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2 Coordenador do Evento: Bom dia a todos. É mais uma vez um prazer, uma satisfação para a APIMEC. Vou hoje atender a reunião da, com analistas e profissionais do mercado de capitais. Inclusive a empresa faz parte do Novo Mercado, ela está listada como uma empresa do Novo Mercado. E eu queria também cumprimentar aqueles que nos acompanham via Internet, e sempre que existe transmissão pela Internet existem perguntas pela internet, que devem ser pelo botão Pergunte ao palestrante. Quem quiser fazer perguntas depois, é só clicar no ícone Pergunte ao Palestrante, que a pergunta será enviada. Eu, como presidente da APIMEC Nacional, sempre que possível participo das reuniões de todas as regionais. Eu queria cumprimentar mais uma vez a empresa pela oportunidade de apresentar pela primeira vez, já que na abertura de capital foi feita uma reunião com os profissionais formadores de opinião. Eu reitero que isso é muito importante para dar transparência ao mercado, e queria apresentar então o Diretor-presidente, Jayme Brasil Garfinkel, que compõe a mesa. Compondo a mesa também o Sr. Marco Antonio Vettori, Vicepresidente, Casimiro Blanco Gómez, Vice-presidente, Mário Urbinati, Diretor de Relações com Investidores e o Guido Lemos, também Gerente de Relações com Investidores. Essa reunião será coordenada pela Vice-presidente da APIMEC São Paulo, Lucy de Sousa, e eu queria então passar a palavra ao Sr. Jayme, para dar início à apresentação de hoje. Muito obrigado pela presença de todos. Jayme Brasil Garfinkel: Bom, nós estamos muito honrados, é a nossa primeira reunião APIMEC, o que significa mais um passo na interpretação das melhores práticas de governança da Companhia, e teve um início formal com o lançamento das nossas ações em novembro, o lançamento foi de muito sucesso, tivemos uma procura 5 vezes maior que a oferta. E o aumento da nossa governança corporativa que veio em função da abertura de capital, mas era já um projeto antigo. A Companhia, eu vou mostrar no primeiro gráfico, nesse primeiro gráfico a gente mostra um histórico da nossa participação de mercado, mais para dar uma visualizada do que foi a nossa história desde 1972, quando meu pai comprou o controle da Companhia naquele ano, em A Companhia existe desde 1945, mas o nosso controle começou em E esse gráfico demonstra, eu não vou me alongar nele, mas demonstra a evolução da nossa participação de mercado em degraus importantes desde a década de 70, quando a gente transformou a Companhia em uma empresa média. Depois, aproveitando a regulamentação, a liberação das tarifas de automóvel na década de 80, quando crescemos fortemente, sempre focada, nós fomos sempre uma Companhia focada no mercado de varejo, de pequeno risco, estamos muito focados no mercado de automóvel, no residencial, de vida, e, depois, na década de 90, o crescimento foi devido ao aumento da renda com o Plano Real. Esse 2

3 projeto, como eu vinha falando, vou mostrar no próximo gráfico, o projeto da governança corporativa, na realidade sempre nós objetivamos um dia ser uma companhia aberta, e já em 98, foi um ano muito importante na nossa história porque em 98 nós criamos a visão Quando criamos a visão 2005, eu até brinco porque a gente não imaginava que aquelas frases que nós estávamos dizendo para 2005, que sete anos depois nós realmente conseguiríamos tanto como conseguimos. Então naquele projeto nós tínhamos a idéia de sermos sólidos e admirados pelo nosso potencial financeiro, sermos uma referência no mercado onde atuávamos, que teríamos as melhores práticas de governança, e acabou acontecendo tudo isso. Hoje eu quero citar que nós já estamos com um projeto da visão 2005, e até iniciamos diante de nós mesmos, de nossos funcionários e corretores, com a preocupação de dizer e agora? Chegamos em 2005, e aí? Constituímos um monte de metas que foram alcançadas, e esse ano nós já estamos desenhando o que será a visão para os próximos sete anos, que é a visão Seguindo em frente. Eu vou passar a palavra para o Marco Antonio Vettori, nosso Vice-presidente, que vai falar sobre os aspectos operacionais. Marco Antonio Vettori: Obrigado, Jayme. Bom dia. Eu vou procurar ser rápido, porque tem muita coisa para dizer e, como vocês têm todo o material escrito, e vamos ter perguntas depois, eu acho bobagem ficar me prendendo em detalhes. Mas eu queria apenas fazer alguns highlights de cada página. Na primeira delas, que é sobre o desempenho do seguro no PIB, na economia, talvez pouca gente saiba, mas depois do plano real, com a estabilização da economia, estabilização da moeda, e melhoria de distribuição de renda paulatina, o seguro vem tomando cada vez mais espaço. É ainda um movimento pouco visível, porque o seguro ainda é pequeno na economia, tem só 3%, mas ele vem crescendo bastante. No caso de automóvel, por exemplo, dobrou a participação de automóvel nesse período. Então a conscientização da população para o seguro vem aumentando e a indústria como um todo vem crescendo. Temos, no slide seguinte, alguns highlights sobre a Companhia. Eu não vou ficar lendo porque vocês têm todo esse material, a única coisa que eu gostaria de salientar é que a Companhia tem uma posição de bastante destaque no mercado, em especial no automóvel, ela ora é a primeira, ora é a segunda, porque nós temos uma posição muito próxima do Bradesco, e a gente se revesa a cada trimestre nessa posição. No Uruguai também temos uma posição muito forte, somos a maior companhia, depois do próprio Banco de Seguros, que é uma companhia estatal. E temos tido bom desempenho por vários anos no mercado brasileiro e também no Uruguai. O seguro-saúde é nossa segunda carteira, também com uma 3

4 participação expressiva, somos a terceira companhia no ranking. Temos tido um bom resultado, apesar do mercado ser um mercado bastante complicado e difícil, nós temos conseguido crescer em termos dessa carteira. O gráfico seguinte mostra, esse gráfico tem o seguinte aspecto interessante. A indústria de automóveis - aqui são vendas de veículos licenciados no Brasil, não estão consideradas as exportações -, ela até sofreu uma queda de nível de vendas a partir de agosto. Por outro lado, a indústria de seguros ainda apresentou algum desempenho positivo como um todo nesse mesmo período, e a Porto mudou de patamar. De novo nós tivemos uma mudança de patamar de vendas no seguro de automóvel a partir de setembro do ano passado, o que tem tudo a ver com essa estratégia da Companhia de acrescentar cada vez mais diferenciais, mais vantagens para o consumidor e uma política de underwriting e precificação bastante precisa, bastante eficaz. Isso nós vamos falar um pouco adiante. No próximo slide, vocês podem ter uma idéia geral do que temos de vantagem no seguro de automóvel. Uma é a maior frota brasileira de segurados, 1,4 milhão. Como eu falei, sempre revezando um pouco a posição com o Bradesco, que tem uma frota muito similar, e isso nos dá uma possibilidade que poucas companhias têm de obter informações estatísticas sobre o comportamento do risco no Brasil inteiro. Com isso nós conseguimos ter estatísticas muito precisas e com isso nós conseguimos ter precificação e políticas, quer dizer, um mecanismo de aceitação bastante eficaz, o que nos tem proporcionado uma sinistralidade sistematicamente abaixo da média - Vocês vão ter um gráfico mais adiante, que eu vou poder mostrar para vocês -, o que nos dá uma vantagem competitiva permanente. A Companhia é líder em São Paulo, o estado de São Paulo é a principal praça da Companhia, nós somos o dobro do segundo concorrente. E no Rio de Janeiro, também, atualmente, somos a companhia líder. A Companhia adquiriu, como vocês sabem, a AXA, no final do ano retrasado, a AXA, que mudou de nome e passou a ser a Azul, faz parte da estratégia da Companhia de poder oferecer uma linha de produtos um pouco mais simples, com um preço um pouco menor, porque nossos corretores a vida inteira nos pediam vocês não podem oferecer um produto mais simples, com um preço menor? Não precisava de nada dessas coisas de proteção, dispositivos anti-furto, não sei o quê mais que vocês colocam. Um preço menor. Eles sempre pediram isso e nós nunca fizemos, porque isso destruiria a nossa estratégia de ser uma marca premium no mercado, e o nosso cliente hoje paga mais pelo seguro porque ela tem essa imagem, essa posição de mercado. A partir do momento em que nós compramos a Azul nós pudemos então 4

5 ter uma segunda opção. Até se tornou conhecida na praça a opção azul, que o corretor que normalmente tinha um cliente que não queria um preço tão alto quanto Porto, e queria uma companhia de segunda linha, por exemplo, e acaba se colocando na concorrência, agora ele tem uma Azul, onde ele pode continuar no grupo, ter a garantia Porto Seguro, e pagar menos. E a Azul, no ano passado, cresceu 80% no mercado de São Paulo, onde nós temos essa estratégia já bastante consolidada. Isso deve acontecer no resto do país também. Então a Azul é uma experiência que está indo muito bem. Sobre o seguro-saúde, que eu disse já para vocês que é a nossa segunda maior carteira, somos a terceira do ranking no mercado, embora com uma posição bastante menor que as duas maiores concorrentes, Sul América e Bradesco que têm, juntas, 80% do mercado. Somos a terceira e temos hoje um foco totalmente voltado para seguros empresariais. Nós paramos com os individuais desde 2001, em função da legislação que se tornou rígida em excesso, em nossa opinião, e com isso estamos agora nos especializando somente em seguros empresariais, que já perfazem 75% da nossa carteira. E tanto no individual quanto no empresarial estamos indo muito bem, e estamos com resultado. Como vocês podem ver no gráfico, nossa sinistralidade tem caído, em contraste com um mercado que tem piorado em sinistralidade. No seguro de vida, nós tivemos, a partir de 2003, um esforço bastante grande de melhoria de resultado na carteira, com isso acabamos até perdendo um pouco de participação de mercado, mas tivemos melhoria na sinistralidade, que era um objetivo importante a ser atingido. E temos uma carteira relativamente pequena no mercado, e uma proporção ainda pequena nos prêmios da Companhia, mas o nosso projeto é de crescer nesse segmento, especialmente alavancando vendas, com venda cruzada, em cima do cliente de automóvel. Nós temos uma quantidade enorme de clientes de automóvel, muitos a gente sabe que têm já seguro de vida em outras companhias, e a gente acredita que o corretor pode deslocar esse seguro para a Porto, mediante um bom treinamento, que a gente vem fazendo. E aos poucos essa estratégia vem decolando. Nos seguros patrimoniais, também tivemos um esforço bastante grande de saneamento da carteira, que houve muitos problemas, especialmente com danos elétricos, no passado, e eles pioraram a sinistralidade, e conseguimos, como vocês vêem no gráfico a curva laranja, uma queda substancial na sinistralidade. A participação de mercado mais ou menos estável, mas com uma substancial melhoria no resultado. Aparentemente a gente tem uma participação pequena, mas na verdade nós somos focados exclusivamente em pequenos e médios riscos, mais propriamente 5

6 seguros residenciais e pequeno e médio comércio. A Companhia não faz seguros de grandes obras, ou faz muito poucos seguros de grandes obras, nosso limite é R$ 60 milhões de aceitação. Porque nesse segmento, além do risco ser muito alto, o resultado é praticamente nulo. Conseqüentemente, os números da Companhia parecem pequenos, mas quando se olha prêmios retidos, que é a parte que a Companhia retém de prêmios, a nossa participação praticamente dobra. E temos uma substancial carteira nos planos residenciais, somos líderes no segmento de seguro de aluguel, seguros de estacionamento e condomínios também. Falando um pouco de previdência, nós conseguimos a façanha de, em praticamente 5 anos, atingir o breakeven da operação, nós temos hoje uma operação rentável em previdência, embora ainda não seja uma grande carteira, temos R$ 430 milhões de reserva. Há um defeito nesse gráfico, houve um erro de construção não se sabe bem por quê. Os anos ficaram deslocados. O primeiro ano seria 2002, 2003 e 2004, e o trimestre de E esse número que aparece como 67 na verdade é 25, e inclusive esse número se repete em páginas adiante, na verdade o volume de contribuições no 1T foi R$ 25 milhões, o que projetado para o ano dá algum crescimento sobre o ano de 2004, apesar de, se levarmos em conta que com essa confusão toda da mudança de legislação, que andou paralisando o mercado, foi um desempenho bastante bom. De um modo geral o mercado paralisou, algumas companhias até andaram para trás no segmento de previdência, e até manter o crescimento que vínhamos tendo foi um bom resultado. Eu vou pular a página seguinte, dos atrativos, porque a gente vai falar sobre isso em detalhes nas páginas próximas, e eu queria reforçar aquilo que eu já havia dito sobre a nossa habilidade de selecionar e precificar riscos, que eu considero a principal habilidade técnica que uma seguradora precisa ter. E, como vocês vêem aqui, a gente tem tido permanentemente um índice de sinistro premium melhor do que a média de mercado. Isso é um diferencial competitivo bastante importante e a gente investe muito em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias atuariais para manter essa vanguarda. E temos conseguido mantê-la. Na página seguinte nós temos um elenco dos nossos diferenciais que abragem o seguro de automóvel, e que tem feito muito sucesso. Talvez muitos aqui sejam clientes e possam até confirmar o serviço Carro + Casa, que foi novidade, nós inventamos esse serviço há uns cinco anos, e hoje somos líderes nesse segmento. Esses serviços são produzidos por terceiros, cada veículo desses pertence a um terceiro, porém toda gestão, controle e logística é feita por nós, assim como nos serviços de guincho. Nós temos aí centenas de veículos rodando pelo 6

7 país, todos com gestão e logística centralizada na Companhia. É a única companhia que tem, por exemplo, que tem um sistema de GPS com localizador e um sistema de transmissão de ordem de serviço totalmente eletrônico a partir do atendente, do nosso atendente de telemarketing. Com isso a gente consegue ter uma performance, um controle de qualidade muito superior à média de mercado. E os demais serviços, vocês talvez conheçam a maioria deles, temos agora em pleno desenvolvimento um serviço novo que a gente Chamou de Centro de Serviços Rápidos, voltado ao veículo, é mais ou menos o serviço que a gente criou para residência, o Carro + Casa, onde a gente faz reparos emergenciais e de segurança no domicílio do segurado, estamos fazendo um serviço similar no veículo do segurado. Já tínhamos a política de fazer diagnósticos no passado, e agora nós temos que constituir instalações para poder fazer reparos nos itens de segurança, que atingem a segurança do veículo do segurado. Isso está sendo bastante aceito, está se espalhando pelo país, nós temos aí uns 30 Centros sendo instalados, e a idéia é mais que dobrar esse número. Os segurados têm gostado bastante, os centros vivem lotados e me parece que é uma estratégia que vem de lealdade do cliente para que haja bom resultado. Ainda um dos milagres de sustentação da Companhia é o fortíssimo relacionamento com os corretores de seguro, que trabalham com a Companhia em grande intensidade, nós temos 19 mil ao todo pelo país, cerca de 50% dos corretores ativos do país estão trabalhando com a Porto, e esses corretores são leais à Companhia não só porque a Companhia é leal ao corretor, mas ela também oferece uma série de vantagens operacionais. Nós desenvolvemos toda uma linha de softwares para cálculo, emissão de apólices, gestão do negócio do corretor, obtenção de informações on-line, ou seja, o corretor que trabalha com a Porto tem tantas facilidades operacionais que acaba reduzindo seus próprios custos, e com isso ele também se torna leal. E, finalmente, uma visão da nossa segmentação de produtos. Como vocês podem ver nós ainda temos uma enorme possibilidade de crescimento em vários anos, muito apoiada na venda cruzada com automóvel. A gente já sabe de longa data que sempre que o automóvel cresce os demais ramos crescem juntos, porque seguro é um negócio segmentado por mercado, e quando um carro-chefe cresce, ele puxa junto os demais carros. E a gente vem procurando ampliar essa vantagem através de treinamento intensivo de corretores. Temos conseguido mobilizar muitos corretores para onde eles não atuavam como vida, previdência, e até mesmo saúde. E eu vou deixar agora a palavra com o Mário, que vai falar um pouco sobre os nossos números. Muito obrigado. Mário Urbinati: Bom dia a todos. Só acrescentar um detalhe sobre a explicação que o Marco fez a respeito do Centro de Reparos Automotivos, que são 7

8 operados por parceiros nossos, terceiros, sob a nossa previsão. E o segurado paga diretamente a esses terceiros, a esses prestadores de serviço com desconto pelo fato de serem segurados da. Então quando eu olho aqui no financeiro, isso não é de graça. Bom, eu também queria, antes de começar a ver os números, formalmente apresentar o Guido Lemos, que é o nosso novo Gerente de Relações com Investidores, que vai nos ajudar a dar a vocês a atenção e o atendimento que nós pretendemos ter, a qualidade de atendimento que nós queremos ter para o mercado. Alguns dados nesses primeiro slide, comparando o resultado do 1T05 com o 1T04. Nós tivemos uma evolução das receitas totais da Companhia, que é a soma das receitas operacionais e o resultado financeiro, da ordem de 26,7%. O crescimento de prêmios auferidos de todos os ramos, de todas as carteiras, de 24,6% em 2005, em comparação com o 1T04. As receitas financeiras aumentaram 20,8% e acho que convém salientar que nós tivemos em relação ao último trimestre de 2004, uma pequena queda no resultado financeiro, em função desses freqüentes aumentos da taxa de juros, o que nos leva a fazer o ajuste da nossa carteira a valor de mercado. O Casimiro depois pode falar mais detalhes sobre isso. Nosso índice de sinistralidade geral permaneceu abaixo da média de mercado, tivemos um crescimento de 32,5% no lucro líquido, e 12,2% no lucro por ação. Esse crescimento do lucro por ação fica impactado pelo maior número de ações que temos agora em relação ao 1T04, em função da oferta primária no IPO. A rentabilidade analisada do patrimônio líquido está em 18%, era 19,2% no 1T04. Também essa pequena queda em função do crescimento do patrimônio líquido, pela emissão das ações novas. No slide seguinte nós temos alguns destaques dos resultados consolidados. A receita bruta nós vemos nas colunas à direita do gráfico. Cresceram 26,7%, de R$ 712 milhões em 2004 para R$ 912 milhões no 1T05. E os prêmios auferidos de R$ 608 milhões para R$ 759 milhões no 1T05, um crescimento de 24,8%. O lucro líquido teve um crescimento de 32,5%, para R$ 42 milhões em 2005, contra R$ 32 milhões no 1T04. O retorno sobre o lucro líquido caiu de 19,2% para 18%, como eu havia falado anteriormente. Nesse segundo slide nós temos a previdência para destacar, com a arrecadação de contribuições de R$ 24,9 milhões, contra R$ 24,3 milhões no 1T04. O crescimento foi de 2,5% e o mercado todo teve um crescimento pequeno, como o Marco disse, em função da paralisação do mercado aguardando definições da mudança da legislação tributária, que afeta muito os investimentos e a previdência. Nesse slide nós temos a abertura dos nossos prêmios por carteira. Nós temos o seguro de automóvel com um crescimento de 30,4%, para R$ 8

9 520 milhões no 1T05, contra R$ 398,7 milhões no 1T04, representando agora 69% da nossa carteira total. Uma parte desse crescimento é em função da incorporação da Azul no consolidado, e a Azul tem um crescimento forte na posição de automóvel, principalmente em São Paulo. Saúde com R$ 126,6 milhões no 1T05, um crescimento de 21,8%, que são as duas principais carteiras na evolução que estamos mostrando. O número de clientes de automóvel teve um crescimento de aproximadamente 14%, e o de segurados em saúde de aproximadamente 10%. Em vida nós temos cerca de 15% de crescimento no número de segurados. Aqui nós temos um detalhamento da sinistralidade de cada uma das carteiras, já vimos uma parte nos slides anteriores. O sinistro de automóvel evoluiu de R$ 233,7 milhões para R$ 292,6 milhões, um crescimento de 25,2%, portanto inferior ao crescimento dos prêmios. O seguro-saúde nós temos R$ 85,6 milhões em 2005 contra R$ 68,5 milhões, um crescimento de 25%, e o índice de sinistralidade alterando de 66,3% para 67,7%. No seguro de vida os sinistros, em números absolutos, permaneceram estáveis em relação ao trimestre do ano anterior, e o índice de sinistralidade caiu de 48,3 para 45,8, em função do crescimento de prêmios. Nos seguros patrimoniais nós temos uma redução substancial no valor, de R$ 18,2 milhões para R$ 12 milhões nesse trimestre de 2005, e uma redução de 60,3% para 40,7% no índice de sinistralidade sobre os prêmios ganhos. Eu queria passar agora para o Sr. Casimiro, para ele poder falar sobre as outras atividades. Casimiro Blanco Gómez: Tendo nesse quadro diversas atividades controladas pela holding, que direcionam basicamente seus produtos aos corretores de seguros, de forma a dar a eles uma carteira diversificada onde eles podem obter receitas e atender a sua clientela com produtos além do seguro. Nós temos então o consórcio, que no trimestre teve uma receita evoluindo em 29,2%, de R$ 9,7 milhões para R$ 13,5 milhões. E o lucro líquido passou de R$ 1,4 milhões para R$ 2,9 milhões em Nossa financeira, que ela tem atividade há dois anos, também procura direcionar sua força nos corretores, de forma a permitir a eles concorrer com o sistema bancário. Quando um cliente deles quer fazer um financiamento para comprar um veículo, tem a possibilidade de obter esse financiamento junto à Porto Seguro, e não perder o negócio para o banco. Então esse é o escopo principal dessa financeira. E, além do financiamento de bens, pode-se fazer também crédito pessoal. Nós temos um crescimento de 45% nas receitas, que passaram de R$ 2 milhões para R$ 2,9 milhões, e o lucro líquido evoluiu de R$ 700 mil para R$ 1,3 milhão. Nós temos a distribuidora, que se chama Portopar, e ela atua fazendo a 9

10 administração de fundos de investimentos, de renda variável e de renda fixa. E teve uma evolução das receitas de 22,2% passando de R$ 900 mil para R$ 1,1 milhão, e o lucro de R$ 400 mil para R$ 800 mil. E temos uma empresa também que tem evoluído ao longo do tempo, ela foi criada inicialmente para nos proteger nos furtos de comércio e residência, e ela tem evoluído, atualmente está desenvolvendo com um sistema para rastreamento de cargas, de forma a poder oferecer aos segurados do transporte um produto que tenha uma performance melhor que a do mercado. Nas nossas receitas, nesse produto, subiram de R$ 3,3 milhões para R$ 5,1 milhões, e o resultado de negativo de R$ 100 mil passou para R$ 200 mil positivo. Na próxima página, temos a evolução das reservas técnicas, que trimestre a trimestre subiram 25,4%, passando de R$ 1,616 bilhão para R$ 2,027 milhões. E o patrimônio líquido, incorporando uma parte do IPO, subiu de R$ 697 milhões para R$ 980, 5 milhões. Nós temos uma política na área de investimentos, que é procurar ser o mais conservador possível, mas apurando também uma pequena percentagem de fundo de ações e renda variável. Então ao longo dos anos temos conseguido obter uma performance um pouco superior ao CDI, e nesse trimestre, em função de todas as incertezas e a continuidade da elevação da taxa de juros, o CDI, como nós temos uma pequena participação em títulos pré, e temos uma política de fazer ajustes a valor de mercado, então esse ajuste a valor de mercado fez com que houvesse uma redução da rentabilidade no trimestre. Provavelmente, ou com uma redução dos juros isso se reverte, ou vamos apropriando ao longo do tempo as novas taxas e isso deve fazer com que nos aproximemos novamente do CDI. Nós atuamos basicamente com fundos exclusivos, estornados junto a instituições financeiras, e tentamos fazer a administração dos ativos em conjunto com os especialistas dessas instituições financeiras. Passo a palavra agora ao Jayme, para falar sobre o próximo slide. Jayme Brasil Garfinkel: Eu vou falar um pouco da nossa atuação social. Citando primeiro a questão do grupo de ação social, nós sempre achamos que há no entorno da Companhia, como vocês conhecem o bairro de Campos Elíseos, nós temos bastantes problemas sociais. Então nossos funcionários, de forma estimulada e voluntária, trabalham junto ao bairro, à população carente do bairro, e temos tido uma aproximação com as pessoas do bairro, sempre tentando melhorar a situação deles e cumprindo nosso papel, que a empresa tem cumprido. O principal, a parceria empresa-escola, que é uma coisa que nós iniciamos em 1991, eu gosto de destacar, é um trabalho que vimos 10

11 fazendo na favela Paraisópolis, onde nós temos uma parceria com três escolas estaduais, que começou em 1991, e de sete anos para cá nós também criamos uma pré-escola chamada Crescer Sempre. Nós chegamos à conclusão de que não era apenas necessário que a empresa ajudasse as escolas estaduais, mas que nós tivéssemos uma escola própria, preparando as crianças daquele bairro para fazer a préescola como os nossos filhos fazem. Então nós temos ali 617 crianças que fazem a pré-escola totalmente custeadas por nós. Uma atividade também que há dez anos já temos, a Cidade Portinho Seguro, foi uma iniciativa que aproveitamos para usar o espaço da nossa regional Mooca, que fica perto daquele viaduto na radial leste, o primeiro viaduto da radial leste, nós temos ali um espaço onde damos aulas de trânsito para crianças, convidamos escolas há muitos anos, tem sido uma forma de nos aproximar do futuro consumidor, e dos pais deles, e também cumprir o papel que é o de educar para o trânsito, que muito nos importa, nos interessa. Bom, outras atividades eu cito o Projeto Guri, onde nós temos a parceria coma Secretaria da Cultura do estado de São Paulo, patrocinando um grupo de jovens que se dedicam à música, também mantidos por nós. E agora eu também quero convidar vocês, no tour que vocês vão fazer, no térreo deste andar está aberta a exposição do Prêmio de Fotografia, que é um prêmio que também há cinco anos nós instituímos, e que a abertura das inscrições foi segunda-feira, e tem uma exposição de um artista, um fotógrafo famoso, que é o Marcelo não me lembro o sobrenome -, e está em exposição. Se alguém tiver um tempinho, pode passar lá. Bom, por último. A nossa estratégia de crescimento e lucratividade vai continuar baseada no crescimento nos nossos principais mercados, São Paulo, Rio, Sudeste, sem deixar de pensar na expansão geográfica que é possível, nós temos uma grande possibilidade de crescer, especialmente no Sul do país, onde nós temos potencial e nossa estrutura lá pode crescer. Nós temos a idéia do aumento da receita por segurado, como disse o Marco, nós criamos a linha da Azul, mas o nosso foco é o aumento da prestação de serviços da, por exemplo, os CAPS, que são os centros automotivos, nós queremos que o segurado fique ligado a nós pela qualidade do serviço. Se ele não tem a vontade de pagar por essa quantidade de serviços que a vai dar, nós temos a opção Azul. Mas nós vamos procurar aumentar, agregar mais receita por segurado. E também fazendo as vendas cruzadas, que começamos no vida e no previdência. A idéia de manter subscrições conservadoras, esse é um ponto base para nós, sempre focados em trabalhar com o lucro, nunca focando crescer sem lucro. E, finalmente, o fortalecimento sempre das relações 11

12 de parceria com os corretores de seguros, que são a nossa base comercial, e a quem nós estamos dedicando esforço de treiná-los para vender outros produtos, para aumentar o relacionamento deles com seus clientes, através do consórcio, através da financeira, através dos alarmes monitorados. Tem que mostrar ao cliente que ele pode ter no corretor um pequeno supermercado, uma agência de serviços com a qual ele pode contar. Essa é a nossa apresentação. 12

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