FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO"

Transcrição

1 FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos

2

3 Objetivos desta unidade: Ao final desta unidade, o aluno deverá ser capaz de: 1. Definir os conceitos de organização (como entidade e como função), de estrutura organizacional e de organograma. 2. Entender o conceito de especialização no trabalho e suas implicações. 3. Conhecer os tipos de departamentalização. 4. Saber as vantagens e desvantagens da centralização e da descentralização.

4 Conceitos de Organização Vimos na primeira unidade que organização pode ser definida tanto como uma entidade social ou como uma função da administração. Como entidade social, Sobral e Peci (2013, p. 251) definem organização como um grupo estruturado de pessoas que atuam em conjunto para alcançar objetivos comuns. Como uma função da administração, os mesmos autores definem organização como o processo de distribuição do trabalho, recursos e autoridade pelos membros da organização. Usando uma metáfora, o planejamento enxerga um futuro, definindo-o como objetivos a serem alcançados. A organização é responsável em encontrar as pessoas certas e os recursos necessários para tornar estes objetivos possíveis.

5 O Processo da Organização Como toda função da administração, o processo de organizar exige tomadas de decisão. No caso específico da função de organização, organizar envolve dois processos distintos: Diferenciação Consiste em dividir atividades e tarefas, agrupando-os em departamentos especializados. Sobral e Peci (2013, p. 252) nos lembram que a divisão do trabalho é um dos pressupostos básicos da existência das organizações, uma vez que possibilita a sinergia na cooperação eficiente dos membros da organização, possibilitando a busca de objetivos mais ambiciosos do que aqueles possíveis de serem alcançados apenas pela ação individual. Assim, a diferenciação pode ser vista através da especialização de tarefas (no sentido vertical e horizontal da hierarquia), pela delegação de autoridades e responsabilidades ao longo da cadeia de comando e pelo agrupamento de atividades em unidades ou departamentos.

6 O Processo da Organização O outro processo da função de organização é oposto à diferenciação: Integração Consiste em coordenar as atividades das diferentes unidades ou departamentos de forma a obter uma unidade de esforços. Uma vez que a diferenciação pode levar à perda da visão sistêmica da organização, cabe à integração a responsabilidade de integrar as unidades a partir da redução das diferenças interdepartamentais para a realização eficiente de tarefas. Para que a integração ocorra de forma eficaz, existem várias técnicas de administração que podem e devem ser utilizadas: a supervisão hierárquica, as regras e procedimentos internos, planos e objetivos organizacionais, a comunicação e os sistemas de informação. Estas técnicas são necessárias pelo fato dos processos de decisão na função de organização serem complexos em função do administrador ter que gerir dois processos aparentemente contraditórios: a diferenciação e a integração.

7 A Estrutura Organizacional A Estrutura Organizacional é definida como a forma como as organizações ordenam e agrupam as atividades e recursos, especificando papéis, relações e procedimentos que possibilitam uma ação coordenada de seus membros (SOBRAL e PECI, 2013, p. 253). Em outras palavras, a estrutura organizacional é o resultado final do processo de organização, e é conhecida também como estrutura orgânica (CHIAVENATO, 2004, p. 71). As funções básicas da estrutura organizacional são: Possibilitar a execução de atividades a partir dos critérios de divisão de trabalho, que envolvem a padronização, departamentalização de tarefas e de funções. Possibilitar a integração de tarefas a partir de técnicas como supervisão hierárquica, regras, normas e outros procedimentos formais como treinamento e socialização. Definir as fronteiras da organização e suas relações com o ambiente externo e outras organizações.

8 Exemplo 1: o caso Natura A Natura, uma das maiores fabricantes de cosméticos do Brasil precisou rever a sua estrutura para poder manter o crescimento sustentável. Até 2007, a empresa era conhecida pela centralização em sua direção, e este modelo de gestão já não dava conta dos processos de ampliação de negócios da empresa. A partir de 2008, Alessandro Carlucci recebeu o encargo de comandar uma reviravolta na empresa, de modo a potencializar a expansão e a aquisição de novos mercados consumidores. Para isso ele adotou um modelo de organização estruturada em gestão de processos em suas unidades de negócio e regionais. Assim, a gestão por processos de negócios tornou a empresa mais ágil e capaz de enfrentar novos desafios a partir da descentralização, que enxugou diversos níveis hierárquicos. Foi criado um sistema de gestão por macroprocessos que asseguram a empresa a mesma forma de operar em qualquer lugar. FONTE: (SOBRAL e PECI, 2013, p.250).

9 Organograma O exemplo anterior mostra que a Natura precisou mudar a sua estrutura organizacional para poder crescer. Isto significa que houve mudanças no organograma da empresa. O organograma pode ser definido como a representação visual da estrutura organizacional, e mostra as funções, os departamentos e os cargos da organização, especificando como eles se relacionam. É importante ressaltar que os organogramas são instrumentos úteis de comunicação e visualização da estrutura organizacional, mas podem ser enganosos em certas situações, dando a entender, por exemplo, que administradores que se encontram no mesmo nível hierárquico possuem a mesma autoridade e responsabilidade. No mundo real, isto nem sempre representa a verdade.

10 Exemplo de Organograma Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 3 Nível 2 Nível 3 Nível 3 Nível 2 Nível 3 Níveis hierárquicos Unidades de trabalho departamentos ou cargos Fonte: Adaptado de Sobral e Peci (2013, p. 254)

11 Organograma e Níveis Organizacionais É importante ressaltar que a organização é uma função da administração presente em todos os níveis hierárquicos. Assim, os administradores de qualquer nível hierárquico tem a responsabilidade de estruturar e organizar as tarefas dentro de sua área de atuação. Em outras palavras, cada nível, cargo ou departamento pode ter o seu próprio organograma. Fonte: Adaptado de Sobral e Peci (2013, p. 255)

12 Fatores do processo de organização Os princípios básicos do processo de organização foram formulados por Fayol e por Weber no início do século XX. Apesar de todas as mudanças pelas quais o mundo passou nestes últimos cem anos, estes princípios ainda fornecem subsídios suficientes para o desenvolvimento do processo de organização. Estes princípios envolvem tomadas de decisões em relação à seis fatores: 1. Definição do grau desejável de especialização do trabalho, que vai permitir ganhos de eficiência. 2. Definição da cadeia de comando, que vai distribuir a autoridade e a responsabilidade entre os membros da organização.

13 Fatores do processo de organização 3. Definição da amplitude de controle ideal, que vai definir o número de subordinados que ficarão sob a responsabilidade de cada administrador. 4. Definição dos critérios de departamentalização, para poder agrupar as tarefas em unidades organizacionais. 5. Definição do grau necessário de centralização do processo de tomada de decisões. 6. Definição do grau necessário de formalização das funções e das tarefas organizacionais.

14 Especialização do trabalho Um dos princípios básicos da escola clássica de administração, que tem Adam Smith como um dos seus expoentes, é que a divisão de tarefas complexas em atividades menores e mais simples pode levar a um alto grau de produtividade. Smith percebeu que em uma fábrica de alfinetes com apenas um funcionário para fazer todas as etapas do processo de fabricação, a produtividade diária chegava a vinte alfinetes. Em contrapartida, uma fábrica com dez funcionários, em que cada um faz apenas duas ou três partes do processo (um puxa o arame, outro endireita, um terceiro corta, um quarto aguça-o, um quinto afia-lhe o topo para receber a cabeça - que foi fabricada em um processo de três ações executadas por três pessoas diferentes -, e por fim, mais um dá o polimento. Ao final desta especialização de trabalho, dez pessoas consguem produzir 48 mil alfinetes por dia. Que tal 200 x ?

15 Especialização do trabalho É lógico que não estamos pensando em especialização do trabalho para aumento de produtividade de tarefas mecânicas, pois parece óbvio que hoje nós temos máquinas com as quais nenhuma equipe humana pode competir. O que interessa para nós aqui é o conceito de especialização do trabalho e aquilo que ele representa. Neste sentido, especialização do trabalho é o grau em que as tarefas são divididas em uma organização para que possam ser aprendidas e realizadas de forma rápida por um único indivíduo. O efeito positivo da especialização é a produtividade, mas há também efeitos negativos. Quando uma pessoa se especializa demais em uma tarefa, ela perde noção do todo, e um trabalho que seja excessivamente repetitivo pode levar à queda da produtividade por causa de fatores como a insatisfação pessoal, estresse e falta de motivação.

16 Especialização do trabalho O grau de especialização do trabalho vai variar muito de organização para organização. Empresas como montadoras, por exemplo, vão preferir dividir as tarefas minuciosamente de modo a ganhar o máximo em produtividade. Apesar de ter muitos robôs em linhas de montagem, há sempre tarefas que exigem supervisão e decisões humanas. Existem organizações em que a especialização do trabalho é menor, como, por exemplo, em agências de publicidade. É comum e potencialmente interessante nesse caso, ter pessoas diferentes que executam a mesma função. Isso estimula a criatividade, melhora a compreensão das tarefas e ajuda as pessoas a descobrirem quais tarefas elas possuem mais facilidade em executar, facilitando a seleção natural da especialização de tarefas.

17 Especialização do trabalho Sobral e Peci (2013, p. 257) chamam a atenção para o fato de que as organizações precisam tomar decisões em relação à especialização horizontal e vertical de tarefas. A especialização horizontal de tarefas diz respeito ao número de tarefas diferentes a serem desempenhadas, e esta ideia remonta à escola clássica de administração. Ela acarreta geralmente no aumento horizontal do organograma (departamentalização). A especialização vertical diz respeito ao grau em que a concepção, a execução e a administração das atividades podem ser desempenhadas pela mesma pessoa. Ela acarreta geralmente no aumento vertical do organograma (aumento do número de níveis hierárquicos).

18 Exemplo 2: o caso Serasa O paulista Elcio Anibal de Lucca foi presidente da Serasa Experian e promoveu uma reestruturação organizacional na empresa a partir de queixas constantes de seus executivos. A principal mudança na estrutura organizacional foi a definição de que áreas consideradas estratégicas deveriam ser tocadas não por um, mas dois diretores, com o mesmo status e o mesmo salário, mas com responsabilidades diferentes. Um dos diretores tem o encargo de cuidar do presente da organização, enquanto o outro se ocuparia das estratégias para o futuro e da inovação. Para manter a coordenação, os diretores deveriam atuar bastante próximos, o que inclui reuniões diárias de pelo menos uma hora para troca de informações e monitoramento dos projetos alheios (SOBRAL e PECI, 2013, p. 253).

19 A cadeia de comando Já sabemos que uma das consequências da especialização do trabalho é a divisão do trabalho em tarefas diferentes executadas por diferentes pessoas. A outra consequência é a hierarquia de funções, pois para que as tarefas sejam executadas corretamente e harmoniosamente torna-se necessário uma estrutura hierárquica para dirigir as operações. Assim, a autoridade é dividida em uma hierarquia denominada cadeia de comando. De acordo com Sobral e Peci (2013,p. 257), a cadeia de comando especifica que a autoridade deve passar do topo até o ultimo elemento da hierarquia organizacional por uma linha clara e ininterrupta, identificando quem deve responder a quem. Por exemplo, um vendedor da regional sul responde ao gerente do departamento de vendas, que responde ao diretor de marketing, que responde ao CEO.

20 A cadeia de comando O princípio básico da cadeia de comando diz que cada subordinado deve responder a apenas um superior hierárquico. Assim, a cadeia de comando expressa a divisão de autoridade em uma organização, e esta autoridade possui três características distintas: 1. A autoridade é baseada na posição organizacional, e não na pessoa, ou seja, os administradores possuem autoridade pelo cargo que ocupam e não por ser a pessoa que é; 2. A autoridade deve ser aceita pelos subordinados, que obedecem seus superiores porque acreditam que a autoridade repassada pela organização ao seu superior é legítima; 3. A autoridade flui do topo da pirâmide de hierarquia organizacional até a sua base, ou seja, quanto mais perto do topo, maior é a autoridade.

21 A cadeia de comando A divisão da autoridade implica também em divisão de responsabilidades, que leva à função e ao cargo. Neste sentido, vamos definir os quatro conceitos: Autoridade: é o direito de tomar decisões e dirigir pessoas e recursos na execução das tarefas e atividades organizacionais. Responsabilidade: é o dever ou obrigação de uma pessoa de executar um conjunto de tarefas ou atividades organizacionais pelas quais responde. Função: é o conjunto de responsabilidades correspondente a cada nível de autoridade. Cargo: é o conjunto de tarefas ou atividades pelo qual uma pessoa é responsável.

22 A amplitude de controle Chiavenato (2004, p. 160) relata que, em decorrência da especialização de tarefas, divisão de autoridade e responsabilidades e da cadeia de comando, torna-se necessário definir a amplitude administrativa (ou amplitude de comando ou amplitude de controle) ideal. Assim, a amplitude de controle representa o número máximo de subordinados que um gestor pode controlar de modo eficaz e eficiente. Assim, quanto maior a amplitude de controle, maior o número de subordinados e menor o número de administradores. Essa situação é chamada de estrutura horizontal (ou achatada). De forma inversa, quanto menor a amplitude de controle, menor o número de subordinados e maior o número de administradores. Essa situação é chamada de estrutura vertical ou aguda (SOBRAL e PECI, 2013, p.259).

23 A amplitude de controle A definição da amplitude de controle ideal depende de vários fatores, a saber: Complexidade do trabalho; Competência, experiência e motivação de gestores e de seus subordinados; Sofisticação e uso eficiente dos sistemas de informação e de comunicação; Disponibilidade e clareza de regras e procedimentos; Interdependência ou interligação de tarefas; Estabilidade ou instabilidade do ambiente externo; Proximidade física entre chefia e subordinados; Estilo pessoal do gestor e cultura organizacional.

24 A departamentalização A diferenciação vertical (número de níveis hierárquicos) é um dos processos de organização. O outro processo importante é a diferenciação horizontal, que consiste em agrupar e integrar tarefas, atividades, funcionários e recursos em unidades organizacionais. Esse processo de diferenciação horizontal é denominado departamentalização. Existem vários tipos de departamentalização, a saber: Tipos de departamentalização Funcional Por produto ou serviço Por cliente Por região (geoagráfica) Por processo

25 A departamentalização funcional É o método mais usado e consiste no agrupamento baseado na semelhança e/ou proximidade de tarefas, habilidades, uso de recursos e conhecimentos necessários para o desempenho de uma determinada função (SOBRAL e PECI, 2013). Chiavenato (2004) cita alguns pontos positivos, a saber: 1) Permite agrupar vários especialistas sob uma única chefia comum; 2) Permite economia de escala pela utilização integrada de pessoas, máquinas e produção em massa; e 3) É indicada para empresas que operam em ambientes estáveis (ou seja, empresas que possuam produtos ou serviços que permaneçam inalterados por um longo tempo). Dois pontos negativos devem ser destacados: 1) É inadequada quando a tecnologia ou o ambiente externo sofrem mutações constantes; 2) Faz com que as pessoas percam noção do todo, focalizando seus esforços em suas próprias especialidades e esquecendo o objetivo global da organização. Exemplo: Agência de viagens (Passagens Reservas de hotéis Eventos)

26 A departamentalização por produto ou serviço Neste método de agrupamento, cada linha de produto ou serviço fica sob a responsabilidade de um administrador especialista, responsável por tudo o que acontece em seu departamento específico. Os pontos positivos deste tipo de agrupamento são: 1) A avaliação dos departamentos é medida pelo sucesso do produto ou serviço; 2) Mantém o foco na atividade principal (produto ou serviço), facilitando a coordenação interdepartamental; 3) É flexível, permitindo unidades maiores ou menores; 4) Permite trabalhar em ambientes instáveis por ter especialistas trabalhando continuamente para o melhor desempenho do seu produto ou serviço. Entre os pontos negativos temos: 1) Elevado custo operacional, especialmente para empresas que possuem poucos produtos ou serviços; 2) É estressante no caso de ambientes muito mutáveis, o que pode colocar em cheque determinado departamento cujo produto ou serviço sofre ameaças do mercado. Exemplos: Setor de vestuário (masculino, feminino, infantil), empresas de contabilidade (impostos, consultoria, auditoria, escrituração, etc).

27 A departamentalização por cliente Neste método de agrupamento, as tarefas, atividades e recursos são agrupados pelo tipo de cliente ou nicho de mercado que a organização busca servir. Os pontos positivos desta abordagem são: 1) A avaliação fica facilitada porque o principal critério é a satisfação do cliente; 2) Uma vez que o mais importante é o cliente, potencializa a inovação, pois todo produto ou serviço deve ser adaptado ao gosto e necessidades dos clientes. As principais desvantagens são: 1) As demais atividades da organização podem se tornar acessórias em detrimento da preocupação excessiva com o cliente; 2) Os demais objetivos da organização (lucratividade, eficiência, etc) podem ser sacrificados em função da preocupação com a satisfação do cliente. Exemplo: Empresas de telecomunicações (pessoa física, pessoa jurídica).

28 A departamentalização por região Neste método de agrupamento, as tarefas, atividades e recursos são agrupados com base nos territórios geográficos onde a organização atua. É utilizada geralmente por grandes organizações, que atuam em uma área geográfica muito ampla. Os pontos positivos são: 1) Permite fixar a responsabilidade por lucro e desempenho de forma semelhante à departamentalização por produto, permitindo os executivos pensarem em sucesso em termos de território; 2) A estrutura organizacional pode variar de acordo com a região de atuação de cada unidade. O principal ponto negativo é que o grau de liberdade e autonomia dado a cada região dificulta os processos de planejamento e controle da organização como um todo. Outra questão negativa refere-se ao estresse que pode provocar em funcionários de uma unidade com desempenho ruim, uma vez que ela pode ser simplesmente fechada. Exemplos: Supermercados, empresas de bebidas, etc.

29 A departamentalização por processo Neste método de agrupamento, as tarefas, atividades e recursos são agrupados com base nos processos-chave da organização. Em geral, o fim de um processo leva ao início de outro processo dentro da organização. Uma vez que cada processo requer uma habilidade diferente, isso possibilita o agrupamento de habilidades diferentes para cada processo. Os pontos positivos deste tipo de agrupamento são 1) A tecnologia (principalmente) passa a ser o foco para e o ponto de referência para o agrupamento de atividades e tarefas. Foi a partir deste tipo de departamentalização que surgiu o termo reengenharia. 2) Obtémse maior eficiência e menos desperdícios devido ao foco na racionalização das diferentes etapas de execução do trabalho. Os pontos negativos são: 1) Pouca flexibilidade de adaptação face às mudanças tecnológicas e ambientais; 2) Maior risco operacional pela interdependência departamental, que pode provocar falhas sistêmicas. Exemplos: Montadoras, indústria farmacêutica.

30 Centralização e Descentralização Estes dois termos referem-se ao nível hierárquico em que as decisões são tomadas. Quando se fala em centralização, isso significa que a autoridade para tomar decisões está concentrada no topo da hierarquia organizacional. Já a descentralização significa que a autoridade é dividida entre os diversos níveis hierárquicos. Uma vez que nenhuma organização sobrevive se todas as decisões forem tomadas por apenas uma ou poucas pessoas, cabe aos administradores decidirem o grau de centralização adequado ao funcionamento eficaz e eficiente da organização. Um conceito importante nesse processo é o de delegação. Delegação é o processo de transferência de autoridade e responsabilidade para os membros da organização em níveis hierárquicos inferiores. Os fatores que influenciam o grau de centralização são o tamanho da organização, mudanças no ambiente externo e a cultura organizacional (ambiente interno).

31 Vantagens da Centralização Decisões mais consistentes com os objetivos globais da organização; Maior uniformidade de procedimentos, políticas e decisões. Aproveitamento da maior preparação e competência dos administradores de topo; Redução dos riscos de erros de subordinados por falta de informação ou de capacidade; Maior avaliação e controle do desempenho da organização.

32 Desvantagens da Centralização Decisões mais distanciadas dos fatos locais e das circunstâncias; Pouco contato dos administradores com as pessoas e situações envolvidas; Dependência dos superiores hierárquicos para tomar decisões; Maior desmotivação e insatisfação das pessoas dos níveis hierárquicos inferiores; Pouco estímulo à criatividade e à inovação; Maior demora na implementação de decisões e maior custo operacional.

33 Vantagens da Descentralização Maior agilidade e flexibilidade na tomada de decisões; Decisões mais adaptadas às condições locais; Maior interesse e motivação por parte dos subordinados; Maior disponibilidade dos administradores de topo para outras funções; Promoção de gerentes autônomos, motivados e responsáveis pelo seu desempenho; Maior avaliação e controle de desempenho de unidades e gerências.

34 Desvantagens da Descentralização Perda da uniformidade de decisões; Tendência ao desperdício e duplicação de recursos; Maior dispersão nos canais de comunicação da organização; Aproveitamento insuficiente de especialistas; Maior dificuldade de localizar os responsáveis por decisões erradas; Dificuldade de controle e avaliação de desempenho da organização como um todo.

35 Formalização As normas e procedimentos utilizados pelas organizações para lidar com os desafios dos ambientes interno e externo definem o grau de formalização das organizações. Em geral, quanto maior e mais complexa é uma organização, maior é o seu grau de formalização. Em uma organização, os principais fatores que definem o grau de formalização são: Quantidades de manuais e de comunicações internas; Existência de estatutos, códigos de conduta e de penalidades formais; Padronização de processos de trabalho; Pouco espaço aberto para comunicação oral; Horário fixo de trabalho, com controle de entrada e de saída; Uso excessivo de relatórios, etc.

36 Formalização A formalização é um dos efeitos da burocracia (Max Weber). Muitos autores concordam com o fato de que a formalização é essencial ao processo de organização, mas diversos autores também relatam que ela está intimamente ligada ao grau de controle que a organização tem sobre os indivíduos. A formalização reduz a capacidade de decisão e a autonomia dos membros de uma organização quando especifica a forma e os limites de atuação no local de trabalho, o que, de certa forma, ajuda a moldar ou padronizar comportamentos. Vários são os fatores que afetam o grau de formalização. Os principais fatores são: 1. Tecnologia 2. Tradição 3. Processo decisório (centralização x descentralização)

37 Bibliografia Consultada CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. São Paulo: Rio de Janeiro: Elsevier, MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 7. ed. São Paulo: Atlas, SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Estruturas Organizacionais EO 04 2011/1 Material de apoio Ler bibliografia recomendada

Estruturas Organizacionais EO 04 2011/1 Material de apoio Ler bibliografia recomendada Estruturas Organizacionais Tópicos para discussão Sobral Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. Cap. 6 Organizar Fayol Organizar é constituir é dispor um conjunto de recursos humanos e

Leia mais

DEPARTAMENTALIZAÇÃO TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II. Centro de Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Prof a.

DEPARTAMENTALIZAÇÃO TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II. Centro de Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Prof a. TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO II Centro de Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Para a abordagem clássica, a base fundamental da organização é a divisão do trabalho. À medida que uma organização

Leia mais

Prof. Clovis Alvarenga Netto

Prof. Clovis Alvarenga Netto Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Março/2009 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 05 Organização da produção e do trabalho Pessoas e sua Organização em Produção e Operações

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Organizações Nenhuma organização existe

Leia mais

Módulo 4.Estruturas Organizacionais

Módulo 4.Estruturas Organizacionais Módulo 4.Estruturas Organizacionais Como vimos anteriormente, a Abordagem Contingencial afirma que a forma de atuar da organização deve levar em conta o ambiente onde está inserida. Sua estrutura, igualmente,

Leia mais

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof.: Daniela Pedroso Campos Objetivo Geral: Compreender o que é Administração, o que os administradores fazem e quais os princípios, as técnicas e as ferramentas que direcionam

Leia mais

Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas

Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas Conceitos Fundamentais de Engenharia 1 Ano Profª Fernanda Cristina Vianna Introdução à Estrutura Organizacional nas Empresas 1. O Que é Estrutura Organizacional? É a estrutura formal na qual ocorrem as

Leia mais

ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA

ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA 1 ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA SUMÁRIO Introdução... 01 1. Diferenciação das Atividades de Linha e Assessoria... 02 2. Autoridade de Linha... 03 3. Autoridade de Assessoria... 04 4. A Atuação da

Leia mais

PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO

PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO AULA 12 PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO OBJETIVOS: Explicar os princípios e as etapas do processo de organizar. Definir responsabilidade e autoridade e suas implicações especialização,

Leia mais

Cursos de Gestão Tecnológica Disciplina: Teoria das Organizações

Cursos de Gestão Tecnológica Disciplina: Teoria das Organizações Função Organização Aspectos Administrativos Objetivos Dividir o trabalho Designar as atividades e especialização Administração Desempenho Organizacional Planejar Agrupar as Organizar atividades em órgãos

Leia mais

Teoria Básica da Administração. Tipos de Organização. Professor: Roberto César

Teoria Básica da Administração. Tipos de Organização. Professor: Roberto César Teoria Básica da Administração Tipos de Organização Professor: Roberto César CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DA ORGANIZAÇÃO FORMAL A organização consiste em um conjunto de posições funcionais e hierárquicas orientado

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Organização, Processo e Estruturas 1 Organização Processo de estabelecer relações entre as pessoas e os recursos disponíveis tendo em vista os objectivos que a empresa como um todo se propõe atingir. 2

Leia mais

FIB- Faculdades Integradas de Bauru DISCIPLINA: FUNDAMENTOS E EVOLUÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MODERNA. Profº MS. Carlos Henrique Carobino

FIB- Faculdades Integradas de Bauru DISCIPLINA: FUNDAMENTOS E EVOLUÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MODERNA. Profº MS. Carlos Henrique Carobino FIB- Faculdades Integradas de Bauru DISCIPLINA: FUNDAMENTOS E EVOLUÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MODERNA Profº MS. Carlos Henrique Carobino E-mail: carobino@bol.com.br 1 Pressões Externas MEGATENDÊNCIAS Competição

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3

Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3 Administração em Enfermagem Teorias da Administração - Aula 3 Teorias da Administração Aula 3 Teoria Científica Taylorismo (Continuação) Taylor observou que, ao realizar a divisão de tarefas, os operários

Leia mais

Planeamento Serviços Saúde

Planeamento Serviços Saúde Planeamento Serviços Saúde Estrutura Organizacional João Couto Departamento de Economia e Gestão Universidade dos Açores Estrutura Organizacional É o sistema de organização de tarefas onde se estabelecem

Leia mais

Estruturas Organizacionais

Estruturas Organizacionais Estruturas Organizacionais Deve ser delineado de acordo com os objetivos e estratégias estabelecidos pela empresa. É uma ferramenta básica para alcançar as situações almejadas pela empresa. Conceito de

Leia mais

CONCEITO: É uma divisão do trabalho por especialização dentro da estrutura organizacional da empresa.

CONCEITO: É uma divisão do trabalho por especialização dentro da estrutura organizacional da empresa. DEPARTAMENTALIZAÇÃO CONCEITO: É uma divisão do trabalho por especialização dentro da estrutura organizacional da empresa. Ou Departamentalização é o agrupamento, de acordo com um critério específico de

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Organograma Linear. O organograma linear de responsabilidade revela:

Organograma Linear. O organograma linear de responsabilidade revela: 1 Organograma Linear O organograma linear de responsabilidade revela: 1. A atividade ou decisão relacionada com uma posição ou cargo organizacional, mostrando quem participa e em que grau, quando uma atividade

Leia mais

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida

Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL. Prof. Roberto Almeida Unidade III GESTÃO EMPRESARIAL Prof. Roberto Almeida Esta estratégia compreende o comportamento global e integrado da empresa em relação ao ambiente que a circunda. Para Aquino:Os recursos humanos das

Leia mais

Capítulo 8 Decorrências da Teoria Neoclássica: Tipos de Organização

Capítulo 8 Decorrências da Teoria Neoclássica: Tipos de Organização Capítulo 8 Decorrências da Teoria Neoclássica: Tipos de Organização ESTRUTURA LINEAR Características: 1. Autoridade linear ou única. 2. Linhas formais de comunicação. 3. Centralização das decisões. 4.

Leia mais

Capítulo 1 Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa

Capítulo 1 Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa Capítulo 1 Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa - Abordagem da localização da Gestão de Pessoas na estrutura organizacional da empresa A teoria clássica

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

Teoria Geral da Administração II

Teoria Geral da Administração II Teoria Geral da Administração II Livro Básico: Idalberto Chiavenato. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7a. Edição, Editora Campus. Material disponível no site: www..justocantins.com.br 1. EMENTA

Leia mais

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA

PRINCÍPIO DE ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 5 CONCEITOS DO PLANEJAMENTO OPERACIONAL

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 5 CONCEITOS DO PLANEJAMENTO OPERACIONAL PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 5 CONCEITOS DO PLANEJAMENTO OPERACIONAL Índice 1. Conceitos do planejamento...3 1.1. Planejamento... 5 1.2. Conceituação de planejamento... 5 1.3.

Leia mais

Estrutura organizacional. Psicossociologia do Trabalho. Definição de Estrutura Organizacional. Especialização do trabalho. pnoriega@fmh.utl.

Estrutura organizacional. Psicossociologia do Trabalho. Definição de Estrutura Organizacional. Especialização do trabalho. pnoriega@fmh.utl. Psicossociologia do Trabalho Estrutura Organizacional Estrutura organizacional Questões fundamentais para a sua concepção Estruturas tradicionais Estruturas organizacionais alternativas Definição de Estrutura

Leia mais

1. As Áreas Funcionais e Ambiente Organizacional

1. As Áreas Funcionais e Ambiente Organizacional 1. As Áreas Funcionais e Ambiente Organizacional Conteúdo 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora Atlas Administração - Teoria, Processo e Prática

Leia mais

Fayol e a Escola do Processo de Administração

Fayol e a Escola do Processo de Administração CAPÍTULO 4 Fayol e a Escola do Processo de Administração Empresa Função de Administração Função Comercial Função Financeira Função de Segurança Função de Contabilidade Função Técnica Planejamento Organização

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivo Geral da Disciplina: Compreender

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Aula N : 09 Tema:

Leia mais

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright

Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Gestão da Inovação SEMINÁRIO Strategic Management of Technology and Innovation Maidique, Burguelman e Wheelwright Ambiente Organizacional voltado a inovação As 6 chaves para o Sucesso Foco Flexibilidade

Leia mais

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE:

2- FUNDAMENTOS DO CONTROLE 2.1 - CONCEITO DE CONTROLE: 1 - INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos enfocar a função do controle na administração. Trataremos do controle como a quarta função administrativa, a qual depende do planejamento, da Organização e da Direção

Leia mais

Organização em Enfermagem

Organização em Enfermagem Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Enfermagem Departamento de Enfermagem Básica Disciplina Administração em Enfermagem I Organização em Enfermagem Prof. Thiago C. Nascimento Objetivos: Discorrer

Leia mais

EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO

EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO EMPREENDEDORISMO BIBLIOGRAFIA CORPORATIVO EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Os negócios não serão mais os mesmos em poucos anos Velocidade Custo X Receita cenário mudou Novos Concorrentes competição

Leia mais

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados

Aperf r e f iço ç a o m a ent n o t o Ge G re r nci c al a para Supermercados Aperfeiçoamento Gerencial para Supermercados Liderança Liderança é a habilidade de influenciar pessoas, por meio da comunicação, canalizando seus esforços para a consecução de um determinado objetivo.

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos desta unidade: Ao final desta

Leia mais

Estabelecimento da Diretriz Organizacional

Estabelecimento da Diretriz Organizacional Estabelecimento da Diretriz Organizacional AULA 3 Bibliografia: Administração Estratégica: Planejamento e Implantação da Estratégia SAMUEL C. CERTO & J. P. PETERTO ASSUNTO: Três importantes considerações

Leia mais

Revista Científica INTERMEIO Faculdade de Ensino e Cultura do Ceará FAECE / Faculdade de Fortaleza - FAFOR

Revista Científica INTERMEIO Faculdade de Ensino e Cultura do Ceará FAECE / Faculdade de Fortaleza - FAFOR Departamentalização e os Principais Tipos Antonia Angélica Muniz dos Santos 7 Daniele Santos Lima e Silva 7 Edna Almeida Guimarães 7 RESUMO Este artigo tem como objetivo mostrar a departamentalização e

Leia mais

Introdução à Teoria Geral da Administração

Introdução à Teoria Geral da Administração à Teoria Geral da Administração Disciplina: Modelo de Gestão Página: 1 Aula: 01 Página: 2 O mundo em que vivemos é uma sociedade institucionalizada e composta por organizações. Todas as atividades relacionadas

Leia mais

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores

liderança conceito Sumário Liderança para potenciais e novos gestores Sumário Liderança para potenciais e novos gestores conceito Conceito de Liderança Competências do Líder Estilos de Liderança Habilidades Básicas Equipe de alta performance Habilidade com Pessoas Autoestima

Leia mais

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO

LÍDERES DO SECULO XXI RESUMO 1 LÍDERES DO SECULO XXI André Oliveira Angela Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas-AEMS) Flávio Lopes Halex Mercante Kleber Alcantara Thiago Souza RESUMO A liderança é um processo

Leia mais

EMENTA / PROGRAMA DE DISCIPLINA. ANO / SEMESTRE LETIVO Administração 2015.2. Gestão de Processos ADM 069. 68 h 6º

EMENTA / PROGRAMA DE DISCIPLINA. ANO / SEMESTRE LETIVO Administração 2015.2. Gestão de Processos ADM 069. 68 h 6º Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,

Leia mais

Teorias da Administração

Teorias da Administração Teorias da Administração Cronologia das teorias da administração 1903 Administração Científica 1903 Teoria Geral da Administração 1909 Teoria da Burocracia 1916 Teoria Clássica da Administração 1932 Teoria

Leia mais

ORGANOGRAMAS E FLUXOGRAMAS

ORGANOGRAMAS E FLUXOGRAMAS ORGANOGRAMAS E FLUXOGRAMAS Rodrigo Müller rodrigo.muller@ufpr.br O ambiente competitivo atual faz com que as organizações busquem cada vez mais as melhorias contínuas em seus processos, produtos e serviços.

Leia mais

Gestor-líder: processo dinâmico de criação, habilidade, competência para perceber das limitações do sistema e propor solução rápida;

Gestor-líder: processo dinâmico de criação, habilidade, competência para perceber das limitações do sistema e propor solução rápida; AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Gestão de Políticas Participativas ALUNO(A):Mª da Conceição V. da MATRÍCULA: Silva NÚCLEO REGIONAL:Recife DATA:17/09/2013 QUESTÃO

Leia mais

Unidade II ESTRUTURA E ADMINISTRAÇÃO DE PROCESSOS. Prof. Marcos Eduardo de Mattos

Unidade II ESTRUTURA E ADMINISTRAÇÃO DE PROCESSOS. Prof. Marcos Eduardo de Mattos Unidade II ESTRUTURA E ADMINISTRAÇÃO DE PROCESSOS Prof. Marcos Eduardo de Mattos Ciclo de vida organizacional Assim como o ciclo de vida dos seres humanos, as organizações surgem como seres vivos, para

Leia mais

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs

Vendas - Cursos. Curso Completo de Treinamento em Vendas com Eduardo Botelho - 15 DVDs Vendas - Cursos Curso Completo de Treinamento em Vendas com - 15 DVDs O DA VENDA Esta palestra mostra de maneira simples e direta como planejar o seu trabalho e, também, os seus objetivos pessoais. Através

Leia mais

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral.

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral. Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos *Operários (1933) Tarsila do Amaral. A Função Administrativa RH É uma função administrativa compreendida por um conjunto de

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL - CTAE

Leia mais

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO

Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Comunicação empresarial eficiente: Saiba como gerir uma equipe com essas dicas REALIZAÇÃO Sumário 01 Introdução 02 02 03 A comunicação dentro das empresas nos dias de hoje Como garantir uma comunicação

Leia mais

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais.

Origem do SCO O SCO é baseado no ICS, desenvolvido nos EUA durante as décadas de 70/80, inicialmente para coordenar a resposta a incêndios florestais. APRESENTAÇÃO DO SCO Conceito de SCO O Sistema de Comando em Operações é uma ferramenta gerencial para planejar, organizar, dirigir e controlar as operações de resposta em situações críticas, fornecendo

Leia mais

O que é Administração

O que é Administração O que é Administração Bem vindo ao curso de administração de empresas. Pretendemos mostrar a você no período que passaremos juntos, alguns conceitos aplicados à administração. Nossa matéria será puramente

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

Manual de administração

Manual de administração Manual de administração Como fazer outsourcing dos sistemas de informação Índice Introdução Passo 1 - Definir o enquadramento Passo 2 - Analisar os recursos e serviços internos Passo 3 - Analisar os recursos

Leia mais

Prof. Jairo Molina - Gestão em Petróleo e Gás

Prof. Jairo Molina - Gestão em Petróleo e Gás Prof. Jairo Molina - Gestão em Petróleo e Gás 2 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA As empresas não são amorfas. Nem estáticas. Elas tem uma constituição, um organismo que vive e palpita, que cresce e se desenvolve

Leia mais

MBA ARQUITETURA DE INTERIORES

MBA ARQUITETURA DE INTERIORES MBA ARQUITETURA DE INTERIORES Coordenador: Carlos Russo Professor: Fábio Cavicchioli Netto, PMP 1 APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR CONHECENDO OS PARTICIPANTES EXPECTATIVAS DO GRUPO 2 SUMÁRIO PMI / PMBoK / Certificados

Leia mais

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas As pessoas devem ser tratadas como parceiros da organização. ( Como é isso?) Reconhecer o mais importante aporte para as organizações: A INTELIGÊNCIA. Pessoas:

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado 2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado Conteúdo 1. Função Produção 3. Administração da Produção 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Análise do Ambiente Interno

Análise do Ambiente Interno Análise do Ambiente Interno Professor: Claudemir Duca Vasconcelos Disciplina: Estratégia e Planejamento Corporativo Alunas: Gleice Costa e Cintia Belo 16 Abril 2015 Ambiente Interno de uma Organização

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

Administração Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Administração Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Administração Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Cronograma das Aulas. Hoje você está na aula Semana Tema 01 Apresentação do PEA. Fundamentos

Leia mais

FORMAÇÃO: ADMINISTRAÇÃO PADRÃO DE RESPOSTA ( 2 a FASE)

FORMAÇÃO: ADMINISTRAÇÃO PADRÃO DE RESPOSTA ( 2 a FASE) Questão n o 1 a) Na visão de Chiavenato, há pelo menos 10 ações que podem colaborar para a criação de um ambiente de criatividade na organização, duas das quais o candidato deve citar e descrever (evidentemente

Leia mais

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE

A ESTRUTURA DA GESTÃO DE A ESTRUTURA DA GESTÃO DE PROJETOS Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br SUMÁRIO Importância do Gerenciamento de Projetos. Benefícios do Gerenciamento de Projetos Gerenciamento

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br

FACULDADE PITÁGORAS. Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos desta unidade: Ao final desta

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http:// Teoria de Sistemas A Teoria Geral dos Sistemas tem por finalidade identificar as propriedades, princípios e leis

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIO Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES?

ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? ESTUDO DE CASO: QUAL GRUPO, FORMAL OU INFORMAL, POSSUI MAIOR INFLUÊNCIA NA EMPRESA V8 PRODUÇÕES LTDA, NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES? Andrieli Ariane Borges Avelar, UNESPAR/FECILCAM João Marcos Borges Avelar,

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização

ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Organograma e Departamentalização DISCIPLINA: Introdução à Administração FONTE: BATEMAN, Thomas S., SNELL, Scott A. Administração - Construindo Vantagem Competitiva. Atlas. São

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 Analista da Divisão de Contratos da PRODESP Diretor de Esporte do Prodesp

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 04: ATIVIDADES DO ENFERMEIRO ATIVIDADES DO ENFERMEIRO SUPERVISÃO GERENCIAMENTO AVALIAÇÃO AUDITORIA

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro

Gerenciamento de Projetos. Douglas Farias Cordeiro Gerenciamento de Projetos Douglas Farias Cordeiro Conceito de Organização Uma organização pode ser descrita como um arranjo sistemático, onde esforços individuais são agregados em prol de um resultado

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO I. 1 Elaborar cuidadosamente o planejamento da organização e assegurar que o mesmo seja executado.

ADMINISTRAÇÃO I. 1 Elaborar cuidadosamente o planejamento da organização e assegurar que o mesmo seja executado. 3 PAPEL DOS GERENTES Os gerentes são os protagonistas do processo administrativo. Eles são responsáveis por coordenar o trabalho dos outros funcionários da empresa. Não existe apenas um modelo administrativo,

Leia mais

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA

FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA FUNDAMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA Abordagem da estratégia Análise de áreas mais específicas da administração estratégica e examina três das principais áreas funcionais das organizações: marketing,

Leia mais

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão.

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. Liderança Objetivo Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. 2 Introdução O que significa ser líder? Todo gestor é um líder? E o contrário? Liderança

Leia mais

OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivo Geral da Disciplina: Apresentar

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS Concurso para agente administrativo da Polícia Federal Profa. Renata Ferretti Central de Concursos NOÇÕES DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS 1. Organizações como

Leia mais

Diferença entre a visão departamental e visão por processos.

Diferença entre a visão departamental e visão por processos. GESTÃO POR PROCESSOS Diferença entre a visão departamental e visão por processos. A visão por processos é conhecida desde a época medieval com a atuação dos artesãos responsáveis por todas as etapas do

Leia mais

Departamentalização. Disciplina: Organização de Sistemas e Métodos Instituto Educacional de Monte Alto IEMA Faculdade de Monte Alto - FAN

Departamentalização. Disciplina: Organização de Sistemas e Métodos Instituto Educacional de Monte Alto IEMA Faculdade de Monte Alto - FAN Departamentalização Disciplina: Organização de Sistemas e Métodos Instituto Educacional de Monte Alto IEMA Faculdade de Monte Alto - FAN Prof. Marcio R. G. de Vazzi Departamentalização Conceitos Processo

Leia mais