PLANO MUNICIPAL DE AÇÃO DE GESTÃO DE RESÍDUOS URBANOS DO CONCELHO DO NORDESTE

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1 PLANO MUNICIPAL DE AÇÃO DE GESTÃO DE RESÍDUOS URBANOS DO CONCELHO DO NORDESTE PAULO MACIEMARAL 2014

2 CONTEÚDO CAPÍTULO 1 ENQUADRAMENTO LEGISLATIVO CAPÍTULO 2 DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ACTUAL Quadro Físico Entidade gestora de resíduos urbanos no concelho do Nordeste Resíduos urbanos produzidos e/ou geridos Receção e produção de resíduos Recolha específica: Recolha seletiva: Recolha indiferenciada: Outros produtores Caracterização física dos resíduos urbanos rececionados Indiferenciados Recolha Seletiva Capitação média diária e média anual de RSU Instalações e infraestruturas Operadores /entidades e instalações para onde habitualmente são encaminhados os resíduos produzidos Descrição sistemas de recolha seletiva e indiferenciada implementados (deposição, recolha e circuitos) Sistema de recolha de RSU Deposição: Recolha indiferenciada seletiva e específica: Circuitos de remoção de indiferenciados: Descrição dos sistemas de tratamento implementados Sistema de tratamento e valorização de resíduos produzidos pela recolha seletiva Sistema de tratamento e valorização de indiferenciados: vermicompostagem Destino final dos resíduos sólidos urbanos Recolha específica: Recolha seletiva: Recolha indiferenciada:

3 Outros produtores Posicionamento atual em termos de metas e gestão de resíduos Recursos humanos afetos à gestão de resíduos sólidos urbanos Áreas de cooperação com outras entidades CAPÍTULO 3 PROSPETIVA DA SITUAÇÃO FUTURA Evolução demográfica Quantidades anuais de resíduos sólidos urbanos estimados a gerir no sistema entre 2013 e Volume de deposição de resíduos em aterro Estratégia futura de deposição de resíduos não valorizáveis em aterro CAPÍTULO 4 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E OPERACIONAIS Estratégia de prevenção de resíduos urbanos Estratégia de gestão de resíduos urbanos e sensibilização ambiental Objetivos estratégicos e operacionais CAPÍTULO 5 AÇÕES FICHAS DE AÇÕES AÇÕES A - USO EFECIENTE DE RECURSOS AÇÕES B - REGULAMENTAÇÃO AÇÕES C - FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E CARATERIZAÇÃO AÇÕES D - MONITORIZAÇÃO AÇÕES E SENSIBILIZAÇÃO, EDUCAÇÃO AMBIENTAL E APOIO CAPÍTULO 6 ANÁLISE ECONÓMICA E FINANCEIRA

4 EQUAÇÕES: Equação Equação Equação Equação

5 FIGURAS: Figura 1: Enquadramento das freguesias do Concelho do Nordeste, com indicação do n.º de habitantes - população presente (censos preliminares de 2011) e localização do aterro sanitário do nordeste Figura 2: Distribuição relativa da população no concelho do Nordeste segundo os dados preliminares dos censos Figura 3: Composição média dos resíduos sólidos urbanos geridos em percentagem (ano de 2011). A descrição dos códigos LER apresenta-se na Tabela 1. (Origem: dados resultantes de contagem) Figura 4: Produção de resíduos sólidos urbanos geridos (toneladas) no concelho de Nordeste a partir de Figura 5: Composição física (%) dos resíduos sólidos urbanos indiferenciados em Figura 6: Composição física (%) dos resíduos sólidos urbanos indiferenciados em Figura 7: Composição física (%) dos resíduos de embalagens de plástico/metal provenientes da recolha seletiva em Figura 8: Evolução da produção da recolha seletiva (%) a partir de Figura 9: Produção da recolha seletiva de embalagens (vidro: , papel/cartão: , de plástico: , de metal , e compósitas: ) em toneladas/ano (Gráfico A) e em percentagem (Gráfico B), a partir de Figura 10: Análise da tipologia de resíduos rececionados na recolha específica e seletiva e sua evolução quantitativa relativa, por código LER. A descrição dos códigos LER apresenta-se na Tabela Figura 11: Evolução da capitação média diária de RSU, indiferenciados, bio-resíduos, específica e seletiva determinada a partir de 2004 e até Figura 12: Evolução da capitação média diária de RSU determinada a partir de 2004 e até Figura 13: Planta do aterro sanitário de Nordeste. Cartografia base vetorial 1: 5000 gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Nordeste Figura 14: Organização do sistema com indicação do destino final dos resíduos Figura 15: Enquadramento dos circuitos e zonas de recolha nas freguesias do concelho e indicação da população servida (Censos preliminares de 2011) por zona (a azul) Figura 16: Parque de armazenamento de contentores Figura 17: Fases do processo de vermicompostagem Figura 18: Esquema demonstrativo da sequência das fases do processo de vermicompostagem Figura 19: Fase de pré triagem Figura 20: Fase de Higienização

6 Figura 21: Fase de Crivagem. A - Aspeto geral do equipamento; B - Equipamento Trommell: C Saída de refugo Figura 22: Fase de maturação biológica (vermicompostagem) Figura 23: Fase de afinação (secagem) Figura 24: Produtos finais resultantes da compostagem Figura 25: Evolução dos destinos dos resíduos sólidos urbanos. D1 Deposição em aterro; R3 - Reciclagem ou recuperação de compostos orgânicos que não são utilizados como solventes, incluindo as operações de compostagem e outras transformações biológicas Figura 26: Destinos finais dos resíduos produzidos, por tipo de recolha Figura 27: Levantamento topográfico da célula do aterro sanitário de Nordeste com data de fevereiro de

7 TABELAS: Tabela 1: Descrição dos tipos de resíduos que foram rececionados e/ou produzidos no Aterro Sanitário de Nordeste, por código LER a partir (*) produzido na unidade de vermicompostagem Tabela 2: Receção de resíduos provenientes da recolha específica Tabela 3: Receção de resíduos provenientes da recolha seletiva Tabela 4: Receção de resíduos provenientes da recolha indiferenciada Tabela 5: Receção de resíduos provenientes de operadores locais licenciados. (*) produzido na unidade de vermicompostagem Tabela 6: Licença de funcionamento Tabela 7: Calendário da recolha seletiva de embalagens para particulares Tabela 8: Calendário da recolha seletiva de embalagens no comércio Tabela 9: Valores utilizados para os cálculos de otimização de circuito Tabela 10: Valores calculados para as zonas 1 e 2. QRSU - quantidade estimada de resíduos sólidos produzidos; VRSU volume estimado de resíduos sólidos urbanos produzidos; NC número estimado de contentores apresentados; CVEIC capacidade de carga do veículo de remoção; NV número estimado de voltas; NVE número estimado de voltas em épocas de maior produção; TR1 tempo de remoção estimado; TDR tempo disponível de remoção; VEXE volume de remoção disponível não utilizado no veículo de remoção (volume excedentário); Tlaboral duração real média do circuito Tabela 11: Destino final dos resíduos de recolha específica por operação Tabela 12: Destino final dos resíduos de recolha seletiva por operação Tabela 13: Destino final dos resíduos de recolha indiferenciada por operação Tabela 14: Destino final dos resíduos provenientes de outros produtores por operação Tabela 15: Taxa de reciclagem de resíduos domésticos de papel; metal; plástico e vidro (%). Determinado pelo método de cálculo 1 da decisão da comissão de 18 de novembro de Tabela 16: Taxa de reciclagem de resíduos domésticos e semelhantes (%). Determinado pelo método de cálculo 2 da decisão da comissão de 18 de novembro de Tabela 17: Metas previstas para a redução dos resíduos urbanos biodegradáveis em aterro. Método de cálculo: Redução da quantidade dos resíduos biodegradáveis destinados a aterro, em peso, dos resíduos urbanos biodegradáveis produzidos em 1995 (de acordo com o artigo 238 do Decreto Legislativo Regional n. 29/2011/A Tabela 18: Metas previstas para a reciclagem e valorização. Aumento mínimo global em peso relativamente à preparação para a reutilização e a reciclagem de resíduos urbanos, incluindo o papel, o cartão, o plástico, o vidro, o metal, a madeira e os resíduos urbanos biodegradáveis (de acordo com o artigo 238 do Decreto Legislativo Regional n. 29/2011/A)

8 Tabela 19: Caracterização dos recursos humanos afetos ao serviço de gestão de resíduos sólidos urbanos Tabela 20: Analise SWOT Tabela 21: Áreas que podem ser de cooperação com outras entidades de âmbito local, regional e nacional Tabela 22: Valores estimados da evolução demográfica da população Tabela 23: Estimativa da média da produção de resíduos sólidos urbanos. Média determinada dos valores entre 2006 e 2011, e valores estimados para os anos compreendidos entre 2013 e Tabela 24: Estimativa do volume ocupado em aterro entre 2004 e Valores em ton/m Tabela 25: Estimativa do volume ocupado em aterro entre 2013 e Valores em ton/m Tabela 26: Objetivos estratégicos e operacionais de prevenção de resíduos Tabela 27: Objetivos estratégicos e operacionais de gestão de resíduos Tabela 28: Objetivos estratégicos e operacionais de sensibilização ambiental Tabela 29: Descrição resumo das ações A (USO EFECIENTE DE RECURSOS) Tabela 30: Descrição resumo das ações B (REGULAMENTAÇÃO) Tabela 31: Descrição resumo das ações C (FORMAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E CARATERIZAÇÃO) Tabela 32: Descrição resumo das ações D (MONITORIZAÇÃO) Tabela 33: Descrição resumo das ações E (SENSIBILIZAÇÃO, EDUCAÇÃO AMBIENTAL E APOIO) Tabela 34: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações A1. (R) Receita derivada da aplicação das medidas Tabela 35: Calendarização das Ações A1. MED medida Tabela 36: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações A2. FC fundos comunitários; MP meios próprios Tabela 37: Calendarização das Ações A2. MED medida Tabela 38: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações A3. FC fundos comunitários; MP meios próprios. ACD Ampliação capacidade de deposição da célula; CET Construção de uma estação de transferência Tabela 39: Calendarização das Ações A3. MED medida Tabela 40: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações B Tabela 41: Calendarização das Ações B1. MED medida Tabela 42: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações B Tabela 43: Calendarização das Ações B2. MED medida Tabela 44: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações C Tabela 45: Calendarização das Ações C1. MED medida

9 Tabela 46: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações C Tabela 47: Calendarização das Ações C2. MED medida Tabela 48: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações D Tabela 49: Calendarização das Ações D1. MED medida Tabela 50: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações D Tabela 51: Calendarização das Ações D2. MED medida Tabela 52: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações E Tabela 53: Calendarização das Ações E1. MED medida Tabela 54: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações E Tabela 55: Calendarização das Ações E2. MED medida Tabela 56: Recursos a afetar, fonte de financiamento, montante de investimento e prioridade de execução para as ações E Tabela 57: Calendarização das Ações E3. MED medida Tabela 58: Orçamento por ações. MED medidas previstas no plano Tabela 59: Lista de resíduos admissíveis, por código LER no Aterro Sanitário de Nordeste no âmbito da licença de funcionamento atribuída n. 9/DRA/2011 (Validade: ). e no âmbito do alvará n.º 1/DRA/2010 (validade: ). Os resíduos admissíveis no âmbito da licença estão identificados por L na coluna licença e os resíduos admissíveis no âmbito do alvará por A na coluna alvará Tabela 60: Quantidade de resíduos urbanos produzidos por código LER a partir A descrição dos códigos LER apresenta-se na Tabela Tabela 61: Percentagem de resíduos urbanos produzidos por código LER a partir A descrição dos códigos LER apresenta-se na Tabela Tabela 62: Quantidade (%) por subcategoria da composição dos resíduos sólidos urbanos indiferenciados em Tabela 63: Composição física (%) dos resíduos de embalagens de plástico/metal provenientes da recolha seletiva em Tabela 64: Valores estimados da evolução demográfica da população presente recorrendo à Equação Tabela 65: Proposta de programa de monitorização numa estação de compostagem [1] Tabela 66: Valores da qualidade do composto, valores recomendáveis e limites máximos. (*) de acordo com a proposta de norma (Gonçalves e Batista, 2005) ().; (**) [3]; (#) [1] Tabela 67: Média da produção de resíduos sólidos urbanos por código LER. Média dos valores entre 2006 e 2011, e valores estimados para os anos compreendidos entre 2013 e

10 Tabela 68: Valores populacionais estimados da população entre 2012 e 2018 determinados no capítulo anterior (evolução demográfica) e valores médios determinados da capitação média diária estimada entre os anos de 2008 e 2011 (ver secção 2.3.2) Tabela 69: Valores estimados da produção de resíduos sólidos urbanos por código LER, em toneladas, para os anos compreendidos entre 2013 e Tabela 70: Estimativa da fração presente nos resíduos domésticos, valor da fração recuperada no tratamento:

11 AGRADECIMENTOS Os meus sinceros agradecimentos pelo apoio atribuído no desenvolvimento dos trabalhos para a elaboração do plano, em particular às seguintes entidades: - MUSAMI; - Universidade de Évora e laboratório de geotecnia da Universidade de Évora; - Nordeste Ativo. Também gostaria de agradecer às seguintes pessoas: - Dr. Carlos Botelho, administrador delegado do MUSAMI, pelo apoio e contributo para a realização do presente plano; - Dr. José Carlos Barbosa Carreiro, Presidente do Conselho de Administração da Nordeste Ativo, - Engenheira Isabel Duarte docente e investigadora do Departamento de Geociências da Universidade de Évora pelo incentivo, carinho, disponibilidade, logística e ajuda prestada para a realização dos ensaios de corte direto de solo que cobre a célula do aterro; - Engenheira Paula Faria Diretora do Departamento de Geociências da Universidade de Évora, pela disponibilidade do laboratório de geotecnia da Universidade de Évora; - Técnica de laboratório Sandra Velez do Departamento de Geociências da Universidade de Évora, pela realização dos ensaios de corte direto de solo; - Dr. Paulo Bruno Cabral da Nordeste Ativo, pela cedência de diversa informação e esclarecimento de dados técnicos; - Mestre André Neves da Nordeste Ativo, pela cedência de diversa informação e esclarecimento de dados técnicos; - Dr. Marco Lacerda da Nordeste Ativo, pela cedência de informação e apoio prestado na área económica e financeira; - João Reis, topografo pelo levantamento topográfico realizado para a Nordeste Ativo; 10

12 - Técnica Célia Correia da Nordeste Ativo, pela cedência de informação e apoio burocrático; - Aos meus pais por todo o apoio prestado e motivação nas horas mais difíceis. 11

13 CAPÍTULO 1 ENQUADRAMENTO LEGISLATIVO O enquadramento legal vigente para a elaboração, execução, avaliação e revisão do Plano Municipal de Ação de Gestão de Resíduos do Concelho de Nordeste contempla a seguinte legislação: 1 Decreto Legislativo Regional n. 29/2011/A, de 16 de novembro, que estabelece o regime de ação de resíduos; 2 Decreto Legislativo Regional n.º 10/2008/A, de 12 de maio, que aprova o Plano Estratégico de Gestão de Resíduos dos Açores PEGRA; 3 Decreto Legislativo Regional n.º 24/2012/A, de 1 de junho, que aprova as normas que regulamentam a gestão de fluxos específicos de resíduos; 4 Portaria n.º 28/2012, de 1 de março, que aprova as normas técnicas relativas à caracterização de resíduos urbanos. 5 Portaria n. 209/2004, de 3 de março, que aprova a Lista Europeia de Resíduos (CÓDIGOS LER); 6 Decreto Legislativo Regional nº 31/2010/A, de 17 de novembro, que define as normas de prevenção e controlo da presença de roedores, invasores e comensais; 7 Portaria nº 98/2012, de 18 de setembro, que define os requisitos técnicos para a elaboração do plano de controlo de roedores. 12

14 CAPÍTULO 2 DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ACTUAL 2.1. Quadro Físico O Concelho do Nordeste é constituído, de poente para nascente, pelas seguintes freguesias e respetivas massas populacionais Salga, Achadinha, Achada, Santana, Algarvia, Santo António de Nordestinho, São Pedro de Nordestinho, Lomba da Fazenda e Nordeste (Figura 1). O aterro sanitário fica localizado na freguesia de São Pedro de Nordestinho. A maior fatia da população (43%) encontra-se a nascente, nas freguesias de Nordeste e Lomba da Fazenda (Figura 2). Figura 1: Enquadramento das freguesias do Concelho do Nordeste, com indicação do n.º de habitantes - população presente (censos preliminares de 2011) e localização do aterro sanitário do nordeste. 13

15 Figura 2: Distribuição relativa da população no concelho do Nordeste segundo os dados preliminares dos censos A economia no Concelho de Nordeste encontra-se essencialmente dependente da agropecuária, do comércio tradicional familiar e da indústria de construção civil. De uma forma geral o concelho pode ser caraterizado: a) Sector Primário A produção animal tem uma importância enorme no desenvolvimento de todas as freguesias, nomeadamente através da criação de gado bovino e em pequena escala a suinocultura, destinada principalmente para autoconsumo. Na atividade agrícola destaca-se o cultivo da batata. A produção de frutas e hortaliças é destinada principalmente para autoconsumo. b) Sector Secundário Na indústria distingue-se principalmente a construção civil e alguma panificação. c) Sector Terciário O turismo encontra-se em expansão principalmente no sector oriental do município. Porém, complementando o turismo, a atividade comercial também é cada vez mais importante. Existem no concelho todos os tipos de estabelecimentos dedicados ao comércio dos mais diversos produtos, desde roupa a produtos alimentares e ao artesanato, etc. (a tecelagem e o trabalho 14

16 em folha de milho são uma das mais antigas e tradicionais atividades em artesanato). Os serviços contam com múltiplos estabelecimentos de alimentos e bebidas, "pubs", restaurantes, serviços bancários, etc. O concelho têm-se enriquecido com diversos tipos de serviços desportivos desde campos de futebol a ginásios, extremamente importantes para a ocupação e desenvolvimento de massas jovens. No Município do Nordeste os serviços educativos cobrem níveis desde o pré-escolar ao secundário e profissional. O ensino decorre segundo sistemas escolarizados ou de índole comunitária. A educação profissional é oferecida pela Escola Profissional do Nordeste, (localizada em S. Pedro do Nordestinho) onde se lecionam disciplinas ligadas à economia da zona. Os serviços de saúde são proporcionados num Centro de Saúde (na Vila) e num posto de saúde (na Achada). Os serviços oferecidos pela unidade principal são os seguintes: ambulatório, serviço de atendimento permanente, internamentos, fisioterapia, terapia ocupacional, raio x, saúde oral e colheitas de sangue. Realça-se que as festas concelhias, nomeadamente as da Vila, ao longo da 2 a semana de Julho, constituem um importante acontecimento turístico, movimentando milhares de pessoas e envolvem acontecimentos lúdicos e culturais de grande valia para as diversas freguesias Entidade gestora de resíduos urbanos no concelho do Nordeste O Aterro Sanitário do concelho do Nordeste foi inaugurado em A Câmara Municipal de Nordeste delegou e concessionou as competências de gestão de resíduos à empresa Municipal: Nordeste Ativo. Esta empresa desenvolve competências na área da recolha de resíduos urbanos indiferenciados e da recolha seletiva, planeamento, gestão e manutenção de infraestruturas de tratamento de resíduos, sensibilização ambiental, cobrança de tarifário, caracterização dos resíduos, monitorização, avaliação, gestão e comunicação da informação ao Sistema Regional de Informação sobre Resíduos SRIR. 15

17 2.3. Resíduos urbanos produzidos e/ou geridos Receção e produção de resíduos Os resíduos geridos são de origem doméstica, agrícola e florestal, na categoria dos resíduos especiais são geridos resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos e resíduos de construção e demolição, monstros, metais, plásticos, etc. De acordo com a licença de funcionamento atribuída n. 9/DRA/2011 (Validade: ). e de acordo com o alvará n.º 1/DRA/2010 (validade: ) podem ser rececionados no Aterro Sanitário de Nordeste diversos resíduos. A lista de resíduos admissíveis (ver anexos: Figura 26) tem de cumprir cumulativamente com as seguintes condições: serem não perigosos; serem urbanos ou equiparados. O respetivo enquadramento legal também se encontra descriminado (ver anexos: Figura 26). A geração de uma base de dados com a informação disponível de entrada e saída de resíduos urbanos do aterro sanitário só se iniciou em Os resíduos urbanos podem ser classificados por códigos LER. Estes encontram-se descritos na portaria n.º 209/2004 de 3 de Março. Figura 3: Composição média dos resíduos sólidos urbanos geridos em percentagem (ano de 2011). A descrição dos códigos LER apresenta-se na Tabela 1. (Origem: dados resultantes de contagem) A quantidade de resíduos sólidos urbanos geridos, em 2011 (%) pode ser observada na Figura 3. A quantidade total de resíduos sólidos urbanos geridos têm vindo a diminuir a partir de 2004 (Figura 4). O grande aumento no ano de 2012 está relacionado com o registo da receção de diversos bio-resíduos recolhidos, e provenientes de outros operadores licenciados (no total 16

18 perfazem 46% das entradas em 2012). Estes bio-resíduos não eram anteriormente rececionados no aterro sanitário do Nordeste. Figura 4: Produção de resíduos sólidos urbanos geridos (toneladas) no concelho de Nordeste a partir de Os resíduos rececionados no aterro sanitário de Nordeste a partir de 2004, encontram-se descritos na Tabela 1, por código LER. Tabela 1: Descrição dos tipos de resíduos que foram rececionados e/ou produzidos no Aterro Sanitário de Nordeste, por código LER a partir (*) produzido na unidade de vermicompostagem. CÓDIGO LER DESCRIÇÃO: CÓDIGO LER Embalagens de vidro Papel e cartão Embalagens de plástico Embalagens de madeira Embalagens de metal Embalagens compósitas Embalagens têxteis Resíduos de plásticos (excluindo embalagens) Papel e cartão Têxteis Plásticos Metais Monstros Pneus usados Equipamento fora de uso não abrangido em a Equipamentos fora de uso, contendo clorofluorocarbonetos Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso, não abrangido em ou , contendo componentes perigosos 17

19 Equipamento elétrico e eletrónico fora de uso não abrangido em , ou Mistura de resíduos de construção e demolição, não abrangidos em , e Resíduos urbanos e equiparados não anteriormente especificados Madeira não abrangida em Outras frações não anteriormente especificadas. Serradura, aparas, fitas de aplainamento, madeira, aglomerados e folheados, não abrangidos em Fracção não compostada de resíduos urbanos e equiparados (Refugo da compostagem) (*) Lamas do tratamento de águas residuais urbanas Composto (*) Lamas de fossas sépticas Resíduos biodegradáveis Resíduos da limpeza de ruas Outros resíduos urbanos e equiparados, incluindo misturas de resíduos. A quantificação da produção de resíduos sólidos em toneladas e em percentagem, por código LER que a empresa Nordeste Ativo possui em arquivo reporta-se à Tabela 60 e à Tabela 61 presentes no Anexo II. O sistema têm vindo a ser atualizado progressivamente e recentemente novas quantidades de resíduos sólidos urbanos, por código LER têm surgido na base de dados. O grande aumento da produção de resíduos sólidos urbanos em 2012 está relacionado com a admissão de bioresíduos (Figura 11). Em detalhe, serão especificados por tipo de entrada os resíduos rececionados Recolha específica: Na recolha específica de resíduos são produzidos monstros, plásticos, metais, equipamento elétrico e eletrónico fora de uso (REE), (Tabela 2). Tabela 2: Receção de resíduos provenientes da recolha específica. CÓDIGO DESCRIÇÃO LER CÓDIGO LER Equipamento fora de uso não abrangido em a Equipamento elétrico e eletrónico fora de uso não abrangido em , ou Plásticos Metais Outras frações não anteriormente especificadas Pneus usados Monstros. 18

20 Recolha seletiva: Na recolha seletiva de resíduos são produzidos embalagens de plástico/metal, papel/cartão, vidro, compósitas (Tabela 3). Tabela 3: Receção de resíduos provenientes da recolha seletiva. CÓDIGO DESCRIÇÃO LER CÓDIGO LER Embalagens de papel e cartão Embalagens de plástico Embalagens de metal Embalagens compósitas Embalagens de vidro Recolha indiferenciada: A composição dos resíduos indiferenciados é diversa (Tabela 4), (ver ponto: Indiferenciados). Tabela 4: Receção de resíduos provenientes da recolha indiferenciada. CÓDIGO DESCRIÇÃO LER CÓDIGO LER Embalagens de papel e cartão Embalagens de plástico Embalagens de metal Embalagens compósitas Embalagens de vidro Embalagens têxteis Equipamento fora de uso não abrangido em a Papel e cartão Têxteis Equipamento elétrico e eletrónico fora de uso não abrangido em , ou Madeira não abrangida em Plásticos. 19

21 Metais Outras frações não anteriormente especificadas Resíduos biodegradáveis Outros resíduos urbanos e equiparados, incluindo misturas de resíduos Outros produtores Foram admitidos diversos resíduos provenientes de operadores locais licenciados, (Tabela 5). O aterro sanitário do Nordeste recebeu (Tabela 5) também de operadores licenciados outros resíduos. Nomeadamente, lamas do tratamento de águas residuais urbanas, lamas de fossas sépticas, resíduos biodegradáveis, madeiras, serraduras e resíduos de limpezas de ruas para tratamento na unidade de vermicompostagem e ainda recebeu mistura de resíduos de construção e demolição, resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, etc (Tabela 5). Foi produzida na unidade de tratamento por valorização orgânica por vermicompostagem refugo e composto. Tabela 5: Receção de resíduos provenientes de operadores locais licenciados. (*) produzido na unidade de vermicompostagem. CÓDIGO LER DESCRIÇÃO CÓDIGO LER Resíduos de plásticos (excluindo embalagens) Metais Monstros Equipamento fora de uso não abrangido em a Equipamentos fora de uso, contendo clorofluorocarbonetos Equipamento eléctrico e electrónico fora de uso, contendo componentes perigosos Equipamento elétrico e eletrónico fora de uso não abrangido em , ou Mistura de resíduos de construção e demolição, não abrangidos em , e Resíduos urbanos e equiparados não anteriormente especificados Madeira não abrangida em Outras frações não anteriormente especificadas Serradura, aparas, fitas de aplainamento, madeira, aglomerados e folheados Fracção não compostada de resíduos urbanos e equiparados (Refugo da compostagem) (*) Lamas do tratamento de águas residuais urbanas Composto (*) Lamas de fossas sépticas Resíduos biodegradáveis Resíduos da limpeza de ruas Outros resíduos urbanos e equiparados, incluindo misturas de resíduos. 20

22 Caracterização física dos resíduos urbanos rececionados A gestão eficiente dos resíduos sólidos urbanos deverá ser efetuada mediante a caraterização física quantitativa e qualitativa [1]. Apresenta-se neste trabalho a caraterização dos indiferenciados e recolha seletiva Indiferenciados Foi efetuada em 2011 e 2012, uma caracterização física da composição dos resíduos sólidos urbanos indiferenciados produzidos no concelho de Nordeste. Comparando os dois anos (Figura 5 e Figura 6), pode-se constatar que a percentagem de bio-resíduos produzida aumentou; a percentagem dos recicláveis: plástico, papel/cartão e vidro presente nos indiferenciados diminuiu e a percentagem dos recicláveis: metais e de embalagens compósitas manteve-se. Desta forma, e tomando como base, a produção de indiferenciados em 2011, e a caracterização efetuada é de esperar que tenham dado entrada 466 toneladas de bio-resíduos (Equação 1). B RSU = CB% RSU X IND Equação 1 Onde: B RSU = quantidade estimada de bio-resíduos que deu entrada no aterro sanitário de Nordeste ; CB% RSU = percentagem de bio-resíduos resultante da caracterização dos indiferenciados efetuada em 2011 (34%); IND = quantidade de indiferenciados produzidos em 2011 (1.370,33 toneladas). 21

23 Figura 5: Composição física (%) dos resíduos sólidos urbanos indiferenciados em Figura 6: Composição física (%) dos resíduos sólidos urbanos indiferenciados em Recolha Seletiva Foi efetuada em 2012, uma caracterização física da composição das embalagens produzidas no concelho de Nordeste. No estudo efetuado o plástico perfaz 56% do total produzido (Figura 7), os metais perfazem 14% e as compósitas 13%. Foram detetados papel/cartão, vidro, têxteis e outros resíduos. Na Tabela 63 do Anexo III reportam-se estes valores. A recolha seletiva de vidro, papel/cartão e embalagens no concelho iniciou-se em Os valores, nos primeiros dois anos, foram muito baixos não perfazendo 1% (Figura 8). A partir daí 22

24 aumentaram exponencialmente. Este facto está relacionado com a adesão em 2006 da Câmara Municipal de Nordeste à recolha seletiva porta a porta. Em 2011 a recolha seletiva atinge os 20% da produção total de resíduos e coincide com o primeiro ano após o início da atividade da unidade de vermicompostagem. Figura 7: Composição física (%) dos resíduos de embalagens de plástico/metal provenientes da recolha seletiva em % 83% Figura 8: Evolução da produção da recolha seletiva (%) a partir de Particularmente, a produção de recicláveis de resíduos de embalagens (vidro, papel/cartão, plástico/metal e compósitas) pode ser observada no gráfico A e B da Figura 9. Grosso modo, a maior produção está associada ao vidro. O papel preenche o segundo lugar da escala e por último surgem as embalagens de plástico, metal e compósitas. 23

25 Nos gráficos A, B, C, D, E e F da Figura 10 observa-se a composição média dos resíduos produzidos na recolha específica e recolha seletiva: - Embalagens de vidro, código LER (150107); - Embalagens de papel e cartão, código LER (150101); - Embalagens de plástico, código LER (150102); - Embalagens compósitas (150105) - Plásticos, código LER (200139) - Monstros, código LER (200307); - Equipamentos elétricos e eletrónicos fora de uso, código LER (200136); - Metais, código LER (200140); - Equipamentos fora de uso não abrangidos, código LER (160214); - Pneus usados (160103); 24

26 Figura 9: Produção da recolha seletiva de embalagens (vidro: , papel/cartão: , de plástico: , de metal , e compósitas: ) em toneladas/ano (Gráfico A) e em percentagem (Gráfico B), a partir de

27 Figura 10: Análise da tipologia de resíduos rececionados na recolha específica e seletiva e sua evolução quantitativa relativa, por código LER. A descrição dos códigos LER apresenta-se na Tabela 1. 26

28 Capitação média diária e média anual de RSU A capitação média diária de RSU (Figura 11) e média anual de RSU (Figura 12) determinadas a partir de 2004 foi realizada com base nos valores da Tabela 60 e nos valores de população presentes na Tabela 64. Figura 11: Evolução da capitação média diária de RSU, indiferenciados, bio-resíduos, específica e seletiva determinada a partir de 2004 e até Figura 12: Evolução da capitação média diária de RSU determinada a partir de 2004 e até

29 2.4. Instalações e infraestruturas O Aterro Sanitário de Nordeste encontra-se em funcionamento de acordo com a licença de funcionamento n. 9/DRA/2011 (Validade: ) (Tabela 6). A célula para deposição de resíduos indiferenciados do aterro sanitário de Nordeste encontra-se em atividade a partir de Julho de Em 2006 foi concessionada à empresa Municipal Nordeste Ativo Empresa Municipal de Atividades Desportivas, Recreativas e Turísticas, Águas e Resíduos. E.E.M., a gestão de resíduos e em 2010 foi-lhe atribuído o Alvará n.º 1/DRA/2010 (validade: ). Em 2011, associadas à unidade de vermicompostagem, foram simultaneamente inauguradas novas estruturas, nomeadamente um anfiteatro, novos escritórios e 2 pavilhões. Atualmente o aterro sanitário de Nordeste está dividido nas seguintes secções (Figura 13). Figura 13: Planta do aterro sanitário de Nordeste. Cartografia base vetorial 1: 5000 gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Nordeste. Foi efetuada uma análise do solo de cobertura no laboratório de geotecnia da Universidade de Évora, como contributo para dimensionar o declive dos taludes da célula. Os valores apresentamse no Anexo VIII. 28

30 Tabela 6: Licença de funcionamento. Designação Aterro Sanitário de Nordeste Alvarás Licença de funcionamento: 9/DRA/2011 Gestão de resíduos: 1/DRA/2010 Titular Nordeste Ativo Empresa Municipal de Atividades Desportivas, Recreativas e Turísticas, Águas e Resíduos, E.E.M. Valências 1 célula para deposição de resíduos sólidos urbanos e equiparados Infraestruturas de apoio Capacidade: Célula deposição:?? Unidade de vermicompostagem:?? Utilizadores: Entidade Gestora de resíduos (Nordeste Ativo) Produtores de resíduos 2.5. Operadores /entidades e instalações para onde habitualmente são encaminhados os resíduos produzidos Os resíduos produzidos atualmente a partir da recolha seletiva porta a porta e após o processo de triagem e enfardamento são encaminhados para a MUSAMI Operações Municipais de Ambiente E.I.M., S.A. com sede na Ribeira Grande. De igual modo os restantes resíduos obtidos através de recolha específica, quer sejam monstros, ou outros tipos de resíduos são enviados para a MUSAMI Descrição sistemas de recolha seletiva e indiferenciada implementados (deposição, recolha e circuitos) Sistema de recolha de RSU 29

31 Deposição: Para a recolha de resíduos de indiferenciados foram distribuídos à população diversos contentores com capacidade de 90 litros. Para o comércio e indústria os contentores tinham maior capacidade (800 litros). A recolha seletiva é efetuada porta a porta. Foram distribuídos por categoria, 4 contentores por porta: 1. Categoria: Domésticos: 1.1. Distribuídos 2222 contentores verdes com a capacidade de 25 e/ou 35 litros, para deposição de embalagens de vidro; 1.2. Distribuídos 2222 contentores azuis com a capacidade de 25 e/ou 35 litros, para deposição de embalagens de papel/cartão; 1.3. Distribuídos 2222 contentores amarelos com a capacidade de 50 litros, para deposição de embalagens de plástico/metal; 1.4. Distribuídos 1922 contentores cinza com a capacidade de 50 litros, para deposição de indiferenciados. 2. Categoria: Comércio 2.1. Distribuídos 118 contentores verdes com a capacidade de 120 litros, para deposição de embalagens de vidro; 2.2. Distribuídos 120 contentores azuis com a capacidade de 120 litros, para deposição de embalagens de papel/cartão; 2.3. Distribuídos 138 contentores amarelos com a capacidade de 120 litros, para a deposição de embalagens de plástico/metal; 2.4. Distribuídos 120 contentores cinza com a capacidade de 120 litros, para a deposição de indiferenciados. Ainda foram distribuídos por 3 miradouros no concelho, 4 contentores (verde, azul, amarelo e cinza) de 360 litros de capacidade. Nos jardins e outros espaços públicos foram colocadas diversas papeleiras em pontos estratégicos e sacos para recolha seletiva. O equipamento de deposição para os RSU não permite a deposição de monstros. Estes resíduos de grandes dimensões como eletrodomésticos, ferro velho, recheio, etc., são depositados junto aos edifícios pelos proprietários e alvo de recolha específica. 30

32 Recolha indiferenciada seletiva e específica: O sistema de recolha encontra-se dividido em duas zonas (zona 1 a nascente e zona 2 a poente). A partir de 2011, os resíduos indiferenciados são encaminhados para triagem e valorização (Vermicompostagem) e os resíduos produzidos na recolha seletiva e específica são encaminhados para reciclagem (Figura 14). Figura 14: Organização do sistema com indicação do destino final dos resíduos. A remoção dos RSU é hermética. Para a remoção dos resíduos indiferenciados produzidos, a Nordeste Ativo adquiriu 1 camião, capacidade de 10m 3. Adicionalmente, em caso de avaria existe outro camião disponível. A recolha seletiva é efetuada pela Nordeste Ativo através de um veículo equipado com duas células de armazenagem, com capacidade de 6 m 3. A recolha específica é realizada pela Nordeste Ativo todas as sextas-feiras. Adicionalmente, na quarta-feira são recolhidos plásticos utilizados na agricultura, nos postos de abastecimento de leite do concelho. As fraldas (têxteis sanitários) são recolhidas no mesmo dia, no Centro de Saúde do Nordeste e no Lar de Idosos do Nordeste. Tabela 7: Calendário da recolha seletiva de embalagens para particulares. Zona 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Zona 1 E. Vidro E. Plástico/Metal E. Papel/Cartão Zona 2 E. Papel/Cartão E. Plástico/Metal E. Vidro 31

33 Tabela 8: Calendário da recolha seletiva de embalagens no comércio. Zona 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Zona 1 E. Plástico/Metal E. Vidro E. Papel/Cartão E. Papel/Cartão Zona 2 E. Papel/Cartão E. Plástico/Metal E. Vidro A recolha de indiferenciados e seletiva de embalagens é efetuada diariamente, nos dias uteis. A recolha seletiva de embalagens, porta a porta, nos particulares, encontra-se organizada, de acordo com o calendário presente na Tabela 7 e no comércio na Tabela 8. A remoção das papeleiras e limpeza das vias de comunicação é efetuada recorrendo a remoção manual. Sendo necessário, há um camião que é utilizado para varredura de estradas. Está equipado com um sistema de lavagem e aspiração mecânica Circuitos de remoção de indiferenciados: O sistema está dividido em duas zonas; zona nascente (Zona 1) e poente (Zona 2). A zona 1 é constituída pelas freguesias de Nordeste, Lomba da Fazenda e São Pedro de Nordestinho. A zona 2 é constituída pelas freguesias de Santo António de Nordestinho, Algarvia, Santana, Achadinha e Salga (Figura 15). Figura 15: Enquadramento dos circuitos e zonas de recolha nas freguesias do concelho e indicação da população servida (Censos preliminares de 2011) por zona (a azul). 32

34 Tabela 9: Valores utilizados para os cálculos de otimização de circuito. DESCRIÇÃO UNIDADES ZONA 1 ZONA 2 Habitantes (n.) Capitação (ano de referência: 2011) (kg/hab.dia) 1,04 1,04 Capacidade dos veículos de remoção (Cveic) (m3) 10 Taxa de compactação dos veículos de remoção (Tc) 1,2 Massa volúmica dos resíduos (Mvrsu) (g/l) Taxa de utilização dos contentores (Tu) 0,7 0,7 Taxa de apresentação dos contentores (Ta) 0,5 0,5 Capacidade dos contentores (Ccont) (l) 0,09 N. médio de contentores apresentados (Nca) (n.) Tempo médio de descarga do contentor (Tct) (minuto) 0,4 N. médio de pontos de coleta (Npc) (n.) Tempo médio entre pontos de coleta (Tpc) (minuto) 0,16 Duração média trajeto: garagem - 1º contentor (TVG1) (minuto) Duração média trajeto: descarga - garagem (TVG2) (minuto) 1 1 Duração média trajeto: contentor descarga, ida e volta (TVD) (minuto) Duração média da descarga (TDF) (minuto) Duração média dos tempos mortos TM (minuto) Duração média real do circuito (Tlaboral) (minuto) A zona 1 e a zona 2 são, grosso modo, constituídas respetivamente por 48 km e 47 km de extensão de rede viária. Os circuitos foram alvo de análise e otimização de tempos. Os valores calculados para a recolha de indiferenciados foram realizados considerando os seguintes valores (Tabela 9): Os valores finais obtidos encontram-se resumidos na Tabela 10. Tabela 10: Valores calculados para as zonas 1 e 2. QRSU - quantidade estimada de resíduos sólidos produzidos; VRSU volume estimado de resíduos sólidos urbanos produzidos; NC número estimado de contentores apresentados; CVEIC capacidade de carga do veículo de remoção; NV número estimado de voltas; NVE número estimado de voltas em épocas de maior produção; TR1 tempo de remoção estimado; TDR tempo disponível de remoção; VEXE volume de remoção disponível não utilizado no veículo de remoção (volume excedentário); Tlaboral duração real média do circuito. Zona QRSU VRSU NC CVEIC NV NVE TR1 VEXEC Tlaboral TDR (kg/d) (m3) (n.) (m3) (n.) (n.) (minutos) (m3) (minutos) (minutos) , , , , Assim, para a zona 1 e 2, de acordo com os cálculos realizados é recomendável a realização de 2 voltas (NV) com tempos médios teóricos de remoção de 301 e 217 minutos respetivamente. 33

35 2.7. Descrição dos sistemas de tratamento implementados Sistema de tratamento e valorização de resíduos produzidos pela recolha seletiva Os resíduos sólidos urbanos produzidos pela recolha seletiva são enviados para a unidade de tratamento e valorização seletiva. O processo é dividido em 2 fases. 1 Triagem e compactação (Tratamento mecânico e manual); 2 Armazenagem. TRIAGEM E COMPACTAÇÃO Os resíduos de embalagens de plástico/metal e de papel/cartão que chegam provenientes da recolha seletiva são enviados para a secção de triagem e compactação. Estes são dispostos numa passadeira de funcionamento mecânico para a realização de uma triagem manual. O material afinado segue para uma prensa onde são realizados fardos. ARMAZENAGEM As embalagens de vidro rececionadas não seguem para a secção de triagem e compactação são armazenadas diretamente em contentores. Os fardos obtidos são armazenados temporariamente em contentores para valorização posterior (Figura 16). Figura 16: Parque de armazenamento de contentores. 34

36 Sistema de tratamento e valorização de indiferenciados: vermicompostagem Os indiferenciados e bio-resíduos produzidos são alvo de tratamento e valorização através do processo de vermicompostagem, que entrou em funcionamento a partir de O processo é realizado em 5 fases (Figura 17; Figura 18): 1 - Pré triagem (tratamento manual e mecânico); 2 - Higienização (tratamento biológico estático: fermentação anaeróbia); 3 - Crivagem (tratamento mecânico); 4 - Vermicultura (tratamento biológico); 5 - Afinação (tratamento manual) Figura 17: Fases do processo de vermicompostagem. Figura 18: Esquema demonstrativo da sequência das fases do processo de vermicompostagem. 35

37 PRÉ TRIAGEM Na primeira fase, todos os resíduos indiferenciados produzidos são alvo de uma pré-triagem manual recorrendo ao auxílio de 2 passadeiras (Figura 18; Figura 19). Este processo permite retirar fraldas, têxteis, madeira, ferro, vidro, PET, PEAD, ECAL, metal ferroso e não ferroso, filme e plástico misto. O refugo (fraldas, têxteis, madeira) obtido é enviado para a célula do aterro. Figura 19: Fase de pré triagem. HIGIENIZAÇÃO Na segunda fase, o material triado é colocado a higienizar em camas de compostagem durante um mês. A cama é regada manualmente nos primeiros três dias com lixiviados produzidos ao longo do processo para acelerar o inicio do processo de compostagem (Figura 18; Figura 20). Figura 20: Fase de Higienização CRIVAGEM Numa terceira fase (Figura 18; Figura 21 A) após higienização o composto é alvo de uma triagem e de crivagem (separação mecânica) numa máquina de 3 crivos (Trommell) onde os materiais são separados em função das suas dimensões (Figura 18; Figura 21 B). Dos 3 produtos peneirados pelos crivos, o primeiro é apenas composto, o segundo é composto com algum 36

38 resíduo e o terceiro é resíduo com composto. O material grosseiro, que não atravessa o crivo, é refugo (Figura 18; Figura 21 C). Todo o material, de todos os crivos, é colocado a secar durante uma semana (Figura 18; Figura 23), apenas parte do que saí no terceiro crivo é enviado para vermicultura. O restante volta a ser afinado, uma semana depois de estar a secar (Figura 18; Figura 22) e o refugo é depositado em aterro (Figura 18; Figura 20). Figura 21: Fase de Crivagem. A - Aspeto geral do equipamento; B - Equipamento Trommell: C Saída de refugo. VERMICULTURA Na quarta fase o composto é depositado em camas de vermicultura na presença de minhocas para maturação. (Figura 18; Figura 22). Cada cama demora normalmente três meses a amadurecer. 37

39 Figura 22: Fase de maturação biológica (vermicompostagem). AFINAÇÃO Finda esta etapa o húmus e o composto são estendidos e submetidos a uma secagem e a um segundo processo de crivagem (Figura 18; Figura 23). Figura 23: Fase de afinação (secagem). No final, apenas cerca de 20% é composto (Figura 24). 38

40 Figura 24: Produtos finais resultantes da compostagem Destino final dos resíduos sólidos urbanos Figura 25: Evolução dos destinos dos resíduos sólidos urbanos. D1 Deposição em aterro; R3 - Reciclagem ou recuperação de compostos orgânicos que não são utilizados como solventes, incluindo as operações de compostagem e outras transformações biológicas. 39

41 Figura 26: Destinos finais dos resíduos produzidos, por tipo de recolha. D1 Deposição em aterro; D15 - Armazenagem enquanto se aguarda a execução de uma das operações enumeradas de D1 a D14, com exclusão do armazenamento preliminar para fins de transporte para uma instalação de tratamento de resíduos temporário, antes da recolha, no local onde os resíduos foram produzidos.; R3 Reciclagem ou recuperação de compostos orgânicos que não são utilizados como solventes, incluindo as operações de compostagem e outras transformações biológicas; R10 - Tratamento no solo em benefício da agricultura ou para melhorar o ambiente.; R13 - Armazenamento de resíduos destinados a uma das operações enumeradas nas subalíneas de R1 a R12, com exclusão do armazenamento temporário, antes da recolha, no local onde esta é efetuada. Os resíduos provenientes da recolha indiferenciada, específica e seletiva são triados e de acordo com o seu tratamento são alvo de diferentes destinos finais (Figura 26). Os materiais enviados (MUSAMI), à exceção do composto são armazenados temporariamente no parque de contentores, (Figura 16). Nem todos os recicláveis triados na unidade de vermicompostagem (7%) seguem para reciclagem, existe uma porção (não quantificada) que é rejeitada. Em detalhe, serão especificados por tipo de recolha os destinos finais dos resíduos Recolha específica: Tabela 11: Destino final dos resíduos de recolha específica por operação. D1 Deposição em aterro; D15 - Armazenagem enquanto se aguarda a execução de uma das operações enumeradas de D1 a D14, com exclusão do armazenamento preliminar para fins de transporte para uma instalação de tratamento de resíduos temporário, antes da recolha, no local onde os resíduos foram produzidos.; R3 Reciclagem ou recuperação de compostos orgânicos que não são utilizados como solventes, incluindo as operações de compostagem e outras transformações biológicas; R10 - Tratamento no solo em benefício da agricultura ou para melhorar o ambiente.; R13 - Armazenamento de resíduos destinados a uma das operações enumeradas nas subalíneas de R1 a R12, com exclusão do armazenamento temporário, antes da recolha, no local onde esta é efetuada. CÓDIGO DESCRIÇÃO OPERAÇÃO 40

42 LER CÓDIGO LER Equipamento fora de uso não abrangido em a R Equipamento elétrico e eletrónico fora de uso não abrangido em , ou R Plásticos. R Metais. R Outras frações não anteriormente especificadas Pneus usados. R Monstros. R13; D1 Os materiais provenientes da recolha específica são triados, armazenados (Figura 16) e enviados posteriormente para a MUSAMI (ou alguns diretamente para a Sociedade Ponto Verde). Alguns dos monstros são enviados para a célula Recolha seletiva: Após a triagem, uma percentagem é enviada para aterro e outra é enviada para armazenamento em contentores (Figura 16). Após o armazenamento em contentores, estes são enviados para a MUSAMI para reciclagem. Tabela 12: Destino final dos resíduos de recolha seletiva por operação. D1 Deposição em aterro; D15 - Armazenagem enquanto se aguarda a execução de uma das operações enumeradas de D1 a D14, com exclusão do armazenamento preliminar para fins de transporte para uma instalação de tratamento de resíduos temporário, antes da recolha, no local onde os resíduos foram produzidos.; R3 Reciclagem ou recuperação de compostos orgânicos que não são utilizados como solventes, incluindo as operações de compostagem e outras transformações biológicas; R10 - Tratamento no solo em benefício da agricultura ou para melhorar o ambiente.; R13 - Armazenamento de resíduos destinados a uma das operações enumeradas nas subalíneas de R1 a R12, com exclusão do armazenamento temporário, antes da recolha, no local onde esta é efetuada. CÓDIGO DESCRIÇÃO LER CÓDIGO LER OPERAÇÃO Embalagens de papel e cartão. R13; D Embalagens de plástico. R13; D Embalagens de metal. R13; D Embalagens compósitas. R13; D Embalagens de vidro. R13 41

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