FACULDADE MERIDIONAL IMED CENTRO DE ESTUDOS ODONTOLÓGICOS MERIODIONAL CEOM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTÍSTICA IEDA MARIA MACHADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE MERIDIONAL IMED CENTRO DE ESTUDOS ODONTOLÓGICOS MERIODIONAL CEOM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTÍSTICA IEDA MARIA MACHADO"

Transcrição

1 FACULDADE MERIDIONAL IMED CENTRO DE ESTUDOS ODONTOLÓGICOS MERIODIONAL CEOM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTÍSTICA IEDA MARIA MACHADO EFEITOS DOS AGENTES CLAREADORES SOBRE A POLPA PASSO FUNDO 2012

2 IEDA MARIA MACHADO EFEITOS DOS AGENTES CLAREADORES SOBRE A POLPA Monografia apresentada ao curso de Pós-Graduação da Faculdade Meriodional/IMED de Passo Fundo como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Dentística Restauradora. Orientador: Prof. Ms. Cristiano Magagnin PASSO FUNDO 2012

3 IEDA MARIA MACHADO EFEITOS DOS AGENTES CLAREADORES SOBRE A POLPA Monografia apresentada ao curso de Pós- Graduação da Faculdade Meriodional/IMED de Passo Fundo como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Dentística Restauradora. Aprovada em / /. BANCA EXAMINADORA: Prof. Ms Cristiano Magagnin Prof. Prof.

4 DEDICATORIA Dedico este trabalho ao meu marido Vitor Hugo e ao meu filho Lucas, pela paciência e amor durante todos estes meses. Dedico também aos meus pais, Saul e Ires, pelo amor, amizade e dedicação, incentivadores permanentes do meu crescimento.

5 AGRADECIMENTOS À coordenadora, professora e amiga, Dra. Simone Beatriz Alberton da Silva, pelo desprendimento e ensinamentos. Ao orientador deste trabalho, Ms. Cristiano Magagnin, pela paciência, dedicação e amizade. Aos professores Paula Ghiggi, Lilian Rigo, Nelson Geovane Massin e Janesca Casalli pelo carinho e dedicação. Aos colegas Carla, Michele, Mônica, Cinara, Laura, Alvin, Miriam, Graziela, Elisa, Graziele e Márcio, pela amizade e companheirismo. Aos demais professores e funcionários que de alguma forma contribuíram para meu objetivo.

6 Não importa aonde você parou... Em que momento da vida você cansou... O que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar. Recomeçar é dar uma chance a si mesmo... É renovar as esperanças na vida e o mais importante... Acreditar em você de novo. Carlos Drumond de Andrade

7 RESUMO O clareamento dental é atualmente um dos procedimentos estéticos mais procurados pelos pacientes nos consultórios odontológicos, sendo largamente indicado e executado pelos cirurgiões-dentistas. Seu mecanismo de ação se dá por reação de oxidação entre o agente clareador e o substrato escurecido. O objetivo do presente estudo de revisão de literatura foi verificar possíveis efeitos adversos dos agentes clareadores sobre a polpa dentária, tanto na técnica de clareamento caseiro como na técnica em consultório. Após a revisão, foi possível concluir que, o clareamento dental se mostra, clinicamente, um procedimento que oferece pouco risco à saúde pulpar, quando realizado dentro das técnicas reconhecidas. Palavras-chave: Clareamento dental. Polpa dentária. Clareadores.

8 ABSTRACT The tooth bleaching is currently one of the most searched esthetic procedures by patients at the dental offices, being widely indicated and handled by dentists. Its mechanism is a oxidation reaction between the bleaching agent and the darkened substratum. The aim of the present study was to verify through a literature review the possible adverse effects from bleaching agents both home and office techniques on the dental pulp. After this, it was possible to say that the tooth bleaching shows itself, clinically, as a procedure with low risk to the pulp health when realized through the recognized techniques. Key Words: Tooth bleaching. Dental pulp. Bleaching agents.

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Representação da invasão de peróxido de hidrogênio na câmara pulpar...13 Quadro 1 Penetração na câmara pulpar de peróxido de hidrogênio...14 Figura 2 Diagrama ilustrativo dos grupos experimentais...17 Figura 3 Gráficos representam a expressão de COX Figura 4 Fotomicrografias representativas da morfologia celular...22 Quadro 2 Temperaturas obtidas com luz halógena G1 e G Quadro 3 Variação da temperatura da luz halógena para G1 e G Quadro 4 Temperatura obtida à luz LED...25 Quadro 5 Variação da temperatura luz LED...25 Quadro 6 Comparação da variação da temperatura dos grupos experimentais com agentes clareadores com e sem ativação de luz...28 Quadro 7 Quadro comparativo dos resultados dos estudos apresentados neste trabalho no intervalo de

10 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS H2O2 Peróxido de hidrogênio LED Luz emitida por diodo LASER Light Amplification by Stimulated Emission Radiation MDPC-23 Células odontoblastóides COX2 Cicloxigenase 2 CPAs Câmaras pulpares artificiais GAP Lacuna, espaço GT Grupo Teste G Grupo Nd:Yag - NeoDymium Yttrium Aluminum Garnet ºC Graus centígrados nm Nanômetros

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA DISCUSSÃO CONCLUSÃO...33 REFERÊNCIAS...34 APÊNDICE...37

12 11 1 INTRODUÇÃO Com a busca incessante da perfeição corporal o sorriso é alvo que integra a harmonia da beleza onde dentes claros e com contornos agradáveis são objetivos da grande maioria das pessoas. O clareamento em dentes vitais é um dos procedimentos estéticos mais requisitados na odontologia, por ser um tratamento conservador e eficaz (TAY et al., 2009). Desde 1989, as técnicas de clareamento se tornaram cada vez mais populares e sofreram modificações desde o agente clareador, que passou a ter diferentes modos de apresentação, podendo ser líquido ou gel, com diferentes concentrações, e aplicáveis em moldeiras ou auto-aplicáveis (sem moldeiras)na forma de tiras adesivas (Colgate WhiteStrips) ou vernizes (Colgate SimplyWhite), até sua forma de ativação (química ou física por fotopolimerizador, LED ou LASER) (PORTOLANI JUNIOR; CANDIDO, 2005). As técnicas atuais dividem-se basicamente em três grupos principais: clareamento caseiro ( home bleaching ou nightguard vital bleaching ), clareamento em consultório assistido ( in office bleaching ) e conjugado ( jump start ), que associa as duas técnicas, utilizando como agente clareador peróxidos de carbamida ou peróxido de hidrogênio em concentrações que variam de acordo com a técnica (LODOVICI et al., 2007). Com todas estas alternativas de clareamento dental, o cirurgiãodentista tem condições de satisfazer as necessidades dos pacientes, devendo, entretanto, conhecer os limites seguros deste tratamento, especialmente no que se refere a possíveis efeitos deletérios sobre a saúde pulpar. A hipersensibilidade dental é um efeito adverso muito comum durante a realização do clareamento de dentes vitais, sendo que seu mecanismo não está totalmente esclarecido. Estudos têm comprovado que os agentes clareadores podem causar danos à polpa (COSTA et al., 2010). O objetivo da presente revisão de literatura é verificar os efeitos dos agentes clareadores sobre a polpa dental, levando-se em conta os fatores que influenciam o mecanismo de ação destes agentes, tais como concentração, tempo de aplicação e uso de fontes luminosas associadas.

13 12 2 REVISÃO DE LITERATURA Os efeitos dos agentes clareadores sobre a polpa discutidos e pesquisados com maior freqüência relatam ação citotóxica dos peróxidos (carbamida e hidrogênio) em variadas concentrações e variações térmicas importantes no ambiente pulpar. Louzada e García (2000) relatam os riscos e benefícios de um clareamento dental. Citam riscos como longevidade do tratamento, reabsorção cervical inflamatória, sensibilidade dos tecidos gengivais, sensibilidade pósoperatória, fraturas e trincas dentais. Em relação aos benefícios, enumeram satisfação pessoal (psicológico), antisséptico oral e sua associação na redução de placa. Em relação à presença de restaurações, Gökay et al. (2000) estudaram em 65 dentes humanos mandibulares anteriores extraídos a penetração na câmara pulpar de subprodutos de diferentes concentrações do peróxido de hidrogênio (30%) e peróxido de carbamida (10%, 15% e 35%) com restaurações classe V nas faces vestibulares. Como material restaurador utilizaram resina fotopolimerizável convencional, resina modificada com poliácido e resina modificada com cimento de ionômero de vidro. Pelos resultados apresentados, puderam observar que a quantidade de peróxido que alcançou a câmara pulpar foi diretamente proporcional às concentrações dos géis clareadores utilizados. Os dentes que foram restaurados com a resina convencional obtiveram os menores índices de concentração na câmara pulpar. Na mesma linha, Benetti et al. (2004) investigaram a penetração de peróxido de carbamida na câmara pulpar de incisivos laterais de dentes bovinos. Foram seis grupos de dez dentes cada, nos quais houve remoção completa do tecido pulpar e preenchimento com tampão de acetato. Em três grupos foram preparadas restaurações de Classe V. Dois grupos controle foram submetidos à imersão em água destilada por sessenta minutos. Outros dois receberam respectivamente gel de peróxido de carbamida a 10%, também pelo mesmo tempo. O terceiro grupo recebeu peróxido de carbamida a 35% igualmente por sessenta minutos. Após estes procedimentos, os preenchimentos de acetato foram retirados e corados, fazendo-se então a quantificação da coloração equivalente à quantidade de difusores dos peróxidos que atingiram o espaço da polpa dentária. Os resultados

14 13 (figura 1) demonstraram que os quatro grupos de dentes que receberam clareamento com o peróxido de carbamida, independente das concentrações, tiveram suas polpas invadidas pelo produto. Porém os elementos dentários que possuíam restaurações apresentaram índices consideravelmente mais elevados. 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 Intactos Restaurados 0,3 0,2 0, % 35% Figura 1 Representação da invasão de peróxido de hidrogênio na câmara pulpar. Fonte Benetti et al.(2004). Em adição, Pugh et al. (2005) estudaram os efeitos do peróxido de hidrogênio sobre a microdureza do esmalte, penetração na câmara pulpar e morfologia do esmalte. Utilizaram dentes humanos extraídos que foram expostos a três diferentes concentrações de peróxido de hidrogênio (3,5%, 7% e 12%) por 30 minutos, 4 horas ou 7 horas. Em relação à penetração na câmara pulpar, os resultados encontrados mostraram concentração crescente de agentes clareadores na câmara pulpar de acordo com o quadro 1.

15 14 Grupo Teste Depois de 30min (µg) Depois de 4 horas(µg) Depois de 7 horas (µg) Controle 0,09 ± 0,15ª 0,52 ± 0,13ª 0,62 ± 0,10ª Colgate Platinum 0,52 ± 0,10b 7,11 ± 2,60b 23,12 ± 10,09b 7% produto teste 1,79 ± 0,45c 6,42 ± 3,65b 24,58 ± 6,90b 12% produto teste 2,12 ± 0,69d 14,65 ± 2,63b 26,39 ± 5,43b *Letras ao lado demonstram diferenças significantes em cada momento (p<0,05). Quadro 1 - Penetração da câmara pulpar por peróxido de hidrogênio* Fonte Pugh et al.(2005) Segundo os autores, os níveis de peróxido recuperados nas câmaras pulpares não foi suficiente para alterar de forma significativa a saúde e dinâmica pulpar. Já Gökay, Müjdeci e Algin (2005) avaliaram a penetração do peróxido de hidrogênio na câmara pulpar de dentes humanos extraídos, em formas comerciais de tiras ou líquidos para pincelamento, realizados pelos próprios pacientes. Foram utilizadas concentrações de peróxido de hidrogênio a 5,3% para as tiras clareadoras e peróxido de percarbonato de sódio a 19%, peróxido de carbamida a 18% e peróxido de hidrogênio a 8,7% para as soluções de pincelamento. Os dentes foram submetidos à ação dos clareadores por 30 minutos. Os resultados mostraram que em todos os grupos o peróxido chegou à câmara pulpar e que em nenhum deles houve quantidade significativa para interferir negativamente no tratamento. Em revisão de literatura, Portolani Júnior e Candido (2005) investigaram os possíveis efeitos dos agentes claredores nas estruturas dentais (esmalte,dentina, cemento e polpa). Verificaram que mesmo em situações de concentração alta do gel clareador e ainda associado a fontes de luz/calor, onde pode surgir grande sensibilidade dolorosa, não há evidências conclusivas de alterações histológicas importantes nestes dentes. Concluíram que pode-se esperar algumas alterações dentais por clareamento, podendo ser reversíveis ou irreversíveis. Relatam que os danos pulpares poderão ser irreversíveis por uso indiscriminado dos clareadores, trazendo efeitos cumulativos à polpa dentária. Reforçaram que a técnica de clareamento deve ser sempre supervisionada pelo cirurgião-dentista. Costa e Huck (2006) também em revisão de literatura, relataram que pesquisas in vitro e in vivo têm demonstrado que os agentes clareadores possuem

16 15 componentes ativos como peróxido de hidrogênio, que tem a capacidade de difusão através das estruturas dentárias para alcançar o espaço pulpar onde os efeitos citotóxicos dos mesmos sobre células em cultura ou a irritação do tecido conjuntivo pulpar estão diretamente relacionados com a quantidade de material que entra em contato com as células e/ou tecidos. Desta maneira para evitar danos ao complexo dentino-pulpar e sintomatologia dolorosa posterior deve-se cuidar na escolha do agente clareador, técnica de aplicação e seleção do paciente. Llerena et al. (2006) realizaram um estudo em trinta pré-molares íntegros com extração indicada por motivos ortodônticos para avaliar o efeito do gel peróxido de carbamida a 10% sobre complexo dentino-pulpar em pacientes submetidos a procedimento de clareamento com durações diferentes. Dividiram em G1-grupo controle, utilizando placebo (flúor neutro Duogel NF2 Mayordent LTDA.) em quatorze dentes representando 48% da amostra; G2-peróxido de carbamida 10% (Nuprodgold Denstply) durante oito dias em doze dentes correspondendo 42% da amostra; G3-peróxido de carbamida 10% (Nuprodgold Denstply) durante quinze dias em três dentes, que representaram 10% da amostra. Após a fase de branqueamento, realizaram a exodontia dos elementos. Foram executados cortes longitudinais e analisados nas porções coronal, média e apical. Encontraram os seguintes resultados: terço coronal, proliferação vascular leve em 33,39% nos grupos experimentais e 42,8% no grupo placebo. No terço médio a proliferação vascular foi de 6,6% e 8,3% para os grupos experimentais e placebo respectivamente. Finalmente, no terço apical, não houve proliferação vascular em nenhum dos grupos. Analisaram também migração dos núcleos dos odontoblastos, observando os seguintes resultados: no terço coronal encontrou-se 50% de migração no grupo G2 e 66% de migração no terço apical no grupo G3. Outros achados histológicos importantes foram: congestionameto, hemorragia e vasodilatação no terço médio, relacionados com inflamação, porém não estando diretamente ligados ao tempo e ação do peróxido de carbamida. Concluíram que não houve diferenças significativas histológicas quanto aos efeitos que poderia se esperar do clareamento e do tempo de exposição ao material clareador. Em outro estudo in vitro, Camargo (2007) estudaram a penetração do peróxido de hidrogênio a 38% na câmara pulpar de dentes extraídos humanos e bovinos, restaurados previamente com materiais diferentes, tais como resina composta, cimento de ionômero de vidro e cimento de ionômero de vidro modificado

17 16 com resina. Os resultados mostraram diferenças significativas de penetração do peróxido de hidrogênio nas câmaras pulpares de acordo com o material restaurador, tanto nos dentes humanos como nos dentes bovinos. Ainda identificaram que houve maior penetração de peróxido de hidrogênio nos dentes humanos que nos bovinos. Consideraram que, pelo fato de todos os elementos dentários submetidos à ação do peróxido de hidrogênio apresentarem penetração do mesmo até a câmara pulpar, deve-se tomar cuidado com o uso desses agentes, independente do fato de haverem diferenças da dinâmica de penetração do peróxido em estudos in vitro do que acontece realmente in vivo. Kabbach et al. (2008) investigaram a variação da temperatura na superfície cervical e dentro da câmara pulpar de incisivos inferiores quando submetidos ao clareamento dental usando dois tipos diferentes de gel de peróxido de hidrogênio, vermelho (HP) e verde (HPM), quando ativados por luz halógena (HL) e luz LED. As amostras foram divididas em quatro grupos de dez espécimes cada, de acordo com o agente clareador utilizado e o tipo de fotoativação. Observaram que, em qualquer dos tipos de gel utilizados, houve aumento significativo da temperatura intrapulpar na ordem de 4,5 C em média, chegando a +6 C em alguns casos. Quando a luz utilizada foi o LED, a variação ficou por volta de 1,5 C. Concluíram que a luz LED pode ser usada com segurança dentro da técnica utilizada enquanto que a luz halógena deve ser utilizada com mais cuidado. Também Carrasco, Carrasco-Guerisoli e Fröner (2008) utilizaram 78 incisivos inferiores humanos para testar a variação de temperatura durante procedimentos com fontes de luz diversas somente ou associadas a gel de peróxido de hidrogênio a 35%. Dividiram em dois grupos de 39 dentes, cada um subdividido em três grupos de 13 dentes. Cada subgrupo de um lado recebeu um tipo de luz (laser-led, LED ou luz halógena convencional) somente por 30 segundos; do outro lado, além da luz os subgrupos foram submetidos em conjunto ao peróxido de hidrogênio a 35%. Os resultados demonstraram que em todos os grupos houve alteração significativa da temperatura na câmara pulpar. Entretanto, nos grupos em que foi utilizada a luz halógena convencional a variação foi significativamente maior (2,38 o C em média). Finalmente, concluíram que, apesar das alterações verificadas, em todos os grupos a modificação ocorrida foi compatível com a manutenção da saúde pulpar.

18 17 Em outro estudo semelhante, Torres et al. (2008) fizeram estudo que procurou avaliar a temperatura na câmara pulpar em diferentes grupos de dentes que foram submetidos a clareamento usando peróxido de hidrogênio, ativado com luz halógena ou com luz híbrida (LED+laser). Quatro grupos de dentes foram selecionados (incisivos superiores, incisivos inferiores, caninos inferiores e caninos superiores). Em todos os grupos foi aplicado externamente gel de peróxido de hidrogênio a 35% e ativado por luz durante três minutos e vinte segundos (cinco ativações de 40 segundos cada), usando luz halógena e luz LED-laser. A temperatura foi medida a cada 40 segundos e os dados foram analisados. Independentemente do tipo de luz utilizada, os grupos mostraram diferenças significativas. Os valores de temperatura mais altos foram encontrados nos incisivos superiores e os mais baixos nos caninos inferiores. A luz halógena provocou maior aumento de temperatura intrapulpar que a luz LED-laser. Finalmente, o aumento no tempo de aplicação da luz LED-laser aumentou proporcionalmente a temperatura medida. Frigo et al. (2009) avaliaram o efeito do clareamento dentário fotoativado sobre a polpa dentária de ratos (experimento in vivo) utilizando gel de peróxido de hidrogênio em diferentes concentrações. Foram utilizados 30 ratos divididos em cinco grupos de seis animais cada, conforme a figura 2. Grupos Experimentais Sem Clareação Com Clareação íntegros LED-laser Aplicação de gel clareador 15%, 25% e 35% gel LED LED+laser Figura 2 Diagrama ilustrativo dos grupos experimentais. Fonte Frigo et al.(2009)

19 COX -2/β - actina 18 Foram aplicados sobre incisivos superiores e incisivos inferiores três diferentes formulações de gel clareador (15%, 25% e 35%). A fotoativação consistiu em 3 séries de 1minuto com luz e um minuto sem luz. Após 24 horas dos procedimentos, os animais foram sacrificados e os dentes extraídos para análise. Ao exame histológico qualitativo não houve diferença significativa entre os grupos experimentais, com exceção dos grupos que receberam gel+led, que demonstraram alterações inflamatórias. No grupo gel+led houve aumento significativo da expressão de cox2. Já com a associação de laser ao led, houve inibição significativa da cox2 (figura 3). Os resultados, apesar de mostrarem alterações histológicas em um dos grupos, não foram suficientes para causarem danos pulpares importantes controle gel gel+led gel+led/laser 0 A-15% B-25% C-35% Figura 3 Os gráficos representam a expressão de COX-2 nos grupos tratados com géis contendo diferentes concentrações de peróxido de hidrogênio e fotoativados com sistema híbrido led/laser ou somente led, quando comparados aos grupos somente gel ou controle hígido (* = p<0,05 comparado ao grupo gel; # = p<0,05 comparado ao grupo gel + led; N=6 animais/grupo). Fonte Frigo et al.(2009). Lima et al. (2009) estudaram os efeitos do peróxido de carbamida a 10% diluído em cinco concentrações diferentes sobre células odontoblásticas cultivadas in vitro e expostas diretamente aos substratos de peróxido obtidos. Cinco grupos de células foram colocadas em contato com substratos nas seguintes concentrações: G1, grupo controle, 0%; G2, 0,0001%; G3, 0,001%; G4, 0,01%; e G5, 0,1%. O tempo de exposição foi de sessenta minutos e após os grupos de células foram analisados quanto a modificações em sua morfologia e viabilidade. Os

20 19 resultados mostraram o seguinte: G1, 100% de viabilidade celular; G2, 89,41%; G3, 82,4%; G4, 61,5% e G5, 23% de viabilidade celular. Os grupos G2 e G3 não mostraram diferença estatisticamente significante em relação ao grupo G1. Os maiores efeitos citotóxoicos foram apresentados nos grupos G4 e G5, especialmente no G5. Concluíram que, mesmo nas concentrações mais baixas, o peróxido de carbamida mostrou citotoxicidade e que os efeitos foram progressivos, ou seja, quanto maior a concentração de peróxido de carbamida no substrato maior foi o efeito citotóxico. Michida et al. (2009) avaliaram a variação de temperatura na câmara pulpar durante clareamento com peróxido de hidrogênio a 35% ativado por diferentes fontes de luz, em 24 elementos dentários seccionados no sentido mésiodistal, totalizando quatro grupos de 12 elementos dentários cada, divididos da seguinte forma: clareamento com gel sem ativação por luz no grupo controle (G1); (G2), clareamento com gel + luz halógena; (G3), clareamento com gel + LED; (G4), clareamento com gel + laser Nd:YAG. No grupo controle e naquele em que houve associação com luz do tipo LED a variação média na temperatura ficou entre 1,5 o C e 1,7 o C respectivamente, com diferença não significativa. Nos grupos G2 e G4 houve variação importante na temperatura intrapulpar, com aumento médio de 2,9 o C para o que utilizou luz halógena e, especialmente no grupo que utilizou laser, uma variação média de 6,9 o C. Os três grupos teste, G2, G3 e G4 apresentaram diferença estisticamente significante entre si. Concluíram que o grupo em que foi utilizado o laser como ativador apresentou os maiores valores de elevação da temperatura intrapulpar quando comparado aos grupos que utilizaram luz LED e luz halógena como ativadores. O grupo em que foi utilizado o LED como ativador apresentou valores similares ao grupo controle em relação ao aumento de temperatura intrapulpar. Coldebella et al. (2009) criaram câmaras pulpares artificiais, recobertas por discos de esmalte e dentina obtidos de incisivos bovinos, para avaliar a capacidade de difusão dos subprodutos da degradação do gel de peróxido de hidrogênio bem como seus efeitos sobre células do tipo odontoblastos cultivadas in vitro. Formaram três grupos divididos da seguinte forma: grupo 1-peróxido de hidrogênio a 35% somente; grupo 2-peróxido de hidrogênio a 35% + luz halógena; grupo 3-controle. Os protocolos de clareamento foram repetidos cinco vezes e, após 24 horas de incubação, os extratos obtidos dentro das câmaras pulpares artificiais

21 20 foram removidos e colocados em contato com as células cultivadas por mais 24 horas. Analisaram, então, morfologia celular, dosagem total de proteínas e metabolismo celular. Observaram que os grupos 1 e 2 demonstraram sensível redução no metabolismo celular (aproximadamente 62%), alterações importantes na morfologia e alta redução na contagem total de proteínas (aproximadamente 92%). Concluíram que, no estudo, os subprodutos da degradação do gel de peróxido de hidrogênio a 35% para clareamento tiveram a capacidade de se difundir através dos discos de esmalte e dentina, alcançar o interior das câmaras pulpares artificiais e provocar efeitos citotóxicos significativos sobre as células do tipo odontoblastos cultivadas. Também Bellan et al. (2009) avaliaram o efeito citotóxico de gel clareador à base de peróxido de hidrogênio a 35% sobre células pulpares. Foram montados 40 discos de esmalte/dentina obtidos de incisivos bovinos sobre câmaras pulpares artificiais(cpas), onde a superfície dentinária permanecesse voltada para cima a fim de permitir a semeadura de células MDPC-23, armazenadas por 72 horas. Após este período, as CPAs foram invertidas para possibilitar os procedimentos clareadores sobre o esmalte. Foram divididas em quatro grupos com os seguintes procedimentos: G1 (peróxido de hidrogênio 35%), G2 (peróxido de hidrogênio+luz halógena por 20 segundos), G3 (apenas luz halógena) e G4 (nenhum procedimento-grupo controle). Depois do período de testes, as CPAs foram colocadas em incubadoras, permanecendo 15 minutos, equivalente a uma sessão de clareamento. Foi executada uma segunda sessão de clareamento seguindo o mesmo protocolo. Os resultados foram então obtidos após 12 horas de armazenamento das CPAs. A análise mostrou que houve redução da viabilidade celular para os grupos G1, G2 e G3 na ordem de 31,7%, 41,6% e 11,5% respectivamente. Constatou-se diferença significativa quanto ao metabolismo celular entre os grupos. A maior redução na viabilidade celular ocorreu no G2-peróxido de hidrogênio+luz halógena. Concluíram que o peróxido de hidrogênio é capaz de se difundir pelo esmalte e dentina, alcançar a câmara pulpar e provocar efeitos citotóxicos sobre as células pulpares. Consideraram, ainda, que a associação de luz halógena pode aumentar estes efeitos. Adicionalmente, em pesquisa de Ribeiro et al. (2009) procuraram simular o ambiente da câmara pulpar e avaliar os efeitos do clareamento sobre o metabolismo das células tipo odontoblastos mediante associações de agentes

22 21 clareadores per se ou associados a fontes de luz. Obtiveram discos de esmalte e dentina de dentes bovinos e mensuraram nas células testadas, após procedimentos simulatórios de clareamento em quatro grupos(gel de peróxido de hidrogênio a 35%, gel de peróxido de hidrogênio + luz halógena, luz halógena somente e grupo controle), se houve modificações quanto à morfologia e metabolismo das células. Claramente os grupos que incluíram peróxido de hidrogênio sozinho e associado à luz halógena tiveram maior influência sobre o metabolismo das células, na ordem de 31,7% e 41,6% de redução. Quando usada sozinha, a luz halógena não provocou mudanças significativas nas células. Em mais um estudo similar, Sacono et al. (2010) analisaram a citotoxidade de diferentes técnicas de clareamento dentário, usando agentes clareadores com 20% e 38% de peróxido de hidrogênio (H2O2) sobre células odontoblastóides MDPC-23 cultivadas in vitro. Foram preparados sessenta discos de esmalte/dentina e adaptados em câmaras pulpares artificiais, sendo divididos em seis grupos como segue: G1=H2O2 a 20% (1aplicação); G2=H2O2 a 20% (2aplicações); G3=H2O2 a 38% (1aplicação); G4=H2O2 a 38% (duas aplicações); G5=H2O2 a 38% (3aplicações) e G6=controle. Em cada aplicação o gel permaneceu sobre o esmalte por 45 minutos ou 10 minutos, respectivamente. Após, o meio de cultura em contato com a dentina foi obtido (extrato) e aplicado sobre as células cultivadas. Através de testes para avaliação do metabolismo e da morfologia celular foi observado à redução do metabolismo em G1-96,27%, G2-96,11%, G3-96,42%, G4-95,62% e G5-97,18%, como observado na figura 4. Quando comparados entre si, os grupos que receberam gel clareador não mostraram diferenças significativas, independente da concentração do peróxido de hidrogênio e do número de aplicações.conclui-se que ambas as técnicas de clareamento avaliadas resultaram em intenso efeito citotóxico

23 22 trans-amelodentinário para as células MDPC-23. Figura 4. Fotomicrografias representativas da morfologia celular de cada grupo. A- H2O2 a 20% (1 aplicação): Muitas células que estavam aderidas ao substrato morreram e se deslocaram da lamínula de vidro (LV). As poucas células com notável contração do citoplasma que permaneceram na região apresentam-se ainda com alguns prolongamentos citoplasmáticos originados de sua membrana, os quais parecem aderí-las ao substrato. B- H2O2 a 20% (2 aplicações): Grande diminuição do número de células aderidas ao substrato de vidro, exibindo forma mais arredondada e com perda total ou manutenção de poucos prolongamentos citoplasmáticos. C, D, E- H2O2 a 38% (1 aplicação, 2 aplicações e 3 aplicações, respectivamente): Independente do número de aplicações do agente clareador, os efeitos sobre as células foram semelhantes para os grupos G3, G4 e G5. O reduzido número de células MDPC-23 que permaneceram aderidas ao substrato de vidro exibe morfologia arredondada com poucos prolongamentos citoplasmáticos. Os restos de membrana citoplasmática das células que foram letalmente agredidas podem ser claramente observados sobre o substrato ( ). F- controle: Um grande número de células MDPC-23 pode ser observado cobrindo, através de seu amplo citoplasma, toda a superfície do substrato de vidro. Estas células pulpares estão em confluência, sendo observada mitose celular ( ). Fonte Sacono et al.(2010). Em outra revisão de literatura, Costa, Ribeiro e Sacono (2010) pesquisaram a respeito do clareamento dentário e suas técnicas, bem como possíveis efeitos negativos sobre dentes vitais e não vitais. Especificamente nos efeitos de sensibilidade após o clareamento externo bem como efeitos pulpares, encontraram descrição de sensibilidade predominantemente transitória por até 3 dias em sua maioria. Considerando a comprovação da difusão pelo esmalte e dentina do peróxido de hidrogênio e seus subprodutos, a partir do contato destes com a polpa dentária, podem ocorrer peroxidação lipídica e fragmentação de

24 23 proteínas, com rompimento de membrana celular e morte de células da polpa por apoptose ou necrose. Relataram ainda que o número de aplicações do gel em consultório e o tempo de contato estão diretamente relacionados aos danos celulares. Outro estudo, como o de Costa et al. (2010), analisou a resposta pulpar de dentes vitais após aplicação de gel de peróxido de hidrogênio a 38% por 45 minutos que tinham indicação de extração por motivos ortodônticos. Dezesseis dentes pré-molares e incisivos inferiores de pacientes com idade média de 16,2 anos foram divididos e analisados nos seguintes grupos: pré-molares clareados (G1, n=6); incisivos clareados (G2=4); pré-molares não clareados (G3, n=3, controle); incisivos não clareados (G4, n=3, controle). Os grupos teste, G1 e G2, receberam o tratamento clareador e, dois dias após, foram extraídos juntamente com os do grupo controle. Os resultados da análise histológica mostraram modificações pulpares importantes apenas nos incisivos, tais como zonas necróticas isoladas e agregados inflamatórios ao redor de vasos sanguíneos congestionados. Adicionalmente, antes da extração os pacientes relataram sintomas dolorosos nestes mesmos incisivos. Estes resultados demonstraram, segundo os autores, tanto o poder de modificação dos radicais liberados pelo peróxido de hidrogênio sobre a polpa, como a provável influência da espessura da camada de esmalte e dentina que separa a polpa da superfície externa, haja vista que nos incisivos inferiores era sensivelmente menor( camada de dentina nos incisivos: 1.83mm em média; nos premolares: 3,10mm em média). Bettin, Britto e Nabeshima (2010) através de estudo avaliaram a variação de temperatura da câmara pulpar durante o clareamento externo sob diferentes fontes luz e diferentes géis clareadores. Utilizaram 20 incisivos centrais superiores e dividiram em quatro grupos da seguinte maneira: G1-luz halógena + gel whiteness HP; G2-luz halógena + gel whiteness HP Maxx; G3-luz LED + gel WhitenessHP; G4-luz LED+gel whiteness HP Maxx. Todos os dentes tiveram sua temperatura medida antes e durante aplicação de luz, com e sem gel clareador, sendo anotados os valores iniciais, finais e de temperatura máxima atingida. Constataram então que a luz halógena variou a temperatura da câmara pulpar em G1 e G2 em 3,1ºC e 3,7ºC respectivamente, enquanto que a luz LED provocou variação em G3 e G4 de (-0,6ºC) e (-0,2ºC), não promovendo aquecimento na câmara pulpar. Os géis clareadores usados não interferiram nas variações de

AVALIAÇÃO DA RUGOSIDADE

AVALIAÇÃO DA RUGOSIDADE AVALIAÇÃO DA RUGOSIDADE SUPERFICIAL DE RESINA COMPOSTA APÓS A AÇÃO DE AGENTES CLAREADORES IMEDIATOS William Kabbach* Flávia Magnani Bevilacqua** Juliana Alvares Duarte Bonini Campos*** Welingtom Dinelli****

Leia mais

TODO PACIENTE PODE QUAL DEVE SER A IDADE. Clareamento Dental. Odontologia Cosmética REALIZAR O TRATAMENTO CLAREADOR? MÍNIMA?

TODO PACIENTE PODE QUAL DEVE SER A IDADE. Clareamento Dental. Odontologia Cosmética REALIZAR O TRATAMENTO CLAREADOR? MÍNIMA? Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Odontologia Programa de Educação Tutorial Clareamento Dental Um dos tratamentos mais populares estéticos realizados em dentes escurecidos (Klaric, 2014).

Leia mais

Clareamento dental Associação de técnicas para obtenção de efetividade e naturalidade

Clareamento dental Associação de técnicas para obtenção de efetividade e naturalidade CASO CLÍNICO A linha inovadora de clareamento dental da Angelus TÍTULO Clareamento dental Associação de técnicas para obtenção de efetividade e naturalidade AUTOR AUTORES Jorge Eustáquio Mestre em Dentística

Leia mais

CLAREAMENTO DENTAL ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS PARA OBTENÇÃO DE EFETIVIDADE E NATURALIDADE

CLAREAMENTO DENTAL ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS PARA OBTENÇÃO DE EFETIVIDADE E NATURALIDADE CLAREAMENTO DENTAL ASSOCIAÇÃO DE TÉCNICAS PARA OBTENÇÃO DE EFETIVIDADE E NATURALIDADE AUTORES: Jorge Eustáquio Mestre em Dentística Restauradora Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic Campinas SP;

Leia mais

TRANSFORMAÇÃO DA FORMA DOS LATERAIS CONÓIDES UTILIZANDO RESINA COMPOSTA (ESTHET-X)

TRANSFORMAÇÃO DA FORMA DOS LATERAIS CONÓIDES UTILIZANDO RESINA COMPOSTA (ESTHET-X) TRANSFORMAÇÃO DA FORMA DOS LATERAIS CONÓIDES UTILIZANDO RESINA COMPOSTA (ESTHET-X) Caso clínico realizado pelo especialista em Dentística Restauradora HECTOR GREGORY SOCIAS JUNIOR (República Dominicana).

Leia mais

27/05/2014. Dentística I. Classe III. Classe I. Classe V. Terapêutica ou protética; Simples, composta ou complexa.

27/05/2014. Dentística I. Classe III. Classe I. Classe V. Terapêutica ou protética; Simples, composta ou complexa. Mauro A Dall Agnol UNOCHAPECÓ mauroccs@gmail.com Classe I Classe II Classe III Classe IV Classe V Classe I Classe II Classe III Classe IV Classe V Dentística I Terapêutica ou protética; Simples, composta

Leia mais

Cimentos para cimentação

Cimentos para cimentação Curso de Auxiliar em Saude Bucal - ASB Faculdade de Odontologia - UPF Requisitos de um agente cimentante ideal Cimentos para cimentação Ser adesivo; Ser insolúvel no meio bucal; Permitir bom selamento

Leia mais

EDITAL DO VI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E IV JORNADA INTEGRADA DE ODONTOLOGIA E MEDICINA (JIOME) DA UNINCOR, CAMPUS BELO HORIZONTE

EDITAL DO VI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E IV JORNADA INTEGRADA DE ODONTOLOGIA E MEDICINA (JIOME) DA UNINCOR, CAMPUS BELO HORIZONTE UNIVERSIDADE VALE DO RIO VERDE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO EDITAL DO VI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E IV JORNADA INTEGRADA DE ODONTOLOGIA E MEDICINA (JIOME) DA UNINCOR, CAMPUS

Leia mais

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários Nosso consultório odontológico está equipado para oferecer ao produtor rural todos os tratamentos odontológicos disponíveis na atualidade. Segue abaixo uma discriminação detalhada de cada tratamento oferecido

Leia mais

Repercussões endodônticas dos procedimentos clareadores. The endodontic consequences of tooth bleaching procedures

Repercussões endodônticas dos procedimentos clareadores. The endodontic consequences of tooth bleaching procedures ISSN: Versão impressa: 1806-7727 Versão eletrônica: 1984-5685 RSBO. 2011 Apr-Jun;8(2):e21-32 Tópicos da Odontologia Dentistry Topics Repercussões endodônticas dos procedimentos clareadores The endodontic

Leia mais

Recontorno cosmético parte 1: clareação dentária fotoassistida com luz ultravioleta

Recontorno cosmético parte 1: clareação dentária fotoassistida com luz ultravioleta Caso Selecionado Recontorno cosmético parte 1: clareação dentária fotoassistida com luz ultravioleta lera o processo de clareação 11. Entretanto, essa maior difusão do peróxido de hidrogênio para o interior

Leia mais

Materiais e Técnicas com Wanderley de Almeida Cesar Jr.

Materiais e Técnicas com Wanderley de Almeida Cesar Jr. Artigos Materiais e Técnicas com Wanderley de Almeida Cesar Jr. Agregando valor aos procedimentos diários: do clareamento à fratura dental. Atualmente, observa-se que as novas idéias e a avaliação contínua

Leia mais

MEDIDAS DE ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL PARA CONTROLE DA CÁRIE DENTÁRIA EM ESCOLARES DO CASTELO BRANCO

MEDIDAS DE ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL PARA CONTROLE DA CÁRIE DENTÁRIA EM ESCOLARES DO CASTELO BRANCO MEDIDAS DE ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL PARA CONTROLE DA CÁRIE DENTÁRIA EM ESCOLARES DO CASTELO BRANCO BARROS, Ítala Santina Bulhões 1 LIMA, Maria Germana Galvão Correia 2 SILVA, Ariadne Estffany Máximo da

Leia mais

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente).

É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). É a etapa inicial do tratamento do canal, consiste em o dentista atingir a polpa dentária (nervinho do dente). Consiste na regularização do alvéolo (local onde está inserido o dente), geralmente após a

Leia mais

HIPERSENSIBILIDADE. Pasta Dessensibilizante Colgate Sensitive Pró-Alívio TM com tecnologia Pro-Argin TM

HIPERSENSIBILIDADE. Pasta Dessensibilizante Colgate Sensitive Pró-Alívio TM com tecnologia Pro-Argin TM Pasta Dessensibilizante Colgate Sensitive Pró-Alívio TM com tecnologia Pro-Argin TM HIPERSENSIBILIDADE Produto em processo de aprovação junto à ANVISA www.colgateprofissional.com.br Apresentando Pro-Argin

Leia mais

ODONTOLOGIA ESTÉTICA

ODONTOLOGIA ESTÉTICA ODONTOLOGIA ESTÉTICA O sorriso enaltece os dentes que podem assim como outros elementos da face denunciar a idade cronológica do ser humano por meio de desgastes ou mesmo pela alteração da cor. Nesse contexto,

Leia mais

Na era do clareamento dentário a laser ainda existe espaço para o clareamento caseiro?

Na era do clareamento dentário a laser ainda existe espaço para o clareamento caseiro? Artigo Inédito Na era do clareamento dentário a laser ainda existe espaço para o clareamento caseiro? Fabiano Carlos Marson*, Luis Guilherme Sensi*, Fabiano de Oliveira Araújo*, Mauro Amaral Caldeira de

Leia mais

AVALIAÇÃO DE TRATAMENTOS ENDODÔNTICOS REALIZADOS POR ALUNOS DE GRADUAÇÃO COM PROSERVAÇÃO DE SEIS MESES

AVALIAÇÃO DE TRATAMENTOS ENDODÔNTICOS REALIZADOS POR ALUNOS DE GRADUAÇÃO COM PROSERVAÇÃO DE SEIS MESES AVALIAÇÃO DE TRATAMENTOS ENDODÔNTICOS REALIZADOS POR ALUNOS DE GRADUAÇÃO COM PROSERVAÇÃO DE SEIS MESES Dhebora do Canto 1 ; Beatriz do Nascimento Hernandes 2 ; Fausto Rodrigo Victorino 3 RESUMO: Pode-se

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Analisando-se a imagem de um dente íntegro, todas as suas partes são facilmente identificáveis, pois já conhecemos sua escala de radiopacidade e posição

Leia mais

Estética Dental: Clareamento e Resina Composta Dental Aesthetic: bleaching and composite resin

Estética Dental: Clareamento e Resina Composta Dental Aesthetic: bleaching and composite resin Estética Dental: Clareamento e Resina Composta Dental Aesthetic: bleaching and composite resin Frederico dos Reis GOYATÁ Doutor em Prótese UNITAU Taubaté-SP. Pós Doutorando em Prótese UNITAU Taubaté-SP.

Leia mais

O TRATAMENTO PROFISSIONAL DA HIPERSENSIBILIDADE.

O TRATAMENTO PROFISSIONAL DA HIPERSENSIBILIDADE. O TRATAMENTO PROFISSIONAL DA HIPERSENSIBILIDADE. VOCÊ RESOLVENDO O PROBLEMA DO SEU PACIENTE. CONTÉM NANO- HIDROXIAPATITA Pasta Dessensibilizante e Remineralizante AF. folder 40x7 nano p.indd 6/6/0 :40:49

Leia mais

MILHÕES P O O S A I S O M E N I T M U 8DE SORRISOS. www.fgm.ind.br 0800 644 6100 PROMOÇÕES VÁLIDAS ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES.

MILHÕES P O O S A I S O M E N I T M U 8DE SORRISOS. www.fgm.ind.br 0800 644 6100 PROMOÇÕES VÁLIDAS ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES. MILHÕES 8DE SORRISOS M U I T M U O I T M A I S O M E N P O O S R BRINDES DESCONTOS ECONOMIA QUALIDADE www.fgm.ind.br 0800 644 6100 PROMOÇÕES VÁLIDAS ENQUANTO DURAREM OS ESTOQUES. LEVE AGORA! WHITE CLASS

Leia mais

ilecris@univap.br munin@univap.br

ilecris@univap.br munin@univap.br AVALIAÇÃO DO CLAREAMENTO DENTAL COM PERÓXIDO DE CARBAMIDA A 16%, SUBMETIDOS A DIFERENTES PIGMENTOS, ATRAVÉS DE ANÁLISE DE FOTORREFLECTÂNCIA E RUGOSIDADE Ana Paula Borges Ramos 1,Ilene Cristine Rosia Cesar

Leia mais

TERAPIA FOTODINÂMICA

TERAPIA FOTODINÂMICA TERAPIA FOTODINÂMICA Terapia Fotodinâmica Estudo e desenvolvimento de novas tecnologias. Seu uso por podólogos brasileiros é anterior a 1995. Usado por podólogos em outros países, desde a década de 80.

Leia mais

Avaliação da temperatura in vitro durante a reação termocatalítica no clareamento de dentes despolpados

Avaliação da temperatura in vitro durante a reação termocatalítica no clareamento de dentes despolpados Revista de Odontologia da Universidade Cidade de São Paulo 2007 maio-ago; Avaliação da temperatura in vitro durante a reação termocatalítica no clareamento de dentes despolpados In vitro evaluation of

Leia mais

Escrito por Administrator Ter, 02 de Fevereiro de 2010 09:14 - Última atualização Qua, 10 de Março de 2010 08:44

Escrito por Administrator Ter, 02 de Fevereiro de 2010 09:14 - Última atualização Qua, 10 de Março de 2010 08:44 Mitos e Verdades da Odontologia Mitos: Quanto maior e colorida for nossa escova dental, melhor! Mentira. A escova dental deve ser pequena ou média para permitir alcançar qualquer região da nossa boca.

Leia mais

avaliação dos modos de descolagem e a presença de fraturas no esmalte, após os ensaios mecânicos.

avaliação dos modos de descolagem e a presença de fraturas no esmalte, após os ensaios mecânicos. da resistência ao cisalhamento destes materiais, com e sem condicionamento ácido do esmalte, após 48 horas e 10 dias; verificação da influência do período dos ensaios mecânicos sobre a resistência ao cisalhamento;

Leia mais

ESTUDO DOS EFEITOS DO CLAREAMENTO DENTAL SOBRE O ESMALTE: UMA REVISÃO DAS EVIDÊNCIAS PARA A INDICAÇÃO CLÍNICA

ESTUDO DOS EFEITOS DO CLAREAMENTO DENTAL SOBRE O ESMALTE: UMA REVISÃO DAS EVIDÊNCIAS PARA A INDICAÇÃO CLÍNICA ESTUDO DOS EFEITOS DO CLAREAMENTO DENTAL SOBRE O ESMALTE: UMA REVISÃO DAS EVIDÊNCIAS PARA A INDICAÇÃO CLÍNICA ESTUDO DOS EFEITOS DO CLAREAMENTO DENTAL SOBRE O ESMALTE: UMA REVISÃO DAS EVIDÊNCIAS PARA A

Leia mais

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL

IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL IMAGENS DAS ALTERAÇÕES DA COROA DENTAL Em um dente íntegro, suas imagens são facilmente identificáveis, pois já conhecemos a escala de radiopacidade. Estudamos as imagens das estruturas anatômicas, suas

Leia mais

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte TRATAMENTO ENDODÔNTICO Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte O D O N T O LO G I A E S T É T I C A R E S TAU R A D O R A O que é tratamento endodôntico? É a remoção do tecido mole que se encontra na

Leia mais

O conhecimento dos cirurgiões-dentistas do município de Vassouras-RJ em relação ao clareamento dental e os riscos de sua auto-administração

O conhecimento dos cirurgiões-dentistas do município de Vassouras-RJ em relação ao clareamento dental e os riscos de sua auto-administração O conhecimento dos cirurgiões-dentistas do município de Vassouras-RJ em relação ao clareamento dental e os riscos de sua auto-administração The knowledge of dentists in the city of Vassouras-RJ concerning

Leia mais

1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3.

1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3. 1 1. Avaliação de impacto de programas sociais: por que, para que e quando fazer? (Cap. 1 do livro) 2. Estatística e Planilhas Eletrônicas 3. Modelo de Resultados Potenciais e Aleatorização (Cap. 2 e 3

Leia mais

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO

DIAGNÓSTICO COLETA DE DADOS RACIOCÍNIO E DEDICAÇÃO EXAME CLÍNICO DA DOENÇA PERIODONTAL DIAGNÓSTICO PERIODONTAL CONSISTE O DIAGNÓSTICO NA ANÁLISE DO PERIODONTAL HISTÓRICO DO CASO, NA AVALIAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E SINTOMAS, COMO TAMBÉM DOS RESULTADOS DE

Leia mais

AVALIAÇÃO CLÍNICA DO USO DE FONTES AUXILIARES NO CLAREAMENTO DE DENTES VITAIS

AVALIAÇÃO CLÍNICA DO USO DE FONTES AUXILIARES NO CLAREAMENTO DE DENTES VITAIS V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 AVALIAÇÃO CLÍNICA DO USO DE FONTES AUXILIARES NO CLAREAMENTO DE DENTES VITAIS Regiane Dos Santos 1 ; Fabiano Carlos

Leia mais

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II CALORIMETRIA 1 Objetivos Gerais: Determinação da capacidade térmica C c de um calorímetro; Determinação do calor específico de um corpo de prova; *Anote a incerteza dos instrumentos de medida utilizados:

Leia mais

Avaliação clínica do clareamento dental pela técnica caseira

Avaliação clínica do clareamento dental pela técnica caseira Caso Clínico Avaliação clínica do clareamento dental pela técnica caseira Fabiano Carlos Marson*, Luis Guilherme Sensi*, Fabiano de Oliveira Araujo*, Sylvio Monteiro Junior**, Élito Araújo*** Resumo O

Leia mais

Introdução à análise de dados longitudinais

Introdução à análise de dados longitudinais Prof Caio Azevedo Prof Caio Azevedo Introdução (Dados de) Medidas repetidas: medidas feitas nas mesmas unidades experimentais ao longo de alguma condição de avaliação (distância, peso, tempo etc) Dados

Leia mais

ALTERAÇÕES NA MICRODUREZA DO ESMALTE DENTAL HUMANO TRATADO IN VITRO E IN SITU COM DIFERENTES SISTEMAS CLAREADORES E ESPESSANTES

ALTERAÇÕES NA MICRODUREZA DO ESMALTE DENTAL HUMANO TRATADO IN VITRO E IN SITU COM DIFERENTES SISTEMAS CLAREADORES E ESPESSANTES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE MESTRADO EM ODONTOLOGIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM DENTÍSTICA ALTERAÇÕES NA MICRODUREZA DO ESMALTE DENTAL HUMANO TRATADO IN VITRO E IN SITU COM DIFERENTES

Leia mais

COMPLETE R. Redução da Celulite. Informações Técnicas

COMPLETE R. Redução da Celulite. Informações Técnicas Informações Técnicas COMPLETE R Redução da Celulite INCI NAME: Water, Propylene Glycol, Caffeine, L-Carnitine, Imidazolidinyl Urea, Methylparaben and Propylparaben. INTRODUÇÃO A celulite é uma deformação

Leia mais

Trabalho de Conclusão de Curso

Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho de Conclusão de Curso AVALIAÇÃO IN SITU DA RESPOSTA PULPAR DE AGENTES CLAREADORES DE BAIXAS CONCENTRAÇÕES Janayne Kemper Nandi Universidade Federal de Santa Catarina Curso de Graduação em Odontologia

Leia mais

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE TRAUMATISMO DENTO-ALVEOLAR EM ESPORTISTAS DE RIBEIRÃO PRETO

TÍTULO: AVALIAÇÃO DE TRAUMATISMO DENTO-ALVEOLAR EM ESPORTISTAS DE RIBEIRÃO PRETO TÍTULO: AVALIAÇÃO DE TRAUMATISMO DENTO-ALVEOLAR EM ESPORTISTAS DE RIBEIRÃO PRETO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ODONTOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

2. Quando o implante dental é indicado?

2. Quando o implante dental é indicado? Dúvidas sobre implantodontia: 1. O que são implantes? São cilindros metálicos (titânio) com rosca semelhante a um parafuso que são introduzidos no osso da mandíbula (arco inferior) ou da maxila (arco superior),

Leia mais

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA

ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA ESPECIALIDADE MEDICINA DENTÁRIA Cirurgia Oral A Cirurgia Oral é uma especialidade da Medicina Dentária que inclui o diagnóstico e o tratamento cirúrgico de patologias dos tecidos moles e tecidos duros

Leia mais

5 Discussão dos Resultados

5 Discussão dos Resultados 87 5 Discussão dos Resultados No procedimento de análises das imagens gráficas obtidas nas simulações pelo método de elementos finitos, comparou-se a distribuição das tensões nas restaurações com material

Leia mais

Harmonia. Caso Selecionado. Sidney Kina e José Carlos Romanini

Harmonia. Caso Selecionado. Sidney Kina e José Carlos Romanini Caso Selecionado Harmonia Sidney Kina e José Carlos Romanini Na busca para encontrar uma composição agradável no sorriso, alguns fatores de composição estética devem ser observados, para orientação na

Leia mais

MATERIAL RESTAURADOR UNIVERSAL INSTRUÇÕES DE USO

MATERIAL RESTAURADOR UNIVERSAL INSTRUÇÕES DE USO A Aura é um sistema de compósito restaurador fotopolimerizável, radiopaco e de alta resistência projetado para simplificar a busca da tonalidade ideal visando à alta estética. Possui uma abordagem sistemática

Leia mais

APLICAÇÃO DE LASERS NA MEDICINA

APLICAÇÃO DE LASERS NA MEDICINA APLICAÇÃO DE LASERS NA MEDICINA Questões associadas à aplicação dos lasers na Medicina Princípios Físicos e aspectos técnicos do equipamento Interacção da luz laser com os tecidos: fotocoagulação, fotovaporização,

Leia mais

4 Monitoramento ambiental

4 Monitoramento ambiental 4 Monitoramento ambiental O monitoramento ambiental é uma importante ferramenta para a administração dos recursos naturais. Este oferece conhecimento e informações básicas para avaliar a presença de contaminantes,

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia.

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Tratamento endodôntico em Gato Doméstico (Felis Catus): Relato de caso Jaime Sardá Aramburú Junior 1, Cristiano Gomes 2, Ney Luis Pippi 3, Paulo

Leia mais

Ponto de Contato. Conjugando Procedimentos Restauradores Indiretos e Diretos: Mimetizando Materiais Restauradores à Estrutura Dental

Ponto de Contato. Conjugando Procedimentos Restauradores Indiretos e Diretos: Mimetizando Materiais Restauradores à Estrutura Dental Ponto de Contato Conjugando Procedimentos Restauradores Indiretos e Diretos: Mimetizando Materiais Restauradores à Estrutura Dental Conjugating direct and indirect restorative procedures: Restorative materials

Leia mais

MANUAL INSTRUTIVO DOS CÓDIGOS ODONTOLÓGICOS DO SIA/SUS - TSB E ASB -

MANUAL INSTRUTIVO DOS CÓDIGOS ODONTOLÓGICOS DO SIA/SUS - TSB E ASB - 1 MANUAL INSTRUTIVO DOS CÓDIGOS ODONTOLÓGICOS DO SIA/SUS - TSB E ASB - Porto Alegre, 2014. 1 2 S ODONTOLÓGICOS PARA AUXILIARES E TÉCNICOS EM SAÚDE BUCAL Tabela 1: Tipos de Procedimentos Odontológicos para

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

www.odontomagazine.com.br Ano 3 - N 34 - Novembro de 2013 comunicação integrada Reportagem Odontologia do Esporte

www.odontomagazine.com.br Ano 3 - N 34 - Novembro de 2013 comunicação integrada Reportagem Odontologia do Esporte www.odontomagazine.com.br Ano 3 - N 34 - Novembro de 2013 comunicação integrada comunicação integrada Reportagem Odontologia do Esporte Clareamento dental para dentes não vitais e vitais, seguido de procedimentos

Leia mais

Adper Easy One. Adesivo Autocondicionante. Um adesivo Um frasco. Muitas vantagens

Adper Easy One. Adesivo Autocondicionante. Um adesivo Um frasco. Muitas vantagens Adper Easy One Adesivo Autocondicionante Um adesivo Um frasco Muitas vantagens Um adesivo. Uma camada. Uma única etapa. Rápido! PRATICIDADE EM UM FRASCO Com o Adper Easy One, você precisa de apenas um

Leia mais

Os efeitos do controle farmacológico no comportamento futuro de pacientes menores de três anos no consultório odontológico

Os efeitos do controle farmacológico no comportamento futuro de pacientes menores de três anos no consultório odontológico Os efeitos do controle farmacológico no comportamento futuro de pacientes menores de três anos no consultório odontológico Denise Espíndola ANTUNES; Luciane Ribeiro de Rezende Sucasas da COSTA; Cristiana

Leia mais

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág. CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: ODONTOLOGIA PRÉ-CLÍNICA I Código: ODO-021 Pré-requisito: ANATOMIA

Leia mais

Para todos os casos! Implantes-ANKYLOS. Informação ao paciente. Degussa Dental

Para todos os casos! Implantes-ANKYLOS. Informação ao paciente. Degussa Dental Para todos os casos! Implantes-ANKYLOS Informação ao paciente Degussa Dental Fornecido pelo seu cirurgião-dentista: Prezado(a) paciente, Mais cedo ou mais tarde acontece com cada um de nós: os primeiros

Leia mais

ANÁLISE DO CAMPO TÉRMICO EM ÚBERE BOVINO EX VIVO APÓS APLICAÇÃO DE ULTRASSOM TERAPÊUTICO

ANÁLISE DO CAMPO TÉRMICO EM ÚBERE BOVINO EX VIVO APÓS APLICAÇÃO DE ULTRASSOM TERAPÊUTICO ANÁLISE DO CAMPO TÉRMICO EM ÚBERE BOVINO EX VIVO APÓS APLICAÇÃO DE ULTRASSOM TERAPÊUTICO 1 ANALISIS OF THERMAL BEAM OF EX VIVO BOVINE UDDER AFTER THERAPEUTIC ULTRASOUND APLICATION ANDRESSA DE CASTRO SOUZA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL 001/2009 CARGO: ODONTÓLOGO CADERNO DE PROVAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO-MG PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL 001/2009 CARGO: ODONTÓLOGO CADERNO DE PROVAS CADERNO DE PROVAS 1 A prova terá a duração de duas horas, incluindo o tempo necessário para o preenchimento do gabarito. 2 Marque as respostas no caderno de provas, deixe para preencher o gabarito depois

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014

PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014 PROCESSO SELETIVO EDITAL 23/2014 CARGO E UNIDADES: Odontólogo (Unidade Móvel) Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova. Tempo total para resolução desta prova: 3 (três) horas. I N S T R

Leia mais

ANATOMIA INTERNA DENTAL

ANATOMIA INTERNA DENTAL ANATOMIA INTERNA DENTAL Cavidade Pulpar: Espaço no interior dos dentes onde se aloja a polpa. Esta cavidade reproduz a morfologia externa do dente,podendo se distinguir duas porções: uma coronária e outra

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

FERNANDO HENRIQUE ALVARENGA PERTUSSATTI EFEITO DO USO PRÉVIO DE DEXAMETASONA NA SENSIBILIDADE DENTAL APÓS CLAREAMENTO AMBULATORIAL

FERNANDO HENRIQUE ALVARENGA PERTUSSATTI EFEITO DO USO PRÉVIO DE DEXAMETASONA NA SENSIBILIDADE DENTAL APÓS CLAREAMENTO AMBULATORIAL 0 FERNANDO HENRIQUE ALVARENGA PERTUSSATTI EFEITO DO USO PRÉVIO DE DEXAMETASONA NA SENSIBILIDADE DENTAL APÓS CLAREAMENTO AMBULATORIAL CAMPO GRANDE 2014 1 FERNANDO HENRIQUE ALVARENGA PERTUSSATTI EFEITO DO

Leia mais

Coffea arábica (Coffee) seed oil and Vegetable steryl esters. Modificador mecanobiológico da celulite e gordura localizada.

Coffea arábica (Coffee) seed oil and Vegetable steryl esters. Modificador mecanobiológico da celulite e gordura localizada. Produto INCI Definição Propriedades SLIMBUSTER L Coffea arábica (Coffee) seed oil and Vegetable steryl esters Modificador mecanobiológico da celulite e gordura localizada. - Diminui a gordura localizada

Leia mais

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006.

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. Aspectos do biomonitoramento da toxicidade perinatal pelos agroquímicos Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. A contaminação ambiental por agroquímicos pode causar efeitos negativos aos recursos naturais

Leia mais

Clinical Update Publicação de Atualização Profissional da Dentsply Brasil

Clinical Update Publicação de Atualização Profissional da Dentsply Brasil Enforce - Sistema Multiuso de Cimentação Adesiva, com Flúor Desde que foi lançado no Brasil, o sistema de cimentação adesiva Enforce com Flúor passou a fazer parte do dia-adia dos profissionais que realizam

Leia mais

Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível

Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível Lentes de contato dental: construindo um protocolo previsível Weider Silva Especialista em Dentística. Especialista em Prótese. Especialista em Implantodontia. Professor do Curso de Especialização de Dentística

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM

FISIOLOGIA RENAL EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM EXERCÍCIOS DE APRENDIZAGEM FISIOLOGIA RENAL 01. A sudorese (produção de suor) é um processo fisiológico que ajuda a baixar a temperatura do corpo quando está muito calor ou quando realizamos uma atividade

Leia mais

CRISTÓFOLI S I S T E M A D E R E G I S T R O P A R A A U T O C L A V E S A V A P O R

CRISTÓFOLI S I S T E M A D E R E G I S T R O P A R A A U T O C L A V E S A V A P O R CRISTÓFOLI SISTEMA DE REGISTRO PARA AUTOCLAVES A VAPOR Este Sistema de Registro para autoclaves a vapor foi elaborado para trabalhar em conjunto com os Emuladores- Integradores de Controle TST Browne (código

Leia mais

Professora Orientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, e-mail: karlafunf@ifcriodosul.edu.br

Professora Orientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, e-mail: karlafunf@ifcriodosul.edu.br TELHADO VERDE E A INFLUÊNCIA NO CONFORTO TÉRMICO EM UMA EDIFICAÇÃO DE MADEIRA NO IFC CAMPUS RIO DO SUL Karla Fünfgelt 1 ; Alexandra Goede de Souza 2 ; Eduardo Augusto Tonet 3 ; Samuel Fachini 4. 1 Professora

Leia mais

EFEITOS BIOESTIMULADORES DO LASER DE BAIXA INTENSIDADE E LED TERAPIA NA SAÚDE: UMA AÇÃO INTERDISCIPLINAR E SOCIAL

EFEITOS BIOESTIMULADORES DO LASER DE BAIXA INTENSIDADE E LED TERAPIA NA SAÚDE: UMA AÇÃO INTERDISCIPLINAR E SOCIAL EFEITOS BIOESTIMULADORES DO LASER DE BAIXA INTENSIDADE E LED TERAPIA NA SAÚDE: UMA AÇÃO INTERDISCIPLINAR E SOCIAL 1. UFPB- Professora Orientadora 2. COI-PR Extensionista Externo- Consultor 3. Discente

Leia mais

clareamento dentário supervisionado pelo cirurgiãodentista

clareamento dentário supervisionado pelo cirurgiãodentista Clareamento dentário supervisionado pelo cirurgião dentista DENTAL BLEACHING SUPERVISIONED BY DENTIST Marcelo Gonçalves Cardoso Priscila de Macedo Máximo Departamento de Odontologia da Universidade de

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC

PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC PROJETO DE EXTENSÃO: TRATAMENTO DE INFECÇÕES DENTÁRIAS / PROEC FERREIRA, Jean Carlos Barbosa.*¹; MARQUES, Aline Silva¹; SILVA, Julio. Almeida² DECURCIO, Daniel Almeida²; ALENCAR, Ana Helena Gonçalves³;

Leia mais

GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) AUTORES Ingryd Coutinho de Oliveira Priscila Cunha Nascimento Discentes da Graduação em Odontologia e Bolsistas de Ensino

Leia mais

Caso Selecionado. Odontologia Estética Integrada - a busca do equilíbrio

Caso Selecionado. Odontologia Estética Integrada - a busca do equilíbrio Caso Selecionado Odontologia Estética Integrada - a busca do equilíbrio Cláudio de Pinho Costa, José Maria Gratone, Paulo Martins Ferreira, Tatiana Costa Ribeiro O conhecimento e domínio dos princípios

Leia mais

Balsamo M. Cosmética em anomalias dentais. Dental Science - Clin e Pesq Integrada 2007; 1(2); 134-140.

Balsamo M. Cosmética em anomalias dentais. Dental Science - Clin e Pesq Integrada 2007; 1(2); 134-140. Ponto de contato................... Marcelo Balsamo* Balsamo M.. - Clin e Pesq Integrada 2007; 1(2); 134-140. blemas estéticos decorrentes de anomalias dentárias, sejam elas ocasionadas por fatores de

Leia mais

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri Extração de DNA Prof. Silmar Primieri Conceitos Prévios O que é DNA? Onde se localiza o DNA na célula? Do que são formadas as membranas celulares? Qual a estrutura do DNA? O que é DNA? Unidade básica informacional

Leia mais

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst

Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst Por: Renato Fabricio de Andrade Waldemarin;Guilherme Brião Camacho e Vinícius Marcel Ferst TÉCNICA DIRETA. 1. Radiografia inicial para determinação da possibilidade de confecção de pino/núcleo. 2. O dente

Leia mais

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 43 3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 3. 1 METODOLOGIAS DE ANÁLISES 3.1.1 Método de Quantificação de Surfactantes (MBAS) em Águas 3.1.2 Princípio e aplicabilidade Os surfactantes aniônicos SLS (Lauril Sulfato

Leia mais

Instruções de utilização. Adesivo dentário de tripla acção

Instruções de utilização. Adesivo dentário de tripla acção Instruções de utilização Português 54 Adesivo dentário de tripla acção O Xeno III 1 é um adesivo dentário universal concebido para cimentar materiais de restauração fotopolimerizáveis a esmalte e dentina.

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA CENTRO MÉDICO ASSISTENCIAL DA MARINHA ODONTOCLÍNICA CENTRAL DA MARINHA

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA CENTRO MÉDICO ASSISTENCIAL DA MARINHA ODONTOCLÍNICA CENTRAL DA MARINHA MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA CENTRO MÉDICO ASSISTENCIAL DA MARINHA ODONTOCLÍNICA CENTRAL DA MARINHA PROGRAMA PARA A PREVENÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA E DA DOENÇA PERIODONTAL Serviço de Odontologia

Leia mais

Amaris naturalmente simples. simplesmente Bonito!

Amaris naturalmente simples. simplesmente Bonito! Naturalmente simples. Simplesmente bonito! Amaris Elegância natural Dois passos simples Estratificação natural Resultados brilhantes Técnica simples Ao longo de décadas, os dentistas utilizaram uma escala

Leia mais

FACULDADE MERIDIONAL IMED CENTRO DE ESTUDOS ODONTOLÓGICOS MERIDIONAL CEOM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTÍSTICA MÔNICA BEUX

FACULDADE MERIDIONAL IMED CENTRO DE ESTUDOS ODONTOLÓGICOS MERIDIONAL CEOM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTÍSTICA MÔNICA BEUX FACULDADE MERIDIONAL IMED CENTRO DE ESTUDOS ODONTOLÓGICOS MERIDIONAL CEOM CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTÍSTICA MÔNICA BEUX EFICÁCIA, SEGURANÇA E RISCOS DOS DIFERENTES CLAREADORES INTERNOS: REVISÃO DE

Leia mais

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Engenharia Elétrica Laboratório de Materiais Elétricos EEL 7051 Professor Clóvis Antônio Petry Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

Leia mais

ODONTOLOGIA CANINA. Introdução

ODONTOLOGIA CANINA. Introdução ODONTOLOGIA CANINA Juliana Kowalesky Médica Veterinária Mestre pela FMVZ -USP Pós graduada em Odontologia Veterinária - ANCLIVEPA SP Sócia Fundadora da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária

Leia mais

MEDIDAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DE CÁRIE EM ESCOLARES ADOLESCENTES DO CASTELO BRANCO

MEDIDAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DE CÁRIE EM ESCOLARES ADOLESCENTES DO CASTELO BRANCO MEDIDAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DE CÁRIE EM ESCOLARES ADOLESCENTES DO CASTELO BRANCO DIAS, Larissa Nadine Silva 1 FARIAS, Luciana Lombardi Pedrosa de 2 LIMA, Maria Germana Galvão Correia 3 RESUMO A adolescência

Leia mais

Marcação dos contatos: Ajuste interno e dos contornos proximais: Carbono líquido ou Base leve silicone e carbono Accufilm;

Marcação dos contatos: Ajuste interno e dos contornos proximais: Carbono líquido ou Base leve silicone e carbono Accufilm; DEFINIÇÃO AJUSTES E CIMENTAÇÃO Desgaste e polimento necessários para o correto assentamento da peça protética sobre o preparo, garantindo o vedamento marginal e um adequado equilíbrio de contatos proximais

Leia mais

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA

O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O GUIA COMPLETO TIRE TODAS SUAS DÚVIDAS SOBRE ANDROPAUSA O QUE É ANDROPAUSA? Problemas hormonais surgidos em função da idade avançada não são exclusivos das mulheres. Embora a menopausa seja um termo conhecido

Leia mais

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem:

Física FUVEST ETAPA. ε = 26 cm, e são de um mesmo material, Resposta QUESTÃO 1 QUESTÃO 2. c) Da definição de potência, vem: Física QUESTÃO 1 Um contêiner com equipamentos científicos é mantido em uma estação de pesquisa na Antártida. Ele é feito com material de boa isolação térmica e é possível, com um pequeno aquecedor elétrico,

Leia mais

Observação de células da epiderme do bolbo da cebola (allium cepa)

Observação de células da epiderme do bolbo da cebola (allium cepa) Escola Secundária Francisco Franco Técnicas Laboratoriais de Biologia Bloco I Observação de células da epiderme do bolbo da cebola (allium cepa) Relatório elaborado: Eduardo Freitas Nº5 12º6 Funchal, 29

Leia mais

Caso Selecionado. Como o olhar analítico da Odontologia Estética reconstrói um sorriso

Caso Selecionado. Como o olhar analítico da Odontologia Estética reconstrói um sorriso Como o olhar analítico da Odontologia Estética reconstrói um sorriso Marcelo Moreira*, Marcelo Kyrillos**, Luis Eduardo Calicchio***, Hélio Laudelino G. de Oliveira****, Márcio J. A. de Oliveira*****,

Leia mais

3. Quais são os planos disponíveis para a contratação do produto BB Dental Massificado?

3. Quais são os planos disponíveis para a contratação do produto BB Dental Massificado? 1. Quem é a Brasildental? Empresa criada a partir da associação do Banco do Brasil e OdontoPrev, com a finalidade de distribuir e comercializar, por meio da BB Corretora, planos odontológicos sob a marca

Leia mais

Nova linha Close Up Diamond Attraction White. Dentes mais brancos * em um instante

Nova linha Close Up Diamond Attraction White. Dentes mais brancos * em um instante Nova linha Close Up Diamond Attraction White Dentes mais brancos * em um instante *O efeito branqueador instantâneo é ótico e temporário, e pode variar de pessoa para pessoa, dependendo da cor inicial

Leia mais

Unidade 1 Adaptação e Lesão Celular

Unidade 1 Adaptação e Lesão Celular DISCIPLINA DE PATOLOGIA Prof. Renato Rossi Jr Unidade 1 Adaptação e Lesão Celular Objetivo da Unidade: Identificar e compreender os mecanismos envolvidos nas lesões celulares reversíveis e irreversíveis.

Leia mais

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO

SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO 1 SIMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EFEITO ESTUFA A PARTIR DA ADIÇÃO DA CO 2 EM UM SISTEMA FECHADO Diego Oliveira Cordeiro 1 diegoocordeiro@gmail.com Janduir Egito da Silva 1 jaduires@yahoo.com Cláudia Laís Araújo

Leia mais

Introdução. Light Amplification by Stimulated Emission of Radition. Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação.

Introdução. Light Amplification by Stimulated Emission of Radition. Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação. L.A.S.E.R. Introdução Light Amplification by Stimulated Emission of Radition. Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação. Introdução Em 1900 o físico alemão Max Planck apresentou uma explanação

Leia mais

INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO SEGUNDO API 581 APLICAÇÃO DO API-RBI SOFTWARE

INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO SEGUNDO API 581 APLICAÇÃO DO API-RBI SOFTWARE INSPEÇÃO BASEADA EM RISCO SEGUNDO API 581 APLICAÇÃO DO API-RBI SOFTWARE Carlos Bruno Eckstein PETROBRAS/CENPES/PDEAB/Engenharia Básica de Equipamentos Edneu Jatkoski PETROBRAS/REPLAN/MI/Inspeção de Equipamentos

Leia mais

LUZ INTENSA PULSADA FOTOREJUVENESCIMENTO. Princípios Básicos - P arte II. Dra Dolores Gonzalez Fabra

LUZ INTENSA PULSADA FOTOREJUVENESCIMENTO. Princípios Básicos - P arte II. Dra Dolores Gonzalez Fabra LUZ INTENSA PULSADA Princípios Básicos - P arte II FOTOREJUVENESCIMENTO Dra Dolores Gonzalez Fabra O Que é Fotorejuvescimento? Procedimento não ablativo e não invasivo. Trata simultaneamente hiperpigmentações,

Leia mais

Aliança para um Futuro Livre de Cárie

Aliança para um Futuro Livre de Cárie Creme dental com alto teor de fluoreto Resumo completo Descrição: Os dentifrícios fluoretados foram introduzidos pela primeira vez na década de 1950. [1] O primeiro dentifrício fluoretado continha fluoreto

Leia mais

Cirurgia Ortognática e Estética Facial: Qual sua importância na Odontologia Integrada?

Cirurgia Ortognática e Estética Facial: Qual sua importância na Odontologia Integrada? Cirurgia Ortognática e Estética Facial: Qual sua importância na Odontologia Integrada? A avaliação da estética facial, bem como sua relação com a comunicação e expressão da emoção, é parte importante no

Leia mais