CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA"

Transcrição

1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM BANCO DE DADOS KAROLINE PEREIRA DE OLIVEIRA SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO LINS/SP 2º SEMESTRE/2014

2 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM BANCO DE DADOS KAROLINE PEREIRA DE OLIVEIRA SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO DE CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins Prof.º Antônio Seabra para obtenção do Título de Tecnóloga em Banco de Dados. Orientador: Prof. Esp. Alciano Gustavo Genovez de Oliveira LINS/SP 2º SEMESTRE/2014

3 KAROLINE PEREIRA DE OLIVEIRA SOFTWARE PARA GENCIAMENTO DE CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO Trabalho de Conclusão de Curdo apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins Prof.º Antônio Seabra, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Tecnóloga em Banco de Dados sob orientação do Prof. Esp. Alciano Gustavo Genovez de Oliveira. Data de aprovação: / / Orientador - Alciano Gustavo Genovez de Oliveira Examinador 1 (Nome do Examinador) Examinador 2 (Nome do Examinador)

4 Aos meus pais, Elaine Regina e Benilson, a minha irmã Karine e a minha avó Ana, in memorian. Karoline Pereira de Oliveira

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente agradeço a Deus por me dar forças, sabedoria e capacidade para concluir mais esta etapa da minha vida. Aos meus pais, por sempre me incentivarem, mesmo nos momentos mais difíceis, muito obrigada por todo o carinho, dedicação e amor que sempre me ofereceram, por toda confiança que sempre depositaram em mim e por acreditarem nessa conquista até mesmo quando eu não o fazia. Vocês são a razão pela qual cheguei até aqui. Também não posso deixar de incluir minha irmã Karine e meu namorado Wagner por sempre estarem ao meu lado me apoiando. Agradeço ao meu orientador, Prof.º Esp. Alciano Gustavo Genovez de Oliveira por toda a paciência e dedicação. A todos os professores que contribuíram para a construção do meu conhecimento nesta jornada, cada um à sua maneira, meus sinceros agradecimentos. Em especial, agradeço a Prof.ª Me. Luciane Noronha do Amaral e ao Prof.º Me. Fábio Lucio Meira, por sempre estarem à disposição para me auxiliar durante o desenvolvimento deste trabalho. Por fim, agradeço aos meus colegas Ana Carolina, Anderson, Bruno, Carlos Leonardo, Danilo, Denis, Érica, Hêrika, Thiago e a todos os outros por todo companheirismo, incentivo e por tornarem esta etapa muito especial. Karoline Pereira de Oliveira

6 RESUMO Com o passar dos anos o avanço tecnológico torna-se cada vez mais importante em todas as áreas do mercado de trabalho. Contudo, encontram-se estabelecimentos que ainda não ingressaram nesta nova realidade e que continuam a realizar de forma manual processos que hoje podem ser informatizados. Partindo deste princípio, foi detectado um consultório odontológico de pequeno porte que necessita da inserção da tecnologia em seu cotidiano, o qual deu origem a esta monografia. Sendo assim, a fim de contribuir para com o avanço deste consultório, este trabalho propõe o desenvolvimento de um software para agilizar a execução dos procedimentos diários realizados pela referida clínica e para garantir maior segurança no armazenamento e facilidade de acesso no que diz respeito aos dados. O software em questão permitirá ao usuário algumas funcionalidades como cadastros de pacientes e procedimentos, agendamentos de consultas, gerenciamento de planos de tratamento e controle de pagamento, de forma simples e eficaz. Para a concretização desse objetivo, primeiramente foi feito um levantamento de requisitos a fim de entender o funcionamento do estabelecimento e, posteriormente, foram selecionadas algumas ferramentas e tecnologias para a desenvolvimento dessa aplicação, tais como a linguagem de programação Java, o Sistema Gerenciador de Banco de Dados PostgreSQL e recursos como Java Server Pages (JSP) e Servlets. Palavras-chave: odontologia, software, web, Servlet, JSP.

7 ABSTRACT Over the years, technological advancement becomes increasingly important in all areas of the business market. However, there are establishments that have not yet joined in this new reality and continue to perform manually and processes that can be computerized. With this assumption, was detected a dental office small business that needs the integration of technology in their daily lives, which gave rise to this monograph. Therefore, in order to contribute to the advancement of this office, this paper proposes the development of a software to expedite the implementation of the daily procedures performed by this clinic and said to ensure greater safety in storage and ease of access with regard to data. The software in question will allow the user some features such as patient records and procedures, scheduling appointments, managing treatment plans and payment control, simply and effectively. To achieve this goal, first a survey of requirements was done in order to understand the operation of the establishment, and subsequently were selected some tools and technologies for the development of this application, such as the Java programming language, the PostgreSQL database and features such as Java Server Pages (JSP) and Servlets. Keywords: odontology, software, web, Servlet, JSP.

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1.1 Arquitetura web Figura 1.2 Diagramas da UML Figura 1.3 Astah Community Figura 1.4 Processo de execução de um programa em Java Figura 1.5 Camadas do JEE Figura 1.6 Ciclo de vida de um Servlet Figura 1.7 NetBeans IDE Figura 1.8 Ambiente de um sistema de banco de dados Figura 2.1 Agendamento de Horários DentalOffice Figura 2.2 Agendamento de Horários XDental Figura 2.3 Diagrama de Casos de Uso Figura 2.4 Diagrama de Classes Figura 2.5 Diagrama de Atividade Manter Paciente Figura 2.6 Diagrama de MVC Manter Paciente Figura 2.7 Diagrama de Sequência Manter Paciente Figura 2.8 Diagrama de Atividade Manter Agendamento Figura 2.9 Diagrama de MVC Manter Agendamento Figura 2.10 Diagrama de Sequência Manter Agendamento Figura 2.11 Diagrama de Atividade Gerar Avaliação Figura 2.12 Diagrama de MVC Gerar Avaliação Figura 2.13 Diagrama de Sequência Gerar Avaliação Figura 2.14 Diagrama de Atividade Manter Orçamento Figura 2.15 Diagrama de MVC Manter Orçamento Figura 2.16 Diagrama de Sequência Manter Orçamento Figura 2.17 Diagrama de Atividade Manter Tratamento Figura 2.18 Diagrama de MVC Manter Tratamento Figura 2.19 Diagrama de Sequência Manter Tratamento Figura 2.20 Diagrama de Atividade Manter Anamnese Figura 2.21 Diagrama de MVC Manter Anamnese Figura 2.22 Diagrama de Sequência Manter Anamnese

9 Figura 2.23 Diagrama de Atividade Registrar Pagamento Figura 2.24 Diagrama de MVC Registrar Pagamento Figura 2.25 Diagrama de Sequência Registrar Pagamento Figura 2.26 Diagrama de Atividade Consultar Agendamento Figura 2.27 Diagrama de MVC Consultar Agendamento Figura 2.28 Diagrama de Sequência Consultar Agendamento Figura 2.29 Modelo lógico do banco de dados Figura 2.30 Modelo relacional do banco de dados Figura 3.1 Tela de Autenticação do sistema web Figura 3.2 Tela Consultar Agendamento Figura 3.3 Tela Principal do sistema web Figura 3.4 Menu Agenda Aba Agenda do Dia Figura 3.5 Menu Agenda Aba Pesquisar Consultas Agendadas Figura 3.6 Menu Agenda Aba Agendar Consulta Figura 3.7 Selecionar Paciente Figura 3.8 Menu Cadastros Pesquisar Paciente Figura 3.9 Menu Cadastros Pesquisar Procedimento Figura 3.10 Menu Cadastros Cadastrar Paciente Figura 3.11 Menu Cadastros Cadastrar Procedimento Figura 3.12 Menu Plano de Tratamento Opção Pesquisar Figura 3.13 Menu Plano de Tratamento Opção Novo Figura 3.14 Opção Novo Aba Avaliação Figura 3.15 Selecionar Procedimentos Figura 3.16 Opção Novo Aba Orçamento Figura 3.17 Imprimir Orçamento Figura 3.18 Opção Novo Aba Tratamento Figura 3.19 Anamnese Figura 3.20 Alterar procedimento a ser realizado Figura 3.21 Inserir informações para gerar pagamento Figura 3.22 Imprimir Tratamento Figura 3.23 Pagamento Listar Tratamentos Figura 3.24 Pagamento Alteração de uma parcela Figura 3.25 Relatório Geral de Pacientes Figura 3.26 Relatório Geral de Procedimentos

10 Figura 3.27 Relatório Geral de Orçamentos Figura 3.28 Relatório Geral de Tratamentos Figura 3.29 Nomenclatura dos dentes Figura 3.30 Nomenclatura das regiões bucais

11 LISTA DE QUADROS Quadro 2.1 Resumo dos Casos de Uso... 37

12 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ACID Atomicidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade AJAX Asynchronous JavaScript and XML API Application Programming Interface BSD Berkeley Software Distribution CSS Cascading Style Sheets EIS Enterprise Information Systems HTML Hypertext Markup Language HTTP Hypertext Transfer Protocol IDE Integrated Development Environment JCA Java Connector Architecture JDBC Java Database Connectivity JDK Java Development Kit JEE Java Enterprise Edition JME Java Micro Edition JRE Java Runtime Edition JSE Java Standard Edition JSP Java Server Pages JVM Java Virtual Machine OMT Object Modeling Technique OOSE Object-Oriented Software Engineering PDF Portable Document Format SGBD Sistema Gerenciador de Banco de Dados SQL Structured Query Language UML Unified Modeling Language W3C World Wide Web Consortium WHATWG Web Hypertext Application Technology Working Group XHTML extensible Hypertext Markup Language XML extensible Markup Language

13 SUMÁRIO INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E TECNOLOGIAS UTILIZADAS FUNCIONAMENTO DA WEB UNIFIED MODELING LANGUAGE Astah JAVA JAVA ENTERPRISE EDITION Servlets Java Server Pages HYPERTEXT MARKUP LANGUAGE JAVASCRIPT JQUERY AJAX BOOTSTRAP NETBEANS EMISSÃO DE RELATÓRIOS SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS PostgreSQL Java Database Connectivity ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMA ANÁLISE DE NEGÓCIO Instrução do Problema Atores envolvidos no processo Descrição do ambiente atual VISÃO GERAL DO PRODUTO Análise de Mercado Perspectiva do Produto Premissas e Dependências ANÁLISE DE REQUISITOS FUNCIONAIS Diagrama de Casos de Uso... 34

14 2.3.2 Diagrama de Classes Modelo MVC Diagrama de Sequência Diagrama de Atividade Especificação de Histórias e Diagramas PROJETO DE BANCO DE DADOS IMPLEMENTAÇÃO TELA DE AUTENTICAÇÃO Consultas Agendadas Tela Principal AGENDA CADASTROS PLANO DE TRATAMENTO PAGAMENTO RELATÓRIOS CONSIDERAÇÕES FINAIS... 85

15 14 INTRODUÇÃO De acordo com Chiavenato (2010, p.62), A Tecnologia da Informação representa os processos, as práticas ou os sistemas, tanto físicos como conceituais que facilitam o processamento, arquivamento, transporte e divulgação de dados e informações através da empresa. A partir deste princípio surge o Sistema de Informação, que segundo Laudon e Laudon (2005, p.6), nada mais é do que Um conjunto de componentes inter-relacionados que coleta (ou recupera), processa, armazena e distribui informações destinadas a apoiar a tomada de decisões, a coordenação e o controle de uma organização. Atualmente a área tecnológica passa por um avanço significativo, que como aponta Abreu e Agrasso (2000), produz grande impacto nas organizações empresarias e na sociedade como um todo e altera a forma de agir diante desta nova realidade. Isso torna seu uso em organizações cada vez mais necessário e indispensável para a obtenção de competência e competitividade, passando a fazer parte das estratégias organizacionais das empresas. Na área da odontologia isso não é diferente. A inserção da tecnologia neste meio proporcionou grandes transformações e benefícios não só para os pacientes, mas também para os profissionais da área, por meio da elevação da qualidade dos tratamentos odontológicos e da automatização de processos manuais. Segundo Gil (1989), este trabalho pode ser classificado, quanto a sua natureza, como uma pesquisa aplicada, pois visa uma aplicação prática para a solução de um determinado problema e, quanto a abordagem do problema, uma pesquisa qualitativa; já sua elaboração justifica-se pela necessidade de agilizar os procedimentos administrativos de uma clínica odontológica de pequeno porte ainda não informatizada, a fim de melhorar o atendimento e organizar informações relacionadas aos tratamentos realizados pelos pacientes. Para alcançar tais objetivos, este trabalho propõe o desenvolvimento de um software que permita o gerenciamento administrativo do consultório, desde informações básicas sobre os pacientes até processos mais complexos, como por exemplo, o gerenciamento dos planos de tratamento. Isso poderá proporcionar à proprietária uma melhora que diz respeito ao controle de informações.

16 15 Para o início do desenvolvimento deste trabalho, foi realizada uma entrevista com a dentista responsável pela clínica para a coleta do maior número de informações possíveis a fim de entender o funcionamento dos processos, identificar seus problemas principais e as necessidades reais. Na sequência, foi feito o levantamento de requisitos e, com base neste levantamento, foi definida a Unified Modeling Language (UML) para a modelagem do sistema, a linguagem de programação Java para a implementação do mesmo e o sistema gerenciador de banco de dados PostgreSQL para o armazenamento das informações. A aplicação possibilitará ao usuário final operações como cadastro de pacientes e procedimentos, agendamento de consultas, gerenciamento de tratamentos, controle de pagamento e emissão de orçamentos e relatórios. Este trabalho está estruturado da seguinte forma: no primeiro capítulo será feita uma abordagem de todas as tecnologias a serem utilizadas no decorrer do trabalho, a fim de que o leitor possa se situar no contexto utilizado para o desenvolvimento da ferramenta; o segundo capítulo aborda a análise de requisitos, a documentação referente à modelagem do sistema e compreende seus diagramas e devidas especificações; no terceiro capitulo serão apresentados os procedimentos utilizados na implementação do projeto, bem como sua interface gráfica; por fim tem-se as considerações finais e as referências bibliográficas utilizadas no trabalho.

17 16 1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E TECNOLOGIAS UTILIZADAS Este capítulo tem como finalidade descrever aspectos importantes para o entendimento deste trabalho, bem como as tecnologias utilizadas durante seu desenvolvimento. 1.1 FUNCIONAMENTO DA WEB A web pode ser definida como um conjunto de aplicações cliente/servidor (Figura 1.1) em grande escala. Nesta aplicação, o cliente, ou seja, quem requisita a ação, conecta-se ao servidor por meio do Hypertext Transfer Protocol (HTTP), o qual trabalha com requisições e respostas. Após receber uma requisição, o servidor realiza o processamento e retorna a resposta com as informações (textos, imagens, etc.) solicitadas. (GONÇALVES, 2007) Figura 1.1 Arquitetura web.

18 UNIFIED MODELING LANGUAGE A UML é uma linguagem visual usada na modelagem 1 de sistemas que segue o paradigma de orientação a objetos. (BEZERRA, 2006) Sua criação deu-se devido a união de três métodos de modelagem: o método de Booch, o método Object Modeling Technique (OMT) de Jacobson e o método Object-Oriented Software Engineering (OOSE), união esta que foi financiada e incentivada pela Rational Software. Estes eram os métodos mais utilizados pelos desenvolvedores no passado e com a união deles a UML tornou-se nos últimos anos a linguagem-padrão de modelagem adotada internacionalmente pela indústria de engenharia de software. (GUEDES, 2011) A UML é composta de elementos gráficos que representam os conceitos do paradigma de orientação a objeto, os quais permitem a criação de diagramas, representados na Figura 1.2, responsáveis por representar diversas perspectivas do sistema. (BEZERRA, 2006) Diagrama Diagrama Estrutural Diagrama Comportamental Diagrama de Classes Diagrama de Componentes Diagrama de Objetos Diagrama de Atividade Diagrama de Casos de Uso Diagrama de Máquina de Estados Diagrama de Estrutura Composta Diagrama de Implantação Diagrama de Pacotes Diagrama de Interação Diagrama de Sequência Diagrama de Comunicação Diagrama de Visão Geral de Interação Diagrama de Temporização Figura 1.2 Diagramas da UML. Fonte: Guedes, 2011, p Um modelo de software captura uma visão de um sistema físico, é uma abstração do sistema com um certo propósito, como descrever aspectos estruturais ou comportamentais do software. Esse propósito determina o que deve ser incluído no modelo e o que é considerado irrelevante. (GUEDES, 2011, p. 21)

19 Astah O Astah anteriormente conhecida por Jude é uma ferramenta voltada para a modelagem de software nos padrões UML. Entre suas principais características estão simplicidade e dinamismo na criação de diagramas e a compatibilidade com os sistemas operacionais Windows, Mac e Linux. Entre suas edições estão o Astah Professional, Astah Community, Astah SysML e Astah GSN. (ASTAH, 2014) A Figura 1.3 representa o ambiente de desenvolvimento do Astah Community, edição gratuita a ser usada neste trabalho. Figura 1.3 Astah Community JAVA O Java teve início como uma ferramenta de programação do The Green Project em 1991, projeto desenvolvido pela Sun Microsystems a fim de inovar a plataforma de computação para torná-la mais interativa. (MENDES, 2009) O projeto passou por algumas dificuldades pois o mercado de dispositivos eletrônicos não era tão desenvolvido, porém, com o avanço da internet em 1993, viuse potencial para utilizar essa tecnologia para adicionar conteúdo dinâmico em páginas web. Anunciou-se então, em 1995, o Java. (DEITEL; DEITEL, 2010)

20 19 Segundo Ascencio e Campos (2007), Java é uma tecnologia composta de uma linguagem de programação e de uma plataforma de desenvolvimento. De acordo com Pamplona (2013), essa tecnologia é dividida em três grandes edições: a) Java Standard Edition (JSE): utilizada em computadores pessoais ou dispositivos com um poder maior de processamento. Ela possui o Java Development Kit (JDK), que é um conjunto de classes usadas para o desenvolvimento de aplicações e o Java Runtime Edition (JRE), que é uma versão compactada utilizada para executar os sistemas construídos. b) Java Micro Edition (JME): utilizada em dispositivos com poder de processamento mais inferior, como dispositivos móveis. Devido à isso ela possui Applicattions Programming Interfaces (APIs) mais leves, a fim de não comprometer a performance do aparelho. c) Java Enterprise Edition (JEE): utilizada em aplicações corporativas e aplicações voltadas para Internet. É formada por um conjunto maior de APIs, ideal para a integração de sistemas e construção de servidores de aplicação. Como linguagem de programação, o Java destaca-se em sua execução (como ilustra a Figura 1.4), pois os programas são escritos com a extensão.java. Ao serem compilados com o compilador javac, são gerados os arquivos.class. Um arquivo.class é constituído de bytecodes, código interpretado pela Máquina Virtual Java (JVM). (ASCENCIO; CAMPOS, 2007, p. 11) Figura 1.4 Processo de execução de um programa em Java. Fonte: Ascencio e Campos, 2007, p.11.

21 20 Dentre as várias características dessa linguagem, seguem abaixo as que possuem maior relevância: Simplicidade: aplicações podem ser desenvolvidos em diferentes Sistemas Operacionais sem focar em detalhes de infraestrutura e, diferente das linguagens C e C++, o Java não possui herança múltipla, ponteiros e sobrecarga de operadores. (MENDES, 2009) Orientação a objetos: por seguir este paradigma de programação o Java traz de forma nativa os conceitos de herança, polimorfismo e encapsulamento, além de tornar possível o uso de uma ferramenta de modelagem para gerar códigos. (MENDES, 2009) Portabilidade: a portabilidade da linguagem ocorre por meio da JVM, haja vista que ela disponível em inúmeras plataformas. O código em bytecodes é gerado baseando-se na plataforma utilizada. (MENDES, 2009) Alta Performance: por ser uma linguagem interpretada, o código a ser executado já foi previamente analisado, o que oferece um bom desempenho. Outro fator que aumenta a performance do Java é o garbage collector, processo executado em segundo plano para liberar a memória que não está mais em utilização. (MENDES, 2009) Segurança: programas escritos em Java não permite que aplicações escritas em outras linguagens se fundam ao código para que sejam instaladas automaticamente. (MENDES, 2009) Em relação ao desenvolvimento em Java o termo plataforma faz referência ao software no qual são executados os programas. Ela é composta pela JVM e pela API. (MENDES, 2009) A Máquina Virtual Java é responsável por fazer a interface entre seu programa e o sistema operacional, transformando os bytecodes (comuns a qualquer ambiente) em código nativo reconhecido pelo hardware. Já a API é composta por um amplo conjuntos de classes já implementadas e testadas que fornecem recursos aos desenvolvedores. (ASCENCIO; CAMPOS, 2007, p. 11).

22 JAVA ENTERPRISE EDITION Como descrito anteriormente, esta plataforma visa o desenvolvimento de aplicações corporativas e aplicações para Internet. Segundo Sampaio (2011), o JEE é baseado em containers 2, os quais fornecem serviços para a construção dessas aplicações sendo cada container específico para cada tipo de aplicação a fim de minimizar o tempo de desenvolvimento, os riscos a serem enfrentados e os problemas relacionados à manutenção. Além disso, o JEE abriga uma série de tecnologias distintas, como por exemplo Servlets e Java Server Pages (JSP). O JEE pode ser divido em quatro camadas, como ilustra a Figura 1.5. Na camada cliente temos o Web browser ou applets, podendo ter também aplicações Java rodando dentro do Java EE cliente container. Na camada de apresentação (ou Web Tier) temos os componentes web da arquitetura Java EE, como JavaServer Pages (JSP), Servlets e JavaServer Faces. Na camada de negócios rodamos os componentes remotos que implementam regras de negócio ou representam entidades de dados, os Enterprise Javabeans e Web Services. Finalmente, na camada EIS (Enterprise Information Systems) temos os servidores de recursos corporativos, como: Servidores de Banco de Dados ou Mainframes. Normalmente, são consumidos utilizando as interfaces Java DataBase Connectivity (JDBC) e Java Connector Architecture (JCA). (SAMPAIO, 2011, p ) Figura 1.5 Camadas do JEE. Fonte: Sampaio, 2011, p Dificilmente uma aplicação gráfica é composta por um único componente, mas sim por vários componentes inter-relacionados. Para este tipo de aplicação, um componente fundamental é a área onde os demais componentes da aplicação estarão dispostos. Um componente que pode conter outros componentes é denominado um container. (RICARTE, 2002)

23 Servlets Servlets podem ser definidas como classes Java desenvolvidas com uma estrutura bem definida que, ao serem instaladas juntamente com um Servidor que implemente um Servlet Container 3, podem tratar requisições recebidas de clientes. (GONÇALVES, 2007) Essa tecnologia surgiu em 1997 a fim de permitir a criação de páginas dinâmicas com o uso de Java. Basicamente o servlet faz a leitura dos dados de uma requisição do cliente e fornece uma resposta, como por exemplo uma página Hypertext Markup Language (HTML). (CAELUM, 2014) Seu ciclo de vida formado por três fases: inicialização, atendimento às requisições e finalização. A inicialização ocorre quando o Servlet container carrega o Servlet. Após a inicialização, o Servlet pode atender requisições. Assim, enquanto o servidor estiver ativo, e a aplicação que contém o Servlet estiver carregada, este permanecerá na fase 2 de seu ciclo. Finalmente, quando o servidor é finalizado ou quando a aplicação é tornada inativa pelo Servlet Container, o Servlet é finalizado. (GONÇALVES, 2007, p. 31) A Figura 1.6 representa o ciclo descrito acima. Figura 1.6 Ciclo de vida de um Servlet. Fonte: Gonçalves, 2007, p Servlet Container ou Servidor de Aplicação Java nada mais é do que um servidor que permite a execução de Servlets. (GONÇALVES, 2007, p.29)

24 Java Server Pages Essa tecnologia foi desenvolvida pela Sun Microsystems e, de acordo com Temple et al. (2004), um arquivo JSP pode ser definido como uma página HTML que contém elementos especiais responsáveis por dar dinamismo a essa página. No JSP a formatação separa-se da programação diferentemente do servlet, o qual possui ambos em um único local. Por ser baseada em Java essa tecnologia torna-se multiplataforma, ou seja, pode ser executada em diversos sistemas operacionais. Ela permite ao desenvolvedor o acesso à banco de dados, manipulação de arquivos texto e captura de informações provenientes de formulários e relacionadas ao visitante e servidor. (JORGE; SANTOS, 2008) 1.5 HYPERTEXT MARKUP LANGUAGE A Linguagem de Marcação de Hipertexto significado da sigla HTML em português pode ser definida como uma linguagem para publicação de conteúdo (texto, imagem, vídeo, áudio, etc.) na web. (EIS; FERREIRA, 2014, p. 07) Esta linguagem baseia-se no conceito de hipertexto que, segundo Silva (2011), pode ser definido como o conteúdo de um documento que, quando inserido na web, pode interligar-se com outros documentos, o que forma uma grande rede de informações. Inicialmente o HTML foi desenvolvido por Tim Berners-Lee, porém tornou-se popular em 1990, quando Marc Andreesen desenvolveu o browser Mosaic. Desde então, o HTML passou a ser utilizado como base para os desenvolvedores de browsers. (EIS; FERREIRA, 2014) Nos anos seguintes entre 1991 e 1995 várias versões do HTML surgiram, entre elas o HTML+, HTML2.0 e HTML3.0, porém, em 1997 o grupo de trabalho o World Wide Web Consortium (W3C) desenvolveu a versão 3.2, tornando-a pratica comum entre os desenvolvedores de aplicações web. Em seguida lançou-se o HTML4, porém os desenvolvedores foram alertados pelo W3C que padrões deveriam ser seguidos, pois essa nova versão não trazia diferencial para a semântica do código e dificultava a manipulação de elementos de JavaScript e de Cascading Style Sheets (CSS). Após o lançamento desta versão a W3C voltou-se para a criação do extensible

25 24 Hypertext Markup Language (XHTML), fato que não agradou o grupo Web Hypertext Application Technology Working Group (WHATWG) formado por desenvolvedores renomados como Apple, Mozzila e Opera. O WHATGW focou-se em desenvolver melhorias para uma nova versão do HTML, o que chamou a atenção do W3C que juntou-se ao grupo. (EIS; FERREIRA, 2014) Por fim surgiu o que é conhecido hoje como HTML5, que tem como objetivos principais facilitar a manipulação de elementos de uma forma não intrusiva, fornecer ferramentas para o uso do JavaScript e CSS e utilizar tags específicas como padrão, a fim de modificar a forma de como os códigos são escritos e organizar as informações da página. (EIS; FERREIRA, 2014) 1.6 JAVASCRIPT O JavaScript é uma linguagem de scripts 4, portanto não deve ser confundida com a linguagem de programação Java. Ela foi criada inicialmente pela Netscape com o nome de LiveScript para ser uma linguagem independente. Porém, com a popularidade do Java a Netscape uniu-se com a Sun Microsystems, dando origem ao JavaScript, o qual pode ser considerado semelhante ao Java devido às suas estruturas de sintaxe. (JORGE, 2004) Seu principal objetivo é permitir que interatividade seja adicionada às páginas web. Diferente das linguagens de programação, que são desenvolvidas para funcionar do lado servidor, o JavaScript foi desenvolvido para o lado cliente, portanto seu funcionamento depende de funcionalidades hospedadas no navegador, o qual possui um interpretador JavaScript. Além de adicionar interatividade às páginas, o JavaScript possui outras funcionalidades, como por exemplo, criar marcações HTML com JavaScript e inseri-las na marcação de um documento existente, controlar o comportamento do navegador a fim de exibir mensagens aos usuários, fechar e abrir janelas, alterar as dimensões do navegador, etc. e acessar campos de formulários a fim de validar dados e realizar cálculos. (SILVA, 2010) 4 Scripts são roteiros seguidos por sistemas computacionais e trazem informações que são processadas e transformadas em ações efetuadas por um programa principal. (PEREIRA, 2012)

26 JQUERY De acordo com Silva (2008, p.20), jquery é uma biblioteca JavaScript criada por John Resign e disponibilizada como software livre e aberto. Ela foi criada em 2006 para facilitar o uso do JavaScript, onde várias linhas de código que, ao serem substituídas por apenas algumas com a sintaxe jquery, produzem efeitos em objetos. Esta biblioteca foi criada em conformidade com os padrões web, sendo compatível com qualquer sistema operacional e navegador, e tem como principal objetivo incluir interatividade e dinamismo às páginas web, fatores que proporcionam aos desenvolvedores maior facilidade na criação de scipts para incrementar a usabilidade, acessibilidade e o design da aplicação. (SILVA, 2008) 1.7 AJAX Como aponta o Gonçalves (2007) o Asynchronous Java Script and XML (AJAX) é um termo que foi empregado por Jesse James Garret em fevereiro de 2005 para descrever o uso de um conjunto de tecnologias, dentre as principais o JavaScript e extensible Markup Language (XML). O Ajax contém um mecanismo formado por funções escritas em JavaScript encarregado de transmitir e receber as informações do servidor de forma assíncrona, como uma camada intermediária. Dessa forma, o modelo de aplicação web tradicional onde é função do browser iniciar e processar pedidos no servidor é deixada de lado. A página é carregada por completo apenas uma vez, e posteriormente, nas próximas chamadas ao servidor, apenas parte da página é atualizada sem que haja alteração em outras informações, como por exemplo no layout. (GONÇALVES, 2007) 1.8 BOOTSTRAP Bootstrap é um framework front-end, ou seja, responsável pela parte visual de um website. Ele foi desenvolvido pela equipe do Twitter e possui diversos componentes que são disponibilizados de forma gratuita. (NASCIMENTO, 2013) Entre suas principais características estão sua compatibilidade com as tecnologias HTML5 e CSS3 e a facilidade para criação de layouts com grids nativamente responsivas, ou seja, que se adequam à diferentes resoluções de tela.

27 26 Além disso este framework possui diversos componentes com suas respectivas documentações de fácil atendimento e é compatível com diversos navegadores atuais, como por exemplo Google Chrome, Mozilla Firefox, Internet Explorer, Safari e Opera. (NASCIMENTO, 2013) 1.9 NETBEANS O NetBeans é um projeto de código aberto (open-source) composto pelo NetBeans Integrated Development Environment (IDE) e pela plataforma NetBeans criado pela Sun Microsystems em junho de 2000 para o uso comercial e não comercial. Ele visa fornecer produtos para o desenvolvimento de software que atendam as necessidade dos desenvolvedores e usuários. (NETBEANS, 2014) O NetBeans IDE, por sua vez, é um ambiente de desenvolvimento que fornece ferramentas aos programadores para que estes possam escrever códigos, compilá-los e depurá-los. Ele foi desenvolvido na linguagem Java, porém dá suporte a várias linguagens de programação. Atualmente está na versão 8.0 (Figura 1.7), a qual traz novas ferramentas para o uso de HTML5 e melhorias no suporte às linguagens PHP e C/C++. Figura 1.7 NetBeans IDE 8.0.

28 EMISSÃO DE RELATÓRIOS De acordo com Macedo (2010), o framework open-source JasperResports é um dos mais utilizados atualmente para a geração de relatórios. Dentre suas principais funcionalidades pode-se destacar a exportação de relatórios em diversos formatos, inclusive para Portable Document Format (PDF), como uma das mais atrativas aos desenvolvedores, além de aceitar entradas de dados de diferentes formas, como por exemplo por meio de uma conexão com o banco de dados, uma sessão do Hibernate 5 e até mesmo com o uso de uma coleção de objetos em memória. O layout dos relatórios são definidos em um arquivo XML, o qual contém todas as informações referentes a formatação do relatório e aos campos que serão preenchidos nele baseando-se na fonte de dados escolhida. (MACEDO, 2010) Para que o uso desse framework se tornasse mais interativo, a empresa JasperForge, criadora do JasperReport, desenvolveu uma ferramenta intitulada de ireport. Ela permite o desenvolvimento do layout dos relatórios em uma interface gráfica, por meio do uso de componentes. Além de possibilitar a criação de templates, ele também possui uma variedade de templates nativos, o que permite criar relatórios diretamente com eles, sem precisar criar seu próprio design. (MACEDO, 2010) 1.11 SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS De acordo com Elmasri e Navathe (2011) um banco de dados pode ser definido como uma coleção de dados 6 relacionados que podem ser gerenciados de uma forma manual ou computadorizada. Para o gerenciamento computadorizado desenvolveram-se várias técnicas, entre elas o Database Management System ou Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD), que é uma coleção de programas que permitem a criação e manipulação de banco de dados. De uma forma simplificada, o SGBD facilita os processos do banco de dados, tais como: 5 Segundo Silva (2009), o Hibernate é um framework utilizado em ambientes Java para o mapeamento objeto/relacional, o qual transforma as classes Java em modelos de dados relacionais baseado em um esquema de entidade-relacionamento. 6 Dados podem ser entendidos como fatos conhecidos que podem ser registrados e possuem significado implícito. (ELMASRI; NAVATHE, 2011, p. 03)

29 28 Definição: especificação das estruturas, tipos e restrições dos dados que serão armazenados e informações descritivas do banco de dados (metadados); Construção: armazenamento dos dados; Manipulação: realização de consultas para recuperação de dados, atualização de informações e geração de relatórios; Compartilhamento: acesso simultâneo de diversos usuários e programas à mesma base de dados. Outro aspecto importante fornecido pelo SGBD é a proteção dos dados contra falhas de hardware ou software e contra acesso não autorizado. (ELMASRI; NAVATHE, 2011) Segue abaixo a Figura 1.8 que representa de uma forma simplificada o ambiente de um sistema de banco de dados: Figura 1.8 Ambiente de um sistema de banco de dados. Fonte: Elmasri e Navathe, 2011, p. 04.

30 PostgreSQL O PostgreSQL é um SGBD Objeto Relacional que foi desenvolvido em 1986 na Universidade Berkeley, Califórnia, por uma equipe orientada pelo professor Michael Stonebraker. Inicialmente o projeto recebeu o nome POSTGRES, porém em 1994 ele foi encerrado e deu origem ao Postgres95, o qual incorporou a Structured Query Language (SQL) que substituiu a linguagem PostQUEL usada anteriormente. Apenas em 1996, com o acréscimo de novas melhorias, ele passou a ser chamado de PostgreSQL, como é conhecido até hoje e, apesar de ser um software livre, utiliza a licença Berkeley Software Distribution (BSD) para regularização de seu uso. (MILANI, 2008) Milani (2008) aponta que além de ser compatível com vários sistemas operacionais como Windows, Linux e Mac OS X Server, o PostgreSQL possui bibliotecas e drivers de conexão para diversas plataformas e linguagens, entre elas o C/C++, Java/JSP, PHP,.NET, etc. Outras características deste SGBD que devem ser levadas em conta referemse ao suporte a operações de Atomicidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade (ACID), integridade referencial, gerência de várias conexões de uma única vez (multithreads), segurança/criptografia e grande capacidade de armazenamento. (MILANI, 2008) Java Database Connectivity O Java Database Connectivity (JDBC) é uma API independente que possibilita a conectividade da linguagem de programação Java com diversos banco de dados por meio do driver especifico de cada um. Por meio dessa conexão torna-se possível o uso de instruções SQL na programação a fim de manipular informações na base de dados. (ORACLE, 2014) Conforme apresentado anteriormente, este capítulo teve o propósito de abordar de uma forma clara objetiva as tecnologias utilizadas no decorrer deste trabalho. No capítulo seguinte serão apresentados todos os processos utilizados no desenvolvimento do software para gerenciamento da clínica odontológica, desde a análise até a modelagem do banco de dados.

31 30 2 ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMA Este capítulo trata-se da análise de negócio, da identificação dos requisitos e da modelagem do sistema. Nele serão apresentados os requisitos da clínica odontológica, bem como os diagramas de Classe, Caso de Uso, Atividade, MVC e Sequência, acompanhados de suas especificações e, por fim, a projeção do banco de dados. 2.1 ANÁLISE DE NEGÓCIO O consultório odontológico que impulsionou o desenvolvimento deste trabalho situa-se na cidade de Lins/SP e teve o início das suas atividades no final de 2007, sendo a proprietária a única profissional responsável pelo atendimento dos pacientes. No princípio, eram realizados apenas procedimentos simples como extrações dentárias, profilaxias e restaurações. Dois anos mais tarde, a dentista da clínica especializou-se na área ortodôntica e passou a atender pacientes neste segmento, incorporando também, além de atendimentos particulares, atendimentos por meio de convênios odontológicos. Esse avanço trouxe consequências positivas como por exemplo uma divulgação maior de seu trabalho, que acarretou no aumento do números de pacientes Instrução do Problema Dentre os problemas encontrados na clínica, um dos mais ressaltantes refere-se a documentação dos pacientes. Devido ao aumento dos mesmos, tornou-se cada vez mais difícil o controle dos documentos bem como sua armazenagem, que apesar de ser bem organizada despende tempo na procura manual. Outro problema identificado diz respeito a manutenção dos dados do paciente, que é feita também manualmente, como cadastros, orçamentos, anamnese 7, acompanhamento do tratamento e até mesmo o controle de pagamento. 7 Questionário realizado no início de todo tratamento que contém dados importantes sobre o paciente.

32 31 Por último, e não menos importante, tem-se o agendamento das consultas que também não é informatizado, o que pode gerar conflito de horários entre a dentista e os pacientes na hora de fazer as devidas anotações na agenda. Estes problemas acabam por dificultar as ações rotineiras do consultório, tanto em relação a agilidade no atendimento quanto na armazenagem das informações. Para saná-los ou reduzi-los, a solução encontrada foi o desenvolvimento de um software que possibilite aos profissionais envolvidos realizar todas essas operações de forma mais ágil e consistente, a fim de garantir a segurança dos dados e facilitar os processos diários Atores envolvidos no processo Dois atores estão envolvidos no processo: a dentista e/ou secretária, representadas pelo Usuário e o Paciente. Cabe ao usuário agendar consultas, manter o cadastro dos pacientes, registrar o pagamento realizado por eles e emitir relatórios com informações necessárias. O sistema também possibilitará a consulta do tratamento de cada paciente, a manipulação destes tratamentos por meio da inserção dos procedimentos que precisam ser realizados, atualização do status dos procedimentos que já foram executados, preenchimento da anamnese que será armazenada no prontuário do paciente e preenchimento/emissão de orçamentos. O Paciente por sua vez, poderá apenas consultar seus horários agendados com a dentista Descrição do ambiente atual Como descrito anteriormente, a clínica odontológica não é informatizada, portanto, toda a parte operacional e administrativa são realizadas manualmente pela secretária e pela dentista. A dentista utiliza a maior parte do seu tempo para dedicar-se ao paciente e proceder as atividades relacionadas ao tratamento. À secretária cabe recepcionar os pacientes, fazer os agendamentos dos horários, emitir orçamentos, registrar o pagamento realizado por eles e cuidar de todas

33 32 as informações referentes a cada paciente, informações essas que, atualmente, estão disponíveis em fichas armazenadas em um armário no próprio consultório. 2.2 VISÃO GERAL DO PRODUTO A visão geral do produto consiste em apresentar informações sobre outros produtos do mesmo segmento, mas também visa especificar as principais características do software apresentado por este trabalho Análise de Mercado O software em questão, apesar de ser desenvolvido para uma clínica específica, pretende atender todo o segmento de clinicas odontológicas e, mais especificamente, facilitar o atendimento para que o dentista possa maximizar seu tempo de trabalho. Não existem exceções em relação a implantação do sistema, pois todas as clinicas, por mais distintas que sejam, podem ter suas funcionalidades atendidas com a realização de alterações no software de acordo com as particularidades de cada uma Perspectiva do Produto A inserção da tecnologia no cotidiano das empresas está em pleno crescimento, o que tem como consequência a necessidade de possuir um gerenciamento informatizado nas mesmas. Devido a essa necessidade, vários softwares foram desenvolvidos a fim de atender os mais variados tipos de empreendimentos, o que se estendeu aos consultórios odontológicos. A partir deste pressuposto é possível encontrar atualmente diferentes tipos de softwares que atendam às necessidades dos profissionais da área de odontologia, como ilustram as figuras abaixo. A figura 2.1 ilustra o software DentalOffice, desenvolvido pela empresa Rh Software. Sua primeira versão foi lançada em 1995 e, desde então, são incluídas novas funcionalidades a cada atualização, bem como versões para web, mobile e desktop disponíveis no mercado.

34 33 Figura 2.1 Agendamento de Horários DentalOffice. Fonte: Dental Office, Já a figura 2.2 ilustra o software XDental, desenvolvido pela empresa XDental Software Odontológico com lançamento em Ele possui várias versões mini, básica, ortodontia, implantodontia e completa com inúmeras funcionalidades, visando atender dos consultórios mais simples aos mais completos. Figura 2.2 Agendamento de Horários XDental Fonte: XDental, Assim como outros softwares existentes no mercado, ambos possuem interface e funcionalidades bem completas, porém complexas, o que dificulta na manipulação de informações.

35 34 Com base nessas informações, o foco do software deste trabalho é proporcionar ao usuário um sistema funcional, porém com uma interface mais simples, funcionalidades mais bem definidas e processos mais fáceis de serem realizados, o que acarreta uma diminuição do custo de seu valor final Premissas e Dependências Para que o software possa ser implantado não são necessários muitos recursos. É indispensável que haja uma conexão de boa qualidade com a internet devido ao tráfego de informações relevantes na rede, o navegador Google Chrome ou Mozilla Firefox para o acesso ao sistema e o suporte às tecnologias utilizadas, como por exemplo a plataforma Java e o Servidor de Aplicação Glassfish. 2.3 ANÁLISE DE REQUISITOS FUNCIONAIS A análise de requisitos funcionais tem como finalidade apresentar a modelagem do sistema contendo seus diagramas e devidas especificações Diagrama de Casos de Uso De acordo com Bezerra (2006), o objetivo principal do diagrama de casos de uso é representar, de uma forma geral, quais elementos externos interagem com determinadas funcionalidades do sistema. Embora seja consultado durante todo o processo de modelagem, ele é utilizado normalmente na fase de levantamento de requisitos pois possui um contexto mais informal, de fácil entendimento, para que o usuário tenha uma visão geral do funcionamento do sistema. Nele são representados os atores do sistema, ou seja quem terá interação com o mesmo, e os casos de uso, que são as funcionalidades a serem disponibilizadas. A Figura 2.3 apresenta o digrama de casos de uso desta aplicação. (GUEDES, 2011)

36 35 Figura 2.3 Diagrama de Casos de Uso Diagrama de Classes Guedes (2011) aponta este diagrama como sendo um dos mais importantes da UML pois serve de apoio para os demais. Ele é responsável por representar a estrutura das classes 8 do sistema com seus respectivos atributos e métodos, bem como a forma na qual elas se relacionam e trocam informações entre si. O diagrama de classes é representado pela Figura Classes podem ser definidas como uma abstração das características de um grupo de coisas do mundo real. (BEZERRA, 2006, p. 07)

37 36 Figura 2.4 Diagrama de Classes Modelo MVC Segundo Fowler (2006) o MVC é um padrão de projeto que surgiu no final da década de 70. Ele é utilizado com a finalidade de separar a aplicação em três camadas: a) modelo: gerencia o comportamento e as características de um objeto do mundo real a ser usado pela interface; b) visão: gerencia a saída gráfica e/ou textual da parte visível ao usuário, ou seja, proporciona a interação com o mesmo por meio da exibição de informações; e c) controle: responsável por interpretar as informações fornecidas pelo usuário a fim de manipular o modelo e a visão para agirem de forma apropriada. (MINETTO, 2007)

38 37 A principal vantagem de utilizar o MVC é a separação da parte lógica da aplicação de sua apresentação, o que permite que um grupo de desenvolvedores trabalhe em conjunto na aplicação ao mesmo tempo, porém em camadas diferentes Diagrama de Sequência O diagrama de sequência tem como finalidade representar a ordem temporal da interação entre objetos envolvidos em um determinado processo. Cada processo possui um evento que deu origem à ele e o ator responsável por este evento. Além disso, determina também o comportamento deste processo por meio de chamadas de métodos disparados por mensagens, as quais são enviadas entre os objetos. (GUEDES, 2011) Diagrama de Atividade Segundo Guedes (2011), este diagrama tem como objetivo principal a descrição dos passos que devem ser seguidos para que uma atividade específica possa ser concluída, ou seja, ele representa o fluxo de controle desta atividade Especificação de Histórias e Diagramas Os casos de uso apresentados no Quadro 2.1 referem-se às funcionalidades existentes no sistema. A seguir, será feita uma breve descrição sobre cada funcionalidade bem como a apresentação de seus respectivos diagramas. Quadro 2.1 Resumo dos Casos de Uso Identificação Caso de Uso Ator Responsável A Manter Paciente Usuário B Manter Procedimento Usuário C Manter Agendamento Usuário D Gerar Avaliação Usuário E Manter Orçamento Usuário F Manter Tratamento Usuário G Manter Anamnese Usuário H Registrar Pagamento Usuário I Consultar Agendamento Paciente Fonte: Elaborado pela autora, 2014.

39 38 A Manter Paciente: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita a busca, inserção, alteração e exclusão de pacientes. Os dados fornecidos pelo usuário são processados e/ou validados e então o sistema os envia para o banco de dados para que a operação desejada seja efetuada. Encontram-se a seguir as figuras 2.5, 2.6 e 2.7 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.5 Diagrama de Atividade Manter Paciente. Figura 2.6 Diagrama de MVC Manter Paciente.

40 39 Figura 2.7 Diagrama de Sequência Manter Paciente. B Manter Procedimento: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita a busca, inserção, alteração e exclusão de procedimentos. Os dados fornecidos pelo usuário são processados e/ou validados e então o sistema os envia para o banco de dados para que a operação desejada seja efetuada. Os diagramas desta funcionalidade não serão apresentados pois possuem fluxos semelhantes ao caso de uso A Manter Paciente.

41 40 C Manter Agendamento: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita a busca, inserção, e alteração de agendamentos. Para efetuar um novo agendamento é pré-requisito que o paciente já esteja inserido na base de dados. Caso isso não ocorra, o usuário deverá retornar à funcionalidade apresentada no caso de uso A Manter Paciente para inseri-lo. Após o preenchimento de todas as informações, os dados fornecidos pelo usuário serão processados e/ou validados e então o sistema os enviará para o banco de dados para que a operação desejada seja efetuada. Encontram-se a seguir as figuras 2.8, 2.9 e 2.10 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.8 Diagrama de Atividade Manter Agendamento.

42 Figura 2.9 Diagrama de MVC Manter Agendamento. 41

43 Figura 2.10 Diagrama de Sequência Manter Agendamento. 42

44 43 D Gerar Avaliação: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita a seleção de procedimentos que serão a base para a inserção de um orçamento. Para efetuar uma avaliação é pré-requisito que tanto o paciente quanto os procedimentos a serem utilizados já estejam inseridos na base de dados. Caso isso não ocorra, o usuário deverá retornar a ambas funcionalidades para inseri-los. Após selecionar todos os procedimentos, estes serão armazenados na memória para serem usados futuramente e o sistema processará os dados necessários para gerar o orçamento. Encontram-se a seguir as figuras 2.11, 2.12 e 2.13 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.11 Diagrama de Atividade Gerar Avaliação.

45 Figura 2.12 Diagrama de MVC Gerar Avaliação. 44

46 Figura 2.13 Diagrama de Sequência Gerar Avaliação. 45

47 46 E Manter Orçamento: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita alteração de informações de um determinado orçamento, bem como sua emissão para que seja entregue ao paciente. O orçamento possibilita que, a partir dele, seja gerado um tratamento para o paciente. Caso o usuário deseje realizar esta operação, um tratamento já contendo os procedimentos inseridos no orçamento e uma anamnese correspondente a ele serão inseridas no banco de dados. Encontram-se a seguir as figuras 2.14, 2.15 e 2.16 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.14 Diagrama de Atividade Manter Orçamento.

48 Figura 2.15 Diagrama de MVC Manter Orçamento. 47

49 Figura 2.16 Diagrama de Sequência Manter Orçamento. 48

50 49 F Manter Tratamento: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita a alteração de informações de um determinado tratamento, bem como a alteração dos procedimentos que pertencem a ele, a fim de identificar quais já foram realizados. Por meio do tratamento também poderá ser realizado o cálculo total dos serviços para que o pagamento correspondente a ele seja inserido no banco de dados. Vale ressaltar que cada tratamento possui uma anamnese, a qual terá seu fluxo ilustrado em diagramas próprios. Encontram-se a seguir as figuras 2.17, 2.18 e 2.19 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.17 Diagrama de Atividade Manter Tratamento.

51 Figura 2.18 Diagrama de MVC Manter Tratamento. 50

52 Figura 2.19 Diagrama de Sequência Manter Tratamento. 51

53 52 G Manter Anamnese: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita a alteração de informações sobre a anamnese de um paciente. Para ter acesso aos dados da mesma é necessário acessar o tratamento no qual ela está relacionada, visto que para cada tratamento do paciente uma nova anamnese será gerada. Encontram-se a seguir as figuras 2.20, 2.21 e 2.22 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.20 Diagrama de Atividade Manter Anamnese.

54 53 Figura 2.21 Diagrama de MVC Manter Anamnese. Figura 2.22 Diagrama de Sequência Manter Anamnese. H Registrar Pagamento: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita ao usuário alterar as parcelas do pagamento gerado por um tratamento, a fim de especificar a data de pagamento e o status de cada parcela. Para exibir as parcelas é necessário selecionar primeiro o paciente. Após isso será apresentada uma lista contendo seus respectivos tratamentos e uma opção para visualizar suas respectivas parcelas.

55 54 Encontram-se a seguir as figuras 2.23, 2.24 e 2.25 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.23 Diagrama de Atividade Registrar Pagamento.

56 Figura 2.24 Diagrama de MVC Registrar Pagamento. 55

57 56 Figura 2.25 Diagrama de Sequência Registrar Pagamento. I Consultar Agendamento: este caso de uso refere-se à funcionalidade que possibilita ao paciente realizar uma busca de todas os agendamentos que ele já

58 57 realizou e os que ainda serão realizados. Para a efetuar a pesquisa é necessário que ele informe o seu CPF. Encontram-se a seguir as figuras 2.26, 2.27 e 2.28 que representam os diagramas de atividade, MVC e sequência desta funcionalidade, respectivamente. Figura 2.26 Diagrama de Atividade Consultar Agendamento.

59 58 Figura 2.27 Diagrama de MVC Consultar Agendamento. Figura 2.28 Diagrama de Sequência Consultar Agendamento.

60 PROJETO DE BANCO DE DADOS Heuser (1998) aponta um modelo de banco de dados como a descrição dos tipos de informações que estão armazenados em um banco de dados. Este modelo é construído a partir de uma linguagem de modelagem de dados, que pode ser textual ou gráfica, e pode ser representado de várias formas, de acordo com o nível de abstração desejado. A Figura 2.29 representa o modelo lógico do banco de dados contendo as entidades do sistema e seus relacionamentos. Figura 2.29 Modelo lógico do banco de dados. A partir dele é construído o modelo físico, apresentado na Figura 2.30, o qual apresenta as entidades definidas anteriormente como tabelas, apresentando os campos nela contidos com seus respectivos tipos de dados, suas restrições, relacionamentos e conceitos de chave primária e estrangeira.

61 60 Figura 2.30 Modelo relacional do banco de dados. A finalidade deste capítulo foi apresentar a identificação e a análise dos requisitos para o desenvolvimento do sistema, descrever suas funcionalidades e representa-las por meio dos diagramas de Atividade, MVC e Sequência. Por fim, foram apresentados o modelo lógico e o modelo conceitual do banco de dados.

62 61 3 IMPLEMENTAÇÃO O intuito deste capítulo é exibir a implementação do sistema utilizando imagens da aplicação desenvolvida em funcionamento. Isso permite a visualização de suas funcionalidades de uma maneira mais clara, a fim de demonstrar a visão do usuário final. 3.1 TELA DE AUTENTICAÇÃO Na Figura 3.1 é ilustrada a tela de autenticação do sistema, a qual contém o Login de Usuários e a Busca ao Agendamento de Consultas. O login, que contém o nome e a senha do usuário, torna-se essencial pois permite o acesso ao sistema e mantém o controle de sessões. Já a Busca ao Agendamento de Consultas permite ao paciente, por meio de seu CPF, verificar as consultas que estão agendadas, bem como quais consultas ele já realizou. Figura 3.1 Tela de Autenticação do sistema web.

63 Consultas Agendadas A Figura 3.2 apresenta o que ocorre após inserir o CPF na Busca ao Agendamento de Consultas. Será apresentada uma janela na qual contém o nome do paciente e uma relação de todas as suas consultas já agendadas, bem como o status de cada uma. Figura 3.2 Tela Consultar Agendamento Tela Principal Após a validação do login, o usuário é redirecionado para a página principal, ilustrada na Figura 3.3. Ela contém três elementos comuns a todas as outras páginas: uma barra superior, a qual possui o nome do usuário da sessão e a opção de sair do sistema; um cabeçalho, o qual identifica o consultório odontológico; e na lateral esquerda, o menu de funcionalidades do sistema, o qual permite a navegação para as demais páginas. Figura 3.3 Tela Principal do sistema web.

64 AGENDA A opção Agenda do menu lateral exibe uma página contendo três abas, as quais serão apresentadas a seguir. A aba Agenda do Dia, ilustrada na Figura 3.4, lista todas as consultas agendadas para o dia corrente, permitindo acessar e alterar cada registro quando necessário. Figura 3.4 Menu Agenda Aba Agenda do Dia. A aba Pesquisar Consultas Agendadas (Figura 3.5) permite que o usuário realize a pesquisa de consultas agendadas ao estabelecer parâmetros para essa operação e selecionar a opção Pesquisar ; para cada registro encontrado, também é possível acessá-lo e alterá-lo quando necessário. Esta aba também possibilita iniciar um novo agendamento ao escolher a opção Agendar Consulta, que redireciona o usuário para a aba Agendar Consulta. Esta aba, por sua vez, permite ao usuário inserir um novo agendamento no sistema (Figura 3.6). Durante o preenchimento do novo agendamento, é necessário selecionar o paciente desejado, que já deve estar cadastrado no sistema. Para isso, uma janela adicional será apresentada para a realização da pesquisa e seleção do paciente, como ilustra a Figura 3.7.

65 64 Figura 3.5 Menu Agenda Aba Pesquisar Consultas Agendadas. Figura 3.6 Menu Agenda Aba Agendar Consulta.

66 65 Figura 3.7 Selecionar Paciente. 3.3 CADASTROS Ao clicar na opção Cadastros do menu lateral, dois itens são apresentados: o Cadastro de Paciente e o Cadastro de Procedimento. Ambos possuem estrutura similar com duas abas, uma para pesquisa e outra para o cadastro. Na aba Pesquisa o usuário tem a possibilidade de pesquisar todos os registros, ao selecionar a opção Todos ou de filtrar a sua busca por meio da inserção de parâmetros e da seleção da opção Pesquisar. Cada registro encontrado oferece a opção Alterar, a qual redireciona as informações para a aba Cadastro para que sejam feitas as devidas alterações, e a opção Excluir remove o registro selecionado, desde que o mesmo não esteja vinculado a outras informações do sistema. Ainda nesta aba, é possível iniciar um novo cadastro ao clicar na opção Novo. As Figuras 3.8 e 3.9 representam a aba Pesquisa do Cadastro de Paciente e do Cadastro de Procedimento, respectivamente.

67 66 Figura 3.8 Menu Cadastros Pesquisar Paciente. Figura 3.9 Menu Cadastros Pesquisar Procedimento.

68 67 A aba Cadastro, por sua vez, permite o preenchimento das informações a serem gravadas no banco de dados. Ao final do formulário, são apresentadas duas opções: a primeira opção, o Salvar, insere as informações fornecidas pelo usuário na base de dados, porém, caso essas informações já estejam gravadas, elas são atualizadas. A segunda opção, o Cancelar, cancela a operação que está em execução e redireciona o sistema para a aba Pesquisa. As Figuras 3.10 e 3.11 representam a aba Cadastro do Cadastro de Paciente e do Cadastro de Procedimento, respectivamente. Figura 3.10 Menu Cadastros Cadastrar Paciente.

69 68 Figura 3.11 Menu Cadastros Cadastrar Procedimento. 3.4 PLANO DE TRATAMENTO O Plano de Tratamento do menu lateral também traz duas opções ao usuário: Pesquisar e Novo. A Figura 3.12 representa a interface da opção Pesquisar. Ela possibilita ao usuário buscar todos os orçamentos ou tratamento de um determinado paciente. Cada registro encontrado oferece a opção Alterar, a qual redireciona as informações para a página correspondente (Orçamento ou Tratamento) para que sejam feitas as devidas alterações. Figura 3.12 Menu Plano de Tratamento Opção Pesquisar.

70 69 A opção Novo, por sua vez, apresenta três passos a serem efetuados pelo usuário: a avaliação, o orçamento e o tratamento, nesta ordem, como ilustra a Figura Juntos, eles formam a tela mais importante do sistema. Os dois primeiros passos, ao serem concluídos, geram um orçamento, que futuramente pode seguir para o terceiro passo e se tornar um tratamento. Figura 3.13 Menu Plano de Tratamento Opção Novo. Antes de iniciar uma avaliação, é necessário selecionar o paciente (de forma semelhante ao que foi apresentado na Figura 3.7 Selecionar Paciente) para o qual será criado o plano de tratamento. Após a seleção, deve-se escolher a opção Criar Novo para que a aba Avaliação seja disponibilizada ao usuário, como ilustra a Figura Figura 3.14 Opção Novo Aba Avaliação.

71 70 Na sequência é possível que o usuário selecione todos os procedimentos que serão realizados. Ao preencher os campos contidos no formulário é necessário selecionar a opção Inserir para que o procedimento seja adicionado à avaliação. Esta operação pode ser repetida quantas vezes forem necessárias, a fim de selecionar todos os procedimentos desejados, como ilustra a Figura Figura 3.15 Selecionar Procedimentos. Após a seleção de todos os procedimentos o usuário pode prosseguir selecionando as opções Gerar Tratamento e Continuar, respectivamente. Feito isso, a aba Orçamento (Figura 3.16) será disponibilizada para a inserção dos procedimentos definidos na Avaliação (opção Inserir Procedimentos ), preenchimento de informações sobre pagamento e demais observações.

72 71 Figura 3.16 Opção Novo Aba Orçamento No canto inferior esquerdo da página são apresentadas mais algumas opções. A opção Salvar atualiza as informações do orçamento no banco de dados; a opção Cancelar cancela a operação e redireciona o sistema para a página ilustrada na Figura 3.13; a opção Imprimir permite a impressão dos dados do orçamento atual, apresentado na Figura 3.17.

73 72 Figura 3.17 Imprimir Orçamento. Por fim, as opções Gerar Tratamento e Continuar permitem que o usuário passe para o terceiro passo e seja redirecionado para a aba Tratamento como ilustra a Figura 3.18.

74 73 Observa-se que, caso o paciente não aprove o orçamento, a execução será encerrada, e futuramente será possível gerar o tratamento para o orçamento em questão. Figura 3.18 Opção Novo Aba Tratamento. Uma das partes mais importantes do tratamento é a anamnese. Par acessá-la é necessário escolher a opção Anamnese contida na Identificação do Tratamento. O questionário (Figura 3.19) será apresentado para que possa ser preenchido.

75 74 Figura 3.19 Anamnese. Semelhante ao orçamento, o tratamento traz uma relação dos procedimentos a serem realizados, porém, com a opção de alterar seu status e sua data. Ao clicar na opção alterar de cada registo, é apresentada a opção para alteração, conforme ilustra a Figura 3.20

76 75 Figura 3.20 Alterar procedimento a ser realizado. Vale ressaltar que, depois de efetuado cálculo do subtotal, torna-se impossível cancelar algum procedimento. Por isso, é importante que os procedimentos que não serão executados por opção do paciente sejam cancelados neste instante. Após calcular o subtotal, basta selecionar a opção Pagamento e então o sistema apresentará um formulário (como ilustra a Figura 3.21) para inserção de informações referentes ao pagamento, como por exemplo, adição de uma porcentagem de desconto ou acréscimo ao subtotal bem como a quantidade de parcelas, caso o pagamento seja realizado a prazo. Feito isso basta confirmar as informações fornecidas para que o pagamento seja gerado. Figura 3.21 Inserir informações para gerar pagamento.

77 76 As opções apresentadas no canto inferior esquerdo possuem as mesmas funcionalidades descritas no orçamento: a opção Salvar atualiza as informações do tratamento no banco de dados, a opção Cancelar aborta a operação em execução retornando para a página ilustrada na Figura 3.13 e, por fim, a opção Imprimir permite a impressão dos dados do tratamento atual (Figura 3.22). Figura 3.22 Imprimir Tratamento.

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel Programação de Computadores - I Profª Beatriz Profº Israel A linguagem JAVA A linguagem Java O inicio: A Sun Microsystems, em 1991, deu inicio ao Green Project chefiado por James Gosling. Projeto que apostava

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma

Leia mais

História e Evolução da Web. Aécio Costa

História e Evolução da Web. Aécio Costa Aécio Costa A História da Web O que estamos estudando? Período em anos que a tecnologia demorou para atingir 50 milhões de usuários 3 As dez tecnologias mais promissoras 4 A evolução da Web Web 1.0- Passado

Leia mais

SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN

SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN SIGET Fabrício Pereira Santana¹, Jaime William Dias¹, ², Ricardo de Melo Germano¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil fabricioblack@gmail.com germano@unipar.br

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos

Leia mais

WWW - World Wide Web

WWW - World Wide Web WWW World Wide Web WWW Cap. 9.1 WWW - World Wide Web Idéia básica do WWW: Estratégia de acesso a uma teia (WEB) de documentos referenciados (linked) em computadores na Internet (ou Rede TCP/IP privada)

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos e com o uso

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CONCURSO PÚBLICO PARA ANALISTA DE SUPORTE 08 DE NOVEMBRO DE 2009... (NOME COMPLETO EM LETRA DE FORMA) INSTRUÇÕES

Leia mais

TECNOLOCIA JAVA WEB PARA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE LEILÃO

TECNOLOCIA JAVA WEB PARA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE LEILÃO TECNOLOCIA JAVA WEB PARA DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE LEILÃO Danilo Alves Verone de Oliveira ¹, Jaime William Dias ¹ ² ¹ Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí - PR - Brasil dan.verone@hotmail.com

Leia mais

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Tecnologia Java Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Origem da Tecnologia Java Projeto inicial: Oak (liderado por James Gosling) Lançada em 1995 (Java) Tecnologia

Leia mais

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho

Banco de Dados de Músicas. Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Banco de Dados de Músicas Andre Lima Rocha Campos Osório Pereira Carvalho Definição Aplicação Web que oferece ao usuário um serviço de busca de músicas e informações relacionadas, como compositor, interprete,

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

Programação WEB Introdução

Programação WEB Introdução Programação WEB Introdução Rafael Vieira Coelho IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Farroupilha rafael.coelho@farroupilha.ifrs.edu.br Roteiro 1) Conceitos

Leia mais

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS.

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Clara Aben-Athar B. Fernandes¹, Carlos Alberto P. Araújo¹ 1 Centro Universitário Luterano de Santarém Comunidade Evangélica Luterana (CEULS/ULBRA)

Leia mais

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 UML 2 Guia Prático Gilleanes T.A. Guedes Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 Novatec capítulo 1 Introdução à UML A UML (Unified Modeling Language ou Linguagem de Modelagem

Leia mais

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos Programação Orientada a Objetos Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação Prof. Márcio Bueno poonoite@marciobueno.com Fonte: Material da Profª Karina Oliveira Introdução ao Paradigma OO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES Hugo Henrique Rodrigues Correa¹, Jaime Willian Dias 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil hugohrcorrea@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64 direcionados por comportamento 64 5 Estudo de caso Neste capítulo serão apresentadas as aplicações web utilizadas na aplicação da abordagem proposta, bem como a tecnologia em que foram desenvolvidas, o

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO OS 003/DINFO/2013 16/09/2013

ORDEM DE SERVIÇO OS 003/DINFO/2013 16/09/2013 A DIRETORIA DE INFORMÁTICA DINFO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO -UERJ, no uso de suas atribuições legais, estabelece: Art. 1º: Para fins de normatização do Desenvolvimento Tecnológico na UERJ

Leia mais

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS

TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS TECNOLOGIAS E FRAMEWORKS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GERENCIAIS Janderson Fernandes Barros ¹, Igor dos Passos Granado¹, Jaime William Dias ¹, ² ¹ Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí

Leia mais

guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec

guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec Copyright 2007, 2014 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta

Leia mais

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCE-557 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

Programação de Computadores II: Java. / NT Editora. -- Brasília: 2014. 82p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm.

Programação de Computadores II: Java. / NT Editora. -- Brasília: 2014. 82p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm. Autor José Jesse Gonçalves Graduado em Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual de São Paulo - UNESP, de Presidente Prudente (1995), com especialização em Análise de Sistemas (1999) e mestrado

Leia mais

UML - Unified Modeling Language

UML - Unified Modeling Language UML - Unified Modeling Language Casos de Uso Marcio E. F. Maia Disciplina: Engenharia de Software Professora: Rossana M. C. Andrade Curso: Ciências da Computação Universidade Federal do Ceará 24 de abril

Leia mais

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4

Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Análise Comparativa dos Recursos e Diferenças das Tecnologias de Programação HTML5 e HTML4 Guilherme Miranda Martins 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1 1 Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

Este livro é dedicado a minha esposa Edna e a todos os desenvolvedores que fizeram do software livre um meio profissional levado a sério.

Este livro é dedicado a minha esposa Edna e a todos os desenvolvedores que fizeram do software livre um meio profissional levado a sério. EDSON GONÇALVES Este livro é dedicado a minha esposa Edna e a todos os desenvolvedores que fizeram do software livre um meio profissional levado a sério. AGRADECIMENTOS Primeiramente gostaria de agradecer

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans

Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans Aula 3 Cap. 4 Trabalhando com Banco de Dados Prof.: Marcelo Ferreira Ortega Introdução O trabalho com banco de dados utilizando o NetBeans se desenvolveu ao longo

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS

BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS 21/11/2013 PET Sistemas de Informação Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 1 BEM-VINDOS AO CURSO DE ORIENTADO A OBJETOS Leonardo Pimentel Ferreira Higor Ernandes Ramos Silva 21/11/2013

Leia mais

HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO

HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO HTML5 E WEB SEMÂNTICA, A WEB COM SIGNIFICADO Djalma Gonçalves Costa Junior¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí - PR - Brasil djalma.g.costajr@gmail.com wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS

SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS SISTEMA DE AGENDAMENTO E GERENCIAMENTO DE CONSULTAS CLÍNICAS Pablo dos Santos Alves Alexander Roberto Valdameri - Orientador Roteiro da apresentação Introdução Objetivos Motivação Revisão bibliográfica

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

Programação para Internet II

Programação para Internet II Programação para Internet II Aulas 01 e 02 Prof. Fernando Freitas Costa http://blog.fimes.edu.br/fernando nando@fimes.edu.br Conteúdo Programático Instalação e configuração básica do Eclipse Indigo e do

Leia mais

TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS UTILIZADAS EM UMA ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB

TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS UTILIZADAS EM UMA ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB TECNOLOGIAS E FERRAMENTAS UTILIZADAS EM UMA ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB Ruan Alves Brandão 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil brandao15@gmail.com

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS Emanuel M. Godoy 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil godoymanel@gmail.com,

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Histórico e Características Índice 1 JAVASCRIPT... 2 1.1 Histórico... 2 1.2 Aplicações de JavaScript... 2 a) Interatividade... 2 b) Validação de formulários... 2

Leia mais

Thiago Hernandes de Souza

Thiago Hernandes de Souza Thiago Hernandes de Souza Dedicatória Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos. (Provérbios 16:3) Primeiramente ao Senhor Jesus Cristo, por fazer o intermédio junto a Deus

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2010

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2010 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2010 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos e com o uso

Leia mais

Java & OpenJDK. Thiago S. Gonzaga. Sun Campus Ambassador thiago.gonzaga@sun.com

Java & OpenJDK. Thiago S. Gonzaga. Sun Campus Ambassador thiago.gonzaga@sun.com Java & OpenJDK Thiago S. Gonzaga Sun Campus Ambassador thiago.gonzaga@sun.com Tópicos Sobre a Sun Microsystems Algumas tecnologias da Sun Linguagem de Programação Ciclo de Desenvolvimento O que é Java?

Leia mais

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca Desenvolvimento de Aplicações Web Lista de Exercícios Métodos HTTP 1. No tocante ao protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), esse protocolo da categoria "solicitação e resposta" possui três métodos

Leia mais

Orientação a Objetos com Java

Orientação a Objetos com Java Orientação a Objetos com Java Julio Cesar Nardi julionardi@yahoo.com.br 2011/2 Aula 01: Começando com Java Objetivos: Compreender o que é Java, OO e suas vantagens; Entender os procedimentos para criação

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO Marcelo Karpinski Brambila 1, Luiz Gustavo Galves Mahlmann 2 1 Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação da ULBRA Guaíba < mkbrambila@terra.com.br

Leia mais

Programação para Internet II

Programação para Internet II Programação para Internet II Aulas 01 e 02 Prof. Fernando Freitas Costa http://professor.fimes.edu.br/fernando nando@fimes.edu.br Prof. Fernando 1 Ementa Instalação e configuração básica do NetBeans e

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 3 - MODELAGEM DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS COM UML 1. INTRODUÇÃO A partir de 1980, diversos métodos de desenvolvimento de sistemas surgiram para apoiar o paradigma orientado a objetos com uma

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM BANCO DE DADOS CARLOS EDUARDO CASSIANO CARDOSO DE SÁ TIAGO MARTINS

Leia mais

Potenciais de Aplicação da Metodologia AJAX

Potenciais de Aplicação da Metodologia AJAX SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Potenciais de Aplicação da Metodologia AJAX Bruno Simões Kleverson Pereira Marcos Santos Eduardo Barrere Associação Educacional Dom Bosco - AEDB RESUMO

Leia mais

5 Detalhes da Implementação

5 Detalhes da Implementação Detalhes da Implementação 101 5 Detalhes da Implementação Neste capítulo descreveremos detalhes da implementação do Explorator que foi desenvolvido usando o paradigma MVC 45 e o paradigma de CoC 46 (Convention

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE DE DADOS CLIMÁTICOS NA WEB NO AUXILIO À AGRICULTURA RESUMO SYSTEM CONTROL OF CLIMATIC DATA IN THE WEB TO ASSIST THE AGRICULTURE

SISTEMA DE CONTROLE DE DADOS CLIMÁTICOS NA WEB NO AUXILIO À AGRICULTURA RESUMO SYSTEM CONTROL OF CLIMATIC DATA IN THE WEB TO ASSIST THE AGRICULTURE SISTEMA DE CONTROLE DE DADOS CLIMÁTICOS NA WEB NO AUXILIO À AGRICULTURA CAROLINE VISOTO 1 EDUARDO RUBIN 2 THIAGO X. V. OLIVEIRA 3 WILINGTHON PAVAN 4 JOSÉ MAURÍCIO CUNHA FERNANDES 5 CRISTIANO ROBERTO CERVI

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Workflow Processo

Leia mais

WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML

WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML Carlos Henrique Pereira WebUML: Uma Ferramenta Colaborativa de Apoio ao Projeto e Análise de Sistemas Descritos em Classes UML Florianópolis - SC 2007 / 2 Resumo O objetivo deste trabalho é especificar

Leia mais

Definições. Parte 02. Java Conceitos e. Desenvolvimento de Programação Orientada a Objetos. Prof. Pedro Neto

Definições. Parte 02. Java Conceitos e. Desenvolvimento de Programação Orientada a Objetos. Prof. Pedro Neto Java Conceitos e Definições Parte 02 Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Conteúdo 2 O que é Java i. Java ii. Máquina Virtual iii. Java lento? Hotspot e JIT iv. Versões do Java e a confusão do Java2

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS por Daniel Teixeira Braga Trabalho de Conclusão de curso II Prof. Marcos Echevarria

Leia mais

Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE

Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE 1 Sumário Sumário... 2 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 Propósito... 3 1.2 Escopo... 3 1.3 Referências... 3 2 DIRETRIZES...

Leia mais

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS J2ME PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO JAVA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Ana Paula Carrion 1, Késsia Rita da Costa Marchi 1, Jaime Willian Dias 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil anapaulacarrion@hotmail.com,

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCC-0263 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS Edi Carlos Siniciato ¹, William Magalhães¹ ¹ Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil edysiniciato@gmail.com,

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS Rodrigo das Neves Wagner Luiz Gustavo Galves Mählmann Resumo: O presente artigo trata de um projeto de desenvolvimento de uma aplicação para uma produtora de eventos,

Leia mais

HTML5 E SUAS NOVIDADES

HTML5 E SUAS NOVIDADES HTML5 E SUAS NOVIDADES Gabrie Dalla Porta 1, Julio César Pereira 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil gabrieldallap@gmail.com, juliocesarp@gmail.com Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA)

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) Alessandra Lubbe 1 Alexandre Evangelista 2 Jeandro Perceval 3 José Ramiro Pereira 4 Luiz Gustavo Mahlmann 5 RESUMO

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA SERVIDOR INTRODUÇÃO EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

PROGRAMAÇÃO PARA SERVIDOR INTRODUÇÃO EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 PROGRAMAÇÃO PARA SERVIDOR EM SISTEMAS WEB INTRODUÇÃO Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Visão Geral 1 2 3 4 Apresentação Programação Servidor? O que é Java? Grupos de Trabalho Apresentação Quem é o professor?

Leia mais

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Prnet/2013 Linguagem de Programação Web» Programas navegadores» Tipos de URL» Protocolos: HTTP, TCP/IP» Hipertextos (páginas WEB)» HTML, XHTML»

Leia mais

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Conceitos Web Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011 Tecnologias Web jgw@unijui.edu.br Conceitos Básicos Sistema

Leia mais

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS PAULO ALBERTO BUGMANN ORIENTADOR: ALEXANDER ROBERTO VALDAMERI Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Desenvolvimento de Sistema Web para Gerenciamento de Bancas Avaliadoras de Trabalho de Conclusão de Curso

Desenvolvimento de Sistema Web para Gerenciamento de Bancas Avaliadoras de Trabalho de Conclusão de Curso Desenvolvimento de Sistema Web para Gerenciamento de Bancas Avaliadoras de Trabalho de Conclusão de Curso Denis Macias Veiga 1, Felipe José Dellê 1 1 Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

Sistema web para biblioteca da empresa Marluvas Calçados de

Sistema web para biblioteca da empresa Marluvas Calçados de Sistema web para biblioteca da empresa Marluvas Calçados de Segurança Ângelo Rafael da Silva 1, Rodrigo Geoffroy 1, Nairon Neri Silva 2 1 Universidade Presidente Antônio Carlos - Departamento de Ciência

Leia mais

Desenvolvendo para WEB

Desenvolvendo para WEB Nível - Básico Desenvolvendo para WEB Por: Evandro Silva Neste nosso primeiro artigo vamos revisar alguns conceitos que envolvem a programação de aplicativos WEB. A ideia aqui é explicarmos a arquitetura

Leia mais

SISTEMA AVANÇADO DE PROPOSTAS ORÇAMENTÁRIAS. Pedro Henrique Silva Antunes

SISTEMA AVANÇADO DE PROPOSTAS ORÇAMENTÁRIAS. Pedro Henrique Silva Antunes SISTEMA AVANÇADO DE PROPOSTAS ORÇAMENTÁRIAS Pedro Henrique Silva Antunes Projeto de Graduação apresentado ao Curso de Engenharia Eletrônica e de Computação da Escola Politécnica, Universidade Federal do

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTÔNIO SEABRA CURSO SUPERIOR EM TECNOLOGIA EM BANCO DE DADOS MICHAEL WILLIANS DE PAIVA RIBEIRO MURILO RALSEN BENEVIDES

Leia mais

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID Alessandro Teixeira de Andrade¹; Geazy Menezes² UFGD/FACET Caixa Postal 533,

Leia mais

Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1

Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 Conteúdo Introdução ao Ambiente de Desenvolvimento Professor Leandro Augusto Frata Fernandes laffernandes@ic.uff.br Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2013.2/tcc-00.226

Leia mais

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos Programação Orientada a Objetos Aulas 01-04 Prof. Adilson G. Damasceno Este material não substitui o livro texto, as referências recomendadas e nem as aulas expositivas. 10/09/2014 Aula 01 1 Paradigmas

Leia mais

Introdução à Linguagem Java. Departamento de Informática Prof. Anselmo C. de Paiva

Introdução à Linguagem Java. Departamento de Informática Prof. Anselmo C. de Paiva Introdução à Linguagem Java Departamento de Informática Prof. Anselmo C. de Paiva Breve Histórico Sun Microsystems, 90/91: projeto de uma linguagem de programação pequena que pudesse ser usada em dispositivos

Leia mais

Introdução à Linguagem Java

Introdução à Linguagem Java Introdução à Linguagem Java Histórico: Início da década de 90. Pequeno grupo de projetos da Sun Microsystems, denominado Green. Criar uma nova geração de computadores portáveis, capazes de se comunicar

Leia mais

Desenvolvimento WEB II. Professora: Kelly de Paula Cunha

Desenvolvimento WEB II. Professora: Kelly de Paula Cunha Desenvolvimento WEB II Professora: Kelly de Paula Cunha O Java EE (Java Enterprise Edition): série de especificações detalhadas, dando uma receita de como deve ser implementado um software que utiliza

Leia mais

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional Introdução à Linguagem JAVA Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação Laboratório de Visão Computacional Vantagens do Java Independência de plataforma; Sintaxe semelhante às linguagens

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Aplicativos para Internet Aula 01

Aplicativos para Internet Aula 01 Aplicativos para Internet Aula 01 Arquitetura cliente/servidor Introdução ao HTML, CSS e JavaScript Prof. Erika Miranda Universidade de Mogi das Cruzes Uso da Internet http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/world-wide-web-ou-www-completa-22-anos-nesta-terca-feira.aspx

Leia mais

SISTEMA PARA COMPOSIÇÃO E CORREÇÃO DE LISTAS DE QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA

SISTEMA PARA COMPOSIÇÃO E CORREÇÃO DE LISTAS DE QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ROBERTO ROSIN SISTEMA PARA COMPOSIÇÃO E CORREÇÃO DE LISTAS DE QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA

Leia mais

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira ENTERPRISE JAVABEANS 3 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Apostila Servlets e JSP www.argonavis.com.br/cursos/java/j550/index.html INTRODUÇÃO Introdução Enterprise JavaBeans é um padrão de modelo de componentes

Leia mais

SISTEMA DE FIXAÇÃO ALFABÉTICA

SISTEMA DE FIXAÇÃO ALFABÉTICA CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTADUAL DA ZONA OESTE Colegiado de Computação e Matemática Aplicada Curso de Bacharelado em Ciência da Computação SISTEMA DE FIXAÇÃO ALFABÉTICA ROBERTO AFFONSO GOMES RIO DE JANEIRO,

Leia mais

Ferramenta CORIDORA Web Mapping para Mapeamento de Esquemas em Bancos de Dados Heterogêneos

Ferramenta CORIDORA Web Mapping para Mapeamento de Esquemas em Bancos de Dados Heterogêneos Ferramenta CORIDORA Web Mapping para Mapeamento de Esquemas em Bancos de Dados Heterogêneos Fernando Busanello Meneghetti 1, Fabiano Gama Paes 1, Gustavo Zanini Kantorski 1 Curso de Sistemas de Informação

Leia mais

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick Roteiro Introdução Objetivos do trabalho Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS Lilian R. M. Paiva, Luciene C. Oliveira, Mariana D. Justino, Mateus S. Silva, Mylene L. Rodrigues Engenharia de Computação - Universidade de Uberaba (UNIUBE)

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA

Linguagem de Programação JAVA Linguagem de Programação JAVA Curso Técnico em Informática Modalida Integrado Instituto Federal do Sul de Minas, Câmpus Pouso Alegre Professora: Michelle Nery Agenda JAVA Histórico Aplicações Pós e Contras

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ESTRELA TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMA DE LOCADORA. Rodrigo Luiz da Rosa

ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ESTRELA TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMA DE LOCADORA. Rodrigo Luiz da Rosa ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ESTRELA TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMA DE LOCADORA Rodrigo Luiz da Rosa Estrela 2012 EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação TÍTULO: SISTEMA DE LOCADORA AUTOR:

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1.

Unidade 4 Concepção de WEBSITES. Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Unidade 4 Concepção de WEBSITES Fundamentos do planeamento de um website 1.1. Regras para um website eficaz 1.1.1. Sobre o conteúdo 1 Regras para um website eficaz sobre o conteúdo Um website é composto

Leia mais

Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) Sumário. Java 2 Enterprise Edition. J2EE (Java 2 Enterprise Edition)

Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) Sumário. Java 2 Enterprise Edition. J2EE (Java 2 Enterprise Edition) Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) J2EE () Sumário Introdução J2EE () APIs J2EE Web Container: Servlets e JSP Padrão XML 2 J2EE é Uma especificação para servidores

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina CTC Centro Tecnológico INE Departamento de Informática e Estatística INE5631 Projetos I Prof. Renato Cislaghi Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP

Leia mais