INFORME ECONÔMICO 18 de março de 2016

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1 Jan-07 Jul-07 Jan-08 Jul-08 Jan-09 Jul-09 Jan-10 Jul-10 Jan-11 Jul-11 Jan-12 Jul-12 Jan-13 Jul-13 Jan-14 Jul-14 Jan-15 Jul-15 Jan-16 INFORME ECONÔMICO RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS FED demonstra preocupação com a evolução do cenário econômico global. No Brasil, o ano teve início com forte contração da atividade. Nos EUA, o FED reforçou o tom de cautela com relação aos próximos passos de política monetária diante dos riscos globais. O FED manteve a taxa de juros inalterada no intervalo entre 0,25% a 0,50% a.a., em linha com as expectativas de mercado. No comunicado, o FED destacou que a condição econômica e financeira global se mantém como um risco para o desenvolvimento da economia dos EUA, mas manteve a avaliação de que até o momento a atividade doméstica se expande em ritmo moderado. Ainda com relação à atividade, o FOMC avaliou que houve melhora adicional da renda, corroborando com a continuidade do aperto no mercado de trabalho. A respeito da inflação, o FOMC reconheceu que os preços aceleraram nos últimos meses, mas permanecem abaixo da meta de longo prazo. A reunião também contou com a divulgação das projeções do comitê. Enquanto a expectativa para o núcleo da inflação (PCE) permaneceu a mesma (1,6%) para 2016 e sofreu revisão baixista para 2017 (de 1,9% para 1,8%), o PIB contou com redução da expectativa tanto para 2016 (de 2,4% para 2,2%) como para 2017 (de 2,2% para 2,1%). A taxa de desemprego de longo prazo, por sua vez, cedeu de 4,9% para 4,8%. Em linha com a piora nessa percepção de atividade e da ausência de pressão inflacionária, o FOMC reduziu sua expectativa de aumento de juros de quatro para duas nas próximas reuniões. Em nossa visão, o comunicado demonstrou que a preocupação dos impactos das incertezas globais sobre a economia norte-americana se acentuou entre os membros do FOMC. A depender da evolução dos dados econômicos, especialmente do aumento da inflação, acreditamos em mais duas altas de juros pelo FED no 2º semestre desse ano. Por fim, em termos de dados econômicos, o núcleo das vendas no varejo em fevereiro ficou estável, abaixo da expectativa de expansão de 0,2%. Já o núcleo da inflação acelerou de 2,2% para 2,3% entre janeiro e fevereiro. 4,5% 4,0% 3,5% 3,0% 2,5% 2,0% 1,5% 1,0% 0,5% 0,0% Mediana (2016): De 1,4% para 0,9% EUA - Projeção de Fed Fund vs Mercado Mar/16 (% ao ano) Mediana (2017): De 2,4% para 1,9% Fonte: FED, BRAM Fed Funds Futures Mediana (2018): De 3,3% para 3,0% 4,1% 3,3% 2,6% 1,8% 1,0% 0,3% -0,5% -1,2% -2,0% 3,2% 0,5% Fonte: BLS, BRAM EUA - CPI: Núcleo de inflação (total, serviços e bens) 3,1% -0,3% 2,5% 2,7% 0,7% -0,8% Núcleo - Serviços Núcleo - Bens Núcleo Total 3,09% 2,34% 0,10% Na Zona do Euro, a produção industrial registrou expansão acima do esperado em janeiro. Na margem o aumento foi de 2,1%, acima da expectativa do mercado (1,7%). Por segmento, a alta foi puxada essencialmente pelo aumento de 2,4% da produção de energia. Na distribuição por país, a principal contribuição foi da indústria alemã com expansão de 3,3%. Em termos anuais o crescimento 1

2 jun-06 dez-06 jun-07 dez-07 jun-08 dez-08 jun-09 dez-09 jun-10 dez-10 jun-11 dez-11 jun-12 dez-12 jun-13 dez-13 jun-14 dez-14 jun-15 dez-15 fev-08 ago-08 fev-09 ago-09 fev-10 ago-10 fev-11 ago-11 fev-12 ago-12 fev-13 ago-13 fev-14 ago-14 fev-15 ago-15 fev-16 jul-08 jan-09 jul-09 jan-10 jul-10 jan-11 jul-11 jan-12 jul-12 jan-13 jul-13 jan-14 jul-14 jan-15 jul-15 jan-16 INFORME ECONÔMICO foi de 2,8% da produção industrial na Zona do Euro, a maior expansão desde agosto de No Reino Unido, o Banco Central (BoE) manteve a taxa de juros em 0,5%, conforme o esperado. Em comunicado difuso, o BoE manteve a posição de neutralidade quanto aos próximos passos da política monetária. Ademais, os membros do comitê admitiram que a realização do referendo para decidir a continuidade do Reino Unido na União Europeia aumenta o grau de incerteza da economia, devendo afetar negativamente a demanda doméstica no curto prazo Zona do Euro - Produção Industrial (100 = Jan/2008) Ajustado Sazonalmente Zona do Euro Ale Fra Ita Esp Fonte: Eurostat, BRAM Zona do Euro - Produção Industrial (100=Jan/08) Intermediate Non-Durable Durable Capital Energy Fonte: Eurostat, BRAM 77.7 Na Ásia, os destaques foram os dados de atividade na China e a reunião do Banco Central do Japão (BoJ). Os dados de atividade nos dois primeiros meses do ano revelam o quadro de moderação da economia chinesa. A produção industrial teve expansão de 5,4%, abaixo do consenso (5,6%) e do resultado apresentado no mês anterior (6,1%). As vendas no varejo também tiveram surpresa baixista. A expansão de 10,2% veio abaixo do consenso (11%), e da variação de 10,7% registrada em dezembro. Importante destacar que essa desaceleração se opõe ao programa defendido pelo governo de priorizar a expansão do consumo no país. Na direção contrária, o investimento em ativo fixo subiu 10,2%, acima do consenso (9,3%) e do resultado anterior (10,0%). Os dados desse início de ano, contudo, devem ser interpretados com cautela em virtude da ocorrência do feriado chinês. No Japão, o BoJ manteve a política de compras de títulos inalterada, bem como a taxa de depósito permaneceu em -0,1%. No comunicado, o BoJ revelou piora em sua percepção sobre a atividade japonesa, além de reconhecer que houve redução nas expectativas de inflação. Dado isso, acreditamos que o BoJ irá aumentar seu programa de estímulo monetário na reunião de abril. 25% 20% 15% 10% 5% 0% Fonte: Bloomberg China - Atividade Econômica (% A/A) Varejo (nominal) Varejo (real) Industria 11.3% 8,7% 5,9% Fonte: CEIC China - Investimentos em Ativos Fixos (% A/A, acumulado no ano, nominal) 15,8 10,2 7,5 3,0 Total Manufatura Setor imobiliário Infraestrutura 2

3 jan-10 mai-10 set-10 jan-11 mai-11 set-11 jan-12 mai-12 set-12 jan-13 mai-13 set-13 jan-14 mai-14 set-14 jan-15 mai-15 set-15 jan-16 jan-mar/12 mar-mai/12 mai-jul/12 jul-set/12 set-nov/12 nov-jan/13 jan-mar/13 mar-mai/13 mai-jul/13 jul-set/13 set-nov/13 nov-jan/14 jan-mar/14 mar-mai/14 mai-jul/14 jul-set/14 set-nov/14 nov-jan/15 jan-mar/15 mar-mai/15 mai-jul/15 jul-set/15 set-nov/15 INFORME ECONÔMICO Nos emergentes, o destaque ficou por conta das reuniões dos bancos centrais do Chile, da África do Sul e da Indonésia, que tiveram posturas distintas. O Banco do Chile (BCl) manteve sua taxa de juros em 3,5%, mesmo diante da inflação consistentemente acima da meta. Em fevereiro a inflação alcançou 4,7%, bem acima do centro da meta central de 3%. A expectativa dos membros do BCl é a de que ocorra um movimento de desinflação nos próximos meses em virtude da forte desaceleração econômica. Na África do Sul, por sua vez, houve aumento de 25 p.b. na taxa de juros (levando-a para 7%). O presidente do Banco Central disse que o atual patamar de juros é condizente para dar suporte à fraqueza da economia, enquanto atenua a pressão sobre a moeda (o Rand depreciou cerca de 7% nessa semana, graças à instabilidade política) e inflação. Em sentido contrário, o Banco Central da Indonésia cortou a taxa de juros pela terceira vez no ano. O corte de 25 p.b na taxa de juros (levando-a para 6,75%) tem como objetivo impulsionar a atividade econômica, ferramenta viável graças à inflação em queda e ao comportamento da moeda (apreciação de 5% no ano). No Brasil, a atividade econômica iniciou com forte contração na margem. Entre janeiro e dezembro o índice de atividade econômica (IBC-Br) calculado pelo Banco Central apresentou contração de 0,6%, variação pior do que a nossa projeção (+0,4%) e a do mercado (+0,2%). A última alta do IBC-Br foi em fevereiro de Em termos anuais, a economia brasileira contraiu -8,1% em janeiro, o maior recuo desde o início da série histórica em fevereiro de O estado recessivo da economia tem alimentado a deterioração do mercado de trabalho. Quanto ao emprego, a média da taxa de desemprego se manteve em 9% no 4º trimestre de 2015, acima do esperado pelo mercado (8,9%), e bem acima da taxa registrada no mesmo período do ano anterior (6,5%). Essa elevação frente ao mesmo período do ano anterior decorre tanto do aumento da força de trabalho (+2,0%), como da queda da população ocupada (-0,6%). A expectativa de contração de 4% do PIB em 2016 deve acentuar a deterioração do mercado de trabalho ao longo dos próximos meses. Acreditamos que a média da taxa desemprego nesse ano deve alcançar 12%. 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0-0,5-1,0-1,5-2,0-2,5 M/M % Fonte: BCB Brasil - Índice de Atividade (IBC-BR) dados SA 1,0 MM 3M (%) 1,1 1,1-1,2-1,2-1,2 0,5-1,4-0,6-0,5 9,5 8,5 7,5 6,5 5,5 4,5 7,9 6,0 6,8 5,0 8,0 Brasil - Taxa de desemprego (PNAD e PME) 5,9 6,2 7,2 6,5 4,6 6,1 9,0 7,4 Fonte: IBGE, BRAM PNAD contínua PME Na próxima semana, o calendário local contempla a divulgação do IPCA-15 de março e da nota à imprensa do setor externo de fevereiro. Na agenda internacional, os destaques serão os indicadores de confiança nos EUA e na Zona do Euro. 3

4 INFORME ECONÔMICO INDICADORES DE MERCADO 14,7 14,5 14,3 14,1 13,9 13,7 13,5 13,73 13,72 Estrutura a Termo de Juros no Brasil (Vértices DI) - % 14,19 14,04 DI Jan17 DI Jan21 DI Jan25 14,56 14,35 6,6 6,4 6,2 6,0 5,8 5,6 5,4 Yield da NTN-B (%) 6,54 6,46 5,93 5,80 NTN-B 2017 NTN-B mar mar mar mar-16 Moedas¹ Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses Franco Suíço 0,97 1,53% 3,0% 3,5% 2,3% Euro 1,13 1,18% 3,9% 3,9% 5,9% Libra 1,45 0,70% 0,5% -1,7% -1,8% Dolar Canadense 1,30 1,85% -3,4% -6,7% 1,9% Dolar Australiano 0,76 0,65% 6,1% 4,5% -0,5% Rublo Russo 67,65 2,96% 7,7% 6,7% -12,6% Iene (Japão) 111,51 0,00% 2,2% 7,2% 7,7% Yuan (China) 6,47 0,00% 1,2% 0,3% -4,5% India 66,51 0,82% 2,0% -0,5% -6,4% Real 3,63-1,16% 7,8% 8,4% -10,2% Peso Chileno 671,08 1,77% 3,1% 5,3% -4,8% Peso Mexicano 17,28 2,37% 3,5% -0,4% -13,1% Peso Colombiano 3059,04 2,92% 5,3% 3,6% -16,3% Sol Peruano 3,38-0,43% 4,1% 1,1% -8,7% Lira Turca 2,86 0,00% 2,7% 2,1% -9,7% Bangladesh Taka 78,38 0,00% 0,2% -0,2% -0,6% Commodities, Juros e Risco Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses CRB 399,9 1,28% 4,2% 6,7% -3% CRB (em Reais) 1450,9 2,48% -3,9% 2,0% 11% Petróleo BRENT 42,5 5,22% 15,5% 9,0% -33% Libor USD 3m 0,64 0,01 0,7% 2,7% 37% Libor EUR 3m -0,23-0,01-2,7% -10,2% -26% Título 10 anos Itália 1,25-0,07-12,7% -34,2% 0% Título 10 anos Alemanha 0,20-0,07 5,8% -42,5% 2% Título 10 anos EUA 1,88-0,11 5,0% -39,4% -9% CDS Brasil 5 anos ,63-119,65 69,03 VIX 14,0-2,5-3,70-3,29-0,07 Bolsas² Cotação Variação Semanal Mês Ano 12 Meses S&P 500 Index 2.049,1 1,33% 3,58% 0,25% -1,92% Dow Jones ,5 2,10% 4,21% 0,86% -2,14% CAC (França) 4.466,0-0,60% 1,34% -3,69% -11,34% DAX (Alemanha) 9.930,9 1,01% 2,20% -7,56% -16,54% FTSE 100 (Inglaterra) 6.223,5 1,36% 1,15% -0,30% -10,61% Nikkei 225 (Japão) ,8-1,26% 3,97% -12,13% -14,13% Shangai (China) 3.092,6 5,16% 8,13% -16,51% -17,63% Ibovespa ,9 2,12% 14,89% 16,93% -0,52% Dados atualizados às 12:00 (1) Variações positivas das moedas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local 4

5 INFORME ECONÔMICO CALENDÁRIO E PROJEÇÕES Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior 21/3 até 25/3 - Criação de empregos formais - CAGED Brasil Fev ,12 mil -99,7 mil - Anúncio da TJLP Brasil ,50% 7,50% Segunda 21-mar 09:30 Índice de Atividade - Fed Chicago EUA Fev ,28 11:00 Vendas de Casas Usadas EUA Fev -- 5,34 Mi 5,47 Mi Terça 22-mar 07:00 Índice ZEW de Sentimento Econômico Z. Euro Mar ,60 Quarta 23-mar 09:00 Taxa de Desemprego Brasil Fev -- 7,90% 7,60% 09:00 IPCA-15 (M/M) Brasil Mar 0,55% 0,53% 1,42% 10:30 Nota à Imprensa: Transações Correntes Brasil Fev US$ 4,82 Bi 11:00 Vendas de Casas Novas EUA Fev mil 494 mil 12:00 Confiança do Consumidor Z. Euro Mar -- -8,00-8,80 Quinta 24-mar 06:00 PMI Indústria Z. Euro Mar -- 51,30 51,20 06:00 PMI Serviços Z. Euro Mar -- 53,40 53,30 06:00 PMI Composto Z. Euro Mar ,00 09:30 Pedidos de Bens Duráveis EUA Fev -- -2,50% 4,70% 09:30 Pedidos Bens de Capital ex Defesa e Aviação EUA Fev -- -0,50% 3,40% Sexta 25-mar 09:30 PIB (T/T anualizado) EUA 4T -- 1,00% 1,00% Projeções Macroeconômicas - BRAM PIB (% ao ano) 3,9% 1,9% 3,0% 0,1% -3,8% -4,0% 0,5% Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 6,5% 5,8% 5,9% 6,4% 10,7% 7,2% 6,0% Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 5,1% 7,8% 5,5% 3,7% 10,5% 8,0% 7,1% Taxa Selic (final do ano) 11,00% 7,25% 10,00% 11,75% 14,25% 12,75% 11,00% Taxa Selic (média do ano) 11,75% 8,46% 8,44% 11,02% 13,58% 13,83% 11,31% R$/US$ média do ano 1,67 1,95 2,16 2,35 3,33 4,15 4,25 R$/US$ final do ano (Média - Mês de Dezembro) 1,88 2,04 2,34 2,66 3,90 4,20 4,30 Exportações (US$ bilhões) 256,0 242,6 242,2 225,1 191,1 194,9 204,6 Importações (US$ bilhões) 226,2 223,2 239,7 229,2 171,4 158,6 160,2 Balança Comercial (US$ bilhões) 29,8 19,4 2,4-4,0 19,7 36,3 44,4 Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -52,6-54,2-81,2-90,9-51,6-11,1 7,1 Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,0-2,2-3,4-4,2-2,9-0,7 0,5 Superávit Primário (% PIB) 2,9 2,2 1,8-0,6-1,9-1,2-1,2 Dívida Líquida (% PIB) 34,5 32,3 30,6 33,1 36,0 40,3 43,1 Dívida Bruta (% PIB) 51,3 53,8 51,7 57,2 66,2 75,1 81,9 5

6 INFORME ECONÔMICO FERNANDO HONORATO BARBOSA Economista-chefe ANDRE NASCIMENTO NOGGERINI DANIEL XAVIER FRANCISCO HUGO RIBAS DA COSTA JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA THIAGO NEVES PEREIRA Tel.: Material produzido em 18/03/2016 às 12h00 Outras edições estão disponíveis no Site: item Informações aos Investidores / Nossa visão / Informativos de Macroeconomia. As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a empresa responsável pela atividade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco Asset Management - Todos os direitos reservados. 6

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