DIRETRIZ GERAL DO TESTE DE APTIDÃO FÍSICA (DGTAF) CAPÍTULO I

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIRETRIZ GERAL DO TESTE DE APTIDÃO FÍSICA (DGTAF) CAPÍTULO I"

Transcrição

1 1 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE OPERAÇÕES, ENSINO E INSTRUÇÃO QCG Qurtel Imperdor Dom Pedro II DIRETRIZ GERAL DO TESTE DE APTIDÃO FÍSICA (DGTAF) CAPÍTULO I 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O TAF A Educção Físic é um tividde fundmentl o Bombeiro Militr que deve ser relizd regulrmente no nseio de proporcionr um condicionmento físico idel, que leve o homem o desempenho de sus funções em urnç e trnsmit confinç. As tividdes desenvolvids pelo Bombeiro Militr sugere de contínuo o desprendimento de esforço físico, que resulte nturlmente no homem o nseio, o desejo d prátic continud de exercícios físicos, o que deve ser fomentdo o nível de cultur profissionl impulsiond pelo mor à vid. A multiformidde de mbientes em que são compelidos pel rzão do ofício cumprir missão induz à necessidde de obter condicionmento físico stisftório, que possibilite gir nesses meios com destrez, gilidde, hbilidde fce à necessidde de tingir o objetivo proposto. 2 FINAL Orientr o plnejmento e plicção do Teste de Aptidão Físic os integrntes do CBM/MS e regulr o seu controle, coordenção e fisclizção. 3 DOCUMENTOS BÁSICOS DE REFERÊNCIA. Lei Complementr nº 053 de 30 Agosto de b. Lei Complementr Estdul n.º 49, de 11 de Julho de c. Decreto Estdul n.º 5698, de 21 de Novembro de d. Diretriz Gerl de Instrução e. Norm pr o Plnejmento e Condut do Ensino, Portri nº 014/BM-1, de 09 de jn/04. f. Norm pr Plnejmento e Condut d Instrução e Treinmento, Portri nº 015/BM-1, de 16 de jn/ OBJETIVOS DO TAF. OBJETIVO GERAL Asurr o homem o bom prepro físico e mentl pr desempenhr s missões Bombeiro Militr. b. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Incentivo o treinmento físico, como instrumento cpz de desenvolver melhori dos pdrões de eficiênci ds Uniddes Opercionis; 2) Desenvolver e Mnter o prepro individul do BM, de todos os postos e grduções, de form gerr, em fce de situção de risco utoconfinç necessári o enfrentmento ds situções de risco no tendimento ds ocorrêncis;

2 2 3) Fomentr necessidde de crição de hábitos culturis qunto prátic de exercícios físicos no âmbito d Corporção. CAPÍTULO II ORIENTAÇÃO PARA O TAF 5. O TAF Consiste n prátic de exercícios físicos que pós serem executdos indicrão ptidão físic grdul de cd Bombeiro. Será considerdo, pr plicção do teste de vlição físic, o efetivo do corpo de Bombeiros divididos em dois grupos distintos de cordo com s tividdes desenvolvids:. Grupos dministrtivos/opercionis que terão s uintes modliddes de exercícios: I - Abdominl Estilo Remdor; II - Corrid de 12 minutos; III - Flexão de Brços n Brr Fix; IV - Flexão de Brços (com poio de frente o solo); V - Ntção - 100m estilo crwl b. Grupos especiis, que são os Bombeiros que estão em Cursos e terão s uintes modliddes de exercícios: I - Abdominl Estilo Remdor II - Corrid - 12 minutos III - Flexão de Brços n Brr Fix; IV - Flexão de Brços (com poio de frente o solo); V - Ntção -100m estilo crwl; VI - Meio Sugdo; VII - Subid no Cbo Verticl. 6. PLANEJAMENTO DO TAF. O plnejmento nul do TAF, crgo do CBM, tem como bse às prescrições contids nest Diretriz e compost pel elborção dos uintes documentos: 1) Norms pr Aplicção dos Testes de Aptidão Físic (NATAF) 2) Reltório dos Resultdos (RR), elbordos pels OBM; b. NATAF 1) É o documento trvés do qul o Comndo Gerl estbelece orientção pr o plnejmento e condut dos TAF e regul o controle e fisclizção de sus tividdes. 2) Responsbilidde pel elborção É elbordo pel 3º Seção do EMMG. 3) Competênci de provção Cmt Gerl, por propost do Chefe d 3ª Seção do EMG. 7. DESENVOLVIMENTO DO TAF O TAF será desenvolvido durnte os meses de Mrço, junho e Novembro de cd no. O seu plnejmento e execução, em função dos objetivos já definidos, obedecerão às orientções contids ns NATAF. CAPÍTULO III DO CONTROLE, FISCALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DO TAF 8. CONTROLE, FISCALIZAÇÃO E APLICAÇÃO DO TAF. Do controle e fisclizção:

3 3 1) No âmbito do CBMMS, é de competênci d 3ª Seção do EMG/CBMMS. 2) Ns OBM, do Comndo de Unidde. b. D plicção 1) No Qurtel do Comndo Gerl, pelo Comndo d Ajudânci Gerl, pr os Oficiis do Comndo Gerl e pr s prçs sob seu comndo; 2) Ns OBM, será de competênci d B-3 ou órgão equivlente. Pel Diretori de Operções Ensino e Instrução pr trop do CBM/MS; CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS 9. COMPETIÇÕES ESPORTIVAS Objetivm o desenvolvimento do espírito do corpo e o primormento d ptidão físic e deve ser incluído nos Progrms de Treinmento Físico ds OBM de modo não prejudicr s tividdes de instrução e serviço. Os resultdos dos TAF poderão indicr ptidão de Bombeiros pr prticiprem de tis competições, bem como ds olimpíds dos Bombeiros nos diversos níveis. 10. PRESCRIÇÕES DIVERSAS. RELATÓRIOS A Subseção de Ensino e Instrução elborrá o Reltório Gerl do TAF incluindo gráfico de produtividde e resultdos. Esse reltório será entregue o Sr. Chefe do EMMG/CBMMS pr s providêncis que se fizerem necessáris o cumprimento ds NATAF. b. DOCUMENTOS PARA O TAF 1) Relção dos Bombeiros de cd OBM com cmpos próprios pr notção dos resultdos por modlidde e finl; 2) Tbels dos exercícios pr compnhmento d execução do TAF, bem como pr o conhecimento dos Bombeiros. 3) At de Resultdo d OBM, por SGB ou SB d plicção do TAF; 4) Gráfico dos resultdos pr vlição de desempenho, bem como pr estudos ds necessiddes de treinmento visndo um desempenho melhor do condicionmento físico; 5) Estes documentos deverão ser entregues n BM-3, 15 (quinze) dis pós plicção do TAF, em conformidde com NATAF. c. FONTES DE CONSULTA (BIBLIOGRAFIA). N flt de publicções própris, o treinmento físico dos Bombeiros bser-se-á no C-20-20, Mnul de Treinmento Físico Militr do EB e o TAF ns NATAF/CBMMS. Cmpo Grnde, MS, 02 de bril de JOÃO ALVES CALIXTO Coronel QOBM Comndnte-Gerl

4 4 NORMA PARA APLICAÇÃO DOS TESTES DE AVALIAÇÃO FÍSICA NO ÂMBITO DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL CAPÍTULO I Disposições Geris Art. 1º Pr relizção ds missões que lhe são tribuíds, o bombeiro militr relizrá os Testes de Avlição Físic (TAF), com objetivo de verificr o seu desempenho físico por meio ds modliddes de exercícios executdos, em períodos pré-estbelecidos, convertendo-os em pontução. Prágrfo único - Os testes de vlição físic (TAF) poderão ser utilizdos pr: I Avlir o condicionmento físico dos bombeiros militres; II Incentivr o bombeiro militr à prátic constnte de educção físic; III Conscientizr o bombeiro militr d importânci do condicionmento físico individul; IV Buscr um melhor qulidde de vid, por meio ds tividdes físics relizds no CBM/MS; V Clssificr ou selecionr o bombeiro militr em cursos ou concursos de seleção e estágios; VI Desenvolver hbiliddes esportivs. VII Fornecer ddos que permitm perfeiçor prátic físic ns OBM Art. 2º Os Comndntes de Frções de trop té o nível de Seção, ficrão responsáveis pel coordenção, execução, fisclizção e plicção de todos os TAF s pr os militres sob seu comndo. Art. 3º É de responsbilidde de cd comndnte, providencir s condições necessáris pr que os militres sob seu comndo possm mnter os pdrões mínimos exigidos de condicionmento físico constnte. Art. 4º Nenhum Bombeiro Militr cndidtr-se-á inscrição os exmes seletivos dos cursos interno ou externo, se o seu desempenho físico for considerdo regulr no último TAF relizdo no CBMMS. Prágrfo único Será considerdo insuficiente o militr que obtiver médi inferior 5,00(cinco vírgul zero zero), prevlecendo s dus css decimis. Art. 5º O bombeiro militr que for considerdo suficiente, no último TAF do CBM/MS, não o isent de executr tods s modliddes de prov ou exercícios nos concursos de seleção, curso interno ou externo, mesmo que estes já tenhm sido relizdos no TAF do CBMMS. Prágrfo único Será considerdo suficiente o militr que obtiver médi igul ou superior 5,00(cinco vírgul zero zero), prevlecendo s dus css decimis. Art. 6º O Bombeiro Militr que não relizou o último TAF no CBMMS, não poderá se cndidtr à inscrição os exmes seletivos qulquer concurso de seleção, curso interno ou externo. Art. 7º O BM que obtiver menção E nos dois últimos TAFs regulmentrmente relizdos n ITP d corporção, frá jus 0,3 (zero virgul três pontos) n médi dos exmes seletivos pr cursos e estágios relizdos no âmbito dest corporção ou de outros estdos. CAPÍTULO II Do teste de vlição físic SEÇÃO I D brngênci

5 5 Art. 8º Todos os Bombeiros Militres d tiv, deverão executr o TAF d corporção, previsto nest norm, respeitndo fix etári, sexo e desde de que estejm nos períodos legis d plicção do TAF, à exceção dos csos uir: I Estr cumprindo qulquer pen restritiv de liberdde; II Estr fstdo totl ou prcil do serviço, conforme previsto no esttuto dos bombeiros militres e devidmente utorizdo em boletim gerl ou interno; III Estr serviço em curso for de su OBM de origem, devidmente utorizdo pelo seu comndnte e/ou pelo boletim gerl; IV Estr gurdndo trnsferênci pr reserv remunerd; V Estr incpz de relizr esforço físico, devidmente comprovdo por meio de testdo médico homologdo pel JISO d policlínic d PMMS; VI Ser considerdo desertor ou extrvido; VII Estr gregdo, for d corporção. VIII Estr no período de gestção e/ou mmentção; Prágrfo único O militr que deixou de pertencer às exceções cim, pós presentção n OBM que foi designdo, o seu comndnte providencirá de imedito relizção do TAF e o encminhmento à 3º Seção do EMG do CBMMS. SEÇÃO II Ds forms Art. 9º Pr plicção do teste de vlição físic, o efetivo do corpo de bombeiros será dividido em dois grupos distintos, de cordo com s tividdes desenvolvids: grupo dministrtivo / opercionl e; grupo especil (em curso) Prágrfo único Cd grupo será vlido dentro dos pdrões estbelecidos nos ANEXOS A, B, C e D. Art. 10º As condições físics desejáveis são necessáris pr: I O exercício ds funções dministrtivs no qurtel do Comndo Gerl (Ajudânci gerl, Diretoris e Seções), nos Grupmentos, Subgrupmentos e Seção de Bombeiro. II O exercício ds funções opercionis, objetivndo o desempenho d tividde fim ns uniddes e subuniddes opercionis té o nível de Seção. III O exercício específico em que se encontrr o bombeiro militr em curso de formção, perfeiçomento e especilizção. Art. 11 Cd grupo será subdividido em msculino e feminino pr relizção do TAF, em conformidde com o rt. 8º. Prágrfo único As gestntes e s mães em período de mmentção estrão isents do TAF, pr que não hj risco o feto, genitor e o processo de gestção. SEÇÃO III Dos períodos Art. 12 O TAF será relizdo três vezes no no, nos meses de fevereiro, junho e outubro. 1º O TAF investigtivo/dignóstico será relizdo no mês de fevereiro devendo este ser precedido de um exme médico constndo ptidão pr tividde Físic e desportos, presentdo por cd militr, que deverá ser entregue n 3ª Seção d Unidde, ou o responsável pel vlição. 2º As modliddes de exercícios plicdos serão s mesms pr todos os TAFs. 3º O TAF investigtivo/dignóstico demonstrrá rel condição físic e de súde do bombeiro militr.

6 6 Art. 13 Os demis TAF s serão relizdos em primeir e und chmd. 1º A primeir chmd será relizd pr todos os militres conforme cronogrm bixo: I N primeir quinzen do mês de junho, pr o primeiro TAF; II N primeir quinzen do mês de outubro, pr o undo TAF. 2º As unds chmds serão relizds pens pr os militres que não tingirem pontução mínim médi de 05,00(cinco) no undo e terceiro TAF em primeirs chmds, considerndo s tbels em nexo, e conforme cronogrm bixo: I Será relizd n primeir quinzen de julho, pr o primeiro TAF; II Será relizd n primeir quinzen de outubro, pr o undo TAF. 3 O militr que não lcnçr médi mínim ns unds chmds será encminhdo à JISO pr um vlição médic, cso pto, será submetido um progrmção específic de tividdes físics pr rebilitção de condicionmento físico n su OBM, sob orientção de um instrutor de Educção Físic do CBMMS. 4º O militr enqudrdo no prágrfo nterior terá oportunidde de reverter su situção de insuficiênci físic no TAF uinte, relizdo no CBMMS. 6º Os comndntes de uniddes té o nível de Seção, deverão informr 3º Seção do EMG/CBMMS relção dos militres com sus respectivs pontuções no TAF, como tmbém os militres que não o relizrm, devidmente justificdos. Art. 14 O TAF será plicdo em dois dis dentro dos períodos descritos no rt.12, escolhidos pelos Comndntes, que poderão ser consecutivos ou com um di de intervlo entre os dois. 1º Ns Uniddes Opercionis os Comndntes poderão escolher dois períodos de plicção do TAF, pr se dequr à escl de serviço dos militres e evitr que os mesmos o fçm qundo estiverem sindo de serviço. 2º É fcultdo todo militr relizr o TAF em pens um di, porém ele terá pens um oportunidde de execução dos exercícios, não podendo repetir estes em outro di, cso não tenh obtido médi finl necessári, ssumindo inteir responsbilidde pelo desempenho verigudo. SEÇÃO IV Ds modliddes de exercícios Art. 15 As modliddes de exercícios que compõem o TAF do CBMMS do grupo dministrtivo / opercionl, bixo relcionds são: I Abdominl Estilo Remdor II Corrid -de 12 minutos III Flexão de Brr Fix IV Flexão de brr fix (Isométric pr o feminino em substituição à Brr Fix) V Flexão de Brço (com poio de frente o solo) VI Ntção metros estilo Crwl 1º Os exercícios deverão ser executdos conforme descrição no ANEXO A e B, no msculino (TABELA I, II,III, IV, V, VII) e no feminino (TABELA I II III IV V) dest norm. Art. 16 As modliddes de exercícios que compõem o TAF do CBMMS, do grupo especil, bixo relcionds são: I Abdominl Estilo Remdor II Corrid - 12 minutos III Flexão de Brr Fix

7 7 IV Flexão de brr fix (Isométric pr o feminino em substituição à Brr Fix) V Flexão de Brço (com poio de frente o solo) VI Ntção 100 metros estilo Crwl VII Subid no Cbo Verticl 1º Os exercícios deverão ser executdos conforme descrição no ANEXO C e D,no msculino (TABELA I, II, III, IV, V, VI, VII) e no feminino (TABELA I, II, III, IV, V, VI, VII) dest norm. SEÇÃO V Dos progrms de treinmentos Art. 17 Os Comndntes de GBs, SGBs e d Ajudânci Gerl encminhrão os resultdos do TAF investigtivo/dignóstico, com médi finl e pontução obtid por cd bombeiro militr à 3ª Seção do EMG/CBMMS um semn pós relizção, conforme o 1º e 2º do rt. 11, onde será nomed um comissão de instrutores e monitores de Educção Físic do CBMMS, pr nlisr os resultdos e propor um progrm de treinmento, tendendo s necessiddes de cd OBM. 1º A comissão terá o przo de quinze dis pr presentção do progrm de treinmento, visndo preprção físic dos militres pr o primeiro TAF e será relizdo o mesmo procedimento pr relizção do undo TAF. SEÇÃO V Do cálculo d médi finl Art. 18 A médi finl pr os militres do sexo msculino com idde inferior 40 (qurent) nos, do grupo opercionl/dministrtivo, será clculd por meio do somtório ds pontuções obtids ns modliddes de exercícios, conforme nexo A, de cordo com fórmul uir: MF (médi-finl) = (ABD) + (COR) + (FBRÇ) + (NAT)+ (FBAR) 5 Art. 19 A médi finl pr os militres do sexo msculino com idde igul ou superior 40 (qurent) nos, do grupo opercionl/dministrtivo, será clculd por meio do somtório ds pontuções obtids ns modliddes de exercícios, conforme nexo A, de cordo com fórmul uir: MF (médi-finl) = (ABD) + (COR) + (FBRÇ) + (NAT) 4 Art. 20 A médi finl pr os militres do sexo feminino com idde inferior 40 (qurent) nos, do grupo opercionl dministrtivo, será clculd trvés do somtório ds pontuções obtids ns modliddes de exercícios, conforme nexo B, de cordo com fórmul uir: MF (méd. finl) =(ABD) + (COR) + (FBRÇ) + (NAT)+ (FBARFIX-ISOM) 5 Art. 21 A médi finl pr os militres do sexo feminino com idde igul ou superior 40 (qurent) nos, do grupo opercionl/dministrtivo, será clculd undo o somtório ds pontuções obtids ns modliddes de exercícios, conforme nexo B e com seus respectivos pesos, de cordo com fórmul uir: MF (médi-finl) = (ABD) + (COR) + (FBRÇ) + (NAT)

8 8 4 Art. 22 A médi finl pr os militres dos sexos msculino e feminino com idde inferior 40(qurent) nos que estiverem no grupo especil, será clculd por meio do somtório ds pontuções obtids ns modliddes de exercícios, conforme nexo C e D, de cordo com fórmul uir: MF (médi-finl)=(abd)+(cor)+(fbrç)+(nat)+(fbar)+(svtc) 6 Art. 23 A médi finl pr os militres dos sexos msculino e feminino com idde igul ou superior 40(qurent) nos que estiverem no grupo especil, será clculd conforme do somtório ds pontuções obtids ns modliddes de exercícios, conforme nexo C e D, de cordo com fórmul uir: MF (médi-finl)=(abd)+(cor)+(fbrç)+(nat)+(svtc) 5 CAPÍTULO III Ds sessões de Educção Físic SEÇÃO I D durção e fses Art. 24 A durção de um sessão de Educção Físic será de 60 minutos e será compost de três prtes, conforme descrição uir: I Prte inicil longmento e quecimento, com durção de 10 (dez) minutos; II Prte principl exercícios físicos, tividdes desportivs e recretivs, com durção de 45 (qurent) minutos; III Prte finl longmento e volt à clm, com durção de 05 (cinco) minutos. Prágrfo único A seção de Educção Físic deverá ser plicd em observânci o o prágrfo 1º do rt. 16 d presente norm. SEÇÃO II D freqüênci Art. 25 A freqüênci de sessão de Educção Físic pr os militres d dministrção de GB s, SGB s e Ajudânci Gerl será de três sessões por semn, n und qurt e sext-feir, sendo relizds no início do expediente. Art. 26 A freqüênci de sessão de Educção Físic pr os militres que concorrem à escl de serviço opercionl será relizd todos os dis pr Gurnição que entr ou si de serviço, sendo fcultdo os finis de semn e feridos. Prágrfo único Os Comndntes dequrão o horário d sessão de Educção Físic como tmbém designção d equipe que prticiprá d sessão. CAPÍTULO IV Dos TAF s pr concursos de seleção e cursos

9 9 SEÇÃO I Dos TAF s dos concursos de seleção Art. 27 Os TAF s dos concursos de seleção, no âmbito do CBMMS, serão regidos pelo editl do concurso, de cordo com s especificiddes inerentes, obedecendo presente norm. Art. 28 As comissões de plicção dos TAF s deverão ser presidids por instrutores de Educção Físic do CBMMS, nomeds pel comissão de seleção. SEÇÃO II Dos TAF s dos cursos Art. 29 Os TAF s nos cursos do CBMMS ficrão sob responsbilidde do Instrutor de Educção Físic, devendo o mesmo tentr pr o fiel cumprimento dest norm. Prágrfo único Qundo não houver disciplin de Educção Físic em curso relizdos n corporção, coordenção do curso deverá designr um instrutor de Educção Físic pr que o mesmo relize um progrm específico de tividdes físics observndo est norm. Art. 30 Os militres em curso relizrão o TAF de cordo com o que prescreve o rt. 28 dest norm.

10 10 ANEXO A GRUPO OPERACIONAL E ADMINISTRATIVO TABELA I BDOMINAL REMADOR (Msculino) 10,00 62 ou mis 59 ou mis 56 ou mis 53 ou mis 50 ou mis 47 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 37 Até 34 Até 31 Até 28 Até 25 Até 22 MODO DE EXECUÇÃO (ABDOMINAL REMADOR) Msculino Posição inicil com o corpo em decúbito dorsl, membros superiores estendidos cim d linh d cbeç e membros inferiores totlmente estendidos, com os clcnhres tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões bdominis (remdor) ininterruptmente; No momento máximo ds flexões, os membros superiores deverão estr completmente estendidos e prlelos o solo, os cotovelos linhdos com os joelhos; As plnts dos pés deverão estr em contto com o solo no momento máximo d flexão bdominl; O ritmo de relizção ds flexões bdominis é opcionl, desde que o movimento bdominl sej ininterrupto; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd TABELA II CORRIDA 12 MINUTOS (Msculino) , ou mis 3000 ou mis 2800 ou mis 2600 ou mis 2400 ou mis 2300 ou mis 09, , ,

11 11 06, , , , MODO DE EXECUÇÃO (CORRIDA - 12 MINUTOS) Msculino O militr deverá correr té o tempo limite de 12 (doze) minutos, o percurso máximo possível, em pist ou circuito de piso regulr e plno; Será ddo pens um sinl pr início do exercício e outro pr o finl; Admite-se execução de trechos em mrch; e se o militr sir d pist ntes do término do tempo, será pens computd distânci já percorrid. TABELA III FLEXÃO NA BARRA FIXA (Msculino) ,00 15 ou mis 13 ou mis 11 ou mis 09, , , , , , ,00 Até ISENTO MODO DE EXECUÇÃO (FLEXÃO NA BARRA FIXA): Msculino Empunhr brr com s mãos n posição de pronção; A distânci entre s mãos deverá corresponder à lrgur d cintur escpulr; Os cotovelos deverão estr totlmente estendidos; Executr sucessivs flexões e extensões complets dos cotovelos; O militr deverá ultrpssr o queixo d bord superior d brr, sem tocá-l; O militr não poderá tocr com os membros inferiores qulquer prte dos suportes lteris d brr ou no solo; Os membros inferiores deverão permnecer cruzdos ou prlelos e não poderão servir de lvnc pr o exercício, não sendo permitido qulquer blnceio do corpo; Não há limites de tempo pr relizção do exercício;

12 12 Não será permitid utilizção de qulquer objeto pr relizção do teste, tis como luvs, espums, ou qulquer outro objeto que venh fcilitr empunhdur n brr; Se o militr, depois de dependurr n brr, ntes de qulquer tenttiv de executr flexão, quiser enxugr brr ou s mãos pr melhor firmá-ls, poderá fzê-lo sem prejuízo o exercício; E qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA IV FLEXÃO DE BRAÇO QUATRO APOIOS (Msculino) 10,00 34 ou mis 32 ou mis 30 ou mis 28 ou mis 26 ou mis 24 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 09 Até 07 Até 05 Até 03 Até 02 Até 01 MODO DE EXECUÇÃO (FLEXÃO DE BRAÇO DE QUATRO APOIOS) Msculino Prtindo d posição de qutro poios: Apoio ds mãos esplmds de frente sobre o solo e cotovelos estendidos; A distânci entre s mãos deverá corresponder à lrgur d cintur escpulr; Membros inferiores estendidos e com s ponts dos pés unids, tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões dos cotovelos ininterruptmente; Durnte relizção, o militr deverá mnter o qudril linhdo com o restnte do corpo; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA V NATAÇÃO ESTILO CRAWL 100mts (Msculino) 10,00 Até 90 Até 95 Até 100 Até 105 Até 110 Até 115

13 13 09, , , , , , ,00 Acim de 150 Acim de 155 Acim de 160 Acim de 165 Acim de 170 Acim de 175 MODO DE EXECUÇÃO (NATAÇÃO ESTILO CRAWL 100mts ) Msculino O militr deverá ndr 100 metros no estilo livre; Admitem-se eventuis prds, não podendo o Bombeiro colocr o pé no fundo d piscin ou urr ns bords; O Bombeiro poderá optr por lrgr do bloco de prtid ou d bord inferior d piscin (dentro); Não poderá ser utilizdo qulquer tipo de equipmento que uxilie o Bombeiro n execução do ndo.

14 14 ANEXO B GRUPO OPERACIONAL E ADMINISTRATIVO TABELA I ABDOMINAL REMADOR (Feminino) 10,00 45 ou mis 42 ou mis 39 ou mis 36 ou mis 33 ou mis 30 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 20 Até 17 Até 14 Até 11 Até 08 Até 05 MODO DE EXECUÇÃO (ABDOMINAL REMADOR) Feminino Posição inicil com o corpo em decúbito dorsl (supinção), membros superiores estendidos cim d linh d cbeç e membros inferiores totlmente estendidos, com os clcnhres tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões bdominis (remdor) ininterruptmente; No momento máximo ds flexões, os membros superiores deverão estr completmente estendidos e prlelos o solo, os cotovelos linhdos com os joelhos; As plnts dos pés deverão estr em contto com o solo no momento máximo d flexão bdominl; O ritmo de relizção ds flexões bdominis é opcionl, desde que o movimento bdominl sej ininterrupto; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA II CORRIDA DE 12 MINUTOS (Feminino) 10, , , , ,

15 15 05, , , MODO DE EXECUÇÃO (CORRIDA 12 MINUTOS) Feminino O militr deverá correr té o tempo limite de 12 (doze) minutos, o percurso máximo possível, em pist ou circuito de piso regulr e plno; Será ddo pens um sinl pr início do exercício e outro pr o finl; Admite-se execução de trechos em mrch; e Se o militr sir d pist ntes do término do tempo, será pens computd distânci já percorrid. TABELA III BARRA FIXA ISOMÉTRICA (feminino) 10,00 09,00 08,00 07,00 06,00 05,00 04,00 03, ou mis ou mis ou mis ISENTO MODO DE EXECUÇÃO ( BARRA FIXA ISOMÉTRICA): FEMININO Empunhr brr com s mãos n posição de pronção; A distânci entre s mãos deverá corresponder à lrgur d cintur escpulr (ombro); Os cotovelos deverão estr totlmente estendidos pr o início do exercício; Executr flexão complet dos cotovelos;

16 16 O militr deverá ultrpssr bord superior d brr com o queixo, sem tocá-l, permnecendo nest posição pr o início d contgem de tempo; A contgem do tempo será interrompid cso o militr toque com os membros inferiores qulquer prte dos suportes lteris d brr ou no solo e/ou poir n bord superior d brr com o queixo ; Os membros inferiores deverão permnecer cruzdos ou prlelos, não sendo permitido qulquer blnceio do corpo; Não será permitid utilizção de qulquer cessório pr relizção do teste, tis como luvs, espums, ou qulquer outro objeto que venh fcilitr empunhdur n brr; Se o militr, depois de dependurr n brr, ntes de qulquer tenttiv de executr flexão, quiser enxugr brr ou s mãos pr melhorr firmá-ls, poderá fzê-lo sem prejuízo pr o exercício; E qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, será imeditmente cessd tomd do tempo. TABELA IV FLEXÃO DE BRAÇO DE SEIS APOIOS (Feminino) 10,00 30 ou mis 29 ou mis 28 ou mis 27 ou mis 25 ou mis 22 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 06 Até 05 Até 04 Até 03 Até 02 Até 01 MODO DE EXECUÇÃO (FLEXÃO DE BRAÇO DE SEIS APOIOS) Prtindo d posição de seis poios: Feminino Apoio ds mãos de frente sobre o solo e cotovelos estendidos; Os joelhos e pont dos pés tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões dos cotovelos ininterruptmente; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA V

17 17 NATAÇÃO ESTILO CRAWL 100mts (Feminino) 10,00 Até 120 Até 125 Até 130 Até 135 Até 140 Até , , , , , , ,00 Acim de 180 Acim de 185 Acim de 190 Acim de 195 Acim de 200 Acim de 205 MODO DE EXECUÇÃO (NATAÇÃO ESTILO CRAWL 100mts) Feminino A executnte deverá ndr 100 metros no estilo livre; Admitem-se eventuis prds, não podendo Bombeir colocr o pé no fundo d piscin ou urr ns bords; A Bombeir poderá optr por lrgr do bloco de prtid ou d bord inferior d piscin (dentro); Não poderá ser utilizdo qulquer tipo de equipmento que uxilie Bombeir n execução do ndo.

18 18 ANEXO C GRUPO ESPECIAL (CURSO) TABELA I ABDOMINAL REMADOR (Msculino) 10,00 62 ou mis 59 ou mis 56 ou mis 53 ou mis 50 ou mis 47 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 37 Até 34 Até 31 Até 28 Até 25 Até 22 MODO DE EXECUÇÃO (ABDOMINAL REMADOR) Msculino Posição inicil com o corpo em decúbito dorsl (supinção), membros superiores estendidos cim d linh d cbeç e membros inferiores totlmente estendidos, com os clcnhres tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões bdominis (remdor) ininterruptmente; No momento máximo ds flexões, os membros superiores deverão estr completmente estendidos e prlelos o solo, os cotovelos linhdos com os joelhos; As plnts dos pés deverão estr em contto com o solo no momento máximo d flexão bdominl; O ritmo de relizção ds flexões bdominis é opcionl, desde que o movimento bdominl sej ininterrupto; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA II CORRIDA - 12 MINUTOS (Msculino) 10, ou mis 3000 ou mis 2800 ou mis 2600 ou mis 2400 ou mis 2300 ou mis 09, , , , , ,

19 19 03, MODO DE EXECUÇÃO (CORRIDA - 12 MINUTOS) Msculino O militr deverá correr té o tempo limite de 12 (doze) minutos, o percurso máximo possível, em pist ou circuito de piso regulr e plno; Será ddo pens um sinl pr início do exercício e outro pr o finl; Admite-se execução de trechos em mrch; e se o militr sir d pist ntes do término do tempo, será pens computd distânci já percorrid. TABELA III FLEXÃO NA BARRA FIXA (Msculino) ,00 15 ou mis 13 ou mis 11 ou mis 09, , , , , , ,00 Até ISENTO MODO DE EXECUÇÃO (FLEXÃO NA BARRA FIXA): Msculino Empunhr brr com s mãos n posição de pronção; A distânci entre s mãos deverá corresponder à lrgur d cintur escpulr; Os cotovelos deverão estr totlmente estendidos; Executr sucessivs flexões e extensões complets dos cotovelos; O militr deverá ultrpssr o queixo d bord superior d brr, sem tocá-l; O militr não poderá tocr com os membros inferiores qulquer prte dos suportes lteris d brr ou no solo; Os membros inferiores deverão permnecer cruzdos ou prlelos e não poderão servir de lvnc pr o exercício, não sendo permitido qulquer blnceio do corpo; Não há limites de tempo pr relizção do exercício;

20 20 Não será permitid utilizção de qulquer objeto pr relizção do teste, tis como luvs, espums, ou qulquer outro objeto que venh fcilitr empunhdur n brr; Se o militr, depois de dependurr n brr, ntes de qulquer tenttiv de executr flexão, quiser enxugr brr ou s mãos pr melhor firmá-ls, poderá fzê-lo sem prejuízo o exercício; E qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA IV FLEXÃO DE BRAÇO QUATRO APOIOS (Msculino) 10,00 34 ou mis 32 ou mis 30 ou mis 28 ou mis 26 ou mis 24 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 09 Até 07 Até 05 Até 03 Até 02 Até 01 MODO DE EXECUÇÃO (FLEXÃO DE BRAÇO DE QUATRO APOIOS) Msculino Prtindo d posição de qutro poios: Apoio ds mãos esplmds de frente sobre o solo e cotovelos estendidos; A distânci entre s mãos deverá corresponder à lrgur d cintur escpulr; Membros inferiores estendidos e com s ponts dos pés unids, tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões dos cotovelos ininterruptmente; Durnte relizção, o militr deverá mnter o qudril linhdo com o restnte do corpo; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA V NATAÇÃO ESTILO CRAWL 100mts (Msculino) 10,00 Até 90 Até 95 Até 100 Até 105 Até 110 Até 115

21 21 09, , , , , , ,00 Acim de 150 Acim de 155 Acim de 160 Acim de 165 Acim de 170 Acim de 175 MODO DE EXECUÇÃO (NATAÇÃO ESTILO CRAWL 100mts) Msculino O militr deverá ndr 100 metros no estilo livre; Admitem-se eventuis prds, não podendo o Bombeiro colocr o pé no fundo d piscin ou urr ns bords; O Bombeiro poderá optr por lrgr do bloco de prtid ou d bord inferior d piscin (dentro); Não poderá ser utilizdo qulquer tipo de equipmento que uxilie o Bombeiro n execução do ndo. TABELA VII SUBIDA NO CABO VERTICAL (Msculino) 6,0 mts ou 5,5 mts ou 5,0 mts ou ,00 mis mis mis 09,00 5,5 mts 5,0 mts 4,5 mts ,00 5,0 mts 4,5 mts 4,0 mts ,00 4,5 mts 4,0 mts 3,5 mts ,00 4,0 mts 3,5 mts 3,0 mts ,00 3,5 mts 3,0 mts 2,5 mts ,00 3,0 mts 2,5 mts 2,0 mts ,00 Até 2,5 mts Até 2,0 mts Até 1,5 mts - - MODO DE EXECUÇÃO (SUBIDA EM CABO VERTICAL) Msculino

22 22 O Bombeiro Militr deverá prtir d posição em pé com os brços estendidos cim d cbeç, pendurndo-se n cord (cbo) Deverá executr subid n cord n trção sem o uxílio ds perns, té o ponto mis lto que conuir dentro de su fix etári; O ritmo d subid é opção do bombeiro, dmitindo-se possíveis prds, porém, sem utilizr s perns como poio; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; A subid deverá ser relizd com urnç (equipmentos próprios pr tividdes em ltur). A mrcção, de 0,0m (zero) no cbo, deverá estr um ltur de dois metros do solo.

23 23 ANEXO D GRUPO ESPECIAL (CURSO) TABELA I ABDOMINAL REMADOR (Feminino) 10,00 45 ou mis 42 ou mis 39 ou mis 36 ou mis 33 ou mis 30 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 20 Até 17 Até 14 Até 11 Até 08 Até 05 MODO DE EXECUÇÃO (ABDOMINAL REMADOR) Feminino Posição inicil com o corpo em decúbito dorsl, membros superiores estendidos cim d linh d cbeç e membros inferiores totlmente estendidos, com os clcnhres tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões bdominis (remdor) ininterruptmente; No momento máximo ds flexões, os membros superiores deverão estr completmente estendidos e prlelos o solo, os cotovelos linhdos com os joelhos; As plnts dos pés deverão estr em contto com o solo no momento máximo d flexão bdominl; O ritmo de relizção ds flexões bdominis é opcionl, desde que o movimento bdominl sej ininterrupto; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd.

24 24 TABELA II CORRIDA DE 12 MINUTOS (Feminino) 10, , , , , , , , MODO DE EXECUÇÃO (CORRIDA 12 MINUTOS) Feminino O militr deverá correr té o tempo limite de 12 (doze) minutos, o percurso máximo possível, em pist ou circuito de piso regulr e plno; Será ddo pens um sinl pr início do exercício e outro pr o finl; Admite-se execução de trechos em mrch; e Se o militr sir d pist ntes do término do tempo, será pens computd distânci já percorrid. TABELA III FLEXÃO NA BARRA FIXA (Feminino) ,00 13 ou mis 12 ou mis 11 ou mis 09, , , , , , ISENTO 03,00 Até 03 Até 02 Até 01 MODO DE EXECUÇÃO (FLEXÃO NA BARRA FIXA) Feminino Empunhr brr com s mãos n posição de pronção; Os cotovelos totlmente estendidos;

25 25 A distânci entre s mãos deverá corresponder à lrgur d cintur escpulr; Deverá mnter os pés unidos e poir pens os clcnhres no solo; Executr sucessivs flexões e extensões complets dos cotovelos; O militr deverá mnter o corpo num posição digonl, formndo um ângulo de proximdmente 45º (qurent e cinco grus) com o solo, no momento finl d execução do exercício; O militr deverá ultrpssr o queixo d bord superior d brr sem tocá-l; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; Não será permitid utilizção de qulquer objeto pr relizção do teste, tis como luvs, espums, ou qulquer outro objeto que venh fcilitr empunhdur n brr; Se o militr, depois de dependurr n brr, ntes de qulquer tenttiv de executr flexão, quiser enxugr brr ou s mãos pr melhor firmá-ls, poderá fzê-lo sem prejuízo o exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd. TABELA IV FLEXÃO DE BRAÇO DE SEIS APOIOS (Feminino) 10,00 30 ou mis 29 ou mis 28 ou mis 27 ou mis 25 ou mis 22 ou mis 09, , , , , , ,00 Até 06 Até 05 Até 04 Até 03 Até 02 Até 01 MODO DE EXECUÇÃO (FLEXÃO DE BRAÇO DE SEIS APOIOS) Prtindo d posição de seis poios: Feminino Apoio ds mãos de frente sobre o solo e cotovelos estendidos; Os joelhos e pont dos pés tocndo o solo; Executr sucessivs flexões e extensões dos cotovelos ininterruptmente; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; e Qulquer execução do exercício que não sej conforme os prâmetros cim, repetição não será computd.

26 26 TABELA V NATAÇÃO ESTILO CRAWL 100mts (Feminino) 10,00 Até 120 Até 125 Até 130 Até 135 Até 140 Até , , , , , , ,00 Acim de 180 Acim de 185 Acim de 190 Acim de 195 Acim de 200 Acim de 205 MODO DE EXECUÇÃO (NATAÇÃO ESTILO CRAWL) 100mts Feminino A executnte deverá ndr 100 metros no estilo livre; Admitem-se Bombeiro Militr eventuis prds, não podendo contudo colocr o pé no fundo d piscin ou urr ns bords; A Bombeir poderá optr por lrgr do bloco de prtid ou d bord inferior d piscin (dentro); Não poderá ser utilizdo qulquer tipo de equipmento que uxilie Bombeir n execução do ndo. TABELA VII SUBIDA NO CABO VERTICAL (Feminino) 10,00 4,00 mts ou mis 3,5 mts ou mis 3,0 mts ou mis ,00 3,60 mts 3,10 mts 2,60 mts ,00 3,20 mts 2,70 mts 2,20 mts ,00 2,80 mts 2,30 mts 1,80 mts ,00 2,40 mts 1,90 mts 1,2 mts ,00 2,00 mts 1,50 mts 0,8 mts - - -

27 27 04,00 1,60 mts 1,10 mts 0,4 mts ,00 1,20 mts 0,70 mts 0,2 mts MODO DE EXECUÇÃO (SUBIDA EM CABO VERTICAL) Feminino A Bombeir deverá executr subid n cord n trção e com o uxilio ds perns, té o ponto que conuir dentro de su fix etári; A prtir d posição em pé com os brços estendidos cim d cbeç deverá pendurr-se n cord; O ritmo d subid é opção do bombeiro, dmitindo-se possíveis prds, porém, sem utilizr s perns como poio; Não há limite de tempo pr relizção do exercício; A subid deverá ser relizd com urnç. A mrcção, de 0,0mt (zero) no cbo, deverá estr n ltur de um metro e setent do solo.

PLANO DE AÇÃO NEAD - ANO LETIVO 2014

PLANO DE AÇÃO NEAD - ANO LETIVO 2014 PLANO DE AÇÃO NEAD - ANO LETIVO 2014 APRENTAÇÃO: O NEAD, por meio de sus Coordenções de Cursos, Pedgógics de Tutori e de Polo é um unidde de gestão, com competênci pr executr s polítics e diretrizes d

Leia mais

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno

Leia mais

ITEM PARA DIÁRIO OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR ITEM Nº 03/2011-CRH/3

ITEM PARA DIÁRIO OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR ITEM Nº 03/2011-CRH/3 ITEM PARA DIÁRIO OFICIAL DA POLÍCIA MILITAR ITEM Nº 03/2011-CRH/3 GABINETE DO COMANDANTE GERAL PORTARIA N. 05/2011-CRH/3 Tendo em vist necessidde de Especilizr Policiis Militres pr turem no Grupo de Rdioptrulh

Leia mais

Ofertas n.º 1187; 1188; 1189; 1190 e 1191

Ofertas n.º 1187; 1188; 1189; 1190 e 1191 Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividdes Lúdico Expressivs Ligção d Escol o Meio Oferts n.º

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira 04/09/2015 Coorden Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente 2015 Etec Profª Ermelind Ginnini Teixeir Código: 187 Município: Sntn

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE TECNOLOGIA - COPPE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA EDITAL COPPE-PEE/PÓS nº 01/2009 - PROCESSO SELETIVO DE INGRESSO NO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Aula 10 Estabilidade

Aula 10 Estabilidade Aul 0 Estbilidde input S output O sistem é estável se respost à entrd impulso 0 qundo t Ou sej, se síd do sistem stisfz lim y(t) t = 0 qundo entrd r(t) = impulso input S output Equivlentemente, pode ser

Leia mais

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período.

1.8 Não será permitida a inscrição simultânea em mais de 2 (dois) componentes curriculares a serem lecionados no mesmo período. VISO PÚBLICO Nº 04/UNOESC-R/2015 O Reitor d Universidde do Oeste de Snt Ctrin Unoesc, Unoesc Virtul, entidde educcionl, crid pel Lei Municipl nº 545/68 e estruturd de direito privdo, sem fins lucrtivos,

Leia mais

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição ESTATÍSTICA APLICADA 1 Introdução à Esttístic 1.1 Definição Esttístic é um áre do conhecimento que trduz ftos prtir de nálise de ddos numéricos. Surgiu d necessidde de mnipulr os ddos coletdos, com o objetivo

Leia mais

COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA Calendário Acadêmico 1º Semestre 2016

COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA Calendário Acadêmico 1º Semestre 2016 COLEGIADO DO CURSO DE PEDAGOGIA Clendário Acdêmico 1º Semestre 2016 DEZEMBRO / 20 14 21ª segund qurt Período de inscrição à colção de gru pelos prováveis formndos do 2º período letivo de 20, ns Uniddes

Leia mais

Oferta n.º As funções serão exercidas nos Estabelecimentos de Ensino de 1º Ciclo Ensino Básico da rede pública do Concelho da Maia.

Oferta n.º As funções serão exercidas nos Estabelecimentos de Ensino de 1º Ciclo Ensino Básico da rede pública do Concelho da Maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Atividde Físic e Desportiv Ofert n.º 1257 A Câmr Municipl Mi

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Administrção Centrl Unidde de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plno de Trblho Docente 2014 Etec: Pulino Botelho Ensino Técnico Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: AMBIENTE E SAÚDE Hbilitção

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plno de Trblho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROF. MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Hbilitção Profissionl:Técnic de Nível Médio de TÉCNICO EM CONTABILIDADE

Leia mais

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno

Leia mais

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU 1 ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU EDITAL UFU/PREFE/044/2010 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO(A) A Pró-reitori de Grdução d Universidde Federl de Uberlândi, mprd no rtigo 248 ds Norms de Grdução

Leia mais

Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa

Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa Integrção Numéric Diogo Pinheiro Fernndes Pedros Universidde Federl do Rio Grnde do Norte Centro de Tecnologi Deprtmento de Engenhri de Computção e Automção http://www.dc.ufrn.br/ 1 Introdução O conceito

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES MATRIZES

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES MATRIZES Universidde Federl do Rio Grnde FURG Instituto de Mtemátic, Esttístic e Físic IMEF Editl - CAPES MATRIZES Prof. Antônio Murício Medeiros Alves Profª Denise Mri Vrell Mrtinez Mtemátic Básic pr Ciêncis Sociis

Leia mais

Técnicas de Análise de Circuitos

Técnicas de Análise de Circuitos Coordendori de utomção Industril Técnics de nálise de Circuitos Eletricidde Gerl Serr 0/005 LIST DE FIGURS Figur - Definição de nó, mlh e rmo...3 Figur LKC...4 Figur 3 Exemplo d LKC...5 Figur 4 plicção

Leia mais

GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM

GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA IP-RAM Proc. Nº 201 /FE/ Cndidtur o Progrm Formção Emprego (FE) (Portri 190/2014 de 6 de novembro) (O

Leia mais

Aos pais e professores

Aos pais e professores MAT3_015_F01_5PCImg.indd 9 9/09/16 10:03 prcels ou termos som ou totl Pr dicionres mentlmente, podes decompor os números e dicioná-los por ordens. 136 + 5 = (100 + 30 + 6) + (00 + 50 + ) 300 + 80 + 8 MAT3_015_F0.indd

Leia mais

FORÇA LONGITUDINAL DE CONTATO NA RODA

FORÇA LONGITUDINAL DE CONTATO NA RODA 1 ORÇA LONGITUDINAL DE CONTATO NA RODA A rod é o elemento de vínculo entre o veículo e vi de tráfego que permite o deslocmento longitudinl, suportndo crg verticl e limitndo o movimento lterl. Este elemento

Leia mais

1 Distribuições Contínuas de Probabilidade

1 Distribuições Contínuas de Probabilidade Distribuições Contínus de Probbilidde São distribuições de vriáveis letóris contínus. Um vriável letóri contínu tom um numero infinito não numerável de vlores (intervlos de números reis), os quis podem

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM Inspeção visul de emblgens de microesfers de vidro retrorrefletivs Norm Rodoviári DNER-PRO /9 Procedimento Págin de RESUMO Este documento, que é um norm técnic, estbelece s condições que devem ser observds

Leia mais

Sistems Lineres Form Gerl onde: ij ij coeficientes n n nn n n n n n n b... b... b...

Sistems Lineres Form Gerl onde: ij ij coeficientes n n nn n n n n n n b... b... b... Cálculo Numérico Módulo V Resolução Numéric de Sistems Lineres Prte I Profs.: Bruno Correi d Nóbreg Queiroz José Eustáquio Rngel de Queiroz Mrcelo Alves de Brros Sistems Lineres Form Gerl onde: ij ij coeficientes

Leia mais

Material envolvendo estudo de matrizes e determinantes

Material envolvendo estudo de matrizes e determinantes E. E. E. M. ÁREA DE CONHECIMENTO DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROFESSORA ALEXANDRA MARIA º TRIMESTRE/ SÉRIE º ANO NOME: Nº TURMA: Mteril envolvendo estudo de mtrizes e determinntes INSTRUÇÕES:. Este

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTE AZUL PAULISTA- SP EDITAL 001/201 SEGUNDA RETIFICAÇÃO CADERNO ENSINO

PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTE AZUL PAULISTA- SP EDITAL 001/201 SEGUNDA RETIFICAÇÃO CADERNO ENSINO SEGUNDA RETIFICAÇÃO A Prefeitur Municipl de Monte Azul Pulist Estdo de São Pulo, usndo de sus tribuições legis nos termos do rtigo 37, inciso IX, d Constituição Federl, sob orgnizção d empres Instituto

Leia mais

3 Teoria dos Conjuntos Fuzzy

3 Teoria dos Conjuntos Fuzzy 0 Teori dos Conjuntos Fuzzy presentm-se qui lguns conceitos d teori de conjuntos fuzzy que serão necessários pr o desenvolvimento e compreensão do modelo proposto (cpítulo 5). teori de conjuntos fuzzy

Leia mais

Edital 005/2017/CCB BOLSA DE AÇÕES EXTENSIONISTAS

Edital 005/2017/CCB BOLSA DE AÇÕES EXTENSIONISTAS Editl 005/2017/CCB BOLSA DE AÇÕES EXTENSIONISTAS 1 DA ABERTURA 1.1 A Universidde Estdul de Goiás (UEG), pesso jurídic de direito público, utrqui do poder executivo estdul, constituíd pel Lei Estdul n.

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

Eletrotécnica TEXTO Nº 7

Eletrotécnica TEXTO Nº 7 Eletrotécnic TEXTO Nº 7 CIRCUITOS TRIFÁSICOS. CIRCUITOS TRIFÁSICOS EQUILIBRADOS E SIMÉTRICOS.. Introdução A quse totlidde d energi elétric no mundo é gerd e trnsmitid por meio de sistems elétricos trifásicos

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Administrção Centrl Plno de Trblho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente, Súde e Segurnç. Hbilitção Profissionl: TÉCNICO DE ENFERMAGEM

Leia mais

6 Conversão Digital/Analógica

6 Conversão Digital/Analógica 6 Conversão Digitl/Anlógic n Em muits plicções de processmento digitl de sinl (Digitl Signl Processing DSP), é necessário reconstruir o sinl nlógico pós o estágio de processmento digitl. Est tref é relizd

Leia mais

ANEXO B REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

ANEXO B REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ANEXO B REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I. INTRODUÇÃO O Trblho de Conclusão do Curso de Grdução em Direito constitui se n elborção de um trblho que contemple um tem relciondo à áre de formção

Leia mais

Oferta n.º 1274; 1275 e 1276

Oferta n.º 1274; 1275 e 1276 Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1274; 1275 e 1276 A Câmr Municipl Mi procede

Leia mais

Incertezas e Propagação de Incertezas. Biologia Marinha

Incertezas e Propagação de Incertezas. Biologia Marinha Incertezs e Propgção de Incertezs Cursos: Disciplin: Docente: Biologi Biologi Mrinh Físic Crl Silv Nos cálculos deve: Ser coerente ns uniddes (converter tudo pr S.I. e tender às potêncis de 10). Fzer um

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA Código: 164 Município: PALMITAL Áre de conhecimento: Ciêncis d Nturez, Mtemátic e sus Tecnologis Componente Curriculr: MATEMÁTICA

Leia mais

UNITAU APOSTILA. SUCESSÃO, PA e PG PROF. CARLINHOS

UNITAU APOSTILA. SUCESSÃO, PA e PG PROF. CARLINHOS ESCOLA DE APLICAÇÃO DR. ALFREDO JOSÉ BALBI UNITAU APOSTILA SUCESSÃO, PA e PG PROF. CARLINHOS NOME DO ALUNO: Nº TURMA: blog.portlpositivo.com.br/cpitcr 1 SUCESSÃO OU SEQUENCIA NUMÉRICA Sucessão ou seqüênci

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO DISCIPLINA: (12º Ano Turm M) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Teres Sous Docente Teres Bstos Ano Letivo 2015/2016 Competêncis

Leia mais

Sub-rede Zero e toda a sub-rede

Sub-rede Zero e toda a sub-rede Sub-rede Zero e tod sub-rede Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizdos Convenções Sub-rede zero A sub-rede unificd Problems com sub-rede zero e com sub-rede tudo um Sub-rede zero

Leia mais

GRUPO I. Espaço de rascunho: G 2 10

GRUPO I. Espaço de rascunho: G 2 10 GRUPO I I.1) Considere o seguinte grfo de estdos de um problem de procur. Os vlores presentdos nos rcos correspondem o custo do operdor (cção) respectivo, enqunto os vlores nos rectângulos correspondem

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (11º Ano Turma N)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (11º Ano Turma N) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (11º Ano Turm N) PLANIFICAÇÃO ANUAL Director do Curso Teres Sous Docente Sndr Teixeir

Leia mais

PROGRAMA BOLSA DE ESTUDOS 2016

PROGRAMA BOLSA DE ESTUDOS 2016 PROGRAMA BOLSA DE ESTUDOS 2016 DAS INFORMAÇÕES GERAIS O presente editl destin-se regulr renovção de Bolss de Estudos Assistenciis, pelo Liceu Slesino Noss Senhor Auxilidor, pr uso do beneficio no no letivo

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA B DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 735) 1ª FASE 23 DE JUNHO 2015 GRUPO I

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA B DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 735) 1ª FASE 23 DE JUNHO 2015 GRUPO I Associção de Professores de Mtemátic Contctos: Ru Dr. João Couto, n.º 27-A 1500-236 Lisbo Tel.: +351 21 716 36 90 / 21 711 03 77 Fx: +351 21 716 64 24 http://www.pm.pt emil: gerl@pm.pt PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

Leia mais

ESTÁTICA DO SISTEMA DE SÓLIDOS.

ESTÁTICA DO SISTEMA DE SÓLIDOS. Definições. Forçs Interns. Forçs Externs. ESTÁTIC DO SISTEM DE SÓLIDOS. (Nóbreg, 1980) o sistem de sólidos denomin-se estrutur cuj finlidde é suportr ou trnsferir forçs. São quels em que ção e reção, pertencem

Leia mais

Quantidade de oxigênio no sistema

Quantidade de oxigênio no sistema EEIMVR-UFF Refino dos Aços I 1ª Verificção Junho 29 1. 1 kg de ferro puro são colocdos em um forno, mntido 16 o C. A entrd de oxigênio no sistem é controld e relizd lentmente, de modo ir umentndo pressão

Leia mais

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

Conversão de Energia II

Conversão de Energia II Deprtmento de ngenhri létric Aul 6. Máquins íncrons Prof. João Américo ilel Máquins íncrons Crcterístics vzio e de curto-circuito Curv d tensão terminl d rmdur vzio em função d excitção de cmpo. Crctéristic

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

CONCURSO DE SELEÇÃO 2003 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

CONCURSO DE SELEÇÃO 2003 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CONCURSO DE SELEÇÃO 003 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO 41100 0$7(0É7,&$ RESOLUÇÃO PELA PROFESSORA MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA $ LOXVWUDomR TXH VXEVWLWXL D RULJLQDO GD TXHVWmR H DV GDV UHVROXo}HV

Leia mais

81,9(56,'$'( )('(5$/ '2 5,2 '( -$1(,52 &21&8562 '( 6(/(d 2 0$7(0É7,&$

81,9(56,'$'( )('(5$/ '2 5,2 '( -$1(,52 &21&8562 '( 6(/(d 2 0$7(0É7,&$ 81,9(56,'$'( )('(5$/ ' 5, '( -$1(,5 &1&856 '( 6(/(d 0$7(0É7,&$ -867,),48( 7'$6 $6 68$6 5(667$6 De um retângulo de 18 cm de lrgur e 48 cm de comprimento form retirdos dois qudrdos de ldos iguis 7 cm, como

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira 04/09/2015 Coorden Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente 2015 Etec Profª Ermelind Ginnini Teixeir Código: 187 Município: Sntn

Leia mais

O Jogo e as Histórias Musicadas

O Jogo e as Histórias Musicadas Tem Vocbulário Musicl Utilizr Competêncis O Jogo e s Históris Musicds Ouvir identificndo s quliddes musicis do som; Combinr lturs, durções, dinâmics, tempos e texturs pr descrever determindos tipos de

Leia mais

ESMAFE/PR Escola da Magistratura Federal do Paraná

ESMAFE/PR Escola da Magistratura Federal do Paraná ESMAFE/PR Escol d Mgistrtur Federl do Prná Curso Regulr Preprtório pr Crreir d Mgistrtur Federl com opção de Pós-Grdução ltu sensu em Direito Público em prceri com UniBrsil - Fculddes Integrds do Brsil

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLV 243 Brsíli - DF, segund-feir, 15 de dezembro de 2008. Sumário PÁGINA Atos do Poder Judiciário... 1 Atos do Poder Executivo... 1 Presidênci d Repúblic... 104 Ministério d Agricultur,

Leia mais

Internação WEB IAMSPE v docx. Manual de Atendimento

Internação WEB IAMSPE v docx. Manual de Atendimento Mnul de Atendimento ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 SUPORTE DA MEDLINK VIA LINK DÚVIDAS... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 CENTRAIS DE ATENDIMENTO...

Leia mais

Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é,

Matemática Aplicada. A Mostre que a combinação dos movimentos N e S, em qualquer ordem, é nula, isto é, Mtemátic Aplicd Considere, no espço crtesino idimensionl, os movimentos unitários N, S, L e O definidos seguir, onde (, ) R é um ponto qulquer: N(, ) (, ) S(, ) (, ) L(, ) (, ) O(, ) (, ) Considere ind

Leia mais

PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA BLOCO I IDENTIFICAÇÃO. (não preencher)

PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA BLOCO I IDENTIFICAÇÃO. (não preencher) ROGRAD 07 CURSO DE GRADUAÇÃO: FONOAUDIOLOGIA SÉRIE: SEMESTRE LETIVO DO ANO: 07 ( ) º SEMESTRE ( ) º SEMESTRE (X) º e º SEMESTRES LANO DE ENSINO DA DISCILINA BLOCO I IDENTIFICAÇÃO Código d Disciplin: Nome

Leia mais

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia.

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1260 A Câmr Municipl Mi procede à bertur do

Leia mais

Relações em triângulos retângulos semelhantes

Relações em triângulos retângulos semelhantes Observe figur o ldo. Um escd com seis degrus está poid em num muro de m de ltur. distânci entre dois degrus vizinhos é 40 cm. Logo o comprimento d escd é 80 m. distânci d bse d escd () à bse do muro ()

Leia mais

INSS 2014 Regime Jurídico único e Ética no Serviço Público João Paulo

INSS 2014 Regime Jurídico único e Ética no Serviço Público João Paulo De vlidde de concurso público Pr o nomedo tomr posse Pr o servidor entrr em exercício De estágio probtório Pr dquirir estbilidde Pr o servidor em débito com o erário, que for demitido, exonerdo ou que

Leia mais

Comprimento de arco. Universidade de Brasília Departamento de Matemática

Comprimento de arco. Universidade de Brasília Departamento de Matemática Universidde de Brsíli Deprtmento de Mtemátic Cálculo Comprimento de rco Considerefunçãof(x) = (2/3) x 3 definidnointervlo[,],cujográficoestáilustrdo bixo. Neste texto vmos desenvolver um técnic pr clculr

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA Código: 164 Município: PALMITAL Áre de conhecimento: Ciêncis d Nturez, Mtemátic e sus Tecnologis Componente Curriculr: FÍSICA

Leia mais

Faculdade de Computação

Faculdade de Computação UNIVERIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Fculdde de Computção Disciplin : Teori d Computção Professor : ndr de Amo Revisão de Grmátics Livres do Contexto (1) 1. Fzer o exercicio 2.3 d págin 128 do livro texto

Leia mais

Seu pé direito nas melhores faculdades

Seu pé direito nas melhores faculdades MTMÁTI Seu pé direito ns melhores fculddes 0. João entrou n lnchonete OG e pediu hmbúrgueres, suco de lrnj e cocds, gstndo $,0. N mes o ldo, lgums pessos pedirm 8 hmbúrgueres, sucos de lrnj e cocds, gstndo

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA B DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 735) 1ª FASE 23 DE JUNHO 2015 GRUPO I

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA B DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 735) 1ª FASE 23 DE JUNHO 2015 GRUPO I PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA B DO ENSINO SECUNDÁRIO (CÓDIGO DA PROVA 735) 1ª FASE 23 DE JUNHO 2015 GRUPO I 1. A função objetivo é o lucro e é dd por L(x, y) = 30x + 50y. Restrições: x 0

Leia mais

O Jogo e as Histórias Musicadas

O Jogo e as Histórias Musicadas Tem Vocbulário Musicl Utilizr Competêncis O Jogo e s Históris Musicds Ouvir identificndo s quliddes musicis do som; Combinr lturs, durções, dinâmics, tempos e texturs pr descrever determindos tipos de

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Anadia INFORMAÇÃO PROVA FINAL DE CICLO MATEMÁTICA PROVA º CICLO DO ENSINO BÁSICO. 1. Introdução

Agrupamento de Escolas de Anadia INFORMAÇÃO PROVA FINAL DE CICLO MATEMÁTICA PROVA º CICLO DO ENSINO BÁSICO. 1. Introdução Agrupmento de Escols de Andi INFORMAÇÃO PROVA FINAL DE CICLO MATEMÁTICA PROVA 52 2015 2º CICLO DO ENSINO BÁSICO 1. Introdução O presente documento vis divulgr s crcterístics d prov finl do 2.º ciclo do

Leia mais

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos 3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC. Ensino Técnico Administrção Centrl Unidde de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plno de Trblho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente, Súde e Segurnç.

Leia mais

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE;

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE; http://www.mm.gov.br/port/conm/res/res97/res22697.html Pge 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 226, DE 20 DE AGOSTO DE 1997 O Conselho Ncionl do Meio Ambiente - CONAMA, no uso ds tribuições que lhe são conferids

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 13:29 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES DETERMINANTES

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES DETERMINANTES Universidde Federl do Rio Grnde FURG Instituto de Mtemátic, Esttístic e Físic IMEF Editl - APES DETERMINANTES Prof Antônio Murício Medeiros Alves Profª Denise Mri Vrell Mrtinez Mtemátic Básic pr iêncis

Leia mais

2 Patamar de Carga de Energia

2 Patamar de Carga de Energia 2 Ptmr de Crg de Energi 2.1 Definição Um série de rg de energi normlmente enontr-se em um bse temporl, ou sej, d unidde dess bse tem-se um informção d série. Considerndo um bse horári ou semi-horári, d

Leia mais

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY IDENTIFICAÇÃO Curso: Engenhri Químic PLANO DE ENSINO Período/Módulo: 6 o Período Disciplin/Unidde Curriculr: Cálculo Numérico Código: CE259

Leia mais

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Aplicações da Integral

Resumo com exercícios resolvidos do assunto: Aplicações da Integral www.engenhrifcil.weely.com Resumo com exercícios resolvidos do ssunto: Aplicções d Integrl (I) (II) (III) Áre Volume de sólidos de Revolução Comprimento de Arco (I) Áre Dd um função positiv f(x), áre A

Leia mais

Equilíbrio do indivíduo-consumidor-trabalhador e oferta de trabalho

Equilíbrio do indivíduo-consumidor-trabalhador e oferta de trabalho Equilíbrio do indivíduo-consumidor-trblhdor e ofert de trblho 6 1 Exercício de plicção: Equilíbrio de um consumidor-trblhdor e nálise de estátic comprd Exercícios pr prátic do leitor Neste cpítulo, presentmos

Leia mais

4 SISTEMAS DE ATERRAMENTO

4 SISTEMAS DE ATERRAMENTO 4 SISTEMAS DE ATEAMENTO 4. esistênci de terr Bix frequênci considerr o solo resistivo CONEXÃO À TEA Alt frequênci considerr cpcitânci indutânci e resistênci Em lt frequênci inclui-se s áres de telecomunicções

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL PROFIJ II T2 Ano letivo 2015 / 2016

PLANIFICAÇÃO ANUAL PROFIJ II T2 Ano letivo 2015 / 2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL PROFIJ II T2 Ano letivo 2015 / 2016 CURSO: Instlção e Operção de Sistems Informáticos ANO: 1.º DISCIPLINA: MATEMÁTICA APLICADA DOCENTE: MARTA OLIVEIRA COMPETÊNCIAS Desenvolver: O gosto

Leia mais

AULA 1. 1 NÚMEROS E OPERAÇÕES 1.1 Linguagem Matemática

AULA 1. 1 NÚMEROS E OPERAÇÕES 1.1 Linguagem Matemática 1 NÚMEROS E OPERAÇÕES 1.1 Lingugem Mtemátic AULA 1 1 1.2 Conjuntos Numéricos Chm-se conjunto o grupmento num todo de objetos, bem definidos e discerníveis, de noss percepção ou de nosso entendimento, chmdos

Leia mais

CURSO de FÍSICA - Gabarito

CURSO de FÍSICA - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA o semestre letivo de 010 e 1 o semestre letivo de 011 CURSO de FÍSICA - Gbrito Verifique se este cderno contém: PROVA DE REDAÇÃO com um propost; INSTRUÇÕES

Leia mais

Intenção de Consumo Páscoa

Intenção de Consumo Páscoa Intenção de Consumo A Pásco é um fest religios e um período de intensificção do movimento no comércio, principlmente n busc por chocoltes. Tendo em vist este impcto n tividde comercil, áre de Estudos Econômicos

Leia mais

Nome: N.º: endereço: data: Telefone: PARA QUEM CURSA A 1 a SÉRIE DO ENSINO MÉDIO EM Disciplina: MaTeMÁTiCa

Nome: N.º: endereço: data: Telefone:   PARA QUEM CURSA A 1 a SÉRIE DO ENSINO MÉDIO EM Disciplina: MaTeMÁTiCa Nome: N.º: endereço: dt: Telefone: E-mil: Colégio PARA QUEM CURSA A SÉRIE DO ENSINO MÉDIO EM 05 Disciplin: MTeMÁTiC Prov: desfio not: QUESTÃO 6 O Dr. Mni Aco not os números trvés de um código especil.

Leia mais

ROTAÇÃO DE CORPOS SOBRE UM PLANO INCLINADO

ROTAÇÃO DE CORPOS SOBRE UM PLANO INCLINADO Físic Gerl I EF, ESI, MAT, FQ, Q, BQ, OCE, EAm Protocolos ds Auls Prátics 003 / 004 ROTAÇÃO DE CORPOS SOBRE UM PLANO INCLINADO. Resumo Corpos de diferentes forms deslocm-se, sem deslizr, o longo de um

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

DECivil Secção de Mecânica Estrutural e Estruturas MECÂNICA I ENUNCIADOS DE PROBLEMAS

DECivil Secção de Mecânica Estrutural e Estruturas MECÂNICA I ENUNCIADOS DE PROBLEMAS Eivil Secção de Mecânic Estruturl e Estruturs MEÂNI I ENUNIOS E ROLEMS Fevereiro de 2010 ÍTULO 3 ROLEM 3.1 onsidere plc em form de L, que fz prte d fundção em ensoleirmento gerl de um edifício, e que está

Leia mais

2. Prisma de base hexagonal: formado 8 faces, 2 hexágonos (bases), 6 retângulos (faces laterais).

2. Prisma de base hexagonal: formado 8 faces, 2 hexágonos (bases), 6 retângulos (faces laterais). unifmu Nome: Professor: Ricrdo Luís de Souz Curso de Design Mtemátic Aplicd Atividde Explortóri V Turm: Dt: SÓLIDOS GEOMÉTRICOS: CÁLCULO DE ÁREA SUPERFICIAL E DE VOLUME Objetivo: Conecer e nomer os principis

Leia mais

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Oportunidde de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Mio/2007 1 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FICHA BÁSICA SEGMENTO: Prestção de Serviço Conversão de motores utomotivos (GNV) DESCRIÇÃO: Oficin pr montgem de Kit

Leia mais

GEOMETRIA ESPACIAL. 1) O número de vértices de um dodecaedro formado por triângulos é. 2) O número de diagonais de um prisma octogonal regular é

GEOMETRIA ESPACIAL. 1) O número de vértices de um dodecaedro formado por triângulos é. 2) O número de diagonais de um prisma octogonal regular é GEOMETRIA ESPACIAL 1) O número de vértices de um dodecedro formdo por triângulos é () 6 (b) 8 (c) 10 (d) 15 (e) 0 ) O número de digonis de um prism octogonl regulr é () 0 (b) (c) 6 (d) 40 (e) 60 ) (UFRGS)

Leia mais

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010.

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010. DECRETO Nº 27631 de 22 de bril de 2010. Regulment Períci Médic e Ocupcionl dos servidores municipis d Prefeitur de Gurulhos. SEBASTIÃO DE ALMEIDA, PREFEITO DA CIDADE DE GUARULHOS, no uso de sus tribuições

Leia mais

Nível. Ensino Médio. 2ªFASE 20 de outubro de 2007

Nível. Ensino Médio. 2ªFASE 20 de outubro de 2007 Ensino Médio 2ªFASE 20 de outubro de 2007 Nível 3 Prbéns pelo seu desempenho n 1ª Fse d OBMEP. É com grnde stisfção que contmos gor com su prticipção n 2ª Fse. Desejmos que você fç um bo prov e que el

Leia mais

Curso Básico de Fotogrametria Digital e Sistema LIDAR. Irineu da Silva EESC - USP

Curso Básico de Fotogrametria Digital e Sistema LIDAR. Irineu da Silva EESC - USP Curso Básico de Fotogrmetri Digitl e Sistem LIDAR Irineu d Silv EESC - USP Bses Fundmentis d Fotogrmetri Divisão d fotogrmetri: A fotogrmetri pode ser dividid em 4 áres: Fotogrmetri Geométric; Fotogrmetri

Leia mais

EDITAL INTERNO PROCESSO SELETIVO

EDITAL INTERNO PROCESSO SELETIVO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE FARMÁCIA EDITAL INTERNO PROCESSO SELETIVO 2017.1 1. Inscrições pr o Processo Seletivo: - Período: de 16 de jneiro 16 de fevereiro de 2017 - Locl: Sl do Colegido

Leia mais

Mat.Semana. PC Sampaio Alex Amaral Rafael Jesus. (Roberta Teixeira)

Mat.Semana. PC Sampaio Alex Amaral Rafael Jesus. (Roberta Teixeira) 9 PC Smpio Alex Amrl Rfel Jesus Mt.Semn (Robert Teixeir) Este conteúdo pertence o Descomplic. Está vedd cópi ou reprodução não utorizd previmente e por escrito. Todos os direitos reservdos. CRONOGRAMA

Leia mais

Linguagens Formais e Autômatos (LFA)

Linguagens Formais e Autômatos (LFA) PU-Rio Lingugens Formis e Autômtos (LFA) omplemento d Aul de 21/08/2013 Grmátics, eus Tipos, Algums Proprieddes e Hierrqui de homsky lrisse. de ouz, 2013 1 PU-Rio Dic pr responder Pergunts finis d ul lrisse.

Leia mais