CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES ESTUDANTES SOBRE HPV E PREVENÇÃO

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1 CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES ESTUDANTES SOBRE HPV E PREVENÇÃO Lidianny Braga Pereira Universidade Federal da Paraíba - Lilianny do Nascimento Gonçalves Braga Universidade Federal da Paraíba Elis Amanda Atanázio Silva Universidade Federal da Paraíba Resumo: O HPV (Papiloma Vírus Humano) é um condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista, sendo considerada uma DST (Doença Sexualmente Transmissível). Dados globais mostram que quase todas as pessoas entrarão em contato com o HPV em algum momento da vida, sendo os adolescentes considerada a população mais vulnerável. Diante do exposto objetivou-se verificar o conhecimento acerca da prevenção do HPV de estudantes adolescentes de uma escola pública da cidade de João Pessoa-PB. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, sendo utilizado um questionário estruturado com 10 (dez) questões, o qual foi aplicado com 22 alunos do 8 o ano, na faixa etária de 12 a 15 anos, sendo a maioria do sexo feminino (N=15). Os dados mostraram que 55% dos alunos entrevistados em nenhum momento estudaram sobre o vírus HPV; 95% já ouviram falar sobre a vacina HPV, sendo 46% através da escola; 95% consideram a vacina contra o HPV importante. Sobre esta, 62% informaram que trata-se de uma prevenção para o futuro, 19% uma prevenção contra o câncer do colo do útero e 19% que ajuda as pessoas. Cerca de 73% já conversaram entre eles sobre a importância da vacina contra o HPV; 82% sabiam da sua distribuição gratuita, mas apenas 64% tomaram a mesma. Verificou-se que 73% dos pais acham que estão incentivando os filhos a iniciarem sua vida sexual ao tomarem a vacina contra o HPV e 73% relatam que foram incentivados pela escola a tomar. Diante do exposto, ressalta-se que a escola e tem papel fundamental na orientação sexual, sendo fundamental que os gestores colaborem com o trabalho do professor através da realização de ações voltadas para a educação sexual em todos os níveis escolares, juntamente com a participação da família, contribuindo juntos para a promoção da saúde. Palavras-chave: HPV, adolescentes, escola. INTRODUÇÃO O HPV (Papiloma Vírus Humano) é um condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista. É uma DST (Doença Sexualmente Transmissível) causado pelo vírus HPV, que infecta a pele e o revestimento

2 interno dos órgãos de mulheres e homens (BRASIL, 2013). Existem diferentes tipos de HPV, que podem ser divididos em dois grandes grupos, um relacionado ao desenvolvimento de verrugas e outro mais perigoso, que pode causar cânceres (colo do útero, ânus, vagina, vulva, pênis, boca e garganta). Dados globais mostram que quase todas as pessoas entrarão em contato com o HPV em algum momento da vida. Porém, os adolescentes representam a população mais vulnerável ao HPV, sendo o período indicado para a construção do conhecimento no âmbito das doenças sexualmente transmissíveis e portanto o público alvo para o esquema vacinal CIRINO; NICHIATA; BORGES, 2010). Os jovens são, de fato, a população com maior taxa de prevalência de infeção por HPV sendo por isso necessário avaliar os seus conhecimentos nesta temática com vista à adequação das medidas de promoção e proteção da saúde sexual e reprodutiva, evitando desta forma a propagação do vírus (CIRINO; NICHIATA; BORGES, 2010; BRASIL, 2013). A vacina contra o HPV foi lançada em 2006 e está sendo incluída em programas nacionais de imunizações em todo o mundo. Existem duas vacinas profiláticas contra HPV aprovadas e registradas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e que estão comercialmente disponíveis: a vacina quadrivalente, da empresa Merck Sharp & Dohme (nome comercial Gardasil), que confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18; e a vacina bivalente, da empresa GlaxoSmithKline (nome comercial Cervarix), que confere proteção contra HPV 16 e 18. As vacinas são preventivas, tendo como objetivo evitar a infecção pelos tipos de HPV nelas contidos. Em 2014 no Brasil, o Ministério da Saúde iniciou a implementação no SUS (Sistema Único de Saúde) da vacinação gratuita contra o HPV em meninas de 9 a 13 anos de idade, com a vacina quadrivalente. Esta faixa etária é a mais indicada, pois apresenta maior beneficio pela grande produção de anticorpos e por ter sido menos exposta ao vírus através de relações sexuais. Neste ano (2017), foram incluídos para o esquema vacinal meninas de 14 anos e meninos de 12 e 13 anos. Meninas de 9 a 14 anos e meninos de 12 e 13 anos podem tomar a vacina gratuitamente no SUS obedecendo o calendário de vacinação de duas doses sendo a segunda dose seis meses após a primeira dose. As mulheres e homens entre 9 e 26 anos com HIV devem receber três doses no intervalo de (0, 2 e 6 meses). É fundamental que os profissionais orientem os pacientes e familiares para incluir a vacina HPV no calendário de vacinação da mesma forma que orientam sobre qualquer outra vacina.

3 Ressalta-se que, mediante a companha do Governo Federal, o Ministério da Saúde e o SUS (Sistema Único de Saúde) durante os últimos anos, sobre a importância da vacinação contra o HPV e o papel dos pais e dos responsáveis na proteção do futuro dos seus filhos, tornou-se importante investigar qual o conhecimento dos estudantes acerca da prevenção deste agravo (BRASIL, 2013). Diante do exposto, objetivou-se verificar o conhecimento acerca da prevenção do HPV de estudantes adolescentes de uma escola pública da cidade de João Pessoa-PB. Desta forma, pode-se ter um panorama de como esse conhecimento está chegando até essas crianças e adolescentes e, consequentemente, ampliar a cobertura das ações de prevenção no âmbito da saúde pública articulada com os espaços educativos, potencializando a efetividade das campanhas preventivas e uma maior adesão à vacina contra o HPV. Como objetivos específicos, foram propostos: Analisar o conhecimento dos estudantes sobre o vírus HPV; Identificar o conhecimento dos estudantes sobre a prevenção e as campanhas de vacinação contra o HPV; Verificar a adesão dos estudantes à vacina contra o vírus HPV. MÉTODO Trata-se de uma pesquisa descritiva exploratória, de caráter transversal, a qual foi realizada em uma escola pública localizada na cidade de João Pessoa-PB, tendo como participantes os discentes do 8 o ano do Ensino Fundamental II. Tendo em vista que o alvo populacional da vacina contra o HPV são crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, foram selecionados para compor a amostra desse estudo os adolescentes que estavam cursando a série do 8 o ano do ensino fundamental da escola. Apesar de nessa série ter alunos com idades mais avançadas, para composição final da amostra, limitou-se a considerar apenas aqueles que estivessem com idade máxima de 15 anos. Assim, a amostra final foi comporta por 22 alunos, sendo 15 do sexo feminino e 7 do sexo masculino, na faixa etária de 12 a 15 anos, do 8 o ano, todos residindo na zona urbana da cidade de João Pessoa-PB. A coleta de dados da pesquisa se deu através da aplicação de um questionário com 10 questões objetivas e subjetivas (ver no anexo), referentes ao conhecimento que os estudantes possuem acerca do HPV, sua transmissão, prevenção, meios de informação e a vacinação,

4 bem como questões sócio demográficas, permitindo a caracterização da amostra. Para o desenvolvimento desta investigação, no primeiro momento foi feito o contato com a escola e sua direção, apresentando os objetivos deste estudo e a importância do local para o desenvolvimento do mesmo. Em seguida, a aplicação do questionário foi realizada na sala de aula referente à série escolar participante. Após uma breve explanação sobre a pesquisa e explicações sobre a importância de respostas individuais as mais sinceras possíveis, os questionários foram distribuídos entre os alunos. A pesquisadora se manteve no local, para o caso de haver qualquer dúvida. Todos foram informados sobre o anonimato das respostas, visando a preservação da confidencialidade. Os dados obtidos nos questionários aplicados foram representados através de quadros e gráficos se utilizando o Excel, permitindo melhor análise e discussão dos dados a partir do referencial teórico. RESULTADOS E DISCUSSÃO Acerca dos dados sócio demográficos dos participantes, aponta-se que a maioria era do sexo feminino (N=15), enquanto os demais eram do sexo masculino (N=7).Também verificou-se que a maioria dos alunos participantes da pesquisa (95%) estão na faixa etária entre 12 a 14 anos de idade, apenas 1 estando na faixa etária de 15 anos. Isso demonstra que a escola organiza as salas pelas faixas etária, de acordo com o que manda a média nacional, embora apresente um aluno fora da faixa etária referente à série. Contemplando os objetivos do estudo, os dados mostram que 55% dos alunos participantes em nenhum momento estudaram sobre o vírus HPV, enquanto que 36% já estudaram e 9% não souberam responder. A orientação sexual na adolescência é de fundamental importância tanto em casa quanto na escola. A informação precisa ter qualidade e reflexão para obter-se bons resultados no futuro. Já os dados obtidos no Gráfico 1 mostram que 95% dos alunos já ouviram falar sobre a vacina HPV, sendo 46% através da escola, 27% da televisão, 18% da família e 9% através da escola e da televisão. Apenas 5% não ouviu falar sobre a vacina. Ressalta-se que a vacina contra HPV foi lançada em 2006 e está sendo lançada em programas nacionais de imunizações em todo o mundo, sendo o Brasil um dos países pioneiros. Apesar disso, ainda há pouca informação e divulgação sobre esse processo de imunização, sendo necessário investir na propagação do conhecimento a fim de alcançar uma maior adesão por parte da população.

5 Gráfico 1 Gráfico 1: Você já ouviu falar sobre a vacina HPV? Através da: família, escola, televisão ou outro? Os dados obtidos no Gráfico 2, observa-se que 95% dos alunos consideram a vacina contra o HPV importante, dos quais, 62% informaram que é uma prevenção para o futuro, 19% prevenção contra o câncer do colo do útero e 19% informaram que ajuda as pessoas. Apenas 1 aluno não soube responder essa questão. A vacinação é uma prevenção primária contra várias doenças relacionadas ao HPV que afetam tanto homens quanto mulheres. Assim, aponta-se que a vacinação contra o HPV deve ser orientada como qualquer outra vacina para os adolescentes, desvinculando-a da atividade sexual, pois mais do que um cuidado preventivo individual, a vacina é uma questão de saúde pública, responsável por diminuir (ou erradicar) a circulação de vírus, diminuir os gastos públicos com tratamentos de diversas doenças e aumentar a qualidade de vida da população em geral.

6 Gráfico 2 Por quê? 19% 19% 62% Prevenção para o futuro Prevenção contra o câncer do colo do útero Ajuda as pessoas Gráfico 2: Você considera a vacina HPV importante? Por quê? Os dados também mostram que 73% dos alunos já conversaram entre eles sobre a importância contra o HPV e 27% não. É interessante esta interação entre os alunos, pois acabam esclarecendo dúvidas. Também é importante destacar que o diálogo entre os pares acaba fortalecendo as informações comunicadas, sendo um espaço potente para se criar parcerias no que se refere à discussão de temas como sexualidade e prevenção. Ao serem perguntados se tinham conhecimento que o Ministério da Saúde disponibilizou a vacina contra o vírus HPV gratuitamente em todos os postos de vacinação do Brasil, para meninas de 9 a 14 anos e para meninos de 12 e 13 anos, 82% dos alunos sabiam desta informação e 18% não. A vacinação contra o HPV é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). A vacina faz parte do calendário público de imunizações desde 2014 para meninas de 11 a 13 anos, em 2015 de 9 a 11anos e neste ano de 2017 para meninos da faixa etária de 12 a 13 anos. Porém, quando indagados sobre ter tomado a vacina, os dados mostram que 64% dos alunos tomaram a vacina e 36% não tomaram, podendo-se considerar uma adesão razoável por parte da amostra desse estudo. É importante que os adolescentes não percam a oportunidade de se vacinarem, visto

7 que todas as vacinas são fundamentais para uma vida mais saudável, prevenindo o aparecimento de doenças. Sobre a opinião dos pais quanto à vacina contra o HPV, a partir da percepção dos adolescentes participantes da pesquisa, os dados mostram que 73% dos pais acham que estão incentivando os filhos a iniciarem sua vida sexual ao tomarem a vacina contra o HPV e 27% não pensam assim. Independentemente do uso de qualquer vacina é necessário que as famílias orientem as crianças para o início da atividade sexual, garantindo assim a saúde e a prevenção de vários tipos de infecções. Ao serem indagados sobre o incentivo a tomarem a vacina, os dados mostram que 73% dos alunos foram incentivados pela escola e 27% não ouviram ou visualizaram nenhuma divulgação. Vale destacar que a educação sobre a imunização e o conhecimento sobre o vírus HPV é essencial para lidar com os questionamentos e preocupações tanto dos alunos quantos dos pais. É a partir desse diálogo que dúvidas podem ser sanadas, permitindo uma maior compreensão da importância da vacina e, consequentemente uma maior adesão. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este trabalho foi de extrema relevância para identificar o conhecimento dos estudantes de uma escola pública na cidade de João Pessoa-PB sobre a prevenção do HPV e a adesão ao esquema vacinal, conseguindo cumprir com o objetivo proposto. Em cumprimento aos objetivos específicos, os quais também foram alcançados, aponta-se que, quanto ao primeiro objetivo, os estudantes demonstraram ter conhecimento sobre o HPV, apesar de muitos não terem estudado sobre a temática, o que revela a necessidade dos professores ainda inserirem essa temática, bem como outras referentes à saúde sexual como um todo, em seu conteúdo programático, discutindo temas atuais e relevantes do contexto educativo. Acerca do segundo objetivo, os resultados também revelaram que a maioria dos estudantes conhecem sobre a prevenção, especificamente sobre a vacina HPV, bem como a sua importância para prevenção de infecções. Também observou-se que a escola é a principal fonte de conhecimento sobre esse assunto para os estudantes, sendo a família ainda um espaço que precisa ser fortalecido quanto ao diálogo de assuntos como este, sobretudo que envolvam a sexualidade.

8 E sobre o terceiro objetivo, apesar da maioria saberem sobre a distribuição gratuita da vacina contra o HPV, ainda não há uma adesão por parte de muitos, talvez pela dificuldade dos pais e/ou responsáveis ainda não terem segurança em leva-los para serem imunizados ou considerarem desnecessário, visto que a maioria ainda não possui vida sexual ativa. Também tem aqueles que não querem leva-los por considerar que estarão influenciando estes a iniciarem essa vida sexual, o que acaba sendo um pensamento que impede esses adolescentes de se prevenirem de futuros agravos. Foi visto que a escola foi citada como principal fonte de informações sobre esse assunto, demonstrando ter também um papel fundamental na educação sexual desses adolescentes, por isso a necessidade de analisar e se discutir esta temática, reforçando este como sendo um espaço potente na educação em saúde de crianças, adolescentes e jovens. Destacar a sala de aula e o papel do professor nesse processo é uma estratégia que também ajuda a diminuir os preconceitos sobre as DST, tanto dos alunos quanto dos pais, principalmente no caso do vírus HPV, cuja melhor idade para a vacinação é na préadolescência devido às melhores respostas imunológicas, uma vez que o nível de anticorpos nesta fase é quase o dobro do que em idades mais avançadas. Portanto, é fundamental que os gestores colaborem com o trabalho do professor através da realização de ações voltadas para a educação sexual em todos os níveis escolares, juntamente com a participação da família e de outras instituições, como os serviços de saúde, garantindo a prevenção de agravos e a promoção da saúde dessa população. REFERÊNCIAS BRASIL. Guia prático sobre HPV: perguntas e respostas. Ministério da Saúde Disponível em: as%20e%20respostas_0.pdf CIRINO, F. M. S. B; NICHIATA, L. Y. I; BORGES, A. L. L. Conhecimento, atitude e práticas na prevenção do câncer de colo uterino e hpv em adolescentes. Esc. Anna Nery, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p , Mar Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s &lng=en&nrm=iso>.

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