 2.0 Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico

SGCD 2.0 Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico Sistema Gerenciador de Conteúdo Dinâmico Atualizado em 24/08/2011 No final de 2007, o Serviço Técnico de Informática da UNESP Marília, disponibilizou para a comunidade acadêmica e administrativa o Sistema

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

APOSTILA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO IV

APOSTILA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO IV APOSTILA DE LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO IV CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROF. ERWIN ALEXANDER UHLMANN Universidade Guarulhos Página 1 Agradecimentos Agradeço a todos os alunos que com suas dúvidas me ajudaram a

Leia mais

Programação para Internet II

Programação para Internet II Programação para Internet II Aulas 01 e 02 Prof. Fernando Freitas Costa http://blog.fimes.edu.br/fernando nando@fimes.edu.br Conteúdo Programático Instalação e configuração básica do Eclipse Indigo e do

Leia mais

MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução

MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução Autor Público Alvo Rodrigo Cristiano dos Santos Suporte Técnico, Consultoria e Desenvolvimento. Histórico Data 13/06/2012 Autor Rodrigo Cristiano Descrição

Leia mais

Instalação de Moodle 1

Instalação de Moodle 1 Instalação de Moodle (local em Windows XP) 1. Introdução...2 2. Instalação de XAMPP...3 3. Instalação de Moodle...9 3.1. Download de Moodle...9 3.2. Criar uma Base de Dados...10 3.3. Instalação de Moodle...11

Leia mais

Programação para Internet II

Programação para Internet II Programação para Internet II Aulas 01 e 02 Prof. Fernando Freitas Costa http://professor.fimes.edu.br/fernando nando@fimes.edu.br Prof. Fernando 1 Ementa Instalação e configuração básica do NetBeans e

Leia mais

Arquivos de Instalação... 4. Instalação JDK... 7. Instalação Apache Tomcat... 8. Configurando Tomcat... 9

Arquivos de Instalação... 4. Instalação JDK... 7. Instalação Apache Tomcat... 8. Configurando Tomcat... 9 Instalando e Atualizando a Solução... 3 Arquivos de Instalação... 4 Instalação do Servidor de Aplicação... 7 Instalação JDK... 7 Instalação Apache Tomcat... 8 Configurando Tomcat... 9 Configurando Banco

Leia mais

FileMaker Pro 14. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14

FileMaker Pro 14. Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14 FileMaker Pro 14 Utilização de uma Conexão de Área de Trabalho Remota com o FileMaker Pro 14 2007-2015 FileMaker, Inc. Todos os direitos reservados. FileMaker Inc. 5201 Patrick Henry Drive Santa Clara,

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES Hugo Henrique Rodrigues Correa¹, Jaime Willian Dias 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil hugohrcorrea@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

Guia de Inicialização para o Windows

Guia de Inicialização para o Windows Intralinks VIA Versão 2.0 Guia de Inicialização para o Windows Suporte 24/7/365 da Intralinks EUA: +1 212 543 7800 Reino Unido: +44 (0) 20 7623 8500 Consulte a página de logon da Intralinks para obter

Leia mais

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online

Introdução a listas - Windows SharePoint Services - Microsoft Office Online Page 1 of 5 Windows SharePoint Services Introdução a listas Ocultar tudo Uma lista é um conjunto de informações que você compartilha com membros da equipe. Por exemplo, você pode criar uma folha de inscrição

Leia mais

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel Software de gerenciamento do sistema Intel do servidor modular Intel Declarações de Caráter Legal AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE DOCUMENTO SÃO RELACIONADAS AOS PRODUTOS INTEL, PARA FINS DE SUPORTE ÀS PLACAS

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível

Versão 1.0 Janeiro de 2011. Xerox Phaser 3635MFP Plataforma de interface extensível Versão 1.0 Janeiro de 2011 Xerox Phaser 3635MFP 2011 Xerox Corporation. XEROX e XEROX e Design são marcas da Xerox Corporation nos Estados Unidos e/ou em outros países. São feitas alterações periodicamente

Leia mais

Manual de instalação Priority HIPATH 1100 versão 7.0

Manual de instalação Priority HIPATH 1100 versão 7.0 Manual de instalação Priority HIPATH 1100 versão 7.0 2014 Innova Soluções Tecnológicas Este documento contém 28 páginas. Elaborado por: Innova Tecnologia de Soluções. Liberado em Novembro de 2014. Impresso

Leia mais

Programação WEB Introdução

Programação WEB Introdução Programação WEB Introdução Rafael Vieira Coelho IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Farroupilha rafael.coelho@farroupilha.ifrs.edu.br Roteiro 1) Conceitos

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 10 Persistência de Dados

Leia mais

Daniel Paulo de Assis

Daniel Paulo de Assis Daniel Paulo de Assis Brasileiro, solteiro, 32 anos Rua Dr. Seng, 100 Bela Vista - São Paulo SP Telefone: (11) 9-4991-5770 / (18) 9-9119-2006 E-mail: daniel@dpassis.com.br WebSite: dpassis.com.br Linkedin:

Leia mais

NOVO COMPONENTE ASSINADOR ESEC

NOVO COMPONENTE ASSINADOR ESEC NOTAS FISCAIS DE SERVIÇO ELETRÔNICAS PREFEITURA DE JUIZ DE FORA COMPLEMENTO AO SUPORTE A ATENDIMENTO NÍVEL 1 1.0 Autor: Juiz de Fora, Fevereiro 2015. PÁGINA 1 DE 38 SUMÁRIO 1REQUISITOS MÍNIMOS CONFIGURAÇÕES

Leia mais

Sistema de Informação para Coleções de Interesse Biotecnológico

Sistema de Informação para Coleções de Interesse Biotecnológico Sistema de Informação para Coleções de Interesse Biotecnológico Sidnei de Souza Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA 24º Congresso Brasileiro de Microbiologia Brasília, 04 de outubro de 2007

Leia mais

Infracontrol versão 1.0

Infracontrol versão 1.0 Infracontrol versão 1.0 ¹Rafael Victória Chevarria ¹Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) Rua Gonçalves Chaves 602-A Centro 96015-560

Leia mais

GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos

GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos GISWEB - Informação Geográfica ao Alcance de Todos Bruno Perboni Qualityware Conselheiro Laurindo 825 cj. 412 centro Curitiba PR fone: 3232-1126 bruno@qualityware.com.br Maysa Portugal de Oliveira Furquim

Leia mais

Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Visão Geral de Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL II

Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Visão Geral de Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL II Programação para Internet Orientada a Objetos com PHP & MySQL Visão Geral de Programação Orientada a Objetos com PHP & MySQL II Prof. MSc. Hugo Souza Na última aula falamos um pouco da necessidade do surgimento

Leia mais