Amálgama dentário: fonte de contaminação por mercúrio para a Odontologia e para o meio ambiente

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1 Artigo original Amálgama dentário: fonte de contaminação por mercúrio para a Odontologia e para o meio ambiente Dental amalgam: a source of mercury contamination for Dentistry and environment Leda Freitas de Jesus 1, Marden Samir Marinha 2, Fátima Ramos Moreira 3 Resumo O amálgama de prata é um material restaurador amplamente utilizado na Odontologia devido a algumas de suas propriedades físicas e mecânicas, ao fácil manuseio e baixo custo. Um dos aspectos negativos é a presença de mercúrio em sua composição. O mercúrio é um metal tóxico para os seres vivos e para o meio ambiente, sendo a exposição ocupacional uma das principais fontes de contaminação por esse metal. Entre as atividades ocupacionais com risco de exposição ao mercúrio destaca-se a Odontologia. Estudos mostram que o armazenamento e o descarte dos resíduos de amálgama também podem contribuir para a contaminação por mercúrio dos consultórios odontológicos, das pessoas que neles trabalham e do meio ambiente. Para evitar a contaminação por esse metal tóxico, devem ser desenvolvidos programas de vigilância toxicológica com objetivo de avaliar esses níveis de exposição e adotar procedimentos para a manipulação do mercúrio que possam contribuir na prevenção de agravos à saúde dos profissionais e na preservação do meio ambiente. O objetivo deste artigo foi, por meio de revisão de literatura, caracterizar e divulgar a contribuição do amálgama dentário para a contaminação dos cirurgiões-dentistas e do meio ambiente por vapores de mercúrio. Palavras-chave: Amálgama dentário, mercúrio, odontologia, exposição ocupacional, contaminação Abstract The silver amalgam is a widely used restorative material in Dentistry because of some of its physical and mechanical properties, the easy handling and low cost. One of the downsides is the presence of mercury in its composition. Mercury is a toxic metal for living organisms and the environment, and occupational exposure a major source of contamination by this metal. Among the activities at risk of occupational exposure to mercury stands Dentistry. Studies show that the storage and disposal of amalgam waste can also contribute to mercury contamination in dental offices, the people working there and the environment. To avoid contamination by the toxic metal, programs should be developed for monitoring compliance with toxicological limits for this exhibition, besides the adoption of certain procedures in the handling of mercury that could contribute to the prevention health protection professionals and the preservation of the environment. The aim of this article was to characterize and raise awareness, through a literature review, of the dental amalgam contribution to the mercury vapor contamination of dentists and of the environment. Key words: Dental amalgam, mercury, dentistry, occupational exposure, contamination 1 Mestranda em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz). End: Rua Leopoldo Bulhões, 1.480, Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH), sala 31, Manguinhos - Rio de Janeiro (RJ), Brasil. CEP: Mestrando em Saúde Pública pela ENSP/Fiocruz. 3 Doutora em Saúde Pública. Tecnologista Sênior da Fiocruz. Professora do Programa de Pós-graduação da ENSP/Fiocruz. Cad. Saúde Colet., 2010, Rio de Janeiro, 18 (4):

2 Leda Freitas de Jesus, Marden Samir Marinha, Fátima Ramos Moreira Introdução O amálgama dentário é uma liga composta de prata (Ag), estanho (Sn), mercúrio (Hg) e outros metais na qual a percentagem de mercúrio varia de 43 a 54%. Devido às suas características físicas e mecânicas o amálgama dentário é, até os dias atuais, um dos materiais mais utilizados na Odontologia, apesar da alta toxicidade do mercúrio em sua forma metálica, de seu uso restrito ou proibido em alguns países e da estética desfavorável (Anusavice, 2005; Cardoso, 2001; Craig et al., 2006). O mercúrio é uma substância reconhecidamente tóxica, tanto para os seres vivos quanto para o meio ambiente. Seu potencial tóxico, especialmente para os indivíduos ocupacionalmente expostos, fez com que o mercúrio fosse a primeira substância química a ser submetida a uma legislação para controle da exposição em ambiente laboral, estando, também, na lista elaborada pela U.S. Environmental Protection Agency (EPA) que relaciona os poluentes atmosféricos de maior risco para a saúde humana (Schhute et al., 1994). No Brasil, a exposição a substâncias químicas é regulada por limites de exposição estabelecidos por normas regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (NBRs) que classificam o mercúrio como substância perigosa para a saúde humana e para o meio ambiente e com grau máximo de insalubridade para o trabalhador (Brasil, 1978; Grigoletto et al., 2008; Oikawa, et al., 2007; Pernambuco, 2001). O mercúrio é um metal que ocorre naturalmente no meio ambiente e existe em uma variedade de formas. Dentre as formas em que se apresenta, a metálica ou elementar é a mais danosa para a saúde dos trabalhadores, pois, devido à sua capacidade de volatilização em temperaturas a partir de 12 C, libera vapor metálico inodoro e incolor que é inalado sem que a pessoa perceba (ATSDR, 1999; Anusavice, 2005; Pécora, 2003). Dessa forma, a maior parte da exposição humana ao mercúrio é de origem ocupacional. Dentre as categorias profissionais com exposição dos trabalhadores ao mercúrio destaca-se a Odontologia, devido à utilização desse metal na confecção do amálgama de prata, material utilizado em restaurações de dentes posteriores (Anusavice, 2005; Craig et al., 2006; Oikawa et al., 2007; Silva et al., 2004). Outro ponto a ser considerado é a contaminação ambiental pelo mercúrio. Estudos toxicológicos demonstram que o armazenamento e o descarte inadequados dos resíduos de amálgama dentário contribuem para a contaminação dos compartimentos ambientais possibilitando tanto uma exposição ocupacional quanto ambiental pelo mercúrio (Fortes et al., 2000; Oikawa et al., 2007; Pécora, 2003). Esse fato é confirmado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que relata despejo anual em torno de 7,41 mil toneladas de mercúrio no meio ambiente na forma desse composto (OMS, 2005). A importância do assunto e o pequeno número de pesquisas realizadas abrem espaço para novas investigações sobre o tema. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão de literatura sobre a contribuição do amálgama dentário para a contaminação dos cirurgiões-dentistas e do meio ambiente, a qual servirá de base para futuras pesquisas sobre exposição ocupacional ao metal, além de divulgar e conscientizar os profissionais que lidam com o mercúrio, principalmente os da Odontologia, sobre o potencial tóxico desse metal. Mercúrio Características e toxicidade O mercúrio é um metal que ocorre naturalmente no meio ambiente e existe em uma variedade de formas. Tem baixo ponto de fusão (-38,87 C) e, por isso, apresenta-se como um metal líquido branco-prateado em temperatura ambiente, recebendo a denominação de mercúrio elementar ou metálico - Hg ou Hg 0 (Schhute et al., 1994; WHO, 2003). Diferentemente dos metais essenciais à vida, o mercúrio não faz parte da constituição normal do organismo dos seres vivos e tampouco desempenha funções nutricionais ou bioquímicas. Assim, sob qualquer forma em que se apresente, quando absorvido de forma continuada, mesmo em baixas concentrações, representa um grave risco para o homem e para os seres vivos em geral. O mercúrio possui efeito cumulativo, tornando-se, assim, causa de perturbação crônica e progressiva das funções metabólicas e celulares dos indivíduos que a ele estão expostos (ATSDR, 1999; Azevedo et al., 2003; Tsalev et al., 1983). Dentre as formas em que o mercúrio se apresenta, a metálica ou elementar é a mais danosa para a saúde ocupacional, pois sua baixa pressão de vapor (0,0002 mm Hg/L) o torna extremamente volátil, sofrendo vaporização em temperaturas acima de 12 C e liberando vapor metálico inodoro e incolor que não pode ser detectado facilmente por meios simples, sendo inalado sem que o sujeito perceba (ATSDR, 1999; Anusavice, 2005; Pécora, 2003). Dessa forma, a maior parte da exposição humana a quantidades biologicamente significativas de mercúrio elementar ocorre no ambiente de trabalho, sendo a via inalatória a principal forma de contaminação na exposição ocupacional (Craig, 2006; OMS, 2005; Schhute, 1994; WHO, 2003). Apesar de ser encontrado em vários tecidos do corpo humano, os órgãos críticos da toxicidade do mercúrio são o sistema nervoso central (SNC) e os rins. O mercúrio 510 Cad. Saúde Colet., 2010, Rio de Janeiro, 18 (4):

3 Amálgama dentário: fonte de contaminação por mercúrio para a Odontologia e para o meio ambiente metálico é altamente lipofílico, por isso o vapor inalado é rapidamente difundido em todas as membranas alveolares do pulmão para o sangue (cerca de 80%) sendo, então, distribuído para todo o organismo. Uma vez no cérebro, o mercúrio metálico é oxidado ao cátion divalente, perdendo, então, a característica de lipossolubilidade, o que faz com que o íon mercúrio fique retido nesse órgão, onde tem meia-vida de um ano, ou seja, depois de um ano, metade da concentração do metal que chegou ao cérebro ainda está presente no local (ATSDR, 1999). Por esse motivo, a exposição repetida, mesmo em baixas concentrações, é perigosa para o ser humano, pois essas concentrações vão se acumulando e causando danos às células nervosas. Os vapores de mercúrio metálico e os compostos orgânicos podem afetar diferentes áreas do cérebro e suas funções associadas (Tsalev et al., 1983). Alguns estudos relatam a ocorrência de degeneração esponjosa do córtex cerebral, descrevendo-a como uma sequela tardia de uma exposição severa ocorrida no passado (Schhute et al., 1994). A exposição crônica ao metal causa uma doença neurológica denominada mercurialismo ou hidrargirismo que se apresenta por meio de uma tríade de sintomas característicos: estomatites (gengivite, sialorreia e linha escura na gengiva marginal), eretismo (mudanças de comportamento e de personalidade: neurastenia, aumento de excitabilidade e irritabilidade, depressão, déficit de memória, delírios, alucinações, melancolia suicida, psicose maníacodepressiva) e tremores (ATSDR, 1999; Schhute et al., 1994). Nos rins, o mercúrio se distribui entre as células ficando a maior parte (54 a 60%) ligada à proteína metalotioneína. A presença de compostos mercuriais induz a síntese da metalotioneína, processo que contribui para a bioacumulação do metal nos rins. A toxicidade renal aparece quando a metalotioneína tem sua capacidade de ligações saturada (ATSDR, 1999; Schhute et al., 1994; Tsalev et al., 1983). A lipossolubilidade do mercúrio é um fator que também favorece a transposição da barreira placentária por esse metal. Vários estudos comprovaram essa capacidade, dentre eles um que identificou um acúmulo desse metal na placenta e nas membranas fetais de cirurgiãs-dentistas grávidas (Grigoletto et al., 2008). Pesquisas demonstram, ainda, que alguns compostos mercuriais se apresentam no leite materno, podendo contaminar a criança que está sendo amamentada. Estudos experimentais com animais e com humanos expostos a baixas doses de mercúrio, ainda na vida intrauterina ou logo após o nascimento, apontam para a existência de efeitos neuroteratogênicos, havendo déficit de inteligência, coordenação motora e outros problemas neurológicos nos produtos dessas gestações. Estudos experimentais mostram perturbação na função reprodutora de animais; porém, em humanos os dados são inconclusivos para tal associação (ATSDR, 1999; Azevedo et al., 2003; Pernambuco, 2001; Tsalev et al., 1983). No Brasil, as principais atividades ocupacionais com risco de exposição ao mercúrio são o garimpo do ouro, a indústria de produtos químicos, elétricos, automotores e de construção e a Odontologia (Câmara et al., 1990; Oikawa et al., 2007; Silva et al., 2004). O mercúrio metálico e a Odontologia A Odontologia é uma profissão que apresenta um grande risco de contaminação química para a saúde de quem a pratica, pois o mercúrio metálico é um dos principais componentes do amálgama dentário, havendo durante todo o processo de manipulação desse composto liberação de vapor de mercúrio (Oikawa et al., 2007). A principal rota de exposição dos profissionais da Odontologia é pela inalação dos vapores de mercúrio dispersos no ar, decorrentes de higiene e ventilação inadequadas do ambiente de trabalho, falhas na refrigeração durante a remoção de restaurações de amálgama, além do derramamento acidental de gotas de mercúrio nos consultórios, e a possibilidade de contato do metal com a pele (Pécora, 2003; Silva et al., 2004). Tendo em vista que o mercúrio é 14 vezes mais denso que a água, uma pequena gota de mercúrio contém quantidade suficiente desse elemento para saturar o ar de um consultório padrão (Anusavice, 2005). A presença de fontes geradoras de calor, como estufas e autoclaves, no mesmo ambiente onde o amálgama é manipulado ou utilizado, contribui para uma volatilização mais rápida do mercúrio, aumentando também a possibilidade de contaminação desses profissionais (Oikawa et al., 2007). Segundo estimativa da American Dental Association (ADA), um em cada dez consultórios odontológicos excede o nível máximo permitido de exposição ao mercúrio (Anusavice, 2005; Craig et al., 2006; Silva et al., 2009). A contaminação por mercúrio produz efeitos deletérios à saúde, efeitos esses que podem levar à limitação das atividades econômicas e sociais dos indivíduos atingidos, resultando em redução de sua qualidade de vida. Apesar do reconhecimento desse risco no trabalho dos cirurgiõesdentistas e demais profissionais que lidam com o amálgama, nos últimos 60 anos foram publicados na literatura científica mundial menos de 100 relatos documentados sobre contaminação por mercúrio relacionada ao amálgama dental (Anusavice, 2005), sendo muitos deles sobre os riscos que as obturações com esse material oferecem aos pacientes (Grigoletto et al., 2008). Cad. Saúde Colet., 2010, Rio de Janeiro, 18 (4):

4 Leda Freitas de Jesus, Marden Samir Marinha, Fátima Ramos Moreira Amálgama Dentário Características Liga é a mistura de, no mínimo, dois metais. Já o amálgama é a liga metálica em que um dos componentes se encontra no estado líquido. Amálgama dentário é uma liga de Ag, Sn, Hg e outros metais na qual o mercúrio representa cerca de 43 a 54% da composição (Craig et al., 2006). A especificação nº 1 do American National Standards Institute (ANSI)/ADA para ligas metálicas (ISO 1559) inclui os requisitos para a composição do amálgama dentário. Essa especificação determina que as ligas contenham predominantemente prata (mínimo de 65%), por sua propriedade de resistência mecânica, manutenção do brilho e resistência à oxidação do material e estanho (máximo de 29%), por facilitar a amalgamação da liga com o mercúrio na temperatura ambiente e auxiliar na redução da expansão da prata. Quantidades não especificadas de outros elementos como cobre, zinco, ouro, índio e platina são permitidas em concentrações menores do que o conteúdo de Ag e Sn. Esses metais são incluídos na liga para, entre outros objetivos, aumentar a resistência à corrosão e diminuir o escoamento da massa de amálgama cristalizada. O interesse pelos amálgamas contendo de 10 a 15% de índio tem se tornado maior, pois a adição desse elemento diminui a quantidade de mercúrio necessária para a trituração, aumentando o umedecimento e, principalmente, diminuindo a quantidade de vapor de mercúrio liberado durante e após a presa do material (Anusavice, 2005; Craig et al., 2006). O amálgama de prata é comumente utilizado em obturações diretas permanentes em dentes posteriores, como base para grandes restaurações e para a confecção de núcleos precursores de coroas metálicas. Devido a características como resistência à corrosão e ao atrito, capacidade de autovedamento marginal com o decorrer do tempo, durabilidade, fácil manuseio e baixo custo ele é, até a atualidade, um dos materiais mais utilizados na Odontologia (Anusavice, 2005; Cardoso, 2001; Craig et al., 2006). No entanto, o amálgama possui algumas limitações, a saber: presença de mercúrio, material sabidamente tóxico; estética deficiente e ausência de união à estrutura dental, o que, em cavidades amplas com pouca estrutura dental remanescente, pode representar um risco de sua posterior fratura, ao contrário dos materiais restauradores adesivos que reforçam essa estrutura (Conceição, 2007). No final do século 20, a preocupação com a toxicidade do mercúrio levou ao lançamento de ligas metálicas em que há substituição do mercúrio pelo gálio, metal que é líquido em temperatura um pouco acima da temperatura ambiente (29,8 C), no mercado de materiais dentários. Obturações feitas com este tipo de liga apresentam algumas características similares às confeccionadas com mercúrio, tais como resistência à compressão, à tração diametral, à microinfiltração, boa retenção mecânica nos preparos cavitários e fácil manuseio. No entanto, são vulneráveis à corrosão e possuem grande expansão de presa (Ballester et al., 2001; Cardoso, 2001). A especificação nº 1 da ADA considera aceitável que, nas primeiras 24 horas, os amálgamas dentários tenham uma alteração dimensional de ± 20 µm/cm, visto que, em média, esse é o tempo necessário para que a reação de presa dos amálgamas não contaminados se complete. Porém, estudos com a liga de gálio mostraram que esse tipo de material tem uma reação de cristalização diferente e mais prolongada do que aquela que contém o mercúrio em sua composição. Em alguns casos cita-se uma expansão de presa de 27,38 µm/cm (Samuel et al., 1994), sendo esse fator apontado como responsável por rachaduras e fraturas nas coroas dentárias. Com base nessas caracteríticas negativas, o uso de ligas de gálio tornou-se contraindicado, mesmo em preparos cavitários conservadores (Ballester et al., 2001), nos quais o contorno das cavidades engloba apenas os tecidos comprometidos, sem adoção de extensão preventiva e respeitando as estruturas de reforço dos dentes tais como: pontes de esmalte, vertentes e cúspides (Busato, 1996). Com a evolução da Odontologia Adesiva, as resinas compostas tornaram-se uma alternativa ao amálgama de prata, por devolverem aos dentes posteriores não só sua capacidade funcional, mas também por permitir sua caracterização estética, visto que as resinas compostas são de cor clara, ao contrário do amálgama (Conceição, 2007). Mesmo com toda melhoria na qualidade, as resinas compostas apresentam, contudo, algumas limitações, tais como contração de polimerização, resiliência dos materiais e coeficiente de expansão térmica linear diferente daquele das estruturas dentárias, propiciando, assim, falhas no selamento marginal que, por sua vez, permitem a infiltração de cáries (Cardoso, 2001). Além disso, embora tenham se tornado menos onerosas para os profissionais, o seu custo ainda faz com que sejam inacessíveis para uma grande parcela da população, especialmente para quem depende do serviço público de saúde, onde amálgama de prata, por todas as características já citadas, é o material restaurador mais utilizado. Portanto, apesar da reconhecida toxicidade do mercúrio metálico, com a proibição ou limitação do seu uso em alguns países, e do aumento da procura por materiais de melhor estética, o amálgama ocupa, ainda hoje, um lugar de destaque dentro da Odontologia Restauradora. 512 Cad. 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5 Amálgama dentário: fonte de contaminação por mercúrio para a Odontologia e para o meio ambiente O amálgama dentário e o meio ambiente O armazenamento inadequado das sobras de amálgama nos consultórios odontológicos também é um aspecto amplamente apontado na literatura científica como importante fonte de contaminação ocupacional e ambiental por vapor de mercúrio (Fortes et al., 2000; OMS, 2005; Pécora, 2003). Outro fator a ser considerado é o descarte de forma inapropriada dos resíduos de amálgama que, juntamente com os demais resíduos de saúde, tem assumido grande importância na geração de passivos ambientais capazes de colocar em risco e comprometer os recursos naturais e a qualidade de vida das atuais e futuras gerações (Brasil, 2003). Segundo a OMS, os resíduos sólidos de saúde, em que se incluem os derivados do amálgama dentário, constituem um potencial reservatório de contaminação biológica e química, tanto para o paciente quanto para o profissional e a população em geral (Ballester et al., 2001; OMS, 2005; Silva et al., 2009). Pécora (2003) fez cálculos estimando a quantidade de mercúrio descartado no meio ambiente na forma de amálgama dentário. O autor baseou-se na suposição de que para cada obturação são preparadas, em média, 2 g de amálgama, havendo uma sobra de 30% (0,6 g) do que é amalgamado. Esse resíduo é resultante do excesso manipulado, bem como das raspas produzidas pela escultura do amálgama. Como cerca de 50% do amálgama é composto de mercúrio metálico, para cada obturação há o descarte de 0,3 g de mercúrio. Usando esse valor como referência e supondo que um dentista clínico confeccione 30 obturações de amálgama por mês, chegou-se a valores impactantes. Esse dentista produziria 18 g de resíduos de amálgama por mês e 216 g por ano, o que significa 9 g de mercúrio mensais e 108 g de mercúrio descartados no meio ambiente em um ano. Extrapolando esse valor para dentistas clínicos, o resultado é alarmante: são g de resíduos de amálgama por ano, ou seja, g ou 108 kg de mercúrio descartados. Projetando esse valor para 10 anos, serão kg (1,08 toneladas) de mercúrio despejados no meio ambiente como resíduos de obturações de amálgama confeccionadas por apenas dentistas. Um estudo sobre o mercúrio feito pela Protection of the Marine Environment of the North-East Atlantic Comission (OSPAR) relatou que, anualmente, são despejadas em esgotos, ar ou solo a impressionante marca de 7,41 mil toneladas desse metal como composto do amálgama odontológico. Segundo esse mesmo relatório, o mercúrio contido no amálgama dentário, juntamente com outros tipos de resíduos de saúde, são responsáveis por cerca de 53% das emissões mundiais desse metal (OMS, 2005). Devido aos avanços conseguidos na qualidade das resinas fotopolimerizáveis, tem aumentado a demanda por substituição de obturações de amálgama por esse material de melhor estética. Embora essa troca tenha promovido uma redução da utilização do mercúrio na Odontologia, também tem contribuído para aumentar a contaminação ambiental por mercúrio. A remoção das antigas obturações gera resíduos que, depois de serem captados por sugadores e bombas a vácuo ou de simplesmente escorrerem pelo ralo da cuspideira dos consultórios, são despejados na rede de esgoto. Dessa forma, chegam às estações de tratamento ou diretamente para os rios e oceanos contaminando o meio ambiente, pois, apesar de misturado à liga, o mercúrio contido no amálgama pode ser liberado através de reações químicas naturais, calor, agitação e mudanças de ph que ocorrem no ambiente (Mota et al., 2004). No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por meio da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 306, de 07/12/2004, e o Conselho Nacional do Meio Ambiente, por meio da Resolução CONAMA nº 358, de 29/04/2005, assumiram o papel de orientar, definir regras e regular a conduta dos diferentes agentes em relação à geração e ao manejo dos resíduos de serviços de saúde. Em 2006, a Anvisa elaborou um manual de gerenciamento de resíduos de saúde, entre eles os de amálgama, com o objetivo de fomentar a priorização da não geração, a minimização da geração e o reaproveitamento dos resíduos, a fim de evitar os efeitos negativos sobre a saúde pública e o meio ambiente (Brasil, 2006, 2003; Mota et al., 2004). Os estudos recentes sobre o amálgama odontológico têm buscado uma melhor forma de manipular o mercúrio a fim de evitar a contaminação do consultório e do meio ambiente em geral (Fortes et al., 2000; Grigoletto et al., 2008; Mota et al., 2004; Pécora, 2003). Usualmente, recomenda-se o armazenamento dos resíduos de amálgama em recipientes bem tampados contendo água, solução fixadora de radiografias ou glicerina em seu interior, sendo essa última substância a mais eficiente na contenção dos vapores de mercúrio provenientes dos resíduos (Craig et al., 2006). Posteriormente, esses resíduos devem ser encaminhados para reciclagem (Brasil, 2003). Controle da Exposição ao Mercúrio Para o controle da exposição ocupacional a materiais tóxicos, como o mercúrio, é importante desenvolver um programa de vigilância toxicológica (Anusavice, 2005) no qual deve ser feita a quantificação da concentração da substância química presente no ambiente (monitoramento ambiental) e/ou no organismo (monitoramento biológico), cujos resultados contribuem para o diagnóstico da situação associada à contaminação e à implantação de medidas cor- Cad. Saúde Colet., 2010, Rio de Janeiro, 18 (4):

6 Leda Freitas de Jesus, Marden Samir Marinha, Fátima Ramos Moreira retivas (Pécora, 2003; Rocha et al., 2008). O estabelecimento de valores-limites para a exposição ocupacional a substâncias químicas tem por objetivo manter as concentrações aéreas em níveis abaixo dos quais o risco de agravo à saúde do trabalhador seja minimizado. A avaliação da exposição pode ser feita por meio da utilização de indicadores biológicos, também chamados de biomarcadores, parâmetros que refletem o comportamento e as interações ocorridas entre o agente tóxico e o sistema biológico (ATSDR, 1999; Moreira et al., 2004). Para testar a exposição crônica ao vapor de mercúrio metálico (como na Odontologia) o biomarcador indicado é a urina, pois a concentração do metal nesse fluido biológico tem relação direta com a concentração ambiental à qual o indivíduo foi exposto. O valor de referência (VR) para a população em geral, não exposta ocupacionalmente ao mecúrio, é de 5 µg/g de creatinina. Já o índice biológico máximo permitido (IBMP) para o mercúrio metálico, nível a partir dos qual se aumenta consideravelmente o risco de adoecimento, é de 35 µg/g de creatinina (ACGIH, 2009; Brasil, 1978). No entanto, o nível mais confiável de correlação entre exposição e excreção urinária só pode ser obtido após um ano de exposição contínua a níveis constantes de mercúrio no ar, fator que deve ser levado em consideração na análise dos dados (Brasil, 2006; Clifton, 2007; Schhute et al., 1994). O limite de exposição ocupacional ao mercúrio recomendado pela NR-15 é de 40 µg/m 3 para uma jornada de trabalho de até 48 horas semanais (Brasil, 1978). Já a American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH) preconiza como segura uma exposição média de 25 µg/m 3 para uma jornada de trabalho de até 8 horas/dia e 40 horas/ semana. Recomenda também um valor-teto para essa exposição de 30 µg/m 3, o qual não deve ser ultrapassado em nenhum momento da jornada de trabalho, mesmo que a concentração média ponderada em 8 horas esteja dentro dos limites de exposição recomendados pelas agências reguladoras (ATSDR, 1999; ACGIH, 2009; Silva et al., 2009) Porém, ainda que existam valores de referência considerados seguros para exposição ao mercúrio, uma avaliação mundial sobre esse metal feita em 2005 pelo Programa de las Naciones Unidas para El Medio Ambiente (PNUMA) demonstrou que trabalhadores expostos a níveis atmosféricos prolongados de 20 a 30 µg Hg/m 3 ou níveis urinários de 30 a 35 µg Hg/g de creatinina já começam a apresentar efeitos adversos sutis no SNC e nos rins (PNUMA, 2005). Além disso, vários autores argumentam que os limites de exposição não levam em consideração fatores individuais que podem influenciar na resposta à exposição (Anusavice, 2005; Pernambuco, 2001; Schhute et al., 1994; Silva et al., 2009; WHO, 2003). Considerações Finais O estudo sobre metais, entre eles o mercúrio, incluindo seu impacto na saúde humana e no ambiente é determinante para a prevenção de contaminações de origem ocupacional e ambiental. Em alguns países, como o Brasil, os riscos são pouco avaliados e controlados. Além disso, as normas brasileiras que regulamentam a exposição ocupacional foram elaboradas em 1978 e revisadas na década de 1990, baseadas em normas internacionais da época. Ao longo do tempo houve crescimento da contaminação ambiental e há publicações que demonstram que não existem valores de exposição 100% seguros, acarretando, assim, mudanças nos limites internacionais, com redução dos valores-limites, alterações essas nem sempre acompanhadas pela legislação brasileira. Diante do exposto e, considerando-se que a exposição ocupacional ao mercúrio pode resultar em contaminação dos cirurgiões-dentistas, bem como que os resíduos desse metal contidos no amálgama dentário são potenciais fontes de contaminação do meio ambiente, fica evidente a importância e a necessidade da avaliação regular dos níveis de contaminação por mercúrio dos profissionais do setor odontológico e do ar do ambiente onde eles trabalham. É fundamental mapear e avaliar o processo de trabalho desses profissionais, na tentativa de identificar possíveis falhas no manuseio do mercúrio, a fim de eliminá-los ou minimizá-los. Os riscos que o mercúrio oferece aos cirurgiões-dentistas e aos demais trabalhadores da área odontológica não podem ser ignorados. A observância por parte desses profissionais de medidas de higiene relativamente simples pode contribuir para a redução da contaminação do ambiente de trabalho odontológico e da possível contaminação dos diversos ecossistemas, provocada pelos resíduos de mercúrio presentes no amálgama e descartados na rede de esgotos e no lixo sólido. Agindo dessa forma, contribuirão para a preservação da sua própria saúde, a dos pacientes e também para a preservação ambiental. Cabe nesse momento citar a observação de que os profissionais de saúde, de forma geral, não possuem em suas grades curriculares disciplinas que destaquem a avaliação dos metais e os possíveis impactos gerados por sua utilização, sendo este um hiato necessário de correção. É fato que, apesar da controvérsia com relação ao mercúrio e às possíveis consequências negativas de sua utilização, bem como da deficiência estética do amálgama, ainda não existe na área da Odontologia desenvolvimento tecnológico que permita a suspensão completa do uso desse produto, ou seja, não há material que possa combinar a estética das resinas compostas com as propriedades mecânicas do amálgama. Dessa forma, o amálgama de prata mantém sua importância dentro da Odontologia, sendo mundialmente utilizado no tratamento restaurador de dentes posteriores. 514 Cad. Saúde Colet., 2010, Rio de Janeiro, 18 (4):

7 Amálgama dentário: fonte de contaminação por mercúrio para a Odontologia e para o meio ambiente Referências Agency for Toxic Substances And Disease Registry (ATSDR). Toxicological profile for mercury, U.S. Department of Health and Human Services, Public Health Service, U.S. Government Printing Office, USA, Disponível em: <http://www.atsdr.cdc.gov/toxprofiles/tp46.pdf> [Acesso em jul. 2009]. American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH). TLVs e BEIs. Tradução e edição: Associação Brasileira de Higienistas Ocupaionais (ABHO); Anusavice, K. J. Philips materiais dentários. Rio de Janeiro: Campus/ Elsevier. Tradução da 11ª edição americana; Azevedo, F. A.; Nascimento, E. S.; Chasin, A. A. M. Mercúrio. In: Azevedo, F. A.; Chasin, A. A. M., Eds. Metais: gerenciamento da toxicidade. São Paulo: Atheneu; p Ballester, R. Y.; Markarian, R. A.; Loguercio, A. D. Alteração dimensional de amálgama de prata e liga à base de gálio. 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