Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008

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2 Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008 No cenário da actual conjuntura económica o sistema de garantia mútua é visto quer pelos parceiros financeiros quer pelos organismos públicos como um importante instrumento de mitigação do risco e de apoio à actividade das PME suas clientes. Em conformidade com a relevância que lhe foi reconhecida as Sociedades de Mútua (SGM) e o Fundo de Contragarantia Mútua (FCGM) tem assistido ao crescimento exponencial das respectivas carteiras de responsabilidades fruto dos protocolos e das linhas especiais de crédito com garantia mútua que têm vindo a celebrar desde o segundo semestre de 2008 e que a seguir se mencionam: 1. LINHA PME INVESTE I Em 8 de Julho de 2008 foi celebrado entre os principais grupos financeiros que actuam no mercado nacional, as Autoridade de Gestão do Programa Operacional Factores de Competitividade e dos Programas Operacionais Regionais de Lisboa e do Algarve e as SGM o protocolo que visou lançar no mercado uma linha de crédito, exclusivamente destinada ao financiamento de investimento novo em activos fixos, corpóreos ou incorpóreos, e aumento de fundo de maneio associado ao incremento da actividade das PME do continente, beneficiando ainda estas últimas de uma bonificação integral da comissão de garantia e parcial da taxa de juro no valor de 1,25% acrescido do spread aplicável pelo Banco. O montante global da linha ascendia aos 600 milhões de euros, mas com possibilidade de extensão até aos 750 milhões de euros. 2. PME INVESTE II Em 14 de Outubro de 2008, foi celebrado um novo protocolo PME INVESTE II, entre os principais grupos financeiros que actuam no mercado nacional, as Autoridade de Gestão do Programa Operacional Factores de Competitividade e dos Programas Operacionais Regionais de Lisboa e do Algarve e as SGM que visava dar continuidade ao sucesso da Linha PME Investe I. O montante global desta linha ascendia a 1000 milhões de euros, e apresentava, face à anterior, as seguintes especificidades: 2/2

3 Lançamento de duas linhas especificas, uma para o sector do comércio, no valor de 200 milhões de euros, e outra para o sector do para o sector da Restauração, no valor até 50 milhões de euros; Operações de financiamento destinadas a investimento novo em activos fixos corpóreos ou incorpóreos e aumento de fundo de maneio associado ao incremento da actividade limitado ao máximo de 30% do valor total da operação, excluindo operações de financiamento destinadas à aquisição de terrenos, imóveis, viaturas e bens em estado de uso. Redução do valor da bonificação da taxa de juros para 0,5% acrescido do spread aplicável pelo Banco a cada uma das operações. 3. LINHA PME INVESTE III Em 4 de Dezembro de 2008 foi celebrado um outro protocolo, designado por PME INVESTE III, entre o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, IP, o Instituto de Turismo de Portugal, IP, o Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP, as Autoridade de Gestão do Programa Operacional Factores de Competitividade, os principais grupos bancários e as SGM. O montante global da linha PME Investe III ascende a 1,6 milhões de euros, salientando-se, como principais inovações desta terceira linha: O alargamento do âmbito das empresas beneficiárias, eliminando-se a exclusividade do apoio a PME e a limitação territorial de apoio a empresas sedeadas no continente, no caso da linha especifica do Turismo; A criação de várias linhas especificas, em função das áreas de actividade das empresas beneficiárias, nomeadamente: Linha específica para os sectores exportadores No valor até 500 milhões de euros, destinada a empresas de sectores exportadores. A taxa de juro será bonificada pelo FINOVA no valor do spread. Linha específica para o sector automóvel No valor até 200 milhões de euros, destinada a empresas do sector automóvel (incluindo componentes e moldes). A taxa de juro será bonificada pelo FINOVA no valor do spread aplicável a cada operação deduzido de 100 pontos base Linha especifica para o sector do Turismo No valor até 500 milhões de euros, destinada a empresas do sector do turismo. A taxa de juro será bonificada pelo FINOVA no valor do spread aplicável a cada operação deduzido de 150 pontos base. Linha especifica para as micro e pequenas empresas No valor até 400 milhões de euros destinada a micro e pequenas empresas. A taxa de juro será bonificada pelo FINOVA no valor do spread aplicável a cada operação acrescida de 25 pontos base. 3/3

4 São elegíveis operações de financiamento destinadas a investimento novo em activos fixos corpóreos ou incorpóreos ou ao reforço do fundo de maneio ou dos capitais permanentes O quadro infra visa sintetizar as linhas de crédito e as especificidades e impacto das mesmas no sistema de garantia mútua. 1. Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInveste garantia com o valor máximo de 1.5 milhões por empresa / grupo micro e PME sedeadas no Continente 2.1. Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInveste II garantia com o valor máximo de 1.5 milhões por empresa / grupo micro e PME sedeadas no Continente 2.2 Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvest II - 90% Contragarantia 90% garantia com o valor máximo de milhões por empresa / grupo com contas não consolidadas e garantia com o valor máximo de milhões no caso de 4/4

5 empresas pertencentes a grupo com contas consolidadas 3.1. Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvesteIII - Exportadores até 50% garantia com o valor máximo de 1.5 milhões por empresa / grupo As empresas beneficiárias terão de observar cumulativamente as seguintes condições: - Empresas industriais ou de serviços que não integrem grupos empresariais cuja facturação consolidada seja superior a 150 milhões de. São ainda elegíveis as empresas comerciais que exportem bens ou serviços produzidos em Portugal; - Exportar pelo menos 25% do seu volume de vendas ou um valor superior a um milhão de, sendo consideradas como exportação as vendas destinadas a empresas exportadoras 3.2 Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvesteIII Exportadores 90% Contragarantia 90% garantia com o valor máximo de milhões por empresa / grupo com contas não consolidadas e garantia com o valor máximo de milhões no caso de empresas pertencentes a grupo com contas consolidadas 4.1. Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvesteIII - Automóvel até 50%, do capital mutuado em divida em cada momento 5/5

6 garantia com o valor máximo de 1.5 milhões por empresa / grupo Empresas industriais do sector automóvel (incluindo a produção de componentes e de moldes) cuja facturação não seja superior a 150 milhões de. 4.2 Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvesteIII Automóvel 90% Contragarantia 90% garantia com o valor máximo de milhões por empresa / grupo com contas não consolidadas e garantia com o valor máximo de milhões no caso de empresas pertencentes a grupo com contas consolidadas 5.1 Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvesteIII - Turismo até 50% do capital mutuado em divida em cada momento garantia com o valor máximo de 1.5 milhões por empresa / grupo Empresas hoteleiras que não pertençam a grupos empresariais que integrem sociedades admitidas à negociação em Bolsa. 5.2 Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvest III - TUR - 90% Contragarantia 90% garantia com o valor máximo de milhões por empresa / grupo com contas não consolidadas e garantia com o valor máximo de milhões no caso de empresas pertencentes a grupo com contas consolidadas 6/6

7 6 Linha de garantias (gaveta) QREN - PMEInvesteIII - Micro P. Emp. até 75% do capital em divida em cada momento. O valor do financiamento a conceder é de ,00 (micro empresas) ou de ,00 (pequenas empresas). Micro (até 10 trabalhadores) ou pequenas empresas (entre 11 e 50 trabalhadores) que apresentem um volume de vendas inferior a dez milhões de euros, uma situação líquida positiva, resultados líquidos positivos em dois dos últimos três exercícios e que assumam o compromisso de manter o volume de emprego observado à data da contratação do empréstimo durante a vigência do contrato de financiamento, mediante assinatura de declaração cuja minuta será disponibilizada pelo IEFP. No que concerne às dotações a realizar para o FCGM foi celebrado em 5 de Fevereiro de 2009 com a PME Investimentos, na sua qualidade de sociedade gestora do FINOVA, o IAPMEI e o FCGM o contrato de dotação, que estipula a realização de um reforço do capital do FCGM, no valor global de ,00, a realizar uma duas tranches, para cobertura das contragarantias emitidas no âmbito das Linhas PME Investe I e PME Investe II. A primeira tranche, no valor de ,00 nesta data já se encontra integralmente realizada. O valor remanescente, no montante de ,00 é expectável que venha a ser realizado pelo IAPMEI a muito curto prazo. Para as contragarantias emitidas pelo FCGM às garantias emitidas pelas SGM no âmbito da Linha PME Investe III o FCGM ainda não dispõe de dotação para cobertura financeira das mesmas, aguardando-se, no entanto, mais em fase de encerramento da Linha, e dispondo a sociedade gestora do FINOVA de números finais de execução da medida, que venha a ser celebrado o reforço necessário, conforme compromissos assumidos. 4. LINHA DE CRÉDITO PME MADEIRA/PROGRAMA INTERVIR + Em 29 de Outubro de 2008 foi celebrado um protocolo entre o Instituto de Desenvolvimento Empresarial da Região Autónoma da Madeira (IDE-RAM), os principais grupos bancários e as SGM visando o lançamento, para apoio à actividade das PME sedeadas na Região Autónoma da Madeira, de uma linha de crédito similar às Linhas PME Investe, anteriormente mencionadas. Esta Linha de crédito ascendia a 15 milhões de euros, prevendo-se a possibilidade da sua extensão para 20 milhões de euros. Em virtude do 7/7

8 elevado sucesso alcançado, que originou o esgotamento da linha em cerca de 20 dias aproximadamente, a RAM aprovou a extensão da medida para os 40 milhões de euros. A mencionada linha de crédito destinase, exclusivamente a PME tal como definido na Recomendação 2003/361CE da Comissão Europeia, certificadas pela Declaração Electrónica do IDE-RAM, passíveis de se enquadrarem no Programa Intervir + que se localizem na Região Autónoma da Madeira, e engloba unicamente operações de financiamento destinadas a investimentos novos em activos fixos corpóreos ou incorpóreos e aumento de fundo de maneio associado ao incremento da actividade, ficando este último limitado a 50% do valor do financiamento ou euros no caso de candidaturas cujo elegível é só fundo maneio. Das despesas elegíveis excluiu-se a aquisição de terrenos, imóveis, viaturas e bens em estado de uso. O IDE - RAM, tal como nas linhas PME Investe para as empresas do continente, bonifica também integralmente a comissão de garantia das SGM e parcialmente a taxa de juro, no valor de 1% acrescido do spread aplicável pelo Banco a cada uma das operações. O montante máximo de financiamento, por cada empresa é de ,00 e de por agrupamento de empresas. 1 Linha de garantias (gaveta) RAM - PMEMadeira até 50% do capital em divida em cada momento. O valor do financiamento a conceder, por cada empresa, é de ( de garantia) ou de , por agrupamento de empresas ( ). PME tal como definido na Recomendação 2003/361CE da Comissão Europeia, passíveis de se enquadrarem no Programa Intervir + que se localizem na Região Autónoma da Madeira No que concerne às dotações a realizar para o FCGM para cobertura das contragarantias por este emitidas às garantias prestadas pelas SGM foram celebradas entre o FCGM e o IDE RAM duas adendas ao contrato inicial de dotação. No âmbito da Linha PME Madeira / Intevir + e das adendas celebradas o IDE RAM reforçou a dotação inicial em mais ,00, tendo ainda reafectado a importância de ,19 da dotação inicial para a cobertura desta medida específica. Nestes termos, o montante global da dotação do FCGM afecta à contragarantia das garantias emitidas pelas SGM para a presente linha é de , LINHA DE CRÉDITO BONIFICADO PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DA MADEIRA Em 18 de Fevereiro de 2009 foi ainda celebrado entre o Instituto de Desenvolvimento Empresarial da Região Autónoma da Madeira (IDE-RAM) os principais grupos bancários e as SGM um novo protocolo 8/8

9 destinado unicamente a apoio da actividade empresarial das Micro e Pequenas empresas sedeadas na região autónoma da Madeira, reconhecendo-se o importante papel que estas estruturas empresarias desempenham na economia regional e particularmente na manutenção dos níveis de emprego. O montante global da Linha ascende a 10 milhões de euros, sendo apenas admitidas as operações de financiamento destinadas a investimentos novos em activos fixos corpóreos ou incorpóreos e necessidades de capitais permanentes. A comissão de garantia é integralmente bonificada e a taxa juro apenas bonificada no valor de 0,25% acrescido do spread aplicável pelo Banco a cada uma das operações.. 1 Linha de garantias (gaveta) RAM - PMEMadeira - Micro até 75% do capital em divida em cada momento. O montante máximo do financiamento por empresa é de (micro empresas) euros ou de euros(pequenas empresas). Micro e Pequenas empresas tal como definido na Recomendação 2003/361/CE da Comissão Europeia e com actividades passíveis de se enquadrarem no Programa INTERVIR+ constantes da lista de CAE s do Anexo III do presente Protocolo, apenas sendo admissíveis Micro e Pequenas Empresas que possuam um exercício económico completo e contas fechadas. Para cobertura das contragarantias emitidas pelo FCGM no âmbito da Linha de Crédito Bonificado para Micro e Pequenas Empresas da Madeira, foi celebrado em 18 de Fevereiro de 2009 um novo contrato de dotação entre o FCGM e o IDE RAM que estipula o reforço do capital do FCGM em , LINHA DE CRÉDITO AÇORES INVESTE Em 3 de Fevereiro de 2009 foi celebrado com a Região Autónoma dos Açores, os principais grupos bancários e as SGM um protocolo análogo ao PME Investe, visando o lançamento, na região autónoma dos Açores da Linha de Crédito Açores Investe, no montante global de 40 milhões de euros, para apoio da actividade das empresas com sede na Região Autónoma dos Açores. Este protocolo marca ainda um importante marco na expansão da actividade das SGM que passa assim a ter uma presença mais significativa em ambas as regiões autónomas. Esta linha, que é transversal às diversas tipologias de empresas, prevê, no entanto, condições específicas, em função da dimensão empresarial, e de alguns sectores de actividade, designadamente: Micro e pequenas empresas O montante máximo de financiamento, por cada empresa é de ,00 (micro empresas), ,00 (pequenas empresas). A comissão de garantia é 9/9

10 integralmente bonifica e a taxa de juro é bonificada quanto ao valor do spread aplicável a cada operação acrescida de 25 pontos base. Médias empresas - O montante máximo de financiamento, por cada empresa é de ,00. Tal como nas demais linhas, a comissão de garantia é integralmente bonificada e a taxa de juro será bonificada no valor do spread aplicável a cada operação deduzido de 135 pontos base. Médias e Grandes empresas do Sector do Turismo, e Médias e Grandes empresas de Sectores Exportadores - O montante máximo de financiamento, por cada empresa é de ,00. A taxa de juro será bonificada pela Entidade Gestora no valor do spread aplicável a cada operação deduzido de 185 pontos base e a comissão de garantia totalmente bonificada. 1. Linha de garantias (gaveta) RAA - PMEAçores - Micro P. Emp. Contragarantia 85% Até 75% do capital mutuado em divida em cada momento O montante máximo do financiamento por empresa é de (micro empresas) euros ou de euros (pequenas empresas). Micro e Pequenas Empresas com sede na Região Autónoma dos Açores, e cuja actividade principal não esteja relacionada com a produção primária de produtos agrícolas. 2.. Linha de garantias (gaveta) RAA - PMEAçores - Médias Emp. Contragarantia 85% O montante máximo de financiamento, por cada empresa é de ,00 Médias Empresas com sede na Região Autónoma dos Açores, e cuja actividade principal não esteja relacionada com a produção primária de produtos agrícolas, nem com o sector do turismo ou exportador 3 Linha de garantias (gaveta) RAA - PMEAçores - Turismo 10/10

11 Contragarantia 85% O montante máximo de financiamento, por cada empresa é de ,00 Médias e Grandes Empresas com sede na Região Autónoma dos Açores, do Sector do Turismo que desenvolvam a actividade enquadrada na Lista de Classificação das Actividades Económicas (CAE), Rev. 3 DL 381/2007, de 14 de Novembro): Secção I Alojamento, restauração e similares Secção R Actividades artísticas, de espectáculo, desportivas e recreativas especificamente Grupo Actividades de diversão e recreativas 4. Linha de garantias (gaveta) RAA - PMEAçores - Exportadores Contragarantia 85% até 50% O montante máximo de financiamento, por cada empresa é de ,00 Médias e Grandes Empresas com sede na Região Autónoma dos Açores e que demonstrem que a relação das vendas ao exterior da Região Autónoma dos Açores é, pelo menos, 30% das vendas totais da empresa Decorrente da celebração do Protocolo e do lançamento da Linha de Crédito Açores Investe foi celebrado em 4 de Fevereiro de 2009, entre o FCGM e a Região Autónoma dos Açores, um contrato de dotação para cobertura das contragarantias emitidas pelo FCGM no âmbito da mencionada Linha. O valor da dotação a realizar ascende a ,00. 11/11

12 7. LINHA DE APOIO AO CRÉDITO COMERCIAL DAS PME S ATRAVÉS DO SEGURO DE CRÉDITOS PARA PAÍSES DA OCDE Em virtude do agravamento das condições económicas e financeiras internacionais e da redução dos limites de crédito concedidos pelas seguradoras às empresas clientes, com o intuito de manter as condições e os plafonds para seguros de crédito que as empresas beneficiavam antes o FINOVA, a COSEC, a CESCE, a COFACE, a Crédito y Caucion, a Mapfre e as SGM celebraram em 9 de Janeiro de 2009 um protocolo para garantir, através de garantias de carteira a emitir pelas SGM, as coberturas adicionais ( top-up ) no âmbito de apólices globais de seguros de crédito. A linha de apoio ao crédito comercial das pme s através do seguro de créditos para países da ocde, com garantia mútua estabelece, destina-se a empresas localizadas nas regiões do Continente, em especial PME tal como definido na Recomendação 2003/361CE da Comissão Europeia, neste caso certificadas pela Declaração Electrónica do IAPMEI, que não tenham dívidas à Administração Fiscal ou à Segurança Social. O montante máximo da indemnização a atribuir pela seguradora à empresa beneficiária/segurado no seguro com as coberturas adicionais ( top up ) será de até 3,750 milhões de euros, por empresa ou grupo de empresas sem contas consolidadas e de 4,5 milhões de euros no caso de grupo de empresas com contas consolidadas. No âmbito desta linha as SGM emitiram a favor de cada seguradora uma garantia de carteira), destinada a assegurar, a cada seguradora, o pagamento, até ao seu valor máximo (correspondente, no momento inicial a uma cap rate de 10%, mas que será revista trimestralmente, decorrido um ano após a celebração do protocolo, tendo em conta o nível de sinistralidade da linha), de 100% do valor indemnizável ao abrigo de cada uma das coberturas adicionais ( top up ) celebradas pela seguradora com cada empresa. O montante global da Linha ascende a 500 milhões de euros, repartido pelas seguradoras aderentes ao protocolo, de acordo com as quotas definidas pelas partes, nos seguintes termos: COSEC 210 milhões de euros, garantido pelo sistema de garantia mútua em 21 milhões; CESCE 60 milhões de euros, garantido pelo sistema de garantia mútua em 6 milhões; COFACE 35 milhões de euros, garantido pelo sistema de garantia mútua em 3,5 milhões; CRÉDITO Y CAUCION milhões de euros, garantido pelo sistema de garantia mútua em 14,7 milhões; MAPFRE - 48 milhões de euros, garantido pelo sistema de garantia mútua em 4,8 milhões; 12/12

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