Qualidade das águas da sub-bacia do Rio Taperoá, para fins de irrigação. Waters quality of Taperoá s river sub - basin, to irrigation s purposes

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Qualidade das águas da sub-bacia do Rio Taperoá, para fins de irrigação. Waters quality of Taperoá s river sub - basin, to irrigation s purposes"

Transcrição

1 REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN Volume 9 - Número 2-2º Semestre 2009 Qualidade das águas da sub-bacia do Rio Taperoá, para fins de irrigação José Dantas Neto 1, João Falcão Barreto 2, Soahd Arruda Rached Farias 3, Lúcia Helena Garófolo. Chaves 4 RESUMO Neste trabalho, realizou-se um diagnostico da qualidade das águas superficiais e sub-superficiais da sub-bacia do Rio Taperoá, afluente pertencente a bacia do Rio Paraíba, objetivando-se avaliar seu uso para irrigação. Durante o período de 03 meses de pesquisa, colheram-se amostras de água em 199 fontes, sendo que 133 foram em açudes, 45 em poços amazonas, 12 em cacimbas e 9 em fontes de água corrente. Foram analisados os conteúdo de sais expressa pela condutividade elétrica da água (CEa), os sais dissolvidos totais (STD), cátions, ânions, potencial hidrogeniônico (ph), e relação de adsorção de sódio (RAS). A maioria absoluta das águas da sub-bacia do Rio Taperoá apresenta-se dentro dos padrões normais segundo classificação da UCCC (1974. Considerando os valores de CEa apenas 11,10% das amostras apresentam severo grau de restrição ao uso para irrigação. Seguindo a Classificação de Richards (1954) apenas 15,6% das amostras analisadas são consideradas ruins e com alto perigo de salinização do solo. A maioria das águas analisadas apresentaram valores normais de ph e não são impróprias para uso considerando os problemas provocados por bicarbonato. Palavras-chave: Salinidade, sodicidade, agricultura irrigada. Waters quality of Taperoá s river sub - basin, to irrigation s purposes ABSTRACT The present work accomplished a diagnosis of surface and underground waters quality of Taperoá s river sub - basin, which is affluent of Paraiba s river basin, and had as objective evaluation its use for irrigation. During three months of research, water s samples were collected from 199 sources into weirs, 45 into amazon wells, 12 into river s wells and 9 into current water sources. Salts contents were analyzed through water s electrical conductivity (CEA), totals salts dissolved (STD), cations, anions, potential hydrogenic (ph), and relation of sodium s adsorption (RAS). The most of waters in Taperoá s river sub basin presents a normal standard, according to classification of UCCC (1974). Considering to CEA s values, only 11, 10% of samples present several restriction s level to use for irrigation. According to Richards classification (1954), only 15, 6% of analyzed samples are considered bad and with high risk of soil s salinization. The most of analyzed water presented normal values of ph and are not unfit for use, if were considering the problems caused by bicarbonate. Keywords: salinity, sodicity, irrigated agriculture. 1 INTRODUÇÃO O recurso natural água tem sido utilizado como estratégia em projeto de desenvolvimento, administração de conflitos e proteção do meio ambiente. Essas informações justificam o surgimento de bacias hidrográficas como unidades ecológicas definidas em lei, sendo um espaço para 138

2 planejamento e condução dos recursos naturais no Brasil. No semi-árido Brasileiro a disponibilidade de água para a irrigação das culturas é inferior a demanda, inibindo investimentos expressivos no setor, mesmo sendo o incremento da produção de alimentos e um forte fator de desenvolvimento sócio econômico. Alem do mais a agricultura irrigada da região depende da qualidade da água. Dentre as características que determinam a qualidade da água para a irrigação, a concentração de sais solúveis ou salinidade é um fator limitante ao desenvolvimento de algumas culturas. Em regiões semi-áridas a concentração de sais nas águas de irrigação varia de acordo com a taxa de evaporação e com a composição química das rochas e/ou dos solos onde essas águas circulam, a falta de informação completa e sistemática a respeito de sua qualidade poderá conduzir ao uso de águas inapropriadas, com conseqüentes efeitos prejudiciais sobre as propriedades físicas e químicas do solo (Costa & Gheyi,1984). Morais et al., (1998), analisando a salinidade de amostras de água da região Semi-Árida do Estado do Rio Grande do Norte, observaram que 56,22% das mesmas estavam fora dos padrões normais para uso em agricultura irrigada devido a concentração de carbonatos. Os problemas associados à salinização dos solos são de grande interferência econômica em áreas irrigadas, pois podem tornar um solo improdutivo ou de baixa produtividade, pelo fato da água de irrigação adicionar sais ao solo, o que, unido a problemas de drenagem, impede a lixiviação desses sais. A má drenagem pode promover a elevação do lençol freático, contribuindo ainda mais para a salinização do solo, através do processo de ascensão capilar (Silva Junior et al. 1999). Para irrigação, conforme Ayers & Wescott (1999), a adequação da água não depende unicamente do teor total, mas, também, de seus tipos. Na medida em que o conteúdo total de sais aumenta, os problemas do solo e das culturas se agravam, o que requer o uso de práticas especiais de manejo, para manter rendimentos aceitáveis. Ante o exposto, objetivou-se com a pesquisa, quantificar a qualidade da água para fins de irrigação através do conteúdo de sais expressa pela condutividade elétrica da água (CEa), pelos sais dissolvidos totais (STD), cátions, ânions, potencial hidrogeniônico (ph), e relação de adsorção de sódio (RAS) em águas superficiais e subsuperficiais na sub-bacia do Riacho Taperoá, PB. 2 MATERIAL E MÉTODOS O estudo teve como campo de investigação a sub-bacia hidrográfica do Rio Taperoá, localizada na parte central do Estado da Paraíba, tendo toda sua extensão territorial inserida na região semi-árida entre as latitudes 6º51'31" e 7º34'21"S e entre as longitudes 36º0'55" e 37º13'9"W. O clima da sub-bacia, segundo a classificação de Köeppen, é do tipo BSwh', que significa semi-árido quente. Figura 1 Localização da Bacia do Rio Taperoá As temperaturas mínimas variam de 18 a 22 ºC nos meses de julho e agosto, e as máximas situam-se entre 28 e 31 ºC nos meses de novembro e dezembro (Lacerda, 2005). A precipitação media é de 480,3 mm/ano, e a evaporação obtida a partir de tanque classe A, varia entre a mm/ano, com os valores decrescendo de oeste para leste. (AESA, 2006). O Período de amostragens da pesquisa de campo foi de 3 meses (outubro a dezembro de 2006), onde foram coletadas águas em 199 corpos. Das fontes coletadas, 133 foram em açudes, 45 em poços amazonas, 12 em cacimbas e 9 em fontes de água corrente. As amostras foram levadas para o Laboratório de Irrigação e Salinidade (LIS/UAEg/ UFCG) onde realizouse análises físicas e químicas utilizando-se da metodologia da EMBRAPA (1997). Os parâmetros analisados foram: teores de sódio, magnésio, cálcio, Potássio, Carbonatos, 139

3 Bicarbonatos, cloreto, Condutividade elétrica da água (CEa), Relação de adsorção de sódio (RAS) e potencial hidrogeniônico (ph). A metodologia de classificação da qualidade de água para fins de irrigação, baseou-se nos parâmetros do Comitê dos Consultores da Universidade da Califórnia (UCCC) apud Ayers & Westcot (1999), que para a Condutividade elétrica da água estabelece que a condição de CE menor que 0,7 ds m -1 não apresenta restrição para uso; entre 0,7 e 3,0 ds m -1, o grau de restrição é baixo a moderado e acima de 3,0 ds m -1, é de severa restrição. Para a Relação de adsorção de sódio (RAS) utiliza este parâmetro numa combinação de intervalos de valores de RAS com CE da água, sendo dado o grau de restrição de uso da água para irrigação, quanto ao risco de sodificação do solo. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Classificação das águas segundo a University of Califórnia Committee of Consultants (UCCC, 1974) Tabela 1. Classificação das águas da sub-bacia do Rio Taperoá por parâmetro individual segundo padrões de qualidade estabelecidos pela UCCC, para irrigação Valores aceitos Amostra % Normal CE ( ds/m) 0-3, STD (ml/l) Ca Mg Na CO 3 0-0, HCO Cl K ph 6-8, RAS Na Tabela 1 encontram-se registrados os totais das amostras de água analisadas por parâmetro individual e sua representatividade, em termos percentuais, comparadas com os padrões estabelecidos pela UCCC. Os dados evidenciam que a grande maioria das águas observadas quando classificadas desta maneira, apresentam valores dentro dos limites estabelecidos para águas consideradas normais, à exceção dos valores de carbonato (38%). Embora essa característica, usada isoladamente, não seja suficiente para definir a qualidade da água para a irrigação, é importante ressaltar que águas com carbonatos em excesso podem trazer sérios prejuízos, principalmente quando se usa agricultura com irrigação localizada, já que o excesso de carbonatos provoca encrostamento nos equipamentos de irrigação, e conseqüentemente causa entupimentos nas tubulações. Classificação das águas considerando-se a CEa e SDT proposta por Ayers; Westcot (1999) Tabela 2. Classificação das águas da sub-bacia do Rio Taperoá para irrigação considerando a CEa e SDT Grau de restrição para uso Quanto a CE (ds/m) Quanto a SDT (mg/l) < 0,7 Nenhuma ,30 0,7-3,0 Moderada 58 29,60 > 3,0 Severa 21 11,10 < 450 Nenhuma , Moderada 59 29,65 > 2000 Severa 21 10,55 Detalhando a avaliação da qualidade da água nos parâmetros CEa e TSD segundo as diretrizes da UCCC, adaptadas por Ayers; Westcot (1999), 58,79% e 59,79% das águas em estudo não apresentam nenhuma restrição de uso com relação à CEa e SDT, respectivamente. Essa avaliação apresentou em média 29,62% de amostras com restrição de ligeira a moderada, e 10,55% com teor de sais dentro da faixa que indica severa restrição para uso agrícola, Tabela 2. As águas da sub-bacia do Rio Taperoá apresentam-se de melhor qualidade do que as analisadas por Morais et al. (1998), que obteve apenas 33,98 e 34,08% de suas amostras consideradas sem restrição, em relação a CEa e TSD, respectivamente. As águas consideradas como severa e moderada restrição nos parâmetros de CEa e SDT levam para o solo grandes quantidades de sais via irrigação; esses sais, se acumulam na zona radicular das plantas, e os seus teores aumentam com a seqüência de aplicação de cada rega e são lixiviados através das drenagens para camadas cada vez mais profundas. A drenagem é necessária para evitar a ascensão do 140

4 lençol freático e conseqüentemente o acúmulo de sais na superfície do solo. Classificação das águas quanto ao risco de infiltração Tabela 3. Riscos de infiltração causados pela sodicidade da água, considerando os valores de RAS e CEa, segundo normas da UCCC RAS Grau de CEa (ds/m) restrição para uso >0,7 Nenhuma 5 2,5 0,7-0,2 Moderada 40 20,1 <0,2 Severa 69 34,7 >1,2 Nenhuma 12 6,0 1,2-0,3 Moderada 27 13,6 <0,3 Severa 0 0,0 >1,9 Nenhuma 24 12,1 1,9-0,5 Moderada 12 6,0 <0,5 Severa 1 0,5 >2,9 Nenhuma 4 2,0 2,9-1,3 Moderada 1 0,5 <1,3 Severa 0 0,0 >5,0 Nenhuma 2 1,0 5,0-2,9 Moderada 0 0, * Obs. Duas amostras apresentaram valores de RAS acima das faixas recomendada pela UCCC A RAS e CEa são os parâmetros que avaliam a infiltração quando se refere a qualidade da água para irrigação. A infiltração em geral, aumenta com a salinidade e diminui com a redução desta ou com o aumento no teor de sódio em relação ao cálcio e magnésio. Desta forma, para avaliar o efeito final da qualidade da água, deve-se considerar esses dois fatores (Ayers & Westcot, 1999). Nas diversas faixas de RAS e CEa analisadas neste estudo nas águas da sub-bacia do Rio Taperoá, 35,2% apresentam restrição severa, 40,2% têm grau de restrição de ligeira a moderada e somente 23,6% das amostras de água da pesquisa não apresentam risco potencial de problemas de infiltração no solo, Tabela 3, contrariando resultados de Morais et al., (1998), que apresentaram valores de 55,52% das águas sem nenhum problema de risco de sodificação. Do conjunto de águas analisadas, 76,4% (Tabela 3) podem provocar problemas de infiltração com maior ou menor grau de intensidade; esses impasses são facilmente visualizados, pois, quando ocorrem, a água aplicada ao solo, seja artificialmente por irrigação ou naturalmente pela chuva, fica sobre o solo por um tempo mais longo ou promove maior escoamento superficial (infiltração muito lenta), com possível saturação também na zona radicular das plantas existentes no local; em conseqüência haverá redução na produção em virtude da cultura não ter maior aeração no solo, impedimento no desenvolvimento das raízes na zona onde ocorre a sedimentação da argila e redução da capacidade de absorção da quantidade de água necessária; além disso, ainda ocorrerá formação de crostas superficiais ocasionando problemas de germinação e emergência das plantas. Problemas de permeabilidade de água no solo, no que se refere aos baixos teores de cálcio e magnésio ou sódio alto, é possível em virtude de o sódio causar dispersão das argilas. Scaloppi & Brito (1986) afirmam que este problema também se pode manifestar com valores de CE inferiores a 0,5dS m -1 ; no presente estudo (Tabela 3) encontraram-se 70 amostras de água (35,17%) que podem provocar tal problema. Classificação das águas considerando-se a toxicidade dos íons sódio e cloreto Na Tabela 4 verifica-se que as águas estudadas apresentaram um grande número de amostras (45,73%) com elevadas concentrações de sódio se enquadrando nos parâmetros ligeiramente a moderado e severa restrição independente do método de irrigação a ser utilizado. Com relação à toxicidade pelo íon cloreto, verificou-se nas águas estudadas que 40,20% das amostras se enquadraram no parâmetro ligeiramente a moderado e severa restrição. Quando o método de irrigação utilizado é por aspersão, o percentual de amostras nesse parâmetro (ligeira a moderada) é de 45,73%. A quantidade de amostras que não apresentam restrições para irrigação superficial e por aspersão foi de 59,78% e 54,27% respectivamente. 141

5 Tabela 4. Classificação das águas da Sub-Bacia do Rio Taperoa considerando os íons sódio e cloreto e o método de irrigação a ser utilizado Quanto ao Sódio Quanto ao Cloreto Quanto a Sódio Quanto ao Cloreto Grau de restrição para uso Irrigação por Superfície < 3,0 Nenhuma ,27 3,0-9,0 Moderada 44 22,11 > 9,0 Severa 47 23,62 <4,0 Nenhuma ,78 4,0-10 Moderada 31 15,58 >10 Severa 49 24,62 Irrigação por Aspersão < 3 Nenhuma ,27 >3 Moderada 91 45,73 <3 Nenhuma ,27 >3 Moderada 91 45,73 Classificação das águas considerando os problemas provocados por bicarbonato e ph Das águas estudadas, 50,25% não apresentaram restrição com relação ao bicarbonato, 47,74% apresentaram problemas classificados como de ligeira a moderada restrição e 2,01% com severa restrição (Tabela 5). Apesar de mínimo o número de amostras com severa restrição de uso, essas águas devem ser evitadas principalmente se o sistema de irrigação utilizado for por aspersão, devido aos constantes problemas de incrustações que o bicarbonato provoca sobre as flores, folhas e frutos, originando com isso dificuldades na comercialização dos produtos em virtude da má aparência. Problemas também podem ser observados em águas com baixos teores desse íon, caso a evaporação seja elevada e a umidade relativa menor que 30% (Ayers & Westcot 1999). Esses problemas podem ser minimizados aumentando-se a velocidade de rotação do aspersor, porque quanto maior a velocidade menor será a precipitação instantânea sobre determinado ponto do círculo molhado e conseqüentemente menor será o risco provocado pela saturação do terreno. Tabela 5. Classificação da qualidade das águas da subbacia do Rio Taperoá para irrigação em relação aos problemas provocados por bicarbonato (HCO 3 ) e ph Quanto ao HCO 3 Grau de restrição para uso < 1,5 Nenhuma ,25 1,5-8,5 Moderada 95 47,74 > 8,5 Severa 4 2,01 Quanto ao ph 6,5-8,4 Normal ,92 O ph é uma característica de todas as substâncias, que indica o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade, determinado pela concentração de íons de Hidrogênio. No caso das águas para irrigação, o ph normal situa-se entre 6,5 e 8,4 (Ayers & Westcot, 1999). A água com ph anormal pode indicar a presença de íons tóxicos, e no solo ela provoca desequilíbrios de nutrição nas plantas. Das águas analisadas na sub-bacia do Rio Taperoá, 167 amostras (83,92%) encontram-se com valores normais de ph para uso em irrigação Tabela 5. As mudanças provocadas por ph anormal da água de irrigação no solo são lentas, e quando isso ocorre ao invés de se corrigir o ph da água, se corrige o solo por ser mais pratico. Classificação das águas considerando a salinidade pelo método de Richards (1954) A condutividade elétrica (CEa) é o parâmetro usado por Richards para classificar as águas para irrigação quanto ao perigo de salinidade. Os resultados encontrados com as análises de água da sub-bacia do Rio Taperoá (Tabela 6) apresentaram 81 amostras (40,7%) pertencente a classe C1 (0 250 us/cm); 41 amostras, 20,6% pertencente a classe C2 ( us/cm); 46 amostras, 23,61% pertencente a classe C3 ( us/cm) e 31 amostras, 15,58% pertencente a categoria C4 (> us/cm). 142

6 Tabela 6. Classificação das águas da sub-bacia do Rio Taperoá para uso em irrigação segundo normas de Richards (1954) C * Limites de CEa us/cm Perigo de salinidade Qualidade da água analisadas C1 < 250 Baixo E 81 40,7 C2 C3 250 a a C4 > Médio B 41 20,6 Alto RE 46 23,1 Muito Alto RU 31 15,6 * Classe; E excelente; B boa; RE regular; RU - ruim 4 CONCLUSÕES A maioria absoluta das águas da subbacia do Rio Taperoá apresenta-se dentro dos padrões normais segundo classificação da UCCC, com exceção do bicarbonato com 38% das amostras analisadas dentro dos padrões normais. Considerando os valores de CEa apenas 11,10% das amostras apresentam severo grau de restrição ao uso para irrigação. Seguindo a Classificação de Richards (1954) apenas 15,6% das amostras analisadas são consideradas ruins e com alto perigo de salinização do solo. Na sub-bacia do Rio Taperoá, considerando a sodicidade, a qualidade de 35,2% das fontes analisadas apresentam-se com potenciais problema de infiltração de água no solo. A maioria das águas analisadas apresentaram valores normais de ph e apenas 2% das águas são impróprias para uso considerando aos problemas provocados por bicarbonato (HCO 3 ). AGRADECIMENTOS Os autores agradecem a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) pelo financiamento da Pesquisa Metodologia para localização de obras superficiais e sub-superficiais de captação de água através de mapeamento de zonas de qualidade de água (PROJETO MAQUASU). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AESA - Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba. Dados Sobre Perímetro e Geoprocesamento Disponível em: Acesso em: AYERS, R.; WESTCOT, D. W. A qualidade da água na agricultura. Water Quality for Agriculture. FAO. Tradução Gheyi. H. R. & Medeiros, JF de, UFPB.Campina Grande- PB, 217 p COSTA, R.G.; GHEYI, H.R. Variação da qualidade da água de irrigação da microrregião homogênea de Catolé do Rocha, PB. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.19, n.18, p , EMBRAPA Centro Nacional de Pesquisa do solo. Manual de métodos de análise do solo. 2.ed. Rio de Janeiro: EMBRAPA, p. LACERDA, A. V. de. Levantamento florístico do componente arbustivo-arbóreo da vegetação ciliar na bacia do rio Taperoá, PB, Brasil. Acta Botânica Brasileira, São Paulo, v.19 n.3, p , 2005 MORAIS, E.R.C.; MAIA, C.E.; OLIVEIRA, M.de. Qualidade da água para irrigação em amostras analíticas do banco de dados do departamento de solos e geologia da Escola Superior de Agricultura de Mossoró, RN. Caatinga, Mossoró, v.11, n.1, p.75-83, SCALOPPI, E.J.; BRITO, R.A.L. Qualidade da água e do solo para irrigação. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v.12, n.139, p.80-94, SILVA JUNIOR, L.G.A.; GHEYI, H.R MEDEIROS, J.N.F. de. Composição química de águas do cristalino do Nordeste Brasileiro. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e 143

7 Ambiental, Campina Grande, v.3, n.1, p.11-17, Professor adjunto da UFCG, Unidade Acadêmica de Engenharia Agrícola. 2 Mestre em Irrigação e Drenagem DEAG/ UFCG, Campina Grande. 3 Professora adjunta da UFCG, Unidade Acadêmica de Engenharia Agrícola. E- 4 Professora Titular da UFCG, Unidade Acadêmica de Engenharia Agrícola. E- 144

QUALIDADE DA ÁGUA DE RESERVATÓRIOS DE BACIA ANTROPIZADA NO NORDESTE: POTENCIAL DE USO DA ÁGUA NA IRRIGAÇÃO

QUALIDADE DA ÁGUA DE RESERVATÓRIOS DE BACIA ANTROPIZADA NO NORDESTE: POTENCIAL DE USO DA ÁGUA NA IRRIGAÇÃO QUALIDADE DA ÁGUA DE RESERVATÓRIOS DE BACIA ANTROPIZADA NO NORDESTE: POTENCIAL DE USO DA ÁGUA NA IRRIGAÇÃO Halison Alves da Costa 1* ; Ismael Romão dos Santos 1 ; José Normand Vieira Fernandes 1 ; Joseilson

Leia mais

3 - Bacias Hidrográficas

3 - Bacias Hidrográficas 3 - Bacias Hidrográficas A bacia hidrográfica é uma região definida topograficamente, drenada por um curso d água ou um sistema interconectado por cursos d água tal qual toda vazão efluente seja descarregada

Leia mais

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente ANÁLISE E PREVISÃO CLIMÁTICA PARA O SEMIÁRIDO E LITORAL LESTE DO RIO GRANDE DO NORTE No monitoramento das chuvas que ocorrem sobre o Estado do Rio Grande do Norte é observado que durante o mês de Janeiro

Leia mais

Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte. Dr. Cristiano Kenji Iwai

Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte. Dr. Cristiano Kenji Iwai Tecnologias para disposição final de resíduos sólidos urbanos em municípios de pequeno porte Dr. Cristiano Kenji Iwai Belo Horizonte Março/2013 Introdução Condições da disposição de resíduos no Brasil

Leia mais

CICLO DA ÁGUA O ciclo da água corresponde ao conjunto de mudanças, de lugar e de estado físico, que acontecem com a água ao longo do tempo.

CICLO DA ÁGUA O ciclo da água corresponde ao conjunto de mudanças, de lugar e de estado físico, que acontecem com a água ao longo do tempo. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Irrigação pode ser definida como sendo a aplicação artificial de água ao solo, em quantidades adequadas, visando proporcionar a umidade adequada ao desenvolvimento normal das plantas

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE BALNEABILIDADE EM PRAIAS ESTUARINAS

AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE BALNEABILIDADE EM PRAIAS ESTUARINAS AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE BALNEABILIDADE EM ESTUARINAS Bianca Coelho Machado Curso de Engenharia Sanitária, Departamento de Hidráulica e Saneamento, Centro Tecnológico, Universidade Federal do Pará.

Leia mais

Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota Aline de Vasconcelos Silva

Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota Aline de Vasconcelos Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA ASPECTOS HIDROGEOLÓGICOS E HIDROQUÍMICOS DO BAIRRO BENFICA FORTALEZA, CEARÁ Karen Vendramini Itabaraci N. Cavalcante Rafael Mota

Leia mais

MODIFICAÇÕES NO CLIMA DA PARAIBA E RIO GRANDE DO NORTE

MODIFICAÇÕES NO CLIMA DA PARAIBA E RIO GRANDE DO NORTE MODIFICAÇÕES NO CLIMA DA PARAIBA E RIO GRANDE DO NORTE Maytê Duarte Leal Coutinho 1, José Ivaldo Barbosa de Brito 2 1 Doutoranda em Ciências Climáticas UFRN Natal RN, maytecoutinho@yahoo.com.br 2 Professor

Leia mais

Mudanças Climáticas e Desertificação: Implicações para o Nordeste. Antonio R. Magalhães Agosto 2007

Mudanças Climáticas e Desertificação: Implicações para o Nordeste. Antonio R. Magalhães Agosto 2007 Mudanças Climáticas e Desertificação: Implicações para o Nordeste Antonio R. Magalhães Agosto 2007 ROTEIRO Introdução Definições Cenários Impactos Adaptação e Mitigação Vulnerabilidade Desenvolvimento

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO COMO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA CIDADE DE POMBAL PB, BRASIL

BALANÇO HÍDRICO COMO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA CIDADE DE POMBAL PB, BRASIL BALANÇO HÍDRICO COMO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA CIDADE DE POMBAL PB, BRASIL Flaviano Moura Pereira¹; Joelma Viera do Nascimento Duarte²; Jonas da Silva Dias³; Gilberto Campos de Araújo Filho 4. ¹ Mestrando

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 Principais resultados da PNAD 2013 potencialmente relacionados às ações e programas do MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA DE AVALIAÇÃO E GESTÃO

Leia mais

IV Miriam Cleide Brasil 1

IV Miriam Cleide Brasil 1 IV Miriam Cleide Brasil 1 ASPECTOS LIMNOLÓGICOS DO AMBIENTE AQUÁTICO DE VIVEIROS DE PISCICULTURA UTILIZANDO EFLUENTES DA DESSALINIZAÇÃO DE ÁGUA SALOBRA NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO. Miriam Cleide C de Amorim

Leia mais

MATEMÁTICA. Professor Diego Viug

MATEMÁTICA. Professor Diego Viug MATEMÁTICA Professor Diego Viug PORCENTAGEM QUESTÃO 1 Os dados do gráfico foram coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Supondo-se que, no Sudeste, 14900 estudantes foram entrevistados

Leia mais

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002....

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... 1 Como encaminhar uma Pesquisa? A pesquisa é um projeto racional e sistemático com objetivo de proporcionar respostas

Leia mais

V-070 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA NO MUNICÍPIO DE CAIÇARA DO NORTE - RN

V-070 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA NO MUNICÍPIO DE CAIÇARA DO NORTE - RN V-7 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA CONSUMIDA NO MUNICÍPIO DE CAIÇARA DO NORTE - RN André Luís Calado de Araújo (1) Engenheiro Civil pela UFPA (199). Mestre em Engenharia Civil pela UFPB (1993). PhD em

Leia mais

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Alcançar e manter índices ótimos de produtividade florestal é o objetivo principal do manejo

Leia mais

ABNT NBR 15847 - Amostragem de água subterrânea em poços de monitoramento - Métodos de purga

ABNT NBR 15847 - Amostragem de água subterrânea em poços de monitoramento - Métodos de purga CEET-00:001.68 Comissão de Estudo Especial Temporária de Avaliação da Qualidade do Solo e da Água para Levantamento de Passivo Ambiental e Avaliação de Risco à Saúde Humana ABNT NBR 15847 - Amostragem

Leia mais

IRRIGAÇÃO LOCALIZADA

IRRIGAÇÃO LOCALIZADA IRRIGAÇÃO LOCALIZADA A água é aplicada diretamente na região do sistema radicular, sobre ou abaixo da superfície do solo em pequenas vazões e altas frequências. Mantendo com alto grau baixo volume de umidade

Leia mais

Zona Vulnerável a Nitratos-Tejo. Condicionalidades e Obrigações. Agricultura Presente, um Projeto com Futuro

Zona Vulnerável a Nitratos-Tejo. Condicionalidades e Obrigações. Agricultura Presente, um Projeto com Futuro Zona Vulnerável a Nitratos-Tejo Condicionalidades e Obrigações Agricultura Presente, Agricultura Presente, um Projeto com Futuro um Projecto com Futuro Santarém 28 de fevereiro de 2015 Agenda 1. Definição

Leia mais

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA PARA CONSUMO ANIMAL NO PARÂMETRO MAGNÉSIO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO NORTE DE BOA-VISTA, PB

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA PARA CONSUMO ANIMAL NO PARÂMETRO MAGNÉSIO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO NORTE DE BOA-VISTA, PB MONITORAMENTO DA QUALIDADE DE ÁGUA PARA CONSUMO ANIMAL NO PARÂMETRO MAGNÉSIO E CONDUTIVIDADE ELÉTRICA DO NORTE DE BOA-VISTA, PB Rafaela Felix Basílio da Silva 1, Soahd Arruda Rached Farias 2, Mayra Gislayne

Leia mais

Universidade Federal do Paraná - Setor de Ciências da Terra

Universidade Federal do Paraná - Setor de Ciências da Terra Universidade Federal do Paraná - Setor de Ciências da Terra APLICAÇÃO DE DIFERENTES NÍVEIS DE REALISMO DERIVADOS DE IMAGEM DE SATÉLITE NA REALIDADE VIRTUAL Juliana Moulin Fosse - jumoulin@ufpr.br Mosar

Leia mais

7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia.

7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia. 7. A importância do aterramento na Qualidade da Energia. Em primeiro lugar é preciso esclarecer o que significa e para que serve o aterramento do sistema elétrico. Ao contrário do que é usual considerar,

Leia mais

O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA

O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA O USO E OCUPAÇÃO DA BACIA DO ALTO CURSO DO RIO UBERABINHA, MG E OS REFLEXOS NA PERMEABILIDADE DO SOLO E NA RECARGA DA ZONA SATURADA FREÁTICA Autora: Ângela Maria Soares UFTM Universidade Federal do Triângulo

Leia mais

Determinação das Durezas Temporária, Permanente e Total de uma Água

Determinação das Durezas Temporária, Permanente e Total de uma Água Determinação das Durezas Temporária, Permanente e Total de uma Água Dureza: Parâmetro característico das águas de abastecimento industrial e doméstico. Em suma é a dificuldade de uma água não dissolver

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2008. Prof. Dr. João da Rocha Lima Jr.

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2008. Prof. Dr. João da Rocha Lima Jr. Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2008 COMO FAZER A IDENTIFICAÇÃO DAS VANTAGENS E RISCOS DAS PERMUTAS NOS EMPREENDIMENTOS RESIDENCIAIS Prof. Dr. João da Rocha

Leia mais

ANAIS. Artigos Aprovados 2013. Volume I ISSN: 2316-7637

ANAIS. Artigos Aprovados 2013. Volume I ISSN: 2316-7637 ANAIS Artigos Aprovados 2013 Volume I ISSN: 2316-7637 Universidade do Estado do Pará, Centro de Ciências Naturais e Tecnologia 19, 20 e 21 de novembro de 2013 Belém - Pará 1 ESTIMATIVA DO POTENCIAL EROSIVO

Leia mais

6 Análise Numérica. 6.1. Geometria do Problema

6 Análise Numérica. 6.1. Geometria do Problema 6 Análise Numérica Este capítulo tem como objetivo apresentar os dados de entrada e as simulações numéricas realizadas com o auxílio do programa Vadose/W e GeoSlope/W, ambos contidos no pacote GEOSTUDIO

Leia mais

ABORDAGENS METODOLÓGICAS NA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO

ABORDAGENS METODOLÓGICAS NA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO ABORDAGENS METODOLÓGICAS NA ELABORAÇÃO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMENTO BÁSICO Eng.ª Gabriela de Toledo, Msc Saneando Projetos de Engenharia e Consultoria Salvador/BA, 17 de Julho de 2015 METODOLOGIA:

Leia mais

Estado. Observado. Estrutura strutura da Salinidade alinidade dos Oceanosceanos. Médio

Estado. Observado. Estrutura strutura da Salinidade alinidade dos Oceanosceanos. Médio Estado Médio Observado Estrutura strutura da Salinidade alinidade dos Oceanosceanos Introdução O entendimento dos fluxos de calor e água doce é fundamental para a compreensão da distribuição de temperatura

Leia mais

Projeto de Escopo de Trabalho de Estudo Preparatório para o Projeto de Prevenção de Desastres e medidas mitigadoras para Bacia do Rio Itajaí

Projeto de Escopo de Trabalho de Estudo Preparatório para o Projeto de Prevenção de Desastres e medidas mitigadoras para Bacia do Rio Itajaí Anexo 1 Projeto de Escopo de Trabalho de Estudo Preparatório para o Projeto de Prevenção de Desastres e medidas mitigadoras para Bacia do Rio Itajaí 1. Contexto As pessoas que vivem na Bacia do Rio Itajaí

Leia mais

Teoria dos erros em medições

Teoria dos erros em medições Teoria dos erros em medições Medições Podemos obter medidas diretamente e indiretamente. Diretas - quando o aparelho ( instrumento ) pode ser aplicado no terreno. Indireta - quando se obtêm a medição após

Leia mais

Estudo da Variação Temporal da Água Precipitável para a Região Tropical da América do Sul

Estudo da Variação Temporal da Água Precipitável para a Região Tropical da América do Sul Estudo da Variação Temporal da Água Precipitável para a Região Tropical da América do Sul Carlos Diego de Sousa Gurjão¹, Priscilla Teles de Oliveira², Enilson Palmeira Cavalcanti 3 1 Aluno do Curso de

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO SIMPLES DO MACIÇO ROCHOSO GRANITO IMARUI - ESTUDO DE CASO

DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO SIMPLES DO MACIÇO ROCHOSO GRANITO IMARUI - ESTUDO DE CASO DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO SIMPLES DO MACIÇO ROCHOSO GRANITO IMARUI - ESTUDO DE CASO RESUMO Orientando (Giovan Caciatori Jacinto), Orientador (Adailton Antonio dos Santos) UNESC Universidade

Leia mais

Na industria de alimentos a formação de filmes e depósitos minerais na superfície de equipamentos, prejudica o processo de higienização.

Na industria de alimentos a formação de filmes e depósitos minerais na superfície de equipamentos, prejudica o processo de higienização. Determinação da Dureza Total em água de abastecimento A dureza é provocada pela presença de sais de cálcio e magnésio. Não apresenta importância sanitária, mas o uso de uma água com excesso deste íons

Leia mais

TRATAMENTO DE ÁGUA: SISTEMA FILTRO LENTO ACOPLADO A UM CANAL DE GARAFFAS PET

TRATAMENTO DE ÁGUA: SISTEMA FILTRO LENTO ACOPLADO A UM CANAL DE GARAFFAS PET TRATAMENTO DE ÁGUA: SISTEMA FILTRO LENTO ACOPLADO A UM CANAL DE GARAFFAS PET Maick Sousa Almeida (1); Anderson Oliveira de Sousa (1); Ana Paula Araújo Almeida (2) (1) Universidade Estadual da Paraíba;

Leia mais

CARTOGRAFIA DE RISCO

CARTOGRAFIA DE RISCO CARTOGRAFIA DE RISCO Mapa de Perigosidade de Incêndio Florestal e Mapa de Risco de Incêndio Florestal A Carta de Risco de Incêndio Florestal tem como objetivo apoiar o planeamento de medidas de prevenção

Leia mais

Efeitos da adubação nitrogenada de liberação lenta sobre a qualidade de mudas de café

Efeitos da adubação nitrogenada de liberação lenta sobre a qualidade de mudas de café Efeitos da adubação nitrogenada de liberação lenta sobre a qualidade de mudas de café Gabriel Avelar LAGE 1 ; Sheila Isabel do Carmo PINTO²; Iul Brinner Expedito de SOUZA³; Marcus Vinicius SANTOS 3 ; Guilherme

Leia mais

O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO

O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO O comércio sempre foi considerado como porta de entrada para o mercado de trabalho sendo, assim, um dos principais setores econômicos em termos de absorção da população

Leia mais

A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas.

A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas. A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas. Jailson da Conceição Teixeira Oliveira 1 Murilo Massaru da Silva 2 Robson Oliveira Lima 3 Resumo: Cabo Verde é um

Leia mais

Aspectos de Segurança e Meio Ambiente Toxicologia e Biodegradabilidade. Silvana Kitadai Nakayama Merck

Aspectos de Segurança e Meio Ambiente Toxicologia e Biodegradabilidade. Silvana Kitadai Nakayama Merck Aspectos de Segurança e Meio Ambiente Toxicologia e Biodegradabilidade Silvana Kitadai Nakayama Merck Repelentes de Insetos IR3535 DEET Óleo de Citronela Óleo de Neem Óleo de Andiroba e outros óleos naturais

Leia mais

Projeto 10Envolver. Nota Técnica

Projeto 10Envolver. Nota Técnica Nota Técnica Referência: Análise dos dados do componente Educação do Índice de Desenvolvimento Humano dos municípios de 2013 (Atlas do Desenvolvimento Humano 2013, PNUD, IPEA, FJP) para os municípios incluídos

Leia mais

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau Alunos: Nota: 1-2 - Data: Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau 1.1 Objetivo O objetivo deste experimento é mostrar como se obtém o modelo matemático de um sistema através

Leia mais

CONCEITOS DE CARTOGRAFIA ENG. CARTÓGRAFA ANNA CAROLINA CAVALHEIRO

CONCEITOS DE CARTOGRAFIA ENG. CARTÓGRAFA ANNA CAROLINA CAVALHEIRO CONCEITOS DE CARTOGRAFIA ENG. CARTÓGRAFA ANNA CAROLINA CAVALHEIRO CAMPO LARGO, 15 DE ABRIL DE 2013 Cartografia Cartografia é o conjunto de estudos e operações científicas, artísticas e técnicas, baseado

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO EMERGENCIAIS DO MUNICÍPIO DE NAZAREZINHO-PB

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO EMERGENCIAIS DO MUNICÍPIO DE NAZAREZINHO-PB AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO EMERGENCIAIS DO MUNICÍPIO DE NAZAREZINHO-PB Felipe Augusto Rodrigues Marques 1, Caio Henrique Pontes Fonteles 1, Francisco Josimar de Queiroz

Leia mais

PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Instituição Executora: Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional CEDEPLAR / UFMG Ministério

Leia mais

O POTENCIAL DE INOVAÇÃO E A QUESTÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NAS INDÚSTRIAS DA REGIÃO NOROESTE DO RS 1

O POTENCIAL DE INOVAÇÃO E A QUESTÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NAS INDÚSTRIAS DA REGIÃO NOROESTE DO RS 1 O POTENCIAL DE INOVAÇÃO E A QUESTÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NAS INDÚSTRIAS DA REGIÃO NOROESTE DO RS 1 Valquíria Marchezan Colatto Martins 2, Dieter Rugard Siedenberg 3, Marcos Paulo Dhein Griebeler

Leia mais

ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ.

ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ. ANÁLISE DOS PARÂMETROS MORFOMÉTRICOS DO MÉDIO DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO-RJ. ANGEL LOO 1 e CLIBSON ALVES DOS SANTOS 2 angeel.loo@hotmail.com, clibsonsantos@gmail.com 1 Estudante

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UM TANQUE DE DECANTAÇÃO DE SÓLIDOS UTILIZANDO FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL

AVALIAÇÃO DE UM TANQUE DE DECANTAÇÃO DE SÓLIDOS UTILIZANDO FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL AVALIAÇÃO DE UM TANQUE DE DECANTAÇÃO DE SÓLIDOS UTILIZANDO FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL E. F. S. PEREIRA e L. M. N de Gois Universidade Federal da Bahia, Escola Politécnica, Departamento de Engenharia

Leia mais

HISTÓRIA DA IRRIGAÇÃO PAISAGÍSTICA

HISTÓRIA DA IRRIGAÇÃO PAISAGÍSTICA HISTÓRIA DA IRRIGAÇÃO PAISAGÍSTICA Assírios: mestres da irrigação e drenagem Invenção do aspersor de impacto Divisão da irrigação de acordo com os métodos e aplicação Califórnia -EUA, em 1926. Final dos

Leia mais

Pressuposições à ANOVA

Pressuposições à ANOVA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL Estatística II Aula do dia 09.11.010 A análise de variância de um experimento inteiramente ao acaso exige que sejam

Leia mais

3/19/2013 EQUIPAMENTOS. Trator de lâmina D9T. Caminhão basculante. Escavadeira hidráulica

3/19/2013 EQUIPAMENTOS. Trator de lâmina D9T. Caminhão basculante. Escavadeira hidráulica Universidade Federal da Paraíba Centro de Tecnologia Departamento de Engenharia Civil e Ambiental Laboratório de Geotecnia e Pavimentação Disciplina: Estradas e Transportes II TERRAPLENAGEM DE RODOVIAS

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS RESÍDUOS GERADOS PELOS DOMICÍLIOS LOCALIZADOS NO DISTRITO INDUSTRIAL DO MUNICÍPIO DE CÁCERES

LEVANTAMENTO DOS RESÍDUOS GERADOS PELOS DOMICÍLIOS LOCALIZADOS NO DISTRITO INDUSTRIAL DO MUNICÍPIO DE CÁCERES LEVANTAMENTO DOS RESÍDUOS GERADOS PELOS DOMICÍLIOS LOCALIZADOS NO DISTRITO INDUSTRIAL DO MUNICÍPIO DE CÁCERES 1 Paula Mendes dos Santos Graduada em Ciências Biológicas pela UNEMAT. Graduanda em Tecnologia

Leia mais

Estimativas de Arrecadação de Impostos Próprios Estaduais e Municipais, Transferências Constitucionais e os 25% Constitucionais da Educação

Estimativas de Arrecadação de Impostos Próprios Estaduais e Municipais, Transferências Constitucionais e os 25% Constitucionais da Educação 1 Estimativas de Arrecadação de Impostos Próprios Estaduais e Municipais, Transferências Constitucionais e os 25% Constitucionais da Educação Resumo O presente estudo objetivou levantar dados sobre o total

Leia mais

VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS

VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS 1 VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS 2 3 Como muitas mulheres, Ângela Helena tem uma vida corrida. Ela trabalha, cuida da família, faz cursos e também reserva um tempo para cuidar

Leia mais

Título do Case: Categoria: Temática: Resumo: Introdução:

Título do Case: Categoria: Temática: Resumo: Introdução: Título do Case: Diagnóstico Empresarial - Vendendo e Satisfazendo Mais Categoria: Prática Interna. Temática: Mercado Resumo: Na busca por uma ferramenta capaz de auxiliar na venda de mais consultorias

Leia mais

Manual Groasis Waterboxx para legumes

Manual Groasis Waterboxx para legumes Manual Groasis Waterboxx para legumes 1. Use uma estufa de acordo com o desenho como se mostra na figura abaixo, com a possibilidade de ventilar os lados e com uma tela/sombra dupla de cor branca no topo

Leia mais

Educação Financeira no Brasil - abertura

Educação Financeira no Brasil - abertura Educação Financeira no Brasil - abertura Investimentos Fevereiro 2014 Pesquisa do SPC Brasil traça perfil dos brasileiros em relação a investimento; maioria prefere consumir a poupar. O brasileiro não

Leia mais

FUNGOS: UMA ANÁLISE EXPERIMENTAL SOBRE OS AGENTES CAUSADORES DE PROBLEMAS AOS PRODUTOS TÊXTEIS

FUNGOS: UMA ANÁLISE EXPERIMENTAL SOBRE OS AGENTES CAUSADORES DE PROBLEMAS AOS PRODUTOS TÊXTEIS FUNGOS: UMA ANÁLISE EXPERIMENTAL SOBRE OS AGENTES CAUSADORES DE PROBLEMAS AOS PRODUTOS TÊXTEIS Júlia Carla de Queiroz 1, Veronica Rodrigues de Mendonça 2, Ammanda Adhemer Albuquerque Bandeira 3, Etienne

Leia mais

Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran

Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran Camila Gomes de Souza Andrade 1 Denise Nunes Viola 2 Alexandro Teles de Oliveira 2 Florisneide

Leia mais

ANÁLISE DA ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS UTILIZADAS NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ. Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC

ANÁLISE DA ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS UTILIZADAS NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ. Instituto Federal Catarinense, Camboriú/SC ANÁLISE DA ALCALINIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS UTILIZADAS NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ Silva, Anelise Caroline da 1 ; Farias, Vitória da Silva 1 ; Teixeira, Ana Cristina Franzoi 1 ; Martendal, Adriano 1 1 Instituto

Leia mais

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU Código Rev. Folha SD.KLA.PA.RE.001 2 1/ Código do cliente Rev. 0 KLABIN S. A. PARANAGUA PR TERRENO ROCHA RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO GEOTÉCNICA FUROS DE SONDAGENS Cliente : KLABIN S. A. Obra : LEVANTAMENTO

Leia mais

Filtração por Contato

Filtração por Contato Filtração por Contato A construção de grandes tanques de decantação com raspadores de geralmente resultam em investimentos de alto custo. A operação destes decantadores podem ser bastante irregulares,

Leia mais

Desafios do saneamento básico em face da crise hídrica

Desafios do saneamento básico em face da crise hídrica Audiência Pública na Câmara dos Deputados Comissão Especial sobre a Crise Hídrica Desafios do saneamento básico em face da crise hídrica Aparecido Hojaij Presidente Nacional da Assemae Sobre a Assemae

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF.

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. Sidney Figueiredo de Abreu¹; Arsênio Carlos Andrés Flores Becker² ¹Meteorologista, mestrando

Leia mais

No contexto das ações de Pesquisa e Desenvolvimento

No contexto das ações de Pesquisa e Desenvolvimento Um método para avaliar o desempenho ótico de LEDs O LABelectron desenvolveu um método de testes para analisar influências ópticas em diferentes modos de acionamentos de LEDs André Andreta No contexto das

Leia mais

Nailsondas Perfurações de Solo Ltda

Nailsondas Perfurações de Solo Ltda APRESENTAÇÃO A Nailsondas Perfurações de Solo Ltda. é uma empresa que vem atuando no mercado desde 2002, prestando serviços em todo território nacional. Executando com excelência vários projetos por ano,

Leia mais

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Limitações: Requer informações adicionais sobre a quantidade per capita, a qualidade da água de abastecimento

Leia mais

ARMAZENAMENTO DE ÁGUA NO SOLO SOB CENÁRIOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA PARAÍBA E RIO GRANDE DO NORTE

ARMAZENAMENTO DE ÁGUA NO SOLO SOB CENÁRIOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA PARAÍBA E RIO GRANDE DO NORTE ARMAZENAMENTO DE ÁGUA NO SOLO SOB CENÁRIOS DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA PARAÍBA E RIO GRANDE DO NORTE Maytê Duarte Leal Coutinho 1, José Ivaldo Barbosa de Brito 2, David Mendes 3 RESUMO: Neste estudo investigou

Leia mais

www.ccee.org.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08

www.ccee.org.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08 www.cceorg.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia física e

Leia mais

ÁREA: Estudos Técnicos e Saúde TÍTULO: Parâmetros referente a quantidade de Agentes de Combate à Endemias (ACE) por Município.

ÁREA: Estudos Técnicos e Saúde TÍTULO: Parâmetros referente a quantidade de Agentes de Combate à Endemias (ACE) por Município. NOTA TÉCNICA Nº 23/2016 Brasília, 14 de Junho de 2016. ÁREA: Estudos Técnicos e Saúde TÍTULO: Parâmetros referente a quantidade de Agentes de Combate à Endemias (ACE) por Município. 1- LEGISLAÇÃO A Lei

Leia mais

Experiências no uso de águas residuais em irrigação em Israel

Experiências no uso de águas residuais em irrigação em Israel Experiências no uso de águas residuais em irrigação em Israel WORK SHOP- REUSO DE ÁGUAS Eng Agr Ayrton Freddi Jr Fortaleza Ce: 07 e 08 de Outubro de 2013 Linha do tempo 1937 1970 2001 2007 2012 Naan Irrigation

Leia mais

Inteligência de negócios do laboratório DESCUBRA INFORMAÇÕES ÚTEIS DE DADOS OPERACIONAIS DO LABORATÓRIO

Inteligência de negócios do laboratório DESCUBRA INFORMAÇÕES ÚTEIS DE DADOS OPERACIONAIS DO LABORATÓRIO Inteligência de negócios do laboratório DESCUBRA INFORMAÇÕES ÚTEIS DE DADOS OPERACIONAIS DO LABORATÓRIO INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS DO LABORATÓRIO AS DECISÕES SOBRE O LABORATÓRIO COMEÇAM COM A INTELIGÊNCIA

Leia mais

MANEJO DA IRRIGAÇÃO DOS CITROS PARA

MANEJO DA IRRIGAÇÃO DOS CITROS PARA MANEJO DA IRRIGAÇÃO DOS CITROS PARA PRODUÇÃO DE MUDAS Engº Agrº, Dr. Flávio Bussmeyer Arruda PqC Instituto Agronômico, IAC V Simpósio de Citricultura Irrigada Bebedouro, SP 3 a 4 de outubro de 2007 Colaboradores:

Leia mais

AVALIAÇÃO DA DISPOSIÇÃO DE FOSSAS EM RELAÇÃO AOS POÇOS DOMICILIARES NO PERÍMETRO URBANO DE JI-PARANÁ-RO

AVALIAÇÃO DA DISPOSIÇÃO DE FOSSAS EM RELAÇÃO AOS POÇOS DOMICILIARES NO PERÍMETRO URBANO DE JI-PARANÁ-RO AVALIAÇÃO DA DISPOSIÇÃO DE FOSSAS EM RELAÇÃO AOS POÇOS DOMICILIARES NO PERÍMETRO URBANO DE JI-PARANÁ-RO Anderson Paulo Rudke ¹ Graduando em Engenharia Ambiental pela Universidade Federal de Rondônia -

Leia mais

OCUPAÇÃO URBANA E AS CONCENTRAÇÕES DE NITRATO NO SISTEMA AQUÍFERO BAURU

OCUPAÇÃO URBANA E AS CONCENTRAÇÕES DE NITRATO NO SISTEMA AQUÍFERO BAURU SEMINÁRIO NITRATO NAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO ESTADO DE SÃO PAULO: DESAFIOS FRENTE AO PANORAMA ATUAL OCUPAÇÃO URBANA E AS CONCENTRAÇÕES DE NITRATO NO SISTEMA AQUÍFERO BAURU Dra. Claudia Varnier Núcleo de

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR. Ano Letivo 2014/2015-1.º Período

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR. Ano Letivo 2014/2015-1.º Período Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR Ano Letivo 04/05 -.º Período A Coordenadora Francisca Oliveira

Leia mais

PLANILHA ELETRÔNICA PARA PREDIÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM CONJUNTO TRATOR-ENLEIRADOR NO RECOLHIMENTO DO PALHIÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR

PLANILHA ELETRÔNICA PARA PREDIÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM CONJUNTO TRATOR-ENLEIRADOR NO RECOLHIMENTO DO PALHIÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR PLANILHA ELETRÔNICA PARA PREDIÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM CONJUNTO TRATOR-ENLEIRADOR NO RECOLHIMENTO DO PALHIÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR GILMAR MARTINELLI JUNIOR 1 ; CRISTIANO MARCIO ALVES DE SOUZA 2

Leia mais

ZONEAMENTO CLIMÁTICO DO CEDRO AUSTRALIANO (Toona ciliata) PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

ZONEAMENTO CLIMÁTICO DO CEDRO AUSTRALIANO (Toona ciliata) PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ZONEAMENTO CLIMÁTICO DO CEDRO AUSTRALIANO (Toona ciliata) PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Valéria H. Klippel 1, José Eduardo M. Pezzopane 2, José Ricardo M. Pezzopane 3, Fábio S. Castro 4, Roberto A. Cecílio

Leia mais

Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação

Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação Registro Hospitalar de Câncer Este tipo de registro se caracteriza em um centro de coleta, armazenamento,

Leia mais

Nilson do Rosário Costa 1, Ana Paula Coelho 2, Maria Thereza Fortes 3 e Vanina Matos 4

Nilson do Rosário Costa 1, Ana Paula Coelho 2, Maria Thereza Fortes 3 e Vanina Matos 4 IX Encontro Nacional da Associação Nacional de Economia da Saúde, Rio de Janeiro, dez/2009. A posição regional das empresas no mercado de planos privados de assistência à saúde Nilson do Rosário Costa

Leia mais

Data Envelopment Analysis in the Sustainability Context - a Study of Brazilian Electricity Sector by Using Global Reporting Initiative Indicators

Data Envelopment Analysis in the Sustainability Context - a Study of Brazilian Electricity Sector by Using Global Reporting Initiative Indicators Data Envelopment Analysis in the Sustainability Context - a Study of Brazilian Electricity Sector by Using Global Reporting Initiative Indicators Análise Envoltória de Dados no contexto da sustentabilidade

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos revisão: 01 Identificação do produto e da Empresa Nome do Natureza Química: Desinfetante de uso geral Autorização de Funcionamento / MS Nº: 3.04500.8 Produto Registrado na ANVISA/MS Nº: 3.0453434.6 Publicação

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO AMBIENTAL PRÉVIO RAP

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO AMBIENTAL PRÉVIO RAP TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO AMBIENTAL PRÉVIO RAP 1 - INTRODUÇÃO O objetivo deste TERMO DE REFERÊNCIA é orientar a elaboração mais eficiente do RELATÓRIO AMBIENTAL PRÉVIO - RAP definido

Leia mais

O presente estudo remete-nos para as causas de extração e perda dentária na dentição permanente, durante um período de 12 meses. Neste estudo foram incluídos todos os pacientes atendidos na clínica de

Leia mais

Abrange os estados: AM, PA, AP, AC, RR, RO, MT, TO, MA. Planícies e baixos planaltos. Bacia hidrográfica do Rio Amazonas

Abrange os estados: AM, PA, AP, AC, RR, RO, MT, TO, MA. Planícies e baixos planaltos. Bacia hidrográfica do Rio Amazonas MÓDULO 04 PARTE II LOCALIZAÇÃO RELEVO PREDOMINANTE Abrange os estados: AM, PA, AP, AC, RR, RO, MT, TO, MA Planícies e baixos planaltos HIDROGRAFIA SOLO CLIMA VEGETAÇÃO Bacia hidrográfica do Rio Amazonas

Leia mais

3 Metodologia de pesquisa

3 Metodologia de pesquisa 3 Metodologia de pesquisa Esta pesquisa foi concebida com o intuito de identificar como a interação entre o gerenciamento de projetos e o planejamento estratégico estava ocorrendo nas empresas do grupo

Leia mais

yarnmaster depuração óptica do fio

yarnmaster depuração óptica do fio Masters in Textile textile Quality Control Masters in textile Quality Control yarnmaster facts yarnmaster depuração óptica do fio 045910/006p Avaliação de fios e superfícies Até a presente data, a qualidade

Leia mais

O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL

O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL ANDRÉA BENTO DOS SANTOS¹ CASSIO HARTMANN² (1)GRADUADA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Leia mais

NOVO MAPA NO BRASIL?

NOVO MAPA NO BRASIL? NOVO MAPA NO BRASIL? Como pode acontecer A reconfiguração do mapa do Brasil com os novos Estados e Territórios só será possível após a aprovação em plebiscitos, pelos poderes constituídos dos respectivos

Leia mais

Trabasil NP3. FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos Pág. 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO 2. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS

Trabasil NP3. FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos Pág. 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO 2. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos Pág. 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Identificação do Produto Nome do Produto: 1.2 Usos relevantes identificados da substância ou mistura e usos

Leia mais

O ENVELHECIMENTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DO CENSO DEMOGRÁFICO 2010 Simone C. T. Mafra UFV sctmafra@ufv.br Emília P.

O ENVELHECIMENTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DO CENSO DEMOGRÁFICO 2010 Simone C. T. Mafra UFV sctmafra@ufv.br Emília P. O ENVELHECIMENTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO BRASIL: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DO CENSO DEMOGRÁFICO 2010 Simone C. T. Mafra UFV sctmafra@ufv.br Emília P. Silva UFV emilia.ergo@ufv.br Estela S. Fonseca UFV estela.fonseca@ufv.br

Leia mais

ESTRUTURA DO CURSO 08:00-10:00 RTQ-R

ESTRUTURA DO CURSO 08:00-10:00 RTQ-R Método de Simulação Edifícios residenciais Roberto Lamberts, PhD Veridiana A. Scalco, Dra Gabriel Iwamoto Rogério Versage, MSc Apoio: Márcio Sorgato, Carolina Carvalho e Mariana G. Bottamedi Rio de Janeiro,

Leia mais

VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE WETLANDS DE MACRÓFITAS AÉREAS PARA SEPARAÇÃO ÁGUA-ÓLEO

VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE WETLANDS DE MACRÓFITAS AÉREAS PARA SEPARAÇÃO ÁGUA-ÓLEO VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE WETLANDS DE MACRÓFITAS AÉREAS PARA SEPARAÇÃO ÁGUA-ÓLEO L.A. NASCIMENTO 1 ; A. E. de MOURA 1 ; L.A. SARUBBO 2 ; V. A. dos SANTOS 2. 1 CGTI - Centro de Gestão

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE NO USO DO SISTEMA PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO DA Fase 1 (magistrados e servidores da Justiça do Trabalho) Secretaria de Tecnologia da Informação

Leia mais

USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM.

USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM. USO DA TERRA E COBERTURA VEGETAL NA BACIA HIDROGRÁFICA DO XIDARINI NO MUNICÍPIO DE TEFÉ-AM. Selma Coelho de Carvalho- Discente do curso de Geografia da Universidade do Estado do Amazonas - CEST. Bolsista

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?

Leia mais

A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ

A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ 1 A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ Luciano Bárbara dos Santos 1 1 Cirurgião-dentista, aluno do curso de pós-graduação

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica 385 AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO E DO MÓDULO DE ELASTICIDADE DO CONCRETO QUANDO SUBMETIDO A CARREGAMENTO PERMANENTE DE LONGA DURAÇÃO (Dt = 9 dias) Wilson Ferreira Cândido 1,5 ;Reynaldo Machado

Leia mais

Nivel de Lisina nas Rações de Frangos de Corte Exigência de Lisina Atualizada

Nivel de Lisina nas Rações de Frangos de Corte Exigência de Lisina Atualizada Nivel de Lisina nas Rações de Frangos de Corte Exigência de Lisina Atualizada Disponível em nosso site: www.lisina.com.br A atualização das exigências dos nutrientes nas formulações de rações é importante

Leia mais