INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE/SOEBRAS PERSEU SCHUINDT DOS SANTOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE/SOEBRAS PERSEU SCHUINDT DOS SANTOS"

Transcrição

1 INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUNORTE/SOEBRAS PERSEU SCHUINDT DOS SANTOS PRONTUÁRIO ELETRÔNICO EM ODONTOLOGIA PROGRAMAS OFERECIDOS NO MERCADO E SUA OBEDIÊNCIA ÀS NORMAS DO CFO Manaus 2013

2 PERSEU SCHUINDT DOS SANTOS PRONTUÁRIO ELETRÔNICO EM ODONTOLOGIA PROGRAMAS OFERECIDOS NO MERCADO E SUA OBEDIÊNCIA ÀS NORMAS DO CFO Monografia apresentada ao Programa de Especialização em Odontologia Legal do ICS FUNORTE/SOEBRÁS NÚCLEO MANAUS, como parte dos requisitos para obtenção do titulo de Especialista. Orientador: Prof MSc. Gilberto Paiva de Carvalho Manaus 2013

3 Santos, Perseu Schuindt dos Prontuário eletrônico em Odontologia programas oferecidos no mercado e sua obediência às normas do CFO. / Santos, Perseu Schuindt dos. Manaus: FUNORTE, f. : il color. Orientador: Gilberto Paiva de Carvalho Monografia (Especialização) FUNORTE Manaus, Especialização em Odontologia Legal, Assunto. Prontuário eletrônico. 2. Odontologia Legal. I. Carvalho Gilberto Paiva de. II. Funorte Manaus. Curso de Especialização em Odontologia Legal em III. Prontuário eletrônico em Odontologia programas oferecidos no mercado e sua obediência às normas do CFO.

4 Dedico o presente trabalho ao Sr. Newton de Souza Schuindt, agricultor, soldado, motorista, pai, avô e mestre, nos deixará saudades.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pelas bênçãos concedidas e que me fizeram chegar até aqui. Ao meu pai Carlos Humberto Melo dos Santos e minha mãe Keila Couto Schuindt pelo amor e confiança que edificaram meu caráter. A Nayara Neves Tonani pelo amor e por acreditar no meu trabalho. Ao meu orientador e professor Gilberto Paiva de Carvalho pela paciência e dedicação ao exercer a tarefa árdua de mestre e tutor. Aos meus colegas de classe que riram, choraram, debateram, brigaram, mas mostraram, no final das contas, a união que uma verdadeira família deve ter.

6 Os homens prudentes sabem tirar proveito de todas as suas ações, mesmo daquelas a que são obrigados pela necessidade. Niccolo Maquiavel.

7 RESUMO A tecnologia avança de forma rápida e é evidente os benefícios que a inclusão digital traz para a sociedade de uma forma geral. Atividades do dia a dia que antigamente eram exaustivas e tomavam muito tempo, hoje em dia podem ser realizadas de forma simples e rápida, graças ao constante avanço tecnológico. O processo de digitalização vem chegando aos poucos nos consultórios odontológicos, na forma de prontuários eletrônicos. O uso inadequado desta tecnologia pode acarretar em sérios problemas, incluindo questões legais. O Conselho Federal de Odontologia implementou normas que devem ser seguidas para que a utilização do prontuário 100% eletrônico seja possível e reconhecida por lei. O objetivo deste trabalho foi verificar a certificação dos principais softwares de prontuário eletrônico odontológico disponíveis no mercado, através do seu registro na Sociedade Brasileira de Informática e Saúde, de acordo com a resolução CFO/ Palavras-chaves: Odontologia - Prontuário eletrônico Informática - Odontologia Legal

8 ABSTRACT Technology moves quickly, and the benefits that digital inclusion brings to society are clearly. Day by day activities that formerly were exhausting and took a long time, nowadays can be performed quickly and easily, thanks to constant technological advancement. The digital inclusion process is coming gradually in the dental office, in the form of dental electronic records. Improper use of this technology can result in serious problems, including legal issues. The Conselho Federal de Odontologia (Brazil) implemented regulations that must be followed, so the use of electronic medical records 100% could be possible and recognized by law. The objective of this work was to verify the certification of general electronic dental record softwares available in the market, through registration at the Sociedade Brasileira de Informática e Saúde, according to the resolution CFO/ Keywords: Odontology - Electronic dental records Technology - Forensic dentistry

9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO RETROSPECTIVA DA LITERATURA MATERIAL E MÉTODOS RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 29

10 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Lista dos softwares, suas respectivas empresas responsáveis e o número do CNPJ, disponíveis para consulta no site da Sociedade Brasileira de Informação em Saúde - SBIS URL 22 Quadro 2 Software, ano de registro do site, nome da empresa, URL, CNPJ e certificação SBIS

11 11 1 INTRODUÇÃO O constante avanço da tecnologia, principalmente da informática, causa impactos que revolucionaram a sociedade de uma maneira geral, moldando novos comportamentos, criando novos padrões sociais, redirecionando a economia e deram um impulso definitivo à globalização. Atualmente o domínio da informática é quase que obrigatório para empresas e profissionais alcançarem sucesso perante concorrido mercado de trabalho, este fato dentre outros denominam a atual época como a Era da Informação (ROVER 2002). A década de noventa revolucionou a utilização de prontuários odontológicos digitais nos Estados Unidos da América, apresentando vantagens significativas em relação aos prontuários convencionais, porém sem obedecer a questões legais, o que impossibilitava a utilização de um prontuário exclusivamente digital (CARVALHO 2002). O conjunto de conjunto de documentos ordenados, sistematizados e concisos definem um prontuário. O prontuário odontológico permite ao cirurgião dentista comprovar quando e como o diagnóstico e tratamento do paciente foi realizado, de acordo com os padrões aceitos e recomendados (HOLANDA, MELLO, ZIMMERMAN 2010). Um prontuário odontológico deve constar declarações firmadas e utilizadas pelo profissional no exercício da profissão, podendo ser utilizada em processo jurídico ou pericial. Um prontuário convencional é composto de anamnese, contrato de prestação de serviços odontológicos, evolução clínica do tratamento, radiografias e fotografias do paciente, bem como cópias de receitas, atestados e encaminhamentos (PARANHOS 2009). São normas apresentadas no Código de Ética Odontológico de 2012: Garantir ao paciente ou seu responsável legal, acesso a seu prontuário, sempre que for expressamente solicitado, podendo conceder cópia do documento, mediante recibo de entrega;elaborar e manter atualizados os prontuários de pacientes, conservando-os em arquivo próprio; (BRASIL, CFO, 2012). A resolução CFO-91/2009 aprova as normas técnicas concernentes à digitalização, uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos dos prontuários dos pacientes, quanto aos Requisitos de Segurança em Documentos Eletrônicos em Saúde,conforme convênio pelo Conselho Federal de Medicina e Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, do Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde. Nesta parceria foram estabelecidas normas de segurança e padrões que devem ser

12 12 respeitados, e ainda, orientações quanto ao uso dos prontuários combinados, ou seja, o uso dos prontuários digitais em conjunto com os de papel (BRASIL, CFO-91, 2009).

13 13 2 RETROSPECTIVA DA LITERATURA Um prontuário odontológico contém todas as informações que um profissional necessita para realizar um trabalho eficaz e de qualidade, tornando-se uma ferramenta essencial para o cirurgião dentista. Com esta ferramenta pode-se realizar uma avaliação diária do tratamento proposto, analisando a evolução e as condições gerais do paciente. Diversos estudiosos e pesquisadores conceituados já demonstraram que o prontuário é indispensável (CARVALHO, 2002). A prática odontológica deve estar atrelada ao bom uso do prontuário odontológico, que é um documento clínico, cirúrgico, odontolegal e de saúde pública. Devido a sua importância, o preenchimento correto do prontuário não deve ser negligenciado pelos profissionais da área odontológica (BENEDICTO et al,2010). As informações colhidas pelo profissional e documentadas no prontuário, assim como anamnese, contrato de prestação de serviços, evolução clínica do tratamento, radiografias e fotografias do paciente, cópias de receitas, atestados e encaminhamentos, podem ser utilizados com finalidade jurídica ou pericial. Os prontuários odontológicos são importantes nos processos de identificação humana, o fácil acesso pertencente à documentação do paciente ajuda neste aspecto, uma vez que o cirurgião dentista tem o dever de preenchê-lo e atualizá-lo, conservando-o em arquivo próprio, como prevê o Código de Ética Odontológica (PARANHOS et al, 2009). A América do Norte utilizou na década de 80 os computadores com o objetivo de melhorar o controle contábil do profissional. O controle de pagamentos integrando cálculos e fornecendo informações instantâneas de todos os aspectos financeiros da clínica odontológica criava uma auditoria interna quando desejada, sendo as informações consultadas por datas (GARSSON, 1988; SNYDER, 1995; GREEN, 1995; HEIERT, 1997; EISNER, 1999). Os programas odontológicos no marketing (SNYDER, 1995). A produção de cartas pré-fabricadas, tais como orientação de higiene, encaminhamento de história médica pregressa, lembrança de retorno para revisão e correspondência de aniversário. Além disso, permitia apresentar ao paciente os aspectos financeiros referentes ao plano de tratamento proposto, de modo semelhante a um contrato, registrando ainda os dados pessoais do paciente, cônjuge e dependentes. A manifestação de concordância, sob o ponto de vista financeiro, visando a efetiva implementação do tratamento se dava por meio de assinatura. A utilização do computador, da forma descrita, proporcionava a realização de uma clínica prática

14 14 odontológica mais controlável e eficaz sob os pontos de vista administrativo e financeiro (SOKOL, 1988; GILBOE & SCOTT, 1994; VALENZA, 1994; GREEN, 1994). O final dos anos 80 foi marcado pela inclusão dos planos de tratamento e registros do histórico de saúde oral dos pacientes nos programas odontológicos (SNYDER, 1995). Assim, os prontuários digitais foram considerados como facilitadores do dia-a-dia do profissional, tendo a capacidade de: fornecer um histórico do paciente; auxiliar o cirurgião-dentista na seleção e em eventuais mudanças ou alternativas do plano de tratamento; analisar, mecanicamente, diversos dados enquanto o profissional interage com o paciente; prover informações sobre o prognóstico da terapêutica adotada. É inevitável a aceleração do tratamento e diminuição do contra-tempo causado pelo tratamento para o paciente com o uso dos programas (STIKELEATHER et all, 1988; SNYDER, 1995). Automatizar o consultório odontológico, no final da década de oitenta, era a orientação fornecida aos cirurgiões-dentistas dos Estados Unidos. A oferta de prontuários digitais aumentara e uma seleção adequada poderia ajudar o profissional, administrativamente. A escolha de um prontuário digital deveria ser feita somente uma vez, com a possibilidade de atualizações do programa. O conteúdo legal fornecido nos programas abordava um sistema de codificação no qual o profissional poderia verificar o histórico dental do paciente, fornecendo tanto um perfil clínico como pessoal do mesmo (SUDIMACK, 1988; COMBS, 1989). Os programas odontológicos foram criados para que usuários, não especialistas em informática, pudessem utilizá-los. A facilidade e aprimoração dos programas permitiam que o profissional se preocupasse com sistemas que oferecessem um completo odontograma e gravação de todo o tratamento. Outras ferramentas surgiram, como produção de um back up, pois dados poderiam ser perdidos parcialmente ou em sua totalidade. Houve, também, o aumento da credibilidade no suporte técnico oferecido, visto que, as empresas assinavam contratos para fornecê-los (WILKINSON, 1989). Em 1984, artigos e publicações já aconselhavam que cirurgião-dentista verificasse se a companhia fornecedora do produto fornecia um bom suporte técnico. A primeira escolha, se possível, devia ser por uma companhia que possuísse um suporte local. O treinamento também devia ser fornecido, caso o profissional não tivesse intimidade com o software. O passo essencial para o profissional que almejava adquirir um prontuário digitalizado era procurar referências sobre o produto e a companhia fornecedora com outros colegas que utilizassem o programa (YAVERBAUM, 1984). Contudo, a aquisição de um computador para o consultório odontológico poderia constituir um processo confuso, frustrante e consumidor de tempo. Artigos da década de 80

15 15 apresentaram os pontos a serem considerados no momento de adquirir um computador sob a forma de uma lista do que se desejava no desempenho do PC, personal computer, considerando ainda o valor a investir, a capacidade de armazenamento e processamento, facilidade da manipulação, suporte técnico, treinamento oferecido ao profissional e auxiliares e cuidados com a publicidade oferecida pelas empresas (YAVERBAUM, 1984; MCKENZIE, 1989; WARNER, HASKIN, 1989). Determinar a prioridade e objetivos do sistema a ser utilizado na informatização da clínica, pelo menos por cinco anos era um passo importante no final da década de 80. Alguns questionamentos deveriam ser respondidos como quais tarefas eram consideradas repetitivas e quanto tempo de consumo desejava-se automatizar. Exemplos incluíam seguro pessoal, monitoramento dos balancetes, contas dos pacientes, cálculo de produção e um sistema de retorno dos pacientes. Os auxiliares também poderiam ajudar na escolha do software, por serem também usuários do sistema, opinando em conjunto com o profissional na seleção do programa (WARNER, HASKIN, 1989). Os sistemas utilizados pelos cirurgiões-dentistas apresentavam suas limitações, pois os programas atendiam somente necessidades iniciais. Os softwares clínicos incorporavam todas as características de gerenciamento financeiro, mas também incluíam dados e opções adicionais, centradas no paciente. Cada registro transformava-se em um prontuário com as informações financeiras incluídas juntamente com observações clínicas, do tratamento, figuras gráficas, imagens de câmaras intra-orais e de radiografias digitais, planos de tratamento, registros oclusais, assim como informações médicas pertinentes (GREEN, 1995). A tecnologia traz novas possibilidades que visam otimizar o atendimento odontológico de maneira geral. Com o crescente aumento de processos jurídicos envolvendo cirurgiões dentistas, e o surgimento de uma nova perspectiva na relação profissional/paciente, a digitalização da documentação odontológica se torna alternativa eficaz para se aliar aos profissionais. A informática deve ser aplicada à odontologia, não como uma nova especialidade, mas como uma nova maneira de se conduzir as atividades odontológicas, dando ênfase no prontuário. A tecnologia possibilita conceber instrumentos de registro e controle adequados às necessidades e especificidades profissionais, mas devem obedecer as normas e leis impostas pelo Conselho Federal de Odontologia (CERVEIRA, 2008). O prontuário tradicional de papel, devidamente preenchido pelo profissional, garante a legalidade do documento, no entanto a falta da padronização dos prontuários utilizados nos diversos âmbitos, a complexidade e ilegibilidade de alguns documentos, agregados à dificuldade de se obter estes documentos para fins jurídicos, de pacientes que habitam em

16 16 lugares distantes ou de difícil acesso, fez com que se criasse um sistema digital e padrão. As informações seriam passadas via internet, e a segurança dos dados ficaria a cargo de sistemas de chave eletrônica (SCHELEYER, SPALLEK, HERNANDÉZ 2007). Os Estados Unidos da América começaram a implementar prontuários digitais em hospitais desde o final da década de 60. Com a evidente vantagem dos documentos eletrônicos em relação aos tradicionais prontuários, diversos softwares começaram a ser desenvolvidos pelas principais empresas de informática. No entanto, a maioria dos profissionais inicialmente não aderiram à digitalização total dos documentos, sendo que os clínicos utilizavam sim seus prontuários digitais, mas sem se desvencilhar das pranchetas escritas. Em 1991 o Institute of Medicine concluiu que este fato se dava por barreiras tecnológicas e não-tecnológicas. Devido ao avanço estrondoso da tecnologia e ao uso habitual da informática, o conceito de prontuário digital vem a cada dia se firmando mais dentre os profissionais tanto da odontologia, quanto medicina (ATKINSON, ZELLER, SHAH 2002). Em 1990, 29% dos consultórios dentários nos Estados Unidos estavam automatizados. Algumas objeções eram feitas sobre a computadorização do consultório dentário como a dispensabilidade, o custo, o medo de distanciar-se do paciente, os problemas técnicos advindos e a utilização de um novo equipamento fora da realidade odontológica. Porém, a facilidade de confecção e armazenamento de documentos fez com que a porcentagem de pacientes que possuíam em seus prontuários termos de consentimento subisse de 10%, em 1983, para 60%, em O registro de todo o prontuário odontológico permanecia no disco rígido para sua utilização no plano de tratamento e confecção da lista de procedimentos realizados diariamente (HALL, 1990). A porcentagem de clínicas que utilizavam programas odontológicos, em 1991, era de 48%, de acordo com pesquisa realizada pela American Dental Association (ADA). Essa porcentagem, considerada baixa, revelava duas causas que eram a variedade e o custo dos programas. Durante a década de 90, os programas odontológicos desenvolvidos no final dos anos 70 e durante a década de 80 não mais satisfaziam os seus usuários, sendo então, radicalmente modificados (SNYDER, 1995). Os dados estatísticos da ADA, em 1993, revelaram que havia aproximadamente dentistas em consultórios particulares no Estados Unidos da América. No ano seguinte, a revista Dental Economics revelava que 75% dos cirurgiões-dentistas utilizavam o computador de alguma forma. Em 1995, a AADS (American Association of Dental Schools) encontrou um percentual de 95% de todos os profissionais empregando computadores no gerenciamento de seus consultórios. Entretanto, somente 10% dos cirurgiões-dentistas

17 17 usavam o computador no efetivo exercício clínico, com o suporte de softwares odontológicos (GREEN, 1995). Os computadores já estavam sendo utilizados em grande escala nas clínicas odontológicas em 1993, nos Estados Unidos, porém, como editores de texto e para gerenciar contas. Quarenta a cinqüenta por cento das clínicas estavam computadorizadas naquele ano, não utilizando, contudo, um prontuário digital. As causas foram descritas como sendo a má utilização do sistema, o deficiente suporte oferecido, a não atualização dos sistemas disponíveis no mercado e a desinformação do vendedor e do cirurgião-dentista sobre os programas disponíveis. (FREYDBERG, 1993). A década de noventa foi marcada, na América do Norte, pela evolução dos programas odontológicos, pois os mesmos criaram independência do suporte técnico. Os programas disponibilizados forneciam um sistema operacional auto-explicativo, claro, ilustrado, proporcionando uma melhor performance e expansão nas necessidades atuais e futuras do profissional. A nova geração de programas permitia atualizações, fazendo com que o sistema não se tornasse obsoleto. Os programadores tinham como meta o aperfeiçoamento do sistema de gerenciamento de informações do paciente compatibilizando-o com os novos sistemas operacionais (GILBOE & SCOTT, 1994; SNYDER, 1995). Os programas odontológicos desenvolvidos até 1994 possuíam um banco de dados, sendo que as informações inseridas geravam arquivos individuais. Assim, os dados pessoais dos pacientes eram memorizados no arquivo de informações, enquanto os dados de pagamento iam para o arquivo financeiro. Esses programas eram compatíveis com os programas padrões utilizados comercialmente, que utilizavam a linguagem de banco de dados, facilitando a interação entre os mesmos (GILBOE & SCOTT, 1994). Os programas odontológicos de gerenciamento clínico eram, essencialmente, uma forma especializada de banco de dados (NOWAKOWISKI, 1994). O item fundamental a ser verificado em um prontuário digital era o banco de dados do paciente (SNYDER, 1995). No entanto, além dos aspectos técnicos desenvolvidos nesses programas, a preocupação com os aspectos legais, discutidas a partir de 1993, apresentava-se sem solução completa. Um dos principais problemas do profissional norte-americano era a variação nas leis estaduais em relação à validade jurídica dos prontuários gravados eletronicamente, o que poderia gerar controvérsia legal em eventuais processos (NOWAKOWISKI, 1994). Em pesquisa realizada nos Estados Unidos, em 1994, questionando os cirurgiõesdentistas quanto à utilização do computador na prática odontológica, 68% responderam que eram usuários, enquanto que 33% planejavam adquirir um computador juntamente com um

18 18 prontuário digital no ano seguinte. Posteriormente, realizou-se outra pesquisa somente com os profissionais que já utilizavam um prontuário digital com o intuito de orientar os colegas que ainda não o possuíam. Dentre cinqüenta aspectos abordados, somente os dez mais votados, em números absolutos, foram listados, sendo estes: a geração do prontuário digital; tradicionalismo do programa; solicitação de apólice; produção clínica diária; gerenciamento de retorno de paciente; sistema multi-usuário; multi-tarefa; sistema de rede; capacidade das impressoras e processamento eletrônico de solicitações (COMBS, 1995). A principal razão, antes de 1993, para que poucos cirurgiões-dentistas na atentassem para o uso de softwares como ferramenta de trabalho na rotina administrativa era que a computadorização na área odontológica não constituía prioridade para a indústria da informática. Em 1996, acima de 50% dos profissionais norte-americanos possuía um computador no consultório (RINGENBERG, 1996). Este fato foi confirmado pela divulgação do Centro de Pesquisas da ADA, que apresentou estudos sobre a quantidade de cirurgiõesdentistas que utilizavam o computador em sua rotina diária desde 1984, ano em que apenas 11% dos profissionais faziam uso do mesmo (HEIERT, 1997; HIRSCHINGER, 2001). Em 1994, esse percentual sofreu uma grande alteração com 66,8% dos profissionais utilizando um microcomputador em suas clínicas (HEIERT, 1997). Em 1994, 48,3% dos dentistas norte-americanos que possuíam um computador, utilizavam modems para transmissão de solicitações de seguro; 19,7% utilizava correio eletrônico; 19,3% comprava suprimentos de informática eletronicamente e; 7,6% pesquisava literatura científica na rede mundial, a Internet. Além disso, 7,5% de todos os dentistas que possuíam um modem, participavam de grupos de discussões online (SCHLEYER; SPALLEK; TORRES-URQUIDY, 1998). Em 1997, 79,5% dos dentistas norte-americanos utilizavam o computador (HIRSCHINGER, 2001), sendo que mais de 200 programas de gerenciamento odontológico eram comercializados (GOLUB & LEVATO, 1997). Em 1998, quando aproximadamente 400 programas odontológicos encontravam-se comercial disponíveis, foi divulgada uma estimativa prevendo que, em poucos anos, 95% dos dentistas norte-americanos possuiria um computador no consultório odontológico (NEIBURGER, 1998). No Reino Unido, em 1997, aproximadamente 70% dos cirurgiões-dentistas utilizava o computador contra 20% em 1992 (TURNER & WEERAKONE, 1998-a). As companhias produtoras dos prontuários digitais iniciaram a disponibilização dos mesmos pela internet, em 1999, permitindo, mediante autorização prévia do paciente, troca de informações pela rede mundial entre os profissionais da Odontologia. Em 1997,

19 19 aproximadamente, 25% dos cirurgiões-dentistas norte-americanos possuíam acesso à Internet em seus consultórios. A maioria destes utilizava a Internet para o auxílio em seus diagnósticos, terapêuticas, discussão de casos clínicos e aquisição de novos conhecimentos relativos à profissão (SCHLEYER, 1999). Por meio da medida provisória nº 2.200, de 28 de junho de 2001, foi instituída a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, para garantir autenticidade, integridade e validade jurídica dos documentos digitais no país. Os documentos devem ser certificados na ICP-Brasil, para estabelecer equivalência e isonomia legal entre os documentos eletrônicos (CARVALHO 2002). O Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, se juntaram para estabelecer normas, padrões e regulamentos para a utilização de prontuários eletrônicos pelos profissionais da área de saúde. Desta união surgiu o Processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde, estabelecendo os requisitos obrigatórios e acompanhando a legislação federal para que se utilize um prontuário digital. A regulamentação da obrigatoriedade da certificação digital foi publicada na Resolução CFM Nº 1821/2007. (BRASIL, CFM-SBIS, 2012). No Brasil diversos programas odontológicos são comercializados e veiculam publicidade em jornais, revistas especializadas ou internet. A maioria destes programas apresentam ferramentas essenciais para preenchimento de dados no prontuário digital odontológico, mas sugere-se que as empresas avaliem e revisem seus programas para que os mesmos apresentem melhores ferramentas, legais e essenciais gerais (CARVALHO, 2002). Para um prontuário digital ser considerado seguro, ele deve apresentar mecanismos capazes de assegurar autenticidade, confidencialidade e integridade dos documentos. O processo de certificação CFM/SBIS definiu dois níveis de segurança denominados NGS1 e NGS2. O NGS1 define a obrigatoriedade do controle da versão do software, controle de acesso e autenticação, disponibilidade, comunicação remota, auditoria e documentação. Para se atingir um nível de segurança NGS2, o software deve apresentar todas as características descritas no nível NGS1 e ainda estar certificado pela ICP-Brasil para os processos de assinatura e autenticação (LEÃO, COSTA, FORMAN, 2007). Para ser certificado pela SBIS/CFM o software de prontuário digital deve apresentar Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2), tornando assim o programa 100% digital, dispensando o uso do prontuário convencional de papel (BRASIL, SBIS/CFM, 2012).

20 20

21 21 3 MATERIAL E MÉTODOS O presente trabalho foi realizado mediante consulta ao site da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde SBIS, onde estão listados o desenvolvedor, nome das empresas e versão dos softwares certificados pela entidade. Os prontuários eletrônicos odontológicos foram selecionados mediante consulta em sites de busca e baseado no levantamento do trabalho de Carvalho, Foi feita a conferência do CNPJ e dos nomes das empresas de softwares de prontuário eletrônico odontológico com aqueles registrados e certificados no site da SBIS, URL: A consulta do CNPJ das empresas que disponibilizam prontuário eletrônico foi realizada através do Registro de Domínio para Internet no Brasil, URL: verificando-se o domínio, a entidade (empresa), o CNPJ e o ano de registro do site.

22 22 4 RESULTADOS O quadro 1 apresenta dados essenciais de cada empresa certificada pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde a comercializar prontuários digitais. As informações foram colhidas no site da SBIS, onde se pode também obter informações mais detalhadas de cada empresa. Quadro 1Lista dos softwares, suas respectivas empresas responsáveis e o número do CNPJ, disponíveis para consulta no site da Sociedade Brasileira de Informação em Saúde - SBIS URL SOFTWARE EMPRESA CNPJ Serviço On-Line de Saúde IMAP - Instituto Municipal de Administração Pública / MVPEP MV Sistemas Ltda / TASY Philips Clinical Informatics - Sistemas de Informação Ltda / SmartPEP Medicware Sistemas de Informática Ltda / MEDVIEW WPD Informática Ltda / RMDClinic RDTI - Registros Digitais Tecnologia de Informação Ltda / TrakCare InterSystems do Brasil Ltda / P2D EHR P2D Consultoria em Gestão e Tecnologia S.A / WinHosp.Net 7 Input Center Informática Ltda / Data Health Global Data Soluções de Internet Ltda. ME / PROWARE Wareline do Brasil Desenvolvimento de Software Ltda / Totvs Hospitalar Totvs S/A / emed Unimed Santa Bárbara D Oeste / O quadro 2 apresenta uma lista dos principais softwares de prontuários eletrônicos odontológicos, as empresas responsáveis pela comercialização dos mesmos, o número do CNPJ, o endereço eletrônico para acessar informações a cerca do produto e efetuar compras, o ano em que esses softwares entraram no mercado e informações a cerca de sua certificação na Sociedade Brasileira de Informação em Saúde.

23 23 Quadro 2 Software, ano de registro do site, nome da empresa, URL, CNPJ e certificação SBIS. SOFTWARE CRIAÇÃO EMPRESA URL CNPJ CERTIFICAÇÃO SBIS DentalClinic 1999 Dental Clinic Informática dentalclinic.com.br / NÃO Dental Manager 1997 Softmanager softmanager.com.br / NÃO Dental Master Software 1998 Micro imagem microimagem.com.br / NÃO Dental Office 1999 RH Software dentaloffice.com.br / NÃO Dentalis 1998 Aronis Engenharia de Sistemas dentalis.com.br / NÃO Dental Plus 2003 TechMedia Software techmedia-software.com / NÃO Dental-Pro 1997 Serta Informática serta.com.br / NÃO Dentista Plus 2003 Key Systems Interloja Ltda keysystems.com.br / NÃO Easy Dental 1997 Easy Distribuidora De Software easydental.com.br / NÃO Fragata Manager 1996 Fragata Software fragata.com.br / NÃO Microdonto Microdonto Inexistente DESATIVADO NÃO Odonto Bio Bio Sistema odonto.bio.br DESATIVADO NÃO Odontograph Suntech sistemas Inexistente DESATIVADO NÃO Odontológico HJ Software hj.com.br DESATIVADO NÃO Odontoway Software Odontológico 1997 Lssistemas lssistemas.com / NÃO Xdental 2002 Ex Soluções Ltda exdental.com.br / NÃO Pro Dent 1999 HartSystem hartsystem.com.br / NÃO

Prontuários eletrônicos em odontologia e obediência às normas do CFO

Prontuários eletrônicos em odontologia e obediência às normas do CFO ISSN 1981-3708 Prontuários eletrônicos em odontologia e obediência às normas do CFO Eletronics dental records and obedience CFO s norms Perseu S. SANTOS 1 ; Gilberto P. CARVALHO 2 1 - Especialista em Odontologia

Leia mais

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria 6º Congresso Nacional Unimed de Auditoria em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Búzios-RJ, 17 de junho de 2011 Duke em 1935 2 Slide do Dr. Ed Hammond Duke em 2011

Leia mais

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde III Workshop de Informática e Tecnologia em Saúde da SESAB Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Salvador-BA, 05

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário médico É um documento único constituído de um conjunto de informações, sinais

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente

Prontuário Eletrônico do Paciente 10º AUDHOSP - Congresso Nacional de Auditoria em Saúde e Qualidade da Gestão e da Assistência Hospitalar Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Águas de Lindóia-SP, 16 de setembro

Leia mais

Certificação Digital na Saúde

Certificação Digital na Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Brasília, 23 de setembro de 2015 Sobre a SBIS Sociedade científica para o desenvolvimento da Informática em Saúde no Brasil Fundada há

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Ementa: Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário

Leia mais

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276

Aspectos do Prontuário Eletrônico. Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Aspectos do Prontuário Eletrônico Lincoln de Assis Moura Jr., MSc, DIC, PhD lincoln.moura@zilics.com.br +55 11 8426-6276 Sumário Complexidade da Informação em Saúde Declaração de Convicção Aspectos Éticos

Leia mais

Eliminação do Papel em Saúde

Eliminação do Papel em Saúde Eliminação do Papel em Saúde Luis Gustavo Kiatake kiatake@evaltec.com.br Coordenador GT Segurança do Comitê Informática em Saúde ABNT Representante ABNT TC-215 Health Informatics ISO Membro titular da

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM

Processo de declaração de conformidade de software PEM Processo de declaração de conformidade de software PEM Dezembro, 2012 Versão 1,0 Os direitos de autor deste trabalho pertencem à SPMS e a informação nele contida é confidencial. Este trabalho não pode

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação TERMO DE REFERÊNCIA 1. Objeto 1.1. Contratação de empresa especializada em auditoria de tecnologia da informação e comunicações, com foco em segurança da informação na análise de quatro domínios: Processos

Leia mais

2. O que informatizar?

2. O que informatizar? A INFORMÁTICA NO CONSULTÓRIO MÉDICO No fascículo anterior, comentamos como a gestão de custos, mesmo sendo feita de maneira simplista, auxilia o consultório a controlar e avaliar seus resultados, permitindo

Leia mais

Gerenciamento Total da Informação

Gerenciamento Total da Informação RESOLUÇÃO CFM nº 1.639/2002 Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico", dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários, estabelece critérios

Leia mais

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL. Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011 PRONTUÁRIO ELETRÔNICO E ASSINATURA DIGITAL Instituto de Câncer do Estado de São Paulo 07 de Abril de 2011 AGENDA Introdução Prontuário Eletrônico Assinatura Digital Implantação ICESP é um hospital que

Leia mais

Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). ARTIGO CRM Digital AUTOR Claudio Giulliano Alves da Costa Médico. Presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). INTRODUÇÃO A utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação em

Leia mais

Universal sistema oficial CBO

Universal sistema oficial CBO P2D Prontuário 2013 Universal sistema oficial CBO P2D Prontuário Universal 14/2/2013 2 Conteúdo 1. O que é o P2D Prontuário Universal?... 3 2. Quanto custa?... 3 3. Quais os benefícios?... 3 4. Quais os

Leia mais

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador CÍCERO LUCENA

PARECER Nº, DE 2014. RELATOR: Senador CÍCERO LUCENA PARECER Nº, DE 2014 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 167, de 2014, do Senador Roberto Requião, que autoriza o armazenamento eletrônico dos prontuários dos pacientes.

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM

Processo de declaração de conformidade de software PEM Processo de declaração de conformidade de software agosto, 2015 Versão 2,0 Este trabalho não pode ser reproduzido ou divulgado, na íntegra ou em parte, a terceiros nem utilizado para outros fins que não

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. O CONSELHO

Leia mais

A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para. Certificado Digital

A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para. Certificado Digital A rede de dados mais confiável do país. Proposta de Parceria para Certificado Digital 1. Objetivo Esta proposta tem por objetivo realizar a emissão e validação do Certificado Digital da Serasa Experian.

Leia mais

Resolução CC-52, de 23-6-2004

Resolução CC-52, de 23-6-2004 Resolução CC-52, de 23-6-2004 ANEXO I Institui a Política e o Plano Estratégico de Uso de Software na Administração Pública Estadual O Secretário-Chefe da Casa Civil, na qualidade de Presidente do Comitê

Leia mais

Universal sistema oficial CBO

Universal sistema oficial CBO P2D Prontuário 2012 Universal sistema oficial CBO P2D Prontuário Universal 1/9/2012 2 Conteúdo 1. O que é o P2D Prontuário Universal?... 3 2. Quanto custa?... 3 3. Quais os benefícios?... 3 4. Quais os

Leia mais

Proposta de trabalho para produção do website do Programa Café Colombo. Walmar Andrade atendimento@fatorw.com (81) 9922-7168

Proposta de trabalho para produção do website do Programa Café Colombo. Walmar Andrade atendimento@fatorw.com (81) 9922-7168 Proposta de trabalho para produção do website do Programa Café Colombo Walmar Andrade atendimento@fatorw.com (81) 9922-7168 01. Apresentação Fator W é a marca fantasia através da qual o desenvolvedor web

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014 RESOLUÇÃO CFM Nº 2.107/2014 (Publicado no D.O.U. de 17 dez 2014, Seção I, p. 157-158) Define e normatiza a Telerradiologia e revoga a Resolução CFM nº 1890/09, publicada no D.O.U. de 19 janeiro de 2009,

Leia mais

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente?

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? CONCEITO Prontuário do Paciente é o conjunto de documentos padronizados e ordenados, destinados ao registro dos cuidados profissionais, prestados ao paciente

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA

GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA Boletim GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 21 de MAIO de 2014 - EXTRA Nº 05 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA nº 078, DE 20 DE MAIO DE 2014. Institui a sala de pesquisa em dados

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos esse manual, significa que você adquiriu um certificado digital AC Link. Manual do Usuário 1 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?...

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Prof. Ms. Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC

SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Prof. Ms. Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC NUCLEO CONSULTORIA EM SEGURANÇA Artigo SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO BRASIL, São Paulo Novembro, 2013 V.1.0 1. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 018/2013

NOTA TÉCNICA Nº 018/2013 NOTA TÉCNICA Nº 018/2013 Brasília, 09 de maio de 2013. ÁREA: Finanças TÍTULO: Certificado Digital e a Importância para os Municípios. REFERÊNCIA(S): Cartilha SIOPS; Comunicado CGSN/SE nº 3, de 10 de março

Leia mais

PORTARIA Nº 236, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014.

PORTARIA Nº 236, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014. PORTARIA Nº 236, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2014. Regulamenta o credenciamento de empresas de tecnologia para geração de códigos de segurança cifrados (CSC) inseridos em códigos bidimensionais de resposta rápida

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial.

A Nota Fiscal Eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma transação comercial. O QUE É A NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-E? Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar,

Leia mais

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD

Manual do usuário Certificado Digital e-cpf. Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Manual do usuário Certificado Digital e-cpf Parabéns! Ao ter em mãos este manual, significa que você adquiriu um Certificado Digital DOCCLOUD Índice Apresentação 03 O que é um Certificado Digital? 04 Instalando

Leia mais

Introdução. Benefícios para todos

Introdução. Benefícios para todos Introdução Esta cartilha tem a finalidade de guiar as empresas na implantação da Nota Fiscal Eletrônica e demonstrar as facilidades e vantagens do sistema para o contribuinte e para a sociedade A Nota

Leia mais

PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR

PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR PLATAFORMA DE UM PERSONAL HEALTH RECORD - PHR Saulo Soares de TOLEDO 1, Misael Elias de MORAIS 2, Adson Diego Dionisio da SILVA 3, Luiz Antonio Costa Corrêa FILHO 4, Valderí Medeiros da SILVA 5 1 Departamento

Leia mais

Certificado Digital e-cpf

Certificado Digital e-cpf Página1 Certificado Digital e-cpf Manual do Usuário Página2 Índice Apresentação... 03 O que é um Certificado Digital?... 03 Instalando o Certificado... 04 Conteúdo do Certificado... 07 Utilização, guarda

Leia mais

Certificação SBIS/CFM. Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010

Certificação SBIS/CFM. Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010 Certificação SBIS/CFM Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010 Agenda Histórico Requisitos Categorias Processo Certificação Comparativo para Discussão Histórico Ano 2002 2003 2004 2005 Eventos/Documentos

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade Este documento tem por objetivo definir a Política de Privacidade da Bricon Security & IT Solutions, para regular a obtenção, o uso e a revelação das informações pessoais dos usuários

Leia mais

SE Brasília/DF Jan./2013 24.000 ex. 10,5x29,7cm Editora MS/CGDI/SAA OS 2013/0124

SE Brasília/DF Jan./2013 24.000 ex. 10,5x29,7cm Editora MS/CGDI/SAA OS 2013/0124 1 12 SE Brasília/DF Jan./2013 24.000 ex. 10,5x29,7cm Editora MS/CGDI/SAA OS 2013/0124 SE Brasília/DF Jan./2013 24.000 ex. 10,5x29,7cm Editora MS/CGDI/SAA OS 2013/0124 12 Em 2013, o registro de dados no

Leia mais

Processo Aplicado Contabilidade EV Doc

Processo Aplicado Contabilidade EV Doc Processo Aplicado Contabilidade EV Doc EV DOC DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO ELETRÔNICA DE DOCUMENTOS (GED) Digitalize e gerencie de forma simples os documentos e informações de sua empresa utilizando uma plataforma

Leia mais

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais...

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... Software www.imagecomnet.com.br Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... A Empresa A Imagecom, uma empresa conceituada no ramo

Leia mais

APRESENTAÇÃO AO CANDIDATO

APRESENTAÇÃO AO CANDIDATO APRESENTAÇÃO AO CANDIDATO COMO FAZEMOS? QUEM SOMOS? ByeByePaper é uma empresa que atua no segmento de Gestão Eletrônica de Documentos e Certificado Digital, oferecendo ferramentas para gestão de conteúdo

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Em 2013, o registro de dados no SIOPS passará a ser obrigatório.

Em 2013, o registro de dados no SIOPS passará a ser obrigatório. Em 2013, o registro de dados no SIOPS passará a ser obrigatório. Fique atento aos procedimentos e prazos estabelecidos pela Lei para declaração de despesas com saúde. art certificado digital-siops-10,5x29,7.indd

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC Institui o Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanos criando o Quadro

Leia mais

SOLICITAÇÃO DO REGISTRO SINDICAL. 1 Primeiro passo.

SOLICITAÇÃO DO REGISTRO SINDICAL. 1 Primeiro passo. SOLICITAÇÃO DO REGISTRO SINDICAL 1 Primeiro passo. Antes de qualquer coisa, é indispensável que o Sindicato solicitante do Registro Sindical possua Certificado Digital. O certificado, na prática, equivale

Leia mais

Cartilha: Certificado Digital

Cartilha: Certificado Digital Certificação de Entidades Beneficientes de Assistência Social - CEBAS - 1 - Ministério da Educação Secretaria Executiva Secretaria de Educação Continuada, Alfabetizada e Diversidade Diretoria de Tecnologia

Leia mais

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES?

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? VIII SIMPÓSIO MINEIRO DE INTERCORRÊNCIAS EM CIRURGIA PLÁSTICA OURO PRETO, 04 de abril de 2014 PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? EDUARDO SUCUPIRA Comissão de Marketing

Leia mais

MANUAL DO CREDENCIADO

MANUAL DO CREDENCIADO MANUAL DO CREDENCIADO MANUAL DO CREDENCIADO APRESENTAÇÃO Prezado (a) Doutor (a): A ORAL ODONTO é uma empresa criada e administrada por profissionais dentistas que se dedicam a oferecer os melhores recursos

Leia mais

CONSULTA Nº 157.262/2013

CONSULTA Nº 157.262/2013 1 CONSULTA Nº 157.262/2013 Assunto: Sobre armazenamento de imagens médicas usando sistema de cloud computing, e se é permitido o armazenamento em data center fora do País. Relator: Conselheiro Nacime Salomão

Leia mais

CARTILHA SISTEMA DE CADASTRO DE SITES

CARTILHA SISTEMA DE CADASTRO DE SITES CARTILHA SISTEMA DE CADASTRO DE SITES Serviços psicológicos online: nova ferramenta de cadastro Equipe Técnica Elton Ramos (Divisão de Informática - Desenvolvimento) Ivan Oliveira (Divisão de Informática

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003

RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003 Casa Civil da Presidência da República Presidência da República Comitê Gestor da Infra-Estrutura de Chaves Públicas Secretaria Executiva RESOLUÇÃO Nº 26, DE 24 DE OUTUBRO DE 2003 Altera os Critérios e

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR

A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR A IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO DE CERTIFICAÇÃO DIGITAL EM AMBIENTE HOSPITALAR Flávio Osete Gonçalves da Silva, Camila Ramos de Moura Diretoria de Operações e Tecnologia da Informação Instituto do Câncer

Leia mais

DETALHAMENTO DE PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ADMINISTRATIVO 2011 GKM SOFTWARE X CLÍNICA/CONSULTÓRIO

DETALHAMENTO DE PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ADMINISTRATIVO 2011 GKM SOFTWARE X CLÍNICA/CONSULTÓRIO DETALHAMENTO DE PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA ADMINISTRATIVO 2011 GKM SOFTWARE X CLÍNICA/CONSULTÓRIO Detalhamento do projeto Os recursos descritos nesse documento têm por objetivo detalhar os módulos

Leia mais

Sr. Advogado, leia com atenção antes de adquirir seu certificado digital:

Sr. Advogado, leia com atenção antes de adquirir seu certificado digital: Sr. Advogado, leia com atenção antes de adquirir seu certificado digital: Para adquirir o Certificado Digital OAB, o solicitante deverá seguir os seguintes passos: Realizar a compra através da página da

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014

Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014 Resolução CFM Nº 2107 DE 25/09/2014 Publicado no DO em 17 dez 2014 Define e normatiza a Telerradiologia e revoga a Resolução CFM nº 1890/09, publicada no D.O.U. de 19 janeiro de 2009, Seção 1, p. 94-5p

Leia mais

MANUAL PARA USO DO SISTEMA

MANUAL PARA USO DO SISTEMA Clínicas Odontológicas MANUAL PARA USO DO SISTEMA (GCO) GERENCIADOR CLÍNICO ODONTOLÓGICO SmilePrev Versão 2.0 SmilePrev Clínicas Odontológicas www.smilepev.com 2008 REQUISITOS BÁSICOS DO SISTEMA HARDWARE

Leia mais

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR?

COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? COMO O INVESTIMENTO EM TI PODE COLABORAR COM A GESTÃO HOSPITALAR? Descubra os benefícios que podem ser encontrados ao se adaptar as novas tendências de mercado ebook GRÁTIS Como o investimento em TI pode

Leia mais

LSoft SGC Gestão Empresarial

LSoft SGC Gestão Empresarial LSoft SGC Gestão Empresarial O LSoft SGC é um sistema de gestão dinâmico, eficiente e flexível idealizado para atender diversos segmentos de indústrias, comércios e serviços. O objetivo principal é tornar

Leia mais

Inovação Tecnológica através do Software SISO Sistema Odontológico da UNIOESTE

Inovação Tecnológica através do Software SISO Sistema Odontológico da UNIOESTE Inovação Tecnológica através do Software SISO Sistema Odontológico da UNIOESTE Rafael Voltolini 1, Anderson Zanardo Dias 1, Anselmo Luiz Éden Battisti 1, Claudia Brandelero Rizzi 1, Jorge Bidarra 1, Fabiana

Leia mais

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Secretaria de Estado da Fazenda Guia prático para emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) Para dar mais agilidade e segurança à administração tributária, os Estados brasileiros, o Distrito Federal e o

Leia mais

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS OBJETIVO DA SOLUÇÃO GERCLIM WEB A solução GERCLIM WEB tem por objetivo tornar as rotinas administrativas e profissionais de sua clínica,

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física

Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Sistema Web de Ensino Voltado aos Conteúdos da Física Fábio Luiz P. Albini 1 Departamento de Informática, Instituto Federal do Paraná (IFPR) Curitiba, Paraná 81520-000, Brazil. fabio.albini@ifpr.edu.br

Leia mais

Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como emissor de NF-e. Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo

Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como emissor de NF-e. Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como emissor de NF-e Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Versão 1.0 23/07/2009 Passos e Orientações para solicitação de credenciamento como

Leia mais

Portal Cidadão - Governo

Portal Cidadão - Governo Portal Cidadão - Governo A Certisign Manaus Recife Brasília Goiânia Belo Horizonte São Paulo Rio de Janeiro Porto Alegre A Certisign Pioneira no mercado Certificação na América Latina Única com foco exclusivo

Leia mais

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO CERTIFICADO DIGITAL O certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade. Este arquivo pode

Leia mais

Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios

Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios Medware Clínicas Sistema de Gerenciamento de Clínicas e Consultórios A Empresa MEDWARE Sistemas Médicos Ltda A Medware Sistemas Médicos é uma empresa de desenvolvimento de sistemas voltada para a criação

Leia mais

Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão

Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão Manual do Usuário Cidadão SIC Serviço de informação ao cidadão NOVOSIS 3ª Versão Conteúdo Introdução... 3 Principais recursos:... 4 Para o cidadão:... 4 Para os órgãos públicos:... 4 Como Utilizar o SIC...

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

Governança em T.I. GTI-V Noturno - 2015. Alunos: Douglas de Souza Braga Rafael vitor Hugo Bastos Kaysmier Walessa

Governança em T.I. GTI-V Noturno - 2015. Alunos: Douglas de Souza Braga Rafael vitor Hugo Bastos Kaysmier Walessa Governança em T.I GTI-V Noturno - 2015 Alunos: Douglas de Souza Braga Rafael vitor Hugo Bastos Kaysmier Walessa Politica de Segurança Ativos: Computadores: Sistema \ Hardwere \Segurança A infraestrutura

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS 1 Contato Claudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. claudio.giulliano@gmail.com

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP N 012/2005. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais,

RESOLUÇÃO CFP N 012/2005. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais, RESOLUÇÃO CFP N 012/2005 Regulamenta o atendimento psicoterapêutico e outros serviços psicológicos mediados por computador e revoga a Resolução CFP N 003/2000. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso

Leia mais

REGULAMENTO. 1º - Serão aceitos projetos inovadores desenvolvidos em 2009 e 2010, e que já estejam no mercado por um período mínimo de 6 meses.

REGULAMENTO. 1º - Serão aceitos projetos inovadores desenvolvidos em 2009 e 2010, e que já estejam no mercado por um período mínimo de 6 meses. REGULAMENTO APRESENTAÇÃO Art. 1º O Prêmio de Nacional de Inovação na Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), com o apoio da Financiadora

Leia mais

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE ANEXO II TERMO DE REFERÊNCIA PROFISSIONAL NÍVEL SUPERIOR CONTEUDISTA (MESTRE) PARA O CURSO DE QUALIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, COM UTILIZAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE GESTÃO DA

Leia mais

central de atendimento -> 55(11) 3807-0188 ou atendimento@grupotreinar.com.br

central de atendimento -> 55(11) 3807-0188 ou atendimento@grupotreinar.com.br Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado de Segurança da Informação no Brasil e exterior. Os cursos são ministrados em português, espanhol ou inglês, atendendo

Leia mais

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE INTRODUÇÃO Na intenção de realizar um novo sistema financeiro para a gestão de recursos de convênios celebrados pela Academia Brasileira de Ciências, o setor de informática juntamente com o setor financeiro

Leia mais

Prof. Paulo Barbosa duvidas@paulobarbosa.com.br

Prof. Paulo Barbosa duvidas@paulobarbosa.com.br Prof. Paulo Barbosa duvidas@paulobarbosa.com.br Esse material pode ser denominado Notas de Aulas. Ele não é autodidático, não o utilize como fonte única de consulta para estudos para préconcurso. Use-o

Leia mais

Manual do Prevencionista

Manual do Prevencionista Manual do Prevencionista Sumário 1- Introdução 2- Instruções de atendimento 2.1- Identificação do beneficiário 2.2- Quanto ao tratamento 2.2.1- Etapas do atendimento 2.2.1.1- Situação atual 2.2.1.2- Fichas

Leia mais

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES

C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES C E R T I F I C A Ç Ã O REGULAMENTO NACIONAL DE CERTIFICAÇÕES Com o objetivo de melhorar o nível de confiabilidade e segurança das certificações emitidas pelas ASSESPRO REGIONAIS a favor de seus associados,

Leia mais

Que informações nós coletamos, e de que maneira?

Que informações nós coletamos, e de que maneira? Política de Privacidade Vivertz Esta é a política de privacidade da Affinion International Serviços de Fidelidade e Corretora de Seguros Ltda que dispõe as práticas de proteção à privacidade do serviço

Leia mais

Editoria e Diagramação Núcleo de Imagem Ascom TJPE. Ilustração Gerência de Atendimento Técnico

Editoria e Diagramação Núcleo de Imagem Ascom TJPE. Ilustração Gerência de Atendimento Técnico Conceitos de Segurança da Informação, Certificação Digital e suas Aplicações no TJPE 3ª Edição - Maio/2013 Elaboração Núcleo de Segurança da Informação SETIC Editoria e Diagramação Núcleo de Imagem Ascom

Leia mais

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS

SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS SISTEMA INFORMATIZADO DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS MANUAL DO PRESTADOR DE SERVIÇOS AMBULATORIAIS DE EMERGÊNCIA (FASCÍCULO DO PRONTO-SOCORRO E DO PRONTO ATENDIMENTO) VERSÃO I - 2013 ÍNDICE APRESENTAÇÃO

Leia mais

Certificação Profissional de Análise e Aprovação de Crédito - CERT.FBB-200

Certificação Profissional de Análise e Aprovação de Crédito - CERT.FBB-200 MANUAL DE CANDIDATURA da Abril de 2012 Versão 2.0 A Federação Brasileira de Bancos FEBRABAN vem, neste Manual de Candidatura, divulgar as regras e informações necessárias para a realização dos exames pertinentes

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Universidade Federal de Pernambuco Ciência da Computação Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Professora: Carla Taciana Lima Lourenço Silva Schuenemann Estudo de Viabilidade Clínica médica

Leia mais

CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DA RECEITA FEDERAL

CERTIFICAÇÃO NO ÂMBITO DA RECEITA FEDERAL Novo Hamburgo RS, Maio de 2007. Circular 06/2007 Prezado cliente; Apresentamos através desta circular, esclarecimentos adicionais sobre o assunto que está gerando bastante dúvidas, para as empresas tributadas

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

MAIO / 2007. Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança

MAIO / 2007. Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança Siissttema de Assssiinattura Diigiittall MAIO / 2007 Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança A internet facilitando nossa vida As exigências e as pressões crescentes da vida moderna, o caos urbano,

Leia mais

Manual do módulo Hábil NFC-e Emissor de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

Manual do módulo Hábil NFC-e Emissor de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica Manual do módulo Hábil NFC-e Emissor de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica Hábil Empresarial 2014 by Ltda (0xx46) 3225-6234 I Hábil Empresarial NFC-e Índice 1 Cap. I Introdução 1 O que é... o Hábil NFC-e

Leia mais

Serviços Ibama Certificação Digital

Serviços Ibama Certificação Digital Guia da nos 1. Informações Gerais Objetivando garantir mais segurança ao acesso dos usuários dos Serviços do Ibama, foi estabelecido desde o dia 1º de janeiro de 2014, o acesso por meio de certificação

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

4. O QUANDO QUISER não possui qualquer responsabilidade pelo CONTEÚDO existente no SITE do ANUNCIANTE;

4. O QUANDO QUISER não possui qualquer responsabilidade pelo CONTEÚDO existente no SITE do ANUNCIANTE; TERMO DE USO DO QUANDO QUISER O presente TERMO DE USO regula as condições gerais de uso dos serviços oferecidos pelo QUANDO QUISER (www.quandoquiser.com.br), da empresa N. O. S. SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA

PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA HOMOLOGAÇÃO DE SOFTWARE HOUSES COM PRODUTOS E APLICAÇÕES DE EDI NO PADRÃO DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA BRASILEIRA Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho da Comissão de Normas

Leia mais